<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Informação II</title><link>https://www.spn.pt:443/Contents/Item/Display/7908</link><description>Informação II</description><item><title>PR valida ilegalidades em processos negociais</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/pr-valida-ilegalidades-em-processos-negociais</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As promulga&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelo Presidente da Rep&amp;uacute;blica dos diplomas relativos ao recrutamento docente, ao Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva responsabilizam tamb&amp;eacute;m o primeiro &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de soberania pelas consequ&amp;ecirc;ncias das decis&amp;otilde;es tomadas e pela valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ilegalidades nos processos que lhes deram origem. Para a Fenprof n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que o desrespeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva promovido pelo governo passe em claro a quem tem por fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o garantir o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o concorda com o conte&amp;uacute;do dos diplomas promulgados, e afirma que o processo negocial n&amp;atilde;o respeitou a lei. No caso do regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, solicitou expressamente ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica que n&amp;atilde;o o promulgasse, face &amp;agrave;s graves irregularidades que denunciou no que deveria ter sido a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar. Afinal, como em outros dom&amp;iacute;nios, o governo est&amp;aacute; obrigado a cumprir com rigor a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Recorde-se que o executivo aprovou este diploma em reuni&amp;atilde;o de Conselho de Ministros, quando a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar, pedida pela Fenprof, ainda nem tinha acontecido. Assim, converteu em simulacro uma fase negocial que a lei prev&amp;ecirc;, precisamente para permitir um esfor&amp;ccedil;o derradeiro de discuss&amp;atilde;o das propostas e de procura de aproxima&amp;ccedil;&amp;otilde;es e melhores solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Tal procedimento revela, inequivocamente, uma flagrante desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e pelas estruturas sindicais que representam os professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o comunicou estas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao primeiro-ministro e ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica. N&amp;atilde;o recebeu, contudo, qualquer resposta &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es colocadas. E, ao promulgar o diploma sem se pronunciar sobre as den&amp;uacute;ncias apresentadas, o Presidente da Rep&amp;uacute;blica acaba por dar cobertura ao desrespeito por regras legais, contribuindo para a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, mecanismo fundamental do di&amp;aacute;logo social e da democracia, que vem sendo sucessivamente maltratado pelo governo, seja ao n&amp;iacute;vel da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral, seja da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o setorial. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o pode ser convertida numa encena&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinada a legitimar decis&amp;otilde;es previamente tomadas pelos governos. &amp;Eacute; um direito dos trabalhadores exercido atrav&amp;eacute;s das suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas, que exige boa-f&amp;eacute;, respeito pelas regras e considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva pelas propostas apresentadas pelos representantes dos trabalhadores. S&amp;atilde;o procedimentos essenciais em democracia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o assume especial import&amp;acirc;ncia quando est&amp;aacute; em curso um processo de revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente (ECD). A Fenprof n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que um processo com consequ&amp;ecirc;ncias profundas para a carreira e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos educadores e sos professores seja conduzido segundo uma l&amp;oacute;gica em que as decis&amp;otilde;es s&amp;atilde;o tomadas unilateralmente e antes de a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o terminar. Por isso, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige que o governo respeite a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e que as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas n&amp;atilde;o desvalorizem den&amp;uacute;ncias de incumprimento das regras que a enquadram. Do Presidente da Rep&amp;uacute;blica, espera que garanta o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas e que assuma a fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica da atividade legislativa dos outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de soberania, na qual o respeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e as suas regras tem um papel determinante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o deixar&amp;aacute; de informar a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica sobre o quadro de desrespeito pelas regras legais da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, considerando as compet&amp;ecirc;ncias de fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nomeadamente sobre os atos do governo e da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o confere ao parlamento. E promete denunciar todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de desrespeito pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e desenvolver as dilig&amp;ecirc;ncias institucionais e sindicais necess&amp;aacute;rias &amp;agrave; defesa dos direitos dos docentes e dos investigadores, da Escola P&amp;uacute;blica e da democracia nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; um instituto relevant&amp;iacute;ssimo numa sociedade democr&amp;aacute;tica e o estado de direito em que Portugal vive obriga o governo a respeit&amp;aacute;-lo e a promov&amp;ecirc;-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/500/0/9/prpedrosarmentocosta_c.JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/383301a5/prpedrosarmentocosta_c.JPG?v=639290795747365196" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Lusa/Pedro Sarmento Costa&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de setembro, de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ECD &amp;mdash; Fenprof insta PR a n&amp;atilde;o promulgar o diploma de concursos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ap&amp;oacute;s formalizar protesto junto do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e do primeiro-ministro, a Fenprof solicitou a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Presidente da Rep&amp;uacute;blica face ao desrespeito pelas regras da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva que antecedeu a recente aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo Conselho de Ministros, de um diploma que pretende instituir um novo regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pessoal docente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No of&amp;iacute;cio enviado, a Fenprof alerta que &amp;ldquo;o diploma dever&amp;aacute; estar a chegar &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia da Rep&amp;uacute;blica para promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que, salvo melhor opini&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o dever&amp;aacute; acontecer&amp;rdquo;, considerando que tal "constituiria um sinal muito negativo quanto ao respeito por um instituto fundamental para a democracia &amp;ndash; o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;ndash;, instrumento central do di&amp;aacute;logo social no &amp;acirc;mbito da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e mecanismo relevante para a procura de consensos e resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas na sociedade&amp;rdquo;. A Fenprof dirige-se a Ant&amp;oacute;nio Seguro, &amp;ldquo;tendo em conta a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica da responsabilidade de garantir o regular funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es democr&amp;aacute;ticas e a compet&amp;ecirc;ncia de promulgar e mandar publicar as leis, os decretos-leis e os decretos regulamentares [&amp;hellip;], solicitando a pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es ilegais em que o decreto-lei em quest&amp;atilde;o foi aprovado pelo governo&amp;rdquo;. E, neste aspeto, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que &amp;ldquo;o diploma n&amp;atilde;o tem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para ser promulgado, n&amp;atilde;o havendo, ademais, urg&amp;ecirc;ncia que possa ser invocada para que tal suceda&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/69000/500/20/2/MANUEL%20FERNANDO%20ARAUJO.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/f6962b97/MANUEL%20FERNANDO%20ARAUJO.jpg?v=639252828787710308"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Lusa/Manuel Fernando Ara&amp;uacute;jo&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 21:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/pr-valida-ilegalidades-em-processos-negociais</guid></item><item><title>Rankings — Comparar resultados, perpetuar desigualdades</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/rankings-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Voltaram a ser publicados rankings de escolas que, desta vez, incluem exames nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio, provas finais do 9.&amp;ordm; ano de escolaridade e provas ModA do ensino b&amp;aacute;sico. Mais uma vez, apesar do suposto rigor e da exig&amp;ecirc;ncia, os rankings traduzem as desigualdades que resultam de exames nacionais que hierarquizam e eliminam alunos, desprezam a aprendizagem saud&amp;aacute;vel e a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua, estimulam o individualismo, segregam e estigmatizam escolas, desprestigiam o trabalho dos professores e promovem a competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o em detrimento da coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tal como a Fenprof j&amp;aacute; denunciou, estas publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es servem-se da utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos resultados das provas e exames para retirar conclus&amp;otilde;es abusivas, que perseguem objetivos pr&amp;oacute;prios. Isto apesar dos modelos de an&amp;aacute;lise adotados, dos nomes distintos que lhes d&amp;atilde;o, dos m&amp;eacute;todos (aparentemente) alternativos, das vari&amp;aacute;veis interativas e das an&amp;aacute;lises especializadas e de serem elaborados pela comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social ou por outras institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; mais do que refor&amp;ccedil;ar o preconceito ideol&amp;oacute;gico de que o privado &amp;eacute; bom e o p&amp;uacute;blico &amp;eacute; mau e, assim, engordar o neg&amp;oacute;cio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; custa do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio &amp;eacute; aprofundar o investimento na Escola P&amp;uacute;blica, ao contr&amp;aacute;rio do corte previsto de mais de 80% na proposta do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027, permitindo garantir que se atenuam as desigualdades educativas, em particular as que resultam da condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o socioecon&amp;oacute;mica dos alunos. Recorde-se que os recentes resultados do PISA, frequentemente utilizados como refer&amp;ecirc;ncia para condicionar as op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas, n&amp;atilde;o identificam diferen&amp;ccedil;as estatisticamente significativas entre os resultados das escolas p&amp;uacute;blicas e das escolas privadas quando se compara o que &amp;eacute; compar&amp;aacute;vel: alunos com o mesmo estatuto econ&amp;oacute;mico e cultural.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar desta insist&amp;ecirc;ncia de comparar o incompar&amp;aacute;vel, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nunca se cansar&amp;aacute; de saudar todos os professores que, diariamente, continuam a pugnar por uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma escola de qualidade para todos e pela forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral dos alunos.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/500/0/5/decorative-foldings-with-rings.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/383301a9/decorative-foldings-with-rings.jpg?v=639290747652809328"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Sat, 31 Oct 2026 20:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/rankings-2026</guid></item><item><title>O que há de errado no "erro" da CGA? (3/nov)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/cga-tem-de-explicar-cortes-nas-pensoes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Numa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta com a Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica (FCSAP), a Fenprof marcar&amp;aacute; presen&amp;ccedil;a &lt;span&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; e apela a todos os docentes aposentados a participar nesta a&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;span&gt;&amp;mdash; na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o "CGA: N&amp;atilde;o &amp;eacute; roubo! &amp;Eacute; inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o!", contra a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;i da devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contra o roubo nas pens&amp;otilde;es de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pelo pagamento do valor correto das mesmas. A concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; no dia 3 de novembro (10h30), frente ao Minist&amp;eacute;rio do Trabalho, Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social (Pra&amp;ccedil;a de Londres).&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/50/3/cgadevolucaoconcentracao_c.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f32842/cgadevolucaoconcentracao_c.jpg?v=639289582759602863"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tem estado em destaque, em diversos meios de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, a discuss&amp;atilde;o sobre a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pens&amp;otilde;es de 2937 aposentados da Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA), protagonizada at&amp;eacute; por pessoas com responsabilidades pol&amp;iacute;ticas, sindicais e profissionais, alegando a exist&amp;ecirc;ncia de um erro que, agora, &amp;eacute; corrigido. Mas, afinal, o que h&amp;aacute; de errado no erro da CGA? A&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/50/3/o-que-ha-de-errado-no-22erro-22-da-cga-fenprof-vf.pdf" target="_blank"&gt;Fenprof demonstra, em documento pr&amp;oacute;prio&lt;span style="color: #333333;"&gt;,&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; que n&amp;atilde;o existiu um qualquer erro, existe, sim, uma nova interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma f&amp;oacute;rmula de c&amp;aacute;lculo, definida desde maio de 2007.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta quest&amp;atilde;o tem sido apresentada, quase invariavelmente, assumindo que a CGA cometeu um erro no c&amp;aacute;lculo daquelas pens&amp;otilde;es e que se deve apurar se os pensionistas devem ou n&amp;atilde;o devolver o dinheiro que, alegadamente, lhes foi pago a mais. Esta vers&amp;atilde;o tem sido apresentada sem contradit&amp;oacute;rio, mas &amp;eacute; falsa, n&amp;atilde;o correspondendo ao que efetivamente est&amp;aacute; em causa. A quest&amp;atilde;o central prende-se com a considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o da totalidade da carreira contributiva em alguma das parcelas do c&amp;aacute;lculo da pens&amp;atilde;o, ou a total supress&amp;atilde;o da considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de parte dos anos de descontos para esse c&amp;aacute;lculo. Ora, os anos civis relevantes servem para determinar o valor de RR e N mas a taxa anual de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pens&amp;atilde;o depende do total de anos de descontos da carreira &amp;mdash; carreira contributiva &amp;mdash; que n&amp;atilde;o podem ser apagados, sob pena de, no c&amp;aacute;lculo da pens&amp;atilde;o de trabalhadores com carreiras contributivas mais longas, desvincular o esfor&amp;ccedil;o financeiro suportado da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o social a que tem direito, colidindo at&amp;eacute; com o ponto 4 do artigo 63.&amp;ordm; da CRP que estabelece que &amp;nbsp;&amp;ldquo;todo o tempo de trabalho contribui, nos termos da lei, para o c&amp;aacute;lculo das pens&amp;otilde;es de velhice e invalidez, independentemente do setor de atividade em que tiver sido prestado&amp;rdquo;. Ou seja, uma coisa &amp;eacute; limitar, por lei, os anos utilizados para calcular RR e N. Outra, bem diferente, &amp;eacute; interpretar, abusivamente, que devem ser ignorados anos de carreira contributiva para impedir o acesso a uma taxa aplic&amp;aacute;vel mais favor&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f32842/CGA_w.jpg?v=639289582760571669" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGA tem de explicar cortes nas pens&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof acompanha centenas de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, disponibiliza apoio jur&amp;iacute;dico, prepara iniciativa junto da Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es (CGA) e manifesta a sua indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e protesto perante as comunica&amp;ccedil;&amp;otilde;es da que est&amp;atilde;o a confrontar educadores e professores aposentados com valores de pens&amp;atilde;o inferiores aos anteriormente simulados, comunicados e acordados. Em v&amp;aacute;rios casos, as diferen&amp;ccedil;as representam perdas mensais de&amp;nbsp;130&amp;euro;, 150&amp;euro; ou mais, com consequ&amp;ecirc;ncias significativas na vida das pessoas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; inaceit&amp;aacute;vel que docentes que confiaram na informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disponibilizada pela CGA e tomaram decis&amp;otilde;es com base nessa informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sejam agora confrontados com esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem explica&amp;ccedil;&amp;otilde;es claras e devidamente fundamentadas. Mais grave, ainda, &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes que, perante a falta de professores nas escolas, prolongaram a sua perman&amp;ecirc;ncia no ativo tendo em conta as expectativas criadas quanto ao valor da futura aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A CGA n&amp;atilde;o pode desresponsabilizar-se perante os seus pretensos erros, nem alegar um lapso de parametriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para tomar decis&amp;otilde;es que t&amp;ecirc;m consequ&amp;ecirc;ncias concretas na vida de milhares de trabalhadores.&amp;nbsp;Exige-se transpar&amp;ecirc;ncia, respeito pelos direitos constitu&amp;iacute;dos e salvaguarda das leg&amp;iacute;timas expectativas criadas junto dos doentes, tanto mais que os valores de pens&amp;atilde;o inicialmente comunicados pela CGA respeitavam integralmente o quadro legal em vigor, designadamente o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 187/2007, de 10 de maio, na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor, o que n&amp;atilde;o acontece com os novos valores (inferiores).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, a Fenprof exige &amp;agrave; CGA esclarecimentos rigorosos sobre a origem destas diferen&amp;ccedil;as, os crit&amp;eacute;rios utilizados e os fundamentos legais que sustentam os novos valores comunicados, bem como a an&amp;aacute;lise individualizada de cada situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O governo, por seu lado, tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o pode alhear-se de um problema que exige respostas urgentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os Sindicatos que constituem a Fenprof est&amp;atilde;o a acompanhar&amp;nbsp;centenas de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, disponibilizando aos docentes todo o apoio jur&amp;iacute;dico necess&amp;aacute;rio neste momento. Apela-se, por isso, a todos os educadores e os professores que ainda n&amp;atilde;o contactaram o SPN que o fa&amp;ccedil;am a fim de obterem o apoio e o acompanhamento de que necessitam. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem igualmente em prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o uma&amp;nbsp;iniciativa junto da CGA, com o objetivo de exigir esclarecimentos e respostas concretas para os problemas que est&amp;atilde;o a ser colocados aos docentes que n&amp;atilde;o podem ser penalizados por lapsos que n&amp;atilde;o cometeram nem por altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es decorrentes de poss&amp;iacute;veis interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es criativas &amp;mdash; mesmo que n&amp;atilde;o assumidas &amp;mdash; da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel. A CGA tem de esclarecer, o governo tem de responder e os direitos dos docentes, e os compromissos assumidos, t&amp;ecirc;m de ser respeitados.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 14 Oct 2026 23:16:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/cga-tem-de-explicar-cortes-nas-pensoes</guid></item><item><title>ECD — (Re)Ver plenário sobre a reunião com o MECI (27/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ecd-plenarios-online-sobre-reunioes-com-o-meci</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;08 de agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof reuniu com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), no dia 27 de outubro, no &amp;acirc;mbito da revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente (ECD), para negociar altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Decreto-Lei n.&amp;ordm; 80-A/2023, relativo aos requisitos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica para os grupos de recrutamento (Tema II), tendo incidido, particularmente nas habilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a doc&amp;ecirc;ncia no 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico. A reuni&amp;atilde;o decorreu num contexto de persistente falta de professores e de falta de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos sindicatos para uma adequada prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo negocial, nomeadamente na disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o atempada dos documentos necess&amp;aacute;rios a uma an&amp;aacute;lise fundamentada das propostas. No dia 28 de outubro, realizou um plen&amp;aacute;rio online para informar e debater com os docentes o desenvolvimento deste processo negocial e outras mat&amp;eacute;rias relevantes, incluindo os tr&amp;ecirc;s diplomas recentemente promulgados pelo Presidente da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/Pl88uQ8mJ6I"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario28192026.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario28192026.jpg?v=639289601672369584"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ECD &amp;mdash; (Re)Ver plen&amp;aacute;rios sobre o&amp;nbsp;Tema 2&amp;nbsp;&amp;mdash; &lt;em&gt;Habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional para a doc&amp;ecirc;ncia, recrutamento e ingresso&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A&amp;nbsp;Fenprof j&amp;aacute; realizou catorze plen&amp;aacute;rios&amp;nbsp;&lt;/em&gt;online&amp;nbsp;&lt;em&gt;para dar a conhecer as&amp;nbsp;propostas apresentadas nas reuni&amp;atilde;o havidas com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), no &amp;acirc;mbito do processo e revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente. Recentemente o MECI apresentou a proposta de articulado sobre o r&lt;span&gt;ecrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes&lt;/span&gt;. Por realizar ficou o plen&amp;aacute;rio de 5/fev, e&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;m virtude do cancelamento da reuni&amp;atilde;o negocial por parte do MECI (4/fev).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="718" height="50" style="height: 50px; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td colspan="2" style="background-color: #d40b0b; text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;TEMA&amp;nbsp;2&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional para a doc&amp;ecirc;ncia, recrutamento e ingresso&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/Plenário%20(07-08-2026)%20cartaz.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/Plenário%20(07-08-2026)%20cartaz.jpg?v=639216225636959302"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/Sctb5wB_XAw"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario-24jul26-cartaz.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario-24jul26-cartaz.jpg?v=639201666406663578"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/EfnMFrJBwWM"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario-29jun26.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario-29jun26.jpg?v=639182741836894773"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/BvIFex9ajUU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario20mai_cartaz.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario20mai_cartaz.jpg?v=639147493557165495"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="https://www.youtube.com/embed/uso4RnMr2_o" title="Revis&amp;atilde;o do ECD: Plen&amp;aacute;rio nacional de esclarecimento sobre a reuni&amp;atilde;o de 18 de maio" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario14mai_cartaz.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario14mai_cartaz.jpg?v=639147483624438652"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/IvvEZ2EfI8w"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario-30abril26.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario-30abril26.jpg?v=639129936752906599"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/WKPC91gpaHs"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenarioonline23abr_c.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenarioonline23abr_c.jpg?v=639123681678049463"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="https://www.youtube.com/embed/PHSSYgUSFSs" title="Plen&amp;aacute;rio nacional sobre a reuni&amp;atilde;o de 20 de abril relativa &amp;agrave; revis&amp;atilde;o do ECD e legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concursos" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/SPRC_5482_26.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/SPRC_5482_26.jpg?v=639098827184723794"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="https://www.youtube.com/embed/uSKju0gW_bQ" title="Plen&amp;aacute;rio nacional de esclarecimento sobre a reuni&amp;atilde;o de 25 de mar&amp;ccedil;o relativa &amp;agrave; revis&amp;atilde;o do ECD" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/ecdtema25mar_cartaz.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/ecdtema25mar_cartaz.jpg?v=639081528561170036"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/8-ZgZyTIZ7U"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario21fev.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario21fev.jpg?v=639070553189828328"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/nrJ5eH_L_Gk"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/ecdplenario15jan_cartaz.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/ecdplenario15jan_cartaz.jpg?v=639039488124304381"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/I9VR_PPfmHA"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ECD &amp;mdash; (Re)Ver plen&amp;aacute;rios sobre o&amp;nbsp;Tema 1&amp;nbsp;&amp;mdash; Perfil do docente: direitos, deveres e garantias (reuni&amp;otilde;es de 18/dez e 07/jan)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A&amp;nbsp;Fenprof realizou&amp;nbsp;dois plen&amp;aacute;rios&amp;nbsp;&lt;/em&gt;online&lt;em&gt; (22/dez e 08/jan) para dar a conhecer as&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/A108E50E3C55A7FD6145A4C9E9FD2405/proposta-global-de-revisao-do-ecd-atualizada-com-valores-exigidos-para-2026.pdf" target="_blank"&gt;propostas da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; apresentadas nas reuni&amp;atilde;o havidas com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (18/dez e 7/jan), no &amp;acirc;mbito do processo de revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente. O MECI apresentou a proposta &amp;ldquo;&lt;a href="/Media/Default/Info/69000/100/60/0/MECI%20-%20Perfil%20(18.12.2025).pdf" target="_blank"&gt;Perfil geral do docente: direitos, deveres e garantias&lt;/a&gt;&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table width="718" height="50" style="height: 50px; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td colspan="2" style="background-color: #d40b0b; text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;TEMA 1 &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Perfil do docente: direiros, deveres e garantias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/ecdplenario8jan%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/ecdplenario8jan%20(cartaz).jpg?v=639032470103140445"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/1wxIQMgTGus"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenario-22dez25_site.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenario-22dez25_site.jpg?v=639015758868669763"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/KCbT-3BaVis"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ECD &amp;mdash; (Re)Ver plen&amp;aacute;rios sobre o protocolo negocial&amp;nbsp;&amp;nbsp;(reuni&amp;otilde;es de 6/nov e 18/nov)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Tal como prometido, sempre que houver uma reuni&amp;atilde;o de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) sobre a revis&amp;atilde;o do ECD, a Fenprof realizar&amp;aacute; um plen&amp;aacute;rio de educadores e professores, online, aberto a todos os docentes, com o objetivo de dar a conhecer os desenvolvimentos do processo negocial, as propostas, as contrapropostas e as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de luta. No caso vertente, publica os dois plen&amp;aacute;rios relativos ao protocolo negocial, realizados em novembro de 2025.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="718" height="50" style="height: 50px; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td colspan="2" style="background-color: #d40b0b; text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;PROTOCOLO NEGOCIAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/PLENÁRIO%20online_20%20nov.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/PLENÁRIO%20online_20%20nov.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/64Ic-uUiKoc"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/68000/200/70/9/plenarioonline7%20nov%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/813f2d87/plenarioonline7%20nov%20(cartaz).jpg?v=638980517468905398"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="501" height="301" src="//www.youtube.com/embed/sQZM5zN5bvw"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Wed, 05 Nov 2025 15:26:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ecd-plenarios-online-sobre-reunioes-com-o-meci</guid></item><item><title>ECD — Fenprof recebida na Provedoria de Justiça (29/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ecd-tema-2-fenprof-na-provedoria-de-justica</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O governo cometeu atropelos &amp;agrave;s regras da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva; a Fenprof solicitou interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Presidente da Rep&amp;uacute;blica; este nada disse e respondeu com a promulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos diplomas relativos ao recrutamento docente, ao Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva, o que o torna corespons&amp;aacute;vel com as ilegalidades; apresentou queixa &amp;agrave; provedora de Justi&amp;ccedil;a (ao abrigo do previsto no respetivo estatuto e de acordo com as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, compet&amp;ecirc;ncias e poderes deste &amp;oacute;rg&amp;atilde;o do Estado); e, no dia 29 de outubro, foi recebida pela provedora de Justi&amp;ccedil;a, com quem foi poss&amp;iacute;vel debater e circunstanciar alguns esclarecimentos &amp;agrave; queixa anteriormente remetida, aguardando-se, agora, os resultados desta dilig&amp;ecirc;ncia.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/yJhR6Ft_Z_s"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof ser&amp;aacute; recebida na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a (29/out)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof ser&amp;aacute; recebida na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a (29/out, 15h), na sequ&amp;ecirc;ncia da queixa apresentada por desrespeito pelas normas legais que regulam a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, no &amp;acirc;mbito do processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo regime de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes nas escolas p&amp;uacute;blicas. A queixa apresentada pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o centra-se em diversas irregularidades que, no seu entendimento, marcaram o processo negocial conduzido pelo Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI), designadamente no que respeita &amp;agrave; fase de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva suplementar, prevista na Lei Geral do Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de diverg&amp;ecirc;ncias significativas relativamente ao projeto apresentado pelo MECI, a Fenprof requereu (27/out) a abertura da fase de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar, procurando esgotar todas as possibilidades de aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o de posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e de introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que permitissem alcan&amp;ccedil;ar uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o aceit&amp;aacute;vel para professores e educadores e para a Escola P&amp;uacute;blica. Contudo, o governo aprovou o diploma em Conselho de Ministros no dia 30 de julho, antes da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reuni&amp;atilde;o de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar (6/ago)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esta decis&amp;atilde;o esvaziou de conte&amp;uacute;do&amp;nbsp;a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o suplementar requerida, comprometendo a sua finalidade,&amp;nbsp;colocando em causa o princ&amp;iacute;pio da boa-f&amp;eacute; a que as partes est&amp;atilde;o legalmente obrigadas. Acresce que, na reuni&amp;atilde;o realizada, n&amp;atilde;o esteve presente o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cuja representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nos termos legais, deveria caber ao respons&amp;aacute;vel. A Fenprof considera que estes procedimentos desvirtuam a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, desvalorizam o papel das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais e comprometem o cumprimento das garantias legalmente consagradas para a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos representantes dos trabalhadores na discuss&amp;atilde;o de mat&amp;eacute;rias que afetam diretamente as suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a audi&amp;ecirc;ncia na Provedoria de Justi&amp;ccedil;a, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pretende chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a necessidade de aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o destas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e para a import&amp;acirc;ncia de assegurar o cumprimento rigoroso da lei. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o pode ser tratada como uma mera formalidade, nem reduzida a um procedimento sem consequ&amp;ecirc;ncias efetivas nas decis&amp;otilde;es governativas. E reafirma que o respeito pela legalidade, pela boa-f&amp;eacute; negocial e pelo papel das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais constitui uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial de um Estado de direito democr&amp;aacute;tico. &amp;Eacute;, tamb&amp;eacute;m, uma garantia de que as decis&amp;otilde;es com impacto na profiss&amp;atilde;o docente e na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica s&amp;atilde;o tomadas atrav&amp;eacute;s de processos transparentes, respeitadores dos direitos de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das normas legalmente estabelecidas.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 21:26:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ecd-tema-2-fenprof-na-provedoria-de-justica</guid></item><item><title>Resgatar a gestão democrática (26/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/gestao-democratica-da-revolucao-a-normalizacao-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A partir do livro sobre a Gest&amp;atilde;o Democr&amp;aacute;tica &amp;shy;&amp;mdash; Da Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Fenprof levou a cabo uma iniciativa nacional que serviu de lan&amp;ccedil;amento do mesmo, celebrando os cinquenta anos da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 769/76, de 23 de outubro (DL769/76). Esta iniciativa realizou-se na EB23 J&amp;uacute;lio Dinis, em Gondomar (26/out), por ter sido, em 1974, a primeira escola no pa&amp;iacute;s a ter uma comiss&amp;atilde;o de gest&amp;atilde;o homologada.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/sgLJHeWlm80"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; sabido que, para a Fenprof, a gest&amp;atilde;o dos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino &amp;eacute; da maior import&amp;acirc;ncia, pela dimens&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica que assume, pela sua componente de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica, pela forma como influencia as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e o pr&amp;oacute;prio clima de escola. A perman&amp;ecirc;ncia da gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica na agenda reivindicativa e o trabalho desenvolvido ao longo dos anos na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas que permitissem concretiz&amp;aacute;-la s&amp;atilde;o express&amp;otilde;es da centralidade estrat&amp;eacute;gica desta mat&amp;eacute;ria num projeto sindical orientado para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma escola democr&amp;aacute;tica. &amp;Eacute; este o contexto em que se realizou a sess&amp;atilde;o de lan&amp;ccedil;amento do livro que, serviu, principalmente, de pretexto para abordar a quest&amp;atilde;o da gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica. A proposta foi a de cruzamento de olhares &amp;mdash; sindical, acad&amp;eacute;mico e comunidade escolar &amp;mdash;, n&amp;atilde;o numa perspetiva passadista, embora seja importante preservar e cuidar o legado democr&amp;aacute;tico da gest&amp;atilde;o escolar, mas como uma alternativa v&amp;aacute;lida para os tempos atuais, ancorada na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa, na Lei de bases do Sistema Educativo e nas mais importantes institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais que consideram que, por exemplo, parte do abandono de professores se deve &amp;agrave; perda de autonomia dos professores ao desrespeito pelo seu saber pedag&amp;oacute;gico, &amp;agrave; desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes e que os diretores, numa esp&amp;eacute;cie de lideran&amp;ccedil;a distribu&amp;iacute;da, devem devolver compet&amp;ecirc;ncias aos professores, valorizar a sua voz e conferir aos docentes capacidade de decis&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Universalidade na elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os, colegialidade e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na tomada decis&amp;atilde;o (autonomia organizacional e pedag&amp;oacute;gica), na opini&amp;atilde;o de Lic&amp;iacute;nio Lima, constituem os pilares estruturantes da gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica. Tentando pontuar criticamente o DL769-A/74, o decreto de Sottomayor Cardia, o tal da normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o tal que prometia acabar com o caos nas escolas e construir um edif&amp;iacute;cio em ru&amp;iacute;nas, no sentido na normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&amp;nbsp; vida escolar, o autor resumiu-o, afirmando que que obedecia ao lema: &amp;ldquo;nem autocracia nem autonomia, mas uma gest&amp;atilde;o dotada de m&amp;iacute;nimos eleitorais, subordinada ao poder do centro&amp;rdquo;. Tinha havido uma revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, experimentadas pr&amp;aacute;ticas autogestion&amp;aacute;rias e de autogoverno, havia, portanto, agora, que recentralizar o poder, reafirmando o controlo por parte do minist&amp;eacute;rio, na senda, de resto, do caminho aberto com o DL735-A/74, de normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o precoce, pois, assumindo car&amp;aacute;cter experimental &amp;shy;&amp;mdash; o diploma o mais avan&amp;ccedil;ado da Europa, segundo Vasco Gon&amp;ccedil;alves &amp;mdash; tinha como objetivo assegurar a seriedade do processo democr&amp;aacute;tico e a efic&amp;aacute;cia no funcionamento das escolas. Assim, lembrava que as escolas continuavam sujeitas &amp;agrave; superintend&amp;ecirc;ncia do governo e, nas escolas, surgiram as primeiras regras detalhadas sobre o seu funcionamento. Desta forma, o minist&amp;eacute;rio conseguiu o seu objetivo &amp;mdash; acabar com as assembleias nas escolas, criando dificuldades na sua convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O DL769-A/76 foi o diploma mais atacado pelos professores e, tamb&amp;eacute;m, o mais acatado, com um per&amp;iacute;odo de vig&amp;ecirc;ncia de quase 22 anos (haveria de ser revogado pelo DL115-A/98. Viveu entre uma rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o aberta e uma aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o t&amp;aacute;cita, porque garantia a universalidade no ato eleitoral e estabelecia equil&amp;iacute;brio nas compet&amp;ecirc;ncias entre o conselho diretivo e o conselho pedag&amp;oacute;gico, com o primeiro a dever respeitar as decis&amp;otilde;es do segundo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Antes, Manuela Mendon&amp;ccedil;a fizera o enquadramento sindical e abordado v&amp;aacute;rios acontecimentos ocorridos na altura, associando o movimento vivido nas escolas ao aparecimento e afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Sindicatos. Saneamentos, exig&amp;ecirc;ncias e pedidos de demiss&amp;atilde;o dos diretores existentes nomeados pelo governo, assembleias de professores, entregas de propostas reivindicativas sobre gest&amp;atilde;o no minist&amp;eacute;rio, tudo acontecia nas escolas com os Sindicatos atentos e comprometidos no apoio aos professores. E n&amp;atilde;o se coibiram de denunciar o crescente ataque &amp;agrave; gest&amp;atilde;o das escolas, que se foi transformando numa gest&amp;atilde;o mais burocr&amp;aacute;tica do que democr&amp;aacute;tica. Assistiu-se, com o decorrer dos anos, a um processo de perdas sucessivas que desembocou no atual modelo tecnocr&amp;aacute;tico e gerencialista, de &amp;oacute;rg&amp;atilde;o unipessoal, que, na opini&amp;atilde;o da Fenprof, p&amp;ocirc;s fim &amp;agrave; gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, o que explica, por exemplo, que esta sess&amp;atilde;o seja feita num registo de &amp;ldquo;depois de mim vir&amp;aacute; quem bom de mim far&amp;aacute;&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;table width="700" height="34" style="height: 34px; background-color: #d92121; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;TESTEMUNHOS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #e4e4e4;"&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;O painel de convidados que quiseram marcar presen&amp;ccedil;a na iniciativa e que contribu&amp;iacute;ram com o seu testemunho para a compila&amp;ccedil;&amp;atilde;o que comp&amp;otilde;e o livro, foi vasto,&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;cujas interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es ficaram registadas em grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Eduarda Castro (1.09:06&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Maria Helena Gon&amp;ccedil;alves (1.26:42)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;M&amp;aacute;rio David Soares (1.39:14)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Maria Manuel Calvet Ricardo (1.29:42)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Jos&amp;eacute; Diogo (interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o proferida por F&amp;aacute;tima Diogo, 2.02:26)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Ab&amp;iacute;lio Pires (2.13:49)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Jer&amp;oacute;nimo Barroso (atrav&amp;eacute;s de Anabela Sotaia, 2.25:55)&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Ana Paula Travassos (2.33.19)&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-rr-gestao-democratica-da-revolucao-a-normalizacao-26-nov-2025" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8c0db256/livro02.jpeg?v=639286713021906238"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8c0db256/livro03.jpeg?v=639286713023388371"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8c0db256/livro06.jpeg?v=639286713024828149"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-rr-gestao-democratica-da-revolucao-a-normalizacao-26-nov-2025" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-rr-gestao-democratica-da-revolucao-a-normalizacao-26-nov-2025" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica RR&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-rr-gestao-democratica-da-revolucao-a-normalizacao-26-nov-2025" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8c0db256/livro07.jpeg?v=639286713026513174"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8c0db256/livro11.jpeg?v=639286713028274387"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8c0db256/livro04.jpeg?v=639286713030685157"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;09 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica &amp;mdash; Da revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (26/out)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof assinala, no dia 26 de outubro, os 50 anos da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 769-A/76, de 23 de outubro (DL769-A/76), com uma iniciativa nacional sobre gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, que se realizar&amp;aacute; na EB23 J&amp;uacute;lio Dinis, em Gondomar, por ter sido, em 1974, a primeira escola no pa&amp;iacute;s a ter uma Comiss&amp;atilde;o Diretiva homologada. Na iniciativa haver&amp;aacute; o lan&amp;ccedil;amento de um livro sobre a gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica. Dada a import&amp;acirc;ncia e atualidade da tem&amp;aacute;tica, com o an&amp;uacute;ncio, por parte do MECI, da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um projeto de revis&amp;atilde;o do atual regime ainda durante este m&amp;ecirc;s de outubro, o SPN apela &amp;acirc; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores e professores, nesta iniciativa.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O livro ser&amp;aacute; um breve balan&amp;ccedil;o dos primeiros anos de gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica &amp;shy;&amp;mdash; da revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash;, integrando um texto de enquadramento de Lic&amp;iacute;nio C. Lima e testemunhos de professores que viveram experi&amp;ecirc;ncias de gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica no p&amp;oacute;s-25 de Abril. &amp;Eacute; uma reflex&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica e experiencial sobre a gest&amp;atilde;o das escolas num per&amp;iacute;odo de profunda mudan&amp;ccedil;a, de 1974 a 1976, bem como ap&amp;oacute;s a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do DL769-A/76 &amp;mdash; marco de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativamente &amp;agrave; experi&amp;ecirc;ncia revolucion&amp;aacute;ria de autogoverno e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica. Os depoimentos de quem viveu essa experi&amp;ecirc;ncia s&amp;atilde;o fundamentais para compreender melhor o significado, e o impacto organizativo e pedag&amp;oacute;gico, de uma efetiva gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das escolas.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/0/50/9/Gestão_26_out.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/Info/73000/0/50/9/Gestão_26_out.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Fri, 09 Oct 2026 18:17:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/gestao-democratica-da-revolucao-a-normalizacao-2026</guid></item><item><title>Fenprof em audição parlamentar (22/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-em-audicao-parlamentar-22-out-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;23 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No dia 22 de outubro realizou-se uma audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, do Grupo Parlamentar do PCP, a prop&amp;oacute;sito do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027. A Fenprof, atrav&amp;eacute;s de Jos&amp;eacute; Feliciano Costa, transmitiu as suas maiores preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em relativamente &amp;agrave; proposta do governo, pelo facto de n&amp;atilde;o refletir qualquer tentativa de fazer face aos dois grandes problemas que afetam o sistema educativo: a falta de investimento na Escola P&amp;uacute;blica e a falta de professores. Dois problemas que t&amp;ecirc;m um fator comum de desagrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o das pol&amp;iacute;ticas educativas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Lei de Bases do Sistema Educativo &amp;mdash; a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o refirmou a sua profunda determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o para procurar formas de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o que apoiem a necess&amp;aacute;ria valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores e dos professores, por ser indissoci&amp;aacute;vel das medidas para mobilizar a popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o jovem para uma profiss&amp;atilde;o de enorme valor para o desenvolvimento social, cultural, pol&amp;iacute;tico e econ&amp;oacute;mico do pa&amp;iacute;s.&amp;nbsp;Para al&amp;eacute;m destes aspetos, a considera preocupantes os sinais, quer atrav&amp;eacute;s das propostas conhecidas, quer das declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos respons&amp;aacute;veis governamentais, de aprofundamento do desinvestimento na Escola P&amp;uacute;blica e do interesse em impulsionar a resposta privada.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 29 Oct 2026 00:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-em-audicao-parlamentar-22-out-2026</guid></item><item><title>RJIES ­— Webinar: O que muda?</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/rjies-o-que-muda</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/70UHete-4A0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;RJIES &amp;shy;&amp;mdash; O que muda?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Entrada em vigor do Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Ensino Superior (RJIES) revisto obriga &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos estatutos e &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior. O envolvimento e a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os docentes e investigadores &amp;eacute; condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para se atingirem os melhores resultados poss&amp;iacute;veis no quadro de um RJIES que se mant&amp;eacute;m restritivo da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na gest&amp;atilde;o e da colegialidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;NOTA EXPLICATIVA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;No dia 1 de agosto entraram em vigor, pela Lei n.&amp;ordm; 32/2026, de 20 de julho, altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (RJIES) que rege a arquitetura, a autonomia e a governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A revis&amp;atilde;o agora aprovada n&amp;atilde;o rompe com a matriz neoliberal que presidiu &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do RJIES em 2007. Pelo contr&amp;aacute;rio, mant&amp;eacute;m os seus pilares fundamentais, designadamente o regime fundacional, a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o da gest&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas a modelos empresariais e a abertura crescente &amp;agrave; interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entidades de direito privado. Persiste, assim, uma conce&amp;ccedil;&amp;atilde;o mercantil do Ensino Superior e da Ci&amp;ecirc;ncia, que favorece a subordina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade acad&amp;eacute;mica e cient&amp;iacute;fica a interesses econ&amp;oacute;micos, em detrimento do financiamento p&amp;uacute;blico, da autonomia das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, da liberdade acad&amp;eacute;mica e da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao RJIES, que obrigam &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos estatutos e &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior, s&amp;atilde;o muito insuficientes no que se refere &amp;agrave; imperiosa necessidade de corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o das limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (IES) introduzidas pela vers&amp;atilde;o inicial do RJIES, em 2007.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A maioria parlamentar que aprovou as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao RJIES, sob a batuta do governo, entendeu, ou simulou entender, que, passando a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do reitor a direta, o problema da falta de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ficaria resolvido, o que &amp;eacute; assaz ilus&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A batalha para a defesa e o refor&amp;ccedil;o de uma gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica e participada n&amp;atilde;o se esgota em sede de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao RJIES. &amp;Eacute; tamb&amp;eacute;m muito relevante a forma como se leva &amp;agrave; pr&amp;aacute;tica o que ficou agora estabelecido no RJIES e, em particular, aproveitando ao m&amp;aacute;ximo as possibilidades de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a lei permite.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Assim, o processo interno de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos das IES, que ter&amp;aacute; de estar conclu&amp;iacute;do at&amp;eacute; 31 de julho de 2027, &amp;eacute; uma oportunidade a n&amp;atilde;o desvalorizar, nem desperdi&amp;ccedil;ar. Importa, por isso, promover o envolvimento e a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de toda comunidade acad&amp;eacute;mica, em cada IES e em cada unidade org&amp;acirc;nica (UO), para conseguir os melhores estatutos poss&amp;iacute;veis, designadamente, no que se refere &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Em v&amp;aacute;rias institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; est&amp;atilde;o em curso os procedimentos para a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das assembleias estatut&amp;aacute;rias, pelo que &amp;eacute; fundamental que os docentes e investigadores acompanhem os respetivos calend&amp;aacute;rios, participem na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de listas e se envolvam ativamente neste processo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Ap&amp;oacute;s a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos das IES, decorrer&amp;atilde;o os processos de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o e coopta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos conselhos gerais, que podem ir at&amp;eacute; ao in&amp;iacute;cio de 2028, e de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos das unidades org&amp;acirc;nicas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As sec&amp;ccedil;&amp;otilde;es seguintes apresentam um resumo das normas mais importantes a ter em conta para o envolvimento e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos colegas nos processos de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos e de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;I. Processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos das IES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Os novos estatutos ser&amp;atilde;o aprovados, em cada IES, por uma Assembleia Estatut&amp;aacute;ria (AE).&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O atual Conselho Geral (CG) aprovar&amp;aacute; o regulamento de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AE.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A AE ser&amp;aacute; composta por: reitor ou presidente (que preside); 9 docentes ou investigadores de carreira; 4 estudantes; 3 trabalhadores do pessoal t&amp;eacute;cnico, especialista e de gest&amp;atilde;o; 4 personalidades externas de reconhecido m&amp;eacute;rito, cooptadas pelos restantes;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os membros representantes dos corpos da comunidade acad&amp;eacute;mica ser&amp;atilde;o eleitos pelos seus pares;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A AE proceder&amp;aacute; &amp;agrave; audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos atuais &amp;oacute;rg&amp;atilde;os da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das suas unidades org&amp;acirc;nicas durante a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;A AE aprovar&amp;aacute; os Estatutos por maioria absoluta dos seus membros, tanto na vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o das normas (especialidade) como na vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o final global;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O ministro da tutela homologar&amp;aacute; os estatutos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;II. Processo de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos das unidades org&amp;acirc;nicas das IES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Ap&amp;oacute;s a entrada em vigor dos estatutos das IES, iniciar-se-&amp;atilde;o os procedimentos para a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos das suas UO que sejam dotadas de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os pr&amp;oacute;prios e de autonomia de gest&amp;atilde;o, nos termos dos estatutos da respetiva IES. Os estatutos das UO carecem de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo reitor ou presidente da IES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;III. Processo de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das IES e das UO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A. Estrutura dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das IES e das UO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Cada IES disp&amp;otilde;e dos seguintes &amp;oacute;rg&amp;atilde;os obrigat&amp;oacute;rios:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; Conselho geral;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; Reitor ou presidente;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; Conselho de gest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Para al&amp;eacute;m destes podem ser previstos um senado acad&amp;eacute;mico, de consulta obrigat&amp;oacute;ria do reitor ou presidente em mat&amp;eacute;rias definidas nos estatutos da IES, e outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os consultivos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A estrutura de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das UO &amp;eacute; fixada nos estatutos da respetiva IES, devendo existir um diretor ou presidente eleito de acordo com esses estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;B. Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Conselho Geral (CG)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O CG tem de ser eleito at&amp;eacute; 180 dias ap&amp;oacute;s a homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos. Se a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos for realizada apenas no &amp;uacute;ltimo dia do prazo (31/07/2027), o CG dever&amp;aacute; estar constitu&amp;iacute;do, no m&amp;aacute;ximo, at&amp;eacute; 27/01/2028, data &amp;agrave; qual acresce o n&amp;uacute;mero de dias que o ministro venha a necessitar para homologar os estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O CG &amp;eacute; eleito por corpos, pelos respetivos pares, e disp&amp;otilde;e de um total &amp;iacute;mpar de membros (entre 15 e 35) e um total &amp;iacute;mpar de membros eleitos. &amp;Eacute; composto por: 40 a 45% de docentes e investigadores de carreira; 20 a 25% de estudantes; 10 a 15% de pessoal t&amp;eacute;cnico, especialista e de gest&amp;atilde;o; 15 a 20% de personalidades externas cooptadas pelos membros eleitos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O crit&amp;eacute;rio dos n&amp;uacute;meros &amp;iacute;mpares prevalece sobre as percentagens, devendo estas ser arredondadas para o m&amp;iacute;nimo inteiro mais pr&amp;oacute;ximo, garantindo que cada corpo disp&amp;otilde;e de um m&amp;iacute;nimo de 2 membros.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;C. Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Reitor&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O reitor &amp;eacute; eleito diretamente por um universo eleitoral composto pelos docentes e investigadores de carreira (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 40 a 45%); pelos estudantes (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 20 a 25%); pelo pessoal t&amp;eacute;cnico, especialista e de gest&amp;atilde;o (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 10 a 15%) e pelos antigos estudantes que tenham direito a voto nos termos dos estatutos (com pondera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 15 a 20%).&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os votos s&amp;atilde;o ponderados por UO de forma a combinar um princ&amp;iacute;pio geral de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o proporcional com um patamar m&amp;iacute;nimo de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada UO, com base em crit&amp;eacute;rios fixados no n.&amp;ordm; 4 do art.&amp;ordm; 86.&amp;ordm; do RJIES.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;D. Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Diretor ou Presidente de uma unidade org&amp;acirc;nica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O diretor ou presidente é eleito nos termos a definir nos estatutos de cada IES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;E. Continuidade de mandatos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os reitores e os diretores ou presidentes das UO em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es mant&amp;ecirc;m-se at&amp;eacute; ao final do mandato.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Se os mandatos est&amp;atilde;o a terminar e os processos eleitorais se encontram em curso, ou ter&amp;atilde;o lugar at&amp;eacute; &amp;agrave; entrada em vigor dos novos estatutos, o novo regime de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos reitores ou presidentes das UO n&amp;atilde;o se aplica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os reitores e os diretores ou presidentes das UO que, à data da entrada em vigor da lei, estejam no segundo mandato não são elegíveis para mais um mandato consecutivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os reitores e os diretores ou presidentes das UO, que, à data de 1/8/2026, estejam no primeiro mandato s&amp;atilde;o eleg&amp;iacute;veis para renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mandato.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Para o efeito de c&amp;ocirc;mputo, os mandatos enquanto presidente de instituto polit&amp;eacute;cnico s&amp;atilde;o considerados como exercidos no cargo de reitor.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;IV. O que de muito importante est&amp;aacute; em causa nestes processos&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A revis&amp;atilde;o dos estatutos constitui uma oportunidade para refor&amp;ccedil;ar a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, a colegialidade e a transpar&amp;ecirc;ncia na governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Neste processo, importa dar particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s seguintes quest&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;
&lt;ol style="list-style-type: decimal;"&gt;
&lt;ol style="list-style-type: decimal;"&gt;
&lt;li&gt;Conten&amp;ccedil;&amp;atilde;o e regress&amp;atilde;o da deriva autorit&amp;aacute;ria e dos seus efeitos perniciosos da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes prop&amp;iacute;cios ao ass&amp;eacute;dio moral no trabalho e de limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; liberdade acad&amp;eacute;mica e &amp;agrave; liberdade de express&amp;atilde;o de opini&amp;atilde;o sobre mat&amp;eacute;rias internas &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na gest&amp;atilde;o e da colegialidade nas decis&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os amplamente representativos, ainda que de natureza consultiva, como o Senado, de convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o peri&amp;oacute;dica e com compet&amp;ecirc;ncia para emiss&amp;atilde;o de pareceres obrigat&amp;oacute;rios em certas mat&amp;eacute;rias;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aumento da transpar&amp;ecirc;ncia na gest&amp;atilde;o e da efic&amp;aacute;cia da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Garantias da imparcialidade, da justi&amp;ccedil;a e da idoneidade nos procedimentos que afetam a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos trabalhadores;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Reconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos impedimentos e incompatibilidades, designadamente combatendo a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de poderes resultante da acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rios cargos na mesma pessoa;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de procedimentos adequados de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;div class="widget widget-editor widget-align-left widget-size-100"&gt;&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Atendendo &amp;agrave; sua primordial import&amp;acirc;ncia, a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos e dos regulamentos associados, a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo e gest&amp;atilde;o e a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos respetivos regimentos de funcionamento devem contar com uma ampla participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunidade acad&amp;eacute;mica. S&amp;oacute; assim ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel refor&amp;ccedil;ar a colegialidade e contribuir para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ambientes acad&amp;eacute;micos saud&amp;aacute;veis, onde prevale&amp;ccedil;am os valores da liberdade e da democracia. A Fenprof apela ao envolvimento e &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos nestes processos. &amp;Eacute; fundamental que os docentes e investigadores acompanhem os procedimentos em curso nas suas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, participem na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de listas e na elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das assembleias estatut&amp;aacute;rias e contribuam ativamente para a discuss&amp;atilde;o e aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/30/8/rjies-cartaz-azul-2800.png" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5bfa5a31/rjies-cartaz-azul-2800.png?v=639284886726194897"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sun, 25 Oct 2026 01:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/rjies-o-que-muda</guid></item><item><title>ESI — OE/2026 tem dar resposta aos problemas do setor</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-oe-2027</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof analisou a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 (OE/2027) e concluiu que o governo continua sem apresentar respostas concretas para os graves problemas que afetam o ensino superior e a ci&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blicos. A desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos sal&amp;aacute;rios, os bloqueios nas carreiras, a precariedade e o subfinanciamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es exigem medidas urgentes que n&amp;atilde;o podem continuar a ser adiadas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora a proposta apresente, excluindo o PRR, um aumento nominal de 9,2% na despesa face ao or&amp;ccedil;amento inicial de 2026, este ser&amp;aacute; inferior em termos reais devido &amp;agrave; infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E coloca-se uma importante quest&amp;atilde;o: quanto deste aumento chegar&amp;aacute; efetivamente &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e permitir&amp;aacute; responder aos problemas do setor, para al&amp;eacute;m de cobrir encargos e compromissos j&amp;aacute; assumidos?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Os problemas s&amp;atilde;o conhecidos e exigem respostas:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial e valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras &amp;mdash; os docentes e investigadores acumularam perdas de poder de compra estimadas em mais de 20% nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas. O OE/2027 n&amp;atilde;o prev&amp;ecirc; qualquer valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica das carreiras e a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral de 2,3% fica abaixo da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista. N&amp;atilde;o aceitamos continuar a perder poder de compra.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Desbloqueamento das progress&amp;otilde;es &amp;mdash; muitos docentes continuam sem progredir, apesar de terem avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es positivas e pontos acumulados suficientes, devido &amp;agrave; falta de financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o acresce a n&amp;atilde;o aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas regras de progress&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria decorrentes da Lei n.&amp;ordm; 55/2025, em vigor desde maio desse ano e que a Fenprof defende serem tamb&amp;eacute;m aplic&amp;aacute;veis &amp;agrave;s carreiras docentes. Exigimos o desbloqueamento das progress&amp;otilde;es gestion&amp;aacute;rias, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas regras para progress&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria e o financiamento integral dos direitos dos trabalhadores.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Combate efetivo &amp;agrave; precariedade &amp;mdash; entre 2016/2017 e 2023/2024, o n&amp;uacute;mero de assistentes convidados nas universidades aumentou 68% e o de professores adjuntos convidados nos polit&amp;eacute;cnicos 93%. Na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, estimativas sindicais apontam para mais de 80% de investigadores em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade. &amp;Eacute; urgente financiar concursos, integrar nas carreiras quem assegura necessidades permanentes e garantir emprego cient&amp;iacute;fico est&amp;aacute;vel.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Refor&amp;ccedil;o do financiamento p&amp;uacute;blico &amp;mdash; o OE/2027 n&amp;atilde;o demonstra que permita ultrapassar o subfinanciamento cr&amp;oacute;nico do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia. O pr&amp;oacute;prio CRUP denunciou uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;eros&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental sist&amp;eacute;mica&amp;rdquo;, enquanto o CCISP reclamou a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cerca de 38 milh&amp;otilde;es de euros de encargos adicionais. Na ci&amp;ecirc;ncia, continua por esclarecer o financiamento plurianual da nova Ag&amp;ecirc;ncia para a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (AI&amp;sup2;). O Estado tem de assegurar o financiamento integral das despesas com pessoal, dos compromissos j&amp;aacute; assumidos e do funcionamento regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, garantindo recursos adicionais para melhorar as suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;Defesa da qualidade do ensino e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A sobrecarga de trabalho e a insufici&amp;ecirc;ncia de recursos prejudicam docentes, investigadores e estudantes. S&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino, equipamentos, forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica e apoios aos estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige que o OE/2027 assegure financiamento efetivo para recuperar sal&amp;aacute;rios, valorizar carreiras, combater a precariedade e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que o financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es dependa do aumento das propinas, agravando as dificuldades das fam&amp;iacute;lias e criando novos obst&amp;aacute;culos ao acesso e &amp;agrave; perman&amp;ecirc;ncia no ensino superior.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5bfa6a35/oeesi2026_c.jpg?v=639289710157818568"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;27 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ESI &amp;mdash; OE/2027: Fenprof exige financiamento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof exige que o governo assegure verbas suficientes para valorizar as carreiras, recuperar o poder de compra, combater a precariedade, cumprir os compromissos das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;OE/2027 prev&amp;ecirc; redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,6%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 (OE/2027) prev&amp;ecirc; uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 7,6% na despesa total do programa Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, passando de 4174,5 milh&amp;otilde;es de euros, na execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada de 2026, para 3855,4 milh&amp;otilde;es em 2027. S&amp;atilde;o menos 319,1 milh&amp;otilde;es de euros, uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o governo explica, em grande medida, pelo encerramento do Plano de Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Resili&amp;ecirc;ncia (PRR). Excluindo o PRR, o governo anuncia um aumento nominal de 9,8%, correspondente a mais 340 milh&amp;otilde;es de euros, relativamente &amp;agrave; execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada para 2026. Importa, por&amp;eacute;m, assinalar que, tamb&amp;eacute;m excluindo o PRR, a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada para 2026 (3482,6 milh&amp;otilde;es de euros) fica abaixo do valor inicialmente or&amp;ccedil;amentado (3499,5 milh&amp;otilde;es de euros). Assim, comparando os or&amp;ccedil;amentos iniciais dos dois anos, o aumento previsto para 2027 &amp;eacute; de 9,2%, e n&amp;atilde;o de 9,8%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas compara&amp;ccedil;&amp;otilde;es requerem prud&amp;ecirc;ncia, atendendo a que os documentos or&amp;ccedil;amentais de 2024 a 2027 n&amp;atilde;o apresentam sempre o mesmo per&amp;iacute;metro para o ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia. Os dados disponibilizados pelo governo n&amp;atilde;o distinguem entre or&amp;ccedil;amento inicial, execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, receitas de impostos, receitas pr&amp;oacute;prias, fundos europeus e despesas com pessoal. Portanto, sem uma harmoniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e das fontes de financiamento, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel concluir-se, conforme o anunciado pelo governo, que em 2027 haver&amp;aacute; um aumento nominal no financiamento do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia. A Fenprof considera indispens&amp;aacute;vel esclarecer quanto do alegado aumento constitui financiamento adicional efetivamente dispon&amp;iacute;vel para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e quanto ser&amp;aacute; absorvido por encargos e compromissos j&amp;aacute; assumidos. Acresce que os aumentos nominais t&amp;ecirc;m de ser corrigidos pela infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o Banco de Portugal prev&amp;ecirc; em 2,4% para 2027, acima dos 2,3% estimados pelo governo, num contexto em que o Conselho das Finan&amp;ccedil;as P&amp;uacute;blicas alerta para o risco de subestima&amp;ccedil;&amp;atilde;o da subida dos pre&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Financiamento p&amp;uacute;blico regular tem de ser refor&amp;ccedil;ado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os mapas do OE/2027 revelam que as receitas provenientes de impostos representam 53,7% do financiamento do programa Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contra 49,5% no or&amp;ccedil;amento inicial de 2026. Apesar deste aumento relativo, o refor&amp;ccedil;o previsto &amp;eacute; de 126,2 milh&amp;otilde;es de euros (+6,5%). Por outro lado, as receitas pr&amp;oacute;prias crescem 165,1 milh&amp;otilde;es (+21,4%), passando a representar 24,3% do total.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof defende o refor&amp;ccedil;o do financiamento p&amp;uacute;blico regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es atrav&amp;eacute;s de receitas de impostos, garantindo estabilidade e recursos suficientes para o seu funcionamento, e recorda que a revis&amp;atilde;o do RJIES em 2026 refor&amp;ccedil;ou o princ&amp;iacute;pio da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Estado de encargos adicionais decorrentes de medidas legislativas, nos termos legalmente previstos. O governo tem de esclarecer a origem e distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das receitas pr&amp;oacute;prias, as transfer&amp;ecirc;ncias destinadas &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e o financiamento para o per&amp;iacute;odo 2027&amp;ndash;2031 da nova Ag&amp;ecirc;ncia para a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (AI&amp;sup2;). Apesar de anunciar um contrato-programa para 2027-2031, o OE/2027 n&amp;atilde;o apresenta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficientemente discriminada sobre os montantes a atribuir &amp;agrave; ag&amp;ecirc;ncia e a sua distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel conhecer as verbas que transitam da FCT e da ANI, os eventuais refor&amp;ccedil;os e os compromissos plurianuais de financiamento dos projetos, das unidades de I&amp;amp;D, dos laborat&amp;oacute;rios associados e do emprego cient&amp;iacute;fico. O financiamento p&amp;uacute;blico de base destas estruturas deve ser assegurado atrav&amp;eacute;s de receitas de impostos, constituindo os fundos europeus um complemento e n&amp;atilde;o um substituto desse financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A insufici&amp;ecirc;ncia do financiamento p&amp;uacute;blico para o ensino superior &amp;eacute; evidenciada pela OCDE. Em 2023, a despesa p&amp;uacute;blica por estudante do ensino superior em Portugal (9368 USD em paridades de poder de compra - PPC) era 43% inferior &amp;agrave; m&amp;eacute;dia dos pa&amp;iacute;ses da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o (16405 USD). O Estado portugu&amp;ecirc;s financiava apenas 55% da despesa total por estudante, contra 68% na m&amp;eacute;dia da OCDE. A OCDE assinala ainda que, em 2023, 74% da despesa corrente das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es portuguesas de ensino superior correspondia a pessoal docente, a segunda maior propor&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os pa&amp;iacute;ses analisados. Esta estrutura evidencia a import&amp;acirc;ncia de financiar adequadamente as restantes necessidades de funcionamento, sem confundir o peso relativo da despesa com a sufici&amp;ecirc;ncia das verbas dispon&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m na ci&amp;ecirc;ncia, Portugal permanece longe das metas assumidas: 3% do PIB em 2030, incluindo 1% de despesa p&amp;uacute;blica. A despesa nacional em I&amp;amp;D representou apenas 1,74% do PIB em 2024 e os dados provis&amp;oacute;rios da Pordata situam essa despesa em 1,82% do PIB em 2025. De notar que a despesa executada por entidades p&amp;uacute;blicas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas sem fins lucrativos passou de 0,84% para 0,66% do PIB entre 2009 e 2025, enquanto a executada pelas empresas subiu de 0,75% para 1,16%. A compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a UE confirma o fraco investimento em ci&amp;ecirc;ncia em Portugal, pois a despesa total em I&amp;amp;D na UE-27 em 2024 era de 2,24% do PIB. H&amp;aacute;, portanto, ainda um longo caminho a percorrer, que exige acelerar e sustentar o investimento. O OE/2027 n&amp;atilde;o parece assegurar o refor&amp;ccedil;o e a previsibilidade necess&amp;aacute;rios para progredir nesse sentido com a urg&amp;ecirc;ncia exigida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste contexto que o governo pretende que se fa&amp;ccedil;a o descongelamento do limite m&amp;aacute;ximo das propinas no ano letivo 2027/2028, o que a Fenprof rejeita. As necessidades de financiamento do ensino superior n&amp;atilde;o podem ser satisfeitas transferindo novos encargos para estudantes e fam&amp;iacute;lias, j&amp;aacute; fortemente penalizados pelos custos da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transportes. O novo sistema de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social para o ensino superior, cuja aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral est&amp;aacute; prevista para o ano letivo 2027/2028, tem de dar resposta efetiva &amp;agrave;s necessidades dos estudantes. A rubrica de 166,1 milh&amp;otilde;es de euros prevista no OE/2027 para &amp;ldquo;a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, alojamento, sucesso e bem-estar&amp;rdquo; n&amp;atilde;o permite, isoladamente, apurar a totalidade desses apoios, que podem estar distribu&amp;iacute;dos por outras classifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;amentais. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio que o governo divulgue o n&amp;uacute;mero e o valor das bolsas, os crit&amp;eacute;rios de acesso, a resposta aos custos de vida e a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos investimentos em resid&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Vencimentos, carreiras e precariedade exigem mais financiamento&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estima-se que os docentes do ensino superior e os investigadores perderam mais de 20% do poder de compra nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas. O OE/2027 n&amp;atilde;o apresenta qualquer valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica destas carreiras. A atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial geral prevista para a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, de 2,3%, fica abaixo da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o projetada pelo Banco de Portugal, depois de, em 2026, a atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 2,15% tamb&amp;eacute;m dever ficar aqu&amp;eacute;m da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada em 3,1%. Estas atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es decorrem de um acordo plurianual, subscrito pela UGT, mas n&amp;atilde;o subscrito pela Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, ligada &amp;agrave; CGTP-IN, central sindical em que a Fenprof est&amp;aacute; filiada. A recusa assentou, precisamente, na previs&amp;atilde;o de que os aumentos acordados seriam insuficientes face &amp;agrave; evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es econ&amp;oacute;micas e do custo de vida, com claro preju&amp;iacute;zo para os trabalhadores, particularmente os da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, como a realidade veio confirmar e continua a demonstrar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder de compra, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e o desbloqueamento das progress&amp;otilde;es, incluindo a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos docentes das regras de progress&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria previstas na Lei n.&amp;ordm; 55/2025, com o necess&amp;aacute;rio refor&amp;ccedil;o de financiamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A precariedade constitui outro problema estrutural que exige respostas or&amp;ccedil;amentais. Segundo a DGEEC, em 2023/2024, 43% dos docentes das universidades p&amp;uacute;blicas e 56% dos docentes dos polit&amp;eacute;cnicos p&amp;uacute;blicos eram convidados, em n&amp;uacute;mero de pessoas. Entre 2016/2017 e 2023/2024, o n&amp;uacute;mero de assistentes convidados nas universidades aumentou 68% e o de professores adjuntos convidados nos polit&amp;eacute;cnicos 93%. O estudo promovido pela Fenprof junto de docentes convidados veio corroborar a den&amp;uacute;ncia de que muitos destes profissionais asseguram necessidades permanentes das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, apesar de permanecerem exclu&amp;iacute;dos das carreiras, sujeitos a contratos tempor&amp;aacute;rios, frequentemente a tempo parcial e sucessivamente renovados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, a precariedade &amp;eacute; igualmente estrutural. Estimativas divulgadas na comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social apontam para que mais de 80% dos investigadores estejam em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de precariedade, revelando a dimens&amp;atilde;o de um problema que continua sem solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tamb&amp;eacute;m outros trabalhadores cient&amp;iacute;ficos enfrentam v&amp;iacute;nculos inst&amp;aacute;veis e aus&amp;ecirc;ncia de perspetivas de integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras. Entretanto, o governo anunciou que os programas FCT-Tenure e Alian&amp;ccedil;a Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o continuidade nos formatos atuais, sem apresentar ainda os instrumentos alternativos, os respetivos recursos ou compromissos de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Combater a precariedade exige financiamento p&amp;uacute;blico adicional e permanente para abrir concursos, regularizar os v&amp;iacute;nculos de quem assegura necessidades permanentes e garantir a estabilidade das equipas de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O OE tem de garantir o financiamento dos encargos e do funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em fevereiro de 2026, o Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas (CRUP) denunciou uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;ldquo;eros&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental sist&amp;eacute;mica&amp;rdquo;, alertando que a insufici&amp;ecirc;ncia das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es para suportar encargos com pessoal, progress&amp;otilde;es e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investigadores obriga as universidades a sacrificar investimentos e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tamb&amp;eacute;m o presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Polit&amp;eacute;cnicos (CCISP) afirmou que as transfer&amp;ecirc;ncias do OE n&amp;atilde;o cobriam cerca de 30% das despesas salariais dos polit&amp;eacute;cnicos. Em agosto, estas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es reclamavam a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aproximadamente 38 milh&amp;otilde;es de euros de encargos adicionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste grave quadro de subfinanciamento que o governo est&amp;aacute; a promover v&amp;aacute;rias reorganiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es institucionais com forte impacto no sistema de ensino superior, nomeadamente a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escolas e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es polit&amp;eacute;cnicas para o subsistema universit&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel quantificar os custos destas transi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, prevenir perdas remunerat&amp;oacute;rias e desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de percursos profissionais e garantir igualdade de tratamento, progress&amp;atilde;o e direitos aos docentes e investigadores das diferentes escolas. O governo tem de assegurar o financiamento integral das despesas com pessoal, incluindo atualiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos vencimentos, progress&amp;otilde;es e novas contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e garantir &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es os recursos necess&amp;aacute;rios para suportar as despesas correntes, renovar equipamentos, manter infraestruturas e melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &amp;Eacute; indispens&amp;aacute;vel esclarecer quanto do aumento anunciado no OE/2027 ser&amp;aacute; absorvido por encargos j&amp;aacute; existentes e que recursos adicionais ficar&amp;atilde;o efetivamente dispon&amp;iacute;veis para valorizar carreiras, combater a precariedade e melhorar o funcionamento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O subfinanciamento compromete a qualidade do ensino e o futuro da ci&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A continuada insufici&amp;ecirc;ncia de financiamento est&amp;aacute; a ter consequ&amp;ecirc;ncias nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e aprendizagem, implicando: intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o letivo, redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de horas de contacto e de acompanhamento dos estudantes, aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas e sobrecarga de docentes e investigadores. A melhoria da qualidade do ensino exige mais recursos humanos, melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es pedag&amp;oacute;gicas, investimento em laborat&amp;oacute;rios, equipamentos e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua dos docentes. Acresce ainda a r&amp;aacute;pida evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da intelig&amp;ecirc;ncia artificial, introduzindo novos desafios na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, nas metodologias pedag&amp;oacute;gicas e na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aprendizagens, que exigem forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, recursos e tempo para adaptar as pr&amp;aacute;ticas educativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; igualmente necess&amp;aacute;rio criar melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acesso e perman&amp;ecirc;ncia dos estudantes no ensino superior, refor&amp;ccedil;ando a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, o alojamento estudantil e outros apoios que permitam enfrentar o aumento do custo de vida e combater o abandono por raz&amp;otilde;es econ&amp;oacute;micas. V&amp;aacute;rios estudos nacionais e internacionais alertam ainda para os efeitos da intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e das dificuldades econ&amp;oacute;micas na sa&amp;uacute;de e bem-estar dos docentes e estudantes, com consequ&amp;ecirc;ncias para o sucesso acad&amp;eacute;mico, a produtividade e a qualidade da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Perante os desafios de competitividade, produtividade e autonomia tecnol&amp;oacute;gica que Portugal e a Europa enfrentam, n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel continuar a desvalorizar quem ensina e investiga, nem perder profissionais qualificados devido aos baixos sal&amp;aacute;rios, &amp;agrave; precariedade e &amp;agrave;s dificuldades de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos jovens no pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fenprof exige esclarecimentos e financiamento efetivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o ignora os aumentos nominais, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao executado, de algumas dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disponibilizada com a proposta de OE/2027 n&amp;atilde;o permite determinar se existe um refor&amp;ccedil;o efetivo e suficiente do financiamento p&amp;uacute;blico regular das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, depois de considerados a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os encargos acumulados e as obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais. Esse refor&amp;ccedil;o or&amp;ccedil;amental deve, por isso, ser medido tendo em conta o peso destes subsistemas no PIB, de forma a haver um termo de compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o razo&amp;aacute;vel e objetivo. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o aguarda a disponibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da nota explicativa do OE/2027 para o Ensino Superior, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o discriminada sobre a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das verbas, os encargos a financiar e os recursos destinados &amp;agrave; valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, &amp;agrave;s progress&amp;otilde;es, &amp;agrave; integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras, &amp;agrave; continuidade das pol&amp;iacute;ticas de emprego cient&amp;iacute;fico e &amp;agrave; melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O governo tem de demonstrar que o or&amp;ccedil;amento responde aos problemas estruturais do setor e n&amp;atilde;o, apenas, que apresenta aumentos em determinadas rubricas. Sem um ensino superior e uma ci&amp;ecirc;ncia p&amp;uacute;blicos fortes, com financiamento adequado, carreiras valorizadas, emprego est&amp;aacute;vel e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade, Portugal compromete a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o das novas gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a sua capacidade de desenvolvimento e de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, assim, prejudica o seu futuro.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:55:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-oe-2027</guid></item><item><title>UTP — Carta aberta contra a desvalorização das qualificações</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-carta-aberta-contra-a-desvalorizacao-das-qualificacoes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (SPN/DESI) partilha, em anexo, a&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/80/4/UTP%20Carta%20Aberta%20(out2026).pdf" target="_blank"&gt;carta aberta&lt;/a&gt; dirigida ao diretor e ao Conselho Cient&amp;iacute;fico da Faculdade de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ESE), bem como ao reitor da Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto, sobre os recentes procedimentos de recrutamento docente e as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que estes suscitam. Persistem pr&amp;aacute;ticas que desvalorizam as qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es acad&amp;eacute;micas, a experi&amp;ecirc;ncia e os percursos profissionais dos docentes, a par de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que direitos laborais continuam por reconhecer ou a ser reiteradamente negados.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o reconhecimento do trabalho desenvolvido, a adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das categorias e das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es exercidas e o cumprimento integral dos direitos laborais s&amp;atilde;o quest&amp;otilde;es centrais na defesa dos docentes do ensino superior. Esta &amp;eacute; uma luta que prosseguir&amp;aacute; nesta faculdade e que importa manter, com igual determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em todas as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es onde se verifiquem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es semelhantes. Neste sentido, o departamento apela que todos partilhem com o SPN situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de que tenham conhecimento relacionadas com a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es e da experi&amp;ecirc;ncia profissional, o enquadramento inadequado nas categorias contratuais e remunerat&amp;oacute;rias, a precariedade dos v&amp;iacute;nculos ou o incumprimento de direitos laborais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O conhecimento destas realidades &amp;eacute; fundamental para identificar problemas comuns, refor&amp;ccedil;ar a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e construir uma resposta coletiva em defesa dos direitos, da dignidade profissional e da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente. A defesa dos direitos dos docentes do ensino superior e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical persistente, informada e solid&amp;aacute;ria, em cada institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e no conjunto do setor.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/80/4/UTP%20Carta%20Aberta%20(out2026).pdf" target="_blank"&gt;[clicar na imagem]&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/80/4/UTP%20Carta%20Aberta%20(out2026).pdf" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d15c6b80/utpcartaaberta_c.jpg?v=639288278995772503"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 23:44:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-carta-aberta-contra-a-desvalorizacao-das-qualificacoes</guid></item><item><title>UPVC — Compensação plurianual do serviço docente</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/upvc-compensacao-plurianual-do-servico-docente</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em comunicado dirigido aos docentes da Universidade Polit&amp;eacute;cnica de Viana do Castelo, o SPN considera que&lt;/em&gt; &lt;em&gt;a regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que os docentes s&amp;atilde;o chamados a ultrapassar o n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo de horas letivas semanais &amp;eacute; necess&amp;aacute;ria para estabelecer limites e assegurar transpar&amp;ecirc;ncia. Contudo, o Despacho UNIPVC-R-088/2026 merece contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o por n&amp;atilde;o estabelecer devidamente essas garantias. O SPN defende a sua revis&amp;atilde;o, para que inclua medidas que protejam de forma efetiva os docentes.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros 3 e 4 preveem a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das horas letivas adicionais atrav&amp;eacute;s de uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior da carga letiva, admitindo que o tempo compensado seja afeto a outras componentes da atividade docente. Por outro lado, o n.&amp;ordm; 5 permite adiar a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para al&amp;eacute;m do ano letivo seguinte, sem estabelecer um prazo m&amp;aacute;ximo. Assim, prop&amp;otilde;e-se que este despacho fixe um n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo poss&amp;iacute;vel de horas excedentes em cada ano e que se retire a possibilidade de compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de carga letiva excedente por outras componentes da atividade docente. Havendo lugar a essa compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ela seja executada preferencialmente em distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o no ano subsequente e num limite m&amp;aacute;ximo de 3 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sua reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual, o despacho corre o risco de impor a presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de horas letivas adicionais sem remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o adicional e sem uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva, deixando os docentes insuficientemente protegidos. A regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste regime deve garantir uma compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva, com prazo definido e sem preju&amp;iacute;zo para a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 22:56:32 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/upvc-compensacao-plurianual-do-servico-docente</guid></item><item><title>OE/2027 — A farsa orçamental!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/oe-2027</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;09 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A proposta de or&amp;ccedil;amento de Estado para 2027 (OE/2027) &amp;eacute; uma farsa que n&amp;atilde;o valoriza os educadores e os professores nem a Escola P&amp;uacute;blica. Os n&amp;uacute;meros desmentem a propaganda! A dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o corresponde a cerca de 2,25% do Produto Interno Bruto (PIB), considerando uma verba de 7787,9 milh&amp;otilde;es de euros e um PIB nominal previsto de 345 964 milh&amp;otilde;es de euros. Este valor fica muito abaixo do referencial internacional de financiamento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que aponta para 6% do PIB. Pior ainda, diminui novamente, pelo terceiro ano consecutivo. Importa tamb&amp;eacute;m desmontar o discurso sobre o aumento da despesa. O crescimento de 4,9% anunciado pelo governo &amp;eacute; calculado excluindo as verbas do Plano de Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Resili&amp;ecirc;ncia (PRR).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando se considera a despesa incluindo esses fundos, o aumento indicado &amp;eacute; de apenas 1,5%. Aplicando a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista pelo governo, de 2,3%, o crescimento real &amp;eacute; de cerca de 2,5% na primeira compara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas transforma-se numa redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o real de aproximadamente 0,8% quando inclu&amp;iacute;mos o PRR. Por outro lado, as despesas com pessoal representam 85,1% do or&amp;ccedil;amento, com uma dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 6624,2 milh&amp;otilde;es de euros. O crescimento nominal de 4%, descontada a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista, traduzir-se-ia num aumento real de apenas cerca de 1,7%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Onde est&amp;aacute; a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E onde est&amp;aacute;, ent&amp;atilde;o, o investimento efetivamente novo na valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente e na melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas? Uma parte significativa deste acr&amp;eacute;scimo destina-se a compromissos j&amp;aacute; assumidos: a &amp;uacute;ltima tranche da recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o dos educadores e dos professores, o pagamento de horas extraordin&amp;aacute;rias, os incentivos &amp;agrave; perman&amp;ecirc;ncia no ativo de docentes em idade de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os apoios &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o. S&amp;atilde;o medidas necess&amp;aacute;rias, mas que correspondem ao cumprimento de compromissos anteriores ou &amp;agrave; continuidade de mecanismos j&amp;aacute; existentes. Cumprir compromissos assumidos n&amp;atilde;o &amp;eacute; fazer novo investimento, nem pode ser apresentado como uma nova pol&amp;iacute;tica de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o torna-se mais preocupante perante o arrastamento da revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente. O governo promete concluir a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e iniciar a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 2027, mas a proposta n&amp;atilde;o identifica um compromisso financeiro novo, concreto e quantificado que permita garantir uma efetiva valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira. Os professores continuam sem respostas estruturais para combater a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu vencimento, as limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es artificiais &amp;agrave; progress&amp;atilde;o, a sobrecarga de trabalho e a perda de atratividade da profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tamb&amp;eacute;m a Escola P&amp;uacute;blica fica a perder&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verba para aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens e servi&amp;ccedil;os, essencial ao funcionamento dos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino, sofre uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 34,6% face ao or&amp;ccedil;amento anterior, excluindo o PRR. Uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa do investimento previsto para a Escola P&amp;uacute;blica. Como ser&amp;atilde;o, ent&amp;atilde;o, assegurados o funcionamento quotidiano das escolas, a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do parque escolar, a moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es e dos equipamentos e o refor&amp;ccedil;o dos trabalhadores n&amp;atilde;o docentes e das equipas especializadas? Em contrapartida, est&amp;atilde;o previstos 215,8 milh&amp;otilde;es de euros em transfer&amp;ecirc;ncias para o ensino particular e cooperativo, mais 4,9%, enquanto a dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar cresce apenas 0,1%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A falta de professores, as turmas sem aulas e a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho n&amp;atilde;o se resolvem com medidas de emerg&amp;ecirc;ncia, horas extraordin&amp;aacute;rias ou incentivos para adiar a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Exigem uma pol&amp;iacute;tica estrutural de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos profissionais, melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, refor&amp;ccedil;o dos recursos humanos e investimento p&amp;uacute;blico consistente nas escolas. A Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode continuar a ser gerida pela conten&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental, pela emerg&amp;ecirc;ncia permanente e pelo sacrif&amp;iacute;cio dos seus profissionais. Defender a Escola P&amp;uacute;blica exige mais investimento, mais valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma verdadeira op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica por uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica de qualidade para todos. Este OE/2027 &amp;eacute; uma farsa or&amp;ccedil;amental no que respeita &amp;agrave; resposta &amp;agrave;s necessidades da Escola P&amp;uacute;blica. Mais uma vez, o governo confunde cumprimento de compromissos com investimento novo, apresenta aumentos nominais como se fossem uma grande aposta na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e n&amp;atilde;o assume a ambi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria para transformar o sistema educativo.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5cc755cc/oe_2027-826x1024.png?v=639273402910689812"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 11 Oct 2026 17:30:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/oe-2027</guid></item><item><title>A habitação é um direito constitucional</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/a-habitacao-e-um-direito-constitucional</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de outubro, 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;1. Todos t&amp;ecirc;m direito, para si e para a sua fam&amp;iacute;lia, a uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dimens&amp;atilde;o adequada, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de higiene e conforto e que preserve a intimidade pessoal e a privacidade familiar.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: right;"&gt;&lt;em&gt;Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa (artigo 65.&amp;ordm;, ponto 1)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um direito. A Fenprof exige mudan&amp;ccedil;a de rumo nas pol&amp;iacute;ticas de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e condena uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas e manifesta a sua profunda preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o agravamento dos problemas de acesso &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal, que afetam particularmente os jovens, muitos dos quais veem adiados os seus projetos de vida, a sua autonomia e a possibilidade de constituir fam&amp;iacute;lia, perante a dificuldade, ou mesmo a impossibilidade de encontrar casa a pre&amp;ccedil;os comport&amp;aacute;veis.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Educadores, professores e investigadores conhecem de perto a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cr&amp;iacute;tica vivida pela popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, residente e trabalhadora em Portugal, no acesso e na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna, bem como de todas as pessoas que estando numa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais vulner&amp;aacute;vel, j&amp;aacute; perderam o acesso a este direito fundamental. A crise habitacional tem tamb&amp;eacute;m consequ&amp;ecirc;ncias diretas na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O elevado custo da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente nas regi&amp;otilde;es onde mais faltam professores, a par do aumento do custo de vida, agrava as dificuldades de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recrutamento de docentes qualificados. Para os estudantes e fam&amp;iacute;lias, as despesas com a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o constituem igualmente um obst&amp;aacute;culo &amp;agrave; igualdade de oportunidades no acesso e no sucesso escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo a habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o um direito constitucional e uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para uma vida digna, n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que continue sujeita, de forma t&amp;atilde;o acentuada, &amp;agrave; especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o imobili&amp;aacute;ria e &amp;agrave; l&amp;oacute;gica do lucro, enquanto o investimento p&amp;uacute;blico em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanece insuficiente face &amp;agrave;s necessidades. Menos aceit&amp;aacute;veis s&amp;atilde;o as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas que se pretendem implementar e que fragilizariam ainda mais a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos inquilinos e reduziriam a seguran&amp;ccedil;a habitacional, agravando as leg&amp;iacute;timas preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de quem, ao longo dos anos, se tem manifestado. Imp&amp;otilde;e-se uma mudan&amp;ccedil;a de rumo, com investimento significativo em habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, refor&amp;ccedil;o do arrendamento a pre&amp;ccedil;os acess&amp;iacute;veis e efetiva prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem arrenda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof condena igualmente o uso desproporcional da for&amp;ccedil;a perante manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es pac&amp;iacute;ficas de indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e reclama o apuramento das responsabilidades, incluindo as de natureza pol&amp;iacute;tica, relativamente &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es que determinaram a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o policial. A este prop&amp;oacute;sito, &amp;eacute; especialmente incompreens&amp;iacute;vel o sil&amp;ecirc;ncio do primeiro-ministro e do Presidente da Rep&amp;uacute;blica perante uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que exige esclarecimentos e responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o se pode responder &amp;agrave; leg&amp;iacute;tima indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o social com for&amp;ccedil;a desproporcionada, nem ignorar um problema pol&amp;iacute;tico que compromete direitos fundamentais e o futuro de milhares de pessoas. A defesa do direito &amp;agrave; habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige pol&amp;iacute;ticas p&amp;uacute;blicas que coloquem as necessidades das pessoas acima dos interesses especulativos, tal como a defesa da democracia exige o respeito pelos direitos de manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de resist&amp;ecirc;ncia e de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;iacute;vica. A Fenprof reafirma a sua solidariedade com todos os que lutam por uma habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o digna e acess&amp;iacute;vel e exige respostas concretas para um problema social cuja solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiada.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/300/70/5/856907161_18116290742117836_832442110112566744_n.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74040c64/856907161_18116290742117836_832442110112566744_n.jpg?v=639288115225244496"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Eg&amp;iacute;dio Santos&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Oct 2026 19:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/a-habitacao-e-um-direito-constitucional</guid></item><item><title>8CPN — Eleição dos delegados ao Congresso (em constante atualização)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/8cpn-eleicao-de-delegados-ao-congresso-em-constante-atualizacao</link><description>&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Distrito do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/20/3/8CPNPortoreuniões.pdf" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f31c01/8CPNPortoreuniõess.jpg?v=639276788406771454"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Distrito de Braga&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/20/3/8CPNBragareuniões.pdf" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f31c01/8CPNBragareuniões.jpg?v=639276037405696461"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Distrito de Bragan&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/20/3/8CPNreuniõesbraganca-1.pdf" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f31c01/8CPNreuniõesbraganca.jpg?v=639276178355652030"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Distrito de Vila Real&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/20/3/8CPNreunioesvilareal.pdf" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f31c01/8CPNreunioesvilareal.jpg?v=639276737053208635"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Distrito de Viana do Castelo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/20/3/8CPNVianaeuniões.pdf" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f31c01/8CPNVianaeuniões.jpg?v=639280972130616769"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Distrito de Aveiro (Norte)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="Info\73000\100\20\3\8CPNVianaeuni&amp;otilde;es.pdf" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/a&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/20/3/8CPNAveiroreuniões.pdf" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a3f31c01/8CPNAveiroreuniões.jpg?v=639276802058889119"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 13 Oct 2026 18:09:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/8cpn-eleicao-de-delegados-ao-congresso-em-constante-atualizacao</guid></item><item><title>8.ª Corrida — Mais de 1300 participantes  (24/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/8-a-corrida-inscricoes-abertas-24-ago</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Mais de 1300 pessoas de todas as idades, atletas federados e n&amp;atilde;o federados, apreciadores da competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou das caminhadas, participaram na 8.&amp;ordf; corrida / marcha, promovida pela Fenprof e o apoio da Caravela Seguros, realizada na zona de Bel&amp;eacute;m (24/out), dando, assim, express&amp;atilde;o ao objetivo principal que levou &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste evento &amp;shy;&amp;mdash; &amp;ldquo;sensibilizar para os benef&amp;iacute;cios da pr&amp;aacute;tica regular de desporto e atividade f&amp;iacute;sica para todos, valorizando o importante papel dos professores na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral dos indiv&amp;iacute;duos, incluindo a dimens&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica e desportiva, contribuindo para a sua realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal e social&amp;rdquo;. O evento contou, ainda, com o apoio da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Atletismo de Lisboa e da C&amp;acirc;mara Municipal de Lisboa.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao longo dos anos, esta deixou de ser uma mera prova desportiva. Vai-se transformando numa maneira diferente de os educadores e os professores afirmarem a import&amp;acirc;ncia do seu papel social e de reafirmarem a sua determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um futuro comum justo e de qualidade para toda a sociedade. Na verdade, seja nas escolas ou na rua, seja a lutar ou a marchar e correr, ficou mais uma vez patente que os professores n&amp;atilde;o abdicam de &amp;ldquo;dar rosto ao futuro&amp;rdquo;. Num momento desafiante, dada a incerteza e a instabilidade globais, o encontro, o conv&amp;iacute;vio e os momentos de descontra&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram muito importantes para renovar e retemperar as for&amp;ccedil;as daqueles que resistem e n&amp;atilde;o desistem da indispens&amp;aacute;vel luta por um futuro melhor, pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente e por um financiamento adequado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/mais-de-1300-participantes-de-todas-as-idades-na-corrida-nacional-do-professor-e-da-educacao#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/p1022034.jpg?v=639284881362216164"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/p1033489.jpg?v=639284881364884609"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/p1022473.jpg?v=639284881368416509"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/mais-de-1300-participantes-de-todas-as-idades-na-corrida-nacional-do-professor-e-da-educacao#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica (site da Fenprof)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/mais-de-1300-participantes-de-todas-as-idades-na-corrida-nacional-do-professor-e-da-educacao#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/p1022088.jpg?v=639284881370193203"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/p1022123.jpg?v=639284881372152623"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/p1022164.jpg?v=639284881373607565"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;8.&amp;ordf; Corrida&amp;nbsp;&amp;mdash;&amp;nbsp;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es (24/out)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="400" height="713" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F3952578478382508%2F&amp;amp;show_text=false&amp;amp;width=267&amp;amp;t=0" scrolling="no" frameborder="0" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Professores (Fenprof), em parceria com a C&amp;acirc;mara Municipal de Lisboa e com a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Atletismo de Lisboa, leva a efeito a 8.&amp;ordf; Corrida Nacional do Professor e da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no dia 24 de outubro de 2026. O &lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/5CAFE1FEB22CE3A1AAFC6523B6418DFC/regulamento_8a-corrida-professor-e-educacao.pdf" target="_blank"&gt;regulamento&lt;/a&gt; j&amp;aacute; se encontra dispon&amp;iacute;vel. Toda a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &lt;a href="https://corridafenprof.sports4all.pt/" target="_blank"&gt;s&amp;iacute;tio da corrida&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Prova&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento conta com um programa abrangente constitu&amp;iacute;do por:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;prova de 10 km, competitiva,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;prova de 5 km, participativa, na qual se pode correr ou caminhar,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;corrida Novas Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, competitiva, para os mais novos (dos 7 aos 15 anos de idade).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na zona de Bel&amp;eacute;m, com partida da Avenida Bras&amp;iacute;lia, em frente &amp;agrave; Pra&amp;ccedil;a do Imp&amp;eacute;rio, junto ao Centro Cultural de Bel&amp;eacute;m; vai ao viaduto de Alg&amp;eacute;s, retorna, vai ao viaduto de Alc&amp;acirc;ntara, retorna e termina na Pra&amp;ccedil;a do Imp&amp;eacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Acirc;mbito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Prova de 10 km &amp;mdash; aberta a todos os interessados, de ambos os sexos e de acordo com os escal&amp;otilde;es et&amp;aacute;rios definidos no ponto 1 do artigo 4.&amp;ordm;, bem como a pessoas que se deslocam em cadeira de rodas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Prova de 5 km &amp;mdash; aberta a todos os interessados, sem distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de idade ou sexo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Corrida Novas Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;&amp;mdash; evento desportivo, com atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trof&amp;eacute;us aos tr&amp;ecirc;s primeiros classificados de cada escal&amp;atilde;o e g&amp;eacute;nero. Ser&amp;aacute; composta por quatro partidas, por escal&amp;otilde;es, conforme artigo 4&amp;ordm;. Todos os participantes receber&amp;atilde;o uma medalha de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no final da prova.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://corridafenprof.sports4all.pt/" target="_blank"&gt;https://corridafenprof.sports4all.pt/&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os associados dos Sindicatos constituintes da Fenprof receber&amp;atilde;o um c&amp;oacute;digo promocional que far&amp;aacute; um abatimento de 50% no valor da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; dia 18 de outubro (23h59 continentais).&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Pr&amp;eacute;mios e ofertas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Os participantes na Corrida Novas Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es receber&amp;atilde;o:&lt;br&gt; a) uma medalha de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (no final da prova)&lt;br&gt; b) trof&amp;eacute;us para os tr&amp;ecirc;s primeiros classificados de cada escal&amp;atilde;o e g&amp;eacute;nero&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os participantes na corrida de 10 km e na marcha de 5 km receber&amp;atilde;o&lt;br&gt; a) 1 camisola da prova&lt;br&gt; b) 1 dorsal&lt;br&gt; c) 1 medalha (entregue ap&amp;oacute;s a conclus&amp;atilde;o da prova, na meta)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Na prova de 10 km, ser&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;dos pr&amp;eacute;mios aos primeiros tr&amp;ecirc;s classificados por escal&amp;atilde;o e g&amp;eacute;nero.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dado tratar-se de uma corrida promovida pela Fenprof haver&amp;aacute; pr&amp;eacute;mios para os primeiros associados dos sindicatos que a constituem, em cada um dos g&amp;eacute;neros.&lt;br&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;S&amp;oacute; ser&amp;atilde;o considerados, os atletas que, no momento da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assinalem que s&amp;atilde;o sindicalizados e qual o Sindicato (SPN, SPRC, SPGL, SPZS, SPM, SPRA, SPE).&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ser&amp;aacute; atribu&amp;iacute;do um pr&amp;eacute;mio a cada um dos tr&amp;ecirc;s agrupamentos de escolas/escolas n&amp;atilde;o agrupadas com o maior n&amp;uacute;mero de participantes efetivos no evento.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/500/80/3/8.ª%20Corrida%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/8.ª%20Corrida%20(cartaz).jpg?v=639262350512777458"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/8-a-corrida-inscricoes-abertas-24-ago</guid></item><item><title>LBSE — Conquista democrática a defender (16/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/40-anos-lbse-16-out-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof assinalou os 40 anos da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei de Bases do Sistema Educativo (LBSE), num debate que reuniu algumas das personalidades que, ao longo das &amp;uacute;ltimas d&amp;eacute;cadas, acompanharam, estudaram e participaram na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o e transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema educativo portugu&amp;ecirc;s. Aprovada em 1986, a LBSE veio estabelecer princ&amp;iacute;pios, objetivos e uma organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o global do sistema, contribuindo decisivamente para superar desigualdades, universalizar o acesso &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e afirmar a escola p&amp;uacute;blica como instrumento essencial de democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sociedade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ant&amp;oacute;nio Teodoro, Paulo Sucena e M&amp;aacute;rio Nogueira (ex-secret&amp;aacute;rios-gerais da Fenprof), B&amp;aacute;rtolo Paiva Campos e Isabel Menezes (FPCEUP) contribu&amp;iacute;ram para uma reflex&amp;atilde;o sobre o percurso realizado desde 1986 e sobre os desafios que hoje se colocam &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Quatro d&amp;eacute;cadas depois, a sua concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; longe de estar conclu&amp;iacute;da. Persistem desigualdades no acesso e no sucesso educativo, insufici&amp;ecirc;ncias no financiamento, problemas de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e funcionamento das escolas e uma crescente desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos profissionais da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o plena dos princ&amp;iacute;pios da LBSE continua, por isso, a ser uma tarefa atual e n&amp;atilde;o apenas uma refer&amp;ecirc;ncia hist&amp;oacute;rica.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate permitiu, tamb&amp;eacute;m, identificar uma outra realidade que n&amp;atilde;o pode ser ignorada: a exist&amp;ecirc;ncia, &amp;agrave; direita do espetro pol&amp;iacute;tico, de propostas e iniciativas que, sob diferentes pretextos, p&amp;otilde;em em causa princ&amp;iacute;pios e op&amp;ccedil;&amp;otilde;es estruturantes da LBSE, procurando desvalorizar a escola p&amp;uacute;blica, enfraquecer a sua fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e democr&amp;aacute;tica e promover solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que acentuam desigualdades e favorecem a mercantiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Defender a LBSE n&amp;atilde;o significa, portanto, defender uma realidade imut&amp;aacute;vel. Significa preservar os seus princ&amp;iacute;pios democr&amp;aacute;ticos, aprofundar os direitos que consagrou e concluir um processo de democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que permanece inacabado. Significa tamb&amp;eacute;m rejeitar retrocessos e pol&amp;iacute;ticas que, em nome de uma suposta moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, procuram p&amp;ocirc;r em causa conquistas fundamentais da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o portuguesa.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com esta iniciativa comemorativa, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reafirma a necessidade de uma escola p&amp;uacute;blica democr&amp;aacute;tica, inclusiva, gratuita e de qualidade, assente na valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus profissionais e capaz de garantir a todas as crian&amp;ccedil;as e jovens, independentemente da sua origem social, condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para aprender, participar e construir o seu futuro.&amp;nbsp;Quarenta anos depois, a LBSE continua a ser uma refer&amp;ecirc;ncia fundamental. Mais do que celebr&amp;aacute;-la, importa defend&amp;ecirc;-la, concretiz&amp;aacute;-la e aprofund&amp;aacute;-la.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-6.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-6.jpg?v=639280057326853101"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-8.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-8.jpg?v=639280057329580260"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-9.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-9.jpg?v=639280057333153834"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-2.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-2.jpg?v=639280057334991378"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-1.jpg?v=639280057338013473"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-4.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-4.jpg?v=639280057337208999"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-5.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-5.jpg?v=639280057340071947"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-3.jpg?v=639280057342932631"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/2026_10_16-lbse-7.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/2026_10_16-lbse-7.jpg?v=639280057346301579"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/60/5/40LBSE%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/74151064/40LBSE%20(cartaz).jpg?v=639280057348766310"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 19 Oct 2026 10:21:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/40-anos-lbse-16-out-2026</guid></item><item><title>Campanha Nacional dos Trabalhadores das IPSS (15/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/campanha-nacional-dos-trabalhadores-das-ipss-15-out</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;19 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No dia 15 de outubro, a Fenprof marcou presen&amp;ccedil;a na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizada junto ao Centro Social de S. Martinho de Aldoar, no Porto, que assinalou o in&amp;iacute;cio da Campanha Nacional dos Trabalhadores das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es Particulares de Solidariedade Social (IPSS). Esta primeira a&amp;ccedil;&amp;atilde;o de luta marca o arranque de um conjunto de iniciativas que decorrer&amp;atilde;o nas pr&amp;oacute;ximas semanas, culminando na Marcha Nacional dos Trabalhadores das IPSS, no dia 7 de novembro, no Porto. Durante a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dois representantes da comiss&amp;atilde;o negociadora sindical foram recebidos pelo presidente da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Solidariedade (CNIS).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores de inf&amp;acirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A iniciativa voltou a dar voz ao descontentamento dos trabalhadores de um setor que, apesar da sua import&amp;acirc;ncia social e dos servi&amp;ccedil;os essenciais que assegura diariamente, continua marcado por baixos sal&amp;aacute;rios, carreiras desvalorizadas, hor&amp;aacute;rios sobrecarregados e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho que n&amp;atilde;o correspondem &amp;agrave;s responsabilidades e exig&amp;ecirc;ncias das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es desempenhadas. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o voltou a denunciar, em particular, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores de inf&amp;acirc;ncia que exercem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es em creche, cuja carreira continua injustificadamente limitada e discriminada relativamente &amp;agrave; dos que trabalham na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar. Trata-se de profissionais com a mesma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, que desempenham fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es educativas igualmente exigentes, mas aos quais continua a ser negado o direito ao reconhecimento e &amp;agrave; progress&amp;atilde;o na carreira em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de igualdade. Esta discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;, ainda, mais incompreens&amp;iacute;vel quando se considera o financiamento p&amp;uacute;blico atribu&amp;iacute;do &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es por cada crian&amp;ccedil;a abrangida pela gratuitidade da creche. A expans&amp;atilde;o desta resposta social e o refor&amp;ccedil;o dos apoios p&amp;uacute;blicos n&amp;atilde;o podem coexistir com a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de carreiras bloqueadas, baixos sal&amp;aacute;rios e aus&amp;ecirc;ncia de reconhecimento profissional. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que o financiamento p&amp;uacute;blico assegure o funcionamento destas respostas sem que dele resulte uma valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o justa dos trabalhadores que as tornam poss&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Conversa com o presidente da CNIS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Durante a concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dois representantes da comiss&amp;atilde;o negociadora sindical foram recebidos pelo Padre Lino Maia, presidente do Centro Social de S. Martinho de Aldoar e, simultaneamente, presidente da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Solidariedade (CNIS). Neste encontro, foi reafirmada a necessidade de respostas concretas &amp;agrave;s reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos trabalhadores e sublinhado que a CNIS n&amp;atilde;o pode continuar a invocar as limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es do financiamento p&amp;uacute;blico para justificar a aus&amp;ecirc;ncia de uma valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva dos sal&amp;aacute;rios e das carreiras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Marcha Nacional dos Trabalhadores das IPSS (7/nov)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof continuar&amp;aacute;, ao lado dos sindicatos e dos trabalhadores das IPSS, a exigir uma negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva s&amp;eacute;ria, aumentos salariais substanciais que permitam fazer face ao aumento do custo de vida, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras docentes, o fim da discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores de inf&amp;acirc;ncia que exercem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es em creche e a melhoria dos hor&amp;aacute;rios e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho. A dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor social exige o reconhecimento e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os trabalhadores que, diariamente, asseguram o seu funcionamento. A luta agora iniciada ter&amp;aacute; continuidade nas pr&amp;oacute;ximas semanas, com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de contacto, esclarecimento e mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tendo como momento central a Marcha Nacional dos Trabalhadores das IPSS, no dia 7 de novembro, com concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s 10h30, na Esta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de S. Bento, no Porto.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/80/3/IPSS%20-%202-%2015.10.2026.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a4282cb8/IPSS%20-%202-%2015.10.2026.jpg?v=639280962098102745"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/80/3/IPSS%20-%203-%2015.10.2026.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a4282cb8/IPSS%20-%203-%2015.10.2026.jpg?v=639280962099910208"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/200/80/3/IPSS%20-%204-%2015.10.2026.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a4282cb8/IPSS%20-%204-%2015.10.2026.jpeg?v=639280962101836230"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Tue, 20 Oct 2026 11:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/campanha-nacional-dos-trabalhadores-das-ipss-15-out</guid></item><item><title>Apoio à deslocação — Intervenção da Fenprof permite correção</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/apoio-a-deslocacao-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia de um alerta da Fenprof, a Ag&amp;ecirc;ncia para a Gest&amp;atilde;o do Sistema Educativo (AGSE) corrigiu a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o erradamente disponibilizada na plataforma SIGRHE sobre o apoio extraordin&amp;aacute;rio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes para o ano letivo 2026/2027&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicialmente divulgada apresentava uma lista de Quadros de Zona Pedag&amp;oacute;gica (QZP) considerados carenciados que n&amp;atilde;o correspondia &amp;agrave; estabelecida no Despacho n.&amp;ordm; 10024/2026, de 11 de agosto. A desconformidade poderia gerar d&amp;uacute;vidas e at&amp;eacute; injusti&amp;ccedil;as ao permitir o acesso indevido a apoios majorados, por um lado e, por outro, poderia estar a impedir o direito &amp;agrave; majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes que, nos termos legais, est&amp;atilde;o abrangidos por essa possibilidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia da interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof, a AGSE reconheceu o erro e informou que a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi corrigida, assegurando que a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o inform&amp;aacute;tica e os procedimentos de candidatura respeitavam o enquadramento legal em vigor. A interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o permitiu, assim, identificar e alertar para uma desconformidade que exigia corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente, reafirmando a import&amp;acirc;ncia da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical na defesa dos direitos dos educadores e dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;12 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Apoio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; Erro da AGSE pode prejudicar professores!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;E, of&amp;iacute;cio enviado, a Fenprof exige do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente da informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa aos Quadros de Zona Pedag&amp;oacute;gica (QZP) carenciados. E alerta para os erros na informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disponibilizada pela Ag&amp;ecirc;ncia para a Gest&amp;atilde;o do Sistema Educativo (AGSE) sobre o apoio extraordin&amp;aacute;rio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes, que poder&amp;atilde;o estar a prejudicar professores no acesso &amp;agrave; majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista na lei.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apenas em 2 de outubro, mais de um m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio do ano escolar, a AGSE disponibilizou, na plataforma SIGRHE, a possibilidade de apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pedidos deste apoio, previsto no Decreto-Lei n.&amp;ordm; 57-A/2024, de 13 de setembro, na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor. Contudo, a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o divulgada n&amp;atilde;o respeita a listagem dos QZP carenciados em vigor para o ano letivo de 2026/2027, constante do anexo ao Despacho n.&amp;ordm; 10024/2026, de 11 de agosto, que revogou expressamente o despacho anteriormente aplic&amp;aacute;vel, o Despacho n.&amp;ordm; 11200-A/2025, de 23 de setembro, que, contudo, consta da p&amp;aacute;gina da AGSE como sendo o aplic&amp;aacute;vel nesta mat&amp;eacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em concreto, a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AGSE identifica como carenciados os QZP 40, 45, 46, 54, 57, 58, 59, 60, 61 e 62, quando a listagem legalmente em vigor abrange os QZP 42, 45, 46, 59, 60, 61, 62 e 63. Esta desconformidade poder&amp;aacute; ter consequ&amp;ecirc;ncias no acesso &amp;agrave; majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do apoio, associada &amp;agrave; leciona&amp;ccedil;&amp;atilde;o em escolas situadas em QZP carenciados, nos termos da nova reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n.&amp;ordm; 3 do artigo 14.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 57-A/2024. Em particular, poder&amp;aacute; permitir que sejam indevidamente considerados determinados QZP e, sobretudo, deixar de contemplar os QZP 42 e 63, legalmente abrangidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa, por&amp;eacute;m, esclarecer que o problema identificado n&amp;atilde;o significa que os docentes colocados noutros QZP estejam impedidos de requerer o apoio extraordin&amp;aacute;rio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A possibilidade de apresentar o pedido mant&amp;eacute;m-se para os docentes que re&amp;uacute;nam as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es legalmente exigidas, constantes do n.&amp;ordm; 2 do mesmo artigo. O que poder&amp;aacute; estar em causa &amp;eacute; a correta identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes com direito &amp;agrave; majora&amp;ccedil;&amp;atilde;o associada &amp;agrave; leciona&amp;ccedil;&amp;atilde;o em escolas de QZP carenciados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o solicitou ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o o esclarecimento desta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a sua corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente, para que nenhum professor seja prejudicado por erros da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras legalmente estabelecidas. Acompanhar&amp;aacute; este processo e continuar&amp;aacute; a intervir para garantir que os direitos dos docentes s&amp;atilde;o respeitados e que falhas dos servi&amp;ccedil;os n&amp;atilde;o se traduzem em preju&amp;iacute;zos para quem deles depende.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Candidatura ao apoio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o encerrada (minuta)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Face &amp;agrave; impossibilidade de formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pedido, o SPN disponibilizam uma minuta de requerimento&amp;nbsp;relativa aos apoios &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstos na lei. Devidamente preenchida, deve ser remetida ao presidente da AGSE, entidade que passou a ter a responsabilidade de tratar estes assuntos.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na plataforma SIGRHE continua, portanto, a n&amp;atilde;o ser poss&amp;iacute;vel realizar a candidatura ao apoio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o criado pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 57-A/2024, de 13 de setembro e alargado pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 108/2025, de 19 de setembro. A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dada &amp;eacute;, apenas, &amp;ldquo;Candidatura ao Regime de Apoio Extraordin&amp;aacute;rio &amp;agrave; Desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o encerrada temporariamente". A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige que o pagamento daquele apoio seja feito de forma atempada, pelo que &amp;eacute; urgente que os eventuais problemas t&amp;eacute;cnicos, ou outros, com a plataforma sejam resolvidos de imediato e recusa qualquer penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes por uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a que s&amp;atilde;o alheios. O uso e envio da minuta &amp;eacute; um meio para pressionar a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas e para garantir que n&amp;atilde;o venham a ser os docentes a arcar com preju&amp;iacute;zos por causa do encerramento de candidaturas que se mant&amp;eacute;m &amp;agrave; data de hoje, 15 de setembro.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 18 Sep 2026 16:08:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/apoio-a-deslocacao-2026</guid></item><item><title>Falta de professores continua a agravar-se!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/falta-de-professores-2026-27</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Um m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s o in&amp;iacute;cio do ano letivo, persiste o problema da falta de professores e a (in)a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) na sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Fenprof considera inaceit&amp;aacute;vel que, perante a persist&amp;ecirc;ncia e a dimens&amp;atilde;o crescente deste problema, o MECI continue sem apresentar respostas &amp;agrave; altura das necessidades da Escola P&amp;uacute;blica. A valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiada!&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na semana de 8 a 14 de outubro, o n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios e de horas em contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola &amp;eacute; de 902 e 16 574, respetivamente, estimando-se existirem 64 900 alunos sem todos os professores. Em id&amp;ecirc;ntico per&amp;iacute;odo no ano letivo anterior, os valores eram de 739 hor&amp;aacute;rios, 13 513 horas. A contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola &amp;eacute; o mecanismo de recurso das escolas sempre que as reservas de recrutamento n&amp;atilde;o preenchem um determinado hor&amp;aacute;rio. Como era previs&amp;iacute;vel, n&amp;atilde;o seria por via da exist&amp;ecirc;ncia de reservas de recrutamento di&amp;aacute;rias, o que ocorre desde o dia 18 de setembro, que o problema se resolveria. Faltam professores n&amp;atilde;o pela maior ou menor velocidade do mecanismo de coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas porque n&amp;atilde;o h&amp;aacute; professores dispon&amp;iacute;veis para as vagas existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A realidade dos factos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dos 902 hor&amp;aacute;rios em contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola, 253 s&amp;atilde;o anuais e completos e 111 s&amp;atilde;o no 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico (1.&amp;ordm; CEB). Neste ciclo, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; mais aguda nos AE de Queluz / Belas, Sintra, com 10 hor&amp;aacute;rios a concurso, no AE Aqua Alba, Sintra, com 9, no AE Almeida Garrett, Amadora, e no AE Ruy Belo, Sintra, ambos com 7 e no AE de Silves, com 6. Os distritos mais afetados s&amp;atilde;o: Lisboa, com 332 hor&amp;aacute;rios; Set&amp;uacute;bal, com 125; Faro, com 97; Porto, com 56; Leiria, com 53; Santar&amp;eacute;m, com 45. Quanto aos grupos de recrutamento mais afetados temos o GR 110 (1.&amp;ordm; CEB), com 239 hor&amp;aacute;rios, o GR 910 (Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial), com 137, o GR 300 (Portugu&amp;ecirc;s do 3.&amp;ordm; CEB e Secund&amp;aacute;rio), com 85, o GR 500 (Matem&amp;aacute;tica 3.&amp;ordm; CEB e Secund&amp;aacute;rio), com 40, e o GR 330 (Ingl&amp;ecirc;s 3.&amp;ordm; CEB e Secund&amp;aacute;rio), com 35. Consultando as listas dos n&amp;atilde;o colocados na reserva de recrutamento 19 (9/out), constata-se que, em alguns dos&amp;nbsp;grupos de recrutamento mais problem&amp;aacute;ticos, o n&amp;uacute;mero de candidatos dispon&amp;iacute;veis &amp;eacute; baixo: 25 no GR 220 (Ingl&amp;ecirc;s 2.&amp;ordm; CEB), 26 no GR 550 (Inform&amp;aacute;tica 3.&amp;ordm; CEB e Secund&amp;aacute;rio) e 207 no GR 910 (Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial). Acresce a isto o facto de as reservas de recrutamento di&amp;aacute;rias terem muito poucas coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos QZP e nos GR carenciados. Por essa raz&amp;atilde;o,&amp;nbsp;&amp;eacute; err&amp;oacute;nea a ideia de que os 8530 candidatos dispon&amp;iacute;veis,&amp;nbsp;dos quais 1280 s&amp;atilde;o docentes&amp;nbsp;do 1.&amp;ordm; CEB,&amp;nbsp;s&amp;atilde;o&amp;nbsp;suficientes, se, semana ap&amp;oacute;s semana, continuam a ir para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola centenas de hor&amp;aacute;rios. Os candidatos estar&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis para determinadas coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas estas n&amp;atilde;o coincidem for&amp;ccedil;osamente com as necessidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, as aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es subiram significativamente face ao ano letivo anterior. Os 440 professores que se v&amp;atilde;o aposentar em novembro, fazem subir o n&amp;uacute;mero de aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos tr&amp;ecirc;s primeiros meses de 2026/2027 para 1542, contra 1169 no mesmo per&amp;iacute;odo do ano letivo anterior, correspondendo a um crescimento de 31,9%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Processo de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ECD estagnado!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Para resolver esta quest&amp;atilde;o &amp;eacute; fundamental, como a Fenprof defende e o ministro da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o reconhece, valorizar o Estatuto da Carreira Docente (ECD). Mas, dois anos e meio ap&amp;oacute;s a tomada de posse de Fernando Alexandre tomar posse, ap&amp;oacute;s um ano letivo com catorze reuni&amp;otilde;es, p&amp;aacute;ginas e p&amp;aacute;ginas de propostas e contrapropostas, n&amp;atilde;o foi sequer conclu&amp;iacute;do o segundo de sete temas. O que est&amp;aacute; dado como conclu&amp;iacute;do, piora francamente o ECD, descaracterizando a profiss&amp;atilde;o. A &amp;uacute;ltima reuni&amp;atilde;o foi em 6 de agosto e at&amp;eacute; ao momento, n&amp;atilde;o existe nenhuma convocat&amp;oacute;ria para a retoma das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, apesar de ter sido assumido que ser&amp;aacute; no presente ano letivo que tudo ficar&amp;aacute; resolvido. Entretanto, o problema n&amp;atilde;o s&amp;oacute; se mant&amp;eacute;m, como claramente se agrava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante o elevado n&amp;uacute;mero de alunos sem todos os professores, um n&amp;uacute;mero de professores dispon&amp;iacute;veis em reserva de recrutamento muito baixo e o crescimento das aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a ina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MECI &amp;eacute; incompreens&amp;iacute;vel. A Fenprof considera inaceit&amp;aacute;vel que, perante a persist&amp;ecirc;ncia e a dimens&amp;atilde;o crescente deste problema, o MECI continue sem apresentar respostas &amp;agrave; altura das necessidades da Escola P&amp;uacute;blica. A valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente n&amp;atilde;o pode continuar a ser adiada: &amp;eacute; uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para tornar a profiss&amp;atilde;o mais atrativa, recuperar profissionais e garantir que todos os alunos t&amp;ecirc;m os professores de que precisam. A Escola P&amp;uacute;blica precisa de respostas e os professores tamb&amp;eacute;m, por isso, a Fenprof exige valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute;!&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/100/50/4/corredorsemalunos.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d1386f49/corredorsemalunos.jpg?v=639276223190016838"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 14 Oct 2026 23:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/falta-de-professores-2026-27</guid></item><item><title>CGTP — SPN na manifestação, no Porto (17/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/cgtp-manifestacao-no-porto-17-out-2026</link><description>&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/manifcgtp17102026_.jpg?v=639269923328563428"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;17 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os educadores e os professores marcaram forte presen&amp;ccedil;a nas manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se realizaram no dia 17 de outubro (Porto, Coimbra e Lisboa), dando express&amp;atilde;o a uma luta que &amp;eacute;, simultaneamente, pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e pela defesa dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, entre os quais a Escola P&amp;uacute;blica. Vencimento digno, melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e pens&amp;otilde;es justas s&amp;atilde;o insepar&amp;aacute;veis da exig&amp;ecirc;ncia de uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica capaz de responder &amp;agrave;s necessidades dos alunos e das popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Convocadas pela CGTP-IN, trabalhadores de todos os setores sa&amp;iacute;ram &amp;agrave; rua para afirmar o descontentamento perante o aumento do custo de vida, a perda de poder de compra e a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida e de trabalho.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-manifestacao-pelo-aumento-do-salario-cgtp-17-out-2026" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/manifporto171020262.jpeg?v=639278665239998232"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/manifporto171020266.jpeg?v=639278665241564785"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/manifporto171020265.jpg?v=639278665243291232"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-manifestacao-pelo-aumento-do-salario-cgtp-17-out-2026" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica da manifersta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-manifestacao-pelo-aumento-do-salario-cgtp-17-out-2026" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/manifporto171020261.jpg?v=639278665244985157"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/manifporto171020263.jpeg?v=639278665246295861"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/manifporto171020264.jpeg?v=639278665247628882"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Fotos de v&amp;aacute;rios autores&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-manifestacao-pelo-aumento-do-salario-cgtp-17-out-2026" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/contra-o-aumento-do-custo-de-vida-por-mais-salario-melhores-pensoes-e-servicos-publicos-de-qualidade#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver imagens da manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Lisboa&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/contra-o-aumento-do-custo-de-vida-por-mais-salario-melhores-pensoes-e-servicos-publicos-de-qualidade#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/img_9462.jpg?v=639280080997289115"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/img_8916.jpg?v=639280080998845464"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/img_9199.jpg?v=639280081000442754"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;06 de outubro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CGTP &amp;mdash; Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Porto (17/out)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O SPN participa na manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional &amp;ldquo;Mais sal&amp;aacute;rio, melhores pens&amp;otilde;es e servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos | Contra o aumento do custo de vida | Novo rumo para Portugal!&amp;rdquo; (CGTP), que se realizar&amp;aacute; descentralizada, no dia 17 de outubro, no Porto, em Lisboa e em Coimbra. No Porto, onde se concentram os trabalhadores dos distritos do Porto, Vila Real, Bragan&amp;ccedil;a, Viana do Castelo, Braga e Aveiro, a manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter&amp;aacute; in&amp;iacute;cio &amp;agrave;s 10h30, na Pra&amp;ccedil;a da Batalha, e t&amp;eacute;rmino na Pra&amp;ccedil;a D. Jo&amp;atilde;o I. O SPN apela, naturalmente, &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos &amp;agrave; divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num contexto de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o generalizada das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida &amp;mdash; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de baixos sal&amp;aacute;rios a par de um galopante aumento do pre&amp;ccedil;o dos bens alimentares, dos combust&amp;iacute;veis e da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash;, dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais do Estado, do ataque ao SNS, &amp;agrave; Escola P&amp;uacute;blica, &amp;agrave; Seguran&amp;ccedil;a Social, passando pelas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es descaradas de favorecimento dos grupos econ&amp;oacute;micos e promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aumento escandaloso dos seus lucros &amp;agrave; custa do empobrecimento da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 (OE/2027) tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o responde, at&amp;eacute; agrava, os problemas com que os trabalhadores e a generalidade da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o se deparam. No caso dos educadores, professores e investigadores, os problemas tamb&amp;eacute;m se materializam na desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, na precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contratos e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica com imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gest&amp;atilde;o autocr&amp;aacute;tica de escolas, universidades e outras institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino, implementadas atrav&amp;eacute;s de farsas negociais que temos vindo a denunciar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em sede de OE/2027, a dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o corresponde a cerca de 2,25% do PIB, valor muito inferior ao do referencial internacional de financiamento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que aponta para 6% do PIB, e que diminui pelo terceiro ano consecutivo. Mas n&amp;atilde;o tem de ser assim! &amp;Eacute; poss&amp;iacute;vel um novo rumo para Portugal, com uma pol&amp;iacute;tica que garanta os direitos, liberdades e garantias dos trabalhadores e do povo, inscritos na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/73000/0/20/7/Manifestação%20CGTP%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ba1fc4ec/Manifestação%20CGTP%20(cartaz).jpg?v=639269923331605607"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 07 Oct 2026 16:51:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/cgtp-manifestacao-no-porto-17-out-2026</guid></item></channel></rss>