<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Tempo de resistência (2000-2005)</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/tempo-de-regressao-2000-2005</link><description>Tempo de resistência (2000-2005)</description><item><title>2005 — DREN sugere "prolongamento das actividades lectivas para além da data estabelecida no calendário escolar"</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/director-regional-de-educacao-do-norte</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de mar&amp;ccedil;o de 2005&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Comiss&amp;atilde;o Executiva do Sindicato dos Professores do Norte (SPN), reunida a 21 de Mar&amp;ccedil;o de 2005, analisou o of&amp;iacute;cio circular n.&amp;ordm; 12/05, recentemente enviado para todas as escolas da &amp;aacute;rea da DREN, onde o Director Regional sugere "o prolongamento das actividades lectivas para al&amp;eacute;m da data estabelecida no calend&amp;aacute;rio escolar".&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta iniciativa &amp;eacute; justificada com a apreens&amp;atilde;o de "numerosos encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o quanto &amp;agrave;s consequ&amp;ecirc;ncias do in&amp;iacute;cio conturbado das aulas no que respeita ao cumprimento dos programas", a que acresce "o facto de algumas escolas terem tido necessidade de suspender as actividades lectivas no per&amp;iacute;odo correspondente aos dois dias &amp;uacute;teis que enquadraram a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das recentes elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sem, alegadamente, pretender p&amp;ocirc;r em causa a autonomia das escolas/agrupamentos, o Director Regional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Norte conclui o seu of&amp;iacute;cio com a considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o prolongamento das actividades lectivas "constituiria um sinal que ajudaria (os encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o) a consolidar a sua confian&amp;ccedil;a no sistema educativo".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; certo que o ano lectivo come&amp;ccedil;ou tarde em muitas escolas, por for&amp;ccedil;a da incompet&amp;ecirc;ncia do ME, e que essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o trouxe preju&amp;iacute;zos para professores, alunos e fam&amp;iacute;lias. No entanto, os respons&amp;aacute;veis do ME sempre desvalorizaram esses atrasos e os problemas da&amp;iacute; decorrentes, a ponto de considerarem estarem reunidas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exames nacionais no 9&amp;ordm; ano de escolaridade j&amp;aacute; neste ano lectivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De resto, a anterior ministra da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o fez quest&amp;atilde;o de garantir, por mais do que uma vez, que tinham sido atribu&amp;iacute;dos &amp;agrave;s escolas refor&amp;ccedil;os complementares para suprir todas as car&amp;ecirc;ncias resultantes daqueles atrasos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute;, pois, neste contexto, que se torna dif&amp;iacute;cil de compreender o of&amp;iacute;cio circular da DREN. Em primeiro lugar, porque, apesar das conting&amp;ecirc;ncias do&amp;nbsp; in&amp;iacute;cio do ano lectivo, as escolas definiram o seu plano de trabalho e necessitam de estabilidade para o levar &amp;agrave; pr&amp;aacute;tica: do que menos precisam neste momento &amp;eacute; de mais altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es de percurso. Depois, porque em muitas escolas, nomeadamente naquelas em que se realizam exames nacionais, o prolongamento das actividades lectivas criaria perturba&amp;ccedil;&amp;atilde;o acrescida ao funcionamento das escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Finalmente, n&amp;atilde;o deixa de ser estranho que seja apenas a Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o Regional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Norte a avan&amp;ccedil;ar com esta iniciativa, o que prefigura mais um acto de voluntarismo por parte do seu respons&amp;aacute;vel m&amp;aacute;ximo que, podendo granjear alguma simpatia no plano da opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, n&amp;atilde;o passa de um exerc&amp;iacute;cio de demagogia que n&amp;atilde;o resolve qualquer problema.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Porto, 22 de Mar&amp;ccedil;o de 2005&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;A Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Mon, 04 Apr 2005 15:09:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/director-regional-de-educacao-do-norte</guid></item><item><title>2005 — Plenário descentralizado de educadores de infância</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/plenario-descentralizado-de-educadores-de-infancia</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de mar&amp;ccedil;o de 2005&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Ver documento &lt;a href="/Media/Default/Info/1000/0/80/3/plenariopre05.pdf" target="_blank"&gt;pdf em anexo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 29 Mar 2005 22:44:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/plenario-descentralizado-de-educadores-de-infancia</guid></item><item><title>2005 — Exames, Carta Aberta, Carta de Princípios e Seminário (2005)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-carta-aberta-carta-de-principios-e-seminario</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;07 de janeiro de 2005&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Secretariado Nacional da FENPROF de 21 e 22 de Dezembro &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da reuni&amp;atilde;o resultaram as seguintes decis&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Reafirmar a oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, este ano, dos &lt;b&gt;exames previstos para o 9&amp;ordm; ano de escolaridade a Portugu&amp;ecirc;s e Matem&amp;aacute;tica&lt;/b&gt;, dada a forma desastrada como o ME iniciou este ano lectivo. Ali&amp;aacute;s, a impossibilidade pr&amp;aacute;tica de concluir os programas, pelas raz&amp;otilde;es j&amp;aacute; apontadas, foi j&amp;aacute; reconhecida por numerosas escolas durante as avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es do 1&amp;ordm; per&amp;iacute;odo. A FENPROF incita os professores a um aprofundamento da discuss&amp;atilde;o sobre os exames e desenvolver&amp;aacute; com esse objectivo algumas ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es nos tempos pr&amp;oacute;ximos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Elaborar uma &lt;b&gt;Carta Aberta&lt;/b&gt; a toda a sociedade, a divulgar no pr&amp;oacute;ximo dia 28, exigindo que as auditorias e inqu&amp;eacute;ritos desenvolvidos em torno do processo de concursos, e cujos prazos divulgados j&amp;aacute; expiraram, sejam de facto conclu&amp;iacute;dos e publicitados; continuar a exigir a repara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos erros e injusti&amp;ccedil;as decorrentes do &amp;uacute;ltimo concurso de docentes ainda n&amp;atilde;o corrigidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Intervir nas elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas que se aproximam atrav&amp;eacute;s da elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma &lt;b&gt;Carta de Princ&amp;iacute;pios e Orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es em defesa da Escola P&amp;uacute;blica e da Qualidade do Sistema Educativo &lt;/b&gt;com que confrontar&amp;aacute; os partidos concorrentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Marcar para os dias 17 e 18 de Mar&amp;ccedil;o de 2005 um &lt;b&gt;Semin&amp;aacute;rio de reflex&amp;atilde;o aprofundada sobre a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial e cont&amp;iacute;nua dos professores&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 07 Jan 2005 15:58:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/exames-carta-aberta-carta-de-principios-e-seminario</guid></item><item><title>2004 — 21 medidas para estabilizar o corpo docente, valorizar a escola pública e a qualidade das respostas educativas</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/21-medidas-para-estabilizar-o-corpo-docente-valorizar-a-escola-publica-e-a-qualidade-das-respostas-educativas</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de dezembro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p class="leading" align="center"&gt;&lt;b&gt;CARTA REIVINDICATIVA DOS DOCENTES PORTUGUESES&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No in&amp;iacute;cio do mandato da actual equipa ministerial, a FENPROF comprometeu-se a entregar uma Carta Reivindicativa e a apresentar propostas que considera priorit&amp;aacute;rias para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Ensino e a Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o o fez, ainda, por considerar n&amp;atilde;o haver condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para um debate sereno, enquanto se arrastassem in&amp;uacute;meros casos de professores e educadores exclu&amp;iacute;dos ou v&amp;iacute;timas de outros erros no concurso para 2005, situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que tardam em ser solucionadas na totalidade. Por essa raz&amp;atilde;o, a FENPROF considera fundamental, uma resposta positiva e definitiva, nos pr&amp;oacute;ximos dias, a todos os casos que continuam pendentes para que, por fim, o ano lectivo conhe&amp;ccedil;a um per&amp;iacute;odo de alguma estabilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; neste quadro, e convicta da resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o em futuro pr&amp;oacute;ximo daqueles problemas, que a FENPROF aprova a Carta Reivindicativa dos Professores e Educadores Portugueses e a envia ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O pensamento e a reflex&amp;atilde;o da FENPROF sobre as diversas quest&amp;otilde;es referidas constam das decis&amp;otilde;es aprovadas no VIII Congresso Nacional dos Professores, que se realizou em 17, 18 e 19 de Mar&amp;ccedil;o do corrente ano (&lt;b&gt;&lt;i&gt;ANEXO 1&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contudo, e de forma sint&amp;eacute;tica, a FENPROF passa a enumerar as &lt;b&gt;vinte e uma medidas&lt;/b&gt; que considera essenciais para estabilizar o corpo docente, valorizar a escola p&amp;uacute;blica e melhorar a qualidade educativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;1.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Estabilidade de emprego e profissional dos professores e educadores&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime de concursos e coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es de professores e educadores que estabele&amp;ccedil;a novos crit&amp;eacute;rios para a abertura de lugares nos quadros das escolas, defina zonas pedag&amp;oacute;gicas de menor dimens&amp;atilde;o, garanta a vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o din&amp;acirc;mica dos professores contratados, a profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes de habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;oacute;pria, a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema, que se arrasta h&amp;aacute; anos, da extrema instabilidade profissional dos professores de t&amp;eacute;cnicas especiais e a supera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos obst&amp;aacute;culos que continuam a impedir a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos professores vinculados com habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o suficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Num quadro de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estabilidade de emprego e profissional, a FENPROF rejeita qualquer medida que possa levar &amp;agrave; aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o individual de trabalho, em vez dos actuais contratos administrativos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;2.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Estabilidade do corpo docente das escolas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de crit&amp;eacute;rios para a abertura de lugares de quadro nas escolas, tendo em conta a necess&amp;aacute;ria redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos por turma, a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o a dois, do n&amp;uacute;mero de anos de escolaridade por turma no 1&amp;ordm; CEB e a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipas educativas, a tomada de medidas e o desenvolvimento de projectos de combate ao abandono e insucesso escolares e o alargamento das medidas de apoio educativo aos alunos com necessidades educativas especiais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;3.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas que promovam o sucesso escolar, garantam o aprofundamento da democracia e da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o numa escola inclusiva e contribuam para o progresso e o desenvolvimento do pa&amp;iacute;s, promovendo, simultaneamente, o emprego docente.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para al&amp;eacute;m das medidas constantes no ponto anterior, a FENPROF considera necess&amp;aacute;rio o alargamento da rede p&amp;uacute;blica de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, o combate eficaz ao analfabetismo e &amp;agrave;s baixas qualifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es da maioria dos portugueses e a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do corpo docente, tamb&amp;eacute;m por via da revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas impostas pelo Governo que agravaram as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria e por inteiro dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;4.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fico para os profissionais docentes que permita a sua aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o volunt&amp;aacute;ria e por inteiro a partir dos 30 anos de servi&amp;ccedil;o. Esta proposta tem em conta o elevado desgaste f&amp;iacute;sico e psicol&amp;oacute;gico provocado no pessoal docente pelo exerc&amp;iacute;cio continuado da profiss&amp;atilde;o em contextos, muitas vezes, extremamente adversos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Contar todo o tempo de servi&amp;ccedil;o considerado para carreira pela Lei 5/2001 como tempo prestado em regime de monodoc&amp;ecirc;ncia para efeitos de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;5.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Estatuto da Carreira Docente&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do artigo 63&amp;ordm; do ECD, referente &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incentivos &amp;agrave; fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes em zonas isoladas e desfavorecidas. A FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel a rigorosa observ&amp;acirc;ncia das normas constantes no ECD, designadamente no que se refere a hor&amp;aacute;rios de trabalho, faltas, f&amp;eacute;rias, licen&amp;ccedil;as e direitos sindicais, atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e actividades a desenvolver nas componentes lectiva e n&amp;atilde;o lectiva e conte&amp;uacute;do funcional da profiss&amp;atilde;o docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF rejeita ainda a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma pretensa l&amp;oacute;gica meritocr&amp;aacute;tica de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho, assente no poder discricion&amp;aacute;rio de um superior hier&amp;aacute;rquico e numa progress&amp;atilde;o na carreira condicionada por quotas, despida de qualquer conte&amp;uacute;do pedag&amp;oacute;gico e orientada por crit&amp;eacute;rios economicistas de todo inaceit&amp;aacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No plano das remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;eacute; com preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se vem assistindo a uma progressiva desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sal&amp;aacute;rio dos docentes, agravada com o "congelamento salarial" imposto pelo Governo nos dois &amp;uacute;ltimos anos, tend&amp;ecirc;ncia que dever&amp;aacute; inverter-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;6.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Docentes dos ensinos particular e cooperativo e IPSS&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Revis&amp;atilde;o do Contrato Colectivo de Trabalho do Ensino Particular e Cooperativo com o objectivo de equiparar a carreira, o regime de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos docentes do ensino particular e cooperativo ao dos seus colegas do ensino p&amp;uacute;blico. No imediato, exige-se a revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tr&amp;ecirc;s novos n&amp;iacute;veis introduzidos no in&amp;iacute;cio da carreira dos docentes do EPC, por se traduzir numa profunda injusti&amp;ccedil;a para os jovens que iniciaram fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es a partir de Janeiro de 2004.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Reconhecer como docente, a actividade desenvolvida pelos professores e educadores em Creches e ATL.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;7.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Elevar a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera urgente uma profunda reformula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores nos seus diversos dom&amp;iacute;nios (inicial, cont&amp;iacute;nua e especializada), adequando-a &amp;agrave;s necessidades dos professores e de uma escola renovada e orientada para o futuro e para o progresso do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesse contexto, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio e urgente definir um novo quadro legal sobre habilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a doc&amp;ecirc;ncia adequado &amp;agrave;s necessidades do pa&amp;iacute;s e do sistema educativo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No que respeita &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o complementar, a FENPROF exige que sejam criadas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que nos pr&amp;oacute;ximos dois anos todos os que ainda pretendam, designadamente os professores dos 2&amp;ordm; e 3&amp;ordm; CEB e do ensino secund&amp;aacute;rio para quem n&amp;atilde;o foi organizada forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o complementar espec&amp;iacute;fica, a ela possam ter acesso. Deve, tamb&amp;eacute;m, ser tomada uma medida legislativa que permita aos docentes do ensino p&amp;uacute;blico e do ensino particular e cooperativo, sem habilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de grau superior, o acesso a cursos de complemento de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF organizar&amp;aacute; em breve um Semin&amp;aacute;rio sobre Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Professores e Educadores cujas conclus&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o enviadas ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;8.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Lei de Bases para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma lei que exige consenso&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estabelecimento de um amplo consenso pol&amp;iacute;tico, educativo, social e cultural na aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma nova lei de bases para a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nesse sentido, torna-se indispens&amp;aacute;vel que o debate se reinicie n&amp;atilde;o servindo o texto aprovado pela maioria PSD/CDS-PP, posteriormente vetado pelo Senhor Presidente da Rep&amp;uacute;blica, de ponto de partida para o novo debate.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;9.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Investir no ensino p&amp;uacute;blico e cumprir a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Investir no ensino e nas escolas p&amp;uacute;blicas &amp;eacute; respeitar e cumprir a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa. H&amp;aacute; ind&amp;iacute;cios preocupantes que permitem inferir a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desrespeitar o preceito constitucional, designadamente o texto da Lei de Bases da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, vetado pelo Presidente da Rep&amp;uacute;blica, ou o grande aumento da despesa com o ensino privado, previsto no Or&amp;ccedil;amento de Estado para 2005, quando, na mesma lei, o Governo prop&amp;otilde;e uma significativa redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do investimento no ensino p&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera fundamental a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Lei de Financiamento da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar e dos Ensinos B&amp;aacute;sico e Secund&amp;aacute;rio em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; qual apresentar&amp;aacute; de novo contributos para a sua elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel que o financiamento p&amp;uacute;blico de estabelecimentos privados se paute por regras de grande transpar&amp;ecirc;ncia. Por essa raz&amp;atilde;o, exige ter conhecimento das conclus&amp;otilde;es dos processos disciplinares instaurados nos &amp;uacute;ltimos anos a col&amp;eacute;gios privados por eventual utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o indevida dos financiamentos p&amp;uacute;blicos, como exige grande rigor na aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei e na manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou celebra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos contratos de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em defesa da escola p&amp;uacute;blica realizou-se em Coimbra, no dia 4 de Novembro, por iniciativa de um conjunto largo de entidades representativas de docentes, pessoal n&amp;atilde;o docente das escolas, estudantes, pais e encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e diversas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais, um F&amp;oacute;rum Nacional que aprovou a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se anexa (&lt;b&gt;&lt;i&gt;ANEXO 2&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;10.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Aprofundar a gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das escolas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprofundamento da gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica e participada das escolas, condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria &amp;agrave; forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a cidadania, e rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o das inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es j&amp;aacute; manifestadas pela actual maioria parlamentar e pelo governo anterior, designadamente, a entrega da gest&amp;atilde;o das escolas a gestores profissionais, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma carreira de gestor e da elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos processos democr&amp;aacute;ticos eleitorais na escolha dos titulares dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;11.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Reordenamento da rede escolar&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel repensar e, em muitos casos, refazer os agrupamentos que se constitu&amp;iacute;ram, grande parte ilegalmente, impostos pela administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa &amp;agrave; revelia da vontade de professores, pais e autarquias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ainda neste quadro, a FENPROF, e no que respeita ao encerramento de escolas, considera que n&amp;atilde;o podem continuar a prevalecer crit&amp;eacute;rios de ordem economicista. O encerramento de uma escola dever&amp;aacute; ter em conta a sua situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o espec&amp;iacute;fica e o interesse das respectivas comunidades educativas, assim como a salvaguarda dos direitos profissionais de docentes e n&amp;atilde;o docentes. Considera, ainda, que da transfer&amp;ecirc;ncia de alunos para outras escolas dever&amp;aacute; resultar sempre uma melhoria da qualidade educativa e das respostas s&amp;oacute;cio-educativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera necess&amp;aacute;rio que o P.E.R. (Programa Especial de Reordenamento da Rede Escolar) se aplique em todas as regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;12.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF considera inadmiss&amp;iacute;veis os cortes or&amp;ccedil;amentais que s&amp;atilde;o todos os anos impostos &amp;agrave;s escolas que, assim, ficam impossibilitadas de investir na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento e de trabalho para alunos, professores e pessoal n&amp;atilde;o docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais grave de degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inadequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamentos, a que se vive no 1&amp;ordm; CEB, a FENPROF reafirma a necessidade de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um Plano Nacional de Interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o neste sector de ensino (anexam-se propostas j&amp;aacute; apresentadas pela FENPROF &amp;agrave; anterior equipa ministerial - &lt;b&gt;&lt;i&gt;ANEXO 3&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m ao n&amp;iacute;vel das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de conforto e de bem estar na sala de aula, a FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel dotar todos os estabelecimentos de um sistema de aquecimento que, para al&amp;eacute;m de respeitar as normas legais vigentes em mat&amp;eacute;ria de seguran&amp;ccedil;a, garanta, de facto, o aquecimento das salas de aula.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;13.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema educativo e das escolas&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF defende uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o global do sistema educativo que tenha em conta o desempenho das escolas, mas tamb&amp;eacute;m da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa, nos seus diversos n&amp;iacute;veis. Uma avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que permita identificar os principais constrangimentos existentes no funcionamento das escolas e ajude a compreender quais s&amp;atilde;o da sua responsabilidade e quais decorrem de decis&amp;otilde;es de pol&amp;iacute;tica educativa. &amp;Eacute; neste quadro que a FENPROF reafirma o seu profundo desacordo com a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos rankings de escolas pelas distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es e equ&amp;iacute;vocos associados a esta pretensa avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, denunciando o seu car&amp;aacute;cter redutor, injusto e perverso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;14.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Reformas no ensino b&amp;aacute;sico e no ensino secund&amp;aacute;rio&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF exige que se repensem algumas das medidas tomadas neste dom&amp;iacute;nio da reforma, disponibilizando-se para avaliar o que foi feito, como foi feito e o que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio e urgente alterar, tendo em conta a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que j&amp;aacute; fez sobre o assunto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No imediato, para al&amp;eacute;m de reafirmar a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de princ&amp;iacute;pio de rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o da introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exames nacionais na escolaridade b&amp;aacute;sica, a FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel a suspens&amp;atilde;o dos exames previstos para este ano, a L&amp;iacute;ngua Portuguesa e Matem&amp;aacute;tica, no 9&amp;ordm; ano, bem como a suspens&amp;atilde;o da reforma em in&amp;iacute;cio de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ensino secund&amp;aacute;rio dado que, neste caso, s&amp;atilde;o in&amp;uacute;meras as lacunas e indefini&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;15.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma escola inclusiva&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma escola verdadeiramente inclusiva passa pela forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o especializada dos docentes, pela rede de parcerias p&amp;uacute;blicas e pela cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas escolas para que respondam adequadamente a todas as crian&amp;ccedil;as e jovens com necessidades educativas especiais, independentemente da sua natureza, e pela cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lugares de quadro nas escolas. A FENPROF rejeita, por ser contr&amp;aacute;rio aos objectivos pretendidos e aos compromissos assumidos por Portugal no plano internacional, o ante-projecto de reforma da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial e do apoio s&amp;oacute;cio-educativo apresentado pelo anterior governo da actual maioria, atrav&amp;eacute;s do qual se desfere um enorme ataque contra a escola inclusiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;16.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF rejeita a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que tem sido alvo a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar, traduzida, nomeadamente, na exist&amp;ecirc;ncia de um calend&amp;aacute;rio escolar espec&amp;iacute;fico que penaliza os per&amp;iacute;odos destinados &amp;agrave; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, bem como em sucessivas tentativas de deturpar os objectivos deste sector de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o pr&amp;oacute;prio quadro legal reconhece como primeira etapa da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o B&amp;aacute;sica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF opor-se-&amp;aacute;, ainda, de forma determinada a qualquer tentativa de privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste sector de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tutela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;17.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino recorrente&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF defende o aumento da oferta especificamente do ensino recorrente nas escolas p&amp;uacute;blicas. Defende tamb&amp;eacute;m que a reforma do ensino recorrente tenha em conta e respeite os v&amp;aacute;rios p&amp;uacute;blicos-alvo e as suas disponibilidades de frequ&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;18.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Um ensino profissional est&amp;aacute;vel e de qualidade&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tremenda instabilidade em que vive o ensino profissional, dependente de fundos comunit&amp;aacute;rios e permanentemente v&amp;iacute;tima de atrasos nos financiamentos e de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da oferta, n&amp;atilde;o permite o seu desenvolvimento de acordo com as necessidades e a procura, num quadro de qualidade que se exige. A FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel que se altere a l&amp;oacute;gica do ensino profissional, quanto &amp;agrave; forma de financiamento e ao seu car&amp;aacute;cter quase exclusivamente privado, de forma a criar e consolidar uma verdadeira rede p&amp;uacute;blica de escolas profissionais capaz de responder &amp;agrave;s necessidades de desenvolvimento do pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;19.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Investir na Ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social Escolar&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A verdadeira democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino s&amp;oacute; se alcan&amp;ccedil;a com a consolida&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma escola p&amp;uacute;blica de qualidade para todos. Quest&amp;atilde;o essencial para alcan&amp;ccedil;ar este objectivo &amp;eacute; a exist&amp;ecirc;ncia de uma forte ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o social escolar. No nosso pa&amp;iacute;s &amp;eacute; urgente o refor&amp;ccedil;o da ASE, atrav&amp;eacute;s de um aumento significativo de verbas no Or&amp;ccedil;amento de Estado e a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um conjunto de medidas como a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o gratuita de livros escolares, o aumento do valor dos subs&amp;iacute;dios, a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bolsas de estudo de valor relevante, a concess&amp;atilde;o de alojamento gratuito quando se justificar, entre outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;20.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Ensino Art&amp;iacute;stico&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completar urgentemente o processo de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos diplomas de acesso e ingresso nos estabelecimentos vocacionais de ensino art&amp;iacute;stico e cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos respectivos quadros, nomeadamente das Escolas de Dan&amp;ccedil;a e M&amp;uacute;sica dos Conservat&amp;oacute;rios Nacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Possibilitar o acesso &amp;agrave; profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes das escolas vocacionais de ensino art&amp;iacute;stico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras do pessoal t&amp;eacute;cnico indispens&amp;aacute;vel ao funcionamento das &amp;aacute;reas vocacionais das Escolas Especializadas de Ensino Art&amp;iacute;stico (t&amp;eacute;cnicos de grava&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;deo, acompanhadores musicais, etc.).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clarifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre habilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o ensino destas &amp;aacute;reas no ensino regular. Cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o "complemento" de habilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os professores de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Musical.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;21.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Ensino Portugu&amp;ecirc;s no Estrangeiro&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF defende um maior investimento em prol da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o e divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da L&amp;iacute;ngua e da Cultura portuguesas junto das comunidades emigrantes, o que exige a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de diversos problemas relacionados com o exerc&amp;iacute;cio da doc&amp;ecirc;ncia no ensino portugu&amp;ecirc;s no estrangeiro, designadamente, a actualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das tabelas salariais dos professores, uma cobertura social id&amp;ecirc;ntica de todos os docentes, a rendibiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da experi&amp;ecirc;ncia adquirida e da qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre cada uma destas mat&amp;eacute;rias a FENPROF est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para o di&amp;aacute;logo e para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es de debate e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que permitam a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas que contribuam para um ensino e uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o melhores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Num primeiro momento, a FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma &lt;i&gt;reuni&amp;atilde;o negocial global&lt;/i&gt; durante o m&amp;ecirc;s de Dezembro onde se estabele&amp;ccedil;am prioridades e definam processos e calend&amp;aacute;rios de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. As reuni&amp;otilde;es parcelares dever&amp;atilde;o ter o seu in&amp;iacute;cio no 2&amp;ordm; per&amp;iacute;odo lectivo encerrando os processos negociais at&amp;eacute; final do presente ano lectivo&lt;/b&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lisboa, 25 de Novembro de 2004&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Conselho Nacional da FENPROF&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 30 Dec 2004 14:45:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/21-medidas-para-estabilizar-o-corpo-docente-valorizar-a-escola-publica-e-a-qualidade-das-respostas-educativas</guid></item><item><title>2004 — Os educadores de infância não desistem na luta contra um calendário escolar específico</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/os-educadores-de-infancia-nao-desistem</link><description>&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;28 de dezembro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Mo&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="titulo" align="center"&gt;&lt;strong&gt;Os educadores de inf&amp;acirc;ncia n&amp;atilde;o desistem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O desrespeito continuado do Governo e do ME pela Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar legitima a persist&amp;ecirc;ncia dos Educadores de Inf&amp;acirc;ncia na luta contra a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um calend&amp;aacute;rio escolar espec&amp;iacute;fico para este sector de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um Calend&amp;aacute;rio Escolar espec&amp;iacute;fico subverte a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, acentuando-lhe um car&amp;aacute;cter assistencial, desvaloriza o seu papel como parte integrante no sistema educativo, desrespeita o conte&amp;uacute;do funcional dos docentes deste sector e n&amp;atilde;o o assume como a primeira etapa da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o b&amp;aacute;sica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Mantendo a luta por uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar p&amp;uacute;blica e de qualidade, pela defesa dos seus direitos profissionais, pugnando pelo escrupuloso respeito pelos preceitos legais vigentes (ECD, Lei Quadro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar e Perfil Espec&amp;iacute;fico de Desempenho do Educador de Inf&amp;acirc;ncia), os Educadores de Inf&amp;acirc;ncia presentes no Plen&amp;aacute;rio Nacional Descentralizado, promovido pela FENPROF, no dia 20 de Dezembro de 2004,&amp;nbsp; exigem do Governo, que vier a constituir-se ap&amp;oacute;s as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 20 de Fevereiro que:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;.&amp;nbsp; De uma vez por todas, assuma a revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o completa do Dec-Lei n&amp;ordm; 542/79 de 31/12;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;.&amp;nbsp; Aplique &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar o mesmo Calend&amp;aacute;rio Escolar do Ensino B&amp;aacute;sico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;.&amp;nbsp; Assuma a revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do art.&amp;ordm; 6.&amp;ordm; do Despacho n.&amp;ordm; 24/2000;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;.&amp;nbsp; Respeite os direitos e o conte&amp;uacute;do funcional dos Educadores de Inf&amp;acirc;ncia consagrados no ECD;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;.&amp;nbsp; Respeite os per&amp;iacute;odos previstos para o desenvolvimento do trabalho n&amp;atilde;o lectivo, nomeadamente os per&amp;iacute;odos destinados &amp;agrave; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;.&amp;nbsp; Assuma efectivamente a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar como primeira etapa da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o B&amp;aacute;sica, de acordo com a Lei Quadro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 28 Dec 2004 17:16:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/os-educadores-de-infancia-nao-desistem</guid></item><item><title>2004 — Requalificação — Será pedir muito?</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/sera-pedir-muito</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;09 de novembro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p class="leading" align="center"&gt;&lt;b&gt;Professores sem actividades lectivas distribu&amp;iacute;das&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;b class="titulo"&gt;Desconhecimento da Lei pelo Senhor Primeiro Ministro e incompet&amp;ecirc;ncia do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As surpreendentes declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Senhor Primeiro Ministro sobre a desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o Minist&amp;eacute;rio da Justi&amp;ccedil;a dos professores que est&amp;atilde;o sem actividades lectivas distribu&amp;iacute;das, para al&amp;eacute;m de serem destitu&amp;iacute;das dum m&amp;iacute;nimo de bom senso, denotam um completo desconhecimento da Lei em vigor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De facto, a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses professores est&amp;aacute; claramente definida no Decreto-Lei n&amp;ordm; 35/2003 nos seus artigos 30&amp;ordm;, 31&amp;ordm; e 32&amp;ordm;, segundo os quais esses professores s&amp;atilde;o destacados para escolas onde haja hor&amp;aacute;rios dispon&amp;iacute;veis nos seus grupos pedag&amp;oacute;gicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, esta quest&amp;atilde;o levanta de novo o problema da profunda incompet&amp;ecirc;ncia com que este ano foram feitos os concursos de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores, pois esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pura e simplesmente foi esquecida pelo Minist&amp;eacute;rio em tempo &amp;uacute;til, ao n&amp;atilde;o ter sido previsto no concurso o preenchimento de hor&amp;aacute;rios por estes professores que constitu&amp;iacute;am a 1&amp;ordf; prioridade dos destacamentos, antes dos celebrados "destacamentos por condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas". Como remendo e j&amp;aacute; tarde, ap&amp;oacute;s alertado pela FENPROF, o Minist&amp;eacute;rio estabeleceu a &lt;b&gt;possibilidade volunt&amp;aacute;ria &lt;/b&gt;desses professores se candidatarem a hor&amp;aacute;rios livres, n&amp;atilde;o cumprindo o que estava estabelecido no Dec-Lei 35/2003.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, os casos que houver de professores sem actividades lectivas distribu&amp;iacute;das, resultam de um erro, mais um, do pr&amp;oacute;prio Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o sendo poss&amp;iacute;vel efectuar mais um "remendo" deslocando-os para outras fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es diferentes daquelas para que est&amp;atilde;o preparados e para que s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Claro que se trata de mais uma ideia do Senhor Primeiro Ministro para ser abandonada t&amp;atilde;o depressa como surgiu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Secretariado Nacional&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 09 Nov 2004 15:16:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/sera-pedir-muito</guid></item><item><title>2004 — Mais rankings de escolas, mais demagogia </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/mais-rankings-de-escola-mais-demagogia</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de outubro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Pelo quarto ano consecutivo foram elaboradas listas ordenadas das&lt;em&gt; melhores &lt;/em&gt;e &lt;em&gt;piores&lt;/em&gt; escolas secund&amp;aacute;rias do pa&amp;iacute;s, a partir dos resultados dos alunos nos exames nacionais do 12&amp;ordm; ano.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF demarca-se mais uma vez desta iniciativa e reafirma que o&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;discurso que reduz os indicadores de qualidade das escolas aos resultados dos alunos em exames &amp;eacute;&lt;strong&gt; mistificador e demag&amp;oacute;gico.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1&lt;strong&gt;&amp;ordm; Os rankings s&amp;atilde;o apresentados como um instrumento de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas, mas n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel avaliar as escolas tendo apenas em conta os resultados dos alunos em exames.&lt;/strong&gt; A Lei de Bases do Sistema Educativo atribui &amp;agrave; escola um conjunto alargado de finalidades. A forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral dos alunos passa pela aprendizagem de conte&amp;uacute;dos mas tamb&amp;eacute;m pela aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compet&amp;ecirc;ncias e pelo desenvolvimento de capacidades e comportamentos que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o avali&amp;aacute;veis em testes escritos e cujos efeitos s&amp;oacute; s&amp;atilde;o muitas vezes vis&amp;iacute;veis anos mais tarde.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2&amp;ordm; Os rankings s&amp;atilde;o apresentados como&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;pretendendo tornar p&amp;uacute;blica informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cred&amp;iacute;vel sobre o funcionamento das escolas, mas confundem a opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e as fam&amp;iacute;lias com informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o redutora, parcelar e distorcida. &lt;/strong&gt;Os resultados acad&amp;eacute;micos reflectem realidades que devem ser analisadas &amp;agrave; luz de muitos factores, especialmente factores s&amp;oacute;cio-econ&amp;oacute;micos, lingu&amp;iacute;sticos e culturais. Por isso, n&amp;atilde;o &amp;eacute; leg&amp;iacute;timo colocar em p&amp;eacute; de igualdade, em termos de resultados esperados, todas as escolas do pa&amp;iacute;s (p&amp;uacute;blicas e privadas, do litoral e do interior). Estes rankings nada nos dizem sobre o contexto em que cada escola se insere, os recursos de que disp&amp;otilde;e, os processos que desenvolve e os resultados que obt&amp;eacute;m nas v&amp;aacute;rias vertentes do seu trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3&amp;ordm; Os rankings s&amp;atilde;o apresentados como pretendendo ser um est&amp;iacute;mulo &amp;agrave; melhoria das &lt;em&gt;piores&lt;/em&gt; escolas mas acabam por lhes colocar dificuldades acrescidas, tonando-as alvo de discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desmoralizando alunos, professores e pais.&lt;/strong&gt; A experi&amp;ecirc;ncia de rankings noutros pa&amp;iacute;ses torna evidente que, por for&amp;ccedil;a de ter que melhorar o seu posicionamento no ranking, as escolas tendem a concentrar o seu trabalho na vertente da instru&amp;ccedil;&amp;atilde;o em detrimento da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o/forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a recusar receber alunos com necessidades educativas especiais ou com resultados que lhes possam baixar as m&amp;eacute;dias; as escolas passam a escolher os seus alunos e muitas fam&amp;iacute;lias n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m a possibilidade efectiva de escolha; o ranking leva ao estabelecimento de escolas de diversas categorias, &amp;agrave; constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elites e &amp;agrave; estigmatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos menos bem sucedidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF &amp;eacute; a favor da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas e lamenta, mais uma vez, o fim do programa de Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o Integrada, que disponibilizava aos cidad&amp;atilde;os informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o cred&amp;iacute;vel sobre o trabalho das escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A seriedade e o rigor obrigam a que se assuma, de uma vez por todas, que os rankings servem para induzir uma l&amp;oacute;gica de mercado na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mas n&amp;atilde;o servem para avaliar as escolas. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por isso a FENPROF n&amp;atilde;o pode deixar de denunciar a publicidade enganosa que estes rankings representam e a irresponsabilidade com que se catalogam as escolas em &lt;em&gt;boas&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;m&amp;aacute;s&lt;/em&gt;, &lt;em&gt;melhores&lt;/em&gt; e &lt;em&gt;piores&lt;/em&gt;, em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do lugar relativo que ocupam no ranking.&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 13 Oct 2004 11:57:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/mais-rankings-de-escola-mais-demagogia</guid></item><item><title>2004 — Ministra da Educação na Assembleia da República</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ministra-da-educacao-na-assembleia-da-republica</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de outubro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;CONFRANGEDORA PRESTA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="titulo" align="center"&gt;&lt;b&gt;MINISTRA DA EDUCA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O NA ASSEMBLEIA DA REP&amp;Uacute;BLICA&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O comportamento da Ministra da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Maria do Carmo Seabra, ontem, quando chamada &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica para abordar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abertura deste ano lectivo e apresentar justifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o descalabro completo que foi o processo de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores, veio, por si s&amp;oacute;, confirmar plenamente a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu trabalho apresentada pela FENPROF na confer&amp;ecirc;ncia de imprensa que realizou em Lisboa na passada 6&amp;ordf; feira e que culminava com a ideia de que s&amp;oacute; o caminho da demiss&amp;atilde;o &amp;eacute; razo&amp;aacute;vel para o futuro desta equipa ministerial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As inverdades que apresentou, as hesita&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que incorreu quase sempre, a debilidade das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que ousou adiantar para corrigir distor&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas pelas incapacidades da anterior e da sua pr&amp;oacute;pria equipa, a leveza com que tratou os graves problemas humanos criados a professores e suas fam&amp;iacute;lias, aos alunos e &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o em geral, revelam &amp;agrave; saciedade que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; &amp;agrave; altura de continuar respons&amp;aacute;vel por uma das pastas mais sens&amp;iacute;veis do Governo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ficar agarrada ao lugar e tentar p&amp;ocirc;r em pr&amp;aacute;tica algumas das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es (ou sugest&amp;otilde;es?) que ontem anunciou, colocar&amp;atilde;o ao pa&amp;iacute;s, &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;agrave;s escolas e aos professores dificuldades de bem maior dimens&amp;atilde;o no futuro pr&amp;oacute;ximo e tamb&amp;eacute;m no pr&amp;oacute;ximo ano lectivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Avan&amp;ccedil;ar com a ideia de prolongar o ano lectivo, encurtar os per&amp;iacute;odos de interrup&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mesmo, ou determinar apoios educativos a algumas disciplinas, sem equacionar a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; apresentada pela FENPROF de virem a ser definidos, de forma participada, conte&amp;uacute;dos curriculares essenciais que coloquem todos os alunos em p&amp;eacute; de igualdade perante avalia&amp;ccedil;&amp;otilde;es de car&amp;aacute;cter nacional, &amp;eacute; n&amp;atilde;o s&amp;oacute; uma manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desprezo por contributos s&amp;eacute;rios como tamb&amp;eacute;m um indicador mais da ligeireza de racioc&amp;iacute;nio com que discorre sobre as quest&amp;otilde;es da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do mesmo modo, admitir, no ano de maior contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, desde sempre, &amp;agrave;s coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizadas pelo Minist&amp;eacute;rio, com tantas e t&amp;atilde;o graves injusti&amp;ccedil;as que, em muitos casos s&amp;oacute; ser&amp;atilde;o resolvidas definitivamente pelos tribunais, que pensa proceder a recondu&amp;ccedil;&amp;otilde;es por 3 anos dos professores afectos a quadros de zona pedag&amp;oacute;gica (qui&amp;ccedil;&amp;aacute; outros ainda.) &amp;eacute; uma proposta perfeitamente insustent&amp;aacute;vel, na opini&amp;atilde;o da FENPROF, que conduziria a multiplicar por 3 os erros agora cometidos e a manter, no futuro, a instabilidade emocional e profissional em que colocou milhares de professores portugueses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por &amp;uacute;ltimo, a FENPROF reafirma a sua disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de, o mais r&amp;aacute;pido poss&amp;iacute;vel, com os interlocutores que venham a ser no futuro pr&amp;oacute;ximo respons&amp;aacute;veis pela Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o neste pa&amp;iacute;s, iniciar um processo de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre todo o quadro legal que sustenta a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de concursos de professores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sun, 10 Oct 2004 12:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ministra-da-educacao-na-assembleia-da-republica</guid></item><item><title>2004 — MSST: Serviço Docente (2004)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/servico-docente</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;08 de outubro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;A informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o encontra-se em anexo. Por favor&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/0/200/90/6/ssocial.pdf" target="_blank"&gt;clique no link&lt;/a&gt; &amp;agrave; direita.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 08 Oct 2004 13:28:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/servico-docente</guid></item><item><title>2004 — Aos Conselhos Executivos sobre a abertura do ano lectivo</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aos-conselhos-executivos</link><description>&lt;h6 class="leading" align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;01 de outubro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 class="leading" align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 class="leading" align="center"&gt;Aos Conselhos Executivos&amp;nbsp;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 align="center"&gt;&lt;strong&gt;Assunto: Abertura do ano lectivo&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Atrav&amp;eacute;s do Of&amp;iacute;cio-Circular 41/04, o Director Regional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Norte vem adulterar a verdade, desta vez procurando confundir demagogicamente os dados relativos ao arranque do ano lectivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com efeito, o senhor Director Regional refere que "A senhora Ministra da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o determinou, atrav&amp;eacute;s de uma comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o tornada p&amp;uacute;blica por todos os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social que: A data limite para o in&amp;iacute;cio das actividades lectivas foi alargada para 30 de Setembro."&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O entendimento, por parte do senhor Director Regional, desta comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi, com certeza, um lament&amp;aacute;vel equ&amp;iacute;voco e constitui, na pr&amp;aacute;tica, uma grave ofensa &amp;agrave; autonomia das escolas, uma vez que &lt;b&gt;a senhora Ministra se limitou a dizer que a lista de coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es sairia at&amp;eacute; ao dia 30 de Setembro. &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce que, ap&amp;oacute;s a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias 48 horas para apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes colocados, e mais 24 horas, no m&amp;iacute;nimo, para os necess&amp;aacute;rios ajustamentos de hor&amp;aacute;rio e avisos subsequentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim sendo, a tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pragm&amp;aacute;tica da calendariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, para uma efectiva publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lista de coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es a 30 de Setembro, implica, nas escolas onde ainda est&amp;aacute; por colocar um grande n&amp;uacute;mero de professores, um come&amp;ccedil;o das actividades lectivas ap&amp;oacute;s 5 de Outubro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face ao exposto, o Sindicato dos Professores do Norte solidariza-se com as decis&amp;otilde;es que os Conselhos Executivos, de forma respons&amp;aacute;vel e aut&amp;oacute;noma, venham a tomar, de acordo com as preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a vontade das comunidades educativas.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Porto, 24 de Setembro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Fri, 01 Oct 2004 16:11:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aos-conselhos-executivos</guid></item><item><title>2004 — Abertura do ano lectivo</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/abertura-do-ano-lectivo-2-2</link><description>&lt;h6 class="titulo" align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;16 de setembro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 class="titulo" align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p class="titulo" align="center"&gt;Abertura do Ano lectivo&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;Comunicado de Imprensa&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;1.&lt;/b&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O ano lectivo que em breve se inicia ficar&amp;aacute; marcado pelas atribula&amp;ccedil;&amp;otilde;es e preju&amp;iacute;zos causados pelo inimagin&amp;aacute;vel processo de coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores e educadores de inf&amp;acirc;ncia, processo conduzido com uma incompet&amp;ecirc;ncia e uma leviandade pol&amp;iacute;ticas e t&amp;eacute;cnicas que n&amp;atilde;o se julgariam poss&amp;iacute;veis num pa&amp;iacute;s europeu no Sec. XXI.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os professores efectivos dos Quadros de Escola, que deveriam ter sido colocados em Maio/Junho, s&amp;oacute; nos primeiros dias de Setembro conheceram "a sua sorte".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os titulares de Quadro de Zona Pedag&amp;oacute;gica ainda aguardam para saber em que escola v&amp;atilde;o trabalhar;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para a grande maioria dos professores, mesmo que profissionalizados, a ang&amp;uacute;stia de um quase certo desemprego prolongar-se-&amp;aacute; durante todo o m&amp;ecirc;s de Setembro e princ&amp;iacute;pios de Outubro. Haver&amp;aacute; ainda a fase (residual, &amp;eacute; certo) das coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es por "oferta de escola". Tudo isto se traduzir&amp;aacute; numa verdade inevit&amp;aacute;vel: s&amp;oacute; durante o m&amp;ecirc;s de Outubro as escolas ter&amp;atilde;o a totalidade dos professores necess&amp;aacute;rios ao normal decurso das actividades lectivas e pedag&amp;oacute;gicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;1a)&lt;/b&gt; &amp;nbsp; A quase totalidade das escolas (particularmente as dos 2&amp;ordm; e 3&amp;ordm; ciclos e secund&amp;aacute;rias) chegar&amp;aacute; &amp;agrave; data "normal" de in&amp;iacute;cio do ano lectivo (16 de Setembro) com cerca de metade dos professores por colocar ou, na melhor das hip&amp;oacute;teses, colocados na v&amp;eacute;spera ou antev&amp;eacute;spera. Ficaram, pois, definitivamente prejudicadas as actividades de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ano lectivo (reuni&amp;otilde;es dos grupos disciplinares para coordenar estrat&amp;eacute;gias e objectivos e trabalho em comum, elementos essenciais na din&amp;acirc;mica das escolas).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;1b)&lt;/b&gt; &amp;nbsp; Todo o trabalho burocr&amp;aacute;tico de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o lectivo e dos hor&amp;aacute;rios, ficou severamente condicionado por estes atrasos. S&amp;oacute; ap&amp;oacute;s as afecta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e destacamentos as escolas estar&amp;atilde;o em &lt;b&gt;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es seguras&lt;/b&gt; de enviarem os chamados hor&amp;aacute;rios supervenientes, sendo de prever a exist&amp;ecirc;ncia de in&amp;uacute;meras "horas". em excesso, pelo facto de as escolas ignorarem, at&amp;eacute; agora, a carga hor&amp;aacute;ria atribu&amp;iacute;vel aos professores de QE e QZP a&amp;iacute; tardiamente colocados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (&amp;Eacute; certo que a enorme dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Conselhos Executivos far&amp;aacute; o milagre de atenuar estes atrasos. Mas os preju&amp;iacute;zos para o normal funcionamento das escolas s&amp;atilde;o irrecuper&amp;aacute;veis).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A FENPROF insiste na conclus&amp;atilde;o e divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica dos resultados da auditoria a todo este drama, auditoria que deve abranger as responsabilidades pol&amp;iacute;ticas, financeiras e administrativas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;2.&lt;/b&gt; &amp;nbsp;&amp;nbsp; Por infeliz coincid&amp;ecirc;ncia, &amp;eacute; no atribulado in&amp;iacute;cio deste ano lectivo que &amp;eacute; "lan&amp;ccedil;ada" a pomposamente chamada "reforma" do ensino secund&amp;aacute;rio, uma reforma que tudo indica estar condenada &amp;agrave; partida. Ningu&amp;eacute;m acredita nela, ningu&amp;eacute;m espera nada dela, at&amp;eacute; porque as suas potenciais "virtudes" foram liquidadas pelo modo displicente e pouco profissional com que foi preparada pelo Governo de Dur&amp;atilde;o Barroso. A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o precipitada da nova matriz dos cursos profissionais, sem a necess&amp;aacute;ria e conveniente prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; mais um sinal neste sentido que afecta o funcionamento das escolas profissionais, para al&amp;eacute;m dos graves problemas que decorrem do seu deficiente financiamento. As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es muito deficientes do lan&amp;ccedil;amento do ano lectivo, obviamente, agravar&amp;atilde;o um cen&amp;aacute;rio que, &amp;agrave; partida, j&amp;aacute; n&amp;atilde;o era nada favor&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF acompanhar&amp;aacute;, no terreno, este processo e, de acordo com o seu desenvolvimento, tomar&amp;aacute; as medidas que forem mais adequadas. De facto, preocupam-nos as elevad&amp;iacute;ssimas taxas de insucesso e abandono escolares existentes no secund&amp;aacute;rio, num processo de profunda selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, agravadas pela enorme dificuldade de inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o no mundo do trabalho dos jovens que, concluindo o 12&amp;ordm; ano, n&amp;atilde;o pretendem ou n&amp;atilde;o conseguem aceder ao ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;3.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A FENPROF reafirma a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de lutar, em conjunto com muitas outras for&amp;ccedil;as da chamada "sociedade civil", pela dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica, que exige de &lt;b&gt;qualidade&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;para todos&lt;/b&gt;. Para que este objectivo seja atingido, torna-se absolutamente necess&amp;aacute;rio definir estrat&amp;eacute;gias que combatam eficazmente as elevadas taxas de abandono e insucesso e que conduzam a uma melhoria significativa das aprendizagens, de modo a que os jovens portugueses possam "concorrer", em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de igualdade, quer no final do Secund&amp;aacute;rio, quer no final do Ensino Superior, com os jovens de outros pa&amp;iacute;ses da U.E.. A concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma Escola P&amp;uacute;blica de Qualidade para Todos &amp;eacute; indispens&amp;aacute;vel para quem pensa o pa&amp;iacute;s com Futuro, a menos que se aceite - e essa nunca ser&amp;aacute; a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF - que o nosso futuro colectivo se resuma a fornecer m&amp;atilde;o-de-obra barata e desqualificada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;Eacute; com este objectivo estrat&amp;eacute;gico que a FENPROF e outras organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es realizar&amp;atilde;o, no final de Outubro, um &lt;b&gt;F&amp;Oacute;RUM NACIONAL EM DEFESA DA ESCOLA P&amp;Uacute;BLICA, &lt;/b&gt;na sequ&amp;ecirc;ncia da bem sucedida Marcha pela Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Janeiro de 2004.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;4.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A estabilidade e coer&amp;ecirc;ncia do sistema educativo exigem que, no seguimento do veto pol&amp;iacute;tico do Presidente da Rep&amp;uacute;blica, se considere "enterrada" a Lei de Bases da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que os partidos da actual e conjuntural maioria aprovaram na AR. &amp;Eacute; claro para a FENPROF que esse texto n&amp;atilde;o &amp;eacute; base s&amp;oacute;lida para qualquer negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o porque a sua raiz assenta no objectivo (n&amp;atilde;o confessado) de p&amp;ocirc;r em causa o car&amp;aacute;cter p&amp;uacute;blico e universal da Escola Portuguesa, em claro benef&amp;iacute;cio do sector privado, substituindo a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o c&amp;iacute;vica de uma escola de qualidade para todos pelo princ&amp;iacute;pio retr&amp;oacute;grado de escolas (privadas, embora com financiamento p&amp;uacute;blico) para algumas "elites" s&amp;oacute;cio-econ&amp;oacute;micas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;5.&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Em Portugal, 1 em cada 10 cidad&amp;atilde;os n&amp;atilde;o sabe ler nem escrever - s&amp;atilde;o os dados divulgados pela comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social de hoje, 8 de Setembro, Dia Mundial da Alfabetiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. S&amp;atilde;o n&amp;uacute;meros inaceit&amp;aacute;veis no contexto europeu actual. A efectiva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Planos de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Longo da Vida, nomeadamente o combate ao flagelo do Analfabetismo, deve ser erigida em estrat&amp;eacute;gia nacional, o que deve reflectir-se adequadamente no pr&amp;oacute;ximo Or&amp;ccedil;amento de Estado que, ali&amp;aacute;s, e no que respeita ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, deve ainda prever dinheiros necess&amp;aacute;rios para uma efectiva melhoria da Ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o Social Escolar (cada vez mais necess&amp;aacute;ria face &amp;agrave;s situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de desemprego) e do normal funcionamento das Escolas de todos os graus e vias de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Lisboa, 8 de Setembro de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 align="right" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Wed, 15 Sep 2004 23:47:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/abertura-do-ano-lectivo-2-2</guid></item><item><title>2004 — Ministério da Educação ataca Conselhos Executivos</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ministerio-da-educacao-ataca-conselhos-executivos</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de maio de 2004&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="6" width="98%" align="center" border="0" hspace="0" vspace="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#f6f6f6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" color="#ff0000" size="4" style="color: #ff0000; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ataca Conselhos Executivos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table height="39" width="100%" align="center" border="0"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#ff0000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#ff9933"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#ffff66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="9%" bgcolor="#cccc66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="14%" bgcolor="#99ff33"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="5%" bgcolor="#0099cc"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="39%" bgcolor="#000000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span face="Tahoma" color="#ffff00" size="6" style="color: #ffff00; font-family: Tahoma; font-size: xx-large;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" color="#ff0000" size="2" style="color: #ff0000; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;Processos disciplinares&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" style="font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;S&amp;atilde;o centenas os processos disciplinares instaurados pela Inspec&amp;ccedil;&amp;atilde;o Geral de Ensino a membros dos conselhos executivos e coordenadores pedag&amp;oacute;gicos do ensino recorrente nos &amp;uacute;ltimos dias. Os motivos mais frequentes alegados para estas medidas s&amp;atilde;o incumprimentos legais, sobretudo no funcionamento dos cursos nocturnos do ensino recorrente, a ultrapassagem do cr&amp;eacute;dito de horas de que as escolas disp&amp;otilde;em para apoios pedag&amp;oacute;gicos, funcionamento de ?clubes? e projectos pedag&amp;oacute;gicos e alegadas irregularidades na constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas e hor&amp;aacute;rios.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Relativamente ao ?ensino recorrente?, a FENPROF deixa bem claro que as irregularidades e fraudes intencionais que tenham visado beneficiar ?em concreto? candidatos ao ensino superior ou facilitar ?artificialmente? a conclus&amp;atilde;o de cursos devem ser investigadas e tratadas de acordo com a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel. Mas a FENPROF n&amp;atilde;o aceitar&amp;aacute; que os professores e os conselhos executivos possam ser penalizados e sujeitos a medidas disciplinares nos casos em que a sua actua&amp;ccedil;&amp;atilde;o visou claramente a defesa da qualidade pedag&amp;oacute;gica e do servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o benef&amp;iacute;cio das aprendizagens. Particularmente chocante &amp;eacute; a persegui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o s&amp;atilde;o v&amp;iacute;timas nos casos em que, por imperativos pedag&amp;oacute;gicos e deontol&amp;oacute;gicos, se viram obrigados a ultrapassar, por vezes por escassa margem, o cr&amp;eacute;dito de horas, que, ali&amp;aacute;s, tem sido sistematicamente denunciado como insuficiente para as necessidades das escolas, ou a subdividir turmas!&lt;br&gt;&lt;br&gt;&amp;Eacute; convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF que este ?ataque? do ME mais n&amp;atilde;o visa do que intimidar e desmobilizar os professores que exercem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de gest&amp;atilde;o e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas nossas escolas e justificar indevidamente a futura nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gestores para as escolas, medida pretendida pelo ME mas que tem contado com a firme oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da comunidade educativa. Ao criar este ambiente de instabilidade e de revolta ? s&amp;oacute; quem n&amp;atilde;o sabe o que &amp;eacute; uma escola pode ignorar o esfor&amp;ccedil;o enorme que &amp;eacute; pedido aos membros dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o ? o ME comprova, tamb&amp;eacute;m por esta forma, que n&amp;atilde;o existe qualquer intencionalidade pedag&amp;oacute;gica na sua pol&amp;iacute;tica, mas t&amp;atilde;o s&amp;oacute; medidas economicistas e que n&amp;atilde;o hesita em cometer evidentes injusti&amp;ccedil;as para atingir os seus objectivos pol&amp;iacute;ticos.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Os sindicatos da FENPROF disponibilizar&amp;atilde;o todo o apoio jur&amp;iacute;dico aos seus associados que venham a ser alvo destas medidas persecut&amp;oacute;rias.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;span face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" style="font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;br&gt;O Secretariado Nacional&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Wed, 05 May 2004 05:47:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ministerio-da-educacao-ataca-conselhos-executivos</guid></item><item><title>2003 — Arranque do ano lectivo em causa</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/arranque-do-ano-lectivo-em-causa</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;26 de agosto de 2003&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span color="#0000FF" size="7" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: 300%;"&gt;&lt;strong&gt;FENPROF&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span color="#FFFF00" size="4" face="Tahoma" style="color: #ffff00; font-family: Tahoma; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#FF0000" size="6" style="color: #ff0000; font-size: xx-large;"&gt;Arranque do Ano lectivo em causa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span color="#0000FF" size="6" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: xx-large;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;span color="#0000FF" size="4" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="100%" height="39" border="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF0000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF9933"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#FFFF66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="9%" bgcolor="#CCCC66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="14%" bgcolor="#99FF33"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="5%" bgcolor="#0099CC"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="39%" bgcolor="#000000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span color="#FFFF00" size="4" face="Tahoma" style="color: #ffff00; font-family: Tahoma; font-size: large;"&gt;&lt;span style="font-size: 12.0pt; font-family: 'Book Antiqua';"&gt;&lt;strong&gt;ATRASO NA COLOCA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DE PROFESSORES&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) acaba de divulgar que a data prevista para a sa&amp;iacute;da das coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas &amp;agrave; 2&amp;ordf; parte do concurso dos professores dos 2&amp;ordm; e 3&amp;ordm; ciclos do Ensino B&amp;aacute;sico e Secund&amp;aacute;rio ser&amp;aacute; o dia 3 de Setembro, o que prefigura um atraso significativo em todo o processo de concursos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;Este atraso contraria tudo o que foi propalado pelo ME aquando da assinatura de um acordo com algumas estruturas sindicais ? e com a oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF ? nomeadamente, de que estaria garantida a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os docentes antes do dia 1 de Setembro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; j&amp;aacute; a causar preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em milhares de docentes [68 750 candidatos (24 417 docentes dos quadros e 44 333 candidatos a contrato)] que, neste momento, n&amp;atilde;o sabem, ainda, em que escola se devem apresentar no pr&amp;oacute;ximo dia 1, data oficial de apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas escolas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;Acresce a este quadro de perturba&amp;ccedil;&amp;atilde;o o problema relativo ao processamento dos vencimentos dos professores que aguardam a sa&amp;iacute;da das coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es, j&amp;aacute; que, quando estes tiverem conhecimento da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel &amp;agrave; ?nova? escola garantir o vencimento de Setembro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;A FENPROF n&amp;atilde;o pode deixar de considerar incompreens&amp;iacute;vel e inaceit&amp;aacute;vel este atraso, que certamente, foi agravado pela circunst&amp;acirc;ncia de serem agora os servi&amp;ccedil;os centrais do ME a processar algumas coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que eram anteriormente, responsabilidade dos servi&amp;ccedil;os regionais (destacamentos por doen&amp;ccedil;a e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores com hor&amp;aacute;rio zero).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;O ME deveria ter tomado as medidas necess&amp;aacute;rias para que as coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es se processassem at&amp;eacute; ao fim do m&amp;ecirc;s de Agosto, de forma a que no in&amp;iacute;cio de Setembro, as escolas tivessem as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para iniciar tranquilamente as actividades de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do novo ano lectivo, cruciais para o trabalho a desenvolver durante o ano.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;A FENPROF, ao mesmo tempo que exprime o seu protesto pelo atraso na sa&amp;iacute;da das coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es e pelas consequ&amp;ecirc;ncias que isso vai trazer para o in&amp;iacute;cio do ano escolar, exige ainda que o ME d&amp;ecirc; orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es claras &amp;agrave;s escolas no sentido de garantir o processamento integral dos vencimentos dos docentes no m&amp;ecirc;s de Setembro.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;br&gt; Porto, 26 de Agosto de 2003&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="right"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Sat, 17 Apr 2004 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/arranque-do-ano-lectivo-em-causa</guid></item><item><title>2003 — Actualização salarial: Se há dinheiro...</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/se-ha-dinheiro</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#0000FF" size="7" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: 300%;"&gt;Se h&amp;aacute; dinheiro...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="100%" height="39" border="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF0000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF9933"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#FFFF66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="9%" bgcolor="#CCCC66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="14%" bgcolor="#99FF33"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="5%" bgcolor="#0099CC"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="39%" bgcolor="#000000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span color="#0000FF" size="4" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#FFFF00" style="color: #ffff00;"&gt;Actualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Salarial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;Se h&amp;aacute; dinheiro...&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;1. Se h&amp;aacute; dinheiro para mandar "tropas" para o Iraque, tem de haver dinheiro para rever os sal&amp;aacute;rios dos trabalhadores portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;2. Se h&amp;aacute; dinheiro para baixar os impostos ao patronato, tem de haver dinheiro para rever os sal&amp;aacute;rios dos trabalhadores portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;3. Se h&amp;aacute; dinheiro para comprar uma d&amp;uacute;zia de helic&amp;oacute;pteros, tem de haver dinheiro para rever os sal&amp;aacute;rios dos trabalhadores portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;4. Se h&amp;aacute; dinheiro para comprar submarinos, tem de haver dinheiro para rever os sal&amp;aacute;rios dos trabalhadores portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;5. Se h&amp;aacute; dinheiro para o Euro 2004, tem de haver dinheiro para rever os sal&amp;aacute;rios dos trabalhadores portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;6. Se h&amp;aacute; dinheiro para novos incentivos fiscais aos empres&amp;aacute;rios, tem de haver dinheiro para rever os sal&amp;aacute;rios dos trabalhadores portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;7. Se h&amp;aacute; dinheiro para deixar continuar a fuga aos impostos, tem de haver dinheiro para rever os sal&amp;aacute;rios dos trabalhadores portugueses.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;8. Se h&amp;aacute; dinheiro... &amp;Eacute; tudo uma quest&amp;atilde;o de prioridades.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span color="#0000FF" size="3" face="Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Geneva, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br&gt; &lt;strong&gt; A ACTUALIZA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O SALARIAL &amp;Eacute; UM DIREITO&lt;br&gt; N&amp;Atilde;O TE FA&amp;Ccedil;AS DE N&amp;Ecirc;SPERA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span color="#0000FF" style="color: #0000ff;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;span color="#0000FF" style="color: #0000ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Mon, 17 Nov 2003 20:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/se-ha-dinheiro</guid></item><item><title>2003 — Manifesto: Continuar a fazer a Ponte (2003)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/continuar-a-fazer-a-ponte</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de setembro de 2003&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center" class="MsoBodyText"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#FF0000" size="6" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #ff0000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-large;"&gt;DEFENDER A ESCOLA P&amp;Uacute;BLICA &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="100%" height="39" border="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF0000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF9933"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#FFFF66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="9%" bgcolor="#CCCC66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="14%" bgcolor="#99FF33"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="5%" bgcolor="#0099CC"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="39%" bgcolor="#000000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#0000FF" size="4" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: large;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#FFFF00" style="color: #ffff00;"&gt;5.&amp;ordf;-feira, 25 de Setembro, 18h&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;span color="#FFFF00" size="1" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #ffff00; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-small;"&gt;Faculdade de Psic. e C. da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Porto &lt;br&gt; (ao Campo Alegre)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="center" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span color="#FF0000" size="6" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #ff0000; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: xx-large;"&gt;Sess&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica de apoio &amp;agrave; Escola da Ponte&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;strong&gt;Faculdade de Psicologia e Ci&amp;ecirc;ncias da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br&gt; Porto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoBodyText"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span size="4" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Mesa: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; &lt;span color="#0000FF" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;Jo&amp;atilde;o Barroso&lt;br&gt; &lt;br&gt; Jos&amp;eacute; Alberto Correia&lt;br&gt; &lt;br&gt; Jos&amp;eacute; Pacheco&lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span color="#0000FF" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="color: #0000ff; font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt; Manuel Sarmento&lt;br&gt; &lt;br&gt; Pedro Bacelar Vasconcelos&lt;br&gt; &lt;br&gt; Rui Can&amp;aacute;rio&lt;br&gt; &lt;br&gt; Rui Trindade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify" class="MsoBodyText"&gt;&lt;span size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;TORNAR MAIS P&amp;Uacute;BLICA A ESCOLA P&amp;Uacute;BLICA&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; A Escola da Ponte &amp;eacute; uma escola p&amp;uacute;blica de &amp;ldquo;qualidade reconhecida&amp;rdquo;, com um projecto pedag&amp;oacute;gico s&amp;oacute;lido e inovador, com um forte envolvimento da comunidade, em particular dos pais, e com um sentido activo e respons&amp;aacute;vel de autonomia institucional. H&amp;aacute; raz&amp;otilde;es de sobra para que qualquer governo interessado na melhoria do servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o garanta a continuidade do projecto desta escola (mesmo que para isso seja necess&amp;aacute;rio &amp;ldquo;investir&amp;rdquo; mais). &lt;br&gt; A Escola da Ponte &amp;eacute; um bom exemplo para mostrar que as solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os problemas da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o passam pela sua privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas sim, pela capacidade de tornar mais p&amp;uacute;blica a escola p&amp;uacute;blica, promovendo um servi&amp;ccedil;o educativo justo e de sucesso para todos, fazendo da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos, dos professores e dos pais um exerc&amp;iacute;cio permanente de cidadania. Em vez de &amp;ldquo;dar a cada escola o seu p&amp;uacute;blico&amp;rdquo; &amp;eacute; preciso que cada escola se abra &amp;agrave; diversidade dos seus p&amp;uacute;blicos, o que s&amp;oacute; &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel se for intransigente no reconhecimento dos seus direitos e se for solid&amp;aacute;ria com as suas necessidades, interesses e anseios. &lt;br&gt; Como &amp;eacute; do conhecimento geral n&amp;atilde;o &amp;eacute; esse o entendimento dos respons&amp;aacute;veis pelo Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e por isso o projecto educativo da Escola da Ponte est&amp;aacute; amea&amp;ccedil;ado. A originalidade, import&amp;acirc;ncia e visibilidade internacional da ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa que vem sendo conduzida, h&amp;aacute; 27 anos, nesta escola aconselharia mais cautelas na decis&amp;atilde;o. Destruir os bons exemplos de escola p&amp;uacute;blica pode ser uma maneira de criar, artificialmente, um mercado para a escola privada.&lt;br&gt; &amp;Eacute; por isso que &amp;eacute; preciso ler este &amp;ldquo;ataque&amp;rdquo; do governo &amp;agrave; Escola da Ponte, n&amp;atilde;o como um mero contencioso administrativo-financeiro sobre a melhor maneira de gerir a rede escolar e poupar custos de funcionamento, como os respons&amp;aacute;veis do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o querem fazer crer, mas sim como uma diverg&amp;ecirc;ncia profunda sobre a necessidade de preservar e desenvolver a escola p&amp;uacute;blica e qual o papel que o estado deve assumir com esse fim.&lt;br&gt; Manifestar solidariedade aos alunos, pais e professores da Escola da Ponte, defender o direito &amp;agrave; continuidade do seu projecto, exigir o apoio do governo ao desenvolvimento desta e de outras iniciativas inovadoras no seio do ensino p&amp;uacute;blico n&amp;atilde;o pode ser visto como uma atitude de mera resist&amp;ecirc;ncia conjuntural que se esgota no destino que tiver este epis&amp;oacute;dio. &lt;br&gt; O que est&amp;aacute; em causa, com o exemplo da Escola da Ponte, &amp;eacute; a defesa da &amp;ldquo;escola p&amp;uacute;blica&amp;rdquo; e a busca de modelos de governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o estejam limitados a optar entre, por um lado, uma administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o centralizada, planificada e hierarquizada e, por outro, um mercado descen-tralizado, concorrencial e aut&amp;oacute;nomo. A Escola da Ponte (para l&amp;aacute; do m&amp;eacute;rito pr&amp;oacute;prio das solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es organizativas, curriculares, pedag&amp;oacute;gicas que desenvolveu) &amp;eacute; um exemplo, entre outros, da emerg&amp;ecirc;ncia de novos espa&amp;ccedil;os de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica (enquanto lugares de legitima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, escolha, inven&amp;ccedil;&amp;atilde;o de normas, constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projectos e tomada de decis&amp;atilde;o) que interpelam a ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estado e da sua administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o para diminuir ou fazer desaparecer a sua ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas para renov&amp;aacute;-la, com o fim de compatibilizar o desej&amp;aacute;vel respeito pela diversidade e individualidade dos cidad&amp;atilde;os, com a prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fins comuns necess&amp;aacute;rios &amp;agrave; sobreviv&amp;ecirc;ncia da sociedade &amp;ndash; de que a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; um instrumento essencial.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify" class="MsoBodyText"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span size="3" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;Assine o &lt;a href="http://www.apagina.oseusitio.net/abaixoassinado.aspx" target="_blank"&gt;MANIFESTO DE APOIO &amp;Agrave; ESCOLA DA PONTE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Thu, 25 Sep 2003 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/continuar-a-fazer-a-ponte</guid></item><item><title>2003 — A Administração Pública e os professores</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/se-eles-nao-dormem</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de setembro de 2003&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#0000FF" size="7" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: 300%;"&gt;Porque eles n&amp;atilde;o dormem...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="100%" height="39" border="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="4%" bgcolor="#FF0000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="4%" bgcolor="#FF9933"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="3%" bgcolor="#FFFF66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="2%" bgcolor="#CCCC66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="1%" bgcolor="#99FF33"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="1%" bgcolor="#0099CC"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="85%" bgcolor="#000000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;span color="#FFFFFF" size="3" face="Tahoma" style="color: #ffffff; font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Desempenho l Contrato Individual de Trabalho l Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span color="#0000FF" size="6" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: xx-large;"&gt;Tamb&amp;eacute;m N&amp;oacute;s temos que acordar...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;br&gt; &lt;span size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;strong&gt;O ano passado foi o c&amp;oacute;digo do trabalho... parecia que n&amp;atilde;o era nada com o pessoal docente...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Chegou a vez da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica... parece que n&amp;atilde;o &amp;eacute; nada connosco...mas talvez seja.... Ora perceba como:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;- &lt;a href="http://www.fenprof.pt/Default.aspx?xpto=27&amp;amp;cat=89&amp;amp;doc=261&amp;amp;mid=115"&gt;Anteprojecto de Proposta de Lei que aprova o Regime Jur&amp;iacute;dico do Contrato Individual de Trabalho na AP&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;- &lt;a href="http://www.fenprof.pt/Default.aspx?xpto=27&amp;amp;cat=89&amp;amp;doc=262&amp;amp;mid=115"&gt;Regime de Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Desempenho na AP: Anteprojecto de Proposta de Lei e de Decreto Regulamentar&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;- &lt;a href="http://www.fenprof.pt/Default.aspx?xpto=27&amp;amp;cat=89&amp;amp;doc=263&amp;amp;mid=115"&gt;Projecto de Lei n&amp;ordm; 362/IX - Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao Estatuto da Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="2" face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" style="font-family: Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;N&amp;atilde;o faltam pois raz&amp;otilde;es para manter os olhos bem abertos... talvez ainda sobrem para abrir os do nosso colega... que talvez esteja ainda distra&amp;iacute;do.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;span color="#0000FF" style="color: #0000ff;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;span color="#0000FF" style="color: #0000ff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Wed, 10 Sep 2003 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/se-eles-nao-dormem</guid></item><item><title>2003 — Sindicatos são para respeitar </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/sindicatos-sao-para-respeitar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;19 de maio de 2003&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span color="#0000FF" size="7" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: 300%;"&gt;Os sindicatos s&amp;atilde;o para respeitar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="100%" height="39" border="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF0000"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF9933"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#FFFF66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="9%" bgcolor="#CCCC66"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="14%" bgcolor="#99FF33"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="5%" bgcolor="#0099CC"&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="39%"&gt;&lt;span color="#FF0000" size="5" face="Tahoma" style="color: #ff0000; font-family: Tahoma; font-size: x-large;"&gt;FENPROF n&amp;atilde;o desiste&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;br&gt; &lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;CONFER&amp;Ecirc;NCIA DE IMPRENSA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;br&gt; 2&amp;ordf; feira, 19 de Maio, 15,30 horas em frente do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Av. 5 de Outubro)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt;&lt;br&gt; Em 19 de Mar&amp;ccedil;o passado a FENPROF solicitou ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma audi&amp;ecirc;ncia com car&amp;aacute;cter de urg&amp;ecirc;ncia. Cumprem-se em 19 de Maio pr&amp;oacute;ximo dois meses, o Ministro continua a ignorar o pedido apresentado. Para denunciar esta pol&amp;iacute;tica de desprezo pelos sindicatos, e, portanto, de desprezo pela ordem democr&amp;aacute;tica e constitucional do Pa&amp;iacute;s, a FENPROF promove uma confer&amp;ecirc;ncia de imprensa em frente ao Minist&amp;eacute;rio de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no dia 19 pr&amp;oacute;ximo; os membros do Secretariado Nacional e outros dirigentes permanecer&amp;atilde;o nas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ME at&amp;eacute; que o Ministro assuma as suas responsabilidades no que respeita aos direitos dos sindicatos &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br&gt; De facto os professores exigem ser parte interveniente e negocial em mat&amp;eacute;rias t&amp;atilde;o importantes como a anunciada nova legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a gest&amp;atilde;o e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Escolas, a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de agrupamentos, os poderes dos munic&amp;iacute;pios na &amp;aacute;rea da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a Lei de Bases do Sistema Educativo, o emprego e a estabilidade profissional dos docentes.&lt;br&gt; Contamos com a vossa presen&amp;ccedil;a na Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa que ser&amp;aacute; presidida pelo Secret&amp;aacute;rio-Geral da FENPROF.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;span size="3" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: medium;"&gt; Pelo Secretariado Nacional&lt;br&gt; Ant&amp;oacute;nio Avel&amp;atilde;s&lt;/span&gt;&lt;br&gt; &lt;span color="#0000FF" size="2" face="Tahoma" style="color: #0000ff; font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Mon, 19 May 2003 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/sindicatos-sao-para-respeitar</guid></item><item><title>2003 (?) — Acontece que não é por acaso que a cultura acontece</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/acontece</link><description>&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;table width="100%" height="39" border="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF0000"&gt;&lt;span color="#FFFF00" face="Tahoma" style="color: #ffff00; font-family: Tahoma;"&gt;&lt;strong&gt;ACONTECE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#FF9933"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#FFFF66"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#CCCC66"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="17%" bgcolor="#99FF33"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="8%" bgcolor="#0099CC"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="25%"&gt;&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="left"&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que tamb&amp;eacute;m faz parte dos Portugueses que prefere a CULTURA em vez das telenovelas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que acha indispens&amp;aacute;vel que a CULTURA seja tamb&amp;eacute;m considerada indispens&amp;aacute;vel.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que &amp;eacute; dos que entende que A CULTURA tamb&amp;eacute;m faz parte da vida das pessoas.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que defende igualmente que a CULTURA &amp;eacute; um bem de primeira necessidade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que acha por isso que deve ter acesso &amp;agrave; CULTURA diariamente.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que entende ser dever do Estado fazer da CULTURA uma obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que &amp;eacute; dos que consideram que a CULTURA tem um valor estrat&amp;eacute;gico para o Pa&amp;iacute;s.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que &amp;eacute; dos que pensam que a CULTURA &amp;eacute; sin&amp;oacute;nimo de Independ&amp;ecirc;ncia do Pa&amp;iacute;s.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE tamb&amp;eacute;m que tem no pensamento que a CULTURA &amp;eacute; a imagem de um Pa&amp;iacute;s.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE ainda que tem no pensamento que CULTURA &amp;eacute; pensar.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que julga que CULTURA &amp;eacute; por isso sinal de Liberdade.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que relaciona CULTURA com ousar tamb&amp;eacute;m.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que atribui &amp;agrave; CULTURA o pr&amp;oacute;prio sentido da Democracia.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que a CULTURA quando nasce deve ser para Todos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que muitas outras frases sobre a CULTURA podiam acontecer.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que desta forma poder&amp;aacute;s acrescentar um ponto mais... &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que agora &amp;eacute; a tua vez.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE ....&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE assim que felizmente todos os dias a CULTURA ACONTECE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que n&amp;atilde;o &amp;eacute; por acaso que a CULTURA ACONTECE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que h&amp;aacute; CULTURA porque existe ACONTECE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE tamb&amp;eacute;m que h&amp;aacute; quem n&amp;atilde;o goste que a CULTURA aconte&amp;ccedil;a.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que h&amp;aacute; quem da CULTURA s&amp;oacute; descortine o cifr&amp;atilde;o.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que h&amp;aacute; quem mande mais que o ministro da cultura.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que h&amp;aacute; quem pense que a CULTURA &amp;eacute; perdul&amp;aacute;ria e Cara.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que h&amp;aacute; quem sem cultura queira acabar com o ACONTECE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que h&amp;aacute; quem afirme que &amp;eacute; mais barato passear pelo mundo que ver o ACONTECE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE desta forma que por vermos o ACONTECE temos tamb&amp;eacute;m direito a uma volta ao mundo.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que vamos tamb&amp;eacute;m enviar um mail ao governo a marcar a nossa viagem.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE assim que vamos defender o ACONTECE.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE que o ACONTECE pode assim ser de novo ACONTECE&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;ACONTECE QUE VAIS ENVIAR ESTE MAIL AOS TEUS AMIGOS&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;E ENVIAR A SEGUIR PARA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span size="2" face="Tahoma" style="font-family: Tahoma; font-size: small;"&gt;&lt;a href="mailto:gpm@pm.gov.pt"&gt;gpm@pm.gov.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Apr 2003 19:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/acontece</guid></item><item><title>2003 — Abaixo-assinado : "Em defesa da dignidade pessoal e profissional dos trabalhadores da administração pública e de direitos inalienáveis"</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/abaixo-assinado</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de janeiro de 2003&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;br&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#0000ff" size="3" style="color: #0000ff; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;b&gt;&lt;strong&gt;EM DEFESA DA DIGNIDADE PESSOAL E PROFISSIONAL DOS TRABALHADORES DA ADMINISTRA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O P&amp;Uacute;BLICA E DE DIREITOS INALIEN&amp;Aacute;VEIS&lt;/strong&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Os trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica abaixo-assinados afirmam com profunda convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ningu&amp;eacute;m conseguir&amp;aacute; p&amp;ocirc;r em causa a sua dignidade pessoal e profissional porque a sua hist&amp;oacute;ria colectiva e individual &amp;eacute;, na generalidade, uma hist&amp;oacute;ria de empenhamento, de dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de aposta na m&amp;aacute;xima qualidade do seu trabalho profissional.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Os abaixo-assinados exigem negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;eacute;rias e rigorosas e repudiam veementemente a pol&amp;iacute;tica global e sectorial do Governo, designadamente o Pacote Laboral.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Os abaixo-assinados recusam liminarmente quaisquer medidas do Governo que impliquem perda de direitos, seja o bloqueamento no progress&amp;atilde;o da carreira, seja o desrespeito pelo tempo de servi&amp;ccedil;o prestado seja a perda do poder de compra, seja a retirada de direitos na aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou o ataque &amp;agrave; estabilidade de emprego por quadros de supranumer&amp;aacute;rios ou despedimentos.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;Os abaixo-assinados manifestam a sua disponibilidade para participar nas formas de luta consideradas as mais adequadas em cada momento em defesa da sua dignidade pessoal e profissional e dos seus direitos s&amp;oacute;cio-profissionais.&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#ff0000" size="4" style="color: #ff0000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;N&amp;atilde;o deixe de assinar !&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 31 Jan 2003 12:14:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/abaixo-assinado</guid></item><item><title>2002 — Imagens da Manifestação da Ed. Pré-Escolar </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/imagens-da-manifestacao-da-ed-pre-escolar</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de outubro de 2002&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table border="0" width="98%" cellspacing="0" cellpadding="6" vspace="0" hspace="0" align="center"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr bgcolor="#F6F6F6"&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Comic Sans MS" size="2" style="font-family: 'Comic Sans MS'; font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Sindicato dos Professores do Norte / FENPROF&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#000080" size="4" style="color: #000080; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: large;"&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" color="#FF0000" size="5" style="color: #ff0000; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: x-large;"&gt;MEGAmanifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o &lt;br&gt; &lt;/span&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="3" color="#000080" style="color: #000080; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;Lisboa, 27 de Outubro de 2002&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="left"&gt;&lt;span style="text-decoration: line-through;"&gt;&lt;span face="Arial, Helvetica, sans-serif" size="3" color="#000080" style="color: #000080; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: medium; text-decoration: line-through;"&gt;Veja algumas imagens sobre uma das maiores manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar que se realizou em Portugal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Mon, 28 Oct 2002 20:27:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/imagens-da-manifestacao-da-ed-pre-escolar</guid></item></channel></rss>