<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>No tempo da troika (2011-2015)</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/no-tempo-da-troika-2011-2015</link><description>No tempo da troika (2011-2015)</description><item><title>2015 — Nem o arranque tardio disfarça os problemas</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/nem-o-arranque-tardio-disfarca-os-problemas-este-ano-os-responsaveis-do-mec-nao-irao-pedir-desculpa-mas-irao-sair-o-que-e-mais-importante</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de setembro de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Na esmagadora maioria das escolas portuguesas, as aulas iniciam-se hoje, dia 21 de setembro. Um in&amp;iacute;cio que, assinale-se, &amp;eacute; o mais tardio dos 15 anos que j&amp;aacute; leva este s&amp;eacute;culo XXI. Este ano, os respons&amp;aacute;veis do MEC n&amp;atilde;o ir&amp;atilde;o pedir desculpa, mas ir&amp;atilde;o sair, o que &amp;eacute; mais importante.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Teria sido poss&amp;iacute;vel, mesmo com o calend&amp;aacute;rio fixado para este ano pelo MEC, as escolas abrirem no mesmo dia do ano passado: 15 de setembro.&amp;nbsp;Mas isso n&amp;atilde;o aconteceu, por duas raz&amp;otilde;es principais:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;por um lado, este ano, tal como o ano passado, em 15 de setembro o MEC ainda n&amp;atilde;o tinha criado as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para que as escolas pudessem iniciar a atividade;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;por outro, porque existe uma leg&amp;iacute;tima falta de confian&amp;ccedil;a por parte das escolas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos respons&amp;aacute;veis do MEC e, portanto, n&amp;atilde;o arriscaram abrir antes da data limite estabelecida.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; evidente que a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es em breve, estando j&amp;aacute; a decorrer a campanha eleitoral, obrigou o governo e a sua maioria a tomarem medidas excecionais, e esta foi uma delas: aproximar o mais poss&amp;iacute;vel a abertura das aulas da data das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es e, dessa forma, encurtar o tempo e, assim, a possibilidade de os problemas ganharem grande visibilidade, pois estes tornam-se muito mais vis&amp;iacute;veis depois de as escolas j&amp;aacute; terem iniciado as atividades com os seus alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com as portas das escolas abertas e os alunos l&amp;aacute; dentro, esperam agora os governantes que os problemas, que tamb&amp;eacute;m l&amp;aacute; est&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o se notem c&amp;aacute; fora: &lt;strong&gt;&lt;em&gt;turmas com muitos alunos, algumas ultrapassando os limites legalmente estabelecidos; alunos sem apoios, seja de docentes ou de outros t&amp;eacute;cnicos e sem alguns professores; falta de funcion&amp;aacute;rios,quer porque a lei &amp;eacute; desajustada, quer porque os concursos para a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de assistentes operacionais s&amp;oacute; agora est&amp;atilde;o a decorrer; dificuldades que resultam da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em mega-agrupamento; falta de horas para projetos educativos que seriam fundamentais para a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sucesso escolar e para o combate ao abandono; condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e hor&amp;aacute;rios de trabalho dos professores completamente desajustados em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; natureza pedag&amp;oacute;gica da atividade que desenvolvem, entre muitos outros&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial e apoio a alunos com necessidades educativas especiais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF realizou um levantamento, recolhendo dados de diversas escolas e agrupamentos do pa&amp;iacute;s, tendo tido a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de efetuar essa recolha em todas as regi&amp;otilde;es do continente e est&amp;aacute; em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de afirmar que, este ano, o problema mais grave identificado nesta abertura de ano letivo tem a ver com as dificuldades crescentes de resposta a n&amp;iacute;vel da &lt;strong&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial e apoio a alunos com necessidades educativas especiais&lt;/strong&gt;: faltam docentes, faltam t&amp;eacute;cnicos diversos, s&amp;atilde;o, por norma, desrespeitados os limites estabelecidos para a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas em que est&amp;atilde;o matriculados alunos com necessidades educativas especiais (NEE). A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de tal ordem preocupante, pondo em causa a pr&amp;oacute;pria capacidade da escola em promover uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva, que a FENPROF decidiu aprofundar este levantamento. Na pr&amp;oacute;xima semana, ser&amp;atilde;o divulgados os resultados que, infelizmente, dever&amp;atilde;o confirmar um problema que se considera grav&amp;iacute;ssimo. Para se perceber a sua dimens&amp;atilde;o, h&amp;aacute; um agrupamento em Barcelos com vinte e quatro turmas que, apesar de integrarem alunos com NEE, t&amp;ecirc;m mais de vinte alunos; em Aveiro h&amp;aacute; um com 18 turmas nestas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e outro com dezasseis; em Coimbra e em Viseu com treze. Relativamente ao limite de dois alunos com NEE nas turmas, o desrespeito pela regra legal que vigora tamb&amp;eacute;m se transformou em norma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Falta de assistentes operacionais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro problema com que as escolas se confrontam neste arranque de ano &amp;eacute; o da &lt;strong&gt;falta de assistentes operacionais&lt;/strong&gt;. Por um lado, como se sabe, o ratio estabelecido em lei e os crit&amp;eacute;rios para a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o manifestamente insuficientes; por outro, apesar de o governo ter permitido a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de assistentes operacionais, os concursos s&amp;oacute; foram lan&amp;ccedil;ados na semana passada e o processo de recrutamento ainda decorre. Continuam tamb&amp;eacute;m as escolas a ter de recorrer aos contratos de emprego e inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CEI) para satisfazerem as suas necessidades e garantirem o normal funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O agrupamento de Escolas de Mirandela, por exemplo, necessitaria de mais quinze assistentes operacionais, o de Carregal do Sal necessitaria de dez, o mesmo n&amp;uacute;mero que em Gondomar, no Agrupamento de Santa B&amp;aacute;rbara. Faltam oito em Torre de Moncorvo e sete em Barcelos (Agrupamento Alcaides de Faria). Sendo estes os casos em que o n&amp;uacute;mero &amp;eacute; mais elevado, a falta de tr&amp;ecirc;s, quatro ou cinco assistentes operacionais &amp;eacute; problema comum a muitas escolas, em alguns casos sendo trabalhadores para setores espec&amp;iacute;ficos que poder&amp;atilde;o n&amp;atilde;o funcionar (pavilh&amp;atilde;o gimnodesportivo, biblioteca, jardins de inf&amp;acirc;ncia ou escolas do 1.&amp;ordm; Ciclo que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m qualquer funcion&amp;aacute;rio e ainda para vigil&amp;acirc;ncia, o que significa que h&amp;aacute; aspetos de seguran&amp;ccedil;a que poder&amp;atilde;o estar postos em causa).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; ainda casos em que os assistentes operacionais em falta s&amp;atilde;o para executar tarefas extremamente exigentes, como acontece em Pombal, onde faltam dois assistentes operacionais para apoio &amp;agrave; unidade de multidefici&amp;ecirc;ncia, ou, em Penedono, para acompanhamento de crian&amp;ccedil;as com necessidades educativas especiais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Problema que, o ano passado, atingiu a dimens&amp;atilde;o de trag&amp;eacute;dia, foi o da &lt;strong&gt;coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores&lt;/strong&gt;. Devido a um incompreens&amp;iacute;vel e inaceit&amp;aacute;vel erro t&amp;eacute;cnico, o MEC instalou a confus&amp;atilde;o na coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores, tendo havido escolas com turmas que s&amp;oacute; praticamente no final do primeiro per&amp;iacute;odo conseguiram ter colocados todos os seus professores. Mas o problema n&amp;atilde;o foi apenas o erro, sendo que este o agravou. O problema principal &amp;eacute; que o MEC, ao longo da atual Legislatura, tem vindo a atrasar a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes das listas nacionais de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, ao mesmo tempo, a insistir teimosamente na coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em mais de trezentas escolas, atrav&amp;eacute;s das chamadas bolsas de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola (BCE) que, est&amp;aacute; provado, atrasam em cerca de tr&amp;ecirc;s semanas a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes. A prova de que as coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mais uma vez, se atrasaram, foi que no dia 16, com apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas escolas at&amp;eacute; 18, ainda foram colocados 2.404 professores, os quais, por s&amp;oacute; agora serem colocados, est&amp;atilde;o hoje a iniciar a sua atividade com os alunos, sem terem podido participar em todo o trabalho de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano letivo, que &amp;eacute; important&amp;iacute;ssimo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para se perceber a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas com este atraso, no passado dia 17, quinta-feira, ainda faltavam: em Montalegre (Agrupamento Bento da Cruz), 3 professores afetando 14 turmas; em Vieira do Minho, no Agrupamento Vieira de Ara&amp;uacute;jo, os 5 docentes que faltavam tinham implica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 18 turmas; no Agrupamento Afonso III, em Faro, faltavam 5 afetando 15 turma; em Monchique, outros 5 afetando, tamb&amp;eacute;m, 15 turmas; em G&amp;oacute;is, no distrito de Coimbra, os 7 docentes em falta afetavam 40 turmas. A falta de professores, no passado dia 17, h&amp;aacute; apenas dois dias &amp;uacute;teis, fazia-se sentir em praticamente todo o pa&amp;iacute;s: de Mirandela, onde a falta de 5 professores se repercutia em 19 turmas, a Vila Real de Santo Ant&amp;oacute;nio, em cujo Agrupamento havia 57 turmas afetadas pela falta de 17 professores. Sendo estes os extremos do territ&amp;oacute;rio continental, a FENPROF tem dados que confirmam que o atraso na coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores voltou a verificar-se este ano, s&amp;oacute; disfar&amp;ccedil;ado pelo facto de o ano letivo, na pr&amp;aacute;tica, s&amp;oacute; hoje se iniciar. Iremos ver agora, porque com o in&amp;iacute;cio das aulas essas faltas s&amp;atilde;o mais notadas, quantos alunos chegar&amp;atilde;o ao final de setembro ainda sem os professores todos&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;H&amp;aacute; mais 413 professores no desemprego que em 2014/15&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente &amp;agrave; coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores, h&amp;aacute; ainda a referir que, este ano, comparando as coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es feitas com as do ano anterior, no mesmo momento, h&amp;aacute; menos 413 docentes contratados, o que significa que &lt;strong&gt;h&amp;aacute; mais 413 professores no desemprego&lt;/strong&gt;, que se juntam ao imenso contingente de desempregados, que atinge cerca de 20.000 docentes, havendo mais 11.000 professores e educadores que simplesmente deixaram de se candidatar, provavelmente, desistindo da profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2014/15, no conjunto &amp;ldquo;Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial e renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es (primeiro momento de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o) + RR 2 (segundo momento) + RR3, BCE e CE (terceiromomento)&amp;rdquo; foram colocados 8.468 docentes. Neste ano, a RR1 n&amp;atilde;o colocou docentes para contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2015/16, no conjunto &amp;ldquo;Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial e renova&amp;ccedil;&amp;otilde;es (primeiro momento de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o) + RR 1,BCE e CE (segundo momento) + RR 2, BCE e CE (terceiro momento)&amp;rdquo; foram colocados 8.055 docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mais 6% de docentes com hor&amp;aacute;rio-zero&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente aos docentes que ainda se mant&amp;ecirc;m com &lt;strong&gt;hor&amp;aacute;rio-zero&lt;/strong&gt;, comparando tamb&amp;eacute;m os momentos do ano 2014/15 com o que agora se inicia, h&amp;aacute; um aumento de cerca de 6%, passando-se de 373 na RR2 para os atuais 395 ap&amp;oacute;s a RR2 deste ano escolar. Falta saber se as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do MEC, este ano, ap&amp;oacute;s o dia 4 de outubro, ser&amp;atilde;o t&amp;atilde;o generosas como foram o ano passado. A FENPROF insiste que, para desaparecerem os hor&amp;aacute;rios-zero das escolas, bastaria aplicar a estes docentes, com menos de 6 horas letivas na sua escola, as normas aplic&amp;aacute;veis a quem, tendo mais de 6 horas, completa o seu hor&amp;aacute;rio com outras atividades. A atual equipa do MEC at&amp;eacute; chegou a acordo com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais nesse sentido, mas nunca respeitou o que acordou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Outros problemas sinalizados pelas escolas e pelos professores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outros problemas foram sinalizados pela FENPROF e os seus Sindicatos nesta abertura de ano letivo, como, ainda, o &lt;strong&gt;encerramento de escolas e jardins de inf&amp;acirc;ncia&lt;/strong&gt; (s&amp;oacute; em Braga, o MEC encerrou doze jardins de inf&amp;acirc;ncia e onze escolas do 1. Ciclo), &lt;strong&gt;a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ingl&amp;ecirc;s no 1.&amp;ordm; Ciclo&lt;/strong&gt;, onde parece haver uma certa desorienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o em aspetos como o departamento a que pertencem estes docentes, como deslocar e/ou pagar as desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos docentes entre escolas do agrupamento e mesmo o hor&amp;aacute;rio em que o Ingl&amp;ecirc;s dever&amp;aacute; ser lecionado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o &lt;strong&gt;1.&amp;ordm; Ciclo do Ensino B&amp;aacute;sico&lt;/strong&gt;, na sua globalidade, constitui um problema grav&amp;iacute;ssimo, com o MEC a demitir-se das suas responsabilidades ao n&amp;iacute;vel da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do setor e as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es a revelarem-se absolutamente desiguais, indo desde o regime de monodoc&amp;ecirc;ncia pura e dura &amp;agrave; pluridoc&amp;ecirc;ncia assumida. Tamb&amp;eacute;m quando se trata de coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste modelo, em muitos agrupamentos, faz-se com o professor coadjuvante a trabalhar sem a presen&amp;ccedil;a do titular de turma que, naquele tempo, foi &amp;ldquo;desviado&amp;rdquo; para outras atividades. O que &amp;eacute; certo &amp;eacute; que a maior parte das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ldquo;originais&amp;rdquo; que se vivem um pouco por todo o pa&amp;iacute;s tiveram, quase sempre, a mesma consequ&amp;ecirc;ncia: o agravamento do hor&amp;aacute;rio de trabalho dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rio de trabalho e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho&lt;/strong&gt;, em geral, s&amp;atilde;o problemas que n&amp;atilde;o se confinam a um ou outro setor, mas atingem os docentes de todos os setores de ensino e educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Os hor&amp;aacute;rios de trabalho s&amp;atilde;o j&amp;aacute; hoje um dos principais fatores de enorme desgaste dos docentes, com a falta de horas necess&amp;aacute;rias &amp;agrave;s escolas para todas as atividades a que est&amp;atilde;o obrigadas, a press&amp;atilde;o que sobre elas exercem as delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es regionais da DGEstE (ex-DRE) e a forma como s&amp;atilde;o desenvolvidas muitas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es inspetivas nas escolas e agrupamentos, fazem com que seja &amp;ldquo;normal&amp;rdquo; haver atividades letivas na componente de estabelecimento dos docentes e que esta seja desrespeitada na sua dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nomeadamente quando o professor entra em forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute; para n&amp;atilde;o falar das intermin&amp;aacute;veis e, muitas delas, inconsequentes reuni&amp;otilde;es a que o professor est&amp;aacute; obrigado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dentro de nove dias &amp;uacute;teis h&amp;aacute; elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es, delas se esperando que resultem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para uma altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o profunda nas pol&amp;iacute;ticas para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o pa&amp;iacute;s&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta abertura do ano letivo, n&amp;atilde;o se poderia ignorar que, dentro de nove dias &amp;uacute;teis, contados a partir de amanh&amp;atilde;, h&amp;aacute; elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Delas, espera a FENPROF que resultem duas consequ&amp;ecirc;ncias: a derrota da atual maioria, cuja a&amp;ccedil;&amp;atilde;o governativa tem vindo a afetar muito negativamente a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a Escola P&amp;uacute;blica em particular, com cortes brutais, superiores a tr&amp;ecirc;s mil milh&amp;otilde;es de euros nestes quatro anos. Delas resultaram maiores dificuldades para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e funcionamento das escolas, muito desemprego e instabilidade para os profissionais e algumas quebras de qualidade do ensino, designadamente decorrentes do empobrecimento imposto aos curr&amp;iacute;culos escolares. Algumas das medidas concretizadas, recorde-se, n&amp;atilde;o foram sequer novas, tendo o governo que cessa fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es optado pelo aprofundamento de medidas que herdou de governa&amp;ccedil;&amp;otilde;es anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas n&amp;atilde;o bastar&amp;aacute; castigar com a derrota a atual maioria, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio tamb&amp;eacute;m derrotar pol&amp;iacute;ticas que, a concretizarem-se, agravar&amp;atilde;o ainda mais os problemas. Pol&amp;iacute;ticas em que cabem, por exemplo, o processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, j&amp;aacute; em curso em quinze munic&amp;iacute;pios e que dever&amp;aacute; ser suspenso, a entrega a operadores privados, atrav&amp;eacute;s de contratos, de respostas que as escolas p&amp;uacute;blicas est&amp;atilde;o em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dar ou a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por asfixia financeira, do ensino art&amp;iacute;stico no nosso pa&amp;iacute;s. E &amp;eacute; este sentido de mudan&amp;ccedil;a e por estes objetivos que a FENPROF se associa a todos quantos apelam a uma grande participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos portugueses, tamb&amp;eacute;m dos professores, como &amp;eacute; evidente, no ato eleitoral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A concluir, &lt;em&gt;h&amp;aacute; uma certeza que fica: este ano, n&amp;atilde;o iremos assistir a qualquer sess&amp;atilde;o parlamentar em que o ministro Nuno Crato pedir&amp;aacute; desculpa aos pais, aos professores e ao pa&amp;iacute;s. N&amp;atilde;o pela falta de motivos para o fazer, mas porque a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica j&amp;aacute; n&amp;atilde;o reunir&amp;aacute; at&amp;eacute; &amp;agrave;s elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Mas h&amp;aacute; um facto que, queira ou n&amp;atilde;o, se verificar&amp;aacute;: ir&amp;aacute; partir. Tal sa&amp;iacute;da poder&amp;aacute; n&amp;atilde;o ser condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficiente para uma grande mudan&amp;ccedil;a na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas &amp;eacute;, sem d&amp;uacute;vida, condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria. A quem lhe suceder, a FENPROF apresentar&amp;aacute;, logo que tome posse, um documento com doze medidas que considera urgentes e dever&amp;atilde;o ser tomadas de imediato. A sua concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; um bom ponto de partida para o futuro.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Porto, 21 de setembro de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Mon, 21 Sep 2015 16:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/nem-o-arranque-tardio-disfarca-os-problemas-este-ano-os-responsaveis-do-mec-nao-irao-pedir-desculpa-mas-irao-sair-o-que-e-mais-importante</guid></item><item><title>2015 — Levantamento de dados sobre abertura do ano letivo</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/abertura2015</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de novembro de 2015&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Este formul&amp;aacute;rio destina-se a recolher informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o quantitativa &amp;nbsp;e qualitativa sobre a abertura do ano lectivo. N&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o divulgados quaisquer dados individuais, nem t&amp;atilde;o pouco com a refer&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; Escola ou Agrupamento. &amp;Eacute; inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN identificar os problemas mais sentidos neste momento, de modo a que nos seja poss&amp;iacute;vel realizar uma confer&amp;ecirc;ncia de imprensa no Porto, com os dados t&amp;atilde;o pr&amp;oacute;ximos da realidade, quanto for poss&amp;iacute;vel.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="text-decoration: line-through;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;strong&gt;Question&amp;aacute;rio sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es da abertura do ano letivo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="text-decoration: line-through;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2015 16:35:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/abertura2015</guid></item><item><title>2014 — Pela Não-violência e pela Convivência Escolares</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/pela-nao-violencia-e-pela-convivencia-escolares</link><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;table align="center" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;img alt="" height="225" src="/Media/Default/_Profiles/8b47f616/67ee64e0/20141023hb_violencia_cerco_31.JPG?v=636111836150996953" width="300"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;img alt="" height="225" src="/Media/Default/_Profiles/8b47f616/67ee64e0/20141023hb_violencia_cerco_44.JPG?v=636111836152578984" width="300"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; grande a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (SPN-FENPROF) pelas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de viol&amp;ecirc;ncia que t&amp;ecirc;m vindo a ocorrer nas nossas escolas com cada vez maior frequ&amp;ecirc;ncia e com consequ&amp;ecirc;ncias, por vezes graves. Foi o caso recentemente ocorrido no Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto, com a encarregada de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma aluna a invadir o espa&amp;ccedil;o de trabalho reservado &amp;agrave;s professoras e aos professores, agredindo uma delas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o nos &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel falar de indisciplina e de viol&amp;ecirc;ncia na escola sem considerarmos o meio em que esta est&amp;aacute; inserida e que dele faz parte; N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel uma escola sem casos de indisciplina e de viol&amp;ecirc;ncia quando a sociedade e o mundo em que vivemos e que todos os dias nos &amp;ldquo;entra pela casa dentro&amp;rdquo; &amp;eacute; assustadoramente violento, com situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de pobreza e de exclus&amp;atilde;o cada vez mais frequentes; N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel uma escola sem casos de indisciplina e de viol&amp;ecirc;ncia num presente que tem como caracter&amp;iacute;stica dominante a aus&amp;ecirc;ncia de perspectivas de futuro para os milhares de jovens que frequentam as nossas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se muitas das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de indisciplina e viol&amp;ecirc;ncia s&amp;atilde;o acentuadas por horas e horas, mais passadas que vividas, em instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es e espa&amp;ccedil;os sem um m&amp;iacute;nimo de conforto, mal equipados e sem espa&amp;ccedil;os de conv&amp;iacute;vio, tal n&amp;atilde;o &amp;eacute; o caso do edif&amp;iacute;cio sede do Agrupamento de Escolas do Cerco do Porto, onde ocorreram os graves acontecimentos. O &amp;ldquo;Cerco&amp;rdquo; tem boas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es e bons equipamentos, os professores e os trabalhadores n&amp;atilde;o docentes s&amp;atilde;o profissionais empenhados e dedicados, prestando um servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico de qualidade, como &amp;eacute; reconhecido por pais e alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num tempo em que a profiss&amp;atilde;o docente tem sido t&amp;atilde;o maltratada e desprestigiada pelos nossos governantes, o Sindicato dos Professores do Norte (SPN/FENPROF) manifesta todo o seu apoio e solidariedade &amp;agrave; professora agredida, bem como a todos os professores e trabalhadores n&amp;atilde;o docentes do &amp;ldquo;Cerco&amp;rdquo;, lembrando que a Escola P&amp;uacute;blica &amp;eacute; um bem que todos devemos preservar e que precisa, tamb&amp;eacute;m, de todo o nosso empenho e dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A agress&amp;atilde;o a professores &amp;eacute; intoler&amp;aacute;vel. O SPN exige que sejam tomadas medidas urgentes que garantam a necess&amp;aacute;ria seguran&amp;ccedil;a dos professores no exerc&amp;iacute;cio da sua profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante o crescente n&amp;uacute;mero de fen&amp;oacute;menos de indisciplina e viol&amp;ecirc;ncia em espa&amp;ccedil;o escolar, o SPN/FENPROF considera ainda indispens&amp;aacute;vel que se tomem medidas que reforcem a autoridade do professor e que revertam a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a favor do estabelecimento de um clima saud&amp;aacute;vel de conviv&amp;ecirc;ncia inter e intra-geracional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi nesse sentido que j&amp;aacute; em 2007, o 9.&amp;ordm; Congresso Nacional dos Professores aprovou a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o "&lt;strong&gt;12 Medidas pela N&amp;atilde;o-viol&amp;ecirc;ncia e pela Conviv&amp;ecirc;ncia Escolares&lt;/strong&gt;", que constitui um contributo importante para um dos grandes debates que deve ser permanente na sociedade portuguesa. Raz&amp;atilde;o pela qual a FENPROF a apresentou na devida altura ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave; Comiss&amp;atilde;o de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Cultura da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e &amp;agrave; CONFAP, entre outras entidades. Raz&amp;atilde;o pela qual a volta a divulgar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;12 medidas pela n&amp;atilde;o-viol&amp;ecirc;ncia e conviv&amp;ecirc;ncia escolares&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;1.&amp;nbsp;A&lt;/em&gt;&lt;em&gt; promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo Governo, com o envolvimento da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e do Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, junto das escolas e das comunidades educativas, de &lt;strong&gt;um amplo debate "Por uma Cultura de Paz e de N&amp;atilde;o-viol&amp;ecirc;ncia", que saia do foro exclusivamente legal e que procure o estabelecimento de um compromisso&lt;/strong&gt;, envolvendo, designadamente, as fam&amp;iacute;lias e as comunidades educativas, em geral.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;A &lt;strong&gt;atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s Escolas e Agrupamentos de Escolas dos recursos humanos, financeiros e materiais necess&amp;aacute;rios&lt;/strong&gt; para o desenvolvimento de planos de actividade que concretizem os seus Projectos Educativos, designadamente para:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;a) -&amp;nbsp;Estabelecer condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de acompanhamento e de media&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a escola e a fam&amp;iacute;lia;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;b) -&amp;nbsp;Respeitar a diversidade cultural, religiosa e &amp;eacute;tnica como forma de combater fen&amp;oacute;menos de xenofobia e racismo;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;c) - Refor&amp;ccedil;ar a autonomia das escolas atrav&amp;eacute;s do desenvolvimento de um modelo de Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tico e favorecedor da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos diversos corpos sociais que interagem em ambiente escolar;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;d) -&amp;nbsp;Diminuir a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o alunos/professor, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o turmas/professor e a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;iacute;veis/professor;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;e) - Efectivar a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipas multidisciplinares que favore&amp;ccedil;am o acompanhamento do percurso escolar dos alunos e a media&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conflitos;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;f) -&amp;nbsp; Desenvolver uma efectiva pol&amp;iacute;tica de apoios educativos a todos os alunos com necessidades educativas especiais.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;3.&amp;nbsp;Adop&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;medidas preventivas que d&amp;ecirc;em resposta &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o actual&lt;/strong&gt;, atrav&amp;eacute;s da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de protocolos de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as escolas e os operadores sociais integrados no meio em que a escola se integra;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;4. Desenvolvimento de uma efectiva &lt;strong&gt;pol&amp;iacute;tica favorecedora da frui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da actividade cultural e da pr&amp;aacute;tica de actividade f&amp;iacute;sica e desportiva, enquanto factores de excel&amp;ecirc;ncia para a conviv&amp;ecirc;ncia social&lt;/strong&gt; em contexto de viv&amp;ecirc;ncia colectiva;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;5.&amp;nbsp;Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um "&lt;strong&gt;Observat&amp;oacute;rio para a N&amp;atilde;o-viol&amp;ecirc;ncia e para a Conviv&amp;ecirc;ncia Escolar"&lt;/strong&gt;;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;6. Apoio a &lt;strong&gt;planos anuais das Escolas e Agrupamentos de Escolas para o desenvolvimento de projectos&lt;/strong&gt; de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Conviv&amp;ecirc;ncia Escolar;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;7.&amp;nbsp;Garantia de &lt;strong&gt;apoio jur&amp;iacute;dico e judicial a todos os profissionais de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; (professores e pessoal auxiliar) v&amp;iacute;timas de viol&amp;ecirc;ncia f&amp;iacute;sica e verbal em contexto escolar ou com ele relacionado;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;8.&amp;nbsp;Estabelecimento de &lt;strong&gt;regras de co-responsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das fam&amp;iacute;lias, dos professores e dos alunos&lt;/strong&gt; relativamente &amp;agrave; conviv&amp;ecirc;ncia, frequ&amp;ecirc;ncia e sucesso escolares e educativo dos alunos;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;9.&amp;nbsp;Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nos &lt;strong&gt;planos de estudo da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial&lt;/strong&gt; de docentes da tem&amp;aacute;tica da &lt;strong&gt;gest&amp;atilde;o de conflitos&lt;/strong&gt; e da &lt;strong&gt;n&amp;atilde;o-viol&amp;ecirc;ncia e conviv&amp;ecirc;ncia escolares&lt;/strong&gt;;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;10. Defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o priorit&amp;aacute;ria de &lt;strong&gt;planos anuais de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores, pessoal auxiliar, pais e alunos&lt;/strong&gt; em mat&amp;eacute;ria de N&amp;atilde;o-viol&amp;ecirc;ncia e Conviv&amp;ecirc;ncia Escolar;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;11. Alargamento da &lt;strong&gt;obrigatoriedade de frequ&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar&lt;/strong&gt; e da &lt;strong&gt;escolaridade obrigat&amp;oacute;ria ao 12.&amp;ordm; ano&lt;/strong&gt;;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;12. Consagra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;uma pol&amp;iacute;tica de combate &amp;agrave; indisciplina e viol&amp;ecirc;ncia escolares, de compromisso, partilhado, que envolva toda a sociedade portuguesa&lt;/strong&gt; e que favore&amp;ccedil;a o desenvolvimento da consci&amp;ecirc;ncia social dos cidad&amp;atilde;os perante o problema.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;Porto, 23 de Outubro de 2014&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;em&gt;A Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 23 Oct 2014 15:53:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/pela-nao-violencia-e-pela-convivencia-escolares</guid></item><item><title>2014 — Educação Pré-escolar: Calendário Escolar </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/educacao-pre-escolar-calendario-escolar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de julho de 2014&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O MEC continua a desvalorizar os per&amp;iacute;odos destinados &amp;agrave; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de alunos feita pelos Educadores de Inf&amp;acirc;ncia, que o Perfil do Educador de Inf&amp;acirc;ncia (DL 241/2001) refere como uma das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es do docente da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Despacho 8.651/2014, de 3 de julho, que fixa o calend&amp;aacute;rio escolar para 2014/2015, continua a revelar o n&amp;iacute;vel de desconhecimento do MEC, pondo em causa a qualidade pedag&amp;oacute;gica do trabalho desenvolvido pelos docentes nos estabelecimentos de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face a isto, o Sindicato dos Professores do Norte chama a tua particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para &lt;a href="http://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=327&amp;amp;doc=8785" target="_blank"&gt;a carta&lt;/a&gt; do Secretariado Nacional da Fenprof aos Educadores de Inf&amp;acirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sauda&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;lsquo;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;J&amp;uacute;lia Vale&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 16 Jul 2014 23:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/educacao-pre-escolar-calendario-escolar</guid></item><item><title>2013 — Ano abre com aumento do desemprego e precariedade entre os professores</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/comissao-executiva-do-spn-debate-abertura-do-ano-letivo-e-prioridades-de-acao-sindical</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de setembro de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Comiss&amp;atilde;o Executiva (CE) do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) realizou hoje a sua primeira reuni&amp;atilde;o ordin&amp;aacute;ria do ano letivo 2013/2014, para analisar as grandes quest&amp;otilde;es da abertura do ano letivo nos planos profissional e educativo e debater as prioridades da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da an&amp;aacute;lise do arranque do ano letivo, &lt;strong&gt;ressaltou o aumento do desemprego e precariedade entre os professores&lt;/strong&gt;, mas tamb&amp;eacute;m a &lt;strong&gt;degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o progressiva das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e de aprendizagem&lt;/strong&gt;. O aumento significativo do n&amp;uacute;mero de alunos por turma e do n&amp;uacute;mero de turmas/n&amp;iacute;veis por professor, para al&amp;eacute;m das graves consequ&amp;ecirc;ncias que acarreta no aumento do desemprego e na sobrecarga de trabalho para os docentes que ainda se mant&amp;ecirc;m no sistema, repercute-se, inevitavelmente, na qualidade do processo de ensino e de aprendizagem, com consequ&amp;ecirc;ncias particularmente gravosas para os alunos com dificuldades e/ou social e culturalmente mais desfavorecidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tendo presente a recente altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estatuto do Ensino Particular e Cooperativo, onde o Governo pretende alargar o financiamento p&amp;uacute;blico do ensino privado em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que contrariam o estipulado na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica e a Lei de Bases do Sistema Educativo, a CE do SPN sublinhou a necessidade de promover um amplo debate junto dos professores e dos restantes parceiros educativos em torno da&lt;strong&gt; import&amp;acirc;ncia da Escola P&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt; e da necessidade de a sociedade portuguesa se mobilizar em sua defesa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta reuni&amp;atilde;o foram tamb&amp;eacute;m analisadas v&amp;aacute;rias quest&amp;otilde;es setoriais, assim como iniciativas previstas no &amp;acirc;mbito do SPN, da FENPROF, da Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e da CGTP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Destas destacam-se:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;- o &lt;a href="/?aba=27&amp;amp;cat=174&amp;amp;doc=3567&amp;amp;mid=115" target="_blank"&gt;plen&amp;aacute;rio de professores desempregados&lt;/a&gt; que ter&amp;aacute; lugar amanh&amp;atilde; (Porto, sede do SPN),&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;- a &lt;a href="/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=174&amp;amp;doc=3568" target="_blank"&gt;Jornada Nacional de Protesto&lt;/a&gt; contra o Corte nas Pens&amp;otilde;es promovida pela Frente Comum (Lisboa, 25 set.)&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;- a iniciativa (I)MURAL alusiva &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores contratados organizada pela FENPROF (Porto, 26 set.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os muitos problemas identificados, a n&amp;iacute;vel educativo e profissional, obrigam a uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o forte e consistente que permita reverter as pol&amp;iacute;ticas que t&amp;ecirc;m vindo a ser implementadas e que est&amp;atilde;o a empobrecer a Escola P&amp;uacute;blica, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o futuro dos portugueses.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Porto, 17 de setembro de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;A Comiss&amp;atilde;o Executiva do SPN&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Tue, 17 Sep 2013 20:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/comissao-executiva-do-spn-debate-abertura-do-ano-letivo-e-prioridades-de-acao-sindical</guid></item><item><title>Pagamento de deslocações dentro do agrupamento (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/pagamento-de-deslocacoes-dentro-do-agrupamento</link><description>&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;------ ARQUIVO SPN-----&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es dentro do Agrupamento &amp;ndash; subs&amp;iacute;dio de transporte&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em resultado do processo de agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escolas e agrupamentos e da consequente cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agrupamentos de cada vez maiores dimens&amp;otilde;es e agregando cada vez mais estabelecimentos, s&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m cada vez em maior n&amp;uacute;mero as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que alguns docentes t&amp;ecirc;m servi&amp;ccedil;o atribu&amp;iacute;do em mais do que um estabelecimento, por vezes no mesmo dia e at&amp;eacute; no mesmo turno.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, &amp;eacute; verdade, por um lado, que a desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a resid&amp;ecirc;ncia e o seu local de trabalho &amp;eacute; uma obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalhador, docente ou n&amp;atilde;o docente, n&amp;atilde;o sendo por tal devidas quaisquer ajudas de custo ou subs&amp;iacute;dios de transporte, uma vez que o local de trabalho se assume, no que respeita &amp;agrave; Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, como domic&amp;iacute;lio necess&amp;aacute;rio [artigo 2.&amp;ordm; do&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1s/1998/04/096A00/18321837.pdf" target="_blank"&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 106/98, de 24 de Abril&lt;/a&gt;]; por outro lado, e no que respeita aos docentes, tendo em conta que a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, seja em lugar de quadro, mobilidade interna ou em contrato a termo, &amp;eacute; feita no agrupamento e n&amp;atilde;o em qualquer dos estabelecimentos que integram o mesmo, h&amp;aacute; obrigatoriedade de aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o em qualquer desses estabelecimentos ou mesmo em mais do que um deles.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, quando o docente tenha que prestar servi&amp;ccedil;o em dois ou mais estabelecimentos de ensino&amp;nbsp;no mesmo dia, h&amp;aacute; lugar ao pagamento de subs&amp;iacute;dio de transporte, nos seguintes termos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- transporte em autom&amp;oacute;vel pr&amp;oacute;prio &amp;ndash; 0,36 &amp;euro; / km&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- transportes p&amp;uacute;blicos &amp;ndash; 0,11 &amp;euro; / km&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- transporte em autom&amp;oacute;vel de aluguer:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- um funcion&amp;aacute;rio &amp;ndash; 0,34 &amp;euro; / km&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- dois funcion&amp;aacute;rios (cada um) &amp;ndash; 0,14 &amp;euro; / km&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- tr&amp;ecirc;s ou mais funcion&amp;aacute;rios (cada um) &amp;ndash; 0,11 &amp;euro; / km&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; o que est&amp;aacute; previsto na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a mat&amp;eacute;ria, designadamente no j&amp;aacute; citado&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1s/1998/04/096A00/18321837.pdf" target="_blank"&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 106/98&lt;/a&gt;, alterado pelo&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2010/12/25000/0594005943.pdf" target="_blank"&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 137/2010, de 28 de Dezembro&lt;/a&gt;, e pela&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1s/2012/12/25201/0004200240.pdf" target="_blank"&gt;Lei n.&amp;ordm; 66-B/2012, de 31 de Dezembro&lt;/a&gt;, sendo esta obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o assumida pela Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral do Planeamento e Gest&amp;atilde;o Financeira, que tem vindo a autorizar a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de verba aos agrupamentos, para encargos com as desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es de docentes dentro do Agrupamento, ao abrigo da Class. Econ. 06.02.03C0.00 &amp;ndash; Outras Despesas Correntes &amp;ndash; Diversas &amp;ndash; Outras (Bloco A).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O exposto &amp;eacute; aplic&amp;aacute;vel &amp;agrave;s desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre escolas do agrupamento, como, evidentemente, a desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es a outros locais, como &amp;eacute; o caso das realizadas no &amp;acirc;mbito do servi&amp;ccedil;o de exames, para ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou para acompanhamento de formandos de cursos CEF ou profissionais na forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o em contexto de trabalho, para dar apenas alguns exemplos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta mat&amp;eacute;ria, relevam, desde logo, o artigo 2.&amp;ordm; do DL 106/98, que estabelece o conceito de domic&amp;iacute;lio necess&amp;aacute;rio:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;laquo;a) A localidade onde o funcion&amp;aacute;rio aceitou o lugar ou cargo, se a&amp;iacute; ficar a prestar servi&amp;ccedil;o;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;b) A localidade onde exerce fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, se for colocado em localidade diversa da referida na al&amp;iacute;nea anterior;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;c) A localidade onde se situa o centro da sua actividade funcional, quando n&amp;atilde;o haja local certo para o exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&amp;raquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, nas desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es entre a sede do agrupamento e qualquer outro estabelecimento ou local que n&amp;atilde;o se situe na mesma localidade, os docentes que se deslocam t&amp;ecirc;m lugar ao fornecimento de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;transporte&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, ao&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;pagamento dos bilhetes ou passes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;necess&amp;aacute;rios &amp;agrave;s desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es ou a receber&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;subs&amp;iacute;dio de transporte&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;, nos termos regulados no Cap&amp;iacute;tulo IV do mesmo diploma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando nenhuma das op&amp;ccedil;&amp;otilde;es acima seja poss&amp;iacute;vel, designadamente por inexist&amp;ecirc;ncia de transportes p&amp;uacute;blicos ou inadapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus hor&amp;aacute;rios &amp;agrave;s necessidades do servi&amp;ccedil;o, o que &amp;eacute; muito comum, pode ter que haver recurso ao transporte em autom&amp;oacute;vel pr&amp;oacute;prio ou mesmo ao autom&amp;oacute;vel de aluguer (artigos 18.&amp;ordm;, 20.&amp;ordm; e 21.&amp;ordm; do&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1s/1998/04/096A00/18321837.pdf" target="_blank"&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 106/98&lt;/a&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disposto na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que referimos, adiantamos tamb&amp;eacute;m que, ainda que as desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es sejam dentro da mesma localidade, pode haver direito ao subs&amp;iacute;dio de transporte, nos termos do artigo 28.&amp;ordm; do DL 106/98, ao pagamento das viagens, seja das senhas ou do passe mensal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lembramos que a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de autom&amp;oacute;vel pr&amp;oacute;prio, e o correspondente subs&amp;iacute;dio a 0,36&amp;euro; / Km, s&amp;oacute; devem acontecer quando seja invi&amp;aacute;vel, por inexist&amp;ecirc;ncia ou por inadequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios, o uso de transportes p&amp;uacute;blicos. Sendo poss&amp;iacute;vel a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes, mas seja o trabalhador a optar pela utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do autom&amp;oacute;vel, ent&amp;atilde;o o subs&amp;iacute;dio ser&amp;aacute; pelo valor previsto para o transporte p&amp;uacute;blico, ou seja, 0,11&amp;euro; / Km.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Saliente-se ainda que o&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1s/1998/04/096A00/18321837.pdf" target="_blank"&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 106/98&lt;/a&gt;&amp;nbsp;claramente distingue ajudas de custo (Cap&amp;iacute;tulo II) e subs&amp;iacute;dio de transporte (Cap&amp;iacute;tulo IV), sendo que s&amp;oacute; &amp;agrave;s primeiras se aplica a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de quil&amp;oacute;metros introduzida pela j&amp;aacute; citada&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1s/2012/12/25201/0004200240.pdf" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Lei n.&amp;ordm; 66-B/2012&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash; Lei&amp;nbsp;do Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2013 (20 quil&amp;oacute;metros nas desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias e de 50 nas desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es por dias sucessivos).&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais se acrescenta que os valores do subs&amp;iacute;dio de transporte foram fixados pela&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2008/12/25204/0043100432.pdf" target="_blank"&gt;Portaria n.&amp;ordm; 1553-D/2008, de 31 de Dezembro&lt;/a&gt;, e alterados &amp;ndash; leia-se reduzidos &amp;ndash; pelo&amp;nbsp;&lt;a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2010/12/25000/0594005943.pdf" target="_blank"&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 137/2010, de 28 de Dezembro&lt;/a&gt;. Em ambos os casos, consultar o artigo 4.&amp;ordm;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando o trabalhador &amp;nbsp;n&amp;atilde;o disponha de autom&amp;oacute;vel pr&amp;oacute;prio, ou, mesmo que dispondo, o n&amp;atilde;o queira utilizar nas desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es (n&amp;atilde;o &amp;eacute;, evidentemente, obrigado a faz&amp;ecirc;-lo!), e n&amp;atilde;o sendo os transportes p&amp;uacute;blicos uma op&amp;ccedil;&amp;atilde;o vi&amp;aacute;vel, por inexist&amp;ecirc;ncia ou inadequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o justifica o recurso ao autom&amp;oacute;vel de aluguer ou t&amp;aacute;xi.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para terminar, consideramos ser de retirar uma conclus&amp;atilde;o, que &amp;eacute; a de que, num tempo em que se tem vindo a perder muito mais do que a ganhar, torna-se imperioso que ningu&amp;eacute;m abdique dos seus direitos, sob pena de mais facilmente eles nos serem retirados no futuro, pelo que todos os docentes que, em cumprimento do seu hor&amp;aacute;rio, tenham de, no mesmo dia, realizar desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es, seja entre estabelecimentos do agrupamento, seja no &amp;acirc;mbito de outras actividades, devem preencher e entregar, com regularidade (uma vez por semana ou m&amp;ecirc;s), nos servi&amp;ccedil;os administrativos dos seus agrupamentos, os boletins itiner&amp;aacute;rios relativos a essas desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es e n&amp;atilde;o devem aceitar passivamente uma resposta negativa, a qual pode at&amp;eacute; surgir porque as pr&amp;oacute;prias direc&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos agrupamentos desconhecem estes direitos ou interpretam mal a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a mat&amp;eacute;ria.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Jul 2013 17:06:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/pagamento-de-deslocacoes-dentro-do-agrupamento</guid></item><item><title>Reuniões de avaliação antes do final das atividades letivas (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/realizacao-de-reunioes-de-avaliacao-antes-do-final-das-atividades-letivas</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Eacute; ILEGAL!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; escolas e/ou agrupamentos que t&amp;ecirc;m prevista a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos antes do termo das atividades letivas o que, a acontecer, seria&lt;strong&gt; ilegal.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;De acordo com o Despacho Normativo n.&amp;ordm; 24/2000, de 11 de maio, com as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas pelo &lt;a href="http://dre.pt/pdf1sdip/2002/06/128B00/47904791.pdf" target="_blank"&gt;Despacho Normativo n.&amp;ordm; 36/2002,&lt;/a&gt; de 4 de Junho,&lt;/p&gt;
&lt;p class="leading"&gt;&amp;ldquo;Os momentos de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos ocorrem obrigatoriamente durante os per&amp;iacute;odos de interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atividade letiva&amp;rdquo; (Artigo 3.&amp;ordm;, al&amp;iacute;nea i).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Calend&amp;aacute;rio Escolar para o ano letivo de 2012/2013 consta do Despacho n,&amp;ordm; 8771-A/2012, publicado no Di&amp;aacute;rio da Rep&amp;uacute;blica, 2.&amp;ordf; s&amp;eacute;rie, N.&amp;ordm; 126, de 2 de julho de 2012 e estabelece que &amp;ldquo;As reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sumativa interna realizam -se, obrigatoriamente ap&amp;oacute;s o termo das atividades letivas, no caso da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o a efetuar no final do 3.&amp;ordm; per&amp;iacute;odo letivo.&amp;rdquo; (N&amp;uacute;mero 2.5, al&amp;iacute;nea b)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Assim, qualquer reuni&amp;atilde;o de conselho de turma que se realize antes do termo das atividades letivas para efeito de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sumativa dos alunos &amp;eacute; ilegal&lt;/strong&gt;. A eventual coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de data diferente daquela em que se realiza a reuni&amp;atilde;o, como o objetivo de esconder a ilegalidade, constituiria uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de falsifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de documentos o que, &amp;agrave; luz do c&amp;oacute;digo de processo penal, constitui crime pun&amp;iacute;vel nos termos do artigo 297.&amp;ordm; do C&amp;oacute;digo Penal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Portanto, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es em dia anterior ao termo das atividades letivas. Se tal acontecer, bastar&amp;aacute; que os professores envolvidos informem a respetiva dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua indisponibilidade para participarem nessas reuni&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o sendo necess&amp;aacute;rio, por isso, qualquer pr&amp;eacute;-aviso de Greve ou justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de falta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num momento em que a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Escola P&amp;uacute;blica e os Professores est&amp;atilde;o a ser t&amp;atilde;o duramente atacados, com o aumento do hor&amp;aacute;rio de trabalho para 40 horas, despedimentos, mobilidade especial (agora chamada de &amp;ldquo;regime de requalifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas&amp;rdquo;), ainda maiores redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es salariais, entre outras medidas que afetar&amp;atilde;o muito negativamente o futuro da profiss&amp;atilde;o docente e da escola p&amp;uacute;blica, &amp;eacute; um direito e um dever dos professores combater estas medidas. A greve em per&amp;iacute;odo de avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es e exames n&amp;atilde;o &amp;eacute; um objetivo de luta. &amp;Eacute; o &amp;uacute;nico meio que os professores t&amp;ecirc;m ao seu alcance, neste momento, para obrigarem o governo a recuar. E a rea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MEC &amp;agrave; convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o da greve, tentando impedi-la, mostra que &amp;eacute; uma forma de press&amp;atilde;o eficaz. Este &amp;eacute; o momento de nos unirmos e refor&amp;ccedil;armos essa press&amp;atilde;o. Manter a antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es neste contexto, para al&amp;eacute;m de configurar uma viola&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei, criaria divis&amp;otilde;es e conflitos entre os professores e as dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas, o que deve, a todo o custo, ser evitado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;28.05.2013&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 28 May 2013 23:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/realizacao-de-reunioes-de-avaliacao-antes-do-final-das-atividades-letivas</guid></item><item><title>GAVE desrespeita lei quanto a número máximo de provas de exame por classificador (2013)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/gave-desrespeita-lei-quanto-a-numero-maximo-de-provas-de-exame-por-classificador</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de maio de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Chegaram ao conhecimento da Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN v&amp;aacute;rias queixas, de professores classificadores das provas de exames do 4.&amp;ordm; ano, sobre o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;elevado n&amp;uacute;mero de provas&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;que lhes est&amp;atilde;o a ser distribu&amp;iacute;das (entre 40 a 45).&lt;br&gt;&lt;br&gt;Ora, a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que regulamenta esta mat&amp;eacute;ria, o&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://dre.pt/pdf2sdip/2010/12/234000000/5875958760.pdf" target="_blank"&gt;Despacho n.&amp;ordm; 18060/2010, de 3 de dezembro&lt;/a&gt;,&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;com as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas pelo &lt;a href="http://dre.pt/pdf2sdip/2011/04/068000000/1591615917.pdf" target="_blank"&gt;Despacho n.&amp;ordm; 6025/2011, de 6 de abril&lt;/a&gt;, estipula, no&amp;nbsp;&lt;strong&gt;artigo 5&amp;ordm;&lt;/strong&gt;, n.&amp;ordm; 1, al&amp;iacute;nea a), que &amp;laquo;Ao professor classificador compete classificar um m&amp;aacute;ximo de 60 provas de exame por chamada/fase&amp;raquo;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;mas o n.&amp;ordm; 5 do mesmo artigo salvaguarda&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;que &amp;laquo;Aos professores&amp;nbsp;&lt;strong&gt;classificadores&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;que durante o per&amp;iacute;odo destinado &amp;agrave; classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das provas&amp;nbsp;&lt;strong&gt;tenham atribu&amp;iacute;das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es letivas&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;apenas poder&amp;aacute; ser atribu&amp;iacute;do um&amp;nbsp;&lt;strong&gt;n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo de 25 provas&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de exame por chamada/fase&amp;raquo; [relevo nosso].&lt;br&gt;&lt;br&gt;Assim, devem os docentes classificadores que tenham turma ou outras fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es letivas atribu&amp;iacute;das reclamar se lhes tiverem atribu&amp;iacute;do um n&amp;uacute;mero superior (a 25) de provas para classificar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/6000/200/10/5/2car3.jpg" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/3e0197cd/2car3.jpg?v=638673896176569420"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 17 May 2013 09:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/gave-desrespeita-lei-quanto-a-numero-maximo-de-provas-de-exame-por-classificador</guid></item><item><title>2013 — SPN lamenta incidente fatal ocorrido na Escola E.B.2,3 Professor Óscar Lopes</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-lamenta-incidente-fatal-ocorrido-na-escola-e-b-2-3-professor-oscar-lopes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de fevereiro de 2013&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;SPN lamenta incidente fatal ocorrido na Escola E.B.2,3 Professor &amp;Oacute;scar Lopes&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN lamenta profundamente o falecimento de um vigilante, em pleno exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, na &lt;a href="http://www.aematosinhossul.pt/"&gt;Escola E.B.2,3 Professor &amp;Oacute;scar Lopes&lt;/a&gt;, solidarizando-se com os professores e toda a comunidade educativa atingida pela trag&amp;eacute;dia.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No contexto actual, em que a actividade docente se exerce em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es cada vez mais adversas, a ocorr&amp;ecirc;ncia de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de indisciplina e viol&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; uma realidade que marca de forma crescente o quotidiano das escolas, pelo que se imp&amp;otilde;e uma inflex&amp;atilde;o nas pol&amp;iacute;ticas que t&amp;ecirc;m vindo a ser seguidas &amp;ndash; aumento de alunos por turma, empobrecimento dos curr&amp;iacute;culos, hor&amp;aacute;rios sobrecarregados, cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agrupamentos de enormes dimens&amp;otilde;es e cada vez mais desumanizados,&amp;hellip; &amp;ndash;, dotando as escolas dos meios necess&amp;aacute;rios a uma resposta consequente a estes problemas, nomeadamente atrav&amp;eacute;s da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipas multidisciplinares, capazes de assegurar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e de aprendizagem para todos, bem como a imprescind&amp;iacute;vel seguran&amp;ccedil;a no espa&amp;ccedil;o escolar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Perante a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vinda a p&amp;uacute;blico, segundo a qual os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os do agrupamento em causa ter&amp;atilde;o sido impedidos de prestar declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o sucedido, o SPN exige que a &lt;a href="http://www.dren.min-edu.pt/"&gt;Delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Norte&lt;/a&gt; da Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral dos Estabelecimentos Escolares &amp;ndash; Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Servi&amp;ccedil;os da Regi&amp;atilde;o Norte (herdeira da extinta Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o Regional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Norte) clarifique o seu posicionamento perante esta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o aceitando qualquer atitude que se traduza no silenciamento de quaisquer elementos da comunidade educativa afetada pelo triste acontecimento, independentemente das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es que possam desempenhar.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 01 Feb 2013 21:57:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-lamenta-incidente-fatal-ocorrido-na-escola-e-b-2-3-professor-oscar-lopes</guid></item><item><title>2012 — SPN assinalou abertura do ano lectivo</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-assinalou-abertura-do-ano-lectivo-2012-2013</link><description>&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;24 de setembro de 2012&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;SPN&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;a href="http://www.jn.pt/PaginaInicial/Sociedade/Educacao/Interior.aspx?content_id=2774420&amp;amp;page=-1" target="_blank"&gt;Texto no site do JN&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=OpmQ7IkMnKc&amp;amp;feature=player_embedded" target="_blank"&gt;Imagens na TVI e na RTP&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 24 Sep 2012 08:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-assinalou-abertura-do-ano-lectivo-2012-2013</guid></item><item><title>2012 — Calendário escolar 2012/2013</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/publicado-o-calendario-escolar-para-2012-2013</link><description>&lt;p style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px; text-align: center;" align="center"&gt;&lt;span class="titulo"&gt;&lt;strong&gt;Calend&amp;aacute;rio escolar para 2012/2013&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;Foi&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;publicado, em Suplemento, o&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;diploma que estabelece o calend&amp;aacute;rio escolar para 2012/2013,&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;o&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;a style="color: #1155cc;" href="http://www.dre.pt/util/getpdf.asp?s=udrd&amp;amp;serie=2&amp;amp;iddr=126.2012S01&amp;amp;iddip=2012036169" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Despacho n.&amp;ordm; 8771-A/2012, de 2012-07-02&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;. Esta publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o vem mostrar a&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;grande seriedade dos nossos governantes, que, a contragosto, convidaram todos os sindicatos de professores para uma reuni&amp;atilde;o de apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu projecto,&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;que se realizou na passada 6.&amp;ordf; feira &amp;agrave; tarde, quando o texto final j&amp;aacute;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: 10pt; font-family: Arial, sans-serif; color: #1f497d;"&gt;teria, evidentemente, sido enviado para publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o... Sem mais coment&amp;aacute;rios...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 04 Jul 2012 05:59:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/publicado-o-calendario-escolar-para-2012-2013</guid></item><item><title>2013 — SPN interpõe providência cautelar para suspender despacho sobre organização do ano letivo</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-interpoe-providencia-cautelar-para-suspender-despacho-sobre-organizacao-do-ano-letivo</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;19 de junho de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;O Sindicato dos Professores do Norte intentou, na passada 4.&amp;ordf; feira, dia 27 de junho, no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, uma Provid&amp;ecirc;ncia Cautelar a requerer a suspens&amp;atilde;o de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Despacho Normativo n&amp;ordm; 13-A/2012, que regula&amp;nbsp;a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas&amp;nbsp;e do ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tratando-se de um despacho que, em nossa opini&amp;atilde;o, versa mat&amp;eacute;rias de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva obrigat&amp;oacute;ria, tais como a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os hor&amp;aacute;rios dos docentes, e visto que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o respeitou essa obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o SPN decidiu recorrer &amp;agrave; via judicial procurando repor a legalidade e garantir o respeito pelos direitos da classe docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;FENPROF interp&amp;otilde;e provid&amp;ecirc;ncias cautelares para suspender despacho sobre organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano letivo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;T&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;al despacho surpreendeu todos os que o aguardavam para iniciarem a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano 2012-13, estranhando-se, at&amp;eacute; a&amp;iacute;, o atraso na apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo MEC, de qualquer proposta para discuss&amp;atilde;o. Afinal n&amp;atilde;o houve proposta! &lt;strong&gt;O MEC limitou-se a tornar p&amp;uacute;blico um despacho j&amp;aacute; conclu&amp;iacute;do e aprovado&lt;/strong&gt; sem qualquer negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais, como a lei obriga, ou ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outros parceiros educativos que, estando no terreno, conhecem bem os problemas das escolas e, melhor do que ningu&amp;eacute;m, podem contribuir para a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o: os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o e gest&amp;atilde;o das escolas e agrupamentos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O MEC, por&amp;eacute;m, decidiu n&amp;atilde;o ouvir os parceiros educativos porque a sua inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; resolver problemas, mas reduzir custos, ainda que tal seja obtido &amp;agrave; conta do agravamento dos problemas e de ainda maiores dificuldades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste despacho e devido &amp;agrave; forte contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o que desde logo gerou, o MEC promoveu reuni&amp;otilde;es em todas as regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s, abertas &amp;agrave;s dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas, com o intuito de explicar o seu conte&amp;uacute;do e, principalmente, de levar os diretores a compreenderem o lado positivo da coisa o que, de todo, parece n&amp;atilde;o ter sido entendido por estes. Na verdade, este despacho &amp;eacute; apenas mais uma pe&amp;ccedil;a de um &lt;em&gt;puzzle&lt;/em&gt; negativo que, constru&amp;iacute;do na sua totalidade, levar&amp;aacute; a uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;eacute;dia de cerca de 20% dos hor&amp;aacute;rios das escolas, ou seja, cerca de 25.000. Essa &amp;eacute; a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo, expl&amp;iacute;cita no Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2012 e que corresponde aos compromissos que assumiu com a &lt;em&gt;troika&lt;/em&gt; que usurpa o nosso pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o abdicando do direito legalmente consagrado de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas as mat&amp;eacute;rias relacionadas com hor&amp;aacute;rios de trabalho (este despacho altera a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por exemplo, da componente letiva dos docentes, para al&amp;eacute;m de outros aspetos da sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;strong&gt;), a FENPROF vai avan&amp;ccedil;ar para os tribunais, interpondo provid&amp;ecirc;ncias cautelares nos tribunais administrativos e fiscais de Lisboa, Porto, Coimbra e Beja. As provid&amp;ecirc;ncias ser&amp;atilde;o interpostas pelos Sindicatos que, em cada regi&amp;atilde;o, representam a FENPROF, respetivamente, SPGL, SPN, SPRC e SPZS.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Secret&amp;aacute;rio-Geral da FENPROF, M&amp;aacute;rio Nogueira, apresentar&amp;aacute; a provid&amp;ecirc;ncia cautelar a entregar no TAF de Coimbra, amanh&amp;atilde;, 20 de junho (quarta), pelas 11.30 horas. Nesse momento, ser&amp;aacute; feita uma declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social a prop&amp;oacute;sito deste recurso aos tribunais, bem como de outras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es que se encontram previstas para os pr&amp;oacute;ximos dias.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;br&gt;19/06/2012&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 19 Jun 2012 18:35:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-interpoe-providencia-cautelar-para-suspender-despacho-sobre-organizacao-do-ano-letivo</guid></item><item><title>2012 — Fenprof interpõe providência cautelar para travar despacho</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/providencia-cautelar-para-travar-despacho-que-podera-provocar-grave-desorganizacao-no-proximo-ano-escolar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;08 de junho de 2012&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Provid&amp;ecirc;ncia cautelar para travar despacho que poder&amp;aacute; provocar grave desorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o no pr&amp;oacute;ximo ano escolar. Como se previa, a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MEC, com este despacho, &amp;eacute; cortar ainda mais horas &amp;agrave;s escolas, atirando, contudo, para as suas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o &amp;oacute;nus de tomarem muitas decis&amp;otilde;es de que resultar&amp;atilde;o desemprego e hor&amp;aacute;rios-zero. A dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turma pode passar parcialmente para a componente n&amp;atilde;o letiva,&amp;nbsp;a refer&amp;ecirc;ncia para as horas letivas passa de 45 para 50 minutos, muitas escolas perdem adjuntos de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as horas de cr&amp;eacute;dito, por norma, reduzir-se-&amp;atilde;o, tanto mais que este processo vai desenrolar-se num quadro que ser&amp;aacute; novo para muitas escolas, o da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mega-agrupamentos, estando j&amp;aacute; anunciados, pelo MEC, nada mais nada menos que 150 a criar at&amp;eacute; ao in&amp;iacute;cio do ano escolar.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por esse motivo, mesmo em casos em que, aparentemente, o cr&amp;eacute;dito de horas de uma escola&amp;nbsp;at&amp;eacute; aumenta ligeiramente, o que acontece &amp;eacute; que ele deixar&amp;aacute; de ser apenas para uma, mas ser&amp;aacute; para v&amp;aacute;rias escolas que tinham o seu pr&amp;oacute;prio cr&amp;eacute;dito. Isto &amp;eacute;,&amp;nbsp;o conjunto das escolas agrupadas sofre uma forte redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas suas horas de cr&amp;eacute;dito!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce que, para al&amp;eacute;m deste despacho e dos mega-agrupamentos, as escolas confrontam-se ainda com a revis&amp;atilde;o da estrutura curricular, com o aumento do n&amp;uacute;mero de alunos por turma e com a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a forte restri&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outras respostas educativas que eram por si organizadas. Em suma, est&amp;aacute; quase completo o&amp;nbsp;puzzle&amp;nbsp;negro do desemprego docente, objetivo que o MEC persegue, indiferente &amp;agrave;s consequ&amp;ecirc;ncias que ter&amp;atilde;o estas medidas na qualidade do ensino, na capacidade de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica das escolas e nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do seu funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aspeto que tamb&amp;eacute;m se contesta &amp;eacute; o facto de, num claro atentado ao princ&amp;iacute;pio da equidade de tratamento das escolas, o MEC pretender atribuir mais horas &amp;agrave;s escolas que obtiveram melhor resultado na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o externa, como se a obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um resultado menos positivo, na esmagadora maioria dos casos, n&amp;atilde;o resultasse de fatores alheios &amp;agrave;s escolas e ao trabalho esfor&amp;ccedil;ado dos seus profissionais. Mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; isso que interessa a uma equipa ministerial que parece mais interessada em cavar maiores e mais profundas assimetrias entre escolas, o que &amp;eacute;, de todo, reprov&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;MEC passou ao lado de qualquer&amp;nbsp;procedimento negocial&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;O MEC, na &amp;acirc;nsia de esconder as suas piores inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es, decidiu ignorar aqueles que diz respeitar e ouvir: os parceiros educativos. Assim, passou ao lado de qualquer procedimento negocial que, na opini&amp;atilde;o da FENPROF, seria obrigat&amp;oacute;rio, tanto mais que h&amp;aacute; altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es relevantes na dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da componente letiva dos professores e mexidas em outros aspetos de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios. A Lei 23/98, de 26 de maio, &amp;eacute; clara nessa mat&amp;eacute;ria quando, na al&amp;iacute;nea f) do seu artigo 6.&amp;ordm;, identifica &amp;ldquo;dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o e hor&amp;aacute;rio de trabalho&amp;rdquo; como mat&amp;eacute;ria de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o obrigat&amp;oacute;ria. Violada a lei da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica,&amp;nbsp;a FENPROF, depois de consultados juristas dos seus Sindicatos, decidiu interpor uma provid&amp;ecirc;ncia cautelar que ser&amp;aacute; entregue na pr&amp;oacute;xima semana no Tribunal Administrativo e Fiscal de Lisboa. Espera a FENPROF, com este recurso &amp;agrave; justi&amp;ccedil;a, obrigar o MEC a cumprir a lei e, atrav&amp;eacute;s da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a rever aspetos do instrumento legal que publicou sobre organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;ximo ano escolar.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;8/06/2012&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Fri, 08 Jun 2012 21:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/providencia-cautelar-para-travar-despacho-que-podera-provocar-grave-desorganizacao-no-proximo-ano-escolar</guid></item><item><title>2012 — SPN condena agressão a professor de Vila Nova de Gaia</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/direccao-do-spn-condena-agressao-a-professor-de-vila-nova-de-gaia</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="/Media/Default/_Profiles/73d1615f/1f58f94/eb23plm.jpg?v=639050541867045735" alt="" width="600" height="135"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte (SPN) condena de forma veemente a violenta agress&amp;atilde;o de que foi v&amp;iacute;tima um professor da EB2/3 Padre Ant&amp;oacute;nio Lu&amp;iacute;s Moreira &amp;ndash; Agrupamento S. Pedro de Pedroso, considerando tal acto intoler&amp;aacute;vel e inadmiss&amp;iacute;vel num Estado de direito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desde h&amp;aacute; muito que o SPN tem vindo a alertar para os problemas de indisciplina e de viol&amp;ecirc;ncia nas escolas, n&amp;atilde;o para criar um clima de alarmismo em torno do problema, mas para chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica para uma realidade que marca o dia-a-dia de muitas escolas e o quotidiano profissional de muitos docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tratando-se de um fen&amp;oacute;meno com m&amp;uacute;ltiplas causas que t&amp;ecirc;m sobretudo a ver com quest&amp;otilde;es de ordem geral, relacionadas com profundas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es no plano social e familiar e o alargamento de fen&amp;oacute;menos de marginalidade e pobreza na sociedade portuguesa, o SPN reafirma que s&amp;atilde;o urgentes medidas que garantam aos docentes a imprescind&amp;iacute;vel seguran&amp;ccedil;a no exerc&amp;iacute;cio da sua profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reitera ainda a necessidade do Governo investir (principalmente em contextos complexos e problem&amp;aacute;ticos) em equipas multidisciplinares que desenvolvam, de forma articulada, um trabalho de fundo na identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es problem&amp;aacute;ticas, na an&amp;aacute;lise das suas causas e na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estrat&amp;eacute;gias que estimulem um ambiente de s&amp;atilde; conviv&amp;ecirc;ncia, em que os valores do respeito, da dignidade e da integridade marquem as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN expressa publicamente, por esta forma, a sua solidariedade com o professor agredido, exigindo das autoridades competentes o apuramento de todas as responsabilidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;Porto, 2 de Fevereiro de 2012.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: right;"&gt;A Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 02 Feb 2012 22:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/direccao-do-spn-condena-agressao-a-professor-de-vila-nova-de-gaia</guid></item><item><title>2011 — Educação Pré-escolar: calendário escolar 2011/2012</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/calendario-escolar-da-educacao-pre-escolar-2011-2012</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;15 de dezembro de 2011&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;DE ACORDO COM A LEI,&amp;nbsp;JARDINS-DE-INF&amp;Acirc;NCIA S&amp;Oacute; DEVER&amp;Atilde;O ABRIR A 3 DE JANEIRO&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1. O calend&amp;aacute;rio escolar que, em cada ano, se aplica, obedece ao disposto no Despacho Normativo n.&amp;ordm; 24/2000, de 11 de Maio;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2. Segundo o n.&amp;ordm; 1 do artigo 3.&amp;ordm; deste despacho normativo, &amp;ldquo;O 2.&amp;ordm; per&amp;iacute;odo inicia-se no 3.&amp;ordm; dia do m&amp;ecirc;s de Janeiro, desde que este n&amp;atilde;o ocorra a uma sexta-feira ou fim-de-semana, caso em que se iniciar&amp;aacute; na segunda-feira seguinte&amp;rdquo;;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;br&gt;3. Acontece que o calend&amp;aacute;rio escolar, fixado por Nuno Crato, para o ano em curso (divulgado no Despacho n.&amp;ordm; 9788, de 8 de Julho, assinado pelo Ministro), refere que os jardins-de-inf&amp;acirc;ncia dever&amp;atilde;o retomar fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es em 2 de Janeiro, o que &amp;eacute; ilegal por n&amp;atilde;o respeitar o despacho que fixa a norma;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;br&gt;4. A FENPROF, em Setembro, apresentou ao MEC este problema legal que, contudo, como em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a tantas outras mat&amp;eacute;rias, continua por resolver;&lt;br&gt;&lt;br&gt;5. Face a um sil&amp;ecirc;ncio que se prolonga para al&amp;eacute;m do aceit&amp;aacute;vel&amp;nbsp;e arrasta consigo a ilegalidade, a FENPROF solicitou um parecer jur&amp;iacute;dico que, entretanto, obteve, confirmando, com o seu conte&amp;uacute;do, a ilegalidade do rein&amp;iacute;cio da actividade lectiva a 2 de Janeiro;&lt;br&gt;&lt;br&gt;6. Assim, no sentido de reparar a ilegalidade &amp;ndash; o que, ali&amp;aacute;s, j&amp;aacute; diversos agrupamentos fizeram &amp;ndash;, dever&amp;atilde;o os educadores de inf&amp;acirc;ncia colocar a quest&amp;atilde;o junto do/da respectivo/a coordenador/a de departamento e este/a, por sua vez, garantir junto da direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do agrupamento a correc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema;&lt;br&gt;&lt;br&gt;7. Recorda-se ainda que, no per&amp;iacute;odo de interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dever&amp;atilde;o ser estabelecidos 3 dias para os educadores realizarem tarefas de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo que tais dias dever&amp;atilde;o coincidir com os dos seus colegas do Ensino B&amp;aacute;sico;&lt;br&gt;&lt;br&gt;8. Por fim, ainda que neste per&amp;iacute;odo os jardins-de-inf&amp;acirc;ncia estejam abertos, eles dever&amp;atilde;o desenvolver outras actividades, que n&amp;atilde;o lectivas, designadamente no &amp;acirc;mbito da componente de apoio &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/7ac16de/20111001hb_manif_cgtp_92.JPG?v=638616793745036445"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 15 Dec 2011 12:17:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/calendario-escolar-da-educacao-pre-escolar-2011-2012</guid></item><item><title>SPN na manifestação de 1 de Outubro (2011)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-na-manifestacao-de-1-de-outubro</link><description>&lt;p&gt;&lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_1').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_1.JPG?v=636111430982793828" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_10').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_10.JPG?v=636111430983565313" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_11').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_11.JPG?v=636111430984209844" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_12').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_12.JPG?v=636111430984825078" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_13').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_13.JPG?v=636111430985401250" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_14').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_14.JPG?v=636111430986368047" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_15').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_15.JPG?v=636111430987168828" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_16').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_16.JPG?v=636111430987862188" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_17').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_17.JPG?v=636111430988750859" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_18').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_18.JPG?v=636111430989639531" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_19').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_19.JPG?v=636111430990479375" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_2').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_2.JPG?v=636111430991182500" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_20').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_20.JPG?v=636111430991836797" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_21').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_21.JPG?v=636111430992569219" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_22').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_22.JPG?v=636111430993233281" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_23').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_23.JPG?v=636111430993916875" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_24').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_24.JPG?v=636111430994737188" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt;&amp;nbsp; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_26').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_26.JPG?v=636111430995684453" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_27').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_27.JPG?v=636111430996524297" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_3').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_3.JPG?v=636111430997276250" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_4').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_4.JPG?v=636111430998184453" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_5').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_5.JPG?v=636111430999190313" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_6').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_6.JPG?v=636111430999707891" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_7').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_7.JPG?v=636111431000616094" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_8').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_8.JPG?v=636111431001202031" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_9').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_9.JPG?v=636111431001993047" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt; &lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn.JPG?v=636111431002745000" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; margin: 3px;" onclick="$('#20111001hb_manif_CGTP-SPN_25').click();" src="/Media/Default/_Profiles/5b1bf8dd/58279b8a/20111001hb_manif_cgtp-spn_25.JPG?v=636111431003203984" alt="Clique para ampliar" width="210"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="display: none;"&gt;&lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_1" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_1.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_10" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_10.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_11" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_11.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_12" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_12.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_13" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_13.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_14" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_14.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_15" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_15.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_16" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_16.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_17" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_17.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_18" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_18.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_19" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_19.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_2" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_2.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_20" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_20.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_21" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_21.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_22" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_22.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_23" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_23.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_24" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_24.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_25" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_25.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_26" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_26.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_27" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_27.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_3" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_3.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_4" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_4.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_5" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_5.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_6" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_6.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_7" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_7.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_8" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_8.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN_9" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn_9.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt; &lt;a id="20111001hb_manif_CGTP-SPN" class="fancybox" rel="galeria" href="/Media/Default/Info/4000/700/10/9/20111001hb_manif_cgtp-spn.JPG" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 14:57:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-na-manifestacao-de-1-de-outubro</guid></item><item><title>UA — Estão criadas as condições para a concretização de um novo curso (2011)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/profissionalizacao-pela-universidade-aberta-estao-criadas-as-condicoes-para-a-concretizacao-de-um-novo-curso</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de setembro de 2011&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;A profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o foi considerada legalmente terminada ap&amp;oacute;s a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tr&amp;ecirc;s cursos efectuada pela Universidade Aberta (UAb), a que tiveram acesso associados de todos os sindicatos da FENPROF. Estes cursos foram realizados em resultado da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o efectuada pela Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPGL, ao abrigo de um protocolo que veio a ser alargado aos outros sindicatos, por um lado com a referida Universidade, por outro com o ent&amp;atilde;o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o sistem&amp;aacute;tica de propostas concretas da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes cursos e a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do universo dos seus interessados e das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os frequentar possibilitou que, a t&amp;iacute;tulo excepcional, os cursos se realizassem, nomeadamente o 3.&amp;ordm;, ap&amp;oacute;s a data limite fixada legalmente em 31 de Agosto de 2010. Este 3.&amp;ordm; curso incluiu n&amp;atilde;o s&amp;oacute; os professores que tinham 6 anos de servi&amp;ccedil;o aquando do in&amp;iacute;cio do curso, mas tamb&amp;eacute;m os que tivessem possibilidade de os completar at&amp;eacute; &amp;agrave; data da conclus&amp;atilde;o do curso &amp;ndash; um prazo que, aceite pelo minist&amp;eacute;rio, foi prorrogado at&amp;eacute; 31 de Agosto de 2011.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Essa possibilidade dependia, como &amp;eacute; &amp;oacute;bvio, de o professor em causa contabilizar a mais o tempo de servi&amp;ccedil;o em falta &amp;ndash; ou seja, tinha de obter coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Mas nem todos os colegas com os 6 anos de servi&amp;ccedil;o ainda incompletos os conseguiram completar nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es estabelecidas, pelo que n&amp;atilde;o lhes foi validada a profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou n&amp;atilde;o chegaram mesmo a frequentar o curso. Outros, com menos de 5 anos de servi&amp;ccedil;o, nem chegaram a ter acesso ao mesmo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sindicatos da FENPROF foram contactados repetidamente por colegas nessas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que pretendiam resolver a sua situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional e nos questionavam sobre a eventual realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais um curso de profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela UAb.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Devido ao enquadramento legal existente, a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e at&amp;eacute; a reivindica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tal curso n&amp;atilde;o se afigurou f&amp;aacute;cil, o que sempre comunic&amp;aacute;mos aos interessados, enquanto envid&amp;aacute;vamos esfor&amp;ccedil;os para, apesar de tudo, desbloquear a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para esta concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;atilde;o criadas com a emiss&amp;atilde;o do Despacho n.&amp;ordm; 10811/2011, de 1 de Setembro, assinado pela SEEBS, alargando o prazo para a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; ao final do ano lectivo 2012/13. Como j&amp;aacute; sucedeu anteriormente, os sindicatos da FENPROF garantir&amp;atilde;o o seu apoio a todos os associados interessados&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Informa-se, contudo, que o despacho referido s&amp;oacute; &amp;eacute; aplic&amp;aacute;vel aos professores do ensino particular e cooperativo, pelo que &lt;strong&gt;a FENPROF j&amp;aacute; requereu o alargamento dos seus efeitos a todos os docentes com habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria e disponibilizou-se, de imediato, para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es de trabalho que o concretizem.&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;br&gt;Cremos, no entanto, estarem criadas as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste 4.&amp;ordm; curso, em princ&amp;iacute;pio com in&amp;iacute;cio em Mar&amp;ccedil;o 2012. A pr&amp;oacute;pria UAb parece partilhar este entendimento, conforme nota dispon&amp;iacute;vel no seu s&amp;iacute;tio [cfr. &lt;a href="http://www.uab.pt/web/guest/noticias/-/journal_content/56/10136/6620600" target="_blank"&gt;http://www.uab.pt/web/guest/noticias/-/journal_content/56/10136/6620600&lt;/a&gt;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Este curso, a concretizar-se, corresponde a uma medida plenamente justa e necess&amp;aacute;ria, embora n&amp;atilde;o responda ao grav&amp;iacute;ssimo problema de fundo existente ao n&amp;iacute;vel do emprego docente e da sua estabilidade.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 30 Sep 2011 15:41:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/profissionalizacao-pela-universidade-aberta-estao-criadas-as-condicoes-para-a-concretizacao-de-um-novo-curso</guid></item><item><title>A propósito dos alegados 70.032 atestados médicos de professores em 4 meses (2011)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/a-proposito-dos-alegados-70-032-atestados-medicos-de-professores-em-4-meses</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de setembro de 2011&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;A este prop&amp;oacute;sito, a FENPROF manifesta o seguinte coment&amp;aacute;rio:&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Embora o t&amp;iacute;tulo de primeira p&amp;aacute;gina seja impressionante ("70.000 atestados m&amp;eacute;dicos a professores em 4 meses" que, se correspondesse a docentes, significava que cerca de metade teria estado "de baixa" sem que, nas escolas, se desse por isso), j&amp;aacute; a leitura do artigo revela que, a esses atestados, correspondem cerca de 4.000 docentes e que, de todos esses, at&amp;eacute; hoje, apenas 11 se encontram em fase de processo disciplinar, ou seja,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;apenas sobre onze casos recaem d&amp;uacute;vidas de, eventualmente, serem fraudulentos&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(o que significa que, do total de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a, at&amp;eacute; hoje, 99,75% n&amp;atilde;o mereceu qualquer d&amp;uacute;vida);&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Estranha-se que detectada a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no final de Janeiro, s&amp;oacute; em final de Setembro estes n&amp;uacute;meros tenham sido tornados p&amp;uacute;blicos;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Exige-se do MEC que todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que levantem suspeita sejam devidamente analisadas&lt;/strong&gt;, de forma a moralizar o sistema e a salvaguardar o direito &amp;agrave; sa&amp;uacute;de por parte de quantos, em determinado momento da sua vida, necessitam de recorrer ao atestado m&amp;eacute;dico;&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O t&amp;iacute;tulo e a chamada desta not&amp;iacute;cia a primeira p&amp;aacute;gina de um jornal di&amp;aacute;rio tem a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;oacute;bvia de denegrir a imagem dos professores perante a opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica num momento em que estes come&amp;ccedil;am, de novo, a agir em defesa dos seus direitos profissionais e de boas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que as escolas se organizem e funcionem adequadamente. Foi assim no passado, com os maus resultados que se conhecem, sobretudo para quem decidiu entrar por essa via de desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pondo em causa o empenhamento e profissionalismo dos docentes, pois provocou uma forte indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o destes com a relevante express&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica que se conhece.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF ir&amp;aacute; solicitar ao MEC informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o precisa sobre os n&amp;uacute;meros agora divulgados e a que situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas se referem, reservando para esse momento, nova tomada de posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Wed, 28 Sep 2011 18:05:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/a-proposito-dos-alegados-70-032-atestados-medicos-de-professores-em-4-meses</guid></item><item><title>As propostas dos partidos para a Educação (2011)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/as-propostas-dos-partidos-para-a-educacao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de maio de 2011&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;De crise em crise, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o surge sempre como prioridade nos programas partid&amp;aacute;rios e dos governos, sendo que estes, quando n&amp;atilde;o querem falar do desemprego, da precariedade, do agravamento das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de vida, da degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sa&amp;uacute;de ou da seguran&amp;ccedil;a social, viram-se para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dizem ser neste sector que se encontram mais empenhados. Mas fazem mais, tomam medidas que permitem alterar favoravelmente as estat&amp;iacute;sticas e, assim, enganando incautos, referem os resultados obtidos como decorrentes das pol&amp;iacute;ticas prosseguidas. O governo que agora cessa fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es foi mestre nesta arte.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; porta, com um corte de 800 milh&amp;otilde;es de euros no or&amp;ccedil;amento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 2011, cujas consequ&amp;ecirc;ncias ser&amp;atilde;o duramente sentidas em Setembro pr&amp;oacute;ximo, com um conjunto de medidas tamb&amp;eacute;m para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o impostas por FMI/UE/BCE que governo e oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; direita j&amp;aacute; declararam aceitar&amp;hellip; s&amp;atilde;o muitas e elevadas as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de quantos consideram, com honestidade, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como prioridade e percebem que, no actual contexto, a Escola P&amp;uacute;blica corre s&amp;eacute;rios riscos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF, assumindo as suas responsabilidades de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical mais representativa dos docentes portugueses, enviou aos partidos pol&amp;iacute;ticos com representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar um conjunto de perguntas, muito directas, sobre os temas fundamentais da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a saber: rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blico-privado e financiamento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; gest&amp;atilde;o das escolas; rede escolar; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho; hor&amp;aacute;rios de trabalho; emprego, vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e concursos; carreiras e sal&amp;aacute;rios; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial; condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o cumprimento da escolaridade obrigat&amp;oacute;ria; ensino superior e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As respostas chegaram dos partidos, com excep&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o PS que n&amp;atilde;o respondeu, nem justificou a falta. No sentido de garantir as respostas de todos, a FENPROF atrasou mais de uma semana o fecho de edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e estabeleceu os mais variados contactos com os partidos e seus respons&amp;aacute;veis, mas, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao partido do governo, nenhum surtiu efeito. Desse facto, decerto, ser&amp;atilde;o retiradas ila&amp;ccedil;&amp;otilde;es pelos docentes a quem se dirige esta publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este Jornal da FENPROF dedicado &amp;agrave;s elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas recorda ainda as vota&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos partidos pol&amp;iacute;ticos, ao longo da &amp;uacute;ltima legislatura, sobre tr&amp;ecirc;s aspectos importantes para os professores: avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho; concursos e vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes; condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta &lt;em&gt;Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial Elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt; chega agora a casa dos mais de 60.000 docentes associados aos Sindicatos de Professores que integram a FENPROF, sendo ainda distribu&amp;iacute;da pelas salas de professores das escolas de todo o pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar na imagem.]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;q&lt;a href="https://www.fenprof.pt/jf-251-abril-2011" target="_blank"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/9f2acb4e/JF_Abril_2011-5%20copiar.jpg?v=638765256134076850"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 12:54:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/as-propostas-dos-partidos-para-a-educacao</guid></item><item><title>Legislativas/2011 — Debate com deputados e elementos da comunidade educativa (2011)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/o-debate-necessario-sobre-a-escola-publica-mobilizou-elementos-da-comunidade-educativa-e-deputados</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de maio de 2011&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"Seja qual for o&amp;nbsp;Governo que sair das&amp;nbsp; elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 5 de Junho, a nossa convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que todos - professores, trabalhadores n&amp;atilde;o docentes das escolas, estudantes, pais, psic&amp;oacute;logos, inspectores de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cidad&amp;atilde;os, temos que lutar por uma escola p&amp;uacute;blica que responda &amp;agrave;s necessidades dos alunos, uma escola p&amp;uacute;blica de qualidade, democr&amp;aacute;tica e para todos".&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/9f2acb50/esc_publica_23maio2011.jpg?v=638788722109394652"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As palavras s&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;M&amp;aacute;rio Nogueira&lt;/strong&gt; e marcam o fecho do intenso debate que decorreu na passada segunda-feira, 23 de Maio, no audit&amp;oacute;rio da Escola Secund&amp;aacute;ria&amp;nbsp; Cam&amp;otilde;es, em Lisboa, por iniciativa da Plataforma da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que, recorde-se, promoveu o Manifesto&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &amp;ldquo;Investir na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, defender a Escola P&amp;uacute;blica&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;,&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;documento&amp;nbsp;que j&amp;aacute; recolheu in&amp;uacute;meras assinaturas institucionais (de associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, movimentos, &amp;oacute;rg&amp;atilde;os aut&amp;aacute;rquicos, entre outros) e milhares de subscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es individuais recolhidas em iniciativas espec&amp;iacute;ficas que foram promovidas e tamb&amp;eacute;m on-line.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizado no primeiro dia &amp;uacute;til da campanha eleitoral, o programa do debate&amp;nbsp;&amp;nbsp;incluiu em dois pain&amp;eacute;is. O primeiro, no per&amp;iacute;odo da manh&amp;atilde;, sob o tema &amp;ldquo;&lt;em&gt;A Escola P&amp;uacute;blica faz a diferen&amp;ccedil;a!&lt;/em&gt;&amp;rdquo;, contou com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;strong&gt;Almerindo Janela Afonso&lt;/strong&gt; (investigador e docente da Universidade do Minho), &lt;strong&gt;Carlos Braga&lt;/strong&gt; (Movimento de Utentes de Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos - MUSP), &lt;strong&gt;Maria Jos&amp;eacute; Viseu&lt;/strong&gt; (Presidente da CNIPE, Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Independente de Pais) e &lt;strong&gt;Jos&amp;eacute; Cal&amp;ccedil;ada&lt;/strong&gt; (Presidente do Sindicato dos Inspectores de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Ensino - SIEE), tendo o debate sido moderado por &lt;strong&gt;Helena Afonso&lt;/strong&gt;, dirigente do STAL (Sindicato dos Trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Local).&lt;br&gt;&lt;br&gt;De tarde, foi a vez de os partidos pol&amp;iacute;ticos com representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar falarem das suas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a legislatura que termina e, sobretudo, apresentarem as suas propostas para o futuro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da Escola P&amp;uacute;blica que, como se sabe, sofreu um corte or&amp;ccedil;amental de 803 milh&amp;otilde;es no ano em curso, prevendo-se que em 2013, o corte total venha a atingir os 1.200 milh&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participaram neste painel - &lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;Na hora de decidir o futuro, o que defendem os partidos pol&amp;iacute;ticos"&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; -&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Diogo Feio&lt;/strong&gt; (deputado europeu do CDS);&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Pedro Duarte&lt;/strong&gt; (deputado do PSD); &amp;nbsp;&lt;strong&gt;Bravo Nico&lt;/strong&gt; (deputado do PS);&amp;nbsp; &lt;strong&gt;Francisco Madeira Lopes&lt;/strong&gt; (dirigente do PEV); &lt;strong&gt;Miguel Tiago&lt;/strong&gt; (deputado do PCP); e &lt;strong&gt;Cec&amp;iacute;lia Hon&amp;oacute;rio&lt;/strong&gt; (deputada do BE). A modera&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste painel foi da responsabilidade de&lt;strong&gt; Patr&amp;iacute;cia Matos&lt;/strong&gt;, jornalista da TVI.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Mais fortes para defender a escola p&amp;uacute;blica!&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Numa breve sauda&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos presentes, o Secret&amp;aacute;rio Geral da FENPROF e porta-voz da Plataforma, falou das actividades desta entidade, nomeadamente das reuni&amp;otilde;es que j&amp;aacute; iniciou com os partidos, para entrega do &lt;em&gt;Manifesto&lt;/em&gt;, destacou a actualidade do tema do debate ("A escola p&amp;uacute;blica, que corre s&amp;eacute;rios riscos, est&amp;aacute; na boca de toda a gente") e deixou um desafio: "Temos que estar mais fortes para a sua defesa!".&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Almerindo Janela Afonso&lt;/strong&gt; real&amp;ccedil;ou, na primeira parte da sua interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a necessidade de defender e valorizar os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos numa sociedade democr&amp;aacute;tica, lembrando que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio estar mais atento e ser mais perspicaz politicamente para&amp;nbsp;contra-argumentar&amp;nbsp; e&amp;nbsp;"confrontar criticamente algumas das&lt;em&gt; justifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt; mais subtis e elaboradas que procuram acabar com a escola p&amp;uacute;blica".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Depois de referir que "os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos s&amp;oacute; para as classes populares&amp;nbsp; tendem a perder import&amp;acirc;ncia", o prestigiado investigador criticou frontalmente aqueles que, "sem pudor, colocam a necessidade da&amp;nbsp;privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos, quando devem &amp;agrave; escola p&amp;uacute;blica o seu estatuto social e a sua forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o". Isso &amp;eacute; mais um sintoma da fal&amp;aacute;cia da actual relativiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e des-historizica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vida social, mas "N&amp;atilde;o se pode apagar o passado", comentou ainda a este prop&amp;oacute;sito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"A&amp;nbsp;escola p&amp;uacute;blica &amp;eacute; uma conquista civilizacional"&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Mais adiante, Janela Afonso sublinhou a import&amp;acirc;ncia da constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da cidadania numa perspectiva nacional e europeia e a sua&amp;nbsp;&amp;iacute;ntima rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a escola p&amp;uacute;blica. Alertou para os &lt;em&gt;apetites&lt;/em&gt; da Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Mundial do Com&amp;eacute;rcio (OMC) tamb&amp;eacute;m na &amp;aacute;rea do ensino e&amp;nbsp;sublinhou que "a escola p&amp;uacute;blica &amp;eacute; uma conquista civilizacional cujo retrocesso seria impens&amp;aacute;vel".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Embora inacabado e necessitando sempre de ser melhorado, este projecto evoluiu ao longo do tempo e tem hoje uma importante densidade hist&amp;oacute;rica, cultural e educacional. O docente da Universidade do Minho referiu, noutra passagem, que a escola p&amp;uacute;blica &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m um projecto democr&amp;aacute;tico vinculado &amp;agrave; conquista de direitos&amp;nbsp;sociais&amp;nbsp; - "&amp;eacute; um direito humano fundamental".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Carlos Braga&lt;/strong&gt; alertou para as pol&amp;iacute;ticas de desmantelamento e privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os fundamentais como a sa&amp;uacute;de e os transportes, destacando que "h&amp;aacute; hoje preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es acrescidas" na sequ&amp;ecirc;ncia do acordo assinado por PS, PSD e CDS com a "troika". &lt;br&gt;&lt;br&gt;O representante do Movimento dos Utentes de Servi&amp;ccedil;os P&amp;uacute;blicos (MUSP) afirmou que &amp;eacute; preciso "dar valor &amp;agrave; escola p&amp;uacute;blica", proporcionando-lhe condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e de funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;"&amp;Eacute; um milagre que a escola p&amp;uacute;blica consiga fazer alguma coisa"&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;Por seu turno, &lt;strong&gt;Jos&amp;eacute; Cal&amp;ccedil;ada&lt;/strong&gt;, ao fazer o retrato social do pa&amp;iacute;s, marcado pela situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em que vivem 700 mil desempregados e&amp;nbsp;dois milh&amp;otilde;es de pobres, "com cantinas escolares a funcionar nas f&amp;eacute;rias para muitas crian&amp;ccedil;as de fam&amp;iacute;lias carenciadas", lembrou que "este &amp;eacute; o pa&amp;iacute;s real que a escola p&amp;uacute;blica recebe diariamente". E registou: "&amp;Eacute; um milagre que a escola p&amp;uacute;blica consiga fazer alguma coisa".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"&amp;Agrave; escola p&amp;uacute;blica devo o que sou hoje". Foi assim que &lt;strong&gt;Maria Jos&amp;eacute; Viseu&lt;/strong&gt; iniciou a sua interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o no debate da Plataforma. A dirigente da CNIP afirmou que a grande maioria dos pais e encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o concorda com os ataques &amp;agrave; escola p&amp;uacute;blica e abordou a realidade do interior do pa&amp;iacute;s, marcada (tamb&amp;eacute;m) pelo encerramento cego de escolas. "Fecharam as 24 escolas do meu concelho".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Depois destas primeiras interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es teve lugar o debate com a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do audit&amp;oacute;rio, em que se destacaram temas como a transfer&amp;ecirc;ncia de responsabilidades do ME para as autarquias e as consequ&amp;ecirc;ncias do acordo assinado com a &lt;em&gt;troika&lt;/em&gt; no plano da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A palavra aos deputados: 1&amp;ordf; ronda&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;Depois da interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o para almo&amp;ccedil;o, o debate avan&amp;ccedil;ou para o painel com os representantes dos partidos, apresentados pela jornalista Patr&amp;iacute;cia Matos, que, para uma primeira &lt;em&gt;"ronda",&lt;/em&gt; deu oito minutos e meio&amp;nbsp;a cada um dos intervenientes.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O deputado do PS, &lt;strong&gt;Bravo Nico&lt;/strong&gt;, foi o primeiro, destacando desde logo que a qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos portugueses foi "a prioridade das duas legislaturas" anteriores. "Alarg&amp;aacute;mos bastante este conceito de qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tanto nos adultos como noutros sectores", afirmou, refor&amp;ccedil;ando a&amp;nbsp;ideia de um grande n&amp;uacute;mero de pessoas envolvidas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;O parlamentar do PS falou das "preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es" do seu partido com os resultados do aproveitamento escolar, taxa de escolariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, frequ&amp;ecirc;ncia do pr&amp;eacute;-escolar e acesso ao ensino superior.&amp;nbsp;O&amp;nbsp;alargamento da escolaridade para 12 anos - "um desafio, uma decis&amp;atilde;o corajosa, que, agora, h&amp;aacute; que tornar real" -&amp;nbsp;esteve tamb&amp;eacute;m, em foco nestas primeiras palavras de Bravo Nico.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Pedro Duarte&lt;/strong&gt;, do PSD, chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do audit&amp;oacute;rio para o "d&amp;eacute;fice estrutural do pa&amp;iacute;s", lembrou que "a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o foi valorizada ao longo de muitos anos" e destacou tr&amp;ecirc;s quest&amp;otilde;es fundamentais para o seu partido: a necessidade de "estabelecer plataformas de di&amp;aacute;logo, com uma vis&amp;atilde;o a m&amp;eacute;dio e longo prazo para a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o", garantindo "estabilidade" para este sector; a necessidade de "alterar a l&amp;oacute;gica centralista do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ("o ME gere tudo e todos"; "o ME tem que confiar nas escolas"&amp;acute;, "&amp;eacute; preciso autonomia a s&amp;eacute;rio"); e, finalmente, a necessidade de "recuperar a dignidade do professor e a sua autoridade na sala de aula."&lt;br&gt;&lt;br&gt;O deputado social-democrata afirmou que o seu partido, em termos de rede escolar, &amp;nbsp;"n&amp;atilde;o subscreve a pol&amp;iacute;tica de mega-agrupamentos" seguida pelos governos PS, declarando mais adiante que "estamos dispon&amp;iacute;veis para reavaliar algumas das decis&amp;otilde;es", em di&amp;aacute;logo com a comunidade educativa. Reconheceu o apoio do PSD a uma&amp;nbsp; "carreira especializada" de gestor para as escolas, mas que isso "jamais ser&amp;aacute; implementado se os professores n&amp;atilde;o aderirem", registando ainda: "O director que n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceite pelos seus pares nunca ser&amp;aacute; um bom director". Quanto ao "mito liberdade de escolha", disse que "o PSD n&amp;atilde;o caminha para a privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escola p&amp;uacute;blica". Quanto &amp;agrave; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores, garantiu que o partido vai apresentar outro projecto.&lt;br&gt;&lt;br&gt;No &lt;em&gt;p&amp;oacute;s-elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/em&gt;, e na perspectiva de que "n&amp;atilde;o vai haver maiorias absolutas", "o di&amp;aacute;logo vai ser necess&amp;aacute;rio", real&amp;ccedil;ou&lt;strong&gt; Diogo Feio&lt;/strong&gt;, deputado europeu.&amp;nbsp;O representante do CDS disse que &amp;eacute; preciso "estabelecer uma base de di&amp;aacute;logo", aproveitando as "ideias positivas de cada um".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Para os "centristas", a "fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escola p&amp;uacute;blica" &amp;eacute; "formar" e garantir o "direito a subir na vida atrav&amp;eacute;s da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o".&amp;nbsp; Falou tamb&amp;eacute;m da necessidade de recuperar a autoridade do professor&amp;nbsp; e real&amp;ccedil;ou que "os professores n&amp;atilde;o podem ser os &lt;em&gt;bodes expiat&amp;oacute;rios&lt;/em&gt;" das crises e das pol&amp;iacute;ticas erradas e incoerentes". N&amp;atilde;o aconselhou que se mude tudo e garantiu que, na perspectiva do CDS, o director "tem de ser um professor".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Digo Feio afirmou noutra passagem que s&amp;atilde;o precisas "regras claras" para o &lt;em&gt;Estatuto do Aluno&lt;/em&gt; e que as conversas que o partido tem mantido com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais sobre a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no sistema educativo &amp;nbsp;t&amp;ecirc;m sido muito &amp;uacute;teis. Destacou a import&amp;acirc;ncia da autonomia das escolas e "o apoio aos projectos educativos diferenciados",&amp;nbsp; sublinhou que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio ter "a no&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos &amp;iacute;ndices de empregabilidade das nossas universidades e dos respectivos cursos" e afirmou que "o pr&amp;oacute;ximo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o deve ser algu&amp;eacute;m com peso pol&amp;iacute;tico".&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Cec&amp;iacute;lia Hon&amp;oacute;rio&lt;/strong&gt;, do Bloco de Esquerda (BE), chamou a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para "o d&amp;eacute;fice de debate p&amp;uacute;blico sobre os novos perigos que est&amp;atilde;o a atingir a escola p&amp;uacute;blica" e criticou o PS que, por vezes, "toca uma flauta" que parece dar &lt;em&gt;m&amp;uacute;sica &amp;agrave; esquerda&lt;/em&gt;, enquanto abre "as portas &amp;agrave; direita".&lt;br&gt;&lt;br&gt;As orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es do PS em mat&amp;eacute;ria de gest&amp;atilde;o das escolas e de sal&amp;aacute;rios e carreiras mereceram igualmente a condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o frontal da deputada do BE, que apontou algumas das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es do seu partido, nomeadamente contra o modelo de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o imposto pelo ME. Referiu que o Bloco&amp;nbsp; se bate pela estrutura democr&amp;aacute;tica da escola, pela redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos por turma, pela exist&amp;ecirc;ncia de equipas multidisciplinares nas escolas, pela vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes contratados, pelo combate &amp;agrave; precariedade laboral no sector e pela atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bolsas no ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As previs&amp;iacute;veis consequ&amp;ecirc;ncias do "memorando assinado entre a &lt;em&gt;troika&lt;/em&gt; de dentro e a &lt;em&gt;troika&lt;/em&gt; de fora" estiveram presentes na interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Cec&amp;iacute;lia Hon&amp;oacute;rio que alertou para os efeitos dos cortes de milh&amp;otilde;es de euros na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com a perspectiva de mais encerramentos de escolas e a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custos com pessoal, ou seja: "profissionais da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que v&amp;atilde;o para o olho da rua".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Miguel Tiago&lt;/strong&gt;, do PCP, apontou dois documentos que podem ser a base impulsionadora de uma pol&amp;iacute;tica coerente no sector: a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica e a Lei de Bases do Sistema Educativo. Trata-se, como real&amp;ccedil;ou o deputado comunista, de "documentos incompat&amp;iacute;veis" com as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;impostas pela&amp;nbsp;"troika".&lt;br&gt;&lt;br&gt;Condenando energicamente as pol&amp;iacute;ticas que desfiguram e subvertem a escola p&amp;uacute;blica atrav&amp;eacute;s de uma "catadupa legislativa" e de uma teia burocr&amp;aacute;tica sem fim, Miguel Tiago apontou algumas das iniciativas legislativas apresentadas pela sua bancada em S. Bento, nomeadamente a favor da gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica, suspens&amp;atilde;o da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho, concursos e estabilidade profissional, entre outras, criticando os partidos que inviabilizaram solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es apontadas &amp;agrave; melhoria da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas escolas e no sistema educativo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"H&amp;aacute; aqui duas perspectivas diferentes sobre a escola p&amp;uacute;blica portuguesa: a que a entende como estando ao servi&amp;ccedil;o do pa&amp;iacute;s e das popula&amp;ccedil;&amp;otilde;es; e a que a entende como estando ao servi&amp;ccedil;o do mercado", concluiu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;"A crise tem uma hist&amp;oacute;ria e tem respons&amp;aacute;veis", lembrou &lt;strong&gt;Francisco Madeira Lopes&lt;/strong&gt;. O dirigente do PEV criticou "as reformas agressivas do PS ao longo de seis anos de governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o", lembrando que o&lt;em&gt; economicismo&lt;/em&gt; esteve "na base" da actua&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica do ME e manifestando a sua preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas consequ&amp;ecirc;ncias da "austeridade" que a &lt;em&gt;troika&lt;/em&gt; quer impor ao nosso pa&amp;iacute;s, num enquadramento que "n&amp;atilde;o &amp;eacute; bom para a escola e para o ensino".&lt;br&gt;&lt;br&gt;"A educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um investimento fundamental para ultrapassar esta crise", salientou o dirigente dos "Verdes", que afirmaria noutro momento: "&amp;Eacute; importante fazer escolhas e saber o que &amp;eacute; que os partidos pretendem ap&amp;oacute;s 5 de Junho". "O que a direita prop&amp;otilde;e &amp;eacute; uma escola p&amp;uacute;blica mais fragilizada", concluiu.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;A palavra aos deputados: 2&amp;ordf; ronda&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;A jornalista Patr&amp;iacute;cia Matos devolveu depois a palavra ao audit&amp;oacute;rio, que levantou muitas quest&amp;otilde;es, nomeadamente sobre a precariedade laboral, os cortes no financiamento, a "liberdade de escolha", os mega-agrupamentos, a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial, a escolaridade de 12 anos em contexto de ataque &amp;agrave; escola p&amp;uacute;blica e o neg&amp;oacute;cio &amp;agrave; volta da &lt;em&gt;Parque Escolar&lt;/em&gt;, entre outras mat&amp;eacute;rias. Os representantes dos partidos foram convidados a pronunciarem-se, j&amp;aacute; no concreto, sobre os assuntos colocados. Come&amp;ccedil;ava ent&amp;atilde;o a segunda&lt;em&gt; ronda&lt;/em&gt; das declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"O cen&amp;aacute;rio ideal era que cada fam&amp;iacute;lia pudesse escolher a escola do seu filho. Mas isso &amp;eacute; impratic&amp;aacute;vel... H&amp;aacute; que dar passos para estabelecer, dentro da rede p&amp;uacute;blica, um maior grau de escolha" - foi assim que &lt;strong&gt;Pedro Duarte&lt;/strong&gt; iniciou a sua segunda&amp;nbsp;interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o no debate organizado pela &lt;em&gt;Plataforma&lt;/em&gt;.O representante do PSD voltou a falar de outro "cen&amp;aacute;rio ideal", este relativo aos mega-agrupamentos: n&amp;atilde;o devem, no seu entender, ultrapassar os 1200 alunos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outras notas salientes das palavras de Pedro Duarte: a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &lt;em&gt;director&lt;/em&gt; requer "especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o" mas isso &amp;eacute; "mat&amp;eacute;ria em aberto para discutir com os professores"; "&amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel" que professores com 10 e 15 anos de servi&amp;ccedil;o tenham uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o prec&amp;aacute;ria; o PSD vai repensar o enquadramento e a filosofia empresarial da &lt;em&gt;Parque Escolar ("os n&amp;uacute;meros s&amp;atilde;o assustadores")&lt;/em&gt;; a componente externa na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho (a actual &amp;eacute; "hostil") deve ser encarada como caminho a seguir; h&amp;aacute; distinguir&lt;em&gt; classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt; de &lt;em&gt;avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/em&gt;...&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Diogo Feio&lt;/strong&gt; reafirmou a oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CDS ao "modelo absurdo" que o Governo PS quis impor, manifestou-se a favor da vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores com mais de 10 anos de servi&amp;ccedil;o e salientou ainda que os programas devem ser adaptados &amp;agrave;s realidades do mercado de trabalho.&lt;br&gt;&lt;br&gt;A prop&amp;oacute;sito da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial, Diogo Feio rejeitou os &lt;em&gt;guetos&lt;/em&gt; nas escolas, falou da "liberdade de aprender e da liberdade de ensinar" e, a prop&amp;oacute;sito da liberdade de escolha, afirmou que "hoje temos uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para quem tem mais posses e outra para quem tem menos..."&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Bravo Nico&lt;/strong&gt; afirmou que a crise econ&amp;oacute;mica e financeira n&amp;atilde;o permitiu a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema da precariedade laboral entre os professores, reconhecendo que, de facto, o Governo n&amp;atilde;o foi capaz de cumprir a promessa p&amp;uacute;blica da Ministra da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de realizar o concurso em 2011.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quanto aos mega-agrupamentos, o deputado socialista afirmou que "n&amp;atilde;o h&amp;aacute; receitas" e que "deve haver bom senso". Disse ainda que n&amp;atilde;o se podem fazer promessas devido ao "factor or&amp;ccedil;amental" e, partindo da ideia que "o pico de investimento nas escolas j&amp;aacute; passou" (o que viria ser negado pelo director da Secund&amp;aacute;ria Cam&amp;otilde;es que ainda est&amp;aacute; na fila de espera para obras urgentes), "agora, com os recursos que temos, ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel rentabilizar o sector educativo; estamos no caminho correcto..."&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Miguel Tiago&lt;/strong&gt; lembrou que o PC prop&amp;otilde;e a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;em&gt;Parque Escolar&lt;/em&gt;, lembrou tamb&amp;eacute;m a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do partido contra os mega-agrupamentos e o encerramento cego de escolas ("vem nos estudos": uma unidade escolar com mais de 600 alunos "perde a capacidade pedag&amp;oacute;gica").&lt;br&gt;&lt;br&gt;Quem est&amp;aacute; com o memorando da &lt;em&gt;troika&lt;/em&gt;, que aponta directamente para cortes de despesas na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, "n&amp;atilde;o pode dizer que est&amp;aacute; contra o actual modelo de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o", real&amp;ccedil;ou o deputado comunista, que referiu que se devem considerar como&amp;nbsp;vagas a ocupar em concurso&amp;nbsp;os hor&amp;aacute;rios de trabalho que se revelem necessidades permanentes das escolas.&lt;br&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;Cec&amp;iacute;lia Hon&amp;oacute;rio&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;alertou para um "mist&amp;eacute;rio pol&amp;iacute;tico": como &amp;eacute; que se pode falar de metas de escolariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de ensino obrigat&amp;oacute;rio de 12 anos, de luta pelo sucesso educativo num "cen&amp;aacute;rio marcado pela dispensa de professores e outros trabalhadores do ensino"?&lt;br&gt;&lt;br&gt;Outras notas em destaque nesta segunda interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da deputada do BE:&amp;nbsp; s&amp;atilde;o inaceit&amp;aacute;veis os recursos da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial; o modelo actual de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;"&amp;eacute; uma vergonha"; "5000 hor&amp;aacute;rios de professores j&amp;aacute; foram...", mas com o acordo da &lt;em&gt;"troika"&lt;/em&gt; as coisas n&amp;atilde;o ficam por a&amp;iacute;!...; a Parque Escolar, "monstro que est&amp;aacute; assente sobre a escola p&amp;uacute;blica", ir&amp;aacute; ao parlamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"N&amp;atilde;o se deve falar apenas de mega-agrupamentos mas tamb&amp;eacute;m de mega encerramentos de escolas", sublinhou &lt;strong&gt;Francisco M. Lopes&lt;/strong&gt;. O dirigente do PEV alertou para o fecho de escolas que tinham sido alvo de melhorias e destacou que "o processo de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mega-agrupamentos &amp;eacute; fundamental" para tomar decis&amp;otilde;es de futuro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;"A Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica &amp;eacute; a lei fundamental do pa&amp;iacute;s. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; lei sem valores", recordou Madeira Lopes, que recuperou a tem&amp;aacute;tica da profunda precariedade que marca a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral nas AECs. `&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Houve ainda tempo para novas quest&amp;otilde;es da assist&amp;ecirc;ncia, para uma terceira &lt;em&gt;ronda&lt;/em&gt; pelos deputados e para umas palavras finais de M&amp;aacute;rio Nogueira. Como comentaria a jornalista Patr&amp;iacute;cia Matos, foi sem d&amp;uacute;vida um debate muito produtivo!/ &amp;nbsp;&lt;strong&gt;JPO&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 30 May 2011 12:33:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/o-debate-necessario-sobre-a-escola-publica-mobilizou-elementos-da-comunidade-educativa-e-deputados</guid></item></channel></rss>