<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Abertura do ano letivo</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/abertura-do-ano-letivo</link><description>Abertura do ano letivo</description><item><title>AAL — Dois problemas que não podem ser confundidos</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aal-2026-problemas</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Governo falha no planeamento, desrespeita as regras e empurra a crise para dentro da sala de aula. No in&amp;iacute;cio deste ano letivo, h&amp;aacute; dois problemas particularmente graves que importa distinguir &amp;mdash; O primeiro &amp;eacute; a falta de professores&amp;nbsp;e o segundo problema &amp;eacute; o dos alunos que continuam sem escola.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;i) Falta de professores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;Deixa milhares de alunos sem docente e assume uma gravidade muito particular no 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico .&amp;nbsp;Quando uma turma tem apenas um professor, a aus&amp;ecirc;ncia desse docente n&amp;atilde;o significa a perda de uma entre v&amp;aacute;rias refer&amp;ecirc;ncias: significa, muitas vezes, que aquelas crian&amp;ccedil;as ficam sem o seu &amp;uacute;nico professor.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ii) Alunos que continuam sem escola&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;N&amp;atilde;o pode ser confundido com a falta de professores. Este problema atinge centenas de crian&amp;ccedil;as e jovens que chegaram ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem saber sequer qual seria a escola que ir&amp;atilde;o frequentar. Isto &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;video width="800" height="450" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" autoplay="autoplay" muted="" loop="loop" controls="controls"&gt;&lt;source src="https://www.spn.pt/Media/Default/Info/72000/700/40/4/GettyImages-1396800576.mp4" type="video/mp4"&gt;&lt;/source&gt;&lt;/video&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Como foi poss&amp;iacute;vel chegar a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma parte da resposta est&amp;aacute; na aus&amp;ecirc;ncia de um instrumento fundamental de planeamento e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o: as habituais reuni&amp;otilde;es de rede escolar com os agrupamentos de escolas, e escolas n&amp;atilde;o agrupadas que n&amp;atilde;o foram realizadas ap&amp;oacute;s o final do ano letivo anterior. Essas reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o eram uma formalidade burocr&amp;aacute;tica. Eram precisamente o momento em que a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa e as escolas podiam, no territ&amp;oacute;rio, confrontar as previs&amp;otilde;es de alunos com a capacidade existente, identificar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de falta de vagas, antecipar necessidades e procurar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes do in&amp;iacute;cio das aulas. Era nesse momento que os problemas podiam ser identificados e resolvidos atempadamente. A extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGEstE e a redistribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas compet&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o dispensavam a continuidade deste trabalho de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as escolas. Pelo contr&amp;aacute;rio, a reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os exigia particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mecanismos de planeamento da rede escolar, precisamente para evitar que a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa comprometesse a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o atempada das necessidades e a procura de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof alertou, ali&amp;aacute;s, diretamente o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) para esta quest&amp;atilde;o, durante uma reuni&amp;atilde;o realizada no &amp;acirc;mbito da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de concursos. Na ocasi&amp;atilde;o, o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considerou que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o constituiria um problema, remetendo para a AGSE a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pontuais que viessem a surgir. Ao n&amp;atilde;o assegurar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das habituais reuni&amp;otilde;es de rede escolar, o MECI prescindiu de um mecanismo de planeamento e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que permitia antecipar problemas. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o agora verificada evidencia as limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma resposta assente na resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior das dificuldades, quando o ano letivo j&amp;aacute; est&amp;aacute; a come&amp;ccedil;ar. E o resultado est&amp;aacute; &amp;agrave; vista: no in&amp;iacute;cio do ano letivo, centenas de alunos ainda se encontram sem escola. Esta n&amp;atilde;o &amp;eacute;, portanto, uma inevitabilidade; &amp;eacute; um problema que deveria ter sido antecipado. E &amp;eacute; precisamente isso que torna a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o particularmente grave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O MECI n&amp;atilde;o pode deixar de promover os mecanismos de planeamento da rede escolar, retirar capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos servi&amp;ccedil;os territorialmente pr&amp;oacute;ximos das escolas e, depois, apresentar os problemas que da&amp;iacute; resultam como se fossem acontecimentos imprevis&amp;iacute;veis. Os problemas da rede escolar n&amp;atilde;o aparecem no primeiro dia de aulas. S&amp;atilde;o conhecidos, previs&amp;iacute;veis e identific&amp;aacute;veis meses antes. &amp;Eacute; para isso que deve existir uma administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa com capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o no territ&amp;oacute;rio. Quando esses mecanismos s&amp;atilde;o abandonados, n&amp;atilde;o desaparecem as necessidades das crian&amp;ccedil;as e dos jovens. Desaparece, isso sim, a capacidade do Estado para as antecipar e resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Terceiro problema &amp;mdash; Acompanhamento dos alunos e a qualidade da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas esta dimens&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser escondida por detr&amp;aacute;s do problema, igualmente grave, da falta de professores. Uma coisa &amp;eacute; um aluno ter escola, mas n&amp;atilde;o ter professor. Outra, ainda mais grave, &amp;eacute; um aluno chegar ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem sequer ter escola atribu&amp;iacute;da. S&amp;atilde;o problemas diferentes, com causas e respostas diferentes. E ambos revelam uma mesma quest&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica: a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de planeamento e de resposta da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa. Em vez de refor&amp;ccedil;ar a capacidade da Escola P&amp;uacute;blica, contratar os professores necess&amp;aacute;rios, antecipar necessidades e encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de rede atempadamente, a resposta passa, em muitas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, por sobrelotar as turmas. Ou seja, um problema de planeamento e de falta de recursos origina um outro problema dentro da sala de aula. E esta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; pedagogicamente neutra. N&amp;atilde;o se trata de saber apenas quantos alunos cabem fisicamente numa sala. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio questionar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas em que um professor consegue ensinar e em que um aluno consegue aprender. Uma turma maior n&amp;atilde;o significa simplesmente mais umas cadeiras e mais mesas na sala, embora mesmo isso seja, tantas vezes, dif&amp;iacute;cil ou imposs&amp;iacute;vel garantir. Significa, tamb&amp;eacute;m, mais alunos para ensinar, ouvir, avaliar, acompanhar e apoiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa sublinhar que o aumento, ainda que excecional, da dimens&amp;atilde;o das turmas n&amp;atilde;o pode ser tratado como uma mera decis&amp;atilde;o administrativa discricion&amp;aacute;ria. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelece regras concretas para a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas e estabelece que a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a continuidade, a t&amp;iacute;tulo excecional, de turmas com n&amp;uacute;mero de alunos superior aos limites estabelecidos, carece de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho pedag&amp;oacute;gico, mediante an&amp;aacute;lise de proposta fundamentada do estabelecimento de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de ensino. Isto significa que, quando s&amp;atilde;o constitu&amp;iacute;das ou mantidas turmas acima dos limites legalmente estabelecidos, n&amp;atilde;o basta invocar a necessidade de acomodar alunos. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio cumprir os procedimentos e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas na lei. O MECI n&amp;atilde;o pode falhar no planeamento da rede escolar e na antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das necessidades e responder &amp;agrave;s falhas atrav&amp;eacute;s do aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas, como se os limites legalmente estabelecidos pudessem ser ultrapassados sem o cumprimento dos procedimentos exigidos e sem ter em conta as consequ&amp;ecirc;ncias pedag&amp;oacute;gicas e nas aprendizagens que o alargamento produz. Mais alunos numa turma significa mais trabalhos para corrigir, mais aprendizagens para monitorizar, mais dificuldades para identificar, mais alunos a solicitar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mais diversidade de ritmos e necessidades e, simultaneamente, menos tempo dispon&amp;iacute;vel para cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; precisamente que os alunos mais fr&amp;aacute;geis, com necessidades espec&amp;iacute;ficas de aprendizagem, com Portugu&amp;ecirc;s L&amp;iacute;ngua N&amp;atilde;o Materna, com dificuldades de aprendizagem, podem ficar mais prejudicados. Um aluno com facilidade de aprendizagem pode conseguir compensar em grande medida uma menor disponibilidade do professor. Mas um aluno com dificuldades de leitura, escrita ou c&amp;aacute;lculo precisa de mais acompanhamento, n&amp;atilde;o de menos. Precisa de explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o; precisa de repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o; precisa de&amp;nbsp;&lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt;, precisa que o professor consiga identificar rapidamente onde est&amp;aacute; o problema e intervir antes que uma dificuldade se transforme numa lacuna acumulada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A perda de capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o territorial da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa, a aus&amp;ecirc;ncia de mecanismos de planeamento, a falta de professores e o aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas fazem parte de um problema mais amplo: a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento da Escola P&amp;uacute;blica promovida pelas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas do governo. E uma Escola P&amp;uacute;blica permanentemente confrontada com falta de recursos, falta de professores, turmas sobrecarregadas e menor capacidade de acompanhamento &amp;eacute; uma Escola P&amp;uacute;blica progressivamente fragilizada.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/40/4/2557967.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/596ee523/2557967.jpg?v=639252718596721635"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:16:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aal-2026-problemas</guid></item><item><title>Docentes doentes não são responsáveis pela falta de docentes</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-doentes-nao-sao-responsaveis-pela-falta-de-docentes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As recentes declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao destacar a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, numa s&amp;oacute; semana, de &amp;ldquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo; e ao associar esse n&amp;uacute;mero &amp;agrave; necessidade de substituir outros tantos docentes, estabelecem uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Fenprof rejeita liminarmente &amp;mdash; a falta de professores nas escolas n&amp;atilde;o pode ser imputada aos docentes que se encontram doentes.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Fernando Alexandre, na semana passada foram recebidos &amp;ldquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo;, acrescentando que seriam &amp;ldquo;mais 2000 que ter&amp;atilde;o de ser substitu&amp;iacute;dos&amp;rdquo;. O n&amp;uacute;mero, apresentado isoladamente, pode impressionar, mas exige contextualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim, num universo de cerca de 150 mil docentes, igualmente referido pelo ministro, representa o equivalente a duas baixas m&amp;eacute;dicas em 150 trabalhadores, ou seja, aproximadamente 1,3%. No entanto, mais importante do que a dimens&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero &amp;eacute;, por&amp;eacute;m, perceber o que ele efetivamente representa. Quantos correspondem a novas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de incapacidade tempor&amp;aacute;ria para o trabalho iniciadas naquela semana e quantos respeitam &amp;agrave; prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a j&amp;aacute; existentes? Com efeito, a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incapacidade tempor&amp;aacute;ria implica a emiss&amp;atilde;o de um novo CIT, sem que da&amp;iacute; resulte uma nova aus&amp;ecirc;ncia ou uma nova necessidade de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sem esta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, associar os 2000 atestados recebidos naquela semana a 2000 novas necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o transmite uma ideia que os dados divulgados pelo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por si s&amp;oacute;, n&amp;atilde;o permitem sustentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Edulog confirma que professores n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o absentistas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o existe fundamento para alimentar a ideia de que os professores recorrem &amp;agrave; baixa m&amp;eacute;dica de forma anormal. Um estudo da Edulog, divulgado em 2024, sobre o absentismo docente, mostra que entre 30% e 40% dos professores nunca faltam e cerca de 50% fazem-no apenas ocasionalmente, concentrando-se 80% dos dias de aus&amp;ecirc;ncia em apenas 10% dos docentes, sobretudo entre os mais envelhecidos e com historial de doen&amp;ccedil;a continuada. Segundo a coordenadora do estudo, esta &amp;eacute; uma realidade semelhante &amp;agrave; de qualquer outra profiss&amp;atilde;o. H&amp;aacute;, ali&amp;aacute;s, um dado particularmente relevante perante as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es agora proferidas pelo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; mais de 80% das faltas analisadas no estudo s&amp;atilde;o de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior a 30 dias, predominando, entre as aus&amp;ecirc;ncias prolongadas, as que se situam entre 120 e 240 dias. Estamos, portanto, em grande medida, perante situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a prolongada. As necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o por doen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o constituem, por isso, um fen&amp;oacute;meno inesperado que surja subitamente no in&amp;iacute;cio de cada ano letivo. &amp;Eacute; uma realidade conhecida, previs&amp;iacute;vel e quantific&amp;aacute;vel, para a qual o sistema educativo tem de estar preparado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta realidade n&amp;atilde;o pode ser desligada do acentuado envelhecimento da profiss&amp;atilde;o nem da crescente sobrecarga a que os docentes t&amp;ecirc;m vindo a ser sujeitos. O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) reconheceu, em janeiro de 2026, que o recurso &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias constitui uma das medidas do plano +Aulas +Sucesso para reduzir o n&amp;uacute;mero de alunos sem aulas, anunciando que os pagamentos efetuados no m&amp;ecirc;s anterior abrangiam 30 467 professores. Mais recentemente, o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 175/2026, de 3 de setembro, manteve e atualizou os mecanismos de recurso ao servi&amp;ccedil;o docente extraordin&amp;aacute;rio e &amp;agrave; acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ao mesmo tempo que procura incentivar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es letivas de docentes que j&amp;aacute; re&amp;uacute;nem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A resposta &amp;agrave; falta de professores continua, assim, a assentar tamb&amp;eacute;m num esfor&amp;ccedil;o acrescido daqueles que permanecem no sistema. &amp;Eacute; particularmente contradit&amp;oacute;rio que se intensifique o trabalho e se procure prolongar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma classe profissional profundamente envelhecida e, simultaneamente, se apresentem as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a como explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para um problema que &amp;eacute; estrutural e h&amp;aacute; muito conhecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Professores adoecem, como adoecem os restantes trabalhadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o que deveria preocupar o MECI n&amp;atilde;o &amp;eacute; a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atestados m&amp;eacute;dicos por quem est&amp;aacute; doente, mas a garantia de que o sistema disp&amp;otilde;e dos docentes necess&amp;aacute;rios para substituir aqueles que, temporariamente, n&amp;atilde;o podem exercer fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Sobretudo, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os atestados apresentados numa determinada semana que explicam um problema que &amp;eacute; estrutural e que j&amp;aacute; existia. Os dados divulgados pela Fenprof mostram que, na semana de 7 a 11 de setembro, foram lan&amp;ccedil;ados em Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola 1453 hor&amp;aacute;rios, correspondentes a 25 488 horas, mais 6% e 7%, respetivamente, do que no per&amp;iacute;odo hom&amp;oacute;logo de 2025. A estimativa aponta para mais de 110 mil alunos sem todos os professores. E a press&amp;atilde;o sobre o sistema continuar&amp;aacute; a aumentar por raz&amp;otilde;es que nada t&amp;ecirc;m a ver com baixas m&amp;eacute;dicas. S&amp;oacute; nos meses de setembro e outubro aposentam-se 1102 docentes, que sair&amp;atilde;o definitivamente do sistema. &amp;Eacute;, portanto, necess&amp;aacute;rio inverter a discuss&amp;atilde;o. Se o envelhecimento da profiss&amp;atilde;o e as necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o conhecidos, estudados e previs&amp;iacute;veis h&amp;aacute; anos, a pergunta n&amp;atilde;o pode ser por que raz&amp;atilde;o existem professores de baixa. A pergunta que se imp&amp;otilde;e &amp;eacute; outra:&amp;nbsp;por que raz&amp;atilde;o continua o sistema educativo sem dispor de uma reserva de docentes capaz de assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que inevitavelmente devem ocorrer?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O problema da Escola P&amp;uacute;blica n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os professores que adoecem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema &amp;eacute; a falta estrutural de professores e a incapacidade, h&amp;aacute; muito identificada, de atrair e manter na profiss&amp;atilde;o docentes em n&amp;uacute;mero suficiente para responder &amp;agrave;s necessidades permanentes das escolas e tamb&amp;eacute;m para assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias que, num sistema com cerca de 150 mil docentes, inevitavelmente ocorrer&amp;atilde;o. Responsabilizar, ainda que implicitamente, os professores que se encontram doentes n&amp;atilde;o resolve um &amp;uacute;nico hor&amp;aacute;rio por preencher. Valorizar a profiss&amp;atilde;o, melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, reduzir a sobrecarga, rejuvenescer o corpo docente e criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que existam professores dispon&amp;iacute;veis onde s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios, sim.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/30/3/estetoscopio_amarelo.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6dac127/estetoscopio_amarelo.jpg?v=639251087245474941"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:38:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-doentes-nao-sao-responsaveis-pela-falta-de-docentes</guid></item><item><title>Na abertura do ano letivo... (15/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ano-escolar-abertura-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof, Francisco Gon&amp;ccedil;alves, esteve no canal NOW (15/set) para comentar os problemas que se t&amp;ecirc;m verificado neste regresso &amp;agrave;s aulas. Abordou o inqu&amp;eacute;rito da Inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral &amp;agrave;s escolas que recusaram matr&amp;iacute;culas de alunos, considerando que o processo &amp;ldquo;parece ser mais uma tentativa, enfim, de desviar as aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;; apontou falhas ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) decorrentes da extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estruturas como as delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es da DGEstE; e alertou para o problema de fundo da falta de professores no Pa&amp;iacute;s, classificando as contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es extraordin&amp;aacute;rias como &amp;ldquo;apenas remendos&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/3L51m4CLoY4"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Na abertura do ano letivo... (14/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A escolha da EB1/JI Monte Abra&amp;atilde;o (AE Ruy Belo, Queluz) para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confer&amp;ecirc;ncia de imprensa sobre a abertura do ano letivo, pretendeu denunciar o facto de ser uma escola do primeiro ciclo do ensino b&amp;aacute;sico onde o problema da falta de professores se coloca de forma muito preocupante e de o agrupamento ser dos mais afetados com este grave problema. Entende a Fenprof que &amp;eacute; nos locais concretos onde existem problemas concretos que estes t&amp;ecirc;m de ser resolvidos com respostas concretas, n&amp;atilde;o com an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias de que o exame da quarta classe vai regressar, de que ser&amp;aacute; feita uma fus&amp;atilde;o do 1.&amp;ordm; e 2.&amp;ordm; ciclos, de que os professores passar&amp;atilde;o a eleger diretamente o diretor e ter&amp;atilde;o um peso eleitoral superior a 50% dos votos, ou de que ser&amp;aacute; valorizado o Estatuto da Carreira Docente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/mtl4xS-RjGU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Os an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es a que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) habituou o pa&amp;iacute;s servem apenas para encobrir os problemas concretos com que as escolas, os alunos, os pais e encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os professores e os demais trabalhadores das escolas se confrontam no arranque deste ano letivo e para procurar transmitir a ideia de que o MECI n&amp;atilde;o s&amp;oacute; &amp;eacute; competente como trabalha afincadamente, numa opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tentativa de limpeza da imagem deixada pelos ca&amp;oacute;ticos exames de 2026. Contudo, a realidade das escolas n&amp;atilde;o se apaga com propaganda. Os problemas a&amp;iacute; est&amp;atilde;o e as respostas continuam a n&amp;atilde;o existir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Inqu&amp;eacute;rito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof aplicou, nas duas primeiras semanas de setembro, um inqu&amp;eacute;rito junto dos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas (AE/EnA), cujo &lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/Inquérito%20—%20Análise%20dos%20resultados%2014.09.2026.pdf" target="_blank"&gt;relat&amp;oacute;rio pode ser consultado em anexo&lt;/a&gt;. O inqu&amp;eacute;rito teve 240 respostas, correspondendo a 29,2% dos AE/EnA do continente. As respostas obtidas incidiram essencialmente sobre quatro tem&amp;aacute;ticas: a falta de professores, a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, a climatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os transportes escolares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As principais conclus&amp;otilde;es foram:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A falta de professores continua a produzir efeitos concretos no funcionamento das escolas, mas n&amp;atilde;o esgota os problemas identificados.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As dificuldades de recrutamento est&amp;atilde;o associadas n&amp;atilde;o apenas &amp;agrave; escassez de candidatos, mas tamb&amp;eacute;m &amp;agrave; falta de atratividade da carreira, a hor&amp;aacute;rios incompletos e/ou tempor&amp;aacute;rios, &amp;agrave;s substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;agrave; medicina do trabalho e aos custos da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A abertura do ano letivo 2026/2027 &amp;eacute; marcada por forte incerteza quanto ao recrutamento.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital enfrenta limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, quer em quantidade, quer na qualidade e estado dos equipamentos, quer, ainda, na falta de recursos humanos que a operem.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para enfrentar temperaturas extremas s&amp;atilde;o insuficientes numa parcela muito significativa das respostas.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Os transportes e as desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es constituem constrangimentos relevantes para parte das comunidades escolares.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As respostas abertas mostram que a capacidade de funcionamento das escolas depende, simultaneamente, de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais, materiais, infraestruturais, humanas e organizacionais.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Escolas sem professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O problema agravou-se e um ter&amp;ccedil;o dos diretores prev&amp;ecirc; dificuldades ao longo do ano letivo: mais a sul, desde o in&amp;iacute;cio do ano, e mais a norte, ao longo do ano, &amp;agrave; medida que forem sendo necess&amp;aacute;rias substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A norte, o corpo docente &amp;eacute; mais envelhecido, o que ter&amp;aacute; impacto nos n&amp;uacute;meros de aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nas baixas m&amp;eacute;dicas e nas redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da componente letiva por raz&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de, designadamente no &amp;acirc;mbito da medicina no trabalho. O dado novo deste ano letivo &amp;eacute; o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ar com n&amp;uacute;meros, procurando circunscrever o problema geograficamente e a um reduzido n&amp;uacute;mero de agrupamentos. Essa vers&amp;atilde;o n&amp;atilde;o tem correspond&amp;ecirc;ncia com a realidade. A Fenprof mant&amp;eacute;m o m&amp;eacute;todo de levantamento de dados que h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos vem realizando, recorrendo aos dados oficiais dispon&amp;iacute;veis: o n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios e horas lan&amp;ccedil;ados na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola &amp;mdash; nem mais, nem menos que o mecanismo acionado quando a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial e as reservas de recrutamento n&amp;atilde;o d&amp;atilde;o resposta aos hor&amp;aacute;rios existentes. Comparando a semana de 7 a 11 de setembro de 2026 com a semana de 8 a 12 de setembro de 2025, constata-se que o n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios lan&amp;ccedil;ados passou de 1372 para 1453 e o n&amp;uacute;mero de horas de 23806 para 25488, representando um crescimento de 6% e 7%, respetivamente. Significa isto que o problema se agravou e que a estimativa apontava para mais de 110 000 alunos sem todos os professores. O problema agravou-se significativamente no distrito de Lisboa: de 323 hor&amp;aacute;rios anuais e completos passou-se para 500. No 1.&amp;ordm; CEB, passou-se de 112 hor&amp;aacute;rios completos e anuais para 175. Os distritos mais afetados s&amp;atilde;o Lisboa, Set&amp;uacute;bal, Faro, Leiria e Porto, que ultrapassou Santar&amp;eacute;m.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Importa, neste contexto, analisar tamb&amp;eacute;m o universo de candidatos que permanece dispon&amp;iacute;vel nas reservas de recrutamento. Ap&amp;oacute;s a RR03, registam-se este ano 17 694 candidaturas, correspondentes a 12 951 candidatos, um n&amp;uacute;mero apenas ligeiramente superior aos 12 929 candidatos registados no mesmo momento do ano anterior. Por&amp;eacute;m, a leitura destes valores globais n&amp;atilde;o traduz a efetiva capacidade de resposta &amp;agrave;s necessidades das escolas. Mais de metade das candidaturas ainda dispon&amp;iacute;veis &amp;mdash; 9250, correspondentes a 52,3% do total &amp;mdash; concentra-se no GR 100 (Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar), com 4854 candidaturas, e nos dois grupos de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, que, em conjunto, somam 4396: 2135 no GR 260 e 2261 no GR 620. Particularmente reveladora &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do GR 110 (1.&amp;ordm; CEB) &amp;mdash; apesar de permanecerem dispon&amp;iacute;veis 2695 candidaturas ap&amp;oacute;s a RR03, s&amp;oacute; na semana de 7 a 11 de setembro foram lan&amp;ccedil;ados 285 hor&amp;aacute;rios em Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola. Este contraste demonstra que o n&amp;uacute;mero de candidaturas dispon&amp;iacute;veis, por si s&amp;oacute;, n&amp;atilde;o traduz a capacidade de resposta &amp;agrave;s necessidades concretas das escolas, designadamente tendo em conta a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica dos candidatos e dos hor&amp;aacute;rios por preencher. E n&amp;atilde;o adianta culpar os professores por n&amp;atilde;o estarem dispon&amp;iacute;veis para trabalhar longe de casa quando essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;, por for&amp;ccedil;a das baixas remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e elevados custos de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, materialmente insustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Importa, igualmente, ter presente que o universo professores de n&amp;atilde;o colocados na Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inicial, que fica dispon&amp;iacute;vel para as subsequentes reservas de recrutamento, &amp;eacute; este ano inferior ao registado no ano anterior &amp;mdash; 22 283 candidaturas, contra 23 734 em 2025/2026, e 16 771 candidatos, contra 16 816. Ainda que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de candidatos seja ligeira, estes dados confirmam que n&amp;atilde;o existe um refor&amp;ccedil;o da bolsa dispon&amp;iacute;vel para responder a necessidades que, como vimos, aumentaram face ao ano anterior. A esta realidade acresce a sa&amp;iacute;da, s&amp;oacute; nos meses de setembro e outubro, de 1 102 docentes por aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aumentando a press&amp;atilde;o sobre a capacidade de resposta do sistema ao longo do ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Alunos sem escola&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A decis&amp;atilde;o do MECI de n&amp;atilde;o realizar, no final do ano letivo anterior, as reuni&amp;otilde;es locais de defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rede escolar, fez com que o problema das matr&amp;iacute;culas, nos concelhos onde o parque escolar &amp;eacute; insuficiente face &amp;agrave; procura, chegasse ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem estar resolvido. Por exemplo, no concelho de Sintra, na semana passada, havia 744 alunos que ainda n&amp;atilde;o tinham escola &amp;mdash; 345 no 1.&amp;ordm; CEB, 122 no 2.&amp;ordm; CEB, 144 no 3.&amp;ordm; CEB, 6 em CEF e 127 no ES. Em Lisboa, de acordo com o jornal Expresso, ser&amp;atilde;o 550. Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; absolutamente inaceit&amp;aacute;vel e, &amp;agrave; semelhan&amp;ccedil;a do que se passou com os exames nacionais, pouco abonat&amp;oacute;ria do desempenho da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa e do minist&amp;eacute;rio que a tutela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apesar das proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es em torno do digital, cerca de 66% dos AE/EnA reportam que os equipamentos inform&amp;aacute;ticos s&amp;atilde;o insuficientes e obsoletos e que mais de um ter&amp;ccedil;o das salas de aula n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;e de quadro interativo, computadores ou rede de internet que permitam a pesquisa individual. Para um governo que tem, inclusive, um minist&amp;eacute;rio respons&amp;aacute;vel pela chamada reforma do Estado e pela transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, n&amp;atilde;o deixa de ser significativo que as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes nas escolas fiquem muito aqu&amp;eacute;m dos objetivos anunciados. N&amp;atilde;o fosse o recurso aos &lt;em&gt;kits&lt;/em&gt; individuais, aos computadores pessoais dos alunos e professores e ao trabalho extra dos docentes das TIC, muito do que, apesar de tudo, vai sendo feito seria, na pr&amp;aacute;tica, uma impossibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para enfrentar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es clim&amp;aacute;ticas adversas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sendo os fen&amp;oacute;menos clim&amp;aacute;ticos extremos uma realidade cada vez mais presente, a Fenprof questionou os AE/EnA sobre a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino para fazer face a epis&amp;oacute;dios dessa natureza. Segundo os respondentes, apenas 22% dizem estar preparados para situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de elevada precipita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 27% para per&amp;iacute;odos de muito calor e 40% para fen&amp;oacute;menos extremos de muito frio. No geral, 58% dos diretores dos agrupamentos e escolas n&amp;atilde;o agrupadas afirmam que o edificado n&amp;atilde;o est&amp;aacute; preparado para estes fen&amp;oacute;menos extremos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Transportes e desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apesar de 71% das respostas afirmarem a inexist&amp;ecirc;ncia de problemas, 21% referem que os hor&amp;aacute;rios dos transportes s&amp;atilde;o inadequados e 11% que a rede n&amp;atilde;o &amp;eacute; a adequada. 11% das respostas apontam para desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es superiores a 20km, 18% para longas dist&amp;acirc;ncias e 19% para o recurso a dois ou mais meios de transporte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino particular e cooperativo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O ensino particular e cooperativo (EPC) iniciou o novo ano letivo com a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mesmos problemas &amp;mdash; sobrecarga hor&amp;aacute;ria, remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es baixas, uma carreira demasiado longa (40 anos), entre outros. Perante esta realidade, e embora defenda que a primeira resposta do sistema educativo deve ser sempre a Escola P&amp;uacute;blica, a Fenprof mant&amp;eacute;m o seu compromisso na luta pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes do EPC, recorrendo quer &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, quer &amp;agrave; a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical. Com a conclus&amp;atilde;o recente da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da revis&amp;atilde;o do Contrato Coletivo de Trabalho com a Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CNEF), perdeu-se, mais uma vez, a oportunidade de valorizar os docentes do EPC e atenuar as desigualdades face ao ensino p&amp;uacute;blico. Mesmo com um significativo financiamento estatal anunciado pelo governo para uma grande parte do setor, nomeadamente no ensino profissional e no ensino art&amp;iacute;stico especializado, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es patronais do ensino privado mant&amp;ecirc;m-se intransigentes e oferecem &lt;em&gt;migalhas&lt;/em&gt; para a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes. Num momento em que a perda do poder de compra &amp;eacute; cada vez maior e o problema da falta de educadores e professores se vai agravando, quando as entidades patronais acordarem para a realidade, poder&amp;aacute; ser tarde e a&amp;iacute; nem o &lt;em&gt;p&amp;atilde;o&lt;/em&gt; ser&amp;aacute; suficiente para reter os atuais docentes ou atrair novos profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;No setor social (IPSS e miseric&amp;oacute;rdias), a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; semelhante. O governo anuncia, todos os anos, milh&amp;otilde;es em verbas para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que pouco ou nada se refletem ao n&amp;iacute;vel da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. Da&amp;iacute; as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e os vencimentos deste setor serem o principal problema para educadores e professores que nele trabalham. Salienta-se, ainda, a injusti&amp;ccedil;a que perdura h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos relativamente aos educadores de inf&amp;acirc;ncia em creche que, tanto nas IPSS como nas miseric&amp;oacute;rdias, continuam impedidos de progredir at&amp;eacute; ao topo das suas carreiras, dado o falso argumento utilizado pela CNIS e pela UMP de que n&amp;atilde;o prestam servi&amp;ccedil;o docente, algo que o pr&amp;oacute;prio MECI contraria quando reconhece o tempo de servi&amp;ccedil;o destes colegas e, mais recentemente, refor&amp;ccedil;a essa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao assumir a tutela desta val&amp;ecirc;ncia.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino superior e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Tamb&amp;eacute;m no ensino superior, o ano letivo inicia-se com problemas estruturais que continuam por resolver e, em alguns casos, se t&amp;ecirc;m agravado. Desde logo, continua a aumentar a precariedade laboral entre os docentes. Segundo os dados oficiais da DGEEC, relativos a 2023/2024, os docentes convidados representavam 43% dos docentes do ensino universit&amp;aacute;rio p&amp;uacute;blico e 56% dos docentes do ensino polit&amp;eacute;cnico p&amp;uacute;blico. E a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; particularmente preocupante &amp;mdash; em algumas categorias, o n&amp;uacute;mero de convidados aumentou mais de 50% desde 2016/2017, chegando quase a duplicar entre os professores adjuntos convidados do polit&amp;eacute;cnico. O recurso &amp;agrave; figura do docente convidado, que deveria responder a necessidades espec&amp;iacute;ficas das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tornou-se uma forma de assegurar necessidades permanentes sem abrir lugares de carreira. A esta precariedade juntam-se pr&amp;aacute;ticas contratuais que em nada valorizam o trabalho dos docentes: contratos de 10 ou 11 meses para assegurar um ano letivo, de 4 ou 5 meses para um semestre, interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos v&amp;iacute;nculos, percentagens de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o correspondem ao trabalho efetivamente exigido ou o n&amp;atilde;o pagamento de direitos quando devidos. Somam-se ainda a sobrecarga de trabalho e, em algumas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das horas de contacto e de acompanhamento dos estudantes, apresentada como inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica, mas que permite aumentar o servi&amp;ccedil;o distribu&amp;iacute;do a cada docente e reduzir necessidades de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tudo isto acontece num contexto em que docentes e investigadores perderam perto de 30% do poder de compra nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas e em que os vencimentos baixos come&amp;ccedil;am a comprometer a atratividade das carreiras, havendo respons&amp;aacute;veis da pr&amp;oacute;pria Universidade de Lisboa a alertar para as dificuldades de atrair e fixar investigadores face &amp;agrave; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es praticadas e o custo de vida. Num momento de profunda transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, designadamente pela crescente utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial, ser&amp;aacute; dif&amp;iacute;cil exigir mais inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, disponibilidade e qualidade a docentes cada vez mais sobrecarregados e desvalorizados, e ser&amp;aacute; igualmente dif&amp;iacute;cil renovar o sistema, atraindo e mantendo os profissionais mais qualificados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Na Ci&amp;ecirc;ncia, investigadores e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es continuam sujeitos a uma falta de previsibilidade que se arrasta h&amp;aacute; anos e se agravou no &amp;uacute;ltimo. O concurso de Projetos de I&amp;amp;D em Todos os Dom&amp;iacute;nios Cient&amp;iacute;ficos 2023, encerrado em mar&amp;ccedil;o de 2024, s&amp;oacute; teve resultados finais em outubro de 2025; o concurso seguinte, designado 2025, recebeu mais de 4700 candidaturas e encerrou em mar&amp;ccedil;o deste ano, mas chega ao novo ano letivo ainda sem resultados. No emprego cient&amp;iacute;fico, a primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do FCT-Tenure, lan&amp;ccedil;ada no final de 2023, deveria estar conclu&amp;iacute;da, mas continuam a decorrer procedimentos de recrutamento, enquanto a segunda edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, inicialmente prevista para 2025, continua por lan&amp;ccedil;ar e o programa Alian&amp;ccedil;a Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; continuidade. Tamb&amp;eacute;m os Laborat&amp;oacute;rios Colaborativos chegaram ao fim do financiamento-base da Miss&amp;atilde;o Interface sem estar assegurado um modelo nacional est&amp;aacute;vel que lhe d&amp;ecirc; continuidade. A tudo isto acrescentou-se a decis&amp;atilde;o de extinguir a FCT e criar a AI&amp;sup2;, anunciada sem uma pr&amp;eacute;via discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica alargada e que gerou forte contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na comunidade cient&amp;iacute;fica. Mais de um ano depois, a AI&amp;sup2; tem administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua por concluir, a FCT mant&amp;eacute;m-se em funcionamento at&amp;eacute; ao final de 2026 e continua por conhecer o contrato-programa que dever&amp;aacute; definir as prioridades, os instrumentos e o financiamento plurianual da nova ag&amp;ecirc;ncia. Para investigadores prec&amp;aacute;rios e para equipas cujos projetos chegam ao fim, tudo isto significa continuar sem saber quando chegar&amp;aacute; o pr&amp;oacute;ximo financiamento e se ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel manter contratos, equipas e linhas de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ao mesmo tempo, o governo continua a promover profundas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es no ensino superior e na ci&amp;ecirc;ncia sem uma discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, transparente e participada &amp;agrave; altura da sua import&amp;acirc;ncia. Foi assim com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AI&amp;sup2;, nos processos de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos polit&amp;eacute;cnicos do Porto e de Leiria em institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es universit&amp;aacute;rias e voltou a acontecer com altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es estruturantes como os novos regimes jur&amp;iacute;dicos dos Graus Acad&amp;eacute;micos e Diplomas do Ensino Superior e do Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aprovados ainda na passada semana. S&amp;atilde;o processos que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m assegurado o necess&amp;aacute;rio envolvimento da comunidade acad&amp;eacute;mica e cient&amp;iacute;fica nem, nas mat&amp;eacute;rias em que se imp&amp;otilde;e, respeitado devidamente os direitos de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, consulta e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, avan&amp;ccedil;ando apesar das fortes reservas e, em alguns casos, da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entidades t&amp;atilde;o diversas como o Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o CRUP, o CCISP, a APESP e as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais. Reformas desta dimens&amp;atilde;o fazem-se envolvendo quem conhece, trabalha e dirige o sistema e levando seriamente em conta os seus contributos. O que este Governo tem feito sozinho aproxima-se mais do desmantelamento do sistema de Ensino Superior e Ci&amp;ecirc;ncia do que de uma verdadeira reforma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Por &amp;uacute;ltimo, refer&amp;ecirc;ncia ao comportamento do MECI no que se refere &amp;agrave;&amp;nbsp;negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma benesse concedida aos representantes dos trabalhadores. &amp;Eacute; uma obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional, um direito dos trabalhadores e um mecanismo fundamental do contrato social vigente numa sociedade democr&amp;aacute;tica. Isso obriga, particularmente, os governos a um comportamento exemplar, s&amp;eacute;rio e respeitador das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas dos trabalhadores. O que se tem passado ao longo dos dois anos de relacionamento institucional est&amp;aacute; longe de o cumprir &amp;mdash; a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ECD que o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o proclama, em carta aos professores, como instrumento de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas que adia quest&amp;otilde;es urgentes, e que, naquilo que introduz, funcionariza a profiss&amp;atilde;o, elimina direitos, agrava a precariedade e aumenta a instabilidade dos docentes vinculados longe da sua resid&amp;ecirc;ncia; a desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas as propostas substantivas apresentadas ap&amp;oacute;s sufr&amp;aacute;gio de milhares de professores; um minist&amp;eacute;rio que se comporta como juiz e parte na gest&amp;atilde;o de todo o processo. Para a Fenprof, mais do que an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio &amp;eacute; avan&amp;ccedil;ar com medidas efetivas para resolver os problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Repto ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e iniciativas de luta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na&amp;nbsp;confer&amp;ecirc;ncia de imprensa, a Fenprof lan&amp;ccedil;ou um repto ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;&amp;mdash; Se quer valorizar o ECD, vamos a isso. Tem nas propostas da FENPROF uma boa base de trabalho.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer reduzir a componente letiva dos docentes da monodoc&amp;ecirc;ncia, n&amp;atilde;o precisa de esperar por um projeto piloto da fus&amp;atilde;o de ciclos. Pode faz&amp;ecirc;-lo j&amp;aacute;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer democratizar a gest&amp;atilde;o escolar, n&amp;atilde;o basta alargar o col&amp;eacute;gio de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do diretor. &amp;Eacute; preciso refor&amp;ccedil;ar a colegialidade dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o, garantir a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos coordenadores de departamento pelos pares e refor&amp;ccedil;ar os poderes do conselho pedag&amp;oacute;gico.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;-&amp;mdash; Se quer reformar o Ensino Superior e a Ci&amp;ecirc;ncia, assegure processos transparentes e participados, ouvindo efetivamente quem conhece e trabalha no sistema, e garanta &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es os recursos necess&amp;aacute;rios para concretizar essas mudan&amp;ccedil;as com qualidade, no respeito e na dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem nelas trabalha.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer diminuir o fosso no desempenho escolar entre os alunos economicamente mais desfavorecidos e os mais favorecidos, que o PISA e outros indicadores evidenciam, dote a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva dos recursos suficientes e disponibilize aos estudantes do ensino superior os apoios de que necessitam.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer mesmo resolver o problema da falta de professores, valorize o ECD, eliminando a precariedade e a instabilidade, melhorando os sal&amp;aacute;rios, os hor&amp;aacute;rios, as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e a carreira&amp;rdquo;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E ficou a garantia de que, para isso, pode contar com a Fenprof e com os professores. Para n&amp;atilde;o resolver os problemas e fazer precisamente o contr&amp;aacute;rio, continuar&amp;aacute; a ter oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e luta:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;&amp;mdash; Estaremos na rua no Dia Mundial do Professor, a 5 de outubro, e nas manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da CGTP-IN de 17 de outubro em Lisboa, Porto e Coimbra.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Iniciaremos hoje mesmo (14/set) a &lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/greve-ao-sobretrabalho-2026" target="_blank"&gt;greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Iremos at&amp;eacute; &amp;agrave;s &amp;uacute;ltimas consequ&amp;ecirc;ncias no apuramento das responsabilidades e na exig&amp;ecirc;ncia do cumprimento da lei no que se refere ao pagamento do trabalho suplementar realizado nos exames nacionais de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Participaremos nas lutas da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e da CGTP-IN, exigindo um Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 que responda aos problemas do pa&amp;iacute;s e dos trabalhadores e na defesa de uma Seguran&amp;ccedil;a Social p&amp;uacute;blica e solid&amp;aacute;ria, ao servi&amp;ccedil;o de quem trabalha e n&amp;atilde;o ao servi&amp;ccedil;o dos interesses do setor financeiro e da especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Convocaremos todas as formas de luta que se revelem necess&amp;aacute;rias para que o ano letivo 2026/2027 seja, de facto, um ano de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas&amp;rdquo;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em suma&amp;hellip;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As medidas implementadas pelo governo para responder &amp;agrave; falta de professores n&amp;atilde;o passam de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es paliativas que, longe de resolverem o problema dos milhares de alunos que continuam sem aulas e sem professor, agravam a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino-aprendizagem e de trabalho nas escolas. S&amp;atilde;o medidas que retiram direitos aos alunos e aos professores &amp;mdash; n&amp;atilde;o respeitam as redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da componente letiva por idade e tempo de servi&amp;ccedil;o, permitem ultrapassar os limites do n&amp;uacute;mero de alunos por turma, deixam alunos sem os apoios de que necessitam e sobrecarregam os docentes com horas extraordin&amp;aacute;rias. Em vez de atacarem as causas da falta de professores, estas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es procuram apenas gerir a escassez, &amp;agrave; custa da qualidade da Escola P&amp;uacute;blica, dos direitos dos alunos e do desgaste ainda maior dos educadores e professores. S&amp;atilde;o, por isso, exatamente o oposto de uma verdadeira solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os problemas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-1.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-1.jpeg?v=639250215189893147"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-8.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-8.jpeg?v=639250215190835880"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-6.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-6.jpeg?v=639250215191963457"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Desfasamento entre o discurso e a realidade das escolas (14/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O in&amp;iacute;cio de mais um ano letivo est&amp;aacute; a ser marcado por&amp;nbsp;m&amp;uacute;ltiplos problemas que afetam as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos docentes, o funcionamento das escolas e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de aprendizagem dos alunos, conforme comprovam os resultados de um inqu&amp;eacute;rito realizado junto das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas.&amp;nbsp;Perante esta realidade, a Fenprof realizar&amp;aacute; uma Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa (CI), onde denunciar&amp;aacute; o desfasamento entre o discurso do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) &amp;nbsp;e a realidade das escolas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa da Fenprof&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;14/set (segunda-feira)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt; |&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; 11h30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;EB1/ JI Monte Abra&amp;atilde;o (AE Ruy Belo, em Queluz)&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;Entre os problemas que continuam por resolver encontram-se a&amp;nbsp;falta de professores, as dificuldades na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preenchimento de hor&amp;aacute;rios, a sobrecarga e desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho docente e a persist&amp;ecirc;ncia de m&amp;uacute;ltiplos constrangimentos materiais e pedag&amp;oacute;gicos que condicionam o funcionamento das escolas e o processo de ensino e aprendizagem. A estes problemas juntam-se as consequ&amp;ecirc;ncias das&amp;nbsp;op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas desastrosas tomadas pelo MECI, relativamente aos exames nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio, que provocaram problemas e injusti&amp;ccedil;as que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem vindo a denunciar e que continuam sem resposta adequada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No plano das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais e da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, ser&amp;aacute; denunciada a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MECI, marcada pelo&amp;nbsp;desrespeito pelo quadro legal, pela desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais e pela recusa em negociar propostas fundamentadas apresentadas pelos sindicatos. Em diversos processos, o MECI/governo tem optado por impor decis&amp;otilde;es tomadas &amp;agrave; margem da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, numa atitude que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera incompat&amp;iacute;vel com o respeito pelos princ&amp;iacute;pios da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e da democracia laboral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No terreno, permanecem igualmente problemas relacionados com as&amp;nbsp;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es f&amp;iacute;sicas e materiais das escolas, equipamentos inform&amp;aacute;ticos obsoletos ou avariados, redes de internet deficientes, falta de assist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica e edif&amp;iacute;cios que continuam sem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es adequadas para responder &amp;agrave;s necessidades de alunos e trabalhadores. A estes acrescem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sobrecarga de trabalho docente, excesso de burocracia e falta de recursos de apoio ao processo educativo, o que leva a Fenprof a considerar que este conjunto de problemas se traduz num caldo de incapacidade, incompet&amp;ecirc;ncia e irresponsabilidade e evidencia uma&amp;nbsp;incapacidade persistente do MECI para responder aos problemas concretos das escolas, agravada por decis&amp;otilde;es erradas, atrasos, falta de planeamento e uma preocupante dist&amp;acirc;ncia entre os an&amp;uacute;ncios pol&amp;iacute;ticos e a sua concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CI ser&amp;aacute; palco, tamb&amp;eacute;m, para a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos&amp;nbsp;resultados de um question&amp;aacute;rio realizado junto de centenas de agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas, atrav&amp;eacute;s das respetivas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es, permitindo conhecer, com base em informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o recolhida diretamente nas escolas, as principais dificuldades que marcam o arranque do ano letivo 2026/2027. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dar&amp;aacute;, assim, a conhecer&amp;nbsp;a realidade das escolas para l&amp;aacute; dos an&amp;uacute;ncios de Fernando Alexandre, identificando problemas concretos, responsabilidades e medidas que continuam por tomar.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ano escolar com velhos problemas e novas amea&amp;ccedil;as (01/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O novo ano escolar arranca marcado por problemas que o governo continua sem resolver: falta de professores, aumento do n&amp;uacute;mero de aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sobrecarga e precariedade docentes, degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento das escolas e insufici&amp;ecirc;ncia de equipamentos e recursos. A Fenprof alertou que o recurso crescente ao trabalho extraordin&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o pode ser apresentado como resposta estrutural &amp;agrave; falta de professores e defende medidas efetivas para tornar a profiss&amp;atilde;o mais atrativa, est&amp;aacute;vel e valorizada.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/bqrrNh-tMQ0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/Declaração%20de%20abertura%20do%20ano%20letivo%20(01-09-2026).pdf" target="_blank"&gt;declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada&lt;/a&gt;, em confer&amp;ecirc;ncia de imprensa (1/set), a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o denuncia o processo negocial referente &amp;agrave; revis&amp;atilde;o doEstatuto da Carreira Docente, quer na forma, quer no conte&amp;uacute;do das propostas do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) que agravam a instabilidade e a desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o. A cr&amp;iacute;tica estende-se &amp;agrave; altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do modelo de gest&amp;atilde;o escolar, defendendo uma escola p&amp;uacute;blica democr&amp;aacute;tica e participada, e manifesta forte preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a revis&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva, prevista para entrar em vigor a meio do ano letivo, sem os recursos e regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre os exames nacionais, a Fenprof considera inaceit&amp;aacute;vel qualquer tentativa de branqueamento do caos registado e rejeita que os professores sejam responsabilizados pelas falhas das plataformas e pelas decis&amp;otilde;es da tutela. Exige o pagamento do trabalho suplementar realizado e o ressarcimento dos docentes cujas f&amp;eacute;rias foram interrompidas, contestando a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um euro por item atribu&amp;iacute;da aos professores classificadores. E denuncia, ainda, o agravamento da precariedade no Ensino Superior associado &amp;agrave; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de polit&amp;eacute;cnicos em universidades. Por &amp;uacute;ltimo ficou a certeza da rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualquer reforma da Seguran&amp;ccedil;a Social que ponha em causa direitos sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Fenprof, estes problemas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o fatalidades, mas resultado de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas. Por isso, reafirma o compromisso de lutar pela Escola P&amp;uacute;blica, por uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade e por uma profiss&amp;atilde;o docente valorizada, est&amp;aacute;vel e dignificada.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/2026_09_01-abertura-ano-escolar-4.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/2026_09_01-abertura-ano-escolar-4.jpeg?v=639238910842825382"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/2026_09_01-abertura-ano-escolar-5.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/2026_09_01-abertura-ano-escolar-5.jpeg?v=639238910843731627"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/2026_09_01-abertura-ano-escolar-1.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/2026_09_01-abertura-ano-escolar-1.jpeg?v=639238910845226874"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 19:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ano-escolar-abertura-2026</guid></item><item><title>Plenário online de educadores e professores (15/set/2025)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/plenario-de-educadores-e-professores-online-15-set</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de setembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O ano letivo inicia num contexto marcado por medidas governamentais que podem afetar profundamente a profiss&amp;atilde;o docente, a Escola P&amp;uacute;blica e o direito &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o consagrado na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa. Mais do que nunca, &amp;eacute; essencial a uni&amp;atilde;o e a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Plen&amp;aacute;rio de educadores e professores (online)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://tinyurl.com/plenarioonline" target="_blank"&gt;&amp;ldquo;As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abertura do ano letivo 2025/26&amp;rdquo;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://tinyurl.com/plenarioonline" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt; Liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o para participar &lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&amp;mdash;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;15/set&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;|&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;17h30&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No plen&amp;aacute;rio ser&amp;atilde;o analisadas e debatidas quest&amp;otilde;es como:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;as medidas do governo para este ano letivo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a revis&amp;atilde;o das leis laborais;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;os riscos que amea&amp;ccedil;am a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica e a Lei de Bases do Sistema Educativo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente e a necess&amp;aacute;ria revis&amp;atilde;o do ECD;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;hor&amp;aacute;rios e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a reforma do Estado e os seus efeitos na Escola P&amp;uacute;blica e nos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O plen&amp;aacute;rio ser&amp;aacute; um&amp;nbsp;momento de esclarecimento, reflex&amp;atilde;o e a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. A participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada docente far&amp;aacute; a diferen&amp;ccedil;a na constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da resposta firma necess&amp;aacute;ria &amp;agrave; defesa da profiss&amp;atilde;o, da Escola P&amp;uacute;blica e dos direitos de alunos e fam&amp;iacute;lias. &amp;Eacute; tempo de os educadores e professores afirmarem a sua determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de mostrarem que est&amp;atilde;o de p&amp;eacute;, prontos a defender os seus direitos e a Escola P&amp;uacute;blica democr&amp;aacute;tica, inclusiva e de qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Nota: a falta ao servi&amp;ccedil;o est&amp;aacute; justificada ao abrigo da Lei Sindical.&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/400/70/6/plenarioonline15092025_cartaz.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/232a3485/plenarioonline15092025_cartaz.jpg?v=638931208704924870"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 10 Sep 2025 16:06:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/plenario-de-educadores-e-professores-online-15-set</guid></item><item><title>SPN na abertura do ano letivo (15/set/2025)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ano-letivo-2025-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Assinalando o in&amp;iacute;cio do ano letivo, no dia 15 de setembro, o Sindicato dos Professores do Norte (SPN)&amp;nbsp;esteve junto &amp;agrave; Escola Secund&amp;aacute;ria Rodrigues de Freitas (7h45), no Porto. Marcaram presen&amp;ccedil;a Jos&amp;eacute; Manuel Costa (SPN), Filipe Pereira (USP) e Lurdes Ribeiro (STFPSN), numa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta que sinalizou a abertura do ano letivo e que serviu, tamb&amp;eacute;m, para sensibilizar&amp;nbsp;os professores para a Jornada Nacional de Luta Contra o Pacote Laboral, a&amp;nbsp;acontecer&amp;nbsp;no&amp;nbsp;dia 20 de setembro, com manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;no Porto e em&amp;nbsp;Lisboa.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/F3ch02AG_7Y"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Jos&amp;eacute; Manuel Costa, coordenador do SPN, em entrevista &amp;agrave; CNN (15/set)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN associou-se, assim, &amp;agrave; campanha nacional de esclarecimento e mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;dos trabalhadores, levada a cabo pela CGTP-IN,&amp;nbsp;contra&amp;nbsp;o&amp;nbsp;anteprojeto de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral, que o SPN considera gravoso para todos os trabalhadores e preocupante para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois o seu&amp;nbsp;impacto espec&amp;iacute;fico&amp;nbsp;sobre o trabalho nas escolas&amp;nbsp;ser&amp;aacute;&amp;nbsp;perturbador no arranque do ano letivo, quer para docentes, quer para a&amp;nbsp;comunidade educativa no seu conjunto.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A par desta inquieta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou dela decorrentes,&amp;nbsp;s&amp;atilde;o, ainda, motivo de preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;a eventual revis&amp;atilde;o do direito &amp;agrave; greve no quadro deste pacote laboral, a reforma do Estado&amp;nbsp;e as&amp;nbsp;suas repercuss&amp;otilde;es no Minist&amp;eacute;rio de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o,&amp;nbsp;Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a crescente falta de educadores e professores, bem como o agravamento das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;table width="660" height="34" style="height: 34px; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="400" height="225" src="//www.youtube.com/embed/sV2w5w4GskA"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="400" height="225" src="//www.youtube.com/embed/Bq7WW0sQOW0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Filipe Pereira (USP / CGTP-IN)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Lurdes Ribeiro (STFPSN)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(01).JPG" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(01).JPG?v=638935885828135305"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(02).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(02).JPG?v=638935885829341550"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(12).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(12).JPG?v=638935885831690515"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(09).JPG" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(09).JPG?v=638935885833252279"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(03).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(03).JPG?v=638935885834841415"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(06).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(06).JPG?v=638935885836279877"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(08).JPG" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(08).JPG?v=638935891517897465"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(15).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(15).JPG?v=638935891519497999"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(04).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(04).JPG?v=638935891521262799"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(11).JPG" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(11).JPG?v=638935885837913778"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(10).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(10).JPG?v=638935885839538530"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(05).JPG" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(05).JPG?v=638935885841959253"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(13).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(13).jpg?v=638935885843841391"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/67000/200/20/5/Acao15set%20(14).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/Acao15set%20(14).jpg?v=638935885845583776"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;12 de setembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Ano letivo come&amp;ccedil;a com maior falta de professores (12/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof promoveu uma confer&amp;ecirc;ncia de imprensa (12/set) sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abertura do ano letivo, para apresentar o resultado do inqu&amp;eacute;rito promovido pela Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto das escolas, que confirma que o ano letivo inicia com maior falta de professores do que no ano letivo anterior. O inqu&amp;eacute;rito revela, igualmente, outros problemas, como a idade avan&amp;ccedil;ada dos docentes, o incumprimento dos r&amp;aacute;cios de pessoal n&amp;atilde;o docente, irregularidades e sobrecarga nos hor&amp;aacute;rios de trabalho, excesso de burocracia, escolas sobrelotadas, falta de equipamento e m&amp;aacute;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es f&amp;iacute;sicas do edificado, entre outros.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/nHnwGByqipw"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de setembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Jos&amp;eacute; Feliciano Costa no "Bom dia Portugal" (RTP)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Jos&amp;eacute; Feliciano Costa, secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof, esteve na RTP (11/set), onde analisou as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abertura do ano letivo 2025/2026 que se inicia com mais professores em falta nas escolas, ao contr&amp;aacute;rio do que afirma Fernando Alexandre, ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/8RzH8yz3ORI"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de setembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa sobre o in&amp;iacute;cio do ano letivo (12/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ano letivo inicia com menos professores, mais hor&amp;aacute;rios por preencher e uma reforma do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) que, em vez de responder aos problemas da Escola P&amp;uacute;blica, a fragiliza e desmantela.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia&amp;nbsp;de&amp;nbsp;imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;Sede da Fenprof&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="color: #ff0000;"&gt;|&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="color: #0000ff;"&gt;12/set&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;span style="color: #ff0000;"&gt;|&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &amp;nbsp;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;11 horas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A confer&amp;ecirc;ncia de imprensa tem como objetivo dar conta dos problemas que marcar&amp;atilde;o o arranque do ano letivo 2025/2026 e a aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que deles faz a Fenprof, com especial incid&amp;ecirc;ncia nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento das escolas e dos jardins-de-inf&amp;acirc;ncia, no agravamento da falta de professores profissionalizados, no cont&amp;iacute;nuo adiamento da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente e na designada&amp;nbsp;reforma do MECI e dos seus efeitos na Escola P&amp;uacute;blica e nos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/ciabertura2025_c.jpg?v=638931224153895714"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de setembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;2025/2026 &amp;mdash; Fenprof sa&amp;uacute;da todos os docentes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na abertura do ano escolar 2025/2026, a Fenprof d&amp;aacute; as boas-vindas a todos os docentes que regressam &amp;agrave;s escolas e lembra que, neste ano letivo, permanecem muitos dos problemas que continuam por resolver, designadamente os abusos nos hor&amp;aacute;rios de trabalho e a falta de professores.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="margin-left: auto; margin-right: auto;" width="895" height="368"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="90%" height="300" src="//www.youtube.com/embed/CttvVQN7RXg"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;iframe width="90%" height="300" src="//www.youtube.com/embed/1pngNncC6bk"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="text-align: center; vertical-align: top;"&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Francisco Gon&amp;ccedil;alves (secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center; vertical-align: top;"&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Jos&amp;eacute; Feliciano Costa (secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;04 de setembro de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Desinvestimento na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A falta de professores volta a ser uma grande preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof, na contagem decrescente para o arranque do ano letivo. Segundo Jos&amp;eacute; Feliciano Costa, secret&amp;aacute;rio-geral da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o problema resulta do "desinvestimento" na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.rtp.pt/noticias/pais/fenprof-fala-em-desinvestimento-na-educacao-e-da-desvalorizacao-da-carreira_v1680770" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/faltaprofessores2526.jpg?v=638926656055269255"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de agosto de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;2025/2026 arranca com falta de professores e erros nos concursos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof regista como positivo o facto de a ainda n&amp;atilde;o extinta DGAE ter publicado, a cerca de um m&amp;ecirc;s&amp;nbsp;da abertura do ano letivo (14/ago), as listas definitivas de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes da Mobilidade Interna (MI) e da Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inicial (CI). Contudo, o ano letivo arranca com menos professores, mais hor&amp;aacute;rios por preencher, erros nos concursos e uma reforma o MECI que, em vez de responder aos problemas da Escola P&amp;uacute;blica, a fragiliza e desmantela, desconsiderando docentes e as suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De acordo com os dados divulgados pelo Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;cc&amp;atilde;o (MECI), foram&amp;nbsp;colocados 18 899 docentes: 17 455 por mobilidade interna e 1 444 por contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial, dos quais&amp;nbsp;326&amp;nbsp;correspondem a renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;(52 em hor&amp;aacute;rios incompletos). Por&amp;eacute;m, o MECI omite que ficaram por preencher&amp;nbsp;3152&amp;nbsp;hor&amp;aacute;rios, o que indicia um in&amp;iacute;cio do ano letivo com falta de docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar das 6173 vincula&amp;ccedil;&amp;otilde;es no concurso nacional, &amp;eacute; de registar que&amp;nbsp;2625&amp;nbsp;decorreram de requisitos de exig&amp;ecirc;ncia da pr&amp;oacute;pria lei, nomeadamente por for&amp;ccedil;a da &amp;ldquo;vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o din&amp;acirc;mica&amp;rdquo; e da designada &amp;ldquo;norma trav&amp;atilde;o&amp;rdquo;. Ao mesmo tempo, cerca de&amp;nbsp;16 816 docentes&amp;nbsp;permanecem no desemprego, muitos com mais de 10 anos de tempo de servi&amp;ccedil;o e uma m&amp;eacute;dia de idades que ultrapassa os 40 anos.&amp;nbsp;&amp;nbsp;A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o agrava-se com a entrada residual de novos professores, insuficiente para compensar as 2 054 aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es registadas entre 1 de janeiro e 31 de agosto de 2025, resultado de um corpo docente cada vez mais envelhecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro dado preocupante &amp;eacute; a diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de candidatos nas reservas de recrutamento: se em 2024/2025 havia&amp;nbsp;19382&amp;nbsp;candidatos, em 2025/2026 s&amp;atilde;o apenas&amp;nbsp;16816, ou seja, menos 13.2%. A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; generalizada na maioria dos grupos de recrutamento, atingindo valores particularmente alarmantes no 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico (menos 27.7%); no grupo 120 &amp;mdash; Ingl&amp;ecirc;s do 1.&amp;ordm; CEB (menos 36.8%); no grupo 220 &amp;mdash; Portugu&amp;ecirc;s e Ingl&amp;ecirc;s (menos 42.3%); no grupo 230 &amp;mdash; Matem&amp;aacute;tica e Ci&amp;ecirc;ncias da Natureza (menos 28.8%); no grupo 300 &amp;mdash; Portugu&amp;ecirc;s (menos 17.9%); no grupo 330 &amp;mdash; Ingl&amp;ecirc;s (menos 19.7%); no grupo 420 &amp;mdash; Geografia (menos 26%) e no grupo 910 &amp;mdash; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial 1, com menos 22.6%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce que t&amp;ecirc;m chegado ao conhecimento aos Sindicatos v&amp;aacute;rios relatos de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es irregulares ocorridas na Mobilidade Interna. Em causa est&amp;atilde;o professores que, tendo mudado de QZP no Concurso Nacional 2025/2026, n&amp;atilde;o o referiram como QZP de provimento na&amp;nbsp;Mobilidade&amp;nbsp;Interna, tendo antes referido por lapso o anterior, ou seja, aquele em que estavam colocados &amp;agrave; data do concurso. Nesses casos, e n&amp;atilde;o tendo obtido coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas prefer&amp;ecirc;ncias expressamente manifestadas, deveriam ter sido colocados no QZP para o qual mudaram. No entanto, foram indevidamente colocados num AE/EnA do QZP anterior, ao qual j&amp;aacute; n&amp;atilde;o pertencem,&amp;nbsp;nem concorreram, em clara viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras dos concursos, nomeadamente do n.&amp;ordm; 3 do artigo 31.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 32-A/2023, de 8 de maio, na sua reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Embora se reconhe&amp;ccedil;a que o erro inicial foi dos docentes no preenchimento da candidatura, &amp;eacute; igualmente grave que o sistema tenha validado essas candidaturas incorretas, revelando falhas de controlo que permitem declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es inexatas, ainda que involunt&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, at&amp;eacute; serem corrigidas &amp;mdash; o que poder&amp;aacute; levar tempo &amp;mdash;, criam grande instabilidade e ang&amp;uacute;stia para os docentes e suas fam&amp;iacute;lias, sobretudo quando implicam afastamento significativo da sua resid&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, o ano letivo arranca com menos professores, mais hor&amp;aacute;rios por preencher, erros nos concursos e uma &lt;em&gt;reforma&lt;/em&gt; o MECI que, em vez de responder aos problemas da Escola P&amp;uacute;blica, a fragiliza e desmantela, desconsiderando docentes e as suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas. &amp;Eacute; esta a realidade que se vive, ao contr&amp;aacute;rio da propaganda de quem se gaba de ter trazido &lt;em&gt;paz &amp;agrave;s escolas&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.rtp.pt/noticias/pais/novo-ano-letivo-ha-mais-de-tres-mil-horarios-por-preencher_v1678636" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/afc6e15/jfcaberturaRTP.jpg?v=638918198860003215"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Jos&amp;eacute; Feliciano Costa, secet&amp;aacute;rio-geral da Fenprof, em declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; RTP&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 21 Aug 2025 21:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ano-letivo-2025-2026</guid></item><item><title>2025 — OAL: Fenprof exige negociação!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/oal-2025-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de junho de 2025&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof enviou ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) um of&amp;iacute;cio a solicitar a abertura de um processo negocial sobre e a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano letivo (OAL), porque a sua implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; um mero ato administrativo. Assim sendo, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio que o OAL seja negociado, exig&amp;ecirc;ncia que assenta na obrigatoriedade legal da tutela garantir esse direito das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A recusa de abertura de um processo negocial para a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o do calend&amp;aacute;rio escolar &amp;eacute; uma pr&amp;aacute;tica negativa recorrente e de duvidosa legitimidade.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Contudo, o governo anterior introduziu a novidade criativa de estabelecer um calend&amp;aacute;rio escolar quadrienal (2024/2028), mantendo a discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre diferentes ciclos de escolaridade, cuja utilidade e justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuam por demonstrar. Mais: trata-se de um documento que cont&amp;eacute;m mat&amp;eacute;rias sens&amp;iacute;veis para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vida profissional e pessoal dos docentes, nomeadamente os hor&amp;aacute;rios de trabalho, e que sobrecarrega injustificadamente as crian&amp;ccedil;as mais jovens do sistema (educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar e 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico) com um excessivo prolongamento das atividades curriculares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Final do ano marcado por um conjunto de constrangimentos&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste momento, as escolas encontram-se a preparar o in&amp;iacute;cio do pr&amp;oacute;ximo ano escolar (2025/2026), num contexto marcado por um conjunto de constrangimentos &amp;mdash; desde a persistente falta de professores, at&amp;eacute; ao impacto negativo causado pelas provas ModA, que desorganizaram o funcionamento regular das atividades escolares e acentuaram a sobrecarga sobre docentes e alunos.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Um ano letivo que termina, portanto, com os mesmos problemas&amp;nbsp;com que come&amp;ccedil;ou &amp;mdash; alguns agravados.&lt;br&gt; Um dos exemplos mais evidentes &amp;eacute; o n&amp;uacute;mero crescente de docentes obrigados a assumir milhares de horas extraordin&amp;aacute;rias,&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;impostas como solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para resolver ou atenuar o grave problema da falta de professores. Este plano revelou-se ineficaz &amp;mdash; n&amp;atilde;o s&amp;oacute; n&amp;atilde;o resolveu o problema, como os dados demonstram que se agravou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pr&amp;aacute;ticas abusivas na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Persistem, ainda, pr&amp;aacute;ticas abusivas na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios de trabalho, como:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Ambiguidade&amp;nbsp;entre as componentes letiva e n&amp;atilde;o letiva.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Uso indevido&amp;nbsp;das redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da componente n&amp;atilde;o letiva previstas no art.&amp;ordm; 79.&amp;ordm; do ECD, com expedientes que levam &amp;agrave; sobrecarga e &amp;agrave; exaust&amp;atilde;o dos docentes.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Falta de respeito&amp;nbsp;pelo direito legal &amp;agrave;s pausas no tempo de trabalho dos docentes, havendo dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es de agrupamentos de escolas que os obrigam &amp;agrave; vigil&amp;acirc;ncia dos alunos, no 1.&amp;ordm; CEB, durante os intervalos.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o incorreta de reuni&amp;otilde;es&amp;nbsp;de coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade docente na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, sem estarem assinaladas nos hor&amp;aacute;rios.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Promessas n&amp;atilde;o concretizadas&amp;nbsp;de desburocratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho dos docentes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Outro problema que a Fenprof tem vindo a alertar &amp;eacute;&amp;nbsp;a sujei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do calend&amp;aacute;rio escolar a l&amp;oacute;gicas que nada t&amp;ecirc;m a ver com os ritmos de aprendizagem dos alunos, sem que estejam previstas pausas interm&amp;eacute;dias, designadamente quando os per&amp;iacute;odos letivos t&amp;ecirc;m uma dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o excessiva. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disponibiliza-se para encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es negociadas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Negociar a OAL&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A abertura do ano escolar e do ano letivo s&amp;atilde;o momentos cruciais para as escolas, os alunos e todos os profissionais da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Requerem planeamento rigoroso e aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial, indispens&amp;aacute;veis para o bom funcionamento do processo educativo. Por isso,&amp;nbsp;exigir a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da OAL n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas um imperativo legal. &amp;Eacute; uma condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o essencial para garantir o respeito pela autonomia das escolas, promover melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e aprendizagem, e assegurar o equil&amp;iacute;brio entre a vida profissional e pessoal dos educadores e dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/66000/800/90/7/154206878-1b203302-3e92-49e0-9949-e33ca0743857.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/773cd83/154206878-1b203302-3e92-49e0-9949-e33ca0743857.jpg?v=638860347397599076"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Pixbay, download gratuito&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Fri, 20 Jun 2025 15:44:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/oal-2025-2026</guid></item><item><title>2024 — Estalou o verniz entre ministro e ex-ministro da Educação</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/estalou-o-verniz-entre-ministro-e-ex-ministro-da-educacao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Estalou o verniz! Na abertura do ano letivo, o atual e o anterior ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o disputam o n&amp;uacute;mero mais baixo de alunos sem todos os professores. Cada um faz minguar o seu e dilatar o do rival. No entender da Fenprof, nenhum tem raz&amp;atilde;o! De ambos, esperam-se contributos, n&amp;atilde;o duelos!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelos c&amp;aacute;lculos da Fenprof, no in&amp;iacute;cio do ano letivo de 2023/2024, as escolas teriam cerca de 100&amp;nbsp;000 alunos a quem faltava, pelo menos, um professor. Este ano, em 12 de setembro (primeiro dia do per&amp;iacute;odo de abertura), a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimou que fossem na ordem de 153&amp;nbsp;000 alunos. Tomando em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o o per&amp;iacute;odo entre 30/ago e 12/set, estima-se que, no ano passado seriam cerca de 220&amp;nbsp;000 e, este ano, superior a 300&amp;nbsp;000. Esclarece-se que os n&amp;uacute;meros divulgados pela Fenprof se pecarem, &amp;eacute; por defeito, pois o indicador utilizado &amp;eacute; o de hor&amp;aacute;rios colocados a concurso por oferta para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola e o n&amp;uacute;mero de horas que lhes correspondem. S&amp;oacute; a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa ter&amp;aacute; o n&amp;uacute;mero exato, que, garantidamente, supera os que se conseguem apurar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente &amp;agrave; falta de professores nas escolas, o problema n&amp;atilde;o &amp;eacute; do regime de concursos, mas da desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o que tem afastado jovens docentes (14&amp;nbsp;500 nos &amp;uacute;ltimos seis anos, segundo divulgou o pr&amp;oacute;prio minist&amp;eacute;rio) e n&amp;atilde;o tem atra&amp;iacute;do candidatos para os cursos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores. &amp;Eacute; curioso ouvir o primeiro-ministro acusar governos anteriores de desvalorizarem o problema, quando a Fenprof sempre revelou preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o que, h&amp;aacute; anos, estava &amp;agrave; vista de todos. Na altura, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi acusada de levantar problemas que n&amp;atilde;o existiam e de tentar criar instabilidade. Irresponsavelmente, os governantes deixaram a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o chegar ao ponto a que chegou e, agora, apontam o dedo a antecessores, incluindo a governos que integraram ou apoiaram, n&amp;atilde;o tendo sido capazes de ouvir quem tentou que n&amp;atilde;o se tivesse chegado &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se vive.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Criticar o regime de concursos, como se tem ouvido, como respons&amp;aacute;vel pelo problema da falta de professores tem uma inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o que todos compreenderam: rever esse regime, acabando com o concurso nacional e a gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional como crit&amp;eacute;rio para a ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores e dos professores. N&amp;atilde;o &amp;eacute; a primeira vez que um ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tenta dar esse golpe nos concursos, transferindo para as escolas a escolha dos docentes. V&amp;aacute;rios j&amp;aacute; o tentaram! No entanto, os professores, n&amp;atilde;o esquecendo o que foram as Bolsas de Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola (BCE) ou as trapalhadas de per&amp;iacute;odos em que a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta teve mais algum impacto (com docentes colocados em 100 e mais escolas, entre outras aberra&amp;ccedil;&amp;otilde;es), nunca aceitaram aquela proposta e desenvolveram fort&amp;iacute;ssimas lutas em defesa da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional e do concurso nacional que, n&amp;atilde;o sendo um modelo perfeito, &amp;eacute;, de todos, o menos imperfeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O que se espera de ministros e ex-ministros da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; que travem duelos para ver quem deixou mais alunos sem os professores todos, mas contributos para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Fri, 20 Sep 2024 21:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/estalou-o-verniz-entre-ministro-e-ex-ministro-da-educacao</guid></item><item><title>2024 — “É ou Não É?” — Como será o novo ano letivo?</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/e-ou-nao-e-como-sera-o-novo-ano-letivo</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof participou no programa "&amp;Eacute; ou N&amp;atilde;o &amp;Eacute;?" (10/set), da RTP, subordinado ao tema "Como ser&amp;aacute; o novo ano letivo?". Para al&amp;eacute;m de&amp;nbsp;M&amp;aacute;rio Nogueira, integraram o painel&amp;nbsp;Pedro Dantas da Cunha (secret&amp;aacute;rio de Estado das Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o Educativa),&amp;nbsp;Miguel Herdade (especialista em Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social),&amp;nbsp;Isabel Flores, (investigadora em Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e diretora executiva do Instituto para as Pol&amp;iacute;ticas P&amp;uacute;blicas e Sociais),&amp;nbsp;Mariana Carvalho (presidente da Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Pais),&amp;nbsp;Filinto Lima (presidente da Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas P&amp;uacute;blicas) e&amp;nbsp;Guilherme Farias (professor).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &lt;a href="https://www.rtp.pt/play/p12767/e793706/e-ou-nao-e-o-grande-debate" target="_blank"&gt;&lt;img width="800" height="400" src="/Media/Default/_Profiles/416f73c/f887ed29/eounaoemario_c.jpg?v=638616650564984401"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.rtp.pt/play/p12767/e793706/e-ou-nao-e-o-grande-debate" target="_blank"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 11 Sep 2024 14:22:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/e-ou-nao-e-como-sera-o-novo-ano-letivo</guid></item><item><title>2024 — AAL: Resultado do inquérito confirma prioridade à Educação!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ci-fenprof-assinala-inicio-do-ano-escolar-2-set</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;23 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof realizou, em Aveiro, uma confer&amp;ecirc;ncia de imprensa (CI), onde fez o balan&amp;ccedil;o da abertura do presente ano letivo (AAL). Serviu a CI (23/set) para apresentar os&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/62000/300/10/6/AAL%20—%20Resultados%20do%20inquérito%20(23-09-2024).pdf" target="_blank"&gt;resultados de um levantamento realizado junto das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt; de 407 agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas dos 18 distritos do territ&amp;oacute;rio continental. A consulta decorreu entre 12 e 20 de setembro. A principal conclus&amp;atilde;o da Fenprof &amp;eacute; considerar que se houver vontade pol&amp;iacute;tica, os problemas podem ser resolvidos. Importa, para isso, dar prioridade &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/mxtv6Q3MYXM"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o deixando de relevar a capacidade de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de funcionamento das escolas p&amp;uacute;blicas e os bons resultados obtidos, &amp;ldquo;que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o mensur&amp;aacute;veis em rankings&amp;rdquo; que usam os resultados dos exames para classificar escolas, a Fenprof criticou a falta de investimento dos governos na escola p&amp;uacute;blica e a falta de vontade pol&amp;iacute;tica para resolver os &amp;ldquo;problemas e lacunas&amp;rdquo;, colmatadas, em grande medida, gra&amp;ccedil;as ao profissionalismo e qualidade dos seus profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num alerta claro ao pa&amp;iacute;s, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera que &amp;ldquo;a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode esperar e o pr&amp;oacute;ximo Or&amp;ccedil;amento do Estado ter&amp;aacute; de dar fortes sinais da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sair do quadro de subfinanciamento em que esta se tem arrastado.&amp;rdquo; Para isso, a Fenprof &amp;ldquo;insta o governo a alterar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, investindo, de facto, no setor. Um investimento que dever&amp;aacute; permitir, ao longo da legislatura, que se atinjam os 6% do PIB. Nesse sentido, em 2025, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; alcan&amp;ccedil;ar os 4,5% do Produto Interno Bruto (sem ensino superior), para que nos anos seguintes cres&amp;ccedil;a &amp;agrave; raz&amp;atilde;o de 0,5% ao ano.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final deste encontro com os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, uma refer&amp;ecirc;ncia especial &amp;agrave; comemora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;Dia Mundial do Professor&amp;nbsp;que ter&amp;aacute; uma concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Rossio a que se seguir&amp;aacute; um desfile para a Pra&amp;ccedil;a de Cam&amp;otilde;es (Lisboa) e que se espera que seja uma grande iniciativa de afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o das posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos educadores e dos professores e de defesa da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da escola p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Resultados do inqu&amp;eacute;rito &amp;agrave;s dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar na imagem.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/62000/300/10/6/AAL%20—%20Resultados%20do%20inquérito%20(23-09-2024).pdf" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/430bbbcd/AOLinquerito_w.jpg?v=638627930170581059"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Fenprof pronuncia-se sobre a abertura do ano letivo (23/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No primeiro dia dos plen&amp;aacute;rios distritais de docentes (Aveiro e Beja), a Fenprof promove uma confer&amp;ecirc;ncia de imprensa onde ir&amp;aacute; identificar os problemas reais, vividos pelas escolas, na abertura de mais um ano letivo. Ser&amp;atilde;o divulgados os resultados de um inqu&amp;eacute;rito realizado junto das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos agrupamentos de escolas / escolas n&amp;atilde;o agrupados (EA/EnA).&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa sobre a abertura do ano letivo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;Audit&amp;oacute;rio Dr. Carlos Borrego&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;(Departamento do Ambiente da Universidade de Aveiro)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;Aveiro | 23/set | 9 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Entre 12 e 20 de setembro, primeiros dias de atividade letiva nas escolas, a Fenprof realizou um levantamento sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abertura do ano, recolhendo informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es de mais de 400 AE/EnA, n&amp;uacute;mero que o torna cred&amp;iacute;vel e rigoroso. Os resultados ser&amp;atilde;o divulgados na confer&amp;ecirc;ncia de imprensa-&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave;s 9h30, no mesmo local, tal como em Beja (Audit&amp;oacute;rio da Escola Secund&amp;aacute;ria Diogo Gouveia) realizar-se-&amp;atilde;o os dois primeiros&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/spn-fenprof-promove-plenarios-distritais-23-a-3-out" target="_blank"&gt;plen&amp;aacute;rios distritais de educadores e professore&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/quinzena-de-plenarios-com-os-professores-e-a-educacao-na-agenda"&gt;s&lt;/a&gt;&amp;nbsp;que, com os Professores e a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na agenda, percorrer&amp;atilde;o todo o pa&amp;iacute;s. Ser&amp;atilde;o dois plen&amp;aacute;rios por dia, por ordem alfab&amp;eacute;tica dos distritos, terminando no dia 3 de outubro, em Viseu e Vila Real. Ap&amp;oacute;s esta ronda distrital, no dia 5 de outubro, Dia Mundial do Professor, os docentes v&amp;atilde;o encontrar-se em Lisboa, com concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Rossio e desfile para o Largo de Cam&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;12 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Novo ano marcado por velhos problemas (12/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Hoje, 12 de setembro, a Fenprof participar&amp;aacute; na Sess&amp;atilde;o Solene de Abertura do Ano Letivo, que se realizar&amp;aacute; em Viseu, na Escola Secund&amp;aacute;ria Alves Martins. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o associa-se a esta iniciativa como representante dos educadores e professores, mas lembra que:&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;N&amp;Atilde;O BASTAM CARTAS, LOUVORES E CERIM&amp;Oacute;NIAS SOLENES!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;S&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias medidas que resolvam os problemas&lt;br&gt;com processos negociais s&amp;eacute;rios e efectivos!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="800" height="450" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/1A15PsIfXTo"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Come&amp;ccedil;a um novo ano letivo, marcado por velhos problemas. Em 12 de setembro, as escolas abrem as portas. No interior, ir&amp;atilde;o lidar com problemas de anos anteriores. Alguns, poder&amp;atilde;o estar a ser disfar&amp;ccedil;ados, no entanto, a tend&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; para o seu agravamento. Falta de professores, profissionais e trabalhadores n&amp;atilde;o docentes, desmaterializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do edificado s&amp;atilde;o alguns desses problemas. As solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es ministeriais &amp;eacute; que parecem ser t&amp;iacute;midas!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Falta de professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Este &amp;eacute; o problema que marca, de forma indel&amp;eacute;vel, a abertura do ano letivo. N&amp;atilde;o &amp;eacute; novo, mas o seu agravamento est&amp;aacute; a ser disfar&amp;ccedil;ado com uma ainda maior sobrecarga hor&amp;aacute;ria dos docentes colocados nas escolas, a quem s&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;das mais horas extraordin&amp;aacute;rias, e com a possibilidade de, cerca de um m&amp;ecirc;s antes do habitual, as escolas poderem lan&amp;ccedil;ar as chamadas ofertas para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola. Efetivamente, s&amp;atilde;o alguns milhares os contratados diretamente pelas escolas, muitos deles apenas com habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e, n&amp;atilde;o raras vezes, sem qualquer tipo de experi&amp;ecirc;ncia ou forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o exerc&amp;iacute;cio da doc&amp;ecirc;ncia. Pelo n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios em oferta para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola, &amp;agrave;s 20h30 do dia 11 de setembro (ontem, considerando-se, ainda, alguns hor&amp;aacute;rios retirados por j&amp;aacute; terem sido publicitados h&amp;aacute; 3 dias, calcula-se que, hoje, acima de 153 mil alunos n&amp;atilde;o tenham todos os professores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Nas chamadas Reservas de Recrutamento, ainda h&amp;aacute; cerca de 15&amp;nbsp;000 docentes por colocar, no entanto mais de 70% s&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar, 1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico, Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica e Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial. Uma chamada de aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a falta de docentes de Portugu&amp;ecirc;s L&amp;iacute;ngua N&amp;atilde;o Materna (PLNM). Num momento em que o n&amp;uacute;mero de alunos estrangeiros atinge m&amp;aacute;ximos, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; investimento na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes docentes. Mesmo onde o n&amp;uacute;mero de docentes de PLNM &amp;eacute;, aparentemente, suficiente, a maioria, por vezes a totalidade, n&amp;atilde;o tem forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As medidas do governo para mitigar o problema s&amp;atilde;o limitadas, muito dependentes de haver quem esteja dispon&amp;iacute;vel e considere que o incentivo criado &amp;eacute; apelativo, sendo pouco ou nada ambiciosas no que respeita &amp;agrave; possibilidade de recuperar a maior parte dos 14&amp;nbsp;500 docentes que, nos &amp;uacute;ltimos 6 anos, abandonaram a profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; Falta de trabalhadores e profissionais n&amp;atilde;o docentes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Como era &amp;oacute;bvio, a transfer&amp;ecirc;ncia para os munic&amp;iacute;pios n&amp;atilde;o foi a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para resolver o problema da falta de assistentes operacionais, mas, acima de tudo, a desresponsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do poder central por uma compet&amp;ecirc;ncia que deveria ser essencialmente sua. Na maioria das escolas, os assistentes operacionais continuam a ser insuficientes e sem qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente para o trabalho com alunos com necessidades espec&amp;iacute;ficas. Como era de esperar, o processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o come&amp;ccedil;a a criar assimetrias neste dom&amp;iacute;nio, fruto da desigual capacidade e/ou vontade dos munic&amp;iacute;pios em dar resposta adequada.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As escolas queixam-se, ainda, da falta de psic&amp;oacute;logos, terapeutas ou int&amp;eacute;rpretes de L&amp;iacute;ngua Gestual Portuguesa (LGP). Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a terapias, h&amp;aacute; casos em que os alunos que delas necessitam n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m tido (e, sem refor&amp;ccedil;o, n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o) mais do que trinta minutos semanais, sendo que a muitos alunos necessitados de interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es diversas de terapeutas s&amp;oacute; &amp;eacute; assegurada uma, procurando as escolas distribuir a insufici&amp;ecirc;ncia de maneira a que nenhum aluno deixe de ter acesso a, pelo menos, uma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; Desmaterializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e digitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Anunciada na anterior legislatura, como uma das grandes novidades, o atual governo ainda n&amp;atilde;o conseguiu implement&amp;aacute;-la. H&amp;aacute; muitas escolas que v&amp;atilde;o dando passos atr&amp;aacute;s na utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de manuais digitais, n&amp;atilde;o por uma eventual avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o negativa da mesma, mas porque a rede de internet n&amp;atilde;o suporta a sua utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; Requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do edificado&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Em muitas escolas, incluindo algumas recentemente intervencionadas, s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias obras. Com a chegada do outono e do inverno, teme-se que o frio e a chuva possam, de novo, agravar estragos que j&amp;aacute; deveriam ter sido reparados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; Medidas anunciadas pelo governo, ap&amp;oacute;s a reuni&amp;atilde;o do Conselho de Ministros (11/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre as medidas anunciadas ap&amp;oacute;s a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reuni&amp;atilde;o de Conselho de Ministros, destacam-se:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&amp;middot;&lt;strong&gt;concurso de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;rio e de apoios&amp;nbsp;a alguns docentes deslocados e em algumas escolas&lt;/strong&gt; &amp;mdash; a &lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/posicao-da-fenprof-face-ao-que-foi-apresentado-pelo-meci-em-duas-reunioes" target="_blank" style="color: #3366ff;"&gt;Fenprof tomou posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;concurso para coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes&lt;/strong&gt; &amp;mdash; aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o negativa sobre o concurso que se realizou, fazendo prever a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o ministerial de, em breve, rever o atual regime que, tendo alguns problemas, sem d&amp;uacute;vida, a Fenprof considera &amp;eacute; que totalmente demag&amp;oacute;gico afirmar que a ele se deve a exist&amp;ecirc;ncia de alunos sem professor e professores sem alunos. A exist&amp;ecirc;ncia de hor&amp;aacute;rios-zero, no in&amp;iacute;cio de cada ano letivo, tem acontecido sempre, com a esmagadora maioria desses docentes a serem absorvidos pelas pr&amp;oacute;prias escolas, logo que o arranque do ano est&amp;aacute; totalmente organizado. Indicia-se, pois, a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alterar o regime de concursos, num sentido que, ainda no &amp;uacute;ltimo ano, levou os educadores e os professores a desenvolverem grandes lutas em defesa da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional e contra a escolha dos dos doccentes pelas escolas;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;novo (?) modelo de&amp;nbsp;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o externa dos alunos,&amp;nbsp;no final de cada ciclo&lt;/strong&gt; &amp;mdash; a Fenprof tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; se manifestou. Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o que garante a qualidade das aprendizagens n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os exames ou os&amp;nbsp;&lt;em&gt;rankings&lt;/em&gt;, mas a melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e, sobre isso, nada foi anunciado pelo minist&amp;eacute;rio, no meio ano que leva de mandato;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;melhoria das aprendizagens&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e, em particular, o apoio espec&amp;iacute;fico a alunos imigrantes (uma inevitabilidade positiva) &amp;mdash; o problema reside na insufici&amp;ecirc;ncia de algumas medidas e na pouca clareza de outras. Alguns exemplos:&lt;/li&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&amp;eacute; positivo que todas as crian&amp;ccedil;as tenham a possibilidade de frequentar a creche, uma resposta que deve ser de qualidade, o que n&amp;atilde;o tem sido assegurado pelas portarias que t&amp;ecirc;m sido publicadas. Isso s&amp;oacute; se resolver&amp;aacute; com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma rede p&amp;uacute;blica de creches, o que n&amp;atilde;o se anunciou, e uma aposta forte na Interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o Precoce, algo em que o discurso foi omisso;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;refere-se a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipas especiais para antecipar reten&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas que equipas? A partir de quando? Qual a sua constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&amp;eacute; refor&amp;ccedil;ada a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atrair docentes aposentados, apesar de um dos grandes desafios da profiss&amp;atilde;o ser o seu rejuvenescimento e a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos milhares de jovens que a abandonaram;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a Fenprof acompanha as recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;uso de telem&amp;oacute;veis nas escolas&lt;/span&gt;, incluindo a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s escolas da decis&amp;atilde;o final sobre essa utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;Projeto Maia&lt;/strong&gt; &amp;mdash; a Fenprof n&amp;atilde;o se op&amp;otilde;e, embora registe que, para ser avaliado, deveria ter havido uma profunda melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas (n&amp;uacute;mero de alunos por turma, refor&amp;ccedil;o dos apoios, efetiva desburocratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;hellip;), o que n&amp;atilde;o aconteceu, por parte de quem o promoveu;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Portugu&amp;ecirc;s L&amp;iacute;ngua N&amp;atilde;o Materna (PLNM) &lt;/strong&gt;&amp;mdash; n&amp;atilde;o basta criar o n&amp;iacute;vel zero, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio formar docentes para a disciplina, n&amp;atilde;o exigir um n&amp;uacute;mero m&amp;iacute;nimo para a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma turma em que se cruzam diversas l&amp;iacute;nguas ou ter em conta que o facto de ser oriundo de um pa&amp;iacute;s da Comunidade Portuguesa de L&amp;iacute;ngua Portuguesa (CPLP), n&amp;atilde;o significa que o aluno n&amp;atilde;o tenha de ser apoiado a este n&amp;iacute;vel.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Sobre a integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alunos imigrantes e refugiados nas escolas, a Fenprof &amp;eacute; a entidade organizadora de um &lt;strong&gt;Encontro que se realizar&amp;aacute; em Lisboa em 8 e 9 de outubro&lt;/strong&gt;, promovido pelo&amp;nbsp;&lt;em&gt;European Trade Union Committee for Education&lt;/em&gt;&amp;nbsp;(ETUCE). Neste encontro, estar&amp;atilde;o presentes, entre outros, organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de toda a Europa (incluindo dos pa&amp;iacute;ses em que o n&amp;uacute;mero de imigrantes e refugiados &amp;eacute; maior), representantes de escolas e de organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o governamentais (ONG) que atuam neste &amp;acirc;mbito, autarcas...&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/62000/300/10/6/aberturaimagem.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/430bbbcd/aberturaimagem.jpg?v=638617551534823770"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/62000/300/10/6/aberturafaixa.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/430bbbcd/aberturafaixa.jpg?v=638617581345344361"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;03 de setembro de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Falta de professores marca o arranque de um ano escolar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Iniciou-se o ano escolar 2024-2025 e, com ele, o processo de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o dos educadores e professores ainda em falta, dos 9 anos, 4 meses e 2 dias que estiveram congelados. S&amp;atilde;o 6 anos, 6 meses e 23 dias e, apesar das insufici&amp;ecirc;ncias e de problemas que est&amp;atilde;o a surgir nas plataformas de valida&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Fenprof congratula-se com esta devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; maioria dos educadores e professores por raz&amp;otilde;es de justi&amp;ccedil;a e por s&amp;oacute; ter sido poss&amp;iacute;vel porque os educadores e os professores assumiram a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o como bandeira de luta, nunca desistindo, a ponto de terem realizado, em 2023, as maiores greves e a maior manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sempre (11/fev), com 150&amp;nbsp;000 pessoas na rua. Agora, a Fenprof criou um&amp;nbsp;&lt;span style="color: #008000;"&gt;Mail Verde&lt;/span&gt;, atrav&amp;eacute;s do qual os educadores e professores nos far&amp;atilde;o chegar d&amp;uacute;vidas e reportar&amp;atilde;o erros na aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do decreto-lei (DL48-B/2024)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/fGKa3Vew_pA"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No de dia de setembro, os educadores e professores do ensino p&amp;uacute;blico e do privado apresentam-se nos seus agrupamentos de escolas, escolas n&amp;atilde;o agrupadas e estabelecimentos particulares, cooperativos ou de natureza social. Ser&amp;atilde;o agora desenvolvidos os procedimentos finais para receber os alunos.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;Ser&amp;aacute; um ano letivo que continuar&amp;aacute; marcado pela falta de professores&amp;nbsp;porque continuam a faltar medidas de efetiva resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um problema que, a arrastar-se, por&amp;aacute; em causa o direito constitucional &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao ensino de qualidade para todos, cuja responsabilidade &amp;eacute; da Escola P&amp;uacute;blica. N&amp;atilde;o foi por acaso que opt&amp;aacute;mos por estar hoje na Escola Secund&amp;aacute;ria Jos&amp;eacute; Gomes Ferreira, sede do Agrupamento de Escolas de Benfica onde, neste momento, est&amp;atilde;o a faltar 24 docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo aprovou algumas medidas que constam do rec&amp;eacute;m-publicado Decreto-lei 51/2024, que cont&amp;eacute;m o Plano +Aulas +Sucesso, a que pretende juntar mais duas (um apoio &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e um concurso de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;rio), mas estamos perante medidas que, independentemente da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revelam pouca ambi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, principalmente, poder&amp;atilde;o resultar numa ainda maior sobrecarga hor&amp;aacute;ria e de trabalho de profissionais j&amp;aacute; sobrecarregados e, por isso, exaustos, quer f&amp;iacute;sica, quer emocionalmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Afirma o governo que, a partir de outubro, iniciar&amp;aacute; um processo negocial de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o, no sentido de a tornar mais atrativa para os jovens&amp;hellip; &amp;eacute; obrigat&amp;oacute;rio que elas atraiam jovens estudantes, mas tamb&amp;eacute;m recuperem o maior n&amp;uacute;mero poss&amp;iacute;vel de docentes que abandonaram a profiss&amp;atilde;o. De acordo com o MECI, foram mais de 14&amp;nbsp;500 nos &amp;uacute;ltimos 6 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a natureza das medidas necess&amp;aacute;rias, elas est&amp;atilde;o inventariadas, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; no plano nacional, mas internacional. Confrontada com as dificuldades que est&amp;atilde;o a ser vividas na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o um pouco por todo o mundo, em 26 de fevereiro deste ano, as Na&amp;ccedil;&amp;otilde;es Unidas apresentaram um conjunto de 59 recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es que resultam do trabalho de um Painel de Alto N&amp;iacute;vel constitu&amp;iacute;do sob a &amp;eacute;gide do Secret&amp;aacute;rio-Geral, Ant&amp;oacute;nio Guterres. O documento foi entregue e apresentado pela Fenprof &amp;agrave; atual equipa ministerial na primeira reuni&amp;atilde;o realizada, em 19 de abril.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a falta de docentes, a ONU considera que a revers&amp;atilde;o do problema passa por haver vontade pol&amp;iacute;tica para resolver problemas como sal&amp;aacute;rios baixos, cargas de trabalho incomport&amp;aacute;veis, condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho inadequadas e pr&amp;aacute;ticas laborais prec&amp;aacute;rias, instando os Estados a assegurarem um financiamento adequado e previs&amp;iacute;vel do ensino p&amp;uacute;blico. Para as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais que atuam nesta &amp;aacute;rea, esse financiamento dever&amp;aacute; corresponder a 6% do PIB; em Portugal o valor vai pouco al&amp;eacute;m de metade dessa refer&amp;ecirc;ncia, sendo, por isso, com expetativa que se aguarda a proposta de OE para 2025. Em breve, a FENPROF divulgar&amp;aacute; as suas propostas para a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es que faz, a ONU considera fundamental o envolvimento dos professores e das suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais na resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema da falta de professores, devendo ser desencadeados processos negociais efetivos e consequentes e n&amp;atilde;o s&amp;oacute; meras audi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, num quadro de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do di&amp;aacute;logo social.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As propostas apresentadas pelo governo&lt;/strong&gt;, por exemplo, de apoio a docentes deslocados em escolas ou agrupamentos carenciados e grupos de recrutamento deficit&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o s&amp;oacute; n&amp;atilde;o d&amp;atilde;o resposta ao problema, como poder&amp;atilde;o dar origem a outro tipo de problemas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&amp;Eacute; muito limitado o universo de docentes a abranger e ser&amp;atilde;o criadas desigualdades e situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ser&amp;atilde;o foco de insatisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;as propostas assentam num &amp;uacute;nico crit&amp;eacute;rio, ao inv&amp;eacute;s de considerar a falta de professores como um problema nacional, estrutural, confirmado pelo facto de, segundo o pr&amp;oacute;prio MECI, j&amp;aacute; se estender a estabelecimentos do norte do pa&amp;iacute;s;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;os valores s&amp;atilde;o muito baixos face &amp;agrave; despesa de quem est&amp;aacute; deslocado da &amp;aacute;rea de resid&amp;ecirc;ncia, para al&amp;eacute;m de n&amp;atilde;o ser garantido que, sobre eles, n&amp;atilde;o incidir&amp;aacute; carga fiscal, reduzindo o valor l&amp;iacute;quido;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;poderemos estar perante um processo pouco transparente se o despacho que identifica agrupamentos e escolas carenciados e grupos de recrutamento deficit&amp;aacute;rios n&amp;atilde;o for publicamente divulgado, n&amp;atilde;o podendo escrutinar-se, sequer, se todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que cumprem o requisito estabelecido est&amp;atilde;o a ser consideradas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof considera que:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;dever&amp;atilde;o ser criados apoios pecuni&amp;aacute;rios, e n&amp;atilde;o s&amp;oacute;, a docentes que se deslocam da &amp;aacute;rea de resid&amp;ecirc;ncia, sempre que a desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o ultrapasse os 20 Km, como acontece na Justi&amp;ccedil;a, considerados por estrada e n&amp;atilde;o em linha reta, e que os valores dever&amp;atilde;o ser os estabelecidos para a Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica em geral, no que respeita a desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;quando se trate de habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dever&amp;aacute; ser fixado um valor indexado ao seu custo;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;devem, tamb&amp;eacute;m, ser asseguradas a transfer&amp;ecirc;ncia e matr&amp;iacute;cula de filhos menores em estabelecimentos da &amp;aacute;rea de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, se necess&amp;aacute;rio, e suportadas despesas de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o para acesso a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua obrigat&amp;oacute;ria quando n&amp;atilde;o houver resposta local.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Sobre o concurso de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;rio, considera-se que dever&amp;aacute; destinar-se ao preenchimento de todas as vagas sobrantes dos concursos realizados este ano, bem como de outras que tenham surgido. Dever&amp;aacute; respeitar o crit&amp;eacute;rio da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, o que o minist&amp;eacute;rio j&amp;aacute; garantiu, e dele n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o resultar ultrapassagens, o que poder&amp;aacute; acontecer se os docentes dos quadros n&amp;atilde;o se puderem candidatar, pelo menos &amp;agrave;s vagas que n&amp;atilde;o puderam preencher nos concursos anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar do car&amp;aacute;ter de urg&amp;ecirc;ncia na realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste concurso, tratando-se de acesso a emprego p&amp;uacute;blico, os prazos ter&amp;atilde;o de respeitar o direito de escrut&amp;iacute;nio e reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o, se for caso disso, dos candidatos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O&amp;nbsp;Minist&amp;eacute;rio anunciou o in&amp;iacute;cio de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es em outubro, visando tornar atrativa a profiss&amp;atilde;o docente, designadamente ao n&amp;iacute;vel da carreira. A Fenprof est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para essa negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, considerando indispens&amp;aacute;vel valorizar a profiss&amp;atilde;o em diversas vertentes do seu exerc&amp;iacute;cio, designadamente garantindo: uma efetiva e significativa valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o salarial, a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de obst&amp;aacute;culos &amp;agrave; progress&amp;atilde;o e a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o justo, formativo e sem quotas, entre outros aspetos; estabilidade de emprego e profissional, com ingresso nos quadros aos 3 anos de servi&amp;ccedil;o e atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de apoios a todos os que estejam deslocados da &amp;aacute;rea de resid&amp;ecirc;ncia; condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho adequadas, designadamente no que respeita ao hor&amp;aacute;rio de trabalho que &amp;eacute; de 35 horas, integrando as componentes letiva e n&amp;atilde;o letiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A n&amp;atilde;o serem eliminados os abusos e as ilegalidades que afetam os hor&amp;aacute;rios de trabalho na maioria das escolas, levar&amp;aacute; a Fenprof a apresentar, j&amp;aacute; amanh&amp;atilde;, um pr&amp;eacute;-aviso de greve ao sobretrabalho, horas extraordin&amp;aacute;rias e componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, a iniciar em 12 de setembro, coincidindo com o in&amp;iacute;cio do ano letivo. Esta decis&amp;atilde;o foi comunicada ao ministro no dia 30, bem como a nossa disponibilidade para reunir e encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que regularizem os hor&amp;aacute;rios de trabalho dos docentes, terminando uma greve que se prolonga h&amp;aacute; mais de 7 anos. At&amp;eacute; este momento, n&amp;atilde;o obtivemos resposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por &amp;uacute;ltimo, e porque h&amp;aacute; informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es importantes a dar aos professores sobre os diplomas legais recentes ou que est&amp;atilde;o no prelo (relativos &amp;agrave; recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o, a medidas que poder&amp;atilde;o afetar o seu hor&amp;aacute;rio de trabalho ou a apoios &amp;agrave; desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o), outras quest&amp;otilde;es que pretendemos resolver, como a Mobilidade por Doen&amp;ccedil;a ou a reinscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o na CGA e, principalmente, porque queremos preparar os processos negociais que ir&amp;atilde;o ser desencadeados, com destaque para a anunciada revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente ou da gest&amp;atilde;o escolar,&amp;nbsp;a&lt;strong&gt; Fenprof convocou um ciclo de plen&amp;aacute;rios distritais, com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de dois por dia, entre 23 de setembro e 3 de outubro&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nestes 9 dias realizar-se-&amp;atilde;o 18 plen&amp;aacute;rios, dois por dia por ordem alfab&amp;eacute;tica dos distritos, come&amp;ccedil;ando em Aveiro e Beja e terminando em Vila Real e Viseu. Em 5 de outubro, ser&amp;aacute; promovida uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que oportunamente ser&amp;aacute; anunciada, para assinalar o Dia Mundial do Professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ser&amp;aacute; desta forma que a Fenprof entra no novo ano escolar. O que mais marcar&amp;aacute; a nossa a&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os professores, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; no primeiro per&amp;iacute;odo, como ao longo do ano, depender&amp;aacute; do que for apresentado e negociado pelo governo para dar resposta aos problemas que afetam a Escola P&amp;uacute;blica e os seus profissionais, sendo &amp;oacute;bvio que a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2025 ser&amp;aacute; o primeiro grande indicador.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/62000/300/10/6/ano-escolar-24-25_2.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/430bbbcd/ano-escolar-24-25_2.jpg?v=638609979204979284"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social destaca confer&amp;ecirc;ncia de imprensa da Fenprof&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
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&lt;article class="content-item artigo"&gt;
&lt;section class="flow"&gt;
&lt;div class="widget widget-editor widget-align-left widget-size-100"&gt;
&lt;div class="field field-type-htmlfield field-name-editor-content"&gt;
&lt;p&gt;A confer&amp;ecirc;ncia de imprensa da Fenprof no primeiro dia do ano escolar (1/set) foi amplamente acompanhada pela comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social. Em v&amp;aacute;rios &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacionais, o destaque vai para o alerta da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a falta de professores, que continua a preocupar a comunidade educativa.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;strong&gt;Now&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;-&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.nowcanal.pt/ultimas/detalhe/mario-nogueira-continuaremos-a-lutar-pela-superacao-das-insuficiencias" target="_blank"&gt;M&amp;aacute;rio Nogueira: "Continuaremos a lutar pela supera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das insufici&amp;ecirc;ncias"&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(com v&amp;iacute;deo)&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;strong&gt;RTP&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;-&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.rtp.pt/noticias/pais/fenprof-mario-nogueira-alerta-para-a-falta-de-professores_v1597161" target="_blank"&gt;Fenprof. M&amp;aacute;rio Nogueira alerta para a falta de professores&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(com v&amp;iacute;deo)&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;strong&gt;SIC&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;-&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://sicnoticias.pt/pais/2024-09-02-video-se-aulas-comecassem-hoje-122-mil-alunos-nao-tinham-professor-a-pelo-menos-uma-disciplina-e4fc351d" target="_blank"&gt;Se aulas come&amp;ccedil;assem hoje, 122 mil alunos n&amp;atilde;o tinham professor a pelo menos uma disciplina&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(com v&amp;iacute;deo)&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;strong&gt;R&amp;aacute;dio Renascen&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;-&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://rr.sapo.pt/noticia/pais/2024/09/02/se-aulas-comecassem-hoje-mais-de-120-mil-alunos-nao-teriam-pelo-menos-um-professor/392063/" target="_blank"&gt;Se aulas come&amp;ccedil;assem hoje, mais de 120 mil alunos n&amp;atilde;o teriam pelo menos um professor&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;strong&gt;Ag&amp;ecirc;ncia Lusa&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(na CNN Portugal) -&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://cnnportugal.iol.pt/fenprof/professores/faltam-mais-de-800-professores-a-duas-semanas-do-arranque-do-ano-letivo-alerta-fenprof/20240902/66d5b506d34ea1acf26de608" target="_blank"&gt;Faltam mais de 800 professores a duas semanas do arranque do ano letivo, alerta Fenprof&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;strong&gt;Executive Digest&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;-&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://executivedigest.sapo.pt/noticias/inicio-do-ano-escolar-fenprof-alerta-para-a-falta-de-professores-e-de-solucoes-do-governo/" target="_blank"&gt;In&amp;iacute;cio do ano escolar: Fenprof alerta para a falta de professores e de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Governo&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/section&gt;
&lt;/article&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="col-md-3"&gt;&lt;br&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de agosto de 2024&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Fenprof assinala in&amp;iacute;cio do ano escolar (2/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os educadores e os professores regressam &amp;agrave;s escolas no dia 2 de setembro e a Fenprof realizar&amp;aacute; uma confer&amp;ecirc;ncia de imprensa onde ir&amp;aacute; divulgar as suas expetativas para um ano que continuar&amp;aacute; marcado pela falta de professores, problema que n&amp;atilde;o tem merecido solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o do(s) governo(s) tem sido a de aprovar medidas que, independentemente da inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revelam falta de ambi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #333399;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Fenprof assinala in&amp;iacute;cio do ano escolar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Escola Secund&amp;aacute;ria Jos&amp;eacute; Gomes Ferreira (Lisboa)&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;02/set&amp;nbsp;&amp;nbsp; |&amp;nbsp;&amp;nbsp; 11 horas&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; escolas em que a resposta &amp;agrave; falta de docentes poder&amp;aacute; passar por sobrecarregar ainda mais os docentes que integram os seus quadros, boa parte apresentando sinais de grande cansa&amp;ccedil;o. Ser&amp;aacute; um ano em que as escolas, para al&amp;eacute;m da tentativa de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do plano +Aulas +Sucesso, contido no DL51/2024, ir&amp;atilde;o iniciar o processo de recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o dos docentes e integrar milhares de novos alunos, muitos deles de fam&amp;iacute;lias imigrantes, o que exigir&amp;aacute; um esfor&amp;ccedil;o acrescido e o refor&amp;ccedil;o de recursos, incluindo humanos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa realizar-se-&amp;aacute; na&amp;nbsp;Escola Secund&amp;aacute;ria Jos&amp;eacute; Gomes Ferreira (Rua Professor Jos&amp;eacute; Sebasti&amp;atilde;o e Silva, em Lisboa) que &amp;eacute; sede de um agrupamento de escolas que tem sido muito castigado pela falta de medidas para atrair professores e, por tal facto, tem sentido dificuldade em completar as necessidades nesse dom&amp;iacute;nio.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 30 Aug 2024 16:25:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ci-fenprof-assinala-inicio-do-ano-escolar-2-set</guid></item><item><title>2023 — Ministro da Educação sem respostas para os problemas! </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ministro-da-educacao-sem-respostas-para-os-problemas</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em artigo publicado esta sexta-feira no jornal P&amp;uacute;blico, o secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof comenta a entrevista do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; RTP, no passado dia 12, dia do in&amp;iacute;cio do ano letivo 2023/24.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para M&amp;aacute;rio Nogueira, "foi importante a entrevista ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Telejornal de dia 12 de setembro. N&amp;atilde;o pelas propostas que revelou ter para resolver os problemas das escolas e dos professores, mas precisamente pela sua falta".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A entrevista a que o pa&amp;iacute;s assistiu [...] confirmou que no Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o h&amp;aacute; propostas nem vontade pol&amp;iacute;tica para resolver os problemas das escolas, dos alunos e dos professores. Tal s&amp;oacute; acontecer&amp;aacute; se toda a comunidade educativa lutar pelo futuro. Da parte dos professores, pela responsabilidade que assumem na escola, a luta continuar&amp;aacute; pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua profiss&amp;atilde;o e da escola p&amp;uacute;blica", conclui.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/80/8/mario-nogueira-publico-15-09-2023.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ccc99976/mario-nogueira-publico-15-09-2023.jpg?v=638303909399515218"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 15 Sep 2023 15:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ministro-da-educacao-sem-respostas-para-os-problemas</guid></item><item><title>2023 — Fenprof reúne meio milhar de delegados e dirigentes sindicais (6/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-reune-meio-milhar-de-delegados-e-dirigentes-sindicais-6-fev</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;06 de setembro de 2023&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;5 e 6 de setembro foram dias em que a Fenprof reuniu o seu Conselho Nacional e os quadros sindicais com o intuito de preparar a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical para 2023/2024, ano em que, devido &amp;agrave; recusa do governo em desenvolver pol&amp;iacute;ticas de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente, se sente, de forma cada vez mais grave, a falta de professores nas escolas. Num momento muito pr&amp;oacute;ximo da chegada dos alunos &amp;agrave;s escolas, j&amp;aacute; se percebeu que a falta de professores &amp;eacute; problema que se agravar&amp;aacute; (a par da ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;aacute;rias medidas para lhe fazer face que criar&amp;atilde;o acrescidas dificuldades)&amp;nbsp;e em que o n&amp;uacute;mero de aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;aacute; o maior dos &amp;uacute;ltimos 10 anos.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A a&amp;ccedil;&amp;atilde;o a desenvolver&amp;nbsp;pela&amp;nbsp;Fenprof com os educadores e os professores n&amp;atilde;o se esgota na marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lutas. Implica reflex&amp;atilde;o e debate com os docentes, constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propostas para responder&amp;nbsp;aos problemas e, claro, as formas de luta a desenvolver,&amp;nbsp;caso o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o continue a rejeitar as propostas que recebe e a n&amp;atilde;o abrir os processos negociais&amp;nbsp;priorit&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi neste sentido reuniu o Conselho Nacional (5/set) e o Encontro Nacional de Delegados e Dirigentes Sindicais (6/set) que contou com a presen&amp;ccedil;a de mais de meio milhar de representantes das escolas.&amp;nbsp;Neste encontro, realizado na Voz do Oper&amp;aacute;rio (Lisboa),&amp;nbsp;foi aprovada uma &lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/Encontro%20de%20Quadros%20—%20Resolução%20(6-set).pdf" target="_blank"&gt;Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a A&amp;ccedil;&amp;atilde;o Reivindicativa &lt;/a&gt;para o futuro pr&amp;oacute;ximo. No encerramento, o secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof refor&amp;ccedil;ou a necessidade de prosseguir a luta pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o, pois, apesar dos muitos objetivos alcan&amp;ccedil;ados, ainda h&amp;aacute; quest&amp;otilde;es muito importantes por resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/h59c5x07SoU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;M&amp;aacute;rio Nogueira lembrou que n&amp;atilde;o se trata apenas da recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o cumprido, mas da resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios de trabalho dos professores, da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, do combate &amp;agrave; precariedade, da elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das quotas e vagas para progress&amp;atilde;o na carreira, entre muitas outras quest&amp;otilde;es a que o governo ter&amp;aacute; que dar resposta, de modo a valorizar a profiss&amp;atilde;o, torn&amp;aacute;-la atrativa e, dessa forma, enfrentar o maior desafio que se coloca &amp;agrave; Escola P&amp;uacute;blica atualmente: a falta de professores qualificados nas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/cn-5set23-2-1.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/cn-5set23-2-1.jpg?v=638296425930248680"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/cn-5set23-3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/cn-5set23-3.jpg?v=638296425932789053"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/cn-5set23.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/cn-5set23.jpg?v=638296425935459392"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq2.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/eq2.jpeg?v=638296425939279861"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq1.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/eq1.jpeg?v=638296425942790281"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq4.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/eq4.jpeg?v=638296425947140827"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq3.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/eq3.jpeg?v=638296425950081196"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq7.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/eq7.jpeg?v=638296425952821531"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq5.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/eq5.jpeg?v=638296425956141988"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq5.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/calendário%20de%20luta%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="95%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e2056219/calendário%20de%20luta%20(cartaz).jpg?v=638303136996756656"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/30/0/eq3.jpeg" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 06 Sep 2023 22:49:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-reune-meio-milhar-de-delegados-e-dirigentes-sindicais-6-fev</guid></item><item><title>2023 — Recuperação do tempo de serviço — Proposta da Fenprof</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-no-inicio-do-ano-escolar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;i&gt;01 de setembro de 2023&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Fenprof, preocupada com falta de professores, apresenta ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) &lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/10/2/Fenprof%20—%20Proposta%20para%20a%20RTS%20(1-set).pdf" target="_blank"&gt;proposta de recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira&lt;/a&gt;. E coloca outras quest&amp;otilde;es que&amp;nbsp;dever&amp;atilde;o merecer resposta na pr&amp;oacute;xima semana.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os ind&amp;iacute;cios s&amp;atilde;o de agravamento da falta de professores profissionalizados nas escolas: ao longo do ano letivo aposentar-se-&amp;atilde;o cerca de 3500 docentes e n&amp;atilde;o chegar&amp;atilde;o mais de 600 novos docentes ao sistema; as reservas de recrutamento t&amp;ecirc;m cerca de 20&amp;nbsp;800 docentes, mas o ano transato foi necess&amp;aacute;rio contratar mais de 30&amp;nbsp;000; num corpo docente mais envelhecido e sem que o regime de mobilidade por doen&amp;ccedil;a tivesse merecido qualquer altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; natural que o n&amp;uacute;mero de baixas m&amp;eacute;dica venha a aumentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De imediato, a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste grave problema passa por manter os mais jovens na profiss&amp;atilde;o e por atrair os milhares que a abandonaram; a curto prazo, passa por garantir a entrada de muitos mais jovens nos cursos que habilitam para a doc&amp;ecirc;ncia. Atingir estes objetivos exige a melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos docentes (hor&amp;aacute;rios de trabalho que respeitem a lei, n&amp;uacute;mero de alunos por turma ou regime de concursos), a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incentivos &amp;agrave; coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o em zonas carenciadas, a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da precariedade sem criar novas penaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira, recuperando os 6 anos, 6 meses e 23 dias que continuam congelados, bem como eliminando vagas de progress&amp;atilde;o e quotas de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof quis, no dia 1 de setembro, dar um sinal ao governo e aos portugueses de que considera a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o como via privilegiada para resolver os problemas e entregou no ME uma&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/6B814671B692FEFBC6F24BC7297E9DE2/f-212-proposta-fenprof-recuperacao-tempo-de-servico-01-09-23.pdf" target="_blank"&gt;proposta concreta&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, devidamente fundamentada, destinada a recuperar o tempo de servi&amp;ccedil;o nos pr&amp;oacute;ximos 3 anos. A entrega visa garantir que o primeiro momento de faseamento ter&amp;aacute; enquadramento financeiro no Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2024. Aguarda-se, agora, uma resposta do ME, com a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;atilde;o para calendarizar o processo negocial, abrindo-se, dessa forma, a porta que o Presidente da Rep&amp;uacute;blica j&amp;aacute; considerou estar entreaberta.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/dHpCgph4vag"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Outras quest&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Obrigatoriedade de docentes que vincularam terem de se apresentar em escolas em que n&amp;atilde;o ir&amp;atilde;o permanecer&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Centenas de docentes vincularam em quadros de zona pedag&amp;oacute;gica (QZP) em que ainda n&amp;atilde;o obtiveram coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Por n&amp;atilde;o estarem colocados em qualquer agrupamento/escola, est&amp;atilde;o obrigados a apresentarem-se e permanecer na escola da &amp;uacute;ltima coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, fora do QZP a que agora pertencem, muitos a centenas de quil&amp;oacute;metros da sua resid&amp;ecirc;ncia. A Fenprof prop&amp;ocirc;s que estes docentes pudessem optar por se apresentarem em escola do QZP em que vincularam ou da &amp;aacute;rea de resid&amp;ecirc;ncia. O ME informou que no in&amp;iacute;cio da pr&amp;oacute;xima semana esse problema ter&amp;aacute; solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, atrav&amp;eacute;s de uma medida de car&amp;aacute;ter excecional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Clarifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 74/2023 (sobre a carreira)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Este diploma n&amp;atilde;o resolve o problema do tempo de servi&amp;ccedil;o que est&amp;aacute; a ser roubado aos educadores e aos professores, mas em alguns agrupamentos/escolas, h&amp;aacute; d&amp;uacute;vidas sobre a sua aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, devido &amp;agrave; n&amp;atilde;o verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de requisitos (avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e/ou forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua) por parte de quem, embora poucos, poder&amp;aacute; antecipar a progress&amp;atilde;o. Da parte do ME houve a garantia de, tamb&amp;eacute;m no in&amp;iacute;cio da pr&amp;oacute;xima semana, as escolas serem esclarecidas sobre medidas excecionais, de forma a n&amp;atilde;o penalizar ainda mais os docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Ainda sobre este diploma, a Fenprof contestou o facto de o mesmo n&amp;atilde;o garantir a todos os docentes abrangidos, que necessitem de vaga para progredirem, que a mesma ser&amp;aacute; adicional e, portanto, fora do lote destinado aos outros docentes. Se isso n&amp;atilde;o acontecer, a maioria destes professores ocupar&amp;atilde;o as vagas abertas para o conjunto dos docentes, o que significa que n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o qualquer benef&amp;iacute;cio e ainda impedir&amp;atilde;o outros de progredirem. Da parte do ME houve a garantia de apreciar esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, para a Fenprof, contraria o que foi assumido no processo negocial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 79.&amp;ordm; do ECD aos docentes em monodoc&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A Fenprof criticou a falta de proposta de um novo regime de redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es hor&amp;aacute;rias para a monodoc&amp;ecirc;ncia e tamb&amp;eacute;m identificou problemas que est&amp;atilde;o a ser colocados aos professores e educadores em diversos agrupamentos: recusa de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es do artigo 79.&amp;ordm; a quem n&amp;atilde;o &amp;eacute; titular de turma (apoios, coordena&amp;ccedil;&amp;otilde;es e outras situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es); ainda, em alguns agrupamentos, a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o durante os intervalos. O ME reconheceu que s&amp;oacute; h&amp;aacute; dois regimes (a monodoc&amp;ecirc;ncia e a pluridoc&amp;ecirc;ncia) e que na pr&amp;oacute;xima semana ser&amp;aacute; esclarecido junto dos agrupamentos/escolas que &amp;eacute; direito de todos os que est&amp;atilde;o em monodoc&amp;ecirc;ncia, titulares de turma ou n&amp;atilde;o, usufruir do disposto neste artigo do ECD. Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos intervalos, esta era mat&amp;eacute;ria que deveria estar esclarecida, pelo que ver-se-&amp;aacute; se o ME, de uma vez por todas, assume uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara junto das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos agrupamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O diploma legal em discuss&amp;atilde;o estar&amp;aacute; presente na pr&amp;oacute;xima reuni&amp;atilde;o do Conselho de Ministros, que se dever&amp;aacute; dedicar aos assuntos da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Posteriormente, o diploma entrar&amp;aacute; em fase de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para breve, de reuni&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Respeito pelo direito &amp;agrave; greve&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A Fenprof confirmou, em 31 de agosto, que os docentes a quem foram injustificadas faltas por fazerem greve em 17 de mar&amp;ccedil;o passado, no &amp;acirc;mbito da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, ainda n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m o problema resolvido, apesar de compromisso do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A Fenprof insistiu na necessidade de este problema ser resolvido, pois representa um grave atentado ao direito &amp;agrave; greve e ao Estado de Direito Democr&amp;aacute;tico, consagrado na Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/AukjNel3iZo"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A luta continua!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio resolver os problemas: a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o caminho; a luta ser&amp;aacute; inevit&amp;aacute;vel se o ME mantiver a porta fechada, pois a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o vale, apenas, pela realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es; &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio que delas saiam solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os problemas que desvalorizam a profiss&amp;atilde;o docente e dificultam a vida das escolas.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Fenprof, a luta complementa a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo que a decis&amp;atilde;o sobre a mesma passa por ouvir os educadores e os professores e por ter propostas concretas e exequ&amp;iacute;veis. Hoje apresentou uma proposta ao ME; dia 6 de setembro, ter&amp;aacute; lugar o Encontro Nacional de Delegados e Dirigentes dos Sindicatos que constituem a Fenprof para avaliar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e decidir sobre a luta. Esta &amp;eacute; a forma adequada de agir, dignificando a pr&amp;oacute;pria luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De imediato, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; empenhada na concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que, em converg&amp;ecirc;ncia com mais 8 organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ser&amp;atilde;o levadas a efeito na Semana Europeia dos Professores (2 a 6 de outubro). A proposta de Lei do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2024 e a postura negocial do ME ditar&amp;atilde;o o eventual prosseguimento da luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29&amp;nbsp;de agosto de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof no in&amp;iacute;cio do ano escolar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fenprof inicia ano com reuni&amp;otilde;es dos seus &amp;oacute;rg&amp;atilde;os dirigentes, desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (1/set) e Encontro Nacional de representantes sindicais das escolas (6/set).&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof inicia mais um ano escolar com intensa atividade, preparando-se para um ano em que se prev&amp;ecirc; muita luta, face &amp;agrave; falta de medidas que deem resposta aos principais problemas que afetam os professores a e as escolas. Assim:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;31/ago e 1/set&lt;/strong&gt; &amp;mdash; Secretariado Nacional da Fenprof;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;1/set&lt;/strong&gt; &amp;mdash; Entrega no Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (10h) de &lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/200/10/2/Fenprof%20—%20Proposta%20para%20a%20RTS%20(1-set).pdf" target="_blank" style="color: #3366ff;"&gt;proposta fundamentada&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;, visando a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 2393 dias&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;(6 anos, 6 meses e 23 dias). Nas palavras do Presidente da Rep&amp;uacute;blica, o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 74/2023, de 25 de agosto, que promulgou ap&amp;oacute;s um primeiro veto, deixa entreaberta a porta desta recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo que a Fenprof pretende aproveit&amp;aacute;-la, assumindo a sua parte enquanto entidade com compet&amp;ecirc;ncia negocial, procurando que se abra de vez. Nesse sentido, foi pedida uma audi&amp;ecirc;ncia ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para entrega e justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos termos da proposta;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;5/set&lt;/strong&gt; &amp;mdash; Conselho Nacional da Fenprof;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;6/set&lt;/strong&gt; &amp;mdash; Encontro Nacional de Dirigentes e Delegados Sindicais dos Sindicatos que constituem a Fenprof (Voz do Oper&amp;aacute;rio, 14h &amp;agrave;s 17h30). Este encontro reunir&amp;aacute; representantes dos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas, onde se debater&amp;atilde;o os problemas que atingem a classe docente e as escolas, sendo aprovada uma Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o na qual constar&amp;atilde;o as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e lutas a desenvolver no primeiro per&amp;iacute;odo letivo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><pubDate>Thu, 31 Aug 2023 16:22:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-no-inicio-do-ano-escolar</guid></item><item><title>2023/2024 — Calendário Escolar (painel)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/2023-2024-calendario-escolar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;03 de agosto de 2023&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O SPN disponibiliza calend&amp;aacute;rio(s) escolar do ano letivo 202&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;3&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;/202&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;4&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; que poder&amp;aacute; ser impresso, de acordo com a&amp;nbsp;modalidade pretendida.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar nas imagens.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Trimestral&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/100/60/1/calendáriotrimestral23.jpg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/3f711a00/calendáriotrimestral23.jpg?v=638266848965385943"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Semestral&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/100/60/1/calendáriosemestral24.jpg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/3f711a00/calendáriosemestral24.jpg?v=638266848969656450"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/58000/100/60/1/calendáriosemestral242.jpg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/3f711a00/calendáriosemestral242.jpg?v=638266848974427067"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;/h4&gt;</description><pubDate>Thu, 03 Aug 2023 17:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/2023-2024-calendario-escolar</guid></item><item><title>2022 — Sobre o arranque do ano letivo na região Norte </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/sobre-o-arranque-do-ano-letivo-na-regiao-norte</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2ca780f9/spn-logo-transparência.png?v=637989567753161448"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) torna p&amp;uacute;blico o seguinte:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;I&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; O presente ano letivo arranca num quadro particularmente dif&amp;iacute;cil para os professores, tal como para os restantes trabalhadores portugueses, face ao acentuado aumento da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a consequente desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus sal&amp;aacute;rios, do valor do seu trabalho ou das suas pens&amp;otilde;es. Perante uma quebra significativa do rendimento dos portugueses, a Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN considera absolutamente inaceit&amp;aacute;vel o truque da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 125&amp;euro; no m&amp;ecirc;s de outubro e a antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do aumento das pens&amp;otilde;es que, afinal, se traduz, no fim da atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo valor da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da sua desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a partir de 2024. Procedesse o Governo a uma diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga fiscal que pesa sobre os trabalhadores, pensionistas e aposentados, e a aumentos de sal&amp;aacute;rios e pens&amp;otilde;es que cobrissem o valor da infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, a&amp;iacute; sim, estar&amp;iacute;amos perante uma real melhoria do rendimento dispon&amp;iacute;vel das fam&amp;iacute;lias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;II&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afeta de forma especial os professores aposentados ou os professores deslocados, estes &amp;uacute;ltimos com custos acrescidos no plano das despesas de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alojamento, sendo que estes s&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m, frequentemente, os professores com mais baixos sal&amp;aacute;rios, por se encontrarem ainda fora da carreira ou nos escal&amp;otilde;es iniciais da mesma. Dos problemas espec&amp;iacute;ficos a destacar no arranque deste ano letivo, &amp;eacute; incontorn&amp;aacute;vel o da mobilidade docente, nomeadamente a recente altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o das regras de mobilidade por doen&amp;ccedil;a (MpD) e os cortes na mobilidade estatut&amp;aacute;ria.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;III&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; Sendo mat&amp;eacute;ria sobre a qual o SPN e a FENPROF se t&amp;ecirc;m vindo a pronunciar criticamente e a apresentar alternativas, &amp;eacute; oportuno sublinhar que pertence ao territ&amp;oacute;rio de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN uma das regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s mais afetadas pela MpD (Tr&amp;aacute;s-os-Montes, com especial intensidade no distrito de Bragan&amp;ccedil;a), pelo que nos cumpre dar relevo &amp;agrave;s dificuldades que as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao regime de mobilidade vieram acentuar, nomeadamente no que concerne ao acesso &amp;agrave; prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o e cuidado na doen&amp;ccedil;a para os docentes e os seus familiares, particularmente para os de regi&amp;otilde;es do&amp;nbsp; pa&amp;iacute;s onde, por motivo da interioriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o acesso a esses cuidados est&amp;aacute; por si mais dificultado.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;IV&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; Por outro lado, tal situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afeta ainda de forma negativa n&amp;atilde;o s&amp;oacute; outros docentes &amp;ndash; por implica&amp;ccedil;&amp;otilde;es na mobilidade interna e na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash;, mas tamb&amp;eacute;m as pr&amp;oacute;prias escolas que passam a incorporar professores que n&amp;atilde;o re&amp;uacute;nem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de que permitam assegurar o trabalho de forma est&amp;aacute;vel ou de todo, ou ainda a incorporar professores cujas necessidades de disponibilidade para o cuidado &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia interferir&amp;atilde;o com a sua disponibilidade para a escola.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;V&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; Apesar de a tutela sustentar que estas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, al&amp;eacute;m de manterem a garantia da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o na doen&amp;ccedil;a &amp;ndash; afirmam &amp;ndash;, visam combater o problema da falta de professores&lt;span style="text-decoration: line-through;"&gt;,&lt;/span&gt; a nossa leitura dos dados aponta n&amp;atilde;o para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desse problema, mas sim para o seu agravamento, limitando fortemente as garantias de sa&amp;uacute;de e seguran&amp;ccedil;a no trabalho. Como tal, o SPN apoiou os professores que se viram lesados por estas medidas e continuar&amp;aacute; a contestar o atual enquadramento legal e a reivindicar a revis&amp;atilde;o do DL 41/2022.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;VI&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; Se, para a generalidade dos professores, o arranque do ano fica marcado, mais uma vez, por um quadro de desprote&amp;ccedil;&amp;atilde;o, instabilidade e precariedade, os professores do Ensino Particular e Cooperativo sofrem o mesmo cen&amp;aacute;rio com tonalidades at&amp;eacute; mais carregadas, como evidenciam as imposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do hor&amp;aacute;rio de trabalho, em v&amp;aacute;rias zonas da Regi&amp;atilde;o Norte, com especial destaque para o Ensino Art&amp;iacute;stico Especializado, extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de postos de trabalho ou processos de despedimento coletivo, de que &amp;eacute; exemplo o Conservat&amp;oacute;rio Regional de M&amp;uacute;sica de Vila Real, n&amp;atilde;o esquecendo a progress&amp;atilde;o na carreira, ainda parada por culpa da caducidade das conven&amp;ccedil;&amp;otilde;es coletivas e dos entraves causados em sede de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o patronal.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;VII&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; Da mesma forma, importa sublinhar o quadro de subfinanciamento e&amp;nbsp; precariedade no Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, facilitado pelo atual Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior. No caso do Ensino Superior Polit&amp;eacute;cnico, assiste-se, em v&amp;aacute;rias institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ao recurso abusivo &amp;agrave; categoria de assistente convidado. Exemplo disso &amp;eacute; o Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto, que emitiu um despacho recomendando o recurso a essa pr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;VIII&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt; Por todos estes motivos e outros ainda que se arrastam h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos, o SPN apela &amp;agrave; mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores, educadores e investigadores no seu conjunto para a luta que importa travar em defesa dos nossos direitos laborais, da qualidade do nosso trabalho e da escola p&amp;uacute;blica, com destaque para a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas seguintes iniciativas a curto prazo: reuni&amp;otilde;es e plen&amp;aacute;rios sindicais de abertura do ano letivo; concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto &amp;agrave; Delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o Norte&amp;nbsp; da DGEstE (20 de setembro, Porto); Plen&amp;aacute;rio Nacional de Professores Contratados e Desempregados (21 de setembro, online); Plen&amp;aacute;rio Nacional de Professores (4 de outubro, Lisboa); Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da CGTP-IN (15 de outubro, Porto e Lisboa).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Eacute;&amp;nbsp; tempo de ser tempo dos professores.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="padding-left: 30px;"&gt;Porto, 14 de setembro de 2022&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="padding-left: 30px;"&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="padding-left: 30px; text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/49000/400/40/1/Alcácer-do-Sal-4.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/2ca780f9/Alcácer-do-Sal-4.jpg?v=637989567756517641"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 14 Sep 2022 23:53:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/sobre-o-arranque-do-ano-letivo-na-regiao-norte</guid></item><item><title>2022 — Entrevista ao secretário-geral da Fenprof</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/entrevista-ao-secretario-geral-da-fenprof</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;No in&amp;iacute;cio de mais um ano letivo nas escolas portuguesas e a prop&amp;oacute;sito de recentes declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, impunha-se ouvir o secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof, que considera que &amp;ldquo;&lt;em&gt;&amp;eacute; preciso que os governantes deixem de falar para a opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e passem a olhar para as reais necessidades das escolas&lt;/em&gt;&amp;rdquo;, reiterando a ideia de que &amp;ldquo;&lt;em&gt;&amp;eacute; tempo de ser tempo dos professores&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta entrevista &amp;eacute; reafirmada a disponibilidade da Fenprof para se sentar &amp;agrave; mesa das negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas sem condicionamentos, quer no que respeita aos assuntos a negociar, quer em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; luta dos educadores e professores. Das diversas declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro, destacam-se quatro aspetos que importa, desde j&amp;aacute;, registar: a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais, a falta de professores nas escolas, as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao regime de concursos e a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores em servi&amp;ccedil;o nas Regi&amp;otilde;es Aut&amp;oacute;nomas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/entrevista-ao-secretario-geral-da-fenprof-1" target="_blank"&gt;Ler&amp;nbsp;a entrevista ao secret&amp;aacute;rio-geral ao site da Fenprof&lt;/a&gt;, na abertura do ano letivo 2022/2023.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/entrevista-ao-secretario-geral-da-fenprof-1" target="_blank"&gt; &lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fc94449d/Fenprof-Mário-Nogueira-LUSA-1.jpg?v=637987957002721850"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.fenprof.pt/entrevista-ao-secretario-geral-da-fenprof-1" target="_blank"&gt;[Clicar na fotografia]&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 14 Sep 2022 22:37:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/entrevista-ao-secretario-geral-da-fenprof</guid></item><item><title>"Quem quer ser professor?" (SIC, 2022)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/quem-quer-ser-professor-sic</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;No &amp;ldquo;Jornal da Noite&amp;rdquo;&amp;nbsp;(12/set), a SIC emitiu a Grande Reportagem "Quem quer ser professor?", da autoria da jornalista Am&amp;eacute;lia Moura Ramos. Uma reportagem que retrata o quotidiano de muitos professores em Portugal.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;"Tem sido not&amp;iacute;cia na &amp;uacute;ltima semana mais uma vez a falta de professores neste in&amp;iacute;cio das aulas ou, como o Governo lhe chama, os hor&amp;aacute;rios por preencher, e &amp;eacute; quase certo o mesmo cen&amp;aacute;rio nos pr&amp;oacute;ximos anos, porque ser&amp;aacute; necess&amp;aacute;rio contratar cerca de 3500 professores por ano durante a pr&amp;oacute;xima d&amp;eacute;cada para inverter a sa&amp;iacute;da dos que se reformam".&lt;/em&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dada a import&amp;acirc;ncia dos conte&amp;uacute;dos da reportagem, na abertura do ano letivo 2022/23, a Fenprof entendeu partilh&amp;aacute;-la com os docentes portugueses, louvando a iniciativa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 0cm; background: white; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://youtu.be/S5JRS6r7tkU" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8a001460/quemquer_c.jpg?v=637987047532050021"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 13 Sep 2022 21:25:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/quem-quer-ser-professor-sic</guid></item><item><title>2022/2023 — Calendário Escolar (painel)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/calendario-2022-2023</link><description>&lt;h6&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;9 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;O SPN disponibiliza calend&amp;aacute;rio(s) escolar do ano letivo 2022/2023 que poder&amp;aacute; ser impresso, de acordo com a&amp;nbsp;modalidade pretendida.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;[Clicar nas imagens.]&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Trimestral&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/49000/300/50/7/calendário_tri.jpg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fbf29e9d/calendário_tri.jpg?v=637983405483814340"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Semestral&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/49000/300/50/7/calendário_1S.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fbf29e9d/calendário_1S.jpg?v=637983419048413676"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &lt;a href="/Media/Default/Info/49000/300/50/7/calendário_2S.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fbf29e9d/calendário_2S.jpg?v=637983419053994389"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;</description><pubDate>Fri, 09 Sep 2022 16:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/calendario-2022-2023</guid></item><item><title>2022 — Fenprof pronuncia-se sobre o arranque do ano letivo</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/2022-2023-e-tempo-de-ser-tempo-dos-professores</link><description>&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="640" height="360" src="https://videos.sapo.pt/playhtml?file=https://videos.sapo.pt/MYihhIIDLJwMoqODqkk4/mov/39" frameborder="0" scrolling="no" allowfullscreen="allowfullscreen" mozallowfullscreen="mozallowfullscreen" webkitallowfullscreen="webkitallowfullscreen" allow="autoplay"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Vis&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;&lt;a href="https://visao.sapo.pt/atualidade/politica/irrevogavel/2022-09-23-mario-nogueira-uma-semana-apos-o-comeco-das-aulas-a-situacao-e-mais-grave-ha-80-mil-alunos-sem-professores/"&gt;&amp;ldquo;Irrevog&amp;aacute;vel&amp;rdquo;, com M&amp;aacute;rio Nogueira&lt;/a&gt;&amp;nbsp;(23.09.2022)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de novembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?v=J5pxSkzRA_4" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fc279b11/FGnoportocanal.jpg?v=637989472965096482"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Francisco Gon&amp;ccedil;alves, secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof,&amp;nbsp;no programa "Noite Informativa", do&amp;nbsp;Porto Canal,.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101144198.mp4" target="_blank"&gt; &lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fc279b11/caixasminiaturas.jpg?v=637987725885786383"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;TVI&amp;nbsp;&amp;mdash;&amp;nbsp;Esta Manh&amp;atilde;: Entrevista a Jos&amp;eacute; Feliciano Costa (secret&amp;aacute;rio-geral adjunto da Fenprof)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;14 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101146203.mp4" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/fc279b11/sicnoticiasmário.jpg?v=637989478700898326"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;SIC Not&amp;iacute;cias &amp;mdash; Entrevista a&amp;nbsp;M&amp;aacute;rio Nogueira (secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fenprof pronuncia-se sobre o arranque do ano letivo:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RTP 1&lt;/strong&gt; &amp;mdash; &lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101151641.mp4" target="_blank"&gt;Arranque do ano letivo - Sindicatos dos professores criticam medidas do Governo&lt;/a&gt; (M&amp;aacute;rio Nogueira)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RTP 1&lt;/strong&gt; &amp;mdash;&amp;nbsp;&lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101144731.mp4" target="_blank"&gt;Arranque do ano letivo &amp;ndash; Entrevista a M&amp;aacute;rio Nogueira &lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;RTP 3&lt;/strong&gt; &amp;mdash; &lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101145161.mp4" target="_blank"&gt;Arranque do ano letivo - Falta de professores&lt;/a&gt; (M&amp;aacute;rio Nogueira)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;TVI&lt;/strong&gt; &amp;mdash; &lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101150383.mp4" target="_blank"&gt;Arranque do ano letivo&lt;/a&gt; (Jos&amp;eacute; Feliciano Costa)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;SIC&lt;/strong&gt; &amp;mdash; &lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101150149.mp4" target="_blank"&gt;Arranque do ano letivo&lt;/a&gt; (M&amp;aacute;rio Nogueira)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;SIC/N&lt;/strong&gt; &amp;mdash; &lt;a href="https://pt.cision.com/files/tv/2022/09/101146638.mp4" target="_blank"&gt;Arranque do ano letivo&lt;/a&gt; (M&amp;aacute;rio Nogueira)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Abertura do ano letivo marcada pela falta de professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Definitivamente, a abertura do ano letivo est&amp;aacute; marcada pela falta de professores. Hoje, caso houvesse aulas, a Fenprof estima que entre 55 mil a 60 mil alunos n&amp;atilde;o teriam os professores todos.&amp;nbsp; O problema est&amp;aacute; instalado e n&amp;atilde;o est&amp;aacute; relacionado com o facto de regime de concursos ser nacional ou local. O problema &amp;eacute; que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; professores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/NSCg3Fl8wXk"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-top: 0cm; background: white;"&gt;Na confer&amp;ecirc;ncia de imprensa de abertura do ano letivo 2022/2023, realizada em Coimbra, a Fenprof lembrou que, na &amp;uacute;ltima d&amp;eacute;cada, mais de 10 mil docentes abandonaram a profiss&amp;atilde;o. Por seu turno, os jovens n&amp;atilde;o consideram a doc&amp;ecirc;ncia suficientemente est&amp;aacute;vel ou atrativa para entrar nas suas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de futuro. Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o passa por estimar os educadores e professores que se encontram nas escolas, garantindo-lhes melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, mais estabilidade e justi&amp;ccedil;a na carreira, tornando a profiss&amp;atilde;o mais atrativa para os jovens que est&amp;atilde;o a terminar o secund&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;12&amp;nbsp;de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Inevit&amp;aacute;vel &amp;mdash; Este ser&amp;aacute; um ano de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o e luta!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vem a&amp;iacute; um novo ano letivo em que aos velhos se juntam novos problemas. Para os professores &amp;eacute; intoler&amp;aacute;vel a cont&amp;iacute;nua desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o e o agravamento das suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Inicia-se, esta semana, um novo ano letivo. Os problemas que se abateram sobre os professores e as escolas no ano anterior transferem-se para este, sem que haja qualquer al&amp;iacute;vio. Na verdade, as medidas com que Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) e governo disfar&amp;ccedil;ou a falta de professores e as consequ&amp;ecirc;ncias da brutal infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se verifica, desgasta o poder de compra e o n&amp;iacute;vel de vida dos docentes e degrada as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho. Estas medidas revelaram desajustadas e s&amp;atilde;o motivo de grande descontentamento dos docentes e das comunidades educativas. Por muito que o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o procure disfar&amp;ccedil;ar, a realidade fala por si.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Face a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Fenprof j&amp;aacute; decidiu promover as seguintes iniciativas e a&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa (13/set), primeiro dia do ano letivo 2022/2023, pelas 10:30h, em Coimbra, junto &amp;agrave; Escola Secund&amp;aacute;ria Quinta das Flores.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Plen&amp;aacute;rio nacional de&amp;nbsp;docentes contratados e desempregados, incluindo em servi&amp;ccedil;o nas AEC, em&amp;nbsp;21 de setembro, pelas 17 horas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Plen&amp;aacute;rios regionais de educadores e professores sobre concursos e vencimentos, ap&amp;oacute;s a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reuni&amp;atilde;o com o ME, em 21 de setembro (setembro, em data a determinar).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Plen&amp;aacute;rio nacional de educadores e professores, em concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica,&amp;nbsp;no dia 4 de outubro, pelas 14:30h, no &amp;acirc;mbito das iniciativas que assinalam o Dia Mundial do Professor.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Conselho Nacional da Fenprof, dias 20 e 21 de outubro, na qual ser&amp;aacute; apreciada a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2023 e feito ponto de situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de processos negociais em curso, bem como convocadas ou confirmadas as formas de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o e luta que se considerem indispens&amp;aacute;veis.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel, e n&amp;atilde;o passar&amp;aacute; sem grande protesto e forte luta, a cada vez maior:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos sal&amp;aacute;rios;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;a cont&amp;iacute;nua desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras:&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;o arrastamento da precariedade;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;o agravamento das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;o desrespeito pelos educadores e professores;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul style="list-style-type: circle;"&gt;
&lt;li&gt;&amp;nbsp;a falta de investimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na Escola P&amp;uacute;blica.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Nas reuni&amp;otilde;es que ir&amp;atilde;o realizar nas escolas, os Sindicatos que constituem a Fenprof tudo far&amp;atilde;o no sentido do esclarecimento, do debate e da mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e as lutas tidas por necess&amp;aacute;rias. &lt;strong&gt;&amp;Agrave;s quais n&amp;atilde;o se exclui o recurso &amp;agrave; greve ainda no primeiro per&amp;iacute;odo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;1 de setembro de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof &amp;mdash; Declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o de in&amp;iacute;cio do ano (1/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O in&amp;iacute;cio do novo ano letivo (1/set) foi assinalado pela Fenprof com uma&amp;nbsp;declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social onde estabelece as prioridades reivindicativas para 2022/2023, a que deu o nome &amp;ldquo;&lt;a href="/Media/Default/Info/49000/200/80/7/Fenprof%20-%20Início%20ano%20letivo%20(01.09.22).pdf" target="_blank"&gt;Para ser tempo dos Professores exigem-se medidas concretas e n&amp;atilde;o s&amp;oacute; boas palavras&lt;/a&gt;&amp;rdquo;.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/GULmfXwjt-8"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste regresso &amp;agrave; escola, a Fenprof n&amp;atilde;o tem d&amp;uacute;vidas de que os &amp;ldquo;docentes ir&amp;atilde;o reencontrar os problemas de anos passados: dif&amp;iacute;ceis condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho; hor&amp;aacute;rios com abusos e ilegalidades que se arrastam; exig&amp;ecirc;ncias que, por vezes, v&amp;atilde;o para al&amp;eacute;m do conte&amp;uacute;do funcional da profiss&amp;atilde;o e, quase sempre, imp&amp;otilde;em horas de trabalho que ultrapassam em muito os limites legalmente estabelecidos&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi, precisamente para resolver estes e outros problemas que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o prop&amp;ocirc;s ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em 4 de agosto,&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/fenprof-reune-com-me-4-ago" target="_blank"&gt;um protocolo de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt; onde se destacam-se as seguintes mat&amp;eacute;rias:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Contagem integral do tempo de servi&amp;ccedil;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Fim dos bloqueios &amp;agrave; progress&amp;atilde;o na carreira;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Revis&amp;atilde;o da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho (come&amp;ccedil;ando por eliminar as quotas);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aumento salariais (tendo em conta a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e rejuvenescimento a profiss&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Combater a precariedade docente;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Cumprimento das diretivas comunit&amp;aacute;rias relativamente ao vencimento dos docentes contratados;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Acabar com m&amp;uacute;ltiplos de problemas que afetam diversos grupos de docentes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Estas s&amp;atilde;o algumas das medidas que o ME/governo n&amp;atilde;o pode continuar a evitar. Importa, neste momento, perceber se o ME/governo ter&amp;aacute; disponibilidade, vontade pol&amp;iacute;tica e autonomia, para assinar esse protocolo, ou, ao inv&amp;eacute;s, pretende continuar a arrastar e a agravar os problemas, fazendo com que o tempo continue marcado pelo protesto e pela luta de quem n&amp;atilde;o se pode contentar nem calar perante a explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os abusos, o desrespeito e a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o afirmou estar dispon&amp;iacute;vel para discutir o protocolo. Falta saber quais as medidas concretas, ou se estas s&amp;atilde;o, apenas, boas palavras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para&amp;nbsp;os docentes, este ter&amp;aacute; de se, mesmo, o tempo de ser tempo dos Professores!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de agosto de 2022&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa &amp;mdash;&amp;nbsp;&amp;ldquo;&amp;Eacute; tempo de ser tempo dos Professores!&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof, em confer&amp;ecirc;ncia de imprensa a realizar no dia 1 de setembro, pelas 11 horas, na sua sede, torna p&amp;uacute;blica uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre as prioridades reivindicativas para 2022-2023. E reitera: &amp;ldquo;&amp;Eacute; tempo de ser tempo dos Professores!&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dia 1 de setembro, os educadores e professores regressam &amp;agrave;s escolas para prepararem mais um ano letivo. Um ano que ser&amp;aacute; o primeiro completo da atual equipa ministerial (ME) a quem a Fenprof prop&amp;ocirc;s a assinatura de um protocolo prevendo o desenvolvimento de processos negociais de que resultem a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o e da carreira docente, bem como a melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho de professores e educadores. Estas s&amp;atilde;o condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para tornar atrativa a profiss&amp;atilde;o e, dessa forma, superar o grave problema da falta de professores.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Ver tamb&amp;eacute;m:&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/2021-2022-fenprof-avalia-ano-letivo-e-perspetiva-o-proximo"&gt;2022/2023 ter&amp;aacute; mesmo de tamb&amp;eacute;m ser tempo dos professores&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/fenprof-reune-com-me-4-ago" target="_blank"&gt;Fenprof prop&amp;otilde;e protocolo negocial ao ME (4/ago)&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 31 Aug 2022 13:46:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/2022-2023-e-tempo-de-ser-tempo-dos-professores</guid></item><item><title>2021 — SPN saúda todos os educadores, professores e investigadores!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-sauda-todos-os-professores</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de setembro de 2021&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/42000/500/60/4/SPN%202021%20—%20Saudação%20aos%20professores%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/61025a80/SPN%202021%20—%20Saudação%20aos%20professores%20(cartaz).jpg?v=637678484179320585"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;8 de setembro de 2021&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/61025a80/oal_saudação_f%20(2).jpg?v=637667280768460302"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 08 Sep 2021 19:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-sauda-todos-os-professores</guid></item><item><title>Referencial Escolas 2021/2022</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/referencial-escolas-2021-2022</link><description>&lt;h6&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;em&gt;7 de setembro de 2021&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral de Sa&amp;uacute;de (DGS) atualiza o &amp;ldquo;&lt;a href="/Media/Default/Info/42000/500/50/9/Referencial%20Escoolas%202021-2022.pdf" target="_blank"&gt;Referencial Escolas. Controlo do COVID-19 em contexto escolar&lt;/a&gt;&amp;rdquo;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;para o ano letivo 2021/2022&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table style="height: 494px; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="486" height="494" border="3"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="border-color: #0d62d1; text-align: center;" scope="row"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/42000/500/50/9/Referencial%20Escoolas%202021-2022.pdf" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/48f8cc94/0001.jpg?v=637666236171298686"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;em&gt;7 de setembro de 2020&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof concorda com o referencial para as escolas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Fenprof reitera necessidade de garantir ensino presencial, pelo que n&amp;atilde;o desiste de exigir condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de seguran&amp;ccedil;a sanit&amp;aacute;ria e prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos doentes de risco&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;A Fenprof reitera a sua concord&amp;acirc;ncia gen&amp;eacute;rica com o referencial para as escolas nos casos em que surjam infe&amp;ccedil;&amp;otilde;es por Covid-19 em escolas, em particular com o envolvimento&amp;nbsp;da autoridade de sa&amp;uacute;de local, que deveria mesmo ser chamada a verificar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes em cada escola antes da abertura. A quest&amp;atilde;o, por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o pode ser apenas vista na perspetiva da exist&amp;ecirc;ncia de casos de Covid-19 nas escolas,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&amp;eacute; necess&amp;aacute;rio prevenir e garantir&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;que a possibilidade de aparecimento desses casos ser&amp;aacute; minimizada, o que passa pelo refor&amp;ccedil;o das medidas a montante.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Referencial Escolas ! 2020&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/35000/800/30/0/SNS%20e%20DGS%20-%20Referencial%20escolas.pdf" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b58793ce/SNS%20e%20DGS%20-%20Referencial%20escolas_page-0001.jpg?v=637351176631509927" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Como tem reiterado,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a Fenprof considera indispens&amp;aacute;vel o regresso ao ensino presencial, acompanhando aqueles que consideram que seria catastr&amp;oacute;fico voltar ao ensino a dist&amp;acirc;ncia&lt;/strong&gt;. Mas para que n&amp;atilde;o sejam dados passos atr&amp;aacute;s, n&amp;atilde;o basta que as escolas abram e recebam os alunos, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio manterem-se abertas, o que imp&amp;otilde;e medidas exigentes de seguran&amp;ccedil;a sanit&amp;aacute;ria, que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem recusado tomar, tais como a garantia do distanciamento f&amp;iacute;sico adequado e a indispens&amp;aacute;vel constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de pequenos grupos de alunos. Seria, igualmente, importante o rastreio pr&amp;eacute;vio &amp;agrave; Covid-19 e continua sem se conhecer como pretende o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o resolver os problemas dos milhares de docentes e trabalhadores n&amp;atilde;o docentes que integram grupos de risco, qual o refor&amp;ccedil;o de recursos para garantir a prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos de risco recentemente estabelecida ou como ser&amp;aacute; refor&amp;ccedil;ado o n&amp;uacute;mero de trabalhadores n&amp;atilde;o docentes das escolas, de forma a que seja dada a resposta necess&amp;aacute;ria &amp;agrave;s exig&amp;ecirc;ncias de limpeza, higieniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e seguran&amp;ccedil;a em todo o espa&amp;ccedil;o escolar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 07 Sep 2021 13:59:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/referencial-escolas-2021-2022</guid></item></channel></rss>