<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Superior</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/superior-legislacao</link><description>Superior</description><item><title>Acesso ao Ensino Superior para maiores de 23 anos</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/acesso-ao-ensino-superior-para-maiores-de-23-anos</link><description>&lt;a href="/Media/Default/Info/1000/600/10/2/acessomaiores23anos_21mar06.pdf" target="_blank"&gt;ver doc em anexo&lt;/a&gt; (formato pdf)</description><pubDate>Sat, 25 Mar 2006 00:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/acesso-ao-ensino-superior-para-maiores-de-23-anos</guid></item><item><title>Decreto -Lei 74, 2006 de 24de Março</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/decreto-lei-74-2006-de-24de-marco</link><description>&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/1000/600/10/8/dl_74_2006_24mar06.pdf" target="_blank"&gt;ver doc em formato&lt;/a&gt; pdf&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 25 Mar 2006 00:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/decreto-lei-74-2006-de-24de-marco</guid></item><item><title>Decreto- Lei nº 408/89, de 18 de Novembro</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/decreto-lei-n%C2%BA-408-89-de-18-de-novembro</link><description>&lt;p align="justify"&gt;(com as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es introduzidas pelos Decretos-Leis n.&amp;ordm;s 76/96, de 18 de Junho, 212/97, de 16 de Agosto)&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O Decreto-Lei n.&amp;ordm; 184/89, de 2 de Junho, definiu os princ&amp;iacute;pios gerais em mat&amp;eacute;ria de emprego p&amp;uacute;blico. remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e gest&amp;atilde;o de pessoal da fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, circunscrevendo-se nuclearmente &amp;agrave; reforma do sistema retributivo, no sentido de lhe devolver coer&amp;ecirc;ncia e de o dotar de equidade, quer no plano interno, quer no &amp;acirc;mbito do mercado de emprego em geral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Nos termos do artigo 43.&amp;ordm;, daquele diploma, h&amp;aacute; que proceder ao desenvolvimento e regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos princ&amp;iacute;pios gerais nele contidos, designadamente em mat&amp;eacute;ria salarial, objectivo que se cumpre atrav&amp;eacute;s do presente diploma para as carreiras do pessoal docente universit&amp;aacute;rio e do ensino superior polit&amp;eacute;cnico, bem como para o pessoal da carreira de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O presente diploma foi, nos termos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor sobre negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o colectiva (Decreto-Lei n.&amp;ordm; 45-A/84, de 3 de Fevereiro), antecedido de negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Assim:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;No desenvolvimento do regime jur&amp;iacute;dico estabelecido pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 184/89, de 2 de Junho, conjugado com o artigo 28.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 353-A/89, de 16 de Outubro, e nos termos da al&amp;iacute;nea c) do n.&amp;ordm; 1 do artigo 201.&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Governo decreta o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 1.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Objecto&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O presente diploma estabelece regras sobre o estatuto remunerat&amp;oacute;rio do pessoal docente universit&amp;aacute;rio, do pessoal docente do ensino superior polit&amp;eacute;cnico e do pessoal de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e aprova as escalas salariais para o regime de dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exclusiva das mesmas carreiras, constantes, respectivamente, dos anexos n.&amp;ordm;s 1, 2 e 3, que fazem parte integrante do presente diploma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - O presente diploma aprova ainda as escalas salariais dos docentes dos quadros transit&amp;oacute;rios dos institutos superiores de engenharia e de contabilidade e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos docentes das escolas superiores de belas-artes, constantes dos anexos n.&amp;ordm;s 4 e 5, que dele fazem parte integrante.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Ao pessoal referido no n&amp;uacute;mero anterior &amp;eacute; aplic&amp;aacute;vel o disposto no Decreto-Lei n.&amp;ordm; 236/88, de 5 de Julho, com as especialidades constantes dos artigos seguintes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 2.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - A remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base mensal correspondente aos &amp;iacute;ndices 100 consta de portaria conjunta do Primeiro-Ministro e do Ministro das Finan&amp;ccedil;as.(Decreto-Lei n.&amp;ordm; 212/97, de 16 de Agosto)&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - As remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es base mensais dos cargos de reitor e vice-reitor correspondem, respectivamente, aos &amp;iacute;ndices 375 e 360.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - As remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es base do pessoal em regime de tempo integral correspondem a dois ter&amp;ccedil;os dos valores fixados para as respectivas categorias quando em regime de dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exclusiva.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 3.&amp;ordm;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Escal&amp;atilde;o de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o a categoria superior da respectiva carreira faz-se da seguinte forma:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Para o escal&amp;atilde;o 1 da categoria para a qual se faz a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Para o escal&amp;atilde;o a que na estrutura remunerat&amp;oacute;ria da categoria para a qual se faz a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o corresponda o &amp;iacute;ndice superior mais aproximado, se o interessado vier j&amp;aacute; auferindo remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o igual ou superior &amp;agrave; do escal&amp;atilde;o 1, ou para o escal&amp;atilde;o seguinte, sempre que a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que caberia em caso de progress&amp;atilde;o na categoria fosse superior.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 4.&amp;ordm;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Progress&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - A progress&amp;atilde;o nas categorias faz-se por mudan&amp;ccedil;a de escal&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - A mudan&amp;ccedil;a de escal&amp;atilde;o depende da perman&amp;ecirc;ncia de tr&amp;ecirc;s anos no escal&amp;atilde;o imediatamente anterior, salvo nos casos dos assistentes estagi&amp;aacute;rios e investigadores estagi&amp;aacute;rios, em que a mudan&amp;ccedil;a de escal&amp;atilde;o depende da perman&amp;ecirc;ncia de dois anos no escal&amp;atilde;o imediatamente anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 5.&amp;ordm;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os investigadores e os docentes do ensino superior polit&amp;eacute;cnico, bem como os professores auxiliares e os assistentes do quadro transit&amp;oacute;rio dos institutos superiores de engenharia e dos institutos superiores de contabilidade e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transitam para a nova estrutura salarial na mesma carreira e categoria e para escal&amp;atilde;o a que corresponda. na estrutura da categoria, a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediatamente superior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Os professores catedr&amp;aacute;ticos transitam para a nova estrutura salarial nos escal&amp;otilde;es 1 e 2 da sua categoria consoante possuam, respectivamente, at&amp;eacute; tr&amp;ecirc;s e quatro diuturnidades especiais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Os professores associados com agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os professores associados e os professores auxiliares agregados transitam para a nova estrutura salarial para os escal&amp;otilde;es 1, 2 ou 3 da sua categoria consoante possuam at&amp;eacute; duas, tr&amp;ecirc;s ou quatro diuturnidades especiais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - Os professores auxiliares transitam para a nova estrutura salarial na sua categoria, de acordo com as seguintes regras:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Os que possuam uma diuturnidade especial transitam para o escal&amp;atilde;o 1;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os que possuam duas diuturnidades especiais transitam para o escal&amp;atilde;o 2;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Os que possuam tr&amp;ecirc;s diuturnidades especiais transitam para o escal&amp;atilde;o 3;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Os que possuam quatro diuturnidades especiais transitam para o escal&amp;atilde;o 4.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5 - Os assistentes, leitores, e os assistentes estagi&amp;aacute;rios com menos de dois anos nessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o transitam para a nova estrutura salarial na sua categoria e em escal&amp;atilde;o a que corresponda, na estrutura da categoria, a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediatamente superior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6 - Os assistentes estagi&amp;aacute;rios com mais de dois anos de servi&amp;ccedil;o nessa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o transitam para a nova estrutura salarial para o escal&amp;atilde;o 2 da sua categoria.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;7 - Os especialistas e investigadores a que se refere o artigo 29.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 68/88, de 3 de Mar&amp;ccedil;o, transitam:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Para o &amp;iacute;ndice 560 da escala salarial de regime geral, quando em regime de exclusividade;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Para o &amp;iacute;ndice 405 da escala salarial de regime geral, quando n&amp;atilde;o abrangidos pela al&amp;iacute;nea anterior.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;8 - Os docentes das escolas superiores de belas-artes transitam para a nova estrutura salarial na mesma carreira e categoria e para o escal&amp;atilde;o a que corresponda, na estrutura da categoria, a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o imediatamente superior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;9 - A remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o a considerar para efeitos da transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o referida nos n&amp;uacute;meros anteriores resulta do valor correspondente &amp;agrave; remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida em 30 de Setembro de 1989, actualizada a 12%, acrescida do montante da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o acess&amp;oacute;ria a que eventualmente haja direito, com excep&amp;ccedil;&amp;atilde;o das que sejam consideradas suplementos, nos termos do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 184/89, de 2 de Junho.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;10 - Nos casos em que a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que competir aos assistentes estagi&amp;aacute;rios e assistentes do 1.&amp;ordm; tri&amp;eacute;nio, actualizada a 12%, for superior &amp;agrave; remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;uacute;ltimo escal&amp;atilde;o da respectiva categoria, a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; feita para este escal&amp;atilde;o, mantendo-se o direito &amp;agrave; remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o devida em 30 de Setembro de 1989, actualizada a 12%.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 6.&amp;ordm;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o de efeitos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O presente diploma produz efeitos desde 1 de Outubro de 1989.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - As remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es fixadas para o primeiro ano de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao abrigo da portaria referida no artigo 2.&amp;ordm; vigoram de 1 de Outubro de 1989 a 31 de Dezembro de 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - O escal&amp;atilde;o 0 da categoria de assistente do 1.&amp;ordm; tri&amp;eacute;nio da carreira docente do ensino superior polit&amp;eacute;cnico extingue-se em 31 de Agosto de 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - O escal&amp;atilde;o 0 da carreira de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica extingue-se em 31 de Dezembro de 1990 e o escal&amp;atilde;o 0 das restantes categorias da carreira docente do ensino superior polit&amp;eacute;cnico e das categorias do pessoal docente dos quadros transit&amp;oacute;rios dos institutos superiores de engenharia e dos institutos superiores de contabilidade e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das categorias docentes das escolas superiores de belas-artes extingue-se em 31 de Dezembro de 1991.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Visto e aprovado em Conselho de Ministros de 18 de Outubro de 1989. &lt;i&gt;An&amp;iacute;bal Ant&amp;oacute;nio Cavaco Silva&lt;/i&gt; - &lt;i&gt;Miguel Jos&amp;eacute; Ribeiro Cadilhe&lt;/i&gt; - &lt;i&gt;Roberto Artur da Luz Carneiro&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Promulgado em 14 de Novembro de 1989.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Publique-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Presidente da Rep&amp;uacute;blica, M&amp;Aacute;RIO SOARES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Referendado em 14 de Novembro de 1989.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Primeiro-Ministro, &lt;i&gt;An&amp;iacute;bal Ant&amp;oacute;nio Cavaco Silva&lt;/i&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;ANEXO N.&amp;ordm; 1&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Docentes Universit&amp;aacute;rios&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;Categorias&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Escal&amp;otilde;es&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;1&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;3&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor catedr&amp;aacute;tico&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;285&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;300&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;310&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;330&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor associado com agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;245&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;255&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;265&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;285&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor associado e professor auxiliar com agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;220&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;230&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;250&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;260&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor auxiliar&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;195&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;210&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;230&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;245&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente e leitor&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;135&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;140&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;150&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente estagi&amp;aacute;rio&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;100&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;110&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;a)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;(a) Remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base no terceiro ano de exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;ANEXO N.&amp;ordm; 2&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Docentes do Ensino Superior Polit&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;Categorias&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Escal&amp;otilde;es&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;0&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;3&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor-coordenador com agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;230&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;245&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;255&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;265&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;285&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor-coordenador sem agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;200&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;220&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;230&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;250&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;260&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor-adjunto&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;155&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;185&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;195&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;210&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;225&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente do 2.&amp;ordm; tri&amp;eacute;nio&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;115&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;135&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;140&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;150&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente do 1.&amp;ordm; tri&amp;eacute;nio&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;90&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;110&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;a)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;(a) A vigorar a partir de 1 de Setembro de 1990.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;ANEXO N.&amp;ordm; 3&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Carreira de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;Categorias&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Escal&amp;otilde;es&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;0&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;3&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Investigador-coordenador&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;250&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;285&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;300&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;310&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;330&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Investigador principal&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;200&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;220&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;230&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;250&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;260&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Investigador auxiliar&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;180&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;195&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;210&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;230&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;245&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;120&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;135&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;140&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;150&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Estagi&amp;aacute;rio investigador&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;95&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;100&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;110&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;a)&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;(a) Remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com base no terceiro ano de exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;ANEXO N.&amp;ordm; 4&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Docentes dos quadros transit&amp;oacute;rios dos Institutos Superiores de&lt;br&gt;Engenharia e de Contabilidade e Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;Categorias&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Escal&amp;otilde;es&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;0&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;3&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor auxiliar&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;180&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;190&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;205&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;225&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;245&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;115&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;135&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;140&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;150&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;ANEXO N.&amp;ordm; 5&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Docentes das Escolas Superiores de Belas-Artes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" border="1"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;
&lt;p align="center"&gt;Categorias&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;Escal&amp;otilde;es&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;0&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;1&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;2&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;3&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;4&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Professor&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;205&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;220&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;230&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;250&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;260&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Primeiro-assistente e equiparado a professor auxiliar&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;180&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;190&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;205&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;225&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;115&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;135&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;140&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;150&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;Assistente eventual&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;90&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;100&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;td&gt;-&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;</description><pubDate>Fri, 08 Oct 2004 10:41:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/decreto-lei-n%C2%BA-408-89-de-18-de-novembro</guid></item><item><title>Lei nº 54/90, de 5 de Setembro</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/lei-n%C2%BA-54-90-de-5-de-setembro</link><description>&lt;p align="justify"&gt;A Assembleia da Rep&amp;uacute;blica decreta, nos termos dos artigos 76.&amp;ordm;, 77.&amp;ordm;, 164.&amp;ordm;, al&amp;iacute;nea d), 167.&amp;ordm;, al&amp;iacute;nea i), e 169.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 3, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;CAP&amp;Iacute;TULO I &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es gerais&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 1.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;Institutos polit&amp;eacute;cnicos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os institutos polit&amp;eacute;cnicos s&amp;atilde;o institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior que integram duas ou mais escolas superiores globalmente orientadas para a prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos objectivos do ensino superior polit&amp;eacute;cnico numa mesma regi&amp;atilde;o, as quais s&amp;atilde;o associadas para efeitos de concerta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das respectivas pol&amp;iacute;ticas educacionais e de optimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Para al&amp;eacute;m das escolas superiores, os institutos podem integrar outras unidades org&amp;acirc;nicas orientadas para a prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus objectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Os institutos polit&amp;eacute;cnicos s&amp;atilde;o pessoas colectivas de direito p&amp;uacute;blico, dotadas de autonomia estatut&amp;aacute;ria, administrativa, financeira e patrimonial, de harmonia com o disposto na presente lei.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 2.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Escolas superiores&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - As escolas superiores s&amp;atilde;o centros de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural e t&amp;eacute;cnica de n&amp;iacute;vel superior, aos quais cabe ministrar a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o exerc&amp;iacute;cio de actividades profissionais altamente qualificadas e promover o desenvolvimento das regi&amp;otilde;es em que se inserem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - S&amp;atilde;o atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas superiores, nomeadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cursos conducentes &amp;agrave; obten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do grau de bacharel e do diploma de estudos superiores especializados;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) A realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cursos de pequena dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, credit&amp;aacute;veis com certificados ou diplomas adequados;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) A organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o em actividades de extens&amp;atilde;o educativa, cultural e t&amp;eacute;cnica;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) A realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhos de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplicada e de desenvolvimento experimental.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - A natureza e o valor acad&amp;eacute;mico dos diplomas atribu&amp;iacute;dos pelas escolas superiores s&amp;atilde;o os estabelecidos na Lei de Bases do Sistema Educativo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - As escolas superiores t&amp;ecirc;m personalidade jur&amp;iacute;dica e gozam de autonomia cient&amp;iacute;fica, pedag&amp;oacute;gica, administrativa e financeira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5 - As escolas de ensino superior polit&amp;eacute;cnico podem organizar ou cooperar na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cursos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional relacionados com a respectiva &amp;aacute;rea de ensino e n&amp;atilde;o directamente enquadrados no sistema escolar, respeitando o disposto na al&amp;iacute;nea i) do n.&amp;ordm; 2 do artigo 7.&amp;ordm;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6 - As escolas superiores t&amp;ecirc;m como objectivos espec&amp;iacute;ficos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) A forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o recorrente e a actualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) A reconvers&amp;atilde;o horizontal e vertical de t&amp;eacute;cnicos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) O apoio ao desenvolvimento regional;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) A investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o desenvolvimento.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 3.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Democraticidade e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As escolas e os institutos superiores polit&amp;eacute;cnicos regem-se, na sua administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e gest&amp;atilde;o, pelos princ&amp;iacute;pios da democraticidade e da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os corpos escolares, cabendo-lhes:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Favorecer a livre express&amp;atilde;o da pluralidade de ideias e opini&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Garantir a liberdade de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o cultural, cient&amp;iacute;fica e tecnol&amp;oacute;gica;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Assegurar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es necess&amp;aacute;rias para uma atitude de permanente inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Promover uma estreita liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as suas actividades e a comunidade em que se integram, visando a inser&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus diplomados na vida profissional.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 4.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com outras institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - No &amp;acirc;mbito das suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e visando uma adequada prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus objectivos, os institutos polit&amp;eacute;cnicos, ou as suas escolas superiores, podem estabelecer acordos, conv&amp;eacute;nios e protocolos de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es cong&amp;eacute;neres e, bem assim, com estabelecimentos de ensino superior universit&amp;aacute;rio, ou com outros organismos p&amp;uacute;blicos ou privados, nacionais, estrangeiros ou internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - As ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es a realizar nos termos do n&amp;uacute;mero anterior visam, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta de programas e projectos de interesse comum;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) A utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o simult&amp;acirc;nea de recursos dispon&amp;iacute;veis, dentro de uma perspectiva de racionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e optimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de meios humanos e de equipamento, tanto educacional como de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 5.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Estatutos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os institutos polit&amp;eacute;cnicos devem elaborar os seus estatutos, no quadro da presente lei, e submet&amp;ecirc;-los &amp;agrave; homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Governo, a fazer por despacho do Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Dos estatutos devem, obrigatoriamente, constar:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos modelos institucionais de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, gest&amp;atilde;o e funcionamento do instituto e das escolas superiores e demais unidades org&amp;acirc;nicas que o integram;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os s&amp;iacute;mbolos e outras formas de representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o her&amp;aacute;ldica do instituto e das suas escolas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) As regras de funcionamento dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os colegiais do instituto e das escolas superiores, bem como o processo de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, demiss&amp;atilde;o ou designa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus membros, quando tenha lugar, e a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos respectivos mandatos.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Para al&amp;eacute;m dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os previstos na presente lei, os estatutos podem consagrar a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os que visem proporcionar uma melhor prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus objectivos, atenta a especificidade de cada institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou regi&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - As escolas superiores n&amp;atilde;o integradas em institutos polit&amp;eacute;cnicos t&amp;ecirc;m regime id&amp;ecirc;ntico &amp;agrave;s demais escolas superiores e devem submeter os seus estatutos &amp;agrave; homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Governo, nos termos dos n&amp;uacute;meros anteriores.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 6.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Plano de actividades&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Compete aos institutos coordenar os planos de actividade das escolas superiores integradas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Para efeitos de coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional, os planos de actividade das diferentes escolas integradas em institutos s&amp;atilde;o apreciados pelo conselho geral, ao qual compete a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do plano global do instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - No &amp;acirc;mbito da sua autonomia cient&amp;iacute;fica e pedag&amp;oacute;gica, compete &amp;agrave;s escolas superiores a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu plano de actividades e a defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e pedag&amp;oacute;gica que o deve enformar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 7.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tutela&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O poder de tutela sobre os institutos &amp;eacute; exercido pelo departamento governamental com responsabilidade pelo sector da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tendo em vista, fundamentalmente, a garantia de integrar&amp;atilde;o de cada instituto no sistema educativo e a articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as pol&amp;iacute;ticas nacionais de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ci&amp;ecirc;ncia e cultura, sem preju&amp;iacute;zo da compet&amp;ecirc;ncia pr&amp;oacute;pria, nas regi&amp;otilde;es aut&amp;oacute;nomas, do correspondente &amp;oacute;rg&amp;atilde;o do governo regional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - No &amp;acirc;mbito do poder de tutela que lhe &amp;eacute; conferido, compete, designadamente, ao respectivo membro do Governo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Homologar os estatutos de cada instituto e as suas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nos termos do disposto na presente lei;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Autorizar a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estabelecimentos ou de unidades org&amp;acirc;nicas nos institutos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Aprovar as propostas de or&amp;ccedil;amento dependentes do Or&amp;ccedil;amento do Estado;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Aprovar os projectos de or&amp;ccedil;amento plurianuais e de desenvolvimento a m&amp;eacute;dio prazo, bem como o balan&amp;ccedil;o e o relat&amp;oacute;rio de actividades dos anos econ&amp;oacute;micas findos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Autorizar a aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens im&amp;oacute;veis;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Autorizar o arrendamento, a transfer&amp;ecirc;ncia, ou a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fim diverso, dos im&amp;oacute;veis do Estado que estejam na posse ou no usufruto dos estabelecimentos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Autorizar a aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de liberalidades sujeitas a modos, ou a condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que envolvam ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es estranhas &amp;agrave;s atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e objectivos dos estabelecimentos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Conhecer e decidir dos recursos cuja interposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o esteja prevista em disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal expressa;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;I) Aprovar, em termos gen&amp;eacute;ricos, a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, suspens&amp;atilde;o e extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cursos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;j) Fixar, nos termos da lei, as propinas devidas pelos alunos dos v&amp;aacute;rios cursos ministrados nas escolas superiores, assim como as propinas suplementares relativas a inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es, realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exames e outros actos de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os aos alunos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;l) Definir o apoio a conceder aos estudantes no quadro dos servi&amp;ccedil;os sociais.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Quando se trata de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior polit&amp;eacute;cnico que dependam administrativamente de outros departamentos governamentais, a tutela das respectivas actividades de ensino &amp;eacute; exercida conjuntamente pelo Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pelo ministro competente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;CAP&amp;Iacute;TULO II&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Institutos superiores polit&amp;eacute;cnicos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;SEC&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 8.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o Institucional&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Aos institutos polit&amp;eacute;cnicos cabe assegurar, nos dom&amp;iacute;nios da gest&amp;atilde;o do pessoal, da gest&amp;atilde;o administrativa e financeira, do planeamento global e do apoio t&amp;eacute;cnico em geral as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es inerentes &amp;agrave; coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o das actividades das diferentes institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que os integram, numa perspectiva de racionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e optimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de recursos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Atrav&amp;eacute;s dos estatutos, pode ser atribu&amp;iacute;da aos institutos parte das compet&amp;ecirc;ncias que, nas mat&amp;eacute;rias referidas no n&amp;uacute;mero anterior, est&amp;atilde;o cometidas &amp;agrave;s escolas superiores, designadamente quando estas se encontrem em fase de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou quando a sua dimens&amp;atilde;o o aconselhe.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 9.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gest&amp;atilde;o de pessoal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;No dom&amp;iacute;nio da gest&amp;atilde;o de pessoal, cabe aos institutos polit&amp;eacute;cnicos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Autorizar o recrutamento, selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o e provimento, bem como a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mobilidade, exonera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, rescis&amp;atilde;o de contrato, demiss&amp;atilde;o e aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pessoal do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Definir os crit&amp;eacute;rios de recrutamento, selec&amp;ccedil;&amp;atilde;o e provimento, bem como a promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mobilidade, exonera&amp;ccedil;&amp;atilde;o, rescis&amp;atilde;o de contrato, demiss&amp;atilde;o e aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pessoal das suas unidades org&amp;acirc;nicas.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 10.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Gest&amp;atilde;o administrativa e financeira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;No dom&amp;iacute;nio da gest&amp;atilde;o administrativa e financeira, compete aos institutos polit&amp;eacute;cnicos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Elaborar o projecto de or&amp;ccedil;amento;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Organizar a conta de ger&amp;ecirc;ncia e submet&amp;ecirc;-la &amp;agrave; aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Tribunal de Contas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Aprovar os or&amp;ccedil;amentos de receitas pr&amp;oacute;prias;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Elaborar as guias e as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a entrega ao Estado ou a outras entidades das import&amp;acirc;ncias, descontos ou reposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhes perten&amp;ccedil;am ou lhes sejam devidas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Autorizar, nos termos da lei, os autos de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativos ao patrim&amp;oacute;nio do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Coordenar a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos or&amp;ccedil;amentos das escolas superiores integradas.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 11.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Planeamento global&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;No dom&amp;iacute;nio do planeamento global, cabe aos institutos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Elaborar os planos de desenvolvimento, de acordo com as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os competentes e com as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais vigentes;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Acompanhar a execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos planos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Lan&amp;ccedil;ar, acompanhar, coordenar e fiscalizar o desenvolvimento dos projectos e das obras de novas instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es, de remodela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou de beneficia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das existentes, bem como os programas de aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou de aluguer de equipamentos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Emitir parecer sobre a aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos bens im&amp;oacute;veis;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Arrendar directamente os bens im&amp;oacute;veis necess&amp;aacute;rios ao seu funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 12.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Apoio t&amp;eacute;cnico geral&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;No que concerne ao apoio t&amp;eacute;cnico geral, cabe aos institutos polit&amp;eacute;cnicas:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Promover ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aperfei&amp;ccedil;oamento, ou de reciclagem, de pessoal n&amp;atilde;o docente ou investigador;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Efectuar estudos e pareceres sobre os recursos humanos do instituto, com vista &amp;agrave; racionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus efectivos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Realizar estudos e propostas sobre organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e m&amp;eacute;todos de trabalho;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Proceder &amp;agrave; recolha, tratamento e difus&amp;atilde;o da documenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com interesse para o instituto e suas unidades org&amp;acirc;nicas.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 13.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Instrumentos de gest&amp;atilde;o econ&amp;oacute;mica e financeira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - A gest&amp;atilde;o econ&amp;oacute;mica e financeira dos institutos orientar-se-&amp;aacute; pelos seguintes instrumentos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Planos de actividade e planos financeiros, anuais e plurianuais;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Or&amp;ccedil;amentos constantes do Or&amp;ccedil;amento do Estado;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Or&amp;ccedil;amentos privativos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Relat&amp;oacute;rios de actividades e financeiros.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Os planos plurianuais devem ser actualizados em cada ano e traduzir a estrat&amp;eacute;gia a seguir a m&amp;eacute;dio prazo, tendo em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o o planeamento geral do ensino superior, da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e das ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es de extens&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Os instrumentos de gest&amp;atilde;o devem ser tornados p&amp;uacute;blicos pelos meios que venham a ser considerados como mais adequados.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - Compete aos institutos coordenar os planos de actividade das escolas superiores integradas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5 - Aos institutos &amp;eacute; reconhecido o direito de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos crit&amp;eacute;rios de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es a conceder pelo Estado, designadamente no tocante aos planos de investimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 14.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Patrim&amp;oacute;nio e receitas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Constitui patrim&amp;oacute;nio de cada instituto o conjunto dos bens e direitos que, pelo Estado ou por outras entidades, p&amp;uacute;blicas ou privadas, sejam afectados &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus fins.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Constituem receitas dos institutos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) As dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhes forem concedidas pelo Estado;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os rendimentos dos bens pr&amp;oacute;prios ou de que tenham a frui&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O produto dos servi&amp;ccedil;os prestados a entidades p&amp;uacute;blicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) O produto da venda de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) As receitas provenientes do pagamento de propinas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) O produto da venda de elementos patrimoniais ou de material inserv&amp;iacute;vel ou dispens&amp;aacute;vel;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Os subs&amp;iacute;dios, subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es, comparticipa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, heran&amp;ccedil;as e legados;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Os juros de contas de dep&amp;oacute;sitos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;i) Os saldos da conta de ger&amp;ecirc;ncia de anos anteriores;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;j) O produto de taxas, emolumentos, multas, penalidades e quaisquer outras receitas que lhes advenham nos termos da lei.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 15.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Autonomia financeira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - No &amp;acirc;mbito da autonomia financeira, os institutos disp&amp;otilde;em do seu patrim&amp;oacute;nio, sem outras limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es para al&amp;eacute;m das estabelecidas por lei, e gerem livremente as verbas anuais que lhes s&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;das no Or&amp;ccedil;amento do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - De acordo com o n&amp;uacute;mero anterior, os institutos podem, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Transferir verbas entre as diferentes rubricas e cap&amp;iacute;tulos or&amp;ccedil;amentais;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Elaborar os seus programas plurianuais;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Obter receitas pr&amp;oacute;prias, a gerir anualmente atrav&amp;eacute;s de or&amp;ccedil;amentos privativos, conforme crit&amp;eacute;rios por si estabelecidos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Arrendar directamente edif&amp;iacute;cios indispens&amp;aacute;veis ao seu funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 16.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es fiscais&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Os institutos polit&amp;eacute;cnicas e as respectivas unidades org&amp;acirc;nicas s&amp;atilde;o isentos nos termos da lei, de impostos, taxas, custas, emolumentos e selos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;SEC&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Oacute;rg&amp;atilde;os e servi&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 17.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Oacute;rg&amp;atilde;os&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - A direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos institutos polit&amp;eacute;cnicos &amp;eacute; exercida pelos seguintes &amp;oacute;rg&amp;atilde;os:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Presidente;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Conselho geral;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Conselho administrativo.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Os estatutos de cada instituto podem criar outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os, designadamente com compet&amp;ecirc;ncia disciplinar e para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma mais estreita liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a comunidade regional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 18.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Compet&amp;ecirc;ncias do presidente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O presidente dirige, orienta e coordena as actividades e servi&amp;ccedil;os do instituto, de modo a imprimir-lhes unidade, continuidade e efici&amp;ecirc;ncia, competindo-lhe, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Representar o instituto em ju&amp;iacute;zo e fora dele;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Zelar pela observ&amp;acirc;ncia das normas legais e regulamentares aplic&amp;aacute;veis;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Presidir a todos os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os colegiais do instituto e velar pela execu&amp;ccedil;ao das suas delibera&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Submeter ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o todas as quest&amp;otilde;es que care&amp;ccedil;am de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela tutela;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Exercer todas as compet&amp;ecirc;ncias que, cabendo no &amp;acirc;mbito das atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do instituto, n&amp;atilde;o sejam, por esta lei ou pelos estatutos, cometidas a outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - O presidente pode ser coadjuvado por um ou dois vice-presidentes, um dos quais o substitui nas suas aus&amp;ecirc;ncias e impedimentos, e pode neles delegar parte das suas compet&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 19.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presidente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O presidente do instituto &amp;eacute; eleito, por um col&amp;eacute;gio eleitoral, para um mandato de tr&amp;ecirc;s anos, renov&amp;aacute;vel at&amp;eacute; ao m&amp;aacute;ximo de dois mandatos consecutivos, de entre os professores titulares, coordenadores ou adjuntos, professores catedr&amp;aacute;ticos, associados e auxiliares, ou individualidades de reconhecido m&amp;eacute;rito e alargada experi&amp;ecirc;ncia profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - O presidente exerce fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es em comiss&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o e a sua elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; homologada pelo ministro da tutela.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - O col&amp;eacute;gio eleitoral &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do pelos docentes, estudantes e funcion&amp;aacute;rios e por representantes da comunidade e das actividades e sectores correspondentes &amp;agrave;s &amp;aacute;reas do ensino superior polit&amp;eacute;cnico das regi&amp;otilde;es geogr&amp;aacute;ficas em que os institutos est&amp;atilde;o inseridos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - A proporcionalidade das entidades atr&amp;aacute;s referidas &amp;eacute; a seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) 40% de docentes;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) 30% de estudantes;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) 10% de funcion&amp;aacute;rios;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) 20% de representantes da comunidade e das actividades econ&amp;oacute;micas.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5 - A representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do col&amp;eacute;gio eleitoral deve ter em conta, por um lado, a dimens&amp;atilde;o das escolas integradas e, por outro, o relativo equil&amp;iacute;brio entre as escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6 - Os estatutos devem fixar as regras de funcionamento do col&amp;eacute;gio eleitoral e os crit&amp;eacute;rios de designa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos representantes da comunidade e das actividades econ&amp;oacute;micas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 20.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos vice-presidentes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os vice-presidentes s&amp;atilde;o nomeados pelo presidente em regime de requisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou de comiss&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - A requisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a comiss&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o dos vice-presidentes cessam com a tomada de posse do novo presidente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 21.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Do administrador&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Para coadjuvar o presidente em mat&amp;eacute;rias de ordem predominantemente administrativa ou financeira, os institutos disp&amp;otilde;em de um administrador, em regime de contrato ou de comiss&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 22.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Exerc&amp;iacute;cio dos cargos de presidente e de vice-presidente&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - As fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de presidente e de vice-presidente s&amp;atilde;o exercidos em regime de dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exclusiva e com dispensa da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o docente, no todo ou em parte, conforme delibera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho geral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - A remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presidente &amp;eacute; equiparada &amp;agrave; de professor-coordenador com agrega&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acrescida dos suplementos previstos na lei geral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Aos titulares dos corpos de presidente e de vice-presidente &amp;eacute; reconhecido o direito de op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos vencimentos do lugar de origem, seja do sector p&amp;uacute;blico, seja do sector privado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 23.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conselho geral&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Constituem o conselho geral do instituto:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O presidente;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os vice-presidentes;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Um representante da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estudantes do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Os presidentes dos conselhos directivos ou os directores das escolas que integram o instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Dois representantes dos docentes de cada uma das escolas do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Dois representantes dos estudantes de cada uma das escolas do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Um representante do pessoal n&amp;atilde;o docente;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Representantes da comunidade e das actividades e sectores profissionais relacionados com as &amp;aacute;reas de ensino do instituto, em n&amp;uacute;mero n&amp;atilde;o superior ao das escolas integradas no instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;i) O administrador.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Cabe ao conselho geral:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Estabelecer normas de funcionamento do instituto, orientadas por preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o das unidades org&amp;acirc;nicas que o integram;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Aprovar os planos de actividades do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Apreciar os relat&amp;oacute;rios anuais de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Propor a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o das unidades org&amp;acirc;nicas do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Pronunciar-se sobre outros assuntos relacionados com o funcionamento do instituto que lhe sejam presentes pelo presidente.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - O conselho pode convidar a participar nas suas reuni&amp;otilde;es individualidades cuja presen&amp;ccedil;a seja considerada vantajosa para an&amp;aacute;lise dos assuntos em aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 24.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Comiss&amp;atilde;o permanente do conselho geral&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os estatutos do instituto podem prever a exist&amp;ecirc;ncia de uma comiss&amp;atilde;o permanente do conselho geral, composta pelos elementos referidos nas al&amp;iacute;neas a), b), c), d), e i) do n.&amp;ordm; 1 do artigo anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - A comiss&amp;atilde;o permanente coadjuva o presidente na administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o global do instituto, incumbindo-lhe, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Apreciar as propostas de planos e de programas de actividade de cada uma das unidades org&amp;acirc;nicas, elaborar os planos globais e os programas do instituto e propor a afecta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das correspondentes dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;amentais;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Elaborar os relat&amp;oacute;rios de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com base nos relat&amp;oacute;rios de cada uma das unidades org&amp;acirc;nicas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Habilitar o presidente a decidir sobre os acordos de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o que o instituto ou quaisquer das suas unidades org&amp;acirc;nicas pretendam celebrar com terceiros;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Emitir parecer sobre os assuntos que lhe sejam presentes pelo presidente.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 25.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conselho administrativo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Integram o conselho administrativo do instituto:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O presidente;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) O vice-presidentes;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O administrador, que servir&amp;aacute; de secret&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Compete ao conselho administrativo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Promover a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos planos financeiros anuais e plurianuais, de acordo com os planos de actividade a que se refere a al&amp;iacute;nea a) do n.&amp;ordm; 2 do artigo 24.&amp;ordm;;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Promover a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projectos de or&amp;ccedil;amento, bem como a sua afecta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, logo que aprovada, &amp;agrave;s unidades org&amp;acirc;nicas e aos servi&amp;ccedil;os do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Requisitar &amp;agrave; competente delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral da Contabilidade P&amp;uacute;blica as import&amp;acirc;ncias das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es inscritas no Or&amp;ccedil;amento do Estado a favor do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Promover a arrecada&amp;ccedil;&amp;atilde;o de receitas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Deliberar sobre as aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de bens e servi&amp;ccedil;os indispens&amp;aacute;veis ao funcionamento do instituto e promover essas aquisi&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Verificar a legalidade das despesas e autorizar a sua realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e pagamento;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Superintender na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual da conta de ger&amp;ecirc;ncia e submet&amp;ecirc;-la a julgamento do Tribunal de Contas no prazo legalmente estabelecido;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Autorizar os actos de administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativos ao patrim&amp;oacute;nio do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;i) Promover a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a permanente actualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do invent&amp;aacute;rio e do cadastro dos bens m&amp;oacute;veis e im&amp;oacute;veis do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;j) Pronunciar-se sobre qualquer assunto, no &amp;acirc;mbito da sua compet&amp;ecirc;ncia, que lhe seja apresentado pelo presidente;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;k) Proceder &amp;agrave; verifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o regular dos fundos em cofre e em dep&amp;oacute;sito.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;CAP&amp;Iacute;TULO III &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Escolas superiores&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;SEC&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O I&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 26.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;Atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As escolas superiores prosseguem os objectivos definidos nos n&amp;uacute;meros 2 e 4 do artigo 11.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 46/86, de 14 de Outubro.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 27.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Autonomia administrativa e financeira&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - A autonomia administrativa das escolas envolve a capacidade de:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Dispor de or&amp;ccedil;amento anual;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Propor o recrutamento do pessoal n&amp;atilde;o docente necess&amp;aacute;rio &amp;agrave; prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus objectivos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Atribuir responsabilidades e tarefas ao pessoal da unidade ou escola e proceder &amp;agrave; sua distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos servi&amp;ccedil;os, de acordo com as normas gerais aplicadas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Assegurar a gest&amp;atilde;o e disciplina daquele pessoal, sem preju&amp;iacute;zo da compet&amp;ecirc;ncia pr&amp;oacute;pria dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os do instituto nesta mat&amp;eacute;ria;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Promover a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos actos tendentes &amp;agrave; aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens e servi&amp;ccedil;os;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Autorizar despesas, nos termos legais, dentro dos limites previstos no n.&amp;ordm; 4 do artigo 40.&amp;ordm;;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Recrutar o pessoal docente necess&amp;aacute;rio &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas actividades, sem preju&amp;iacute;zo do disposto no n.&amp;ordm; 2 do artigo 8.&amp;ordm;.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - No uso da autonomia administrativa e financeira, as escolas podem dispor de receitas r&amp;oacute;prias, provenientes do exerc&amp;iacute;cio das suas actividades, e aplic&amp;aacute;-las na satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas despesas, atrav&amp;eacute;s de or&amp;ccedil;amentos privativos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;SEC&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O II&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Oacute;rg&amp;atilde;os e servi&amp;ccedil;os&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 28.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Oacute;rg&amp;atilde;os das escolas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - S&amp;atilde;o &amp;oacute;rg&amp;atilde;os das escolas:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O director ou o conselho directivo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) O conselho cient&amp;iacute;fico e o conselho pedag&amp;oacute;gico ou o conselho pedag&amp;oacute;gico-c&amp;iacute;ent&amp;iacute;fico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O conselho consultivo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) O conselho administrativo.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - As escolas podem dispor ainda de outros &amp;oacute;rg&amp;atilde;os que venham a ser fixados pelos respectivos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 29.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Compet&amp;ecirc;ncias do director ou do conselho directivo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Ao director ou ao conselho directivo compete dirigir, orientar e coordenar as actividades e servi&amp;ccedil;os da escola, de modo a imprimir-lhes unidade, continuidade e efici&amp;ecirc;ncia, cabendo-lhe, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Promover o desenvolvimento das actividades cient&amp;iacute;ficas e pedag&amp;oacute;gicas da escola;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Aprovar normas regulamentadoras do bom funcionamento da escola;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Assegurar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos programas de actividade da escola e fazer a sua aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o no conselho geral do instituto;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Elaborar relat&amp;oacute;rios de execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o desses programas;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Zelar pelo cumprimento das leis;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Submeter ao presidente do instituto todas as quest&amp;otilde;es que care&amp;ccedil;am de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 30.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Director e conselho directivo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O director &amp;eacute; coadjuvado por um ou dois subdirectores, um dos quais o substitui nas suas faltas e impedimentos, podendo neles delegar parte das suas compet&amp;ecirc;ncias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - O conselho directivo &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do pelo presidente e por dois vice-presidentes, por um representante dos estudantes e por um representante do pessoal n&amp;atilde;o docente, todos eleitos de acordo com o processo a fixar nos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Ao presidente do conselho directivo cabe a representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escola superior, bem como a superintend&amp;ecirc;ncia na direc&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na gest&amp;atilde;o das actividades e dos servi&amp;ccedil;os.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 31.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do director ou do conselho directivo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O director, bem como o presidente e os vice-presidentes do conselho directivo, s&amp;atilde;o eleitos de entre os professores em servi&amp;ccedil;o na escola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - S&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m eleg&amp;iacute;veis as individualidades de reconhecido m&amp;eacute;rito e experi&amp;ecirc;ncia profissional que a&amp;iacute; exercem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es correspondentes &amp;agrave; categoria referida no n&amp;uacute;mero anterior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - O processo eleitoral &amp;eacute; regulamentado no estatuto do instituto e nele participam todos os corpos da escola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - Para efeitos do disposto no n.&amp;ordm; 2 do artigo 30.&amp;ordm;, os representantes dos docentes, discentes e trabalhadores n&amp;atilde;o docentes s&amp;atilde;o eleitos pelos corpos que representam.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5 - O mandato do director &amp;eacute; de tr&amp;ecirc;s anos, podendo ser renovado at&amp;eacute; ao m&amp;aacute;ximo de dois mandatos consecutivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6 - O mandato do presidente do conselho directivo &amp;eacute; de tr&amp;ecirc;s anos, podendo ser renovado at&amp;eacute; ao m&amp;aacute;ximo de dois mandatos consecutivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 32.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do director e dos subdirectores&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O director eleito &amp;eacute; nomeado, em regime de comiss&amp;atilde;o servi&amp;ccedil;o, pelo presidente do instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Os subdirectores s&amp;atilde;o nomeados, de entre os professores em servi&amp;ccedil;o na escola, em regime de comiss&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o, pelo presidente do instituto, mediante proposta do director.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - A comiss&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o dos subdirectores cessa com a tomada de posse do novo director.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 33.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Exerclcio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de director e dos subdirectores&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de director e de um subdirector, bem como dos membros docentes do conselho directivo, s&amp;atilde;o exercidas em regime de dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exclusiva, podendo eles, por sua livre iniciativa, prestar tamb&amp;eacute;m servi&amp;ccedil;o docente na respectiva escola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 34.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Do secret&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Para coadjuvar o presidente do conselho directivo, em mat&amp;eacute;ria de ordem predominantemente administrativa ou financeira, as escolas superiores disp&amp;otilde;em de um secret&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 35.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conselho cient&amp;iacute;fico&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Integram o conselho cient&amp;iacute;fico:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O director ou o presidente do conselho directivo da escola;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os professores em servi&amp;ccedil;o na escola.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Sob proposta do director ou do presidente do conselho directivo da escola, aprovada pelo conselho cient&amp;iacute;fico, podem ainda ser designados para integrar o conselho, por coopta&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Professores de outros estabelecimentos de ensino superior;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Investigadores;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Outras individualidades de reconhecida compet&amp;ecirc;ncia em &amp;aacute;reas do dom&amp;iacute;nio de actividades da escola.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Podem ser convidados a participar no conselho cient&amp;iacute;fico outros docentes cujas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es na escola o justifiquem.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - O presidente do conselho cient&amp;iacute;fico ser&amp;aacute; eleito de entre os seus membros, nos termos e por per&amp;iacute;odo a definir pelo estatuto de cada instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 36.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Compet&amp;ecirc;ncia do conselho cient&amp;iacute;fico&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Sem preju&amp;iacute;zo do que vier a ser estabelecido no estatuto de cada instituto, compete, ao conselho cient&amp;iacute;fico:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Exercer as compet&amp;ecirc;ncias que lhe s&amp;atilde;o cometidas pelo estatuto da carreira docente superior polit&amp;eacute;cnica;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Aprovar a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o anual do servi&amp;ccedil;o docente;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Aprovar os regulamentos de frequ&amp;ecirc;ncia, avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ano e preced&amp;ecirc;ncias, no quadro da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Decidir sobre equival&amp;ecirc;ncias e reconhecimentos de graus, diplomas, cursos e componentes de cursos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Dar parecer sobre a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de equipamento cient&amp;iacute;fico e bibliogr&amp;aacute;fico.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Compete ainda ao conselho cient&amp;iacute;fico, ouvido o conselho consultivo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Elaborar as propostas de planos de estudos para cada curso a funcionar na escola e de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos n&amp;uacute;meros m&amp;aacute;ximos de matriculas anuais;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Definir as linhas orientadoras das pol&amp;iacute;ticas a prosseguir pela escola nos dom&amp;iacute;nios do ensino, da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, da extens&amp;atilde;o cultural e da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os &amp;agrave; comunidade.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Para efeitos de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e concursos de docentes, s&amp;oacute; ter&amp;atilde;o direito a voto os docentes do conselho cient&amp;iacute;fico de categoria igual ou superior aos candidatos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 37.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conselho pedag&amp;oacute;gico&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O conselho pedag&amp;oacute;gico &amp;eacute; constitu&amp;iacute;do por representantes dos professores, assistentes e estudantes, eleitos pelos respectivos corpos, nos termos do estatuto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - O conselho pedag&amp;oacute;gico &amp;eacute; presidido por um professor-coordenador ou adjunto, a escolher de entre os professores eleitos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Compete ao conselho pedag&amp;oacute;gico:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Fazer propostas e dar parecer sobre orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica e m&amp;eacute;todo de ensino;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Propor a aquisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de material did&amp;aacute;ctico e bibliogr&amp;aacute;fico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Organizar, em colabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com os restantes &amp;oacute;rg&amp;atilde;os, confer&amp;ecirc;ncias, semin&amp;aacute;rios e outras actividades de interesse pedag&amp;oacute;gico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Fazer propostas relativas ao funcionamento da biblioteca e centros de recursos educativos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Dar parecer sobre regulamentos de frequ&amp;ecirc;ncia, avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ano e preced&amp;ecirc;ncias;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Promover ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Coordenar a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho pedag&amp;oacute;gico dos docentes;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Promover a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas experi&amp;ecirc;ncias pedag&amp;oacute;gicas e propor ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es tendentes &amp;agrave; melhoria do ensino.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 38.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conselho pedag&amp;oacute;gico-cientifico&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Quando nos estatutos se encontrar prevista &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia de um conselho pedag&amp;oacute;gico-cient&amp;iacute;fico, tem de ser definida a sua constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, adaptando-se, com as necess&amp;aacute;rias altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o disposto nos artigos 35.&amp;ordm; e 37.&amp;ordm;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - No caso a que se refere o n&amp;uacute;mero anterior quando o conselho pedag&amp;oacute;gico-cient&amp;iacute;fico deliberar sobre as mat&amp;eacute;rias referidas no artigo 36.&amp;ordm;, apenas poder&amp;atilde;o estar presentes as individualidades enumeradas no artigo 35.&amp;ordm;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 39.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Compet&amp;ecirc;ncia do conselho consultivo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Compete ao conselho consultivo emitir parecer sobre:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Os planos de actividade a que se refere a al&amp;iacute;nea a) do n.&amp;ordm; 2 do artigo 24.&amp;ordm;;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) A pertin&amp;ecirc;ncia e a validade dos cursos existentes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Os projectos de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos cursos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) A fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo de matr&amp;iacute;culas de cada curso;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) A organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos planos de estudo, quando para tal solicitado pelo director da escola;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) A realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na escola, de cursos de aperfei&amp;ccedil;oamento, de actualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de reciclagem.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Compete ao conselho consultivo fomentar o estabelecimento de la&amp;ccedil;os de coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a escola e as autarquias, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais, empresariais, culturais e outras, de &amp;acirc;mbito regional, relacionadas com as suas actividades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - A composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho consultivo e a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu mandato ser&amp;atilde;o, relativamente a cada escola, fixadas no estatuto do respectivo instituto.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 40.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conselho administrativo&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O conselho administrativo &amp;eacute; o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de gest&amp;atilde;o administrativa da escola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Integram o conselho administrativo:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O director ou o presidente do conselho directivo,;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Um subdirector ou um vice-presidente do conselho directivo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O secret&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Nos casos previstos no n.&amp;ordm; 2 do artigo 8.&amp;ordm;, compete ao conselho administrativo do instituto superior desempenhar as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es do conselho administrativo da escola.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - Compete &amp;agrave;s escolas autorizar e efectuar directamente o pagamento das suas despesas, mediante fundos requisitados, atrav&amp;eacute;s do instituto, em conta das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es comuns atribu&amp;iacute;das no Or&amp;ccedil;amento do Estado &amp;agrave;s referidas escolas e at&amp;eacute; ao limite das verbas do or&amp;ccedil;amento privativo de cada uma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;SEC&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O III&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Escolas superiores n&amp;atilde;o integradas em institutos polit&amp;eacute;cnicos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 41.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Escolas n&amp;atilde;o integradas&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - As escolas superiores n&amp;atilde;o integradas em institutos polit&amp;eacute;cnicos gozam de autonomia cient&amp;iacute;fica, pedag&amp;oacute;gica, administrativa e financeira.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Aos directores ou aos presidentes dos conselhos directivos e aos secret&amp;aacute;rios destas escolas s&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;das, com as necess&amp;aacute;rias adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, as compet&amp;ecirc;ncias do presidente e administrador dos institutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 42.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Estatutos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As escolas superiores n&amp;atilde;o integradas podem elaborar a respectiva proposta de estatutos, sendo-lhes aplic&amp;aacute;vel, com as necess&amp;aacute;rias altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, o disposto para os institutos polit&amp;eacute;cnicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;CAP&amp;Iacute;TULO IV&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; &lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es finais e transit&amp;oacute;rias&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 43.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Regime de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os directivos e as comiss&amp;otilde;es instaladoras dos estabelecimentos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico mant&amp;ecirc;m-se em funcionamento at&amp;eacute; &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Com a entrada em vigor dos estatutos dos institutos superiores polit&amp;eacute;cnicas cessam automaticamente os regimes de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Os regimes de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o das escolas superiores integradas ou n&amp;atilde;o nos institutos cessam com a entrada em funcionamento dos respectivos directores ou conselhos directivos e cient&amp;iacute;ficos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - Os processos eleitorais para os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os directivos definitivos s&amp;atilde;o assegurados pelas comiss&amp;otilde;es instaladoras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5 - As escolas superiores que n&amp;atilde;o se encontrem em regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o mant&amp;ecirc;m os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os directivos, bem como o regime eleitoral em vigor, at&amp;eacute; &amp;agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos do instituto polit&amp;eacute;cnico onde est&amp;atilde;o inseridos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6 - O regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel aos institutos polit&amp;eacute;cnicos cessar&amp;aacute; quando pelo menos duas das suas escolas integradas que leccionem &amp;aacute;reas cient&amp;iacute;ficas &amp;agrave;s quais tenha sido reconhecido o grau de bacharelato preencham os requisitos previstos nas al&amp;iacute;neas b) e c) do n&amp;uacute;mero seguinte.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;7 - O regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel &amp;agrave;s escolas superiores cessar&amp;aacute; quando, cumulativamente, se verificarem as seguintes condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Estiverem integradas num instituto polit&amp;eacute;cnico com estatutos aprovados e homologados, salvo o previsto nos artigos 41.&amp;ordm; e 42.&amp;ordm;;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Funcionarem h&amp;aacute; tantos anos quantos os do curso mais longo, mais dois, desenvolvendo actividades no campo do ensino e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O seu corpo docente for constitu&amp;iacute;do por um m&amp;iacute;nimo de vinte e cinco docentes, tr&amp;ecirc;s dos quais professores-coordenadores.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 44.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o do projecto de estatutos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os estabelecimentos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico que preencham os requisitos do n.&amp;ordm; 6 do artigo anterior, sem preju&amp;iacute;zo do disposto no n.&amp;ordm; 5 do mesmo artigo, apresentar&amp;atilde;o ao Governo, no prazo de 180 dias, os respectivos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Cada estatuto deve ser acompanhado de um projecto de quadro de pessoal docente e n&amp;atilde;o docente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 45.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos compete a uma assembleia expressamente convocada com esse fim e com a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O presidente da comiss&amp;atilde;o instaladora do instituto superior polit&amp;eacute;cnico;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Por cada escola:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;I) O presidente da comiss&amp;atilde;o instaladora ou, nas escolas em regime normal, o director ou o presidente do conselho directivo;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;ll) Tr&amp;ecirc;s professores;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;lll) Dois assistentes;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;IV) Tr&amp;ecirc;s estudantes;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;V) Um funcion&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o docente;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O presidente da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudantes do instituto superior polit&amp;eacute;cnico.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Os membros referidos nos pontos II), III), IV) e V) da alinea b) s&amp;atilde;o eleitos pelos seus pares.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos carece de maioria absoluta de votos dos membros da assembleia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 46.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Revis&amp;atilde;o e altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os estatutos podem ser revistos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Quatro anos ap&amp;oacute;s a data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou da respectiva revis&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Em qualquer momento, por proposta de dois ter&amp;ccedil;os dos membros do conselho geral.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Compete ao conselho geral convocar uma assembleia de representantes com a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista no artigo 45.&amp;ordm; para a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o das propostas de revis&amp;atilde;o dos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 47.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Regime disciplinar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O regime disciplinar aplic&amp;aacute;vel aos estudantes deve ser definido por lei, sob proposta do conselho coordenador, ap&amp;oacute;s audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s estruturas respectivas dos estudantes e nos mesmos termos do previsto no n.&amp;ordm; 2 do artigo 9.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 108/88, de 24 de Setembro, com vista &amp;agrave; elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma proposta de regime disciplinar &amp;uacute;nico para o ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Os estatutos definir&amp;atilde;o as compet&amp;ecirc;ncias para o exerc&amp;iacute;cio da ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o disciplinar e para a decis&amp;atilde;o sobre os respectivos processos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 48.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos institutos&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Para efeitos do disposto no artigo 49.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 46/86, de 14 de Outubro (Lei de Bases do Sistema Educativo), e tendo em conta o disposto na presente lei, o Governo deve apresentar &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica uma proposta de lei sobre o regime de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e acompanhamento da actividade dos institutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Nos termos do n&amp;uacute;mero anterior, deve ser expressamente criado um regime de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior polit&amp;eacute;cnico que se encontram em regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por forma que sejam alcan&amp;ccedil;ados os objectivos previstos na presente lei, nomeadamente a passagem para o regime normal nos prazos previstos para o regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 49.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Regime de funcionamento do conselho coordenador&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - A representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o global e a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o das actividades dos institutos superiores polit&amp;eacute;cnicos, sem preju&amp;iacute;zo das atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cada um deles, s&amp;atilde;o asseguradas pelo conselho coordenador.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - O conselho coordenador &amp;eacute; criado por decreto-lei, ouvidos os institutos superiores polit&amp;eacute;cnicos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 50.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Relat&amp;oacute;rio anual&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - Os institutos elaborar&amp;atilde;o um relat&amp;oacute;rio anual circunstanciado das respectivas actividades, do qual devem constar, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A refer&amp;ecirc;ncia aos planos de desenvolvimento e &amp;agrave; sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) A an&amp;aacute;lise de ger&amp;ecirc;ncia administrativa e financeira;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) A indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos objectivos prosseguidos pela ger&amp;ecirc;ncia e da medida em que foram alcan&amp;ccedil;ados;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) A inventaria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos fundos dispon&amp;iacute;veis e a refer&amp;ecirc;ncia ao modo como foram utilizados;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) A descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos movimentos de pessoal docente e n&amp;atilde;o docente;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Os elementos referentes &amp;agrave; admiss&amp;atilde;o, frequ&amp;ecirc;ncia e sucesso escolares.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Ao relat&amp;oacute;rio a que se refere o presente artigo deve ser assegurada a devida publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 51.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Acirc;mbito de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1 - O presente diploma aplica-se exclusivamente aos estabelecimentos p&amp;uacute;blicos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico dependentes do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem preju&amp;iacute;zo do disposto nos n&amp;uacute;meros seguintes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - A aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do disposto no presente diploma nas Regi&amp;otilde;es Aut&amp;oacute;nomas dos A&amp;ccedil;ores e da Madeira n&amp;atilde;o prejudica as compet&amp;ecirc;ncias cometidas aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo pr&amp;oacute;prios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos estabelecimentos p&amp;uacute;blicos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico dependentes de outros minist&amp;eacute;rios, o Governo definir&amp;aacute;, por decreto-lei, o regime que lhes ser&amp;aacute; aplic&amp;aacute;vel, observando o disposto no presente diploma.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aprovada em 13 de Julho de 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Presidente da Assembl&amp;eacute;ia da Rep&amp;uacute;blica, &lt;em&gt;V&amp;iacute;tor Pereira Crespo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Promulgada em 10 de Agosto de 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Publique-se.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Presidente da Rep&amp;uacute;blica, M&amp;Aacute;RIO SOARES.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Referendada em 14 de Agosto de 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pelo Primeiro-Ministro, &lt;em&gt;Joaquim Fernando Nogueira&lt;/em&gt;, Ministro da Presid&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 08 Oct 2004 10:34:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/lei-n%C2%BA-54-90-de-5-de-setembro</guid></item><item><title>Lei nº 108/88, de 24 de Setembro</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/lei-n%C2%BA-108-88-de-24-de-setembro</link><description>&lt;p align="justify"&gt;A Assembleia da Rep&amp;uacute;blica decreta, nos termos dos artigos 164.&amp;ordm;, al&amp;iacute;nea d), 167.&amp;ordm;, al&amp;iacute;nea e), e 169.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 2, da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 1.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Miss&amp;atilde;o da universidade&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. As universidades s&amp;atilde;o centros de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, transmiss&amp;atilde;o e difus&amp;atilde;o da cultura, da ci&amp;ecirc;ncia e da tecnologia, que, atrav&amp;eacute;s da articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do estudo, da doc&amp;ecirc;ncia e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, se integram na vida da sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. S&amp;atilde;o fins das universidades:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o humana, cultural, cient&amp;iacute;fica e t&amp;eacute;cnica;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) A realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o fundamental e aplicada;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) A presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os &amp;agrave; comunidade, numa perspectiva de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o rec&amp;iacute;proca;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) O interc&amp;acirc;mbio cultural, cient&amp;iacute;fico e t&amp;eacute;cnico com institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es cong&amp;eacute;neres nacionais e estrangeiras;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) A contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no seu &amp;acirc;mbito de actividade, para a coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o internacional e para a aproxima&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os povos, com especial destaque para os pa&amp;iacute;ses de express&amp;atilde;o oficial portuguesa e os pa&amp;iacute;ses europeus.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. &amp;Agrave;s universidades compete a concess&amp;atilde;o de graus e t&amp;iacute;tulos acad&amp;eacute;micos e honor&amp;iacute;ficos, de outros certificados e diplomas, bem como a concess&amp;atilde;o de equival&amp;ecirc;ncia e o reconhecimento de graus e habilita&amp;ccedil;&amp;otilde;es acad&amp;eacute;micos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 2.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Democraticidade e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As universidades devem garantir a liberdade de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, cultural e tecnol&amp;oacute;gica, assegurar a pluralidade e livre express&amp;atilde;o de orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e opini&amp;otilde;es, promover a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os corpos universit&amp;aacute;rios na vida acad&amp;eacute;mica comum e assegurar m&amp;eacute;todos de gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 3.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Natureza jur&amp;iacute;dica da universidade&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. As universidades s&amp;atilde;o pessoas colectivas de direito p&amp;uacute;blico e gozam de autonomia estatut&amp;aacute;ria, cient&amp;iacute;fica, pedag&amp;oacute;gica, administrativa, financeira e disciplinar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. A cada universidade &amp;eacute; reconhecido o direito de elaborar os seus estatutos, com observ&amp;acirc;ncia do disposto na presente lei e demais legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. Os estatutos referidos no n&amp;uacute;mero anterior s&amp;atilde;o homologados, no prazo de 60 dias, por despacho do membro do Governo com tutela sobre o sector da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e publicados no &lt;em&gt;Di&amp;aacute;rio da Rep&amp;uacute;blica&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. A recusa da homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos s&amp;oacute; pode fundar-se na inobserv&amp;acirc;ncia da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou das leis, ou na inconformidade do processo da sua elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o disposto na presente lei.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5. Decorrido o prazo previsto no n.&amp;ordm; 3, o reitor, ouvido o senado universit&amp;aacute;rio, manda publicar os estatutos no &lt;em&gt;Di&amp;aacute;rio da Rep&amp;uacute;blica&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6. As unidades org&amp;acirc;nicas gozam tamb&amp;eacute;m de autonomia cient&amp;iacute;fica, pedag&amp;oacute;gica, administrativa e financeira, nos termos dos estatutos da respectiva universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;7. Aos estabelecimentos de ensino superior universit&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o integrados em universidades aplicam-se os princ&amp;iacute;pios e as regras de autonomia consagrados na presente lei e relativos &amp;agrave;s faculdades e estabelecimentos equivalentes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;8. Os estatutos dos estabelecimentos referidos no n&amp;uacute;mero anterior carecem de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o ministerial, devendo adaptar &amp;agrave;s suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas as normas gerais definidas na presente lei, nomeadamente as relativas aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo da universidade e as que dizem respeito &amp;agrave; concess&amp;atilde;o de t&amp;iacute;tulos e graus.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 4.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Enquadramento institucional&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. As universidades devem colaborar na formula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelo Estado, das pol&amp;iacute;ticas nacionais de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ci&amp;ecirc;ncia e cultura, pronunciando-se, designadamente atrav&amp;eacute;s do Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas, sobre os projectos legislativos que lhes digam directamente respeito.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. O Conselho de Reitores das Universidades Portuguesas assegura a coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o global das universidades, sem preju&amp;iacute;zo da autonomia de cada uma delas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. As universidades ou as unidades org&amp;acirc;nicas podem associar-se para uma melhor prossecu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas actividades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. As universidades s&amp;atilde;o ouvidas no processo de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo Estado de novas universidades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 5.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Reserva de estatuto&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Os estatutos da universidade devem conter as normas fundamentais da sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o interna, nos planos cient&amp;iacute;fico, pedag&amp;oacute;gico, financeiro e administrativo, bem como o regime das autonomias das respectivas unidades org&amp;acirc;nicas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Al&amp;eacute;m das faculdades e estabelecimentos equiparados, os estatutos devem definir as restantes unidades org&amp;acirc;nicas da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 6.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Autonomia cient&amp;iacute;fica&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. A autonomia cient&amp;iacute;fica confere &amp;agrave;s universidades a capacidade de livremente definir, programar e executar a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e demais actividades cient&amp;iacute;ficas e culturais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. No &amp;acirc;mbito das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas no n&amp;uacute;mero anterior, bem como no quadro gen&amp;eacute;rico das suas actividades, podem as universidades realizar ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es comuns com outras entidades p&amp;uacute;blicas ou privadas, nacionais ou estrangeiras.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. As ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es e programas levados a cabo em conformidade com os n&amp;uacute;meros antecedentes devem ser compat&amp;iacute;veis com a natureza e os fins da universidade e ter em conta as grandes linhas da pol&amp;iacute;tica nacional, designadamente em mat&amp;eacute;rias de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ci&amp;ecirc;ncia e cultura e rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 7.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Autonomia pedag&amp;oacute;gica&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. No exerc&amp;iacute;cio da autonomia pedag&amp;oacute;gica, e em harmonia com o planeamento das pol&amp;iacute;ticas nacionais de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ci&amp;ecirc;ncia e cultura, as universidades gozam da faculdade de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, suspens&amp;atilde;o e extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cursos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. As universidades t&amp;ecirc;m autonomia na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos planos de estudo e programas das disciplinas, defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos m&amp;eacute;todos de ensino, escolha dos processos de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de conhecimentos e ensaio de novas experi&amp;ecirc;ncias pedag&amp;oacute;gicas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. No uso da autonomia pedag&amp;oacute;gica, devem as universidades assegurar a pluralidade de doutrinas e m&amp;eacute;todos que garanta a liberdade de ensinar e aprender.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. Os problemas espec&amp;iacute;ficos do ensino m&amp;eacute;dico e dos estabelecimentos que o ministram s&amp;atilde;o objecto de legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 8.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Autonomia administrativa e financeira&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. As universidades exercem a autonomia administrativa no quadro da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral aplic&amp;aacute;vel e est&amp;atilde;o dispensadas de visto pr&amp;eacute;vio do Tribunal de Contas, excepto nos casos de recrutamento de pessoal com v&amp;iacute;nculo &amp;agrave; fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. No &amp;acirc;mbito da autonomia financeira, as universidades disp&amp;otilde;em do seu patrim&amp;oacute;nio, sem outras limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es al&amp;eacute;m das estabelecidas por lei, gerem livremente as verbas anuais que lhes s&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;das nos or&amp;ccedil;amentos do Estado, t&amp;ecirc;m a capacidade de transferir verbas entre as diferentes rubricas e cap&amp;iacute;tulos or&amp;ccedil;amentais, elaboram os seus programas plurianuais, t&amp;ecirc;m capacidade para obter receitas pr&amp;oacute;prias a gerir anualmente atrav&amp;eacute;s de or&amp;ccedil;amentos privativos, conforme crit&amp;eacute;rios por si estabelecidos, e podem arrendar directamente edif&amp;iacute;cios indispens&amp;aacute;veis ao seu funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 9.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Autonomia disciplinar&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. As universidades disp&amp;otilde;em do poder de punir, nos termos da lei, as infrac&amp;ccedil;&amp;otilde;es disciplinares praticadas por docentes, investigadores e demais funcion&amp;aacute;rios e agentes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. O regime disciplinar aplic&amp;aacute;vel aos estudantes deve ser definido por lei, sob proposta do Conselho de Reitores, ap&amp;oacute;s audi&amp;ccedil;&amp;atilde;o das estruturas representativas dos estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. Das penas aplicadas ao abrigo da autonomia disciplinar h&amp;aacute; sempre direito de recurso, nos termos da lei.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 10.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Patrim&amp;oacute;nio das universidades&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Constitui patrim&amp;oacute;nio de cada universidade o conjunto dos bens e direitos que pelo Estado ou outras entidades, p&amp;uacute;blicas ou privadas, sejam afectados &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus fins.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. S&amp;atilde;o receitas das universidades:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) As dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhes forem concedidas pelo Estado;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os rendimentos de bens pr&amp;oacute;prios ou de que tenham a frui&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) As receitas provenientes do pagamento de propinas;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) As receitas derivadas da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os e da venda de publica&amp;ccedil;&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Os subs&amp;iacute;dios, subven&amp;ccedil;&amp;otilde;es, comparticipa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, doa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, heran&amp;ccedil;as e legados;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) O produto da venda de bens im&amp;oacute;veis, quando autorizada por lei, bem como de outros bens;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Os juros de contas de dep&amp;oacute;sitos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Os saldos da conta de ger&amp;ecirc;ncia de anos anteriores;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;i) O produto de taxas, emolumentos, multas, penalidades e quaisquer outras receitas que legalmente lhes advenham;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;j) O produto de empr&amp;eacute;stimos contra&amp;iacute;dos.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 11.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Financiamento&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Cabe ao Estado garantir &amp;agrave;s universidades as verbas necess&amp;aacute;rias ao seu funcionamento, nos limites das disponibilidades or&amp;ccedil;amentais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. &amp;Agrave;s universidades &amp;eacute; reconhecido o direito de serem ouvidas na defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos crit&amp;eacute;rios de fixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es a conceder pelo Estado, designadamente no tocante aos planos de investimento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. As universidades elaboram e prop&amp;otilde;em os respectivos or&amp;ccedil;amentos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. A reparti&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelas diferentes institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es universit&amp;aacute;rias da dota&amp;ccedil;&amp;atilde;o global que em cada ano o Estado fixar para o ensino universit&amp;aacute;rio deve atender ao planeamento global aprovado para o ensino superior e &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o objectiva de cada universidade, aferida por crit&amp;eacute;rios objectivos fixados em legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o especial e que contemplem, designadamente, os tipos de cursos professados, o n&amp;uacute;mero de alunos, a natureza das actividades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a fase de desenvolvimento das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e os encargos das instala&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5. As receitas pr&amp;oacute;prias s&amp;atilde;o afectadas &amp;agrave; universidade e &amp;agrave;s suas unidades org&amp;acirc;nicas em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos interesses gerais da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de acordo com os respectivos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6. As universidades podem elaborar, no decurso de cada ano econ&amp;oacute;mico, os or&amp;ccedil;amentos suplementares destinados a refor&amp;ccedil;ar verbas inscritas no or&amp;ccedil;amento privativo ou a alterar rubricas desse or&amp;ccedil;amento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 12.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es fiscais&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As universidades e as suas unidades org&amp;acirc;nicas est&amp;atilde;o isentas, nos termos que a lei prescreve, de impostos, taxas, custas, emolumentos e selos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 13.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de contas&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;As universidades apresentam as suas contas a exame e julgamento do Tribunal de Contas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 14.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Relat&amp;oacute;rio anual&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. As universidades, bem como as respectivas unidades org&amp;acirc;nicas, devem elaborar obrigatoriamente um relat&amp;oacute;rio anual circunstanciado das respectivas actividades, do qual devem constar, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Refer&amp;ecirc;ncia aos planos de desenvolvimento e &amp;agrave; sua execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) An&amp;aacute;lise de ger&amp;ecirc;ncia administrativa e financeira;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos objectivos prosseguidos pela ger&amp;ecirc;ncia e da medida em que foram alcan&amp;ccedil;ados;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Inventaria&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos fundos dispon&amp;iacute;veis e refer&amp;ecirc;ncia ao modo como foram utilizados;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos movimentos de pessoal docente e n&amp;atilde;o docente;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Elementos sobre a admiss&amp;atilde;o, a frequ&amp;ecirc;ncia e o sucesso escolares.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Aos relat&amp;oacute;rios a que se refere o presente artigo deve ser assegurada a devida publicidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 15.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Meios necess&amp;aacute;rios ao exerc&amp;iacute;cio da autonomia&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Cada universidade deve dispor dos meios humanos e t&amp;eacute;cnicos necess&amp;aacute;rios ao exerc&amp;iacute;cio da autonomia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Cabe &amp;agrave;s universidades o recrutamento e promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus docentes e investigadores, bem como do restante pessoal, nos termos da lei.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. Para al&amp;eacute;m do pessoal referido no estatuto das carreiras docente universit&amp;aacute;ria e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nos quadros anexos &amp;agrave;s respectivas leis org&amp;acirc;nicas, as universidades podem contratar, em termos a definir por lei e nos respectivos estatutos, individualidades nacionais e estrangeiras para o exerc&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es docentes ou de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, bem como outro pessoal para o desempenho de actividades necess&amp;aacute;rias ao seu funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. As contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es a que se refere o n&amp;uacute;mero anterior n&amp;atilde;o conferem, em caso algum, a qualidade de funcion&amp;aacute;rio p&amp;uacute;blico ou de agente administrativo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5. As universidades e as unidades org&amp;acirc;nicas dotadas de autonomia podem alterar os respectivos quadros de pessoal, desde que tal altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o se traduza em aumento dos valores totais globais.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6. Os quadros de pessoal s&amp;atilde;o periodicamente revistos e carecem de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o governamental, desde que impliquem aumento dos quantitativos globais&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 16.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Oacute;rg&amp;atilde;os de governo das universidades&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. O governo das universidades &amp;eacute; exercido pelos seguintes &amp;oacute;rg&amp;atilde;os:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A assembleia da universidade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) O reitor;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O senado universit&amp;aacute;rio;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) O conselho administrativo.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Os estatutos das universidades podem prever a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os que repartam as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es do senado universit&amp;aacute;rio e do conselho administrativo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. Ao senado universit&amp;aacute;rio e aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os que, nos termos do n&amp;uacute;mero anterior, repartam as suas compet&amp;ecirc;ncias podem ser agregadas, em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es a definir pelos estatutos, individualidades de sectores da sociedade relacionadas com a universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. Os estatutos das universidades e das respectivas unidades org&amp;acirc;nicas podem prever a exist&amp;ecirc;ncia de um conselho consultivo ou equivalente que assegure uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente com a comunidade, definindo a respectiva composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e compet&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 17.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da assembleia da universidade&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. A composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da assembleia da universidade &amp;eacute; definida pelos respectivos estatutos, nos limites do disposto nos n&amp;uacute;meros seguintes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. A representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos diferentes corpos na assembleia da universidade deve respeitar os seguintes crit&amp;eacute;rios:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dos professores, dos restantes docentes, dos investigadores, dos estudantes e dos funcion&amp;aacute;rios;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Paridade entre os docentes e os estudantes eleitos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Equil&amp;iacute;brio na representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das unidades org&amp;acirc;nicas, independentemente da sua dimens&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. S&amp;atilde;o membros da assembleia, por iner&amp;ecirc;ncia:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O reitor;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os vice-reitores;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Os pr&amp;oacute;-reitores, caso existam;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) As individualidades que presidirem aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o das unidades org&amp;acirc;nicas definidas pelos estatutos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) As individualidades que presidirem aos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo de outros estabelecimentos integrados;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) O presidente de cada associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudantes ou, nas universidades em que haja apenas uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um representante desta por cada unidade org&amp;acirc;nica;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) O administrador ou funcion&amp;aacute;rio administrativo de categoria mais elevada;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) O vice-presidente dos servi&amp;ccedil;os sociais.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 18.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Compet&amp;ecirc;ncias da assembleia da universidade&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Compete, designadamente, &amp;agrave; assembleia da universidade:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Discutir e aprovar, por maioria absoluta dos votos expressos, os estatutos da universidade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Aprovar, por maioria de dois ter&amp;ccedil;os dos votos expressos, as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos estatutos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Eleger o reitor, dar-lhe posse e decidir sobre a sua destitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 19.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Reitor&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. O reitor &amp;eacute; eleito pela assembleia da universidade, em escrut&amp;iacute;nio secreto, de entre os professores catedr&amp;aacute;ticos de nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o definitiva, nos termos estabelecidos pelos estatutos de cada universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. O reitor cessante comunica, no prazo de cinco dias, o resultado do acto eleitoral ao membro do Governo com tutela sobre o sector da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que procede &amp;agrave; nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do reitor eleito no prazo m&amp;aacute;ximo de 30 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. O Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;oacute; pode recusar a nomea&amp;ccedil;&amp;atilde;o do reitor com base em v&amp;iacute;cio de forma do processo eleitoral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. O reitor toma posse perante a universidade, de acordo com as formalidades previstas nos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5. O reitor &amp;eacute; coadjuvado por vice-reitores e pr&amp;oacute;-reitores por ele escolhidos nos termos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o vigente e dos estatutos da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;6. Os vice-reitores s&amp;atilde;o nomeados pelo reitor.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;7. Os vice-reitores podem ser exonerados a todo o tempo pelo reitor e cessam automaticamente fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a cessa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mandato do mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;8. O mandato do reitor e dos vice-reitores tem a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quatro anos, podendo ser renovado nos termos dos estatutos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 20.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Compet&amp;ecirc;ncia do reitor&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. O reitor representa e dirige a universidade, incumbindo-lhe, designadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Propor ao senado as linhas gerais de orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vida universit&amp;aacute;ria;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Homologar a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e empossar os membros dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o das faculdades ou unidades org&amp;acirc;nicas que constituem a universidade, s&amp;oacute; o podendo recusar com base em v&amp;iacute;cio de forma do processo eleitoral;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Presidir, com voto de qualidade, ao senado e demais &amp;oacute;rg&amp;atilde;os colegiais da universidade e assegurar o cumprimento das delibera&amp;ccedil;&amp;otilde;es por eles tomadas;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Velar pela observ&amp;acirc;ncia das leis e dos regulamentos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Superintender na gest&amp;atilde;o acad&amp;eacute;mica, administrativa e financeira, mormente no que respeita a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e provimento do pessoal, a j&amp;uacute;ris de provas acad&amp;eacute;micas, a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reg&amp;ecirc;ncias, remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, abonos, licen&amp;ccedil;as e dispensas de servi&amp;ccedil;o, sem preju&amp;iacute;zo da capacidade de delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nos termos dos estatutos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Comunicar ao membro do Governo com responsabilidade pelo sector da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o todos os dados indispens&amp;aacute;veis ao exerc&amp;iacute;cio da tutela, designadamente os planos de desenvolvimento e relat&amp;oacute;rios de actividade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Definir e orientar o apoio a conceder aos estudantes no quadro dos servi&amp;ccedil;os sociais e das actividades circum-escolares;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Reconhecer, em todas as circunst&amp;acirc;ncias previstas na lei, a urgente conveni&amp;ecirc;ncia de servi&amp;ccedil;o no provimento de pessoal.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Cabem-lhe ainda todas as compet&amp;ecirc;ncias que por lei ou pelos estatutos n&amp;atilde;o sejam atribu&amp;iacute;das a outras entidades da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. De acordo com os estatutos e ouvido o senado, o reitor pode delegar nos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o das unidades org&amp;acirc;nicas as compet&amp;ecirc;ncias que se tornem necess&amp;aacute;rias a uma gest&amp;atilde;o mais eficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 21.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Incapacidade do reitor&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Quando se verifique a incapacidade tempor&amp;aacute;ria prolongada do reitor, assume as suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es o vice-reitor por ele designado.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Caso a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incapacidade se prolongue por mais de 90 dias, o senado deve pronunciar-se acerca da designa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da oportunidade de um novo processo eleitoral.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. Em caso de vagatura, ren&amp;uacute;ncia ou reconhecimento pelo senado da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incapacidade permanente do reitor, deve aquele &amp;oacute;rg&amp;atilde;o determinar a sua substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo professor decano da universidade, que organiza um novo processo eleitoral no prazo m&amp;aacute;ximo de 30 dias.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 22.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Responsabilidade do reitor&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de gravidade para a vida da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a assembleia da universidade, convocada por um ter&amp;ccedil;o dos seus membros, desde que representados elementos dos diferentes corpos, pode deliberar, por maioria de dois ter&amp;ccedil;os dos seus membros efectivos, a suspens&amp;atilde;o do reitor do exerc&amp;iacute;cio das suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e, ap&amp;oacute;s processo legal, a sua destitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. A decis&amp;atilde;o da assembleia de suspender ou destituir o reitor deve ser precedida por igual decis&amp;atilde;o do senado, aprovada por maioria de dois ter&amp;ccedil;os dos seus membros efectivos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 23.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Incompatibilidades&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. O exerc&amp;iacute;cio dos cargos de reitor e de vice-reitor tem lugar em regime de dedica&amp;ccedil;&amp;atilde;o exclusiva.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Os reitores e vice-reitores est&amp;atilde;o dispensados da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o docente, sem preju&amp;iacute;zo de, por sua iniciativa, o poderem prestar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 24.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do senado universit&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. A composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do senado universit&amp;aacute;rio &amp;eacute; definida pelos estatutos de cada universidade, nos limites do disposto nos n&amp;uacute;meros seguintes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. A representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos diferentes corpos no senado universit&amp;aacute;rio deve respeitar os princ&amp;iacute;pios gerais consagrados no artigo 17.&amp;ordm;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. Podem ainda integrar o senado universit&amp;aacute;rio representantes dos interesses culturais, sociais e econ&amp;oacute;micos da comunidade, designados pela forma prevista nos estatutos, em n&amp;uacute;mero n&amp;atilde;o superior a 15% da totalidade dos seus membros.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. O senado pode funcionar em plen&amp;aacute;rio e por sec&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;5. Para efeitos de exerc&amp;iacute;cio do poder disciplinar &amp;eacute; constitu&amp;iacute;da uma sec&amp;ccedil;&amp;atilde;o permanente, integrada por representantes de todos os corpos, nos termos definidos pelo estatuto da universidade.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 25.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Compet&amp;ecirc;ncia do senado&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Compete ao senado universit&amp;aacute;rio:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Aprovar as linhas gerais de orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da universidade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Aprovar os planos de desenvolvimento e apreciar e aprovar o relat&amp;oacute;rio anual das actividades da universidade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Aprovar os projectos or&amp;ccedil;amentais e apreciar as contas;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Aprovar a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, suspens&amp;atilde;o e extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cursos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Aprovar as propostas de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estabelecimentos ou estruturas da universidade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Definir as medidas adequadas ao funcionamento das unidades org&amp;acirc;nicas e servi&amp;ccedil;os da universidade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Pronunciar-se sobre a concess&amp;atilde;o de graus acad&amp;eacute;micos honor&amp;iacute;ficos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Instituir pr&amp;eacute;mios escolares;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;i) Exercer o poder disciplinar, em conformidade com o disposto no artigo 9.&amp;ordm; da presente lei;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;j) Fixar, nos termos da lei, as propinas devidas pelos alunos dos v&amp;aacute;rios cursos ministrados na universidade, assim como as propinas suplementares relativas a inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es, realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o de exames e outros actos de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;os aos alunos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;l) Ocupar-se dos restantes assuntos que lhe forem cometidos por lei, pelos estatutos ou apresentados pelo reitor.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 26.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Conselho administrativo&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. A composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho administrativo &amp;eacute; estabelecida nos estatutos da universidade, sendo obrigat&amp;oacute;ria a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do reitor, de um vice-reitor, do administrador ou do funcion&amp;aacute;rio administrativo de categoria mais elevada e de um representante dos estudantes.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Compete ao conselho administrativo a gest&amp;atilde;o administrativa, patrimonial e financeira da universidade, sendo-lhe aplic&amp;aacute;vel a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor para os organismos p&amp;uacute;blicos dotados de autonomia administrativa e financeira e, bem assim, o disposto na presente lei.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. De acordo com os estatutos e ouvido o senado, o conselho administrativo pode delegar nos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os pr&amp;oacute;prios das faculdades, unidades org&amp;acirc;nicas equivalentes ou outros estabelecimentos as compet&amp;ecirc;ncias consideradas necess&amp;aacute;rias a uma gest&amp;atilde;o mais eficiente.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 27.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o das unidades org&amp;acirc;nicas&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. As actividades dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o das faculdades ou unidades org&amp;acirc;nicas equivalentes devem decorrer com plena transpar&amp;ecirc;ncia e democraticidade, de modo a assegurar a todos os seus membros uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o real nas tomadas de decis&amp;atilde;o e um acompanhamento eficaz da gest&amp;atilde;o, bem como a sua fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Sem preju&amp;iacute;zo do disposto nos estatutos das universidades, os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o das faculdades ou das unidades org&amp;acirc;nicas equivalentes incluem obrigatoriamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) A assembleia de representantes;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) O conselho directivo;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O conselho pedag&amp;oacute;gico e o conselho cient&amp;iacute;fico, ou o conselho pedag&amp;oacute;gico&amp;shy;cient&amp;iacute;fico.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 28.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Tutela&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. O poder da tutela sobre as universidades &amp;eacute; exercido pelo departamento governamental com responsabilidade pelo sector da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tendo em vista, fundamentalmente, a garantia da integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada universidade no sistema educativo e a articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as pol&amp;iacute;ticas nacionais de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ci&amp;ecirc;ncia e cultura.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Compete, designadamente, &amp;agrave; inst&amp;acirc;ncia tutelar:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Homologar os estatutos de cada universidade e as suas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nos termos do disposto na presente lei;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b)Aprovar, tendo em vista a respectiva adequa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; pol&amp;iacute;tica educativa, quando tal se justifique, o n&amp;uacute;mero m&amp;aacute;ximo de matr&amp;iacute;culas anuais, sob proposta das universidades;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Autorizar a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o, integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, modifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estabelecimentos ou unidades org&amp;acirc;nicas das universidades;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Aprovar as propostas de or&amp;ccedil;amento dependentes do Or&amp;ccedil;amento do Estado;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Apreciar os projectos de or&amp;ccedil;amentos plurianuais e de planos de desenvolvimento a m&amp;eacute;dio prazo, bem como o balan&amp;ccedil;o e o relat&amp;oacute;rio de actividades dos anos econ&amp;oacute;micos findos, na perspectiva da atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos meios de financiamento p&amp;uacute;blico;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Autorizar a aliena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de bens im&amp;oacute;veis;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Autorizar o arrendamento, a transfer&amp;ecirc;ncia ou a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o a fim diverso dos im&amp;oacute;veis do Estado que estejam na posse ou usufruto das universidades ou dos seus estabelecimentos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Autorizar a aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de liberalidades sujeitas a modos ou condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que envolvam ac&amp;ccedil;&amp;otilde;es estranhas &amp;agrave;s atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e objectivos dos estabelecimentos universit&amp;aacute;rios;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;i) Conhecer e decidir dos recursos cuja interposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o esteja prevista em disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal expressa.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 29.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Os estatutos de cada universidade s&amp;atilde;o aprovados, nos 180 dias posteriores &amp;agrave; entrada em vigor da presente lei, por uma assembleia que, nas universidades com a estrutura definida pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 781-A/76, de 28 de Outubro, tem a seguinte composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O reitor;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os vice-reitores;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) O administrador ou o funcion&amp;aacute;rio administrativo de categoria mais elevada na universidade;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) O vice presidente dos servi&amp;ccedil;os sociais;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Dois representantes eleitos pelos funcion&amp;aacute;rios da reitoria, dos servi&amp;ccedil;os centrais e dos servi&amp;ccedil;os sociais;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Um representante por cada associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudantes ou, nas universidades em que haja apenas uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um estudante de cada unidade org&amp;acirc;nica, por aquele designado;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Representantes por cada unidade org&amp;acirc;nica nos seguintes termos:&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;I) Os presidentes do conselho directivo e da assembleia de representantes;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;II) Os presidentes dos conselhos cient&amp;iacute;ficos e pedag&amp;oacute;gicos;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;III) Dois doutores eleitos pelos seus pares;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;IV) Tr&amp;ecirc;s docentes ou investigadores n&amp;atilde;o doutorados, eleitos pelos seus pares;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;V) Cinco estudantes, eleitos pelo corpo discente;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;VI) Um funcion&amp;aacute;rio, eleito pelos seus pares.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Nas restantes universidades, a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da assembleia, a aprovar pelo reitor, deve sofrer as modifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es exigidas pela estrutura da institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mantendo-se, no entanto, as propor&amp;ccedil;&amp;otilde;es relativas entre os seus diversos corpos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3. A proposta de estatutos &amp;eacute; elaborada pelo senado universit&amp;aacute;rio ou, nos casos em que n&amp;atilde;o esteja constitu&amp;iacute;do, pelo &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de governo da universidade que desempenhe as respectivas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4. A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos carece de maioria absoluta dos membros da assembleia referida no presente artigo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 30.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Revis&amp;atilde;o e altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Os estatutos da universidade podem ser revistos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Quatro anos ap&amp;oacute;s a data de publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou da respectiva revis&amp;atilde;o;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Em qualquer momento, por decis&amp;atilde;o de dois ter&amp;ccedil;os dos membros da assembleia da universidade em exerc&amp;iacute;cio efectivo de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. As altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos estatutos carecem de aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o por maioria absoluta dos membros da assembleia da universidade em exerc&amp;iacute;cio efectivo de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 31.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. O regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es universit&amp;aacute;rias a criar n&amp;atilde;o pode exceder o prazo de dois anos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. &amp;Agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es universit&amp;aacute;rias em regime de instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais de dois anos &amp;agrave; data da estrada em vigor da presente lei s&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;veis as disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es nela previstas, designadamente quanto a prazos para a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estatutos e elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos respectivos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 32.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das universidades&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Para efeitos do disposto no artigo 49.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 46/86, de 14 de Outubro, e tendo em conta o disposto na presente lei, o Governo deve apresentar na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica uma proposta de lei sobre o regime de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e acompanhamento da actividade das universidades.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 33.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o transit&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;1. Os titulares dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo das universidades em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; data da entrada em vigor da presente lei concluem o mandato para o qual foram eleitos.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2. Os titulares referidos no n&amp;uacute;mero anterior cujo mandato cesse antes da homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos estatutos permanecem em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos novos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de governo das universidades, designados nos termos da presente lei.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 34.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Norma revogat&amp;oacute;ria&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;Eacute; revogada toda a legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o que contrarie o disposto na presente lei, nomeadamente:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) O artigo 54.&amp;ordm; do Regulamento da Junta Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aprovado pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 26&amp;nbsp;611, de 19 de Maio de 1935;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Os artigos 60.&amp;ordm; e 61.&amp;ordm;, ambos do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 781-A/76, de 28 de Outubro;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) A al&amp;iacute;nea h) do artigo 4.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 188/82, de 17 de Maio, bem como todas as demais disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que, relativamente &amp;agrave;s universidades, prescrevem a obrigatoriedade de reposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos saldos das dota&amp;ccedil;&amp;otilde;es atribu&amp;iacute;das no Or&amp;ccedil;amento do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 35.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&amp;Acirc;mbito de aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A presente lei aplica-se exclusivamente &amp;agrave;s universidades p&amp;uacute;blicas.&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 36.&amp;ordm;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Entrada em vigor&lt;/strong&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;A presente lei entra em vigor no dia imediato ao da sua publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Aprovada em 20 de Julho de 1988.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O Presidente da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, &lt;em&gt;V&amp;iacute;tor Pereira Crespo&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Promulgada em 30 de Agosto de 1988.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Publique-se.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O Presidente da Rep&amp;uacute;blica, M&amp;Aacute;RIO SOARES.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Referendada em 7 de Setembro de 1988.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O Primeiro-Ministro, &lt;em&gt;An&amp;iacute;bal Ant&amp;oacute;nio Cavaco Silva&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 05 Feb 2004 10:51:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/lei-n%C2%BA-108-88-de-24-de-setembro</guid></item><item><title>Dec. Lei nº 388/90, de 10 de Dezembro</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/dec-lei-n%C2%BA-388-90-de-10-de-dezembro</link><description>&lt;p align="justify"&gt;Da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da lei da autonomia das universidades e da lei sobre organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e gest&amp;atilde;o dos estabelecimentos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico decorre um substancial acr&amp;eacute;scimo da responsabilidade pelo exerc&amp;iacute;cio de cargos de gest&amp;atilde;o. A acentua&amp;ccedil;&amp;atilde;o dessa responsabilidade vem, por seu turno, reafirmar a necessidade de compensar o acr&amp;eacute;scimo de esfor&amp;ccedil;o, de empenhamento e de sacrif&amp;iacute;cio que fatalmente acompanham a assun&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cargos de gest&amp;atilde;o nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior,&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Trata-se, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos estabelecimentos de ensino superior universit&amp;aacute;rio, de uma necessidade j&amp;aacute; reconhecida e que recebeu enquadramento normativo adequado com a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 244/85, de 11 de Julho. Todavia, j&amp;aacute; no que respeita &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior polit&amp;eacute;cnico falta esse enquadramento, existindo uma lacuna que ganha, ali&amp;aacute;s, assinal&amp;aacute;vel realce pela circunst&amp;acirc;ncia de existirem neste subsistema de ensino superior escolas com uma dimens&amp;atilde;o e com uma riqueza de atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es semelhantes ou superiores &amp;agrave;s de alguns estabelecimentos universit&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Por outro lado, as fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de gest&amp;atilde;o dos estabelecimentos de ensino superior correspondem &amp;agrave;s particularidades espec&amp;iacute;ficas de presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho previstas no n.&amp;ordm; 1 do artigo 19.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 184/89, de 2 de Junho, sendo que a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de suplementos pelo exerc&amp;iacute;cio destes cargos de gest&amp;atilde;o tem sido sistematicamente prevista nos respectivos estatutos da carreira docente e na demais legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o complementar.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Finalmente, tendo j&amp;aacute; sido estabelecidos as remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es base mensais para os cargos de reitor e de vice-reitor, n&amp;atilde;o se justifica agora contempla-las no regime de suplementos pelo desempenho de cargos de gest&amp;atilde;o, do mesmo modo que tal n&amp;atilde;o se justifica para os presidentes das comiss&amp;otilde;es instaladoras ou presidentes, que lhes ir&amp;atilde;o suceder, dos institutos superiores polit&amp;eacute;cnicos, para os quais se ir&amp;aacute; tamb&amp;eacute;rn determinar a respectiva remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base mensal.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Assim:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;No desenvolvimento do regime jur&amp;iacute;dico estabelecido pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 184/89, de 2 de Junho, e nos termos das al&amp;iacute;neas a) e c) do n.&amp;ordm; 1do artigo 201.&amp;ordm; da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Governo decreta o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 1.&amp;ordm;&lt;/strong&gt; - Os titulares dos cargos de gest&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior t&amp;ecirc;m, nos termos do presente diploma, direito, pelo exerc&amp;iacute;cio desses cargos, a um suplemento remunerat&amp;oacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Art. 2.&amp;ordm;&lt;/strong&gt; - 1 - Os suplementos referidos no artigo anterior ser&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;dos aos titulares dos seguintes cargos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Pr&amp;oacute;-reitor;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Presidente de estabelecimento de ensino superior universit&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o integrado em universidade;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;c) Director, presidente do conselho directivo ou presidente da comiss&amp;atilde;o instaladora de estabelecimento de ensino superior;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;d) Dirigente, com fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es similares &amp;agrave;s referidas na al&amp;iacute;nea anterior, de unidade estrutural equivalente prevista nessa al&amp;iacute;nea em institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensino superior n&amp;atilde;o organizada estatutariamente em estabelecimentos;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;e) Presidente do conselho cient&amp;iacute;fico de institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou estabelecimento de ensino superior, bem como de unidade estrutural referida na al&amp;iacute;nea d);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;f) Presidente do conselho pedag&amp;oacute;gico de institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou estabelecimento de ensino superior, bem como de unidade estrutural referida na al&amp;iacute;nea d);&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;g) Subdirector e vice-presidente ou vogal do conselho directivo de estabelecimento de ensino superior que, nos termos estatut&amp;aacute;rios, exer&amp;ccedil;a fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es equivalentes &amp;agrave;s de subdirector ou vice-presidente ;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;h) Vogal de comiss&amp;atilde;o instaladora de estabelecimento de ensino superior;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;I) Dirigente de laborat&amp;oacute;rio, instituto, museu, centro ou observat&amp;oacute;rio que esteja previsto nos estatutos de institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensino superior e tenha objectivos, fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e dimens&amp;atilde;o que o senado ou o conselho geral considere justificar a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um suplemento pela sua gest&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Aos titulares dos cargos referidos nas al&amp;iacute;neas a), b), c), d) e e) do n&amp;uacute;mero anterior &amp;eacute; atribu&amp;iacute;do um suplemento mensal de 28% da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base mensal correspondente ao &amp;iacute;ndice 100 das escalas salariais das carreiras dos docentes universit&amp;aacute;rios, dos docentes do ensino superior polit&amp;eacute;cnico e da carreira de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, adiante abreviadamente designado por &amp;iacute;ndice 100.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;3 - Aos titulares do cargo referido na al&amp;iacute;nea f) do n.&amp;ordm; 1 &amp;eacute; atribu&amp;iacute;do um suplemento mensal de 23% da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base mensal correspondente &amp;iacute;ndice 100.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;4 - Aos titulares dos cargos referidos nas al&amp;iacute;neas g), h) e i) do n.&amp;ordm; 1 &amp;eacute; atribu&amp;iacute;do um suplemento mensal de 17% da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base mensal correspondente ao &amp;iacute;ndice 100.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Art. 3.&amp;ordm;&lt;/strong&gt; - 1 - Os suplementos s&amp;atilde;o devidos desde a data de inicio das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es at&amp;eacute; &amp;agrave; da sua cessa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem preju&amp;iacute;zo do disposto no artigo 6.&amp;ordm;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;2 - Os referidos suplementos s&amp;atilde;o considerados para os seguintes efeitos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) C&amp;aacute;lculo dos subs&amp;iacute;dios de Natal e de f&amp;eacute;rias do pessoal que a eles tiver direito, nos termos legais;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) C&amp;aacute;lculo das pens&amp;otilde;es de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, nos termos da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Art. 4.&amp;ordm;&lt;/strong&gt; - Os suplementos previstos no artigo 2.&amp;ordm; s&amp;atilde;o cumul&amp;aacute;veis, desde que n&amp;atilde;o resultem de cargos ocupados por iner&amp;ecirc;ncia, mas a sua soma n&amp;atilde;o pode, em caso algum, exceder o limite de 40% da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o base correspondente ao &amp;iacute;ndice 100.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Art. 5.&amp;ordm;&lt;/strong&gt; - Os presidentes e vogais das comiss&amp;otilde;es instaladoras de estabelecimentos de ensino superior polit&amp;eacute;cnico que estejam a auferir a remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o prevista no n.&amp;ordm; 2 do artigo 6.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 513-L1/79, de 27 de Dezembro, com a redac&amp;ccedil;&amp;atilde;o que lhe foi introduzida pelo artigo 1.&amp;ordm; do Decreto-Lei n.&amp;ordm; 131/80, de 17 de Maio, n&amp;atilde;o beneficiam dos suplementos referidos no artigo 2.&amp;ordm; do presente decreto-lei.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Art. 6.&amp;ordm;&lt;/strong&gt; - O regime de suplementos previsto no presente decreto-lei produz os seus efeitos nos seguintes termos:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;a) Relativamente aos titulares de cargos de gest&amp;atilde;o de estabelecimentos de ensino superior universit&amp;aacute;rio abrangidos pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 244/85, de 11 de Julho, e pelo Decreto-Lei n.&amp;ordm; 384/86, de 15 de Novembro, desde 1 de Outubro de 1989;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;b) Relativamente aos titulares dos restantes cargos enunciados no n.&amp;ordm; 1 do artigo 2.&amp;ordm;, no primeiro dia do m&amp;ecirc;s seguinte ao da publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do presente diploma.&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p align="justify"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Visto e aprovado em Conselho de ministros de 25 de Outubro de 1990. &lt;em&gt;- An&amp;iacute;bal Ant&amp;oacute;nio Cavaco Silva - Lu&amp;iacute;s Miguel Couceiro Pizarro Beleza - Lu&amp;iacute;s Francisco Valente de Oliveira - Roberto Artur da Luz Carneiro&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Promulgado em 26 de Novembro de 1990&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Publique-se&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O Presidente da Rep&amp;uacute;blica, M&amp;Aacute;RIO SOARES.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;Referendado em 28 de Novembro de 1990.&lt;/p&gt;
&lt;p align="justify"&gt;O Primeiro-Ministro, &lt;em&gt;An&amp;iacute;bal Ant&amp;oacute;nio Cavaco Silva&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 05 Feb 2004 10:40:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/dec-lei-n%C2%BA-388-90-de-10-de-dezembro</guid></item></channel></rss>