<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>mec</title><link>https://www.spn.pt:443/Tag/mec</link><description>mec</description><item><title>FENPROF reuniu com Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-reuniu-com-ministro-da-ciencia-tecnologia-e-ensino-superior</link><description>&lt;p&gt;&lt;span&gt;Foi assim que M&amp;aacute;rio Nogueira sintetizou, em declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social &lt;em&gt;(foto J. Caria)&lt;/em&gt;, a reuni&amp;atilde;o realizada ao fim da manh&amp;atilde;(6/01/2016) no Pal&amp;aacute;cio das Laranjeiras, em Lisboa, com a presen&amp;ccedil;a do Ministro Manuel Heitor, da&amp;nbsp;Secret&amp;aacute;ria de Estado Fernanda Rollo&amp;nbsp;e de uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Al&amp;eacute;m do Secret&amp;aacute;rio Geral, M&amp;aacute;rio Nogueira, participaram neste primeiro encontro de trabalho: Jo&amp;atilde;o Cunha Serra, Presidente do Conselho Nacional da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; Carlos Silva (SPN),&amp;nbsp;&amp;nbsp;Ant&amp;oacute;nio Fernandes de Matos (SPRC),&amp;nbsp;Osvaldo Caldeira (SPGL) e&amp;nbsp;Joaquim Ramalho (SPZS).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;Agrave; sa&amp;iacute;da (13h40), em declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, M&amp;aacute;rio Nogueira referiu que a delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical levou a esta reuni&amp;atilde;o um conjunto de preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;acirc;mbito s&amp;oacute;cio-profissional dos docentes do ensino superior, relacionados com a necessidade de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e do combate ao desemprego e &amp;agrave; precariedade.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A FENPROF apontou a necessidade de alargamento do per&amp;iacute;odo transit&amp;oacute;rio para obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelos docentes, de doutoramento ou t&amp;iacute;tulo de especialista (com a reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos que, entretanto, foram afastados por se esgotar o per&amp;iacute;odo previsto apesar de, nele, nunca terem usufru&amp;iacute;do das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es legalmente estabelecidas); da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos docentes do ensino superior e investigadores da diretiva comunit&amp;aacute;ria sobre vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es; e da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos efeitos negativos da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita pela FCT aos centros de ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Nesta reuni&amp;atilde;o, a FENPROF tamb&amp;eacute;m colocou na mesa do debate a quest&amp;atilde;o do regime fundacional (ver pe&amp;ccedil;a sobre&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=70&amp;amp;doc=9888"&gt;Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Universidade do&amp;nbsp;Minho&lt;/a&gt;), pretendendo ainda iniciar o debate sobre a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de ensino superior que, para a FENPROF, dever&amp;aacute; ser unit&amp;aacute;rio, integrado e diversificado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;Calend&amp;aacute;rio negocial&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A FENPROF real&amp;ccedil;ou a necessidade um calend&amp;aacute;rio negocial, com vista a rever alguns dos quadros legais mais negativos que constrangem, tanto o desenvolvimento profissional de docentes e investigadores, como das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior e centros da ci&amp;ecirc;ncia, prevendo-se que at&amp;eacute; final do primeiro trimestre arranquem as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical denunciou as pol&amp;iacute;ticas e as ilegalidades cometidas no &amp;acirc;mbito da Ci&amp;ecirc;ncia pelo anterior governo. Em particular, a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o seu financiamento levantou um justificado coro de protestos pela discricionariedade e falta de idoneidade do processo, assim como pela desclassifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, avaliadas com &lt;em&gt;Bom&lt;/em&gt;, mas com financiamento residual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A FENPROF prop&amp;otilde;e que o processo seja revisto de modo a anular os seus efeitos negativos e garantir &amp;agrave;s unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o prejudicadas um financiamento digno para uma atividade que faz parte do conte&amp;uacute;do funcional dos docentes que as integram.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;1. Propostas da FENPROF relativas ao sistema do Ensino Superior e da Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;a) Autonomia e Regime Jur&amp;iacute;dico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;&amp;Agrave; autonomia, constitucionalmente consagrada, das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Ensino Superior P&amp;uacute;blico foram impostas nestes &amp;uacute;ltimos anos restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es que t&amp;ecirc;m constitu&amp;iacute;do um grande entrave &amp;agrave; sua gest&amp;atilde;o, prejudicando as miss&amp;otilde;es deste importante setor estrat&amp;eacute;gico para o desenvolvimento do pa&amp;iacute;s, sem vantagem para a &amp;ldquo;consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental&amp;rdquo;, tolhendo mesmo a sua capacidade para a angaria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receitas pr&amp;oacute;prias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;A FENPROF op&amp;otilde;e-se &amp;agrave; passagem do direito p&amp;uacute;blico para o direito privado, como forma de assegurar a flexibilidade de gest&amp;atilde;o indispens&amp;aacute;vel, por entender que o regime fundacional comporta graves riscos de afastamento do interesse p&amp;uacute;blico e por estar convicta de que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, sem o abandono do regime p&amp;uacute;blico, garantir condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que respeitem a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde que haja vontade pol&amp;iacute;tica para isso.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;A FENPROF rejeita, em particular, que as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es sejam submetidas &amp;agrave; tutela de membros nomeados pelos governos, com capacidade para sobreporem a sua vontade &amp;agrave;s decis&amp;otilde;es tomadas pelos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os acad&amp;eacute;micos. Recusa tamb&amp;eacute;m que estas funda&amp;ccedil;&amp;otilde;es possam criar carreiras docentes pr&amp;oacute;prias sem outras restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es que n&amp;atilde;o sejam as do cumprimento do C&amp;oacute;digo do Trabalho, que t&amp;ecirc;m provado ser insuficientes no caso das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ensino superior particular e cooperativo, e desvalorizadoras do estatuto profissional dos docentes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;Deste modo, a FENPROF defende que o Governo deve tomar as medidas necess&amp;aacute;rias para assegurar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma gest&amp;atilde;o capaz de corresponder &amp;agrave;s exig&amp;ecirc;ncias de uma eficaz e eficiente prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das miss&amp;otilde;es do ensino superior, no &amp;acirc;mbito do regime p&amp;uacute;blico, de modo a que sejam acess&amp;iacute;veis a todas as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, designadamente:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;i.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Garantir que n&amp;atilde;o se mant&amp;ecirc;m os irracionais entraves legais &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de despesas, no &amp;acirc;mbito de projetos, que, apenas depois de realizadas, podem ser reembolsadas por parte de entidades financiadoras nacionais, europeias, ou mesmo internacionais, como &amp;eacute; regra;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;ii.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Garantir que as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ensino superior constituem entidades volunt&amp;aacute;rias no &amp;acirc;mbito da central de compras do Estado, dado que a especificidade dos bens e servi&amp;ccedil;os a adquirir exige procedimentos incompat&amp;iacute;veis com os mais gerais conduzidos por aquela inst&amp;acirc;ncia;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;iii.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Isentar as Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Ensino Superior da obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consulta ao INA, sempre que pretendem admitir pessoal especializado, de modo a possibilitar-lhes escolherem, na base de um concurso p&amp;uacute;blico, quem considerem mais competente e apto, como &amp;eacute; mister em institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de topo como as Universidades e Polit&amp;eacute;cnicos;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;iv.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Flexibilizar as regras da &amp;ldquo;consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental&amp;rdquo;, permitindo, pelo menos, que os saldos transitados possam crescer de um ano para o seguinte, sem que isso signifique que o novo valor passe a ser o limite m&amp;iacute;nimo do saldo a transitar para o ano subsequente, possibilitando assim uma gest&amp;atilde;o mais racional dos recursos financeiros e adequada &amp;agrave;s necessidades;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;v.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Garantir que as receitas pr&amp;oacute;prias, no caso das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ensino superior, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o objeto de cativa&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;vi.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Permitir que a massa salarial possa subir de um ano para o outro, de modo a proceder &amp;agrave; renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos corpos docentes e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ainda que sejam fixados limites razo&amp;aacute;veis para o seu crescimento, mormente quando esse acr&amp;eacute;scimo seja satisfeito por receitas pr&amp;oacute;prias;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;vii.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Facilitar a gest&amp;atilde;o patrimonial, criando um regime que permita &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es alienar e onerar patrim&amp;oacute;nio sem necessidade de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Ministros das Finan&amp;ccedil;as e da tutela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div id="_mcePaste"&gt;&lt;span&gt;b) Arquitetura do Sistema do Ensino Superior&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;FENPROF tem propostas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;A delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical entregou ao ministro um &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_9901/Anexos/Propostas_da_FENPROF_MCTES__6_janeiro_2016.pdf"&gt;documento&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; com propostas relativas ao sistema do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia, com destaque para as mat&amp;eacute;rias da&amp;nbsp;autonomia e regime jur&amp;iacute;dico,&amp;nbsp;arquitetura do sistema do ensino superior, financiamento do ensino superior p&amp;uacute;blico,&amp;nbsp;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e financiamento das Unidades de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;No &amp;acirc;mbito das quest&amp;otilde;es profissionais, a FENPROF chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o&amp;nbsp;reconhecimento do m&amp;eacute;rito e renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos corpos docentes e o&amp;nbsp;combate &amp;agrave; precariedade e qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos corpos docentes do ensino superior particular e cooperativo, ensino superior polit&amp;eacute;cnico, ensino superior universit&amp;aacute;rio e investigadores.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Como sublinha a nota de imprensa entretanto divulgada pelo Secretariado Nacional da FENPROF, "nesta reuni&amp;atilde;o foram encontrados pontos de consenso, nomeadamente em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es de princ&amp;iacute;pio, sendo agora necess&amp;aacute;rio conhecer at&amp;eacute; onde ir&amp;aacute; o MCTES na sua concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o".&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;/ JPO&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 09 Jan 2016 09:22:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-reuniu-com-ministro-da-ciencia-tecnologia-e-ensino-superior</guid></item></channel></rss>