<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Temáticas</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/Tematicas</link><description>Temáticas</description><item><title>AAL — Dois problemas que não podem ser confundidos</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/aal-2026-problemas</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Governo falha no planeamento, desrespeita as regras e empurra a crise para dentro da sala de aula. No in&amp;iacute;cio deste ano letivo, h&amp;aacute; dois problemas particularmente graves que importa distinguir &amp;mdash; O primeiro &amp;eacute; a falta de professores&amp;nbsp;e o segundo problema &amp;eacute; o dos alunos que continuam sem escola.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;i) Falta de professores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;Deixa milhares de alunos sem docente e assume uma gravidade muito particular no 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico .&amp;nbsp;Quando uma turma tem apenas um professor, a aus&amp;ecirc;ncia desse docente n&amp;atilde;o significa a perda de uma entre v&amp;aacute;rias refer&amp;ecirc;ncias: significa, muitas vezes, que aquelas crian&amp;ccedil;as ficam sem o seu &amp;uacute;nico professor.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;ii) Alunos que continuam sem escola&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;N&amp;atilde;o pode ser confundido com a falta de professores. Este problema atinge centenas de crian&amp;ccedil;as e jovens que chegaram ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem saber sequer qual seria a escola que ir&amp;atilde;o frequentar. Isto &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;video width="800" height="450" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" autoplay="autoplay" muted="" loop="loop" controls="controls"&gt;&lt;source src="https://www.spn.pt/Media/Default/Info/72000/700/40/4/GettyImages-1396800576.mp4" type="video/mp4"&gt;&lt;/source&gt;&lt;/video&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Como foi poss&amp;iacute;vel chegar a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o? &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma parte da resposta est&amp;aacute; na aus&amp;ecirc;ncia de um instrumento fundamental de planeamento e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o: as habituais reuni&amp;otilde;es de rede escolar com os agrupamentos de escolas, e escolas n&amp;atilde;o agrupadas que n&amp;atilde;o foram realizadas ap&amp;oacute;s o final do ano letivo anterior. Essas reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o eram uma formalidade burocr&amp;aacute;tica. Eram precisamente o momento em que a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa e as escolas podiam, no territ&amp;oacute;rio, confrontar as previs&amp;otilde;es de alunos com a capacidade existente, identificar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de falta de vagas, antecipar necessidades e procurar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es antes do in&amp;iacute;cio das aulas. Era nesse momento que os problemas podiam ser identificados e resolvidos atempadamente. A extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o da DGEstE e a redistribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas compet&amp;ecirc;ncias n&amp;atilde;o dispensavam a continuidade deste trabalho de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as escolas. Pelo contr&amp;aacute;rio, a reorganiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos servi&amp;ccedil;os exigia particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mecanismos de planeamento da rede escolar, precisamente para evitar que a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o administrativa comprometesse a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o atempada das necessidades e a procura de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof alertou, ali&amp;aacute;s, diretamente o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) para esta quest&amp;atilde;o, durante uma reuni&amp;atilde;o realizada no &amp;acirc;mbito da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de concursos. Na ocasi&amp;atilde;o, o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considerou que a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o constituiria um problema, remetendo para a AGSE a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es pontuais que viessem a surgir. Ao n&amp;atilde;o assegurar a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das habituais reuni&amp;otilde;es de rede escolar, o MECI prescindiu de um mecanismo de planeamento e articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o que permitia antecipar problemas. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o agora verificada evidencia as limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma resposta assente na resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o posterior das dificuldades, quando o ano letivo j&amp;aacute; est&amp;aacute; a come&amp;ccedil;ar. E o resultado est&amp;aacute; &amp;agrave; vista: no in&amp;iacute;cio do ano letivo, centenas de alunos ainda se encontram sem escola. Esta n&amp;atilde;o &amp;eacute;, portanto, uma inevitabilidade; &amp;eacute; um problema que deveria ter sido antecipado. E &amp;eacute; precisamente isso que torna a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o particularmente grave.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O MECI n&amp;atilde;o pode deixar de promover os mecanismos de planeamento da rede escolar, retirar capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos servi&amp;ccedil;os territorialmente pr&amp;oacute;ximos das escolas e, depois, apresentar os problemas que da&amp;iacute; resultam como se fossem acontecimentos imprevis&amp;iacute;veis. Os problemas da rede escolar n&amp;atilde;o aparecem no primeiro dia de aulas. S&amp;atilde;o conhecidos, previs&amp;iacute;veis e identific&amp;aacute;veis meses antes. &amp;Eacute; para isso que deve existir uma administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa com capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o no territ&amp;oacute;rio. Quando esses mecanismos s&amp;atilde;o abandonados, n&amp;atilde;o desaparecem as necessidades das crian&amp;ccedil;as e dos jovens. Desaparece, isso sim, a capacidade do Estado para as antecipar e resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Terceiro problema &amp;mdash; Acompanhamento dos alunos e a qualidade da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas esta dimens&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode ser escondida por detr&amp;aacute;s do problema, igualmente grave, da falta de professores. Uma coisa &amp;eacute; um aluno ter escola, mas n&amp;atilde;o ter professor. Outra, ainda mais grave, &amp;eacute; um aluno chegar ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem sequer ter escola atribu&amp;iacute;da. S&amp;atilde;o problemas diferentes, com causas e respostas diferentes. E ambos revelam uma mesma quest&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica: a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o da capacidade de planeamento e de resposta da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa. Em vez de refor&amp;ccedil;ar a capacidade da Escola P&amp;uacute;blica, contratar os professores necess&amp;aacute;rios, antecipar necessidades e encontrar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de rede atempadamente, a resposta passa, em muitas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, por sobrelotar as turmas. Ou seja, um problema de planeamento e de falta de recursos origina um outro problema dentro da sala de aula. E esta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; pedagogicamente neutra. N&amp;atilde;o se trata de saber apenas quantos alunos cabem fisicamente numa sala. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio questionar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas em que um professor consegue ensinar e em que um aluno consegue aprender. Uma turma maior n&amp;atilde;o significa simplesmente mais umas cadeiras e mais mesas na sala, embora mesmo isso seja, tantas vezes, dif&amp;iacute;cil ou imposs&amp;iacute;vel garantir. Significa, tamb&amp;eacute;m, mais alunos para ensinar, ouvir, avaliar, acompanhar e apoiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Importa sublinhar que o aumento, ainda que excecional, da dimens&amp;atilde;o das turmas n&amp;atilde;o pode ser tratado como uma mera decis&amp;atilde;o administrativa discricion&amp;aacute;ria. A legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o estabelece regras concretas para a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas e estabelece que a constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou a continuidade, a t&amp;iacute;tulo excecional, de turmas com n&amp;uacute;mero de alunos superior aos limites estabelecidos, carece de autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do conselho pedag&amp;oacute;gico, mediante an&amp;aacute;lise de proposta fundamentada do estabelecimento de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de ensino. Isto significa que, quando s&amp;atilde;o constitu&amp;iacute;das ou mantidas turmas acima dos limites legalmente estabelecidos, n&amp;atilde;o basta invocar a necessidade de acomodar alunos. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio cumprir os procedimentos e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es previstas na lei. O MECI n&amp;atilde;o pode falhar no planeamento da rede escolar e na antecipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das necessidades e responder &amp;agrave;s falhas atrav&amp;eacute;s do aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas, como se os limites legalmente estabelecidos pudessem ser ultrapassados sem o cumprimento dos procedimentos exigidos e sem ter em conta as consequ&amp;ecirc;ncias pedag&amp;oacute;gicas e nas aprendizagens que o alargamento produz. Mais alunos numa turma significa mais trabalhos para corrigir, mais aprendizagens para monitorizar, mais dificuldades para identificar, mais alunos a solicitar aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mais diversidade de ritmos e necessidades e, simultaneamente, menos tempo dispon&amp;iacute;vel para cada um.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; precisamente que os alunos mais fr&amp;aacute;geis, com necessidades espec&amp;iacute;ficas de aprendizagem, com Portugu&amp;ecirc;s L&amp;iacute;ngua N&amp;atilde;o Materna, com dificuldades de aprendizagem, podem ficar mais prejudicados. Um aluno com facilidade de aprendizagem pode conseguir compensar em grande medida uma menor disponibilidade do professor. Mas um aluno com dificuldades de leitura, escrita ou c&amp;aacute;lculo precisa de mais acompanhamento, n&amp;atilde;o de menos. Precisa de explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o; precisa de repeti&amp;ccedil;&amp;atilde;o; precisa de&amp;nbsp;&lt;em&gt;feedback&lt;/em&gt;, precisa que o professor consiga identificar rapidamente onde est&amp;aacute; o problema e intervir antes que uma dificuldade se transforme numa lacuna acumulada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A perda de capacidade de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o territorial da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa, a aus&amp;ecirc;ncia de mecanismos de planeamento, a falta de professores e o aumento da dimens&amp;atilde;o das turmas fazem parte de um problema mais amplo: a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento da Escola P&amp;uacute;blica promovida pelas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas do governo. E uma Escola P&amp;uacute;blica permanentemente confrontada com falta de recursos, falta de professores, turmas sobrecarregadas e menor capacidade de acompanhamento &amp;eacute; uma Escola P&amp;uacute;blica progressivamente fragilizada.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/40/4/2557967.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/596ee523/2557967.jpg?v=639252718596721635"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Thu, 17 Sep 2026 18:16:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/aal-2026-problemas</guid></item><item><title>Docentes doentes não são responsáveis pela falta de docentes</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-doentes-nao-sao-responsaveis-pela-falta-de-docentes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As recentes declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao destacar a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, numa s&amp;oacute; semana, de &amp;ldquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo; e ao associar esse n&amp;uacute;mero &amp;agrave; necessidade de substituir outros tantos docentes, estabelecem uma associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Fenprof rejeita liminarmente &amp;mdash; a falta de professores nas escolas n&amp;atilde;o pode ser imputada aos docentes que se encontram doentes.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo Fernando Alexandre, na semana passada foram recebidos &amp;ldquo;mais de 2000 atestados de professores&amp;rdquo;, acrescentando que seriam &amp;ldquo;mais 2000 que ter&amp;atilde;o de ser substitu&amp;iacute;dos&amp;rdquo;. O n&amp;uacute;mero, apresentado isoladamente, pode impressionar, mas exige contextualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Assim, num universo de cerca de 150 mil docentes, igualmente referido pelo ministro, representa o equivalente a duas baixas m&amp;eacute;dicas em 150 trabalhadores, ou seja, aproximadamente 1,3%. No entanto, mais importante do que a dimens&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero &amp;eacute;, por&amp;eacute;m, perceber o que ele efetivamente representa. Quantos correspondem a novas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de incapacidade tempor&amp;aacute;ria para o trabalho iniciadas naquela semana e quantos respeitam &amp;agrave; prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a j&amp;aacute; existentes? Com efeito, a prorroga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de incapacidade tempor&amp;aacute;ria implica a emiss&amp;atilde;o de um novo CIT, sem que da&amp;iacute; resulte uma nova aus&amp;ecirc;ncia ou uma nova necessidade de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sem esta informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, associar os 2000 atestados recebidos naquela semana a 2000 novas necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o transmite uma ideia que os dados divulgados pelo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por si s&amp;oacute;, n&amp;atilde;o permitem sustentar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Edulog confirma que professores n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o absentistas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o existe fundamento para alimentar a ideia de que os professores recorrem &amp;agrave; baixa m&amp;eacute;dica de forma anormal. Um estudo da Edulog, divulgado em 2024, sobre o absentismo docente, mostra que entre 30% e 40% dos professores nunca faltam e cerca de 50% fazem-no apenas ocasionalmente, concentrando-se 80% dos dias de aus&amp;ecirc;ncia em apenas 10% dos docentes, sobretudo entre os mais envelhecidos e com historial de doen&amp;ccedil;a continuada. Segundo a coordenadora do estudo, esta &amp;eacute; uma realidade semelhante &amp;agrave; de qualquer outra profiss&amp;atilde;o. H&amp;aacute;, ali&amp;aacute;s, um dado particularmente relevante perante as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es agora proferidas pelo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;mdash; mais de 80% das faltas analisadas no estudo s&amp;atilde;o de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o superior a 30 dias, predominando, entre as aus&amp;ecirc;ncias prolongadas, as que se situam entre 120 e 240 dias. Estamos, portanto, em grande medida, perante situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a prolongada. As necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o por doen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o constituem, por isso, um fen&amp;oacute;meno inesperado que surja subitamente no in&amp;iacute;cio de cada ano letivo. &amp;Eacute; uma realidade conhecida, previs&amp;iacute;vel e quantific&amp;aacute;vel, para a qual o sistema educativo tem de estar preparado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta realidade n&amp;atilde;o pode ser desligada do acentuado envelhecimento da profiss&amp;atilde;o nem da crescente sobrecarga a que os docentes t&amp;ecirc;m vindo a ser sujeitos. O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) reconheceu, em janeiro de 2026, que o recurso &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias constitui uma das medidas do plano +Aulas +Sucesso para reduzir o n&amp;uacute;mero de alunos sem aulas, anunciando que os pagamentos efetuados no m&amp;ecirc;s anterior abrangiam 30 467 professores. Mais recentemente, o Decreto-Lei n.&amp;ordm; 175/2026, de 3 de setembro, manteve e atualizou os mecanismos de recurso ao servi&amp;ccedil;o docente extraordin&amp;aacute;rio e &amp;agrave; acumula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ao mesmo tempo que procura incentivar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es letivas de docentes que j&amp;aacute; re&amp;uacute;nem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A resposta &amp;agrave; falta de professores continua, assim, a assentar tamb&amp;eacute;m num esfor&amp;ccedil;o acrescido daqueles que permanecem no sistema. &amp;Eacute; particularmente contradit&amp;oacute;rio que se intensifique o trabalho e se procure prolongar a perman&amp;ecirc;ncia em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de uma classe profissional profundamente envelhecida e, simultaneamente, se apresentem as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a como explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para um problema que &amp;eacute; estrutural e h&amp;aacute; muito conhecido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Professores adoecem, como adoecem os restantes trabalhadores&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A quest&amp;atilde;o que deveria preocupar o MECI n&amp;atilde;o &amp;eacute; a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atestados m&amp;eacute;dicos por quem est&amp;aacute; doente, mas a garantia de que o sistema disp&amp;otilde;e dos docentes necess&amp;aacute;rios para substituir aqueles que, temporariamente, n&amp;atilde;o podem exercer fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Sobretudo, n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os atestados apresentados numa determinada semana que explicam um problema que &amp;eacute; estrutural e que j&amp;aacute; existia. Os dados divulgados pela Fenprof mostram que, na semana de 7 a 11 de setembro, foram lan&amp;ccedil;ados em Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola 1453 hor&amp;aacute;rios, correspondentes a 25 488 horas, mais 6% e 7%, respetivamente, do que no per&amp;iacute;odo hom&amp;oacute;logo de 2025. A estimativa aponta para mais de 110 mil alunos sem todos os professores. E a press&amp;atilde;o sobre o sistema continuar&amp;aacute; a aumentar por raz&amp;otilde;es que nada t&amp;ecirc;m a ver com baixas m&amp;eacute;dicas. S&amp;oacute; nos meses de setembro e outubro aposentam-se 1102 docentes, que sair&amp;atilde;o definitivamente do sistema. &amp;Eacute;, portanto, necess&amp;aacute;rio inverter a discuss&amp;atilde;o. Se o envelhecimento da profiss&amp;atilde;o e as necessidades de substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o s&amp;atilde;o conhecidos, estudados e previs&amp;iacute;veis h&amp;aacute; anos, a pergunta n&amp;atilde;o pode ser por que raz&amp;atilde;o existem professores de baixa. A pergunta que se imp&amp;otilde;e &amp;eacute; outra:&amp;nbsp;por que raz&amp;atilde;o continua o sistema educativo sem dispor de uma reserva de docentes capaz de assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que inevitavelmente devem ocorrer?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O problema da Escola P&amp;uacute;blica n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o os professores que adoecem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema &amp;eacute; a falta estrutural de professores e a incapacidade, h&amp;aacute; muito identificada, de atrair e manter na profiss&amp;atilde;o docentes em n&amp;uacute;mero suficiente para responder &amp;agrave;s necessidades permanentes das escolas e tamb&amp;eacute;m para assegurar as substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es tempor&amp;aacute;rias que, num sistema com cerca de 150 mil docentes, inevitavelmente ocorrer&amp;atilde;o. Responsabilizar, ainda que implicitamente, os professores que se encontram doentes n&amp;atilde;o resolve um &amp;uacute;nico hor&amp;aacute;rio por preencher. Valorizar a profiss&amp;atilde;o, melhorar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, reduzir a sobrecarga, rejuvenescer o corpo docente e criar condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que existam professores dispon&amp;iacute;veis onde s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios, sim.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/30/3/estetoscopio_amarelo.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6dac127/estetoscopio_amarelo.jpg?v=639251087245474941"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Foto: Magnific&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Tue, 15 Sep 2026 21:38:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/docentes-doentes-nao-sao-responsaveis-pela-falta-de-docentes</guid></item><item><title>Greve ao sobretrabalho, horas extraordinárias e CNLE (14/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-ao-sobretrabalho-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de setembro&amp;nbsp;de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Perante a inoper&amp;acirc;ncia do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) e do governo, A Fenprof entende que &amp;eacute; tempo de dizer basta ao trabalho n&amp;atilde;o pago! 35 horas s&amp;atilde;o 35 horas! O trabalho que ultrapassa o hor&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o pode ser imposto, escondido ou ficar por pagar. Para tal, tamb&amp;eacute;m este ano, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o convoca uma greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, com in&amp;iacute;cio em 14/set.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; anos que a Fenprof denuncia os abusos na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios dos educadores e dos professores. H&amp;aacute; anos que exige ao MECI solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es claras e respeito pela lei. Mas o governo continua a nada fazer, permitindo que se generalizem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sobrecarga, desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o e verdadeiro&amp;nbsp;trabalho n&amp;atilde;o pago. Nas escolas, o problema &amp;eacute; conhecido &amp;mdash; hor&amp;aacute;rios que ultrapassam as 35 horas, trabalho que &amp;eacute; indevidamente remetido para a componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, tarefas que invadem a componente individual e um sem-n&amp;uacute;mero de atividades que acabam realizadas para al&amp;eacute;m do hor&amp;aacute;rio, sacrificando o tempo de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o das aulas, o descanso e a vida pessoal e familiar. A Fenprof n&amp;atilde;o aceita que a componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento seja um saco sem fundo; n&amp;atilde;o aceita que a componente individual seja usada para esconder trabalho que a escola exige, n&amp;atilde;o aceita trabalho extraordin&amp;aacute;rio sem o correspondente reconhecimento e pagamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E perante a falta de professores, o MECI/governo escolheu o caminho mais f&amp;aacute;cil &amp;mdash; em vez de atrair e fixar docentes, aumenta o recurso ao servi&amp;ccedil;o extraordin&amp;aacute;rio e pretende que os professores trabalhem mais. N&amp;atilde;o!&amp;nbsp;A falta de professores n&amp;atilde;o se resolve explorando os professores que existem. Para a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esta greve &amp;eacute; um grito de indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e uma resposta &amp;agrave; in&amp;eacute;rcia do governo. &amp;Eacute; uma greve pelo respeito, pelo hor&amp;aacute;rio de trabalho, pela defesa da componente individual, contra a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abusiva da componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento e pelo reconhecimento e pagamento de todo o trabalho extraordin&amp;aacute;rio. &amp;Eacute; a hora para dizer chega &amp;agrave; normaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do abuso, do trabalho n&amp;atilde;o pago e de fazer mais com mesmo, sempre &amp;agrave; custa dos professores.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A partir do dia 14 de setembro (e pelo oitavo ano consecutivo), a Fenprof volta a convocar greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/700/20/4/greve_sobretrabalho.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/596eed25/greve_sobretrabalho.jpg?v=639250246681786073"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 14 Sep 2026 22:16:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-ao-sobretrabalho-2026</guid></item><item><title>Na abertura do ano letivo... (15/set)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ano-escolar-abertura-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof, Francisco Gon&amp;ccedil;alves, esteve no canal NOW (15/set) para comentar os problemas que se t&amp;ecirc;m verificado neste regresso &amp;agrave;s aulas. Abordou o inqu&amp;eacute;rito da Inspe&amp;ccedil;&amp;atilde;o-Geral &amp;agrave;s escolas que recusaram matr&amp;iacute;culas de alunos, considerando que o processo &amp;ldquo;parece ser mais uma tentativa, enfim, de desviar as aten&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;rdquo;; apontou falhas ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) decorrentes da extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estruturas como as delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es da DGEstE; e alertou para o problema de fundo da falta de professores no Pa&amp;iacute;s, classificando as contrata&amp;ccedil;&amp;otilde;es extraordin&amp;aacute;rias como &amp;ldquo;apenas remendos&amp;rdquo;.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/3L51m4CLoY4"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Na abertura do ano letivo... (14/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A escolha da EB1/JI Monte Abra&amp;atilde;o (AE Ruy Belo, Queluz) para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da confer&amp;ecirc;ncia de imprensa sobre a abertura do ano letivo, pretendeu denunciar o facto de ser uma escola do primeiro ciclo do ensino b&amp;aacute;sico onde o problema da falta de professores se coloca de forma muito preocupante e de o agrupamento ser dos mais afetados com este grave problema. Entende a Fenprof que &amp;eacute; nos locais concretos onde existem problemas concretos que estes t&amp;ecirc;m de ser resolvidos com respostas concretas, n&amp;atilde;o com an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es di&amp;aacute;rias de que o exame da quarta classe vai regressar, de que ser&amp;aacute; feita uma fus&amp;atilde;o do 1.&amp;ordm; e 2.&amp;ordm; ciclos, de que os professores passar&amp;atilde;o a eleger diretamente o diretor e ter&amp;atilde;o um peso eleitoral superior a 50% dos votos, ou de que ser&amp;aacute; valorizado o Estatuto da Carreira Docente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/mtl4xS-RjGU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Os an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es a que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) habituou o pa&amp;iacute;s servem apenas para encobrir os problemas concretos com que as escolas, os alunos, os pais e encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os professores e os demais trabalhadores das escolas se confrontam no arranque deste ano letivo e para procurar transmitir a ideia de que o MECI n&amp;atilde;o s&amp;oacute; &amp;eacute; competente como trabalha afincadamente, numa opera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tentativa de limpeza da imagem deixada pelos ca&amp;oacute;ticos exames de 2026. Contudo, a realidade das escolas n&amp;atilde;o se apaga com propaganda. Os problemas a&amp;iacute; est&amp;atilde;o e as respostas continuam a n&amp;atilde;o existir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Inqu&amp;eacute;rito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof aplicou, nas duas primeiras semanas de setembro, um inqu&amp;eacute;rito junto dos agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas (AE/EnA), cujo &lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/Inquérito%20—%20Análise%20dos%20resultados%2014.09.2026.pdf" target="_blank"&gt;relat&amp;oacute;rio pode ser consultado em anexo&lt;/a&gt;. O inqu&amp;eacute;rito teve 240 respostas, correspondendo a 29,2% dos AE/EnA do continente. As respostas obtidas incidiram essencialmente sobre quatro tem&amp;aacute;ticas: a falta de professores, a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, a climatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os transportes escolares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As principais conclus&amp;otilde;es foram:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A falta de professores continua a produzir efeitos concretos no funcionamento das escolas, mas n&amp;atilde;o esgota os problemas identificados.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As dificuldades de recrutamento est&amp;atilde;o associadas n&amp;atilde;o apenas &amp;agrave; escassez de candidatos, mas tamb&amp;eacute;m &amp;agrave; falta de atratividade da carreira, a hor&amp;aacute;rios incompletos e/ou tempor&amp;aacute;rios, &amp;agrave;s substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;agrave; medicina do trabalho e aos custos da habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o e das desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A abertura do ano letivo 2026/2027 &amp;eacute; marcada por forte incerteza quanto ao recrutamento.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;A transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital enfrenta limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, quer em quantidade, quer na qualidade e estado dos equipamentos, quer, ainda, na falta de recursos humanos que a operem.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para enfrentar temperaturas extremas s&amp;atilde;o insuficientes numa parcela muito significativa das respostas.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;Os transportes e as desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es constituem constrangimentos relevantes para parte das comunidades escolares.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;em&gt;As respostas abertas mostram que a capacidade de funcionamento das escolas depende, simultaneamente, de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es profissionais, materiais, infraestruturais, humanas e organizacionais.&lt;/em&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Escolas sem professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O problema agravou-se e um ter&amp;ccedil;o dos diretores prev&amp;ecirc; dificuldades ao longo do ano letivo: mais a sul, desde o in&amp;iacute;cio do ano, e mais a norte, ao longo do ano, &amp;agrave; medida que forem sendo necess&amp;aacute;rias substitui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A norte, o corpo docente &amp;eacute; mais envelhecido, o que ter&amp;aacute; impacto nos n&amp;uacute;meros de aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, nas baixas m&amp;eacute;dicas e nas redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da componente letiva por raz&amp;otilde;es de sa&amp;uacute;de, designadamente no &amp;acirc;mbito da medicina no trabalho. O dado novo deste ano letivo &amp;eacute; o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ar com n&amp;uacute;meros, procurando circunscrever o problema geograficamente e a um reduzido n&amp;uacute;mero de agrupamentos. Essa vers&amp;atilde;o n&amp;atilde;o tem correspond&amp;ecirc;ncia com a realidade. A Fenprof mant&amp;eacute;m o m&amp;eacute;todo de levantamento de dados que h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos vem realizando, recorrendo aos dados oficiais dispon&amp;iacute;veis: o n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios e horas lan&amp;ccedil;ados na contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escola &amp;mdash; nem mais, nem menos que o mecanismo acionado quando a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o inicial e as reservas de recrutamento n&amp;atilde;o d&amp;atilde;o resposta aos hor&amp;aacute;rios existentes. Comparando a semana de 7 a 11 de setembro de 2026 com a semana de 8 a 12 de setembro de 2025, constata-se que o n&amp;uacute;mero de hor&amp;aacute;rios lan&amp;ccedil;ados passou de 1372 para 1453 e o n&amp;uacute;mero de horas de 23806 para 25488, representando um crescimento de 6% e 7%, respetivamente. Significa isto que o problema se agravou e que a estimativa apontava para mais de 110 000 alunos sem todos os professores. O problema agravou-se significativamente no distrito de Lisboa: de 323 hor&amp;aacute;rios anuais e completos passou-se para 500. No 1.&amp;ordm; CEB, passou-se de 112 hor&amp;aacute;rios completos e anuais para 175. Os distritos mais afetados s&amp;atilde;o Lisboa, Set&amp;uacute;bal, Faro, Leiria e Porto, que ultrapassou Santar&amp;eacute;m.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Importa, neste contexto, analisar tamb&amp;eacute;m o universo de candidatos que permanece dispon&amp;iacute;vel nas reservas de recrutamento. Ap&amp;oacute;s a RR03, registam-se este ano 17 694 candidaturas, correspondentes a 12 951 candidatos, um n&amp;uacute;mero apenas ligeiramente superior aos 12 929 candidatos registados no mesmo momento do ano anterior. Por&amp;eacute;m, a leitura destes valores globais n&amp;atilde;o traduz a efetiva capacidade de resposta &amp;agrave;s necessidades das escolas. Mais de metade das candidaturas ainda dispon&amp;iacute;veis &amp;mdash; 9250, correspondentes a 52,3% do total &amp;mdash; concentra-se no GR 100 (Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar), com 4854 candidaturas, e nos dois grupos de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o F&amp;iacute;sica, que, em conjunto, somam 4396: 2135 no GR 260 e 2261 no GR 620. Particularmente reveladora &amp;eacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do GR 110 (1.&amp;ordm; CEB) &amp;mdash; apesar de permanecerem dispon&amp;iacute;veis 2695 candidaturas ap&amp;oacute;s a RR03, s&amp;oacute; na semana de 7 a 11 de setembro foram lan&amp;ccedil;ados 285 hor&amp;aacute;rios em Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Escola. Este contraste demonstra que o n&amp;uacute;mero de candidaturas dispon&amp;iacute;veis, por si s&amp;oacute;, n&amp;atilde;o traduz a capacidade de resposta &amp;agrave;s necessidades concretas das escolas, designadamente tendo em conta a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o geogr&amp;aacute;fica dos candidatos e dos hor&amp;aacute;rios por preencher. E n&amp;atilde;o adianta culpar os professores por n&amp;atilde;o estarem dispon&amp;iacute;veis para trabalhar longe de casa quando essa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute;, por for&amp;ccedil;a das baixas remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es e elevados custos de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e habita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, materialmente insustent&amp;aacute;vel.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Importa, igualmente, ter presente que o universo professores de n&amp;atilde;o colocados na Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inicial, que fica dispon&amp;iacute;vel para as subsequentes reservas de recrutamento, &amp;eacute; este ano inferior ao registado no ano anterior &amp;mdash; 22 283 candidaturas, contra 23 734 em 2025/2026, e 16 771 candidatos, contra 16 816. Ainda que a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de candidatos seja ligeira, estes dados confirmam que n&amp;atilde;o existe um refor&amp;ccedil;o da bolsa dispon&amp;iacute;vel para responder a necessidades que, como vimos, aumentaram face ao ano anterior. A esta realidade acresce a sa&amp;iacute;da, s&amp;oacute; nos meses de setembro e outubro, de 1 102 docentes por aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aumentando a press&amp;atilde;o sobre a capacidade de resposta do sistema ao longo do ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Alunos sem escola&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A decis&amp;atilde;o do MECI de n&amp;atilde;o realizar, no final do ano letivo anterior, as reuni&amp;otilde;es locais de defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o da rede escolar, fez com que o problema das matr&amp;iacute;culas, nos concelhos onde o parque escolar &amp;eacute; insuficiente face &amp;agrave; procura, chegasse ao in&amp;iacute;cio do ano letivo sem estar resolvido. Por exemplo, no concelho de Sintra, na semana passada, havia 744 alunos que ainda n&amp;atilde;o tinham escola &amp;mdash; 345 no 1.&amp;ordm; CEB, 122 no 2.&amp;ordm; CEB, 144 no 3.&amp;ordm; CEB, 6 em CEF e 127 no ES. Em Lisboa, de acordo com o jornal Expresso, ser&amp;atilde;o 550. Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; absolutamente inaceit&amp;aacute;vel e, &amp;agrave; semelhan&amp;ccedil;a do que se passou com os exames nacionais, pouco abonat&amp;oacute;ria do desempenho da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o educativa e do minist&amp;eacute;rio que a tutela.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apesar das proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es em torno do digital, cerca de 66% dos AE/EnA reportam que os equipamentos inform&amp;aacute;ticos s&amp;atilde;o insuficientes e obsoletos e que mais de um ter&amp;ccedil;o das salas de aula n&amp;atilde;o disp&amp;otilde;e de quadro interativo, computadores ou rede de internet que permitam a pesquisa individual. Para um governo que tem, inclusive, um minist&amp;eacute;rio respons&amp;aacute;vel pela chamada reforma do Estado e pela transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o digital, n&amp;atilde;o deixa de ser significativo que as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes nas escolas fiquem muito aqu&amp;eacute;m dos objetivos anunciados. N&amp;atilde;o fosse o recurso aos &lt;em&gt;kits&lt;/em&gt; individuais, aos computadores pessoais dos alunos e professores e ao trabalho extra dos docentes das TIC, muito do que, apesar de tudo, vai sendo feito seria, na pr&amp;aacute;tica, uma impossibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para enfrentar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es clim&amp;aacute;ticas adversas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sendo os fen&amp;oacute;menos clim&amp;aacute;ticos extremos uma realidade cada vez mais presente, a Fenprof questionou os AE/EnA sobre a prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino para fazer face a epis&amp;oacute;dios dessa natureza. Segundo os respondentes, apenas 22% dizem estar preparados para situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de elevada precipita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, 27% para per&amp;iacute;odos de muito calor e 40% para fen&amp;oacute;menos extremos de muito frio. No geral, 58% dos diretores dos agrupamentos e escolas n&amp;atilde;o agrupadas afirmam que o edificado n&amp;atilde;o est&amp;aacute; preparado para estes fen&amp;oacute;menos extremos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Transportes e desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apesar de 71% das respostas afirmarem a inexist&amp;ecirc;ncia de problemas, 21% referem que os hor&amp;aacute;rios dos transportes s&amp;atilde;o inadequados e 11% que a rede n&amp;atilde;o &amp;eacute; a adequada. 11% das respostas apontam para desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es superiores a 20km, 18% para longas dist&amp;acirc;ncias e 19% para o recurso a dois ou mais meios de transporte.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino particular e cooperativo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O ensino particular e cooperativo (EPC) iniciou o novo ano letivo com a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos mesmos problemas &amp;mdash; sobrecarga hor&amp;aacute;ria, remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es baixas, uma carreira demasiado longa (40 anos), entre outros. Perante esta realidade, e embora defenda que a primeira resposta do sistema educativo deve ser sempre a Escola P&amp;uacute;blica, a Fenprof mant&amp;eacute;m o seu compromisso na luta pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes do EPC, recorrendo quer &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, quer &amp;agrave; a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical. Com a conclus&amp;atilde;o recente da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da revis&amp;atilde;o do Contrato Coletivo de Trabalho com a Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CNEF), perdeu-se, mais uma vez, a oportunidade de valorizar os docentes do EPC e atenuar as desigualdades face ao ensino p&amp;uacute;blico. Mesmo com um significativo financiamento estatal anunciado pelo governo para uma grande parte do setor, nomeadamente no ensino profissional e no ensino art&amp;iacute;stico especializado, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es patronais do ensino privado mant&amp;ecirc;m-se intransigentes e oferecem &lt;em&gt;migalhas&lt;/em&gt; para a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes. Num momento em que a perda do poder de compra &amp;eacute; cada vez maior e o problema da falta de educadores e professores se vai agravando, quando as entidades patronais acordarem para a realidade, poder&amp;aacute; ser tarde e a&amp;iacute; nem o &lt;em&gt;p&amp;atilde;o&lt;/em&gt; ser&amp;aacute; suficiente para reter os atuais docentes ou atrair novos profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;No setor social (IPSS e miseric&amp;oacute;rdias), a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; semelhante. O governo anuncia, todos os anos, milh&amp;otilde;es em verbas para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que pouco ou nada se refletem ao n&amp;iacute;vel da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. Da&amp;iacute; as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e os vencimentos deste setor serem o principal problema para educadores e professores que nele trabalham. Salienta-se, ainda, a injusti&amp;ccedil;a que perdura h&amp;aacute; v&amp;aacute;rios anos relativamente aos educadores de inf&amp;acirc;ncia em creche que, tanto nas IPSS como nas miseric&amp;oacute;rdias, continuam impedidos de progredir at&amp;eacute; ao topo das suas carreiras, dado o falso argumento utilizado pela CNIS e pela UMP de que n&amp;atilde;o prestam servi&amp;ccedil;o docente, algo que o pr&amp;oacute;prio MECI contraria quando reconhece o tempo de servi&amp;ccedil;o destes colegas e, mais recentemente, refor&amp;ccedil;a essa posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao assumir a tutela desta val&amp;ecirc;ncia.&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino superior e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Tamb&amp;eacute;m no ensino superior, o ano letivo inicia-se com problemas estruturais que continuam por resolver e, em alguns casos, se t&amp;ecirc;m agravado. Desde logo, continua a aumentar a precariedade laboral entre os docentes. Segundo os dados oficiais da DGEEC, relativos a 2023/2024, os docentes convidados representavam 43% dos docentes do ensino universit&amp;aacute;rio p&amp;uacute;blico e 56% dos docentes do ensino polit&amp;eacute;cnico p&amp;uacute;blico. E a evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; particularmente preocupante &amp;mdash; em algumas categorias, o n&amp;uacute;mero de convidados aumentou mais de 50% desde 2016/2017, chegando quase a duplicar entre os professores adjuntos convidados do polit&amp;eacute;cnico. O recurso &amp;agrave; figura do docente convidado, que deveria responder a necessidades espec&amp;iacute;ficas das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, tornou-se uma forma de assegurar necessidades permanentes sem abrir lugares de carreira. A esta precariedade juntam-se pr&amp;aacute;ticas contratuais que em nada valorizam o trabalho dos docentes: contratos de 10 ou 11 meses para assegurar um ano letivo, de 4 ou 5 meses para um semestre, interrup&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos v&amp;iacute;nculos, percentagens de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o correspondem ao trabalho efetivamente exigido ou o n&amp;atilde;o pagamento de direitos quando devidos. Somam-se ainda a sobrecarga de trabalho e, em algumas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das horas de contacto e de acompanhamento dos estudantes, apresentada como inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o pedag&amp;oacute;gica, mas que permite aumentar o servi&amp;ccedil;o distribu&amp;iacute;do a cada docente e reduzir necessidades de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tudo isto acontece num contexto em que docentes e investigadores perderam perto de 30% do poder de compra nas &amp;uacute;ltimas duas d&amp;eacute;cadas e em que os vencimentos baixos come&amp;ccedil;am a comprometer a atratividade das carreiras, havendo respons&amp;aacute;veis da pr&amp;oacute;pria Universidade de Lisboa a alertar para as dificuldades de atrair e fixar investigadores face &amp;agrave; rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as remunera&amp;ccedil;&amp;otilde;es praticadas e o custo de vida. Num momento de profunda transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino, designadamente pela crescente utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Intelig&amp;ecirc;ncia Artificial, ser&amp;aacute; dif&amp;iacute;cil exigir mais inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, disponibilidade e qualidade a docentes cada vez mais sobrecarregados e desvalorizados, e ser&amp;aacute; igualmente dif&amp;iacute;cil renovar o sistema, atraindo e mantendo os profissionais mais qualificados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Na Ci&amp;ecirc;ncia, investigadores e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es continuam sujeitos a uma falta de previsibilidade que se arrasta h&amp;aacute; anos e se agravou no &amp;uacute;ltimo. O concurso de Projetos de I&amp;amp;D em Todos os Dom&amp;iacute;nios Cient&amp;iacute;ficos 2023, encerrado em mar&amp;ccedil;o de 2024, s&amp;oacute; teve resultados finais em outubro de 2025; o concurso seguinte, designado 2025, recebeu mais de 4700 candidaturas e encerrou em mar&amp;ccedil;o deste ano, mas chega ao novo ano letivo ainda sem resultados. No emprego cient&amp;iacute;fico, a primeira edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do FCT-Tenure, lan&amp;ccedil;ada no final de 2023, deveria estar conclu&amp;iacute;da, mas continuam a decorrer procedimentos de recrutamento, enquanto a segunda edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, inicialmente prevista para 2025, continua por lan&amp;ccedil;ar e o programa Alian&amp;ccedil;a Ci&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; continuidade. Tamb&amp;eacute;m os Laborat&amp;oacute;rios Colaborativos chegaram ao fim do financiamento-base da Miss&amp;atilde;o Interface sem estar assegurado um modelo nacional est&amp;aacute;vel que lhe d&amp;ecirc; continuidade. A tudo isto acrescentou-se a decis&amp;atilde;o de extinguir a FCT e criar a AI&amp;sup2;, anunciada sem uma pr&amp;eacute;via discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica alargada e que gerou forte contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na comunidade cient&amp;iacute;fica. Mais de um ano depois, a AI&amp;sup2; tem administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, mas a transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua por concluir, a FCT mant&amp;eacute;m-se em funcionamento at&amp;eacute; ao final de 2026 e continua por conhecer o contrato-programa que dever&amp;aacute; definir as prioridades, os instrumentos e o financiamento plurianual da nova ag&amp;ecirc;ncia. Para investigadores prec&amp;aacute;rios e para equipas cujos projetos chegam ao fim, tudo isto significa continuar sem saber quando chegar&amp;aacute; o pr&amp;oacute;ximo financiamento e se ser&amp;aacute; poss&amp;iacute;vel manter contratos, equipas e linhas de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Ao mesmo tempo, o governo continua a promover profundas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es no ensino superior e na ci&amp;ecirc;ncia sem uma discuss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, transparente e participada &amp;agrave; altura da sua import&amp;acirc;ncia. Foi assim com a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da AI&amp;sup2;, nos processos de transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos polit&amp;eacute;cnicos do Porto e de Leiria em institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es universit&amp;aacute;rias e voltou a acontecer com altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es estruturantes como os novos regimes jur&amp;iacute;dicos dos Graus Acad&amp;eacute;micos e Diplomas do Ensino Superior e do Sistema Nacional de Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aprovados ainda na passada semana. S&amp;atilde;o processos que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m assegurado o necess&amp;aacute;rio envolvimento da comunidade acad&amp;eacute;mica e cient&amp;iacute;fica nem, nas mat&amp;eacute;rias em que se imp&amp;otilde;e, respeitado devidamente os direitos de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, consulta e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, avan&amp;ccedil;ando apesar das fortes reservas e, em alguns casos, da oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de entidades t&amp;atilde;o diversas como o Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o CRUP, o CCISP, a APESP e as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais. Reformas desta dimens&amp;atilde;o fazem-se envolvendo quem conhece, trabalha e dirige o sistema e levando seriamente em conta os seus contributos. O que este Governo tem feito sozinho aproxima-se mais do desmantelamento do sistema de Ensino Superior e Ci&amp;ecirc;ncia do que de uma verdadeira reforma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Por &amp;uacute;ltimo, refer&amp;ecirc;ncia ao comportamento do MECI no que se refere &amp;agrave;&amp;nbsp;negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. A negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva n&amp;atilde;o &amp;eacute; uma benesse concedida aos representantes dos trabalhadores. &amp;Eacute; uma obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o constitucional, um direito dos trabalhadores e um mecanismo fundamental do contrato social vigente numa sociedade democr&amp;aacute;tica. Isso obriga, particularmente, os governos a um comportamento exemplar, s&amp;eacute;rio e respeitador das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas dos trabalhadores. O que se tem passado ao longo dos dois anos de relacionamento institucional est&amp;aacute; longe de o cumprir &amp;mdash; a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ECD que o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o proclama, em carta aos professores, como instrumento de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas que adia quest&amp;otilde;es urgentes, e que, naquilo que introduz, funcionariza a profiss&amp;atilde;o, elimina direitos, agrava a precariedade e aumenta a instabilidade dos docentes vinculados longe da sua resid&amp;ecirc;ncia; a desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas as propostas substantivas apresentadas ap&amp;oacute;s sufr&amp;aacute;gio de milhares de professores; um minist&amp;eacute;rio que se comporta como juiz e parte na gest&amp;atilde;o de todo o processo. Para a Fenprof, mais do que an&amp;uacute;ncios e proclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio &amp;eacute; avan&amp;ccedil;ar com medidas efetivas para resolver os problemas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Repto ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e iniciativas de luta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na&amp;nbsp;confer&amp;ecirc;ncia de imprensa, a Fenprof lan&amp;ccedil;ou um repto ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;&amp;mdash; Se quer valorizar o ECD, vamos a isso. Tem nas propostas da FENPROF uma boa base de trabalho.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer reduzir a componente letiva dos docentes da monodoc&amp;ecirc;ncia, n&amp;atilde;o precisa de esperar por um projeto piloto da fus&amp;atilde;o de ciclos. Pode faz&amp;ecirc;-lo j&amp;aacute;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer democratizar a gest&amp;atilde;o escolar, n&amp;atilde;o basta alargar o col&amp;eacute;gio de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o do diretor. &amp;Eacute; preciso refor&amp;ccedil;ar a colegialidade dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o, garantir a elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos coordenadores de departamento pelos pares e refor&amp;ccedil;ar os poderes do conselho pedag&amp;oacute;gico.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;-&amp;mdash; Se quer reformar o Ensino Superior e a Ci&amp;ecirc;ncia, assegure processos transparentes e participados, ouvindo efetivamente quem conhece e trabalha no sistema, e garanta &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es os recursos necess&amp;aacute;rios para concretizar essas mudan&amp;ccedil;as com qualidade, no respeito e na dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quem nelas trabalha.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer diminuir o fosso no desempenho escolar entre os alunos economicamente mais desfavorecidos e os mais favorecidos, que o PISA e outros indicadores evidenciam, dote a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva dos recursos suficientes e disponibilize aos estudantes do ensino superior os apoios de que necessitam.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Se quer mesmo resolver o problema da falta de professores, valorize o ECD, eliminando a precariedade e a instabilidade, melhorando os sal&amp;aacute;rios, os hor&amp;aacute;rios, as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e a carreira&amp;rdquo;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E ficou a garantia de que, para isso, pode contar com a Fenprof e com os professores. Para n&amp;atilde;o resolver os problemas e fazer precisamente o contr&amp;aacute;rio, continuar&amp;aacute; a ter oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e luta:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;&amp;mdash; Estaremos na rua no Dia Mundial do Professor, a 5 de outubro, e nas manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es da CGTP-IN de 17 de outubro em Lisboa, Porto e Coimbra.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Iniciaremos hoje mesmo (14/set) a &lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/greve-ao-sobretrabalho-2026" target="_blank"&gt;greve ao sobretrabalho, &amp;agrave;s horas extraordin&amp;aacute;rias e &amp;agrave; componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Iremos at&amp;eacute; &amp;agrave;s &amp;uacute;ltimas consequ&amp;ecirc;ncias no apuramento das responsabilidades e na exig&amp;ecirc;ncia do cumprimento da lei no que se refere ao pagamento do trabalho suplementar realizado nos exames nacionais de 2026.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Participaremos nas lutas da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e da CGTP-IN, exigindo um Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2027 que responda aos problemas do pa&amp;iacute;s e dos trabalhadores e na defesa de uma Seguran&amp;ccedil;a Social p&amp;uacute;blica e solid&amp;aacute;ria, ao servi&amp;ccedil;o de quem trabalha e n&amp;atilde;o ao servi&amp;ccedil;o dos interesses do setor financeiro e da especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash; Convocaremos todas as formas de luta que se revelem necess&amp;aacute;rias para que o ano letivo 2026/2027 seja, de facto, um ano de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas&amp;rdquo;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Em suma&amp;hellip;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As medidas implementadas pelo governo para responder &amp;agrave; falta de professores n&amp;atilde;o passam de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es paliativas que, longe de resolverem o problema dos milhares de alunos que continuam sem aulas e sem professor, agravam a degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino-aprendizagem e de trabalho nas escolas. S&amp;atilde;o medidas que retiram direitos aos alunos e aos professores &amp;mdash; n&amp;atilde;o respeitam as redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es da componente letiva por idade e tempo de servi&amp;ccedil;o, permitem ultrapassar os limites do n&amp;uacute;mero de alunos por turma, deixam alunos sem os apoios de que necessitam e sobrecarregam os docentes com horas extraordin&amp;aacute;rias. Em vez de atacarem as causas da falta de professores, estas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es procuram apenas gerir a escassez, &amp;agrave; custa da qualidade da Escola P&amp;uacute;blica, dos direitos dos alunos e do desgaste ainda maior dos educadores e professores. S&amp;atilde;o, por isso, exatamente o oposto de uma verdadeira solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os problemas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-1.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-1.jpeg?v=639250215189893147"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-8.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-8.jpeg?v=639250215190835880"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-6.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/202609_14-ci-abertura-ano-letivo-6.jpeg?v=639250215191963457"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CI &amp;mdash; Desfasamento entre o discurso e a realidade das escolas (14/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O in&amp;iacute;cio de mais um ano letivo est&amp;aacute; a ser marcado por&amp;nbsp;m&amp;uacute;ltiplos problemas que afetam as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos docentes, o funcionamento das escolas e as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de aprendizagem dos alunos, conforme comprovam os resultados de um inqu&amp;eacute;rito realizado junto das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas.&amp;nbsp;Perante esta realidade, a Fenprof realizar&amp;aacute; uma Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa (CI), onde denunciar&amp;aacute; o desfasamento entre o discurso do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) &amp;nbsp;e a realidade das escolas.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Confer&amp;ecirc;ncia de imprensa da Fenprof&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;14/set (segunda-feira)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt; |&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; 11h30&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;EB1/ JI Monte Abra&amp;atilde;o (AE Ruy Belo, em Queluz)&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;Entre os problemas que continuam por resolver encontram-se a&amp;nbsp;falta de professores, as dificuldades na organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e preenchimento de hor&amp;aacute;rios, a sobrecarga e desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho docente e a persist&amp;ecirc;ncia de m&amp;uacute;ltiplos constrangimentos materiais e pedag&amp;oacute;gicos que condicionam o funcionamento das escolas e o processo de ensino e aprendizagem. A estes problemas juntam-se as consequ&amp;ecirc;ncias das&amp;nbsp;op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas desastrosas tomadas pelo MECI, relativamente aos exames nacionais do ensino secund&amp;aacute;rio, que provocaram problemas e injusti&amp;ccedil;as que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tem vindo a denunciar e que continuam sem resposta adequada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No plano das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais e da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, ser&amp;aacute; denunciada a atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o do MECI, marcada pelo&amp;nbsp;desrespeito pelo quadro legal, pela desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais e pela recusa em negociar propostas fundamentadas apresentadas pelos sindicatos. Em diversos processos, o MECI/governo tem optado por impor decis&amp;otilde;es tomadas &amp;agrave; margem da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, numa atitude que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera incompat&amp;iacute;vel com o respeito pelos princ&amp;iacute;pios da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva e da democracia laboral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No terreno, permanecem igualmente problemas relacionados com as&amp;nbsp;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es f&amp;iacute;sicas e materiais das escolas, equipamentos inform&amp;aacute;ticos obsoletos ou avariados, redes de internet deficientes, falta de assist&amp;ecirc;ncia t&amp;eacute;cnica e edif&amp;iacute;cios que continuam sem condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es adequadas para responder &amp;agrave;s necessidades de alunos e trabalhadores. A estes acrescem situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de sobrecarga de trabalho docente, excesso de burocracia e falta de recursos de apoio ao processo educativo, o que leva a Fenprof a considerar que este conjunto de problemas se traduz num caldo de incapacidade, incompet&amp;ecirc;ncia e irresponsabilidade e evidencia uma&amp;nbsp;incapacidade persistente do MECI para responder aos problemas concretos das escolas, agravada por decis&amp;otilde;es erradas, atrasos, falta de planeamento e uma preocupante dist&amp;acirc;ncia entre os an&amp;uacute;ncios pol&amp;iacute;ticos e a sua concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A CI ser&amp;aacute; palco, tamb&amp;eacute;m, para a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos&amp;nbsp;resultados de um question&amp;aacute;rio realizado junto de centenas de agrupamentos de escolas e escolas n&amp;atilde;o agrupadas, atrav&amp;eacute;s das respetivas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es, permitindo conhecer, com base em informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o recolhida diretamente nas escolas, as principais dificuldades que marcam o arranque do ano letivo 2026/2027. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dar&amp;aacute;, assim, a conhecer&amp;nbsp;a realidade das escolas para l&amp;aacute; dos an&amp;uacute;ncios de Fernando Alexandre, identificando problemas concretos, responsabilidades e medidas que continuam por tomar.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de setembro de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ano escolar com velhos problemas e novas amea&amp;ccedil;as (01/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O novo ano escolar arranca marcado por problemas que o governo continua sem resolver: falta de professores, aumento do n&amp;uacute;mero de aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sobrecarga e precariedade docentes, degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de funcionamento das escolas e insufici&amp;ecirc;ncia de equipamentos e recursos. A Fenprof alertou que o recurso crescente ao trabalho extraordin&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o pode ser apresentado como resposta estrutural &amp;agrave; falta de professores e defende medidas efetivas para tornar a profiss&amp;atilde;o mais atrativa, est&amp;aacute;vel e valorizada.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/bqrrNh-tMQ0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na &lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/Declaração%20de%20abertura%20do%20ano%20letivo%20(01-09-2026).pdf" target="_blank"&gt;declara&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada&lt;/a&gt;, em confer&amp;ecirc;ncia de imprensa (1/set), a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o denuncia o processo negocial referente &amp;agrave; revis&amp;atilde;o doEstatuto da Carreira Docente, quer na forma, quer no conte&amp;uacute;do das propostas do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) que agravam a instabilidade e a desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o. A cr&amp;iacute;tica estende-se &amp;agrave; altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do modelo de gest&amp;atilde;o escolar, defendendo uma escola p&amp;uacute;blica democr&amp;aacute;tica e participada, e manifesta forte preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a revis&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Inclusiva, prevista para entrar em vigor a meio do ano letivo, sem os recursos e regulamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre os exames nacionais, a Fenprof considera inaceit&amp;aacute;vel qualquer tentativa de branqueamento do caos registado e rejeita que os professores sejam responsabilizados pelas falhas das plataformas e pelas decis&amp;otilde;es da tutela. Exige o pagamento do trabalho suplementar realizado e o ressarcimento dos docentes cujas f&amp;eacute;rias foram interrompidas, contestando a compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um euro por item atribu&amp;iacute;da aos professores classificadores. E denuncia, ainda, o agravamento da precariedade no Ensino Superior associado &amp;agrave; transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de polit&amp;eacute;cnicos em universidades. Por &amp;uacute;ltimo ficou a certeza da rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualquer reforma da Seguran&amp;ccedil;a Social que ponha em causa direitos sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Fenprof, estes problemas n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o fatalidades, mas resultado de op&amp;ccedil;&amp;otilde;es pol&amp;iacute;ticas. Por isso, reafirma o compromisso de lutar pela Escola P&amp;uacute;blica, por uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade e por uma profiss&amp;atilde;o docente valorizada, est&amp;aacute;vel e dignificada.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/2026_09_01-abertura-ano-escolar-4.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/2026_09_01-abertura-ano-escolar-4.jpeg?v=639238910842825382"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/2026_09_01-abertura-ano-escolar-5.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/2026_09_01-abertura-ano-escolar-5.jpeg?v=639238910843731627"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/60/0/2026_09_01-abertura-ano-escolar-1.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cee212f4/2026_09_01-abertura-ano-escolar-1.jpeg?v=639238910845226874"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 01 Sep 2026 19:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ano-escolar-abertura-2026</guid></item><item><title>Equiparação a Bolseiro (2026/2027)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/equiparacao-a-bolseiro-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Encontra-se dispon&amp;iacute;vel a &lt;a href="https://sigrhe.dgae.medu.pt/openerp/login" target="_blank"&gt;aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o eletr&amp;oacute;nica&lt;/a&gt; para submiss&amp;atilde;o de pedidos de equipara&amp;ccedil;&amp;atilde;o a bolseiro para o ano escolar de 2026/2027.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 26 Aug 2026 21:52:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/equiparacao-a-bolseiro-2026</guid></item><item><title>Posição da CGTP-IN sobre o relatório da reforma das pensões</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/relatorio-da-reforma-das-pensoes-cgtp</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de agosto de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Dada a sua pertin&amp;ecirc;ncia e atualidade, pois que tudo indica os trabalhadores ser&amp;atilde;o chamados, novamenta, a defender o que &amp;eacute; seu de direito, o SPN publica, na &amp;iacute;ntegra, a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CGTP-IN sobre a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do relat&amp;oacute;rio &amp;laquo;Reformar as Pens&amp;otilde;es em Portugal: Por um Sistema Sustent&amp;aacute;vel, Adequado e Justo&amp;nbsp;&amp;laquo;Reformar as Pens&amp;otilde;es em Portugal: Por um Sistema Sustent&amp;aacute;vel, Adequado e Justo&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;um Contrato entre Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;raquo;&lt;/strong&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;um Contrato entre Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;raquo;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;laquo;Reformar as Pens&amp;otilde;es em Portugal: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Por um Sistema Sustent&amp;aacute;vel, Adequado e Justo&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;um Contrato entre Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;raquo;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;Posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CGTP-IN&amp;nbsp;&lt;em&gt;&amp;mdash;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Foram apresentadas as conclus&amp;otilde;es do relat&amp;oacute;rio do Grupo de Trabalho nomeado pelo Governo para estudar e fazer propostas sobre o sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social, liderado pelo economista Jorge Bravo, consultor de seguradoras e sociedades gestoras de fundos de pens&amp;otilde;es, e pela ex-deputada da Iniciativa Liberal, Carla Castro, conhecidos defensores da privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema de seguran&amp;ccedil;a social p&amp;uacute;blico, universal e solid&amp;aacute;rio e da sua transforma&amp;ccedil;&amp;atilde;o num sistema de pens&amp;otilde;es gerido em regime de capitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O Grupo de Trabalho assenta a tese da insustentabilidade do sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social e as solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que preconiza para o problema num misto de falsidades, ambiguidades e confus&amp;otilde;es, lan&amp;ccedil;ando d&amp;uacute;vidas quer sobre a actual robustez financeira que o sistema apresenta, quer sobre a pr&amp;oacute;pria arquitectura e composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Mistura propositadamente o sistema previdencial do sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social com a Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para p&amp;ocirc;r em causa as contas oficiais da seguran&amp;ccedil;a social, quando se trata de sistemas com objectivos, destinat&amp;aacute;rios e modos de financiamento muito distintos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os encargos do Estado com a Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m rigorosamente nada a ver com o regime previdencial da seguran&amp;ccedil;a social e derivam unicamente do facto de o Estado, respons&amp;aacute;vel desde a sua cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o pela protec&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, incluindo o pagamento de pens&amp;otilde;es dos trabalhadores em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas, ter optado por n&amp;atilde;o cumprir com as suas responsabilidades enquanto empregador, sendo impens&amp;aacute;vel que se admita a hip&amp;oacute;tese de cobrir as suas responsabilidades atrav&amp;eacute;s de verbas da pr&amp;oacute;pria Seguran&amp;ccedil;a Social.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O Sistema Previdencial da Seguran&amp;ccedil;a Social &amp;eacute; um regime contributivo, ao contr&amp;aacute;rio do sistema gerido pela Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, que n&amp;atilde;o o &amp;eacute; nem nunca o foi. Neste sentido, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; qualquer confus&amp;atilde;o or&amp;ccedil;amental ou contabil&amp;iacute;stica, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; dinheiro da CGA a ser desviado para a Seguran&amp;ccedil;a Social ou vice-versa. Est&amp;aacute; tudo muito claro e n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel qualquer tentativa de manipular as contas entre os dois sistemas. Toda a mistifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o em torno destes dois sistemas n&amp;atilde;o passa de uma manobra destinada a confundir e a preparar o terreno para introduzir medidas que fragilizam o sistema p&amp;uacute;blico e deste modo, dar resposta aos anseios dos interesses dos fundos de pens&amp;otilde;es privados, ligados &amp;agrave; banca e seguradoras.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Importa neste momento lembrar a solidez do sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social, com um saldo positivo de 6.732,3 milh&amp;otilde;es de euros ao longo do ano de 2025 e que o Fundo de Estabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Financeira da Seguran&amp;ccedil;a Social atingiu em Junho de 2026, 49,296 mil milh&amp;otilde;es de euros, representando 15,8 % do P.I.B., garantindo 28,63 meses de despesas com o pagamento de pens&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Este Relat&amp;oacute;rio encomendado pelo governo insere-se numa ac&amp;ccedil;&amp;atilde;o que visa o assalto aos vultosos recursos da Seguran&amp;ccedil;a Social e p&amp;ocirc;r em causa os direitos dos trabalhadores e reformados, o prosseguimento do prolongamento da idade de reforma, a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do direito &amp;agrave; reforma antecipada que hoje &amp;eacute; reconhecido, entre outros inadmiss&amp;iacute;veis retrocessos.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A CGTP-IN considera inaceit&amp;aacute;vel e rejeita liminarmente a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualquer sistema de contas individuais no &amp;acirc;mbito do sistema previdencial, j&amp;aacute; que tal significaria a destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o a prazo do actual sistema assente em princ&amp;iacute;pios de solidariedade laboral e intergeracional. As propostas do Grupo de Trabalho visam enfraquecer este princ&amp;iacute;pio basilar do nosso sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social, substituindo-o por um chamado&amp;nbsp;&lt;em&gt;&amp;ldquo;princ&amp;iacute;pio de equidade geracional&amp;rdquo;,&lt;/em&gt;&amp;nbsp;que est&amp;aacute; intimamente relacionado com a sustentabilidade das finan&amp;ccedil;as p&amp;uacute;blicas, o que acaba por corresponder &amp;agrave; nega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do modelo de financiamento do sistema de pens&amp;otilde;es e &amp;agrave; revis&amp;atilde;o da f&amp;oacute;rmula de c&amp;aacute;lculo das pens&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;J&amp;aacute; no que respeita aos regimes complementares, de notar que algumas das conclus&amp;otilde;es deste Relat&amp;oacute;rio encontram agora apoio e sustenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o no pacote de medidas apresentado pela Comiss&amp;atilde;o Europeia no &amp;acirc;mbito da Uni&amp;atilde;o da Poupan&amp;ccedil;a e do Investimento, em particular no que respeita &amp;agrave; cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sistemas de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o autom&amp;aacute;tica dos trabalhadores em regimes complementares de reforma, incentivados atrav&amp;eacute;s de benef&amp;iacute;cios fiscais. &amp;Eacute; inaceit&amp;aacute;vel esta invers&amp;atilde;o do &amp;oacute;nus, contando-se com uma ades&amp;atilde;o &amp;ldquo;for&amp;ccedil;ada&amp;rdquo; dos trabalhadores e com a sua falta de reac&amp;ccedil;&amp;atilde;o por in&amp;eacute;rcia ou total desconhecimento.&amp;nbsp; &amp;Eacute; um caminho inevit&amp;aacute;vel para o enfraquecimento do sistema de pens&amp;otilde;es, podendo desde logo levar a exig&amp;ecirc;ncias no sentido de reduzir as contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o mesmo, conduzindo &amp;agrave; sua privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Esta conjuga&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a vontade do Governo de abrir a seguran&amp;ccedil;a social &amp;agrave; especula&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira e &amp;agrave;s press&amp;otilde;es da Uni&amp;atilde;o Europeia no mesmo sentido, tornam o momento crucial para a defesa do sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social, universal e solid&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Os sistemas complementares de pens&amp;otilde;es j&amp;aacute; existem em Portugal e, tal como em outros pa&amp;iacute;ses, t&amp;ecirc;m uma procura fraca por parte dos trabalhadores. A solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Grupo de Trabalho &amp;eacute; tornar a ades&amp;atilde;o a estes fundos especulativos autom&amp;aacute;tica e com avultados benef&amp;iacute;cios fiscais, ou seja, arranjar clientes e colocar o dinheiro p&amp;uacute;blico a fomentar este neg&amp;oacute;cio da banca e das seguradoras. N&amp;atilde;o esque&amp;ccedil;amos que est&amp;atilde;o em causa mais de 30 mil milh&amp;otilde;es de euros de contribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es sociais por ano no sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social, tornando a &amp;aacute;rea da protec&amp;ccedil;&amp;atilde;o social muito apetec&amp;iacute;vel aos mercados financeiros.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A CGTP discorda do incentivo aos regimes privados, seja de iniciativa colectiva ou individual atrav&amp;eacute;s de incentivos fiscais. O refor&amp;ccedil;o do sistema de pens&amp;otilde;es deve ser feito dentro do pr&amp;oacute;prio sistema p&amp;uacute;blico, e n&amp;atilde;o atrav&amp;eacute;s do desvio das poupan&amp;ccedil;as dos trabalhadores para fundos de pens&amp;otilde;es privados, incentivados pela via da concess&amp;atilde;o de benef&amp;iacute;cios fiscais (ou, mais grave ainda, como j&amp;aacute; foi sugerido, atrav&amp;eacute;s de isen&amp;ccedil;&amp;otilde;es de taxa social &amp;uacute;nica).&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas estas movimenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; clara e corresponde a uma velha aspira&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; reduzir o sistema p&amp;uacute;blico de pens&amp;otilde;es gerido em regime de reparti&amp;ccedil;&amp;atilde;o e substitu&amp;iacute;-lo, ainda que parcialmente, por regimes de capitaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de prefer&amp;ecirc;ncia privados e nos quais, por mais que nos acenem com a promessa de melhores pens&amp;otilde;es, nada &amp;eacute; certo, tudo &amp;eacute; indefinido e dependente dos caprichos e da lotaria dos mercados financeiros. Foram muitos os trabalhadores noutros pa&amp;iacute;ses que ficaram sem pens&amp;otilde;es de reforma depois de anos e anos de descontos em consequ&amp;ecirc;ncia da fal&amp;ecirc;ncia, muitas vezes fraudulenta desses fundos de pens&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Para a CGTP-IN as pens&amp;otilde;es complementares devem continuar a ser um mero complemento e n&amp;atilde;o podem ser vistas ou utilizadas como um meio de reduzir ou substituir as pens&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas. &amp;Eacute; de rejeitar que sejam os interesses financeiros a definir o nosso futuro comum. As pens&amp;otilde;es de reforma s&amp;atilde;o um&amp;nbsp;direito social inalien&amp;aacute;vel e assim dever&amp;atilde;o continuar, e n&amp;atilde;o uma aposta nos mercados que n&amp;atilde;o garantir&amp;atilde;o as pens&amp;otilde;es no futuro e que j&amp;aacute; deram mostras de acarretar grandes perdas aos trabalhadores e pensionistas.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A CGTP-IN rejeita quaisquer derivas assistencialistas que visem, por um lado, transformar o sistema p&amp;uacute;blico de seguran&amp;ccedil;a social num sistema de m&amp;iacute;nimos, mais uma vez em benef&amp;iacute;cio do sector privado, a que os cidad&amp;atilde;os teriam de recorrer para garantir uma sobreviv&amp;ecirc;ncia condigna, e, por outro, as tentativas de transformar direitos sociais em caridade e de estigmatizar a pobreza e os pobres, como a que est&amp;aacute; corporizada na cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da presta&amp;ccedil;&amp;atilde;o social &amp;uacute;nica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Defender a Seguran&amp;ccedil;a Social hoje &amp;eacute; garantir um futuro digno, justo e solid&amp;aacute;rio para todos. O principal refor&amp;ccedil;o do sistema previdencial resultar&amp;aacute; sempre do aumento geral dos sal&amp;aacute;rios e da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e dos trabalhadores.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A CGTP-IN alerta os trabalhadores para este ataque e apela &amp;agrave; sua mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para derrotar estes projectos garantindo o direito efectivo &amp;agrave; reforma e a pens&amp;otilde;es com valores que respondam &amp;agrave; necessidade de uma vida digna.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;DIF/CGTP-IN&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Lisboa, 19.08.2026&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/600/20/6/ss-capital.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/14310c2e/ss-capital.jpg?v=639229508257286398"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 21 Aug 2026 22:02:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/relatorio-da-reforma-das-pensoes-cgtp</guid></item><item><title>8.ª Corrida — Inscrições abertas (24/out)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/8-a-corrida-inscricoes-abertas-24-ago</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;24 de julho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Professores (Fenprof), em parceria com a C&amp;acirc;mara Municipal de Lisboa e com a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Atletismo de Lisboa, leva a efeito a 8.&amp;ordf; Corrida Nacional do Professor e da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no dia 24 de outubro de 2026. O &lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/5CAFE1FEB22CE3A1AAFC6523B6418DFC/regulamento_8a-corrida-professor-e-educacao.pdf" target="_blank"&gt;regulamento&lt;/a&gt; j&amp;aacute; se encontra dispon&amp;iacute;vel. Toda a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no &lt;a href="https://corridafenprof.sports4all.pt/" target="_blank"&gt;s&amp;iacute;tio da corrida&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Prova&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O evento conta com um programa abrangente constitu&amp;iacute;do por:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;prova de 10 km, competitiva,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;prova de 5 km, participativa, na qual se pode correr ou caminhar,&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;corrida Novas Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, competitiva, para os mais novos (dos 7 aos 15 anos de idade).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na zona de Bel&amp;eacute;m, com partida da Avenida Bras&amp;iacute;lia, em frente &amp;agrave; Pra&amp;ccedil;a do Imp&amp;eacute;rio, junto ao Centro Cultural de Bel&amp;eacute;m; vai ao viaduto de Alg&amp;eacute;s, retorna, vai ao viaduto de Alc&amp;acirc;ntara, retorna e termina na Pra&amp;ccedil;a do Imp&amp;eacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;Acirc;mbito&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Prova de 10 km &amp;mdash; aberta a todos os interessados, de ambos os sexos e de acordo com os escal&amp;otilde;es et&amp;aacute;rios definidos no ponto 1 do artigo 4.&amp;ordm;, bem como a pessoas que se deslocam em cadeira de rodas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Prova de 5 km &amp;mdash; aberta a todos os interessados, sem distin&amp;ccedil;&amp;atilde;o de idade ou sexo.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Corrida Novas Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;&amp;mdash; evento desportivo, com atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trof&amp;eacute;us aos tr&amp;ecirc;s primeiros classificados de cada escal&amp;atilde;o e g&amp;eacute;nero. Ser&amp;aacute; composta por quatro partidas, por escal&amp;otilde;es, conforme artigo 4&amp;ordm;. Todos os participantes receber&amp;atilde;o uma medalha de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no final da prova.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Inscri&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://corridafenprof.sports4all.pt/" target="_blank"&gt;https://corridafenprof.sports4all.pt/&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os associados dos Sindicatos constituintes da Fenprof receber&amp;atilde;o um c&amp;oacute;digo promocional que far&amp;aacute; um abatimento de 50% no valor da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; dia 18 de outubro (23h59 continentais).&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Pr&amp;eacute;mios e ofertas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Os participantes na Corrida Novas Gera&amp;ccedil;&amp;otilde;es receber&amp;atilde;o:&lt;br&gt; a) uma medalha de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (no final da prova)&lt;br&gt; b) trof&amp;eacute;us para os tr&amp;ecirc;s primeiros classificados de cada escal&amp;atilde;o e g&amp;eacute;nero&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Os participantes na corrida de 10 km e na marcha de 5 km receber&amp;atilde;o&lt;br&gt; a) 1 camisola da prova&lt;br&gt; b) 1 dorsal&lt;br&gt; c) 1 medalha (entregue ap&amp;oacute;s a conclus&amp;atilde;o da prova, na meta)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Na prova de 10 km, ser&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;dos pr&amp;eacute;mios aos primeiros tr&amp;ecirc;s classificados por escal&amp;atilde;o e g&amp;eacute;nero.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Dado tratar-se de uma corrida promovida pela Fenprof haver&amp;aacute; pr&amp;eacute;mios para os primeiros associados dos sindicatos que a constituem, em cada um dos g&amp;eacute;neros.&lt;br&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;S&amp;oacute; ser&amp;atilde;o considerados, os atletas que, no momento da inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o, assinalem que s&amp;atilde;o sindicalizados e qual o Sindicato (SPN, SPRC, SPGL, SPZS, SPM, SPRA, SPE).&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ser&amp;aacute; atribu&amp;iacute;do um pr&amp;eacute;mio a cada um dos tr&amp;ecirc;s agrupamentos de escolas/escolas n&amp;atilde;o agrupadas com o maior n&amp;uacute;mero de participantes efetivos no evento.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/500/80/3/8.ª%20Corrida%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e6b67460/8.ª%20Corrida%20(cartaz).jpg?v=639214800734033289"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 04 Aug 2026 21:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/8-a-corrida-inscricoes-abertas-24-ago</guid></item><item><title>Pacote laboral derrotado, ECD atolado na inoperância</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/viva-a-derrota-do-pacote-laboral</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Para a Fenprof, a derrota do pacote laboral em sede parlamentar constituiu uma importante vit&amp;oacute;ria dos trabalhadores, alcan&amp;ccedil;ada atrav&amp;eacute;s de uma luta que acrescentou mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas que tamb&amp;eacute;m permitiu o esclarecimento sobre as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es que o governo pretendia fazer. No que respeita ao ritmo negocial que vem sendo impresso &amp;agrave; revis&amp;atilde;o do ECD &amp;mdash; um ano letivo, onze reuni&amp;otilde;es e nem dois temas conclu&amp;iacute;dos, de um total de sete &amp;mdash; &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A tentativa de levar ao parlamento uma proposta que n&amp;atilde;o encontrava apoio na maioria dos portugueses esbarrou, depois, na oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que vinha j&amp;aacute; sendo assinalada &amp;agrave; esquerda do espectro pol&amp;iacute;tico, mas que, com a luta corajosa e a persist&amp;ecirc;ncia com que os trabalhadores enfrentaram o ataque do governo aos seus direitos, obrigou mesmo aqueles que estavam dispostos a dar a m&amp;atilde;o ao governo a recuar nesta inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Foi mesmo a luta ao longo de onze meses que criou condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para este desfecho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o assinala que os docentes e investigadores, do setor p&amp;uacute;blico e do setor privado, deram um importante contributo para a derrota da proposta do governo e das confedera&amp;ccedil;&amp;otilde;es patronais. Tamb&amp;eacute;m eles foram apurando a consci&amp;ecirc;ncia das inusitadas amea&amp;ccedil;as que o pacote laboral comportava. As garantias, designadamente do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de que as altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais n&amp;atilde;o diziam respeito aos docentes n&amp;atilde;o convenceram &amp;mdash; e bem! &amp;mdash; os docentes e investigadores, tratando-se de um evidente embuste. A conclus&amp;atilde;o que o governo deve retirar &amp;eacute; que impor aos trabalhadores algo que eles claramente rejeitam n&amp;atilde;o &amp;eacute; caminho. A obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do governo &amp;eacute; resolver os problemas dos cidad&amp;atilde;os e n&amp;atilde;o criar outros ainda mais graves, como, manifestamente, era o caso do pacote laboral. Tamb&amp;eacute;m Fernando Alexandre deve perceber a obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o governativa de resolver e n&amp;atilde;o de criar problemas. &amp;Eacute; isso que se espera da reuni&amp;atilde;o negocial convocada para 26 de junho (16h30), no &amp;acirc;mbito do processo de revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente (ECD), sobre o tema 2 do protocolo negocial e, em particular, ao modelo de recrutamento e coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ritmo negocial que vem sendo impresso &amp;agrave; revis&amp;atilde;o do ECD &amp;mdash; um ano letivo, onze reuni&amp;otilde;es e nem dois de sete temas conclu&amp;iacute;dos &amp;mdash; &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel! Pelo andamento, a legislatura n&amp;atilde;o ser&amp;aacute; suficiente para concluir o processo de revis&amp;atilde;o do ECD! N&amp;atilde;o se resolve o problema da revis&amp;atilde;o do ECD que devia ser urgente, instrumento fundamental da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que falta para contrariar o desinteresse pela profiss&amp;atilde;o e, a partir da&amp;iacute;, combater a falta de professores. O pr&amp;oacute;prio ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considerava quest&amp;atilde;o estrutural, mas tal n&amp;atilde;o se tem traduzido nas negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es, quer pela natureza das propostas vindas do governo, quer pelo ritmo em que o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o (MECI) atolou o processo. &amp;Eacute; caso para dizer que o pacote laboral foi derrotado e a revis&amp;atilde;o do ECD continua atolada na intencional inoper&amp;acirc;ncia do MECI/governo&lt;strong&gt;. &lt;/strong&gt;As duvidosas medidas avulsas que tem vindo a adotar est&amp;atilde;o no limite das suas potencialidades e comprovam a incapacidade para resolver, efetivamente, os problemas que afetam o sistema educativo e a profiss&amp;atilde;o docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Saiba o MECI/governo ler o sentido das exig&amp;ecirc;ncias e da disponibilidade para a luta dos professores, demonstrada na manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de educadores e professores (16/mai) e na tribuna p&amp;uacute;blica da monodoc&amp;ecirc;ncia (15/jun) e o profundo significado da luta que conduziu &amp;agrave; derrota do pacote laboral.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/100/80/9/derrotarpacote_c.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/40f8a16a/derrotarpacote_c.jpeg?v=639174864026108710"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;19 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Viva a derrota do pacote laboral!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Viva quem nunca desistiu de lutar desde o primeiro momento e ao longo de meses!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vivam os milhares de educadores, professores e investigadores que participaram nas diversas reuni&amp;otilde;es e plen&amp;aacute;rios, piquetes, concentra&amp;ccedil;&amp;otilde;es, manifesta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e nas duas Greves Gerais realizadas!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Viva a luta dos educadores, professores e investigadores!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Viva a luta dos trabalhadores!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vivam os Sindicatos que constituem a Fenprof!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Viva a Fenprof!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Viva a CGTP-IN!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/sWo3CweFVaA"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Primeiro-ministro e ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o devem retirar ila&amp;ccedil;&amp;otilde;es deste processo, pois, ao inv&amp;eacute;s do caminho da imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, deve ser prosseguido o caminho de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos educadores, professores e investigadores.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/100/80/9/derrotapacotelaboral.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/40f8a16a/derrotapacotelaboral.jpeg?v=639174864028236760"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 19 Jun 2026 16:03:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/viva-a-derrota-do-pacote-laboral</guid></item><item><title>Vamos exigir a derrota do pacote laboral (18/jun)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/pacote-laboral-concentracao-frente-a-ar-18-jan-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Educadores, professores e investigadores sa&amp;iacute;ram &amp;agrave; rua, concentrando-se em frente &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica para derrotar o pacote laboral (18/jun). Os docentes juntaram a sua voz &amp;agrave; de trabalhadores de diversos setores para afirmar uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara &amp;mdash; a rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o absoluta de retrocessos nos direitos laborais e a exig&amp;ecirc;ncia de chumbo do novo pacote laboral.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/bLOPEO-kNz0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-rc-manifestacao-contra-o-pacote-laboral-cgtp-18-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/710c1a13/ARCGTP18jun%20(02).jpeg?v=639174606197813366"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/710c1a13/ARCGTP18jun%20(22).jpeg?v=639174606201330642"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/710c1a13/ARCGTP18jun%20(03).jpeg?v=639174606204138640"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-rc-manifestacao-contra-o-pacote-laboral-cgtp-18-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica de RC&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-rc-manifestacao-contra-o-pacote-laboral-cgtp-18-jun-2026" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/710c1a13/ARCGTP18jun%20(12).jpeg?v=639174606206905695"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/710c1a13/ARCGTP18jun%20(08).jpeg?v=639174606210118159"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/710c1a13/ARCGTP18jun%20(10).jpeg?v=639174606212519002"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/25F3DEBF51875F8EA8271C241573408F/solidaridad-cea-fesiduasfenprof.pdf"&gt;Mensagem de solidariedade da CEA, FESIDUAS e F&amp;oacute;rum pela Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Iberoam&amp;eacute;rica&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Educadores e professores apelam &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (18/jun)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Num contexto em que a profiss&amp;atilde;o docente enfrenta s&amp;eacute;rios desafios, marcados pela falta de valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional, pelo envelhecimento, pelas dificuldades de recrutamento e reten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de profissionais, pela crescente intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho e pela insufici&amp;ecirc;ncia de medidas que promovam a atratividade da carreira, os educadores e professores consideram inaceit&amp;aacute;vel qualquer iniciativa que represente um retrocesso nos direitos dos trabalhadores.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os educadores e professores rejeitam, por isso, a proposta de pacote laboral apresentada pelo governo, por entenderem que esta promove a precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais, enfraquece os direitos coletivos dos trabalhadores, limita a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e fragiliza instrumentos fundamentais de prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral, constituindo uma amea&amp;ccedil;a aos direitos laborais conquistados ao longo de d&amp;eacute;cadas de luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A experi&amp;ecirc;ncia demonstra que nenhum direito laboral est&amp;aacute; definitivamente garantido. Sempre que s&amp;atilde;o abertos precedentes de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos num setor, aumenta o risco de essas medidas serem alargadas a outros trabalhadores. As medidas hoje dirigidas aos trabalhadores do setor privado poder&amp;atilde;o, amanh&amp;atilde;, servir de justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para novas restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos direitos dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, incluindo os profissionais da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A defesa dos direitos laborais &amp;eacute;, assim, insepar&amp;aacute;vel da defesa da Escola P&amp;uacute;blica e da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente. Num momento em que o pa&amp;iacute;s enfrenta uma grave falta de professores, s&amp;atilde;o necess&amp;aacute;rias pol&amp;iacute;ticas que dignifiquem a profiss&amp;atilde;o e reforcem os direitos dos trabalhadores, n&amp;atilde;o medidas que contribuam para a sua fragiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O que se tem passado no processo de revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente torna ainda mais evidente a import&amp;acirc;ncia da defesa dos direitos laborais e da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva. N&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel construir solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os problemas da profiss&amp;atilde;o &amp;agrave; custa da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de direitos, da limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores ou do enfraquecimento da sua representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Neste sentido, os educadores e professores apelam &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o promovida pelas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais, no dia&amp;nbsp;18 de junho, junto&amp;nbsp;&amp;agrave;&amp;nbsp;Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, a partir das&amp;nbsp;13h30, como forma de expressar a rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste pacote laboral, afirmar a defesa dos direitos dos trabalhadores e exigir pol&amp;iacute;ticas que valorizem o trabalho, os trabalhadores e a profiss&amp;atilde;o docente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque defender os direitos laborais &amp;eacute; defender a profiss&amp;atilde;o docente, a Escola P&amp;uacute;blica e uma sociedade mais justa. Pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o docente. Pela defesa dos direitos laborais. Contra a precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Pacote laboral &amp;mdash; Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o frente &amp;agrave; AR (18/jan)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar na imagem ]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/72000/100/30/5/cgtp18jun_cartaz.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b65afb47/cgtp18jun_cartaz.jpg?v=639171653996667533" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 15 Jun 2026 23:07:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/pacote-laboral-concentracao-frente-a-ar-18-jan-2026</guid></item><item><title>ESI — À espera do primeiro-ministro (1/jun)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-a-espera-do-primeiro-ministro-1-jun</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato (SPN/DESI) participou na iniciativa levada a cabo no Instituto Superior de Engenharia do Porto (ISEP), no dia 1 de junho (11h). Com esta participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o SPN quis saber da resposta &amp;agrave;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/70/2/SPN%20-%20Carta%20Aberta.pdf" target="_blank"&gt;carta aberta&lt;/a&gt; enviada ao governo sobre o processo de transi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Instituto Polit&amp;eacute;cnico do Porto para Universidade T&amp;eacute;cnica do Porto.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Esta iniciativa, organizada pela Uni&amp;atilde;o de Sindicatos do Porto (USP), ocorreu no &amp;acirc;mbito das visitas do primeiro-ministro &amp;agrave; regi&amp;atilde;o do Porto e realizou-se em v&amp;aacute;rios locais sob o nome de &amp;ldquo;rece&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao primeiro-ministro&amp;rdquo;.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP001.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP001.jpg?v=639159174278592826"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP02.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP02.jpg?v=639159174279704712"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP09.jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP09.jpg?v=639159174281801307"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP08.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP08.jpeg?v=639159174284047673"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP004.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP004.jpg?v=639159174285499453"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP06.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP06.jpg?v=639159174287423449"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP11.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP11.jpeg?v=639159174289018616"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/900/30/5/ISEP12.jpeg" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4e9ab24/ISEP12.jpeg?v=639159174291100410"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 01 Jun 2026 12:29:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/esi-a-espera-do-primeiro-ministro-1-jun</guid></item><item><title>Fenprof saúda decisão do TIJ sobre o direito à greve</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-sauda-decisao-do-tij-sobre-o-direito-a-greve</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;21 de maio fica marcado como o dia em que o Tribunal Internacional de Justi&amp;ccedil;a (TIJ) confirmou que o direito &amp;agrave; greve est&amp;aacute; protegido pela Conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o n.&amp;ordm; 87 OIT (Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Internacional de Trabalho). Este parecer vem ao encontro do que os Sindicatos h&amp;aacute; muito defendem: a liberdade de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o tem sentido sem o poder de agir coletivamente, sem o direito &amp;agrave; greve.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Internacional da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IE), o direito &amp;agrave; greve n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas um princ&amp;iacute;pio &amp;mdash; &amp;eacute; uma ferramenta para defender a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e a justi&amp;ccedil;a social em todo o mundo. Na&amp;nbsp;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="https://www.ei-ie.org/en/item/32535:a-historic-victory-for-workers-and-for-education-unions-worldwide"&gt;nota publicada no site da IE,&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;l&amp;ecirc;-se que o reconhecimento do TIJ &amp;ldquo;uma vit&amp;oacute;ria hist&amp;oacute;rica para os trabalhadores &amp;mdash; e para os sindicatos da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em todo o mundo&amp;rdquo;, j&amp;aacute; que&amp;nbsp;&amp;ldquo;a capacidade de empreender a&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva &amp;eacute; essencial para proteger a qualidade da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica, boas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e a dignidade da profiss&amp;atilde;o. Esta decis&amp;atilde;o valida os argumentos jur&amp;iacute;dicos, mas tamb&amp;eacute;m as lutas di&amp;aacute;rias dos educadores que se organizam, mobilizam e, quando necess&amp;aacute;rio, fazem greve para defender os interesses dos seus alunos, da sua profiss&amp;atilde;o e das comunidades que servem&amp;rdquo;. O parecer foi pedido pela OIT, devido a &amp;ldquo;desacordos graves e persistentes no seio da composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o tripartida da OIT quanto &amp;agrave; interpreta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da [Conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o] no que diz respeito ao direito &amp;agrave; greve&amp;rdquo;. Agora, cabe aos governos respeitar e implementar a decis&amp;atilde;o, eliminando restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es abusivas ao direito &amp;agrave; greve.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em Portugal, esta decis&amp;atilde;o assume grande relev&amp;acirc;ncia, porque s&amp;atilde;o frequentes as den&amp;uacute;ncias sindicais de abusos no decretamento de servi&amp;ccedil;os m&amp;iacute;nimos e o projeto de revis&amp;atilde;o da lei laboral apresentado pelo governo apresenta como uma das traves mestras maiores limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao direito &amp;agrave; greve. Neste contexto, o parecer do TIJ d&amp;aacute; raz&amp;otilde;es acrescidas aos trabalhadores portugueses e aos Sindicatos para recusar o pacote laboral e para aderir massivamente &amp;agrave; greve geral de 3 de junho.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cd814bf3/tribunal%20internacional-de-justicia.jpg?v=639154130917745837"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;Foto:&amp;nbsp;&lt;span&gt;UN Photo/ICJ-CIJ/Wiebe Kiestra (&lt;a href="https://news.un.org/pt/story/2024/03/1828882" target="_blank"&gt;foto inserta no site da ONU&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;</description><pubDate>Tue, 26 May 2026 16:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-sauda-decisao-do-tij-sobre-o-direito-a-greve</guid></item><item><title>Firmo por Cuba — A solidariedade não se bloqueia!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/firmo-por-cuba</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Perante o agravamento do bloqueio econ&amp;oacute;mico imposto pelos Estados Unidos e as amea&amp;ccedil;as de Donald Trump contra Cuba, multiplicam-se as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de solidariedade com o povo cubano. A Internacional da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (IE), que representa mais de 33 milh&amp;otilde;es de educadores em todo o mundo, denuncia o agravamento da crise humanit&amp;aacute;ria e apela &amp;agrave;s organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es-membros para que promovam o fim do bloqueio e apoiem uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pac&amp;iacute;fica e diplom&amp;aacute;tica desta crise.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.firmoporcuba.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/3f988992/firmocuba_c.jpg?v=639150739957974522"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.firmoporcuba.com/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; Subscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&amp;mdash;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Num tempo marcado por viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es flagrantes e sistem&amp;aacute;ticas dos direitos humanos, participar na campanha &amp;ldquo;&lt;a href="https://www.firmoporcuba.com/" target="_blank"&gt;Firmo por Cuba&lt;/a&gt;&amp;rdquo; &amp;eacute; dar voz &amp;agrave; solidariedade, &amp;agrave; paz, &amp;agrave; coopera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os povos e ao direito de cada na&amp;ccedil;&amp;atilde;o escolher livremente o seu caminho.&amp;nbsp;E &amp;eacute; tamb&amp;eacute;m defender o sistema educativo cubano, que prestou ajuda solid&amp;aacute;ria a mais de 40 pa&amp;iacute;ses e alfabetizou mais de 10 milh&amp;otilde;es de pessoas atrav&amp;eacute;s do m&amp;eacute;todo educativo &amp;ldquo;Yo s&amp;iacute; puedo&amp;rdquo;. A campanha pretende recolher milh&amp;otilde;es de assinaturas em todo o mundo. O SPN apela a todos os associados a subscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto das escolas e universidades, porque &amp;eacute; importante dizer ao povo cubano que n&amp;atilde;o est&amp;aacute; s&amp;oacute; e que a solidariedade n&amp;atilde;o se bloqueia!&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 22 May 2026 18:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/firmo-por-cuba</guid></item><item><title>Greve Geral com forte expressão nos professores (3/jun)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-geral-3-jun</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/grevegeral3jun_b.jpg?v=639146997218406044"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;As declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do primeiro-ministro, Lu&amp;iacute;s Montenegro, sobre a Greve Geral revelam uma preocupante arrog&amp;acirc;ncia pol&amp;iacute;tica e um profundo desrespeito pelos trabalhadores que decidiram exercer um direito democr&amp;aacute;tico fundamental para manifestar o seu descontentamento e a sua rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o perante um Pacote Laboral marcado por um inaceit&amp;aacute;vel retrocesso social e pelo aprofundamento incompreens&amp;iacute;vel da precariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/1Thq3DzZTgs"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Desvalorizar a grande ades&amp;atilde;o &amp;agrave; greve, reduzindo-a apenas aos transtornos causados &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; ignorar deliberadamente a mensagem pol&amp;iacute;tica e social enviada por milhares de trabalhadores de diferentes setores. A Greve Geral foi mais uma demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara de descontentamento, de resist&amp;ecirc;ncia e de recusa perante pol&amp;iacute;ticas que atacam direitos conquistados ao longo de d&amp;eacute;cadas. Tamb&amp;eacute;m os educadores, professores e investigadores deram uma forte resposta nesta greve, juntando-se &amp;agrave; mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional contra medidas que atacam os direitos sindicais, desde logo, o pr&amp;oacute;prio direito &amp;agrave; greve, agravam a precariedade, desvalorizam as carreiras e fragilizam os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e o futuro da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em Portugal. A ades&amp;atilde;o destes profissionais demonstra que existe uma rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o ampla e transversal &amp;agrave;s propostas do governo. Perante a dimens&amp;atilde;o da contesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, o primeiro-ministro opta por ignorar a realidade e procurar desesperadamente apoios que lhe permitam avan&amp;ccedil;ar com pol&amp;iacute;ticas rejeitadas pela esmagadora maioria dos trabalhadores e dos portugueses, em geral. Mas a resposta dos trabalhadores foi clara: h&amp;aacute; resist&amp;ecirc;ncia, h&amp;aacute; indigna&amp;ccedil;&amp;atilde;o e h&amp;aacute; determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o em defender direitos, sal&amp;aacute;rios, carreiras e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dignas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Greve Geral n&amp;atilde;o foi um inc&amp;oacute;modo passageiro. Foi uma afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva de luta, de dignidade e da rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara de um caminho que levaria a um retrocesso social que os trabalhadores n&amp;atilde;o aceitam. Parece que o governo n&amp;atilde;o quer ler o sinal inequ&amp;iacute;voco de rejei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores ao pacote laboral que a Greve Geral de 3 de junho, novamente, confirmou e em for&amp;ccedil;a. Ver-se-&amp;aacute; se a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica segue o mesmo caminho, porque a Fenprof, assim como os educadores, professores e investigadores n&amp;atilde;o se remeter&amp;atilde;o ao papel de meros espectadores.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/manifprofs2.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/manifprofs2.jpeg?v=639163059076076076"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/manifprofs1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/manifprofs1.jpg?v=639163059077185862"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;br&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;03 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Professores deram uma forte express&amp;atilde;o &amp;agrave; Greve Geral (3/jun)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O SPN sa&amp;uacute;da todos os educadores, professores e investigadores que aderiram &amp;agrave; Greve Geral (3/jun), contribuindo para uma expressiva jornada de luta que levou ao encerramento de milhares de estabelecimentos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino em todo o pa&amp;iacute;s e &amp;agrave; forte paralisa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do funcionamento de in&amp;uacute;meros servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos.&amp;nbsp;A ades&amp;atilde;o dos docentes demonstrou o profundo descontentamento existente face &amp;agrave;s pol&amp;iacute;ticas do governo, designadamente&amp;nbsp;o pacote laboral e o processo de revis&amp;atilde;o do Estatuto da Carreira Docente, que amea&amp;ccedil;am desvalorizar a profiss&amp;atilde;o docente e enfraquecer direitos fundamentais dos trabalhadores.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="449" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=314&amp;amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F911450838620500%2F&amp;amp;show_text=false&amp;amp;width=560&amp;amp;t=0" scrolling="no" frameborder="0" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o assume particular relev&amp;acirc;ncia num contexto marcado por fortes press&amp;otilde;es sobre os trabalhadores, por parte de membros do governo, designadamente pelo primeiro-ministro, e sobre os docentes, por parte de algumas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es de escolas e de agrupamentos. O contexto em que esta greve se realizou fica, ainda, marcado por situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ilegais e inaceit&amp;aacute;veis em v&amp;aacute;rias escolas, com tentativas de intimida&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de condicionamento do direito &amp;agrave; greve. Apesar disso, os educadores e os professores responderam com coragem, determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e elevado sentido de unidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quanto &amp;agrave;s provas ModA, agendadas para este dia, onde se realizaram, ocorreram num clima de forte tens&amp;atilde;o entre o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es escolares e os profissionais da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, tendo sido denunciadas pr&amp;aacute;ticas administrativas abusivas destinadas a minimizar os efeitos da greve e a garantir, a toda a for&amp;ccedil;a, que as provas se fizessem. A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o est&amp;aacute; a proceder a um levantamento exaustivo dessas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ir&amp;aacute; acompanh&amp;aacute;-las e agir&amp;aacute; em conformidade, na defesa dos direitos dos docentes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A expressiva participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nesta Greve Geral confirma que os docentes continuam dispon&amp;iacute;veis para lutar pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho, como fator determinante do desenvolvimento social e humano das sociedades, por carreiras dignas, pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica, pela defesa dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos e por solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es estruturais que combatam a crescente falta de docentes nas escolas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ES Alexandre Herculano, Porto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/alexandreherculano07.jpeg?v=639161295340636043"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/alexandreherculano03.jpeg?v=639161295342402087"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/alexandreherculano12.jpeg?v=639161295344491582"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Faculdade de Letras da Universidade do Porto&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/faculdadeletras09.jpeg?v=639161295345845630"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/faculdadeletras08.jpeg?v=639161295347189648"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/faculdadeletras11.jpeg?v=639161295348332191"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Largo da Porta Nova at&amp;eacute; &amp;agrave; Arcada, Braga&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&amp;nbsp; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/Braga05.jpeg?v=639161295349959443"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/Braga02.jpeg?v=639161295351389022"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/Braga03.jpeg?v=639161295352675510"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Pra&amp;ccedil;a Dr. Gaspar Moreira, Santa Maria da Feira&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-greve-geral-03-jun-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/SMFeira07.jpeg?v=639161297632762663"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/SMFeira03.jpeg?v=639161297634042956"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/87a47421/SMFeira09.jpeg?v=639161297635004536"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/grandiosa-greve-geral-confirma-a-rejeicao-do-pacote-laboral-por-professores-educadores-e-investigadores-de-todo-o-pais-em-atualizacao#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;Ver imagens de todo o pa&amp;iacute;s&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/manif3jun1.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/manif3jun1.jpg?v=639163055560821499"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/manif3jun2.jpg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/manif3jun2.jpg?v=639163055562509004"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;02 de junho de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Coro do SPN d&amp;aacute;&amp;nbsp;pontap&amp;eacute; de sa&amp;iacute;da para a greve geral&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;video width="800" height="450" controls="controls"&gt;
&lt;source src="https://www.spn.pt/Media/Default/Info/71000/800/10/5/coroSPN.mp4" type="video/mp4"&gt;&lt;/source&gt;&lt;/video&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/martanunes.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/martanunes.jpg?v=639161269389618215"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Ilustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Marta Nunes&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Greve Geral, de novo!? Porqu&amp;ecirc;? (3/jun)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O governo vai enviar o pacote laboral para discuss&amp;atilde;o na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica. Uma decis&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o altera o essencial &amp;mdash; o pacote laboral &amp;eacute; um retrocesso! Foi rejeitado pelos trabalhadores e se-lo-&amp;aacute; definitivamente, no dia 3 de junho. Com o pacote laboral, o governo quer manter os aspetos negativos da atual legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral e alter&amp;aacute;-la para muito pior. Tamb&amp;eacute;m os educadores, professores e investigadores ver&amp;atilde;o os seus direitos diminuidos. Por isso,&amp;nbsp;assumem o compromisso com a greve geral.&amp;nbsp;A Fenprof, por sua vez,&amp;nbsp; j&amp;aacute; enviou o&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/Fenprof%20—%20%20Pré-aviso%20de%20Greve%20Gerall.pdf" target="_blank"&gt;pr&amp;eacute;-aviso de greve&lt;/a&gt;.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/FAQ%20sobre%20a%20Greve%20Geral.pdf" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/grevegeral3junfaq_w2.jpg?v=639153248643706175"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/-pnl7qR8z68"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/Fenprof%20—%20Greve%20Geral.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/Fenprof%20—%20Greve%20Geral.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/Fenprof%20—%20Greve%20Geral.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/Fenprof%20—%20Greve%20Geral.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/Fenprof%20—%20Greve%20Geral.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/Fenprof%20—%20Greve%20Geral.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/Fenprof%20—%20Greve%20Geral.jpg?v=639147783077642453"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Governo e patr&amp;otilde;es t&amp;ecirc;m procurado justificar a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o anti greve geral alegando que a proposta que foi para a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica j&amp;aacute; n&amp;atilde;o tem qualquer rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a proposta inicial &amp;mdash;&amp;nbsp;nada mais falso!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;O pacote laboral contra os trabalhadores tem mesmo de ser derrotado.&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Juntam &amp;agrave; argumenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o a alegada import&amp;acirc;ncia de o pa&amp;iacute;s necessitar de uma legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o "mais moderna", que flexibilize os processos de contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, para facilitar a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de emprego, refor&amp;ccedil;ar a competitividade e a capacidade financeira das empresas e, num futuro incerto, melhorar sal&amp;aacute;rios.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fal&amp;aacute;cias que encontram a contraprova nas medidas que, efetivamente, pretendem legislar e que t&amp;ecirc;m merecido uma forte oposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores de todos os setores. Em comunicado, a CGTP-IN explica os motivos da convoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o da greve geral, sejam de &amp;acirc;mbito geral ou adaptados &amp;agrave;s realidades espec&amp;iacute;ficas (como ser&amp;aacute; para os diversos setores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica), que justificam plenamente a necessidade de uma forte ades&amp;atilde;o &amp;agrave; greve. &amp;Agrave; aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pacote laboral seguir-se-iam adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; Lei de Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, merecem destaque alguns dos principais riscos decorrentes das altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es propostas &amp;agrave; legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho, como:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;a facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos despedimentos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a preval&amp;ecirc;ncia da satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de necessidades permanentes com recurso &amp;agrave; contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o a termo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a possibilidade de recurso ao&amp;nbsp;&lt;em&gt;outsourcing&lt;/em&gt;&amp;nbsp;para satisfazer, transitoriamente, necessidades do sistema educativo;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o agravamento da desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de trabalho;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do banco de horas individual com aumento de at&amp;eacute; 10 horas semanais, sem aumento da remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o (at&amp;eacute; ao limite de 150 horas);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo de amamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; aos 2 anos de idade da crian&amp;ccedil;a;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;no setor privado, ainda maior facilita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da caducidade da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, o que ter&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m inevit&amp;aacute;veis consequ&amp;ecirc;ncias no quadro da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva previsto para a administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a exclus&amp;atilde;o dos trabalhadores tempor&amp;aacute;rios das regras da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao patr&amp;atilde;o do direito de escolher a conven&amp;ccedil;&amp;atilde;o que for, para si, mais favor&amp;aacute;vel, impondo-a aos respetivos trabalhadores;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;o ataque &amp;agrave; liberdade sindical;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou mesmo a extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o, na pr&amp;aacute;tica, o direito &amp;agrave; greve;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;a dr&amp;aacute;stica fragiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o geral dos trabalhadores nas rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais, o que n&amp;atilde;o deixar&amp;aacute; de ter consequ&amp;ecirc;ncias muito negativas na &amp;aacute;rea da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e, em particular da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com consequ&amp;ecirc;ncias em processos como o da revis&amp;atilde;o do ECD e outros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em s&amp;iacute;ntese, o que o governo quer &amp;mdash; mas a luta dos trabalhadores vai impedir&amp;nbsp;&amp;mdash; &amp;eacute;&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;facilitar os despedimentos, com a tentativa de destrui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do princ&amp;iacute;pio da proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do despedimento sem justa causa, ao permitir a n&amp;atilde;o reintegra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhador despedido ilicitamente;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;eternizar e generalizar a precariedade;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;desregular ainda mais o tempo de trabalho&amp;nbsp;e criar mais entraves &amp;agrave; concilia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da vida profissional com a vida pessoal e familiar;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacar a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacar a liberdade sindical, dificultando o acesso aos locais de trabalho, especialmente onde n&amp;atilde;o houver trabalhadores sindicalizados, ou que entendam n&amp;atilde;o o declarar, colocando na esfera de decis&amp;atilde;o patronal as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e exerc&amp;iacute;cio do direito de reuni&amp;atilde;o e de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e afixa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;atacar o direito &amp;agrave; greve, impondo servi&amp;ccedil;os m&amp;iacute;nimos obrigat&amp;oacute;rios, mesmo quando n&amp;atilde;o estejam em causa necessidades sociais impreter&amp;iacute;veis, bastando para tal que a entidade se integre em sector de atividade suscet&amp;iacute;vel de prestar atividades desse tipo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/800/10/5/grevegeral3jun_cartaz.jpg" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b4faa2e3/grevegeral3jun_cartaz.jpg?v=639146997221103495"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 18 May 2026 10:13:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-geral-3-jun</guid></item><item><title>1.º Maio — Todos à manifestação!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/1-o-maio-2026</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/1maio2026_b.jpg?v=639130022731168237"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;27 de abril de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Os direitos alcan&amp;ccedil;ados pelos trabalhadores durante o s&amp;eacute;culo XX foram resultado de uma luta persistente. Importa, pois, impedir os retrocessos sociais e civilizacionais que o governo pretende impor, em pleno s&amp;eacute;culo XXI. S&amp;oacute; a&amp;nbsp;luta e a persist&amp;ecirc;ncia far&amp;atilde;o cair o pacote laboral; a uni&amp;atilde;o e a resist&amp;ecirc;ncia sustentar&amp;atilde;o o Estatuto da Carreira Docente. Valorizado! Por isso, tamb&amp;eacute;m os educadores, os professores e os investigadores contribuir&amp;atilde;o para um 1.&amp;ordm; de Maio grandioso.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;PORTO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/porto.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="91%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/porto.jpeg?v=639135512541089739" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="449" height="800" style="border: none; overflow: hidden;" src="https://www.facebook.com/plugins/video.php?height=476&amp;amp;href=https%3A%2F%2Fwww.facebook.com%2Freel%2F980055661169471%2F&amp;amp;show_text=false&amp;amp;width=267&amp;amp;t=0" scrolling="no" frameborder="0" allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; picture-in-picture; web-share" allowfullscreen="allowfullscreen"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span color="#800000" style="color: #800000;"&gt;&lt;b&gt;BRAGA&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/guimarães4.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/guimarães4.jpeg?v=639135512542668895"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/guimarães5.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/guimarães5.jpeg?v=639135512544581266"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/guimarães8.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/guimarães8.jpeg?v=639135512546198224"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/guimarães6.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/guimarães6.jpeg?v=639135512547628472"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/guimarães6.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;BRAGAN&amp;Ccedil;A&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/braganca3.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/braganca3.jpeg?v=639135512549474449"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/braganca4.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/braganca4.jpeg?v=639135512551151101"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/braganca1.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/braganca1.jpeg?v=639135512552753741"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/braganca2.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/braganca2.jpeg?v=639135512554357089"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/braganca2.jpeg" target="_blank" style="color: #800000;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;VIANA DO CASTELO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/vianadocastelo1.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/vianadocastelo1.jpeg?v=639135512556226633"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/vianadocastelo3.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/vianadocastelo3.jpeg?v=639135512557885979"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/vianadocastelo4.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/vianadocastelo4.jpeg?v=639135512559339970"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/vianadocastelo2.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/vianadocastelo2.jpeg?v=639135512561105702"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/vianadocastelo2.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;AVEIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/aveiro3.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/aveiro3.jpeg?v=639135512562877158"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/aveiro4.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/aveiro4.jpeg?v=639135512564474153"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/aveiro1.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/aveiro1.jpeg?v=639135512565748449"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/aveiro5.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/aveiro5.jpeg?v=639135512567355422"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/aveiro5.jpeg" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/1maiolocal2026.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="75%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/1maiolocal2026.jpg?v=639130022733145768"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/1maiolocal2026.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/600/30/2/1maiocartaz2026.jpg" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="95%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ce01909e/1maiocartaz2026.jpg?v=639130022735766710"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 28 Apr 2026 18:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/1-o-maio-2026</guid></item><item><title>Semana de Reflexão e Luta — Questionário (até 30/abr)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/semana-de-reflexao-e-luta-questionario-ate-30-abr</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de abril de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Entre 24 e 30 de abril, a Fenprof vai realizar uma&amp;nbsp;Semana Nacional de Reflex&amp;atilde;o e de Luta, onde ir&amp;atilde;o decorrer reuni&amp;otilde;es e plen&amp;aacute;rios sindicais em todo o pa&amp;iacute;s, auscultando os docentes sobre formas de luta a desenvolver, aprovando tomadas de posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e refor&amp;ccedil;ando o compromisso coletivo com a mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o urgente e necess&amp;aacute;ria para defender a profiss&amp;atilde;o. Para esse efeito, vai ser usado um&amp;nbsp;question&amp;aacute;rio, que poder&amp;aacute; ser preenchido&amp;nbsp;on-line&amp;nbsp;ou em papel&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/2426?newtest=Y" target="_blank"&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/cd88649a/7.jpg?v=639125565851155052"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/2426?newtest=Y" target="_blank"&gt;ONLINE&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span style="color: #800000;"&gt;|&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/400/0/3/inquerito-aos-professores-abril2026.pdf" target="_blank"&gt;IMPRESS&amp;Atilde;O (.pdf)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;</description><pubDate>Mon, 27 Apr 2026 09:47:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/semana-de-reflexao-e-luta-questionario-ate-30-abr</guid></item><item><title>25 de Abril — Braga</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-braga-2026</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/500/20/3/25A%20-%20Braga.jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/7073e0bb/25A%20-%20Braga.jpeg?v=639126759054203180"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Sat, 25 Apr 2026 00:03:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-braga-2026</guid></item><item><title>25 mil, em Lisboa! (16/mai)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/manifestacao-nacional-de-educadores-e-professores-16-mai-2026</link><description>&lt;p&gt;&lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/manif16mai_b.jpg?v=639124047092189913"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de maio de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Perto de 25 mil educadores, professores e investigadores de todo o pa&amp;iacute;s e de todos os setores de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ensino, dos setores p&amp;uacute;blico, privado, social e cooperativo desfilaram do Cais do Sodr&amp;eacute; &amp;agrave; Pra&amp;ccedil;a dos Restauradores, em Lisboa (16/mai). Exigiram valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profiss&amp;atilde;o e da carreira docente e defenderam a Escola P&amp;uacute;blica, inclusiva, de qualidade e para todos, de acordo com a&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/media/download/26FCF49E573C01BA867D692394F3F80F/f-117-resolucao-manifestacao-16-05-26.pdf" target="_blank"&gt;Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&amp;nbsp;aprovada.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na Pra&amp;ccedil;a dos Restauradores, os secret&amp;aacute;rios-gerais da Fenprof, Francisco Gon&amp;ccedil;alves e Jos&amp;eacute; Feliciano Costa, saudaram os milhares de educadores e professores presentes que conferem &amp;agrave; Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o uma maior legitima&amp;ccedil;&amp;atilde;o pol&amp;iacute;tica para a reuni&amp;atilde;o de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Ci&amp;ecirc;ncia e Inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a realizar no dia 18 de maio (segunda-feira). Tiago Oliveira, secret&amp;aacute;rio-geral da CGTP, marcou presen&amp;ccedil;a na manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e no final apelou &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes na greve geral (3/jun).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/F5sbprHEb-U"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Francisco Gon&amp;ccedil;alves, secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/y9Jcmxh9p6o"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;Jos&amp;eacute; Feliciano Costa, secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/milhares-de-docentes-em-lisboa-reafirmam-ecd-em-revisao-nao-pode-ser-em-vao-valorizacao-ja#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;span&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/2026_05_16-manif-ecd-26.jpg?v=639146203558597094"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/2026_05_16-manif-ecd-63.jpg?v=639146203560796802"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/2026_05_16-manif-ecd-39.jpg?v=639146203562757565"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/milhares-de-docentes-em-lisboa-reafirmam-ecd-em-revisao-nao-pode-ser-em-vao-valorizacao-ja#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica (Fenprof)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/milhares-de-docentes-em-lisboa-reafirmam-ecd-em-revisao-nao-pode-ser-em-vao-valorizacao-ja#lg=1&amp;amp;slide=0" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/2026_05_16-manif-lusa-jsenagoulao-2.jpg?v=639146203564995135"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/2026_05_16-manif-ecd-7.jpg?v=639146203567153455"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/2026_05_16-manifestacao-ecd-1.jpeg?v=639146203568949436"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;22 de abril de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Professores saem &amp;agrave; rua em Lisboa! (16/mai)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o surge num contexto em que persistem graves problemas na profiss&amp;atilde;o docente e falta de resposta do MECI/governo aos principais problemas profissionais: desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira, sobrecarga de trabalho, precariedade, falta de atratividade da profiss&amp;atilde;o, dificuldades na aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e aus&amp;ecirc;ncia de respostas concretas para muitos dos problemas que afetam educadores, professores e investigadores.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com esta a&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional de luta, os docentes afirmam a necessidade de pol&amp;iacute;ticas que dignifiquem a profiss&amp;atilde;o, uma revis&amp;atilde;o da carreira que a valorize e a torne mais atrativa, num quadro de uma enorme falta de professores, melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e um futuro de qualidade para a Escola P&amp;uacute;blica e para quem nela trabalha e aprende.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/160526?newtest=Y" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #ff0000;"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/a7307fb2/autocarro.png?v=638107031542875574"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #808080;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/160526?newtest=Y" target="_blank" style="color: #808080;"&gt;&amp;mdash;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/160526?newtest=Y" target="_blank" style="color: #808080;"&gt;INSCRI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&amp;nbsp;/ TRANSPORTE&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.pt/index.php/160526?newtest=Y" target="_blank" style="color: #808080;"&gt;&amp;mdash;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/400/10/4/Manifestação%2016mai%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/132c5154/Manifestação%2016mai%20(cartaz).jpg?v=639124047094092149"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 21 Apr 2026 20:43:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/manifestacao-nacional-de-educadores-e-professores-16-mai-2026</guid></item><item><title>25 de Abril — SJ Madeira</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-sj-madeira-2026</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/300/80/6/25ASJMadeira%20(cartaz).jpg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5845e600/25ASJMadeira%20(cartaz).jpg?v=639123296299000792"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 20 Apr 2026 23:51:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-sj-madeira-2026</guid></item><item><title>25 de Abril, Sempre!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-iniciativas-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar nas imagens]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Celebram-se, este ano, os 52 anos da Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Cravos, os 50 anos da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa (CRP) e as primeiras elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas (25 de abril),&amp;nbsp;data que marcou igualmente a entrada em vigor da CRP. Como sempre, o SPN esteve na rua, nas comemora&amp;ccedil;&amp;otilde;es populares, reafirmando os valores fundamentais do&amp;nbsp;25 de Abril:&amp;nbsp;Democracia,&amp;nbsp;Liberdade,&amp;nbsp;Paz,&amp;nbsp;Igualdade&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Justi&amp;ccedil;a Social.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave; alegria e ao orgulho com que se participa nesta festa, junta-se a necessidade de dar corpo &amp;agrave; luta contra o ascenso da extrema-direita e as inten&amp;ccedil;&amp;otilde;es do governo de avan&amp;ccedil;ar com reformas, na legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho, profundamente lesivas para todos&amp;nbsp;&amp;mdash; o pacote laboral &amp;mdash;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e, para os docentes em particular, com o risco de&amp;nbsp;perda de um estatuto de carreira docente valorizado. O SPN apela, assim, &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos nas comemora&amp;ccedil;&amp;otilde;es populares, que decorrem um pouco por todo o pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;PORTO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Desfile do Largo Soares dos Reis (frente &amp;agrave; ex-PIDE) at&amp;eacute; &amp;agrave; Avenida dos Aliados&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-25-de-abril-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25abril20262.jpg?v=639129167487086769"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25abril20261.jpg?v=639129167488720772"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25abril20266.jpg?v=639129167490853709"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-25-de-abril-2026" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ver reportagem fotogr&amp;aacute;fica de HB&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-25-de-abril-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25abril20263.jpg?v=639129167492285842"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25abril20264.jpg?v=639129167493859709"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25abril20265.jpg?v=639129167495287498"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;BRAGA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/100/90/9/25A%20Braga2026%20(5).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25A%20Braga2026%20(5).jpeg?v=639129167498017788"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/100/90/9/25A%20Braga2026%20(3).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25A%20Braga2026%20(3).jpeg?v=639129167500590105"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/100/90/9/25A%20Braga2026%20(2).jpeg" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4018178e/25A%20Braga2026%20(2).jpeg?v=639129167503292717"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;SANTA MARIA DA FEIRA&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;video width="800" height="450" controls="controls"&gt;
&lt;source src="https://www.spn.pt/Media/Default/Info/71000/100/90/9/25A%20SMFeira.mp4" type="video/mp4"&gt;&lt;/source&gt;&lt;/video&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="800" height="450" src="//www.youtube.com/embed/cDC-QHdrVwo"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-porto-2026" target="_blank"&gt;25 de Abril &amp;mdash; Porto&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-porto-2026" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/702b5bec/25Aporto_c.jpg?v=639120520673440850"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-sm-feira-2026" target="_blank"&gt;25 de abril &amp;mdash; SM Feira&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-sm-feira-2026" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5821b9bd/25Asmfeira_c.jpg?v=639120520673837084"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4&gt;&lt;a href="25%20de abril &amp;mdash; SM Feira" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;25 de abril &amp;mdash; SJ Madeira&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-sj-madeira-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5845e600/24ASJMadeira_c.jpg?v=639123298235863748"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-sj-madeira-2026" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-braga-2026" target="_blank"&gt;25 de Abril&amp;nbsp;&amp;mdash;&amp;nbsp;Braga&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/25-de-abril-braga-2026" target="_blank"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/7073e0bb/25ABraga_c.jpg?v=639126762058733625"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:46:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-iniciativas-2026</guid></item><item><title>25 de Abril — SM Feira </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-sm-feira-2026</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de abril de 2026&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/71000/100/90/6/25A%20SM%20Feira%20(cartaz).jpeg" target="_blank"&gt; &lt;img width="100%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/5821b9bd/25A%20SM%20Feira%20(cartaz).jpeg?v=639120515587590870"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 17 Apr 2026 18:38:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/25-de-abril-sm-feira-2026</guid></item></channel></rss>