<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>Tempo de resolver problemas [9A4M2D]</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/2017-2018-tempo-de-resolver-problemas</link><description>Tempo de resolver problemas [9A4M2D]</description><item><title>Confirma-se o desinvestimento na Educação</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/6-do-pib-para-a-educacao-ate-2023</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof reitera as suas propostas e acusa ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de se manter escondido atr&amp;aacute;s do muro de sil&amp;ecirc;ncio que ergueu&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Com a proposta de Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2020 apresentada pelo governo de Ant&amp;oacute;nio Costa, a Escola P&amp;uacute;blica ver&amp;aacute; agravarem-se os seus problemas e os professores continuar&amp;atilde;o a ser profundamente desconsiderados, com os seus direitos socioprofissionais desrespeitados e as suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho a deteriorarem-se cada vez mais.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ter sofrido, entre 2009 e 2018, uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do financiamento p&amp;uacute;blico em 12%, correspondente a 867 Milh&amp;otilde;es de euros (CNE &amp;ndash; Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2018, Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2019), o governo optou por manter quase tudo na mesma, confirmando que,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;para si, os problemas com que a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os seus profissionais se confrontam s&amp;atilde;o quest&amp;otilde;es secund&amp;aacute;rias, n&amp;atilde;o chegando a ser, sequer, preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Assim, este importante setor social continuar&amp;aacute; sob subor&amp;ccedil;amenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com um ministro que n&amp;atilde;o se assume como tal, o que, no conjunto, n&amp;atilde;o fazem da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o uma prioridade deste governo.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa primeira aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o na generalidade, a Fenprof considera inadmiss&amp;iacute;vel que, mais uma vez, se opte pela estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o, prevendo-se um&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;aumento de, apenas, 1% face ao estimado para o ano anterior&lt;/strong&gt;. Isto, depois de, em&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;primeira vers&amp;atilde;o, se prever uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1%&lt;/strong&gt;, percentagem depois alterada, n&amp;atilde;o com um aumento da verba or&amp;ccedil;amentada, mas com a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o estimada para 2019. Ainda que possa estar correto este aumento de 1%, ele contrasta com o que acontece em outras &amp;aacute;reas: +23,1% para a Defesa; + 11,9% para a Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e ensino Superior; + 7,8% para a Seguran&amp;ccedil;a Interna; + 7,3% para a Justi&amp;ccedil;a; +5% para a Sa&amp;uacute;de&amp;hellip; J&amp;aacute; para n&amp;atilde;o falar dos 600 Milh&amp;otilde;es para o Novo Banco ou dos 0,2% de excedente or&amp;ccedil;amental (cerca de 400 Milh&amp;otilde;es de euros), destinados a alimentar a gula da agiotagem internacional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o governo, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; problemas por resolver nas escolas, como tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o h&amp;aacute; em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos professores.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Para o governo n&amp;atilde;o h&amp;aacute; mais de 6,5 anos de tempo de servi&amp;ccedil;o cumprido que ter&amp;aacute; de ser recuperado, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um problema de envelhecimento que exige medidas urgentes, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; um n&amp;iacute;vel de precariedade que continua a afetar docentes que trabalham h&amp;aacute; 10, 15 e 20 anos e n&amp;atilde;o h&amp;aacute; hor&amp;aacute;rios de trabalho ilegais que continuam a ser impostos para n&amp;atilde;o ter de contratar mais professores.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E como se tal n&amp;atilde;o bastasse, temos ainda a imposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma atualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sal&amp;aacute;rios em 0,3%, que s&amp;oacute; pode ser considerada uma provoca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e um insulto por quem viu o seu poder de compra (entre 2009 e 2019) cair 16,6% e quando se sabe que a infla&amp;ccedil;&amp;atilde;o para 2020 poder&amp;aacute; ser bem superior &amp;agrave;quele valor, continuando, por isso, a assistir-se ao agravamento da perda de poder de compra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Face ao que antes se refere e a n&amp;atilde;o haver profundas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es na fase de discuss&amp;atilde;o da proposta, este Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2020, apresentado pelo governo, n&amp;atilde;o merece a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;As propostas da&amp;nbsp;Fenprof&amp;nbsp;para o OE 2020&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;O Or&amp;ccedil;amento do Estado para 2020 ter&amp;aacute; de dar resposta a problemas que afetam fortemente os professores e que dever&amp;atilde;o ser solucionados, pois o seu arrastamento contribui para retirar atratividade a uma profiss&amp;atilde;o t&amp;atilde;o exigente como &amp;eacute; a profiss&amp;atilde;o docente, causa maior do &amp;ecirc;xodo profissional que continuar&amp;aacute; a assistir-se. Para o OE 2020, a&amp;nbsp;&lt;span&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt;&amp;nbsp;prop&amp;otilde;e ao governo e &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Carreira Docente&lt;/strong&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 598 dias, &amp;frac14; dos dias ainda por recuperar (2.393 dias = 6 anos, 6 meses e 23 dias), devendo o tempo estar totalmente contabilizado no final da legislatura (2023);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o do problema das ultrapassagens, situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que &amp;eacute; inconstitucional;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Desbloqueamento das progress&amp;otilde;es aos 5.&amp;ordm; e 7.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es da carreira docente, onde s&amp;atilde;o retidos milhares de docentes.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Possibilidade de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, sem penaliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es (idade ou fator de sustentabilidade) dos docentes com 40 ou mais anos de servi&amp;ccedil;o e vida contributiva;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Acesso dos docentes &amp;agrave; pr&amp;eacute;-reforma j&amp;aacute; em 2020.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Inclus&amp;atilde;o, a partir de janeiro, de todas as reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o ocasionais na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimentos;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na componente letiva, a partir de setembro, de toda a atividade desenvolvida diretamente com alunos.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Combate &amp;agrave; precariedade&lt;/strong&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Abertura de concursos extraordin&amp;aacute;rios de vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com vista a garantir que, at&amp;eacute; final da legislatura, todos os docentes com 3 ou mais anos de servi&amp;ccedil;o est&amp;atilde;o integrados nos quadros, devendo em 2020 ingressar todos os que t&amp;ecirc;m 10 ou mais anos de servi&amp;ccedil;o (em 2019, a m&amp;eacute;dia de ingresso foi de 15,5 anos de servi&amp;ccedil;o).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;6% do PIB para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; final da legislatura&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como confirma o relat&amp;oacute;rio Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2018 (CNE, Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2019), o financiamento p&amp;uacute;blico da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, entre 2009 e 2018, sofreu uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 12% (867 milh&amp;otilde;es de euros).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 2017 e 2018, a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o valeu apenas 3,6% do PIB, bem longe dos 5,2% do in&amp;iacute;cio do mil&amp;eacute;nio (2002) e at&amp;eacute; abaixo do valor verificado em 2014, sendo, ent&amp;atilde;o, de 4%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;span&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt;&amp;nbsp;considera que o financiamento p&amp;uacute;blico da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dever&amp;aacute; aumentar para os n&amp;iacute;veis recomendados pelas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais do setor, ou seja, os 6% do PIB, valor que dever&amp;aacute; ser atingido at&amp;eacute; final da legislatura. Para 2020, a&amp;nbsp;&lt;span&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; defende que se atinjam os 4%, como forma de se iniciar o combate contra esta escalada de desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;6% do PIB para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; 2023!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof apresentou no dia 13 de dezembro, a poucas horas de o governo entregar a sua proposta de lei para o Or&amp;ccedil;amento do Estado, aquelas que considera serem as medidas priorit&amp;aacute;rias, no plano or&amp;ccedil;amental. E f&amp;ecirc;-lo de modo respons&amp;aacute;vel, apontando as medidas que devem ser adotadas j&amp;aacute; em 2020, mas perspetivando aquelas que devem ser as decis&amp;otilde;es do Estado at&amp;eacute; ao final desta legislatura (2023).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="450" height="338" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/ldt4DZbzHHs"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, conhecendo-se aquelas que s&amp;atilde;o algumas das medidas que integrar&amp;atilde;o a proposta de lei do governo, bem como o que se vai dizendo e sugerindo, para a Fenprof, num quadro de progressivo desinvestimento p&amp;uacute;blico &amp;ndash; em 2002 a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o valia no OE 5,1% do Produto Interno Bruto (PIB) descendo progressivamente at&amp;eacute; 3,6% do PIB em 2018 &lt;span&gt;&amp;ndash;&lt;/span&gt;, este desinvestimento de mais de 800 milh&amp;otilde;es de euros explica os problemas que se sentem: escolas sem quaisquer interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es f&amp;iacute;sicas, o amianto que continua a n&amp;atilde;o ser removido, equipamentos desajustados ou sem manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, falta de pessoal n&amp;atilde;o docente, falta de pessoal docente, excesso de alunos por turma, uma pol&amp;iacute;tica de desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes, etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Procurando fazer face a este problema, a Fenprof considera que s&amp;oacute; o aumento da participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no PIB, refletida nos Or&amp;ccedil;amento do Estado, pode resolver esses problemas. Recorrendo a recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es internacionais como do Banco Mundial ou da OCDE, os Estados devem procurar ajustar os seus Or&amp;ccedil;amentos de modo a atingirem um n&amp;iacute;vel de 6% do PIB. &amp;Eacute; essa a proposta que a Fenprof&amp;nbsp;pretende que vingue e, para tal, ir&amp;aacute; trabalhar no sentido de mobilizar os professores, mas tamb&amp;eacute;m outros trabalhadores e diferentes organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, dirigindo-se aos partidos pol&amp;iacute;ticos e ao governo, para que se trabalhe para atingir esse valor em 2023, defendendo que, em 2020, o Or&amp;ccedil;amento do Estado para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o represente j&amp;aacute; 4% do PIB (o valor de 2014).&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 13 Dec 2019 19:31:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/6-do-pib-para-a-educacao-ate-2023</guid></item><item><title>Estado da Educação / 2018</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/o-estado-da-educacao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;02 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;O Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o nos deixa mentir...&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Foi divulgado pelo Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (CNE)&amp;nbsp;o relat&amp;oacute;rio&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cnedu.pt/pt/noticias/cne/1496-estado-da-educacao-2018" target="_blank"&gt;Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2018&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;(Edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o 2019), nele se encontrando dados muitos importantes e atualizados sobre as escolas e os professores. Infelizmente, diz-nos a experi&amp;ecirc;ncia, as conclus&amp;otilde;es que deles se retiram n&amp;atilde;o ter&amp;atilde;o impacto na pol&amp;iacute;tica educativa, como tem acontecido com a maioria dos pareceres e recomenda&amp;ccedil;&amp;otilde;es aprovados pelo CNE, desde logo o relativo &amp;agrave; designada descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Estes dados, que dever&amp;atilde;o deixar-nos preocupados, confirmam a necessidade de, urgentemente, serem negociadas medidas que ainda permitam evitar alguns problemas e, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos que j&amp;aacute; se declararam, dar-lhes combate. Os dados que se encontram&amp;nbsp;neste documento do CNE tamb&amp;eacute;m demonstram que v&amp;aacute;rias das afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es, algumas acusat&amp;oacute;rias, feitas aos professores por governantes e comentadores s&amp;atilde;o feias mentiras destinadas a manipular a opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;QUEBRA NO FINANCIAMENTO DA EDUCA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Fator determinante para a qualidade da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; o seu&amp;nbsp;&lt;strong&gt;financiamento p&amp;uacute;blico&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;e este, entre 2009 e 2018, diminuiu. A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi de 12%, que corresponde a 867 milh&amp;otilde;es de euros. Uma enormidade muito sentida pelas escolas e pelos professores!&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;REDU&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DO N&amp;Uacute;MERO DE DOCENTES QUASE DUPLICA A DE ALUNOS&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Tamb&amp;eacute;m em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos docentes, cai a mentira de que apesar do decr&amp;eacute;scimo de alunos, o n&amp;uacute;mero de professores aumentou. Na verdade, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;n&amp;uacute;mero de professores&lt;/strong&gt;, quase duplicou a de alunos. Entre 2009 e 2018 houve uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 190.374 alunos (10,9%); quanto aos docentes, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o foi de 33.126 (18,4%). Se considerarmos o ensino profissional esta aumenta para 34.313. Como &amp;eacute; evidente, parte da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de docentes s&amp;oacute; foi poss&amp;iacute;vel sobrecarregando os que continuam a trabalhar nas escolas, ou seja, impondo-lhes&amp;nbsp;&lt;em&gt;sobretrabalho&lt;/em&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;CARREIRAS DESVALORIZADAS, PELO ROUBO E PELOS BLOQUEIOS&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre os professores, que confirmam tudo o que tem vindo a ser denunciado pela FENPROF (e negado pelos governantes), tamb&amp;eacute;m referem que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;a profiss&amp;atilde;o tem vindo a desvalorizar-se no plano material&lt;/strong&gt;, principalmente devido ao ign&amp;oacute;bil roubo de tempo de servi&amp;ccedil;o imposto pelo governo e aos bloqueamentos &amp;agrave; progress&amp;atilde;o que existem nos 4.&amp;ordm; e 6.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es. Repare-se:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; 46,9% dos docentes tem mais de 50 anos (que poder&amp;atilde;o ser 53%, segundo outro documento divulgado pelo CNE dois dias antes); todavia, 58% dos professores ainda se encontram nos 4 primeiros escal&amp;otilde;es;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; O 1.&amp;ordm; escal&amp;atilde;o da carreira tem a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 4 anos; contudo, a m&amp;eacute;dia de tempo de servi&amp;ccedil;o dos que nele se encontram &amp;eacute; de 16,5 anos, sendo a idade m&amp;eacute;dia de 43,4 anos;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 60px;"&gt;&amp;mdash; Cerca de 15% dos docentes tem 60 ou mais anos; no entanto, apesar de a carreira docente ter dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 34 anos (das mais longas na UE), s&amp;oacute; 0,02% se encontram no escal&amp;atilde;o de topo (10.&amp;ordm;).&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PRECARIEDADE POR RESOLVER&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Lembremo-nos, ainda, que o grave problema da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;precariedade&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;est&amp;aacute; muito longe de ser resolvido. Esta m&amp;aacute; realidade &amp;eacute; confirmada pelo facto de, em 2019, os 542 docentes que vincularam terem, em m&amp;eacute;dia, 15,5 de tempo de servi&amp;ccedil;o e mais de 44 anos de idade.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;A IRRESPONS&amp;Aacute;VEL POL&amp;Iacute;TICA QUE IMP&amp;Otilde;E O ENVELHECIMENTO&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Por &amp;uacute;ltimo, temos o grav&amp;iacute;ssimo problema do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;envelhecimento dos professores&lt;/strong&gt;. A recusa do governo em negociar um regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o impedimento de acesso &amp;agrave; pr&amp;eacute;-reforma imp&amp;ocirc;s um forte envelhecimento dos profissionais, prevendo-se que quase 60% venha a sair ao longo da d&amp;eacute;cada de 20, por atingirem a idade de se aposentarem sem penaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O in&amp;iacute;cio dessa grande debandada j&amp;aacute; se deu com os 1.406 docentes que, at&amp;eacute; final de 2019, se aposentam, superando em 41% os 995 previstos pelo governo. Em 2018 aposentaram-se 669 professores, o que traduz um aumento de 110% de um ano para o outro.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A par desta sa&amp;iacute;da, temos a irrespons&amp;aacute;vel postura de um governo que insiste em retirar atratividade &amp;agrave; profiss&amp;atilde;o e &amp;agrave; carreira docente, levando a que, a muito breve prazo, a falta de professores qualificados seja mais um grave problema com repercuss&amp;atilde;o direta na qualidade do ensino em Portugal. Para evitar que isso aconte&amp;ccedil;a, urge atrair os jovens para os cursos de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, e, ao mesmo tempo, recuperar para a profiss&amp;atilde;o os milhares que a abandonaram nos &amp;uacute;ltimos anos.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;DUAS &amp;Uacute;LTIMAS NOTAS&amp;hellip;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;hellip;sobre aspetos para que o Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, agora divulgado, tamb&amp;eacute;m nos remete, quando revela que, apesar dos progressos, Portugal ainda continua abaixo da m&amp;eacute;dia europeia no que respeita &amp;agrave;s taxas de insucesso escolar, abandono escolar e abandono escolar precoce.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;1)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O&amp;nbsp;&lt;strong&gt;fim das reten&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;!&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Se as palavras n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o neutras, acabar com as reten&amp;ccedil;&amp;otilde;es n&amp;atilde;o quer dizer a mesma coisa que acabar ou reduzir o insucesso escolar. A n&amp;atilde;o ser que o governo tamb&amp;eacute;m j&amp;aacute; tenha entrado em modo&amp;nbsp;&lt;em&gt;simplex&lt;/em&gt;&amp;nbsp;nas afirma&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o cuidando de evitar equ&amp;iacute;vocos ou, ent&amp;atilde;o, querendo provoc&amp;aacute;-los. Enquanto a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do insucesso &amp;eacute; algo que poder&amp;aacute; decorrer de um investimento, traduzido em aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, medidas e recursos, j&amp;aacute; o fim das reten&amp;ccedil;&amp;otilde;es tem um car&amp;aacute;ter eminentemente administrativo: ningu&amp;eacute;m ficar&amp;aacute; retido!&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sejamos, por&amp;eacute;m, benevolentes, admitamos que foi um lapso e, ent&amp;atilde;o, perguntemos: que projetos est&amp;atilde;o a conseguir construir as escolas para combaterem o insucesso? Quais os recursos financeiros acrescidos a que t&amp;ecirc;m acesso? E quanto aos recursos humanos, o ME admite o seu refor&amp;ccedil;o para a concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projetos? Perante todos os obst&amp;aacute;culos que dificultam a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos projetos (s&amp;oacute; poss&amp;iacute;veis de contornar com um acr&amp;eacute;scimo de sobrecarga hor&amp;aacute;ria e de trabalho dos docentes), &amp;nbsp;o que j&amp;aacute; invade as escolas s&amp;atilde;o projetos que resultam da corrida aos fundos comunit&amp;aacute;rios por parte das autarquias, via comunidades intermunicipais (CIM), ou de empresas, que n&amp;atilde;o s&amp;atilde;o propriamente conhecidas pelo seu elevado grau de altru&amp;iacute;smo: Galp, Delloite Consultores, Santander Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Altice, Microsoft, Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Tempos Brilhantes, Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Aga Khan, Teach for Portugal ou Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o Teresa e Francisco Soares dos Santos, entre v&amp;aacute;rias outras&amp;hellip;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O que resta para as escolas, face &amp;agrave;s dificuldades que encontram? Muito pouco. Por um lado, porque a complexidade das candidaturas e a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o frequente dos relat&amp;oacute;rios de acompanhamento esbarra na falta de trabalhadores qualificados para o efeito ou, simplesmente, trabalhadores; por outro lado, porque, mesmo quando isso &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel, a verba n&amp;atilde;o vai diretamente para quem promove os projetos e fica retida no IGeFE (Instituto de Gest&amp;atilde;o Financeira da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, IP) durante meses&amp;hellip;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;2)&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;op&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelo ensino profissional&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Esta tem sido apresentada como prioridade da governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (desta e de anteriores). N&amp;atilde;o ser&amp;aacute;, decerto, s&amp;oacute; porque os governantes est&amp;atilde;o convictamente certos da op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas porque quanto maior for o n&amp;uacute;mero de alunos a optar por essa via, maior ser&amp;aacute; o volume de verba transferido do Or&amp;ccedil;amento do Estado para fundos comunit&amp;aacute;rios. Mas se, independentemente do motivo, esta &amp;eacute; op&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como se compaginar&amp;aacute; com o facto de as escolas com cursos profissionais (em algumas secund&amp;aacute;rias, j&amp;aacute; correspondem &amp;agrave; maioria das turmas), quase no final do 1.&amp;ordm; per&amp;iacute;odo letivo, ainda n&amp;atilde;o terem recebido qualquer verba para o funcionamento destes cursos? Como se pode afirmar que o ensino profissional &amp;eacute; op&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, simultaneamente, retirar apoios financeiros espec&amp;iacute;ficos a alunos com necessidades educativas especiais ou deixar de pagar as desloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos docentes aos locais de trabalho onde os alunos desenvolvem est&amp;aacute;gios?&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;A EDUCA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O PARECE N&amp;Atilde;O SER A PRAIA DO MINISTRO&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do XXII governo constitucional ainda n&amp;atilde;o deu sinais de vida pol&amp;iacute;tica. S&amp;atilde;o, realmente, problemas a mais e de excessiva complexidade que, eventualmente, levar&amp;atilde;o o ministro a preferir dedicar-se ao desporto.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;M&amp;aacute;rio Nogueira, secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof e membro do Conselho Nacional de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.cnedu.pt/pt/noticias/cne/1496-estado-da-educacao-2018" target="_blank"&gt;&lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/c0e258c4/EE2018.png?v=637109227569163046" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Dec 2019 22:31:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/o-estado-da-educacao</guid></item><item><title>AGE SUMMIT CONCENTRA ATIVISTAS SINDICAIS JUNTO À PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/age-summit-5-dez</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;5 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;A Age Summit concentra ativistas sindicais junto &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia do Conselho de Ministros&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#800000" style="color: #333333;"&gt;&lt;b&gt;A interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;Norte&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span color="#800000" style="color: #333333;"&gt;&lt;b&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/PQfICiDqCJg"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Jos&amp;eacute; Manuel Costa&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/b2kkOVjKKaY"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Henrique Borges&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/z-gdgt75iCk"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;J&amp;uacute;lia Vale&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/67pZEqVbv4k"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lurdes Veiga&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/XQEB8iZQjrc"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Manuela Mendon&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/rycI0S36FHE"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;em&gt;Secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=95&amp;amp;doc=12377&amp;amp;utm_source=dlvr.it&amp;amp;utm_medium=facebook" target="_blank"&gt;Ver outras interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=95&amp;amp;doc=12377&amp;amp;utm_source=dlvr.it&amp;amp;utm_medium=facebook" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-age-summit-5-dez-2019" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59524f/destaques%20(3).jpg?v=637112374433873495"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59524f/destaques%20(6).jpg?v=637112374435333705"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59524f/destaques%20(1).jpg?v=637112374436703854"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-age-summit-5-dez-2019" target="_blank"&gt;Reportagem fotogr&amp;aacute;fica de HB&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-age-summit-5-dez-2019" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59524f/destaques%20(2).jpg?v=637112374438744206"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59524f/destaques%20(4).jpg?v=637112374440564904"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59524f/destaques%20(5).jpg?v=637112374441744521"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de novembro de 2019&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;O que &amp;eacute; a Age Summit?&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;strong&gt;&lt;br&gt;Educadores e professores voltam&amp;nbsp;&amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia do Conselho de Ministros (5/dez)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; uma iniciativa em que qualquer professor que queira apresentar uma ideia, fazer uma proposta, debater uma an&amp;aacute;lise ou defender uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a necess&amp;aacute;ria altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;regime de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt; pode faz&amp;ecirc;-lo. Ter&amp;aacute; para o efeito (ao jeito da web summit) 2 minutos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sat&amp;iacute;rico-reivindicativa visa recolocar na agenda da press&amp;atilde;o sobre o governo a quest&amp;atilde;o da aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Participar, por isso, na Age Summit &amp;eacute; mostrar que n&amp;atilde;o desistimos. Temos raz&amp;atilde;o. Provam-no os n&amp;uacute;meros recentemente divulgados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para participar, deve contactar&amp;nbsp;a respetiva &lt;a href="https://www.spn.pt/Pasta/contactos" target="_blank"&gt;delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN&lt;/a&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Ver artigos relacionados no s&amp;iacute;tio da Fenprof:&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=95&amp;amp;doc=12356" target="_blank"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Governo contraria a reconhecida necessidade de rejuvenescimento da maioria dos setores profissionais, desde logo, os professores (17/ago/2019)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=95&amp;amp;doc=12356" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Dados divulgados sobre Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o confirmam preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Fenprof e refor&amp;ccedil;am exig&amp;ecirc;ncias que ser&amp;atilde;o colocadas ao futuro governo&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;em&gt;(01/ago/2019)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.facebook.com/events/551646722234069/" target="_blank"&gt;Evento no Facebook&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59524f/age%20summit_cartaz_final-page-001.jpg?v=637105483476827827"&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Thu, 28 Nov 2019 14:31:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/age-summit-5-dez</guid></item><item><title>E SE FOSSE CONSIGO? — FENPROF DIRIGE-SE A TODOS OS PORTUGUESES</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/e-se-fosse-consigo-fenprof-dirige-se-a-todos-os-portugueses</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;E se fosse consigo? &amp;ndash; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Fenprof dirige-se a todos os portugueses&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.youtube.com/watch?time_continue=3&amp;amp;v=pU9hltnXmmQ&amp;amp;feature=emb_logo" target="_blank"&gt; &lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59d673/e%20se%20fosse%20consigo.jpg?v=637099657184816357"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;Esta &amp;eacute; a pergunta&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;que, repetidamente, a Fenprof faz nas ruas, pra&amp;ccedil;as, nos seus suportes informativos (p&amp;aacute;gina oficial, Facebook, revista JF&amp;hellip;), na luta que desenvolve, dia a dia, e que integra a greve ao sobretrabalho que est&amp;aacute; a fazer-se em todo o pa&amp;iacute;s, j&amp;aacute; com resultados obtidos ao n&amp;iacute;vel de diversas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O ME e o Governo, contudo, refugiam-se num sil&amp;ecirc;ncio insuport&amp;aacute;vel, permitindo a muita ilegalidade existente e que atinge os docentes, sendo, hoje, uma das principais causas do elevado desgaste profissional a que est&amp;atilde;o sujeitos e a elevados &amp;iacute;ndices de exaust&amp;atilde;o emocional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com essa pergunta, a Fenprof tem o objetivo de perguntar ao cidad&amp;atilde;o comum se aceitaria que:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;desvalorizassem a sua profiss&amp;atilde;o, desmerecendo a sua forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;o obrigassem a fazer tarefas que nem s&amp;atilde;o suas, nem s&amp;atilde;o priorit&amp;aacute;rias;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;obtivessem resultados sem as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho necess&amp;aacute;rias (de edif&amp;iacute;cios, de materiais, de equipamentos, de tempo&amp;hellip;);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;lhe impusessem, para al&amp;eacute;m do hor&amp;aacute;rio legal estabelecido, mais 12, 13, 15 ou mais horas de trabalho&amp;hellip; semanalmente!&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;hr&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Caros/as colegas e cidad&amp;atilde;os&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Esperamos poder contar com a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta iniciativa, partilhando nas redes sociais ou enviando esta mensagem para os contactos que cada um possui.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59d673/mupi%20horário.jpg?v=637099665924587234"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59d673/mupi%20tarefas.jpg?v=637099665962131857"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59d673/mupi%20condições.jpg?v=637099666006717572"&gt; &lt;img width="45%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/df59d673/mupi%20avaliação.jpg?v=637099666034491103"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;</description><pubDate>Thu, 21 Nov 2019 20:40:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/e-se-fosse-consigo-fenprof-dirige-se-a-todos-os-portugueses</guid></item><item><title>EXPO HORÁRIOS ILEGAIS</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/expo-horarios-ilegais</link><description>&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;19 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof exp&amp;ocirc;s hor&amp;aacute;rios de trabalho e denunciou as ilegalidades cometidas pelo governo e dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es de escolas ou agrupamentos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o foi uma exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o mundial, mas uma exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a vergonha nacional que s&amp;atilde;o os hor&amp;aacute;rios de trabalho ilegais impostos aos professores em Portugal, provocados pelo Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) ou com a sua cumplicidade. Na verdade, apesar do que chegou a anunciar, o ME continua sem enviar esclarecimentos e orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave;s escolas que evitem os abusos e ilegalidades, o que lhe vai permitindo obter milhares de horas de trabalho gratuito a que, na pr&amp;aacute;tica, for&amp;ccedil;a os professores e educadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o torna p&amp;uacute;blicas as ilegalidades, com a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios que foram entregues neste dia ou j&amp;aacute; em quatro anteriores ocasi&amp;otilde;es ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o; mas tamb&amp;eacute;m torna p&amp;uacute;blica a hipocrisia de governantes que se dizem desconhecedores das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es e, quando delas lhes &amp;eacute; dado conhecimento, assobiam para o lado ou, na melhor das hip&amp;oacute;teses, acusam as dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es das escolas, alegando ser o resultados natural da sua autonomia, como se esta se compaginasse com as viola&amp;ccedil;&amp;otilde;es da lei.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As ilegalidades e abusos na elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios de trabalho dos docentes s&amp;atilde;o causa destacada do designado &amp;ldquo;sobretrabalho&amp;rdquo; dos docentes que, em vez das 35 horas estabelecidas em lei, trabalham, por semana, em m&amp;eacute;dia, mais de 46 horas. Por sua vez, este regime de &amp;ldquo;sobretrabalho&amp;rdquo; &amp;eacute; uma das principais causas do enorme desgaste que, generalizadamente, atinge estes profissionais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="50%" height="350" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/WEq_qVtiinU"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-expo-horarios-18-nov-2019" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/expohorários%20(28).jpg?v=637097849620014003"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/expohorárioss%20(18).jpg?v=637097849621484174"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/expohorários%20(05).jpg?v=637097849622924321"&gt;&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-expo-horarios-18-nov-2019" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;Reportagem fotogr&amp;aacute;fica de HB&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-expo-horarios-18-nov-2019" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/expohorários%20(36).jpg?v=637097849624514522"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/expohorários%20(95).jpg?v=637097849625984708"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/expohoráriosa%20(16).jpg?v=637097849627415152"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;14 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/popup_hor.jpg?v=637093449530051838" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 20 Nov 2019 19:20:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/expo-horarios-ilegais</guid></item><item><title>FENPROF NÃO PARTICIPA NA REUNIÃO DO MMEAP (7/nov)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-nao-participara-na-reuniao-do-dia-7-no-ministerio-da-modernizacao-do-estado-e-da-administracao-publica</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof n&amp;atilde;o participar&amp;aacute; na reuni&amp;atilde;o do dia 7 no Minist&amp;eacute;rio da Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado e da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O of&amp;iacute;cio seguiu para a ministra Alexandra Leit&amp;atilde;o, no qual a Fenprof esclarece que n&amp;atilde;o dispensar&amp;aacute; a reuni&amp;atilde;o, mas em mesa espec&amp;iacute;fica, dada a natureza dos assuntos que, para j&amp;aacute; e de acordo com programa do XXII Governo Constitucional, ser&amp;atilde;o os priorit&amp;aacute;rios.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Frente Comum de Sindicatos da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica (FCSAP) foi convocada para uma reuni&amp;atilde;o a realizar no dia 7 de novembro, pelas 15:00 horas, no Minist&amp;eacute;rio da Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado e da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica (MMEAP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a esta convocat&amp;oacute;ria, a Fenprof&amp;nbsp;informou a ministra Alexandra Leit&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o participar&amp;aacute; nessa reuni&amp;atilde;o, ficando a aguardar convocat&amp;oacute;ria para reunir a equipa do MMEAP em mesa espec&amp;iacute;fica, na qual sejam abordadas as mat&amp;eacute;rias que, sendo compet&amp;ecirc;ncia daquele minist&amp;eacute;rio, implicam diretamente na vida de docentes, investigadores e dos estabelecimentos p&amp;uacute;blicos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;No of&amp;iacute;cio enviado, a Fenprof sublinhou que:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Ao MMEAP est&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;das, principalmente, compet&amp;ecirc;ncias em tr&amp;ecirc;s dom&amp;iacute;nios:&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;simplex&lt;/em&gt;, descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e recursos humanos&lt;/strong&gt;. Para qualquer desses dom&amp;iacute;nios, entende a Fenprof que, dada a especificidade da profiss&amp;atilde;o docente e dos servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, se justifica que toda e qualquer reuni&amp;atilde;o a realizar, que, eventualmente, inclua membros dos gabinetes destes minist&amp;eacute;rios, dever&amp;aacute; ter lugar em mesa espec&amp;iacute;fica, a realizar no Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e/ou no Minist&amp;eacute;rio da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A&amp;nbsp;&lt;span&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt; lembrou que, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a medidas de&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;simplifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, recentemente, o anterior governo divulgou o documento &amp;ldquo;Escola + Simples para Professores&amp;rdquo;;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Lembrou, tamb&amp;eacute;m, que relativamente &amp;agrave;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;designada descentraliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, o processo que est&amp;aacute; em curso obedece a um quadro legal espec&amp;iacute;fico (Decreto-lei n.&amp;ordm; 21/2019), pelo que qualquer tipo de discuss&amp;atilde;o ou processo negocial que dele decorra dever&amp;atilde;o ter lugar na sede pr&amp;oacute;pria, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou, se, eventualmente, for noutra, em mesa pr&amp;oacute;pria. A&amp;nbsp;&lt;span&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt; manifestou disponibilidade para abordar esta mat&amp;eacute;ria numa perspetiva de refor&amp;ccedil;o da autonomia das escolas, democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da sua gest&amp;atilde;o e devolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s escolas de compet&amp;ecirc;ncias que lhes est&amp;atilde;o a ser retiradas por esta via, disponibilidade que estendeu &amp;agrave; abertura de um processo negocial com vista a apresentar e negociar as suas propostas;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;No que respeita a&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;recursos humanos, em particular pessoal docente e investigadores&lt;/strong&gt;, a quest&amp;atilde;o a que o programa do atual governo d&amp;aacute; prioridade s&amp;atilde;o as carreiras e, sobre as carreiras docentes (ECD, ECDU e ECDESP) &amp;ndash; reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos docentes, ainda anteriores ao 25 de Abril de 1974, que s&amp;oacute; se concretizaram em 1989/90 &amp;ndash; a&amp;nbsp;&lt;span&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt; lembrou &amp;agrave; ministra que, tanto na aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como em posteriores altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram desencadeados processos negociais espec&amp;iacute;ficos, realizados em mesa pr&amp;oacute;pria nos respetivos minist&amp;eacute;rios de tutela, em respeito pelos profissionais docentes e pelas suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Relativamente ao Estatuto da Carreira Docente (ECD) a quest&amp;atilde;o que tem vindo a ser mais medi&amp;aacute;tica, para &lt;span&gt;F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt;, o que &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio n&amp;atilde;o &amp;eacute; realizar qualquer tipo de revis&amp;atilde;o que desvalorize, ainda mais, a carreira, mas&amp;nbsp;&lt;strong&gt;recuperar os 6 anos, 6 meses e 23 dias&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que os professores cumpriram e ainda est&amp;atilde;o em falta; resolver o problema das&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;ultrapassagens&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de docentes com mais tempo de servi&amp;ccedil;o por colegas seus com menos tempo;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;acabar com os constrangimentos&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que est&amp;atilde;o a impedir professores avaliados com Bom de progredir ao 5.&amp;ordm; e ao 6.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Estes ser&amp;atilde;o, nesta &amp;aacute;rea, os objetivos da luta dos professores.&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Foto:&amp;nbsp;Impala News / Lusa&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 06 Nov 2019 02:00:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-nao-participara-na-reuniao-do-dia-7-no-ministerio-da-modernizacao-do-estado-e-da-administracao-publica</guid></item><item><title>Fenprof reúne com Confap, Ande e Andaep</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-reune-com-confap-ande-e-andaep</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 e 23&amp;nbsp; de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Em nome da Escola P&amp;uacute;blica de Qualidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fenprof re&amp;uacute;ne com representantes dos pais e diretores de escolas para debater problemas de funcionamento das escolas&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Depois da&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;reuni&amp;atilde;o com a Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Pais (Confap), no dia 22 de outubro, a Fenprof&amp;nbsp;reuniu, hoje, com representantes dos diretores das escolas: Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Dirigentes Escolares (Ande) e Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas P&amp;uacute;blicas (Andaep).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na agenda destes encontros, estiveram quest&amp;otilde;es como a falta de professores, de pessoal n&amp;atilde;o docente, de apoios adequados aos alunos, em particular aos que apresentam necessidades educativas especiais, mas tamb&amp;eacute;m os problemas relacionados com o desgaste e envelhecimento do corpo docente das escolas, a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos regimes de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva e da flexibilidade curricular, o processo, j&amp;aacute; em curso, de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jovens em salas de aula pela organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;em&gt;Teach for Portugal&lt;/em&gt;, cuja atividade o pr&amp;oacute;prio gabinete do ministro diz desconhecer, bem como os recentes problemas de viol&amp;ecirc;ncia nas escolas vividos nos &amp;uacute;ltimos dias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Encontros que, para o Secret&amp;aacute;rio-Geral da Fenprof, foram muito importantes para que se pudessem encontrar formas de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o convergentes que possam contribuir para o retorno &amp;agrave; normalidade nas escolas, o que passa, desde logo, por um efetivo investimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof sobre&amp;nbsp;as tr&amp;ecirc;s reuni&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://youtu.be/Rbh6HewZaL8" target="_blank"&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/Ande%20-%20Mário%20Nogueira.jpg?v=637074571209786207"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Manuel Pereira (Ande)&amp;nbsp;e&amp;nbsp;Filinto Lima (Andaep)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://youtu.be/4z74Hiv9SsA" target="_blank"&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/Ande%20-%20Manuel%20Pereira.jpg?v=637074571210965854"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="https://youtu.be/fi2R8L5148E" target="_blank"&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/Andaep%20-%20Filinto%20Lima.jpg?v=637074571212156477"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de M&amp;aacute;rio Nogueira e Jorge Ascen&amp;ccedil;&amp;atilde;o (&amp;agrave; boleia do PORTO CANAL)&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/29000/600/60/0/confap_mário.mp4" target="_blank"&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/mário%20na%20confap.jpg?v=637073873460975411"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;a href="/Media/Default/Info/29000/600/60/0/confap_jorge%20Ascenção.mp4" target="_blank"&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/jorge%20Ascenção.jpg?v=637073873462135483"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Reuni&amp;atilde;o com a Andaep&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330793.JPG?v=637075291307646739"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330789.JPG?v=637075291313787308"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330797.JPG?v=637075291319658000"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Reuni&amp;atilde;o com a Ande&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330782.JPG?v=637075291321028702"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330781.JPG?v=637075291322138431"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330775.JPG?v=637075291328749162"&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Reuni&amp;atilde;o com a Confap&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330750.JPG?v=637075291330029354"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330764.JPG?v=637075291331149429"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/62173c20/P1330759.JPG?v=637075291332109567"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Problemas&lt;/span&gt; &lt;span style="color: #800000;"&gt;que est&amp;atilde;o a p&amp;ocirc;r em causa o normal funcionamento das escolas levam Fenprof a reunir com CONFAP, ANDE e ANDAEP&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Os problemas que atingem as escolas p&amp;uacute;blicas portuguesas s&amp;atilde;o graves e est&amp;atilde;o a impor s&amp;eacute;rios constrangimentos ao seu funcionamento. Falta de professores, de pessoal n&amp;atilde;o docente, de apoios adequados aos alunos, em particular aos que apresentam necessidades educativas especiais, far&amp;atilde;o parte de uma agenda em que constam, ainda, os problemas relacionados com o desgaste e envelhecimento do corpo docente das escolas, a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos regimes de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva e da flexibilidade curricular, o processo, j&amp;aacute; em curso, de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou a coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de jovens em salas de aula pela organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;&lt;em&gt;Teach for Portugal&lt;/em&gt;, cuja atividade o pr&amp;oacute;prio gabinete do ministro diz desconhecer.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para al&amp;eacute;m daqueles assuntos j&amp;aacute; agendados, outros poder&amp;atilde;o ser, ainda, inclu&amp;iacute;dos, nas reuni&amp;otilde;es que se realizar&amp;atilde;o de acordo com o seguinte calend&amp;aacute;rio:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;22 de outubro, 18 horas, reuni&amp;atilde;o com a Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional das Associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Pais (CONFAP), na delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o norte (Vilar do Para&amp;iacute;so, VN Gaia);&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;23 de outubro, 10 horas, reuni&amp;atilde;o com Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Dirigentes Escolares (ANDE), na sede do SPN, Porto;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;23 de outubro, 14h30 horas, reuni&amp;atilde;o com Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas P&amp;uacute;blicas (ANDAEP), na sede do AE&amp;nbsp;Dr. Costa Matos, VN Gaia.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Para al&amp;eacute;m da aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o conjunta dos problemas e da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vivida pelas escolas, a Fenprof estar&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para encontrar formas de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o convergentes que possam contribuir para o retorno &amp;agrave; normalidade, que passa, desde logo, por um efetivo investimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorde-se que, para apurar o maior n&amp;uacute;mero de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, denunci&amp;aacute;-las e exigir junto do governo a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a FENPROF criou uma&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://forms.gle/NbgfeFzuVyecui9r5" target="_blank"&gt;plataforma online&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para que professores, trabalhadores n&amp;atilde;o docentes, pais, estudantes e cidad&amp;atilde;os em geral que conhe&amp;ccedil;am problemas concretos nas escolas os possam denunciar.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 21 Oct 2019 18:21:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-reune-com-confap-ande-e-andaep</guid></item><item><title>Fenprof cria plataforma online para a denúncia de problemas</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-cria-plataforma-online-para-a-denuncia-de-problemas</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Fenprof cria&lt;/span&gt; &lt;a href="https://forms.gle/NbgfeFzuVyecui9r5" target="_blank"&gt;plataforma online&lt;/a&gt; &lt;span style="color: #800000;"&gt;para a den&amp;uacute;ncia de problemas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; sabido que o ano letivo abriu com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a encobrir os problemas que existiam nas escolas. Est&amp;aacute;vamos em plena campanha eleitoral, o governo maquilhava a realidade e procurava, como foi o caso da coloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes, dar uma imagem de normalidade. &amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No entanto, tal como a Fenprof afirmou, os problemas estavam l&amp;aacute;, permaneciam mais ou menos ocultos e, porque n&amp;atilde;o foram resolvidos, n&amp;atilde;o tardaram a ressurgir: falta de docentes e pessoal n&amp;atilde;o docente, falta de apoios a crian&amp;ccedil;as com necessidades educativas especiais, inexist&amp;ecirc;ncia dos mais variados recursos, aus&amp;ecirc;ncia de investimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta aus&amp;ecirc;ncia de investimento na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o coloca a Escola P&amp;uacute;blica em risco. Acentuam-se os problemas um pouco por todo o pa&amp;iacute;s. &amp;Eacute; preciso denunci&amp;aacute;-los. Para isso, a Fenprof criou uma plataforma onde a professores, trabalhadores n&amp;atilde;o docentes, pais, estudantes e cidad&amp;atilde;os em geral podem denunciar os problemas que afetam as escolas. &amp;Eacute; s&amp;oacute; aceder &amp;agrave; &lt;a href="https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSch4wRXXTuQtQcyLK5IE0zBEVN2IokYiWURSDhcDzm-IVzyqg/viewform"&gt;plataforma&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/?aba=27&amp;amp;mid=115&amp;amp;cat=37&amp;amp;doc=12289" target="_blank"&gt;Ver not&amp;iacute;cia no s&amp;iacute;tio da Fenprof&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://forms.gle/NbgfeFzuVyecui9r5" target="_blank"&gt; &lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4a0d95b2/1342244_2.jpg?v=637070342799214967" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;Foto: Paulo Pimenta&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 18 Oct 2019 21:24:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-cria-plataforma-online-para-a-denuncia-de-problemas</guid></item><item><title>MINISTRO DA EDUCAÇÃO NÃO PODE CONTINUAR ESCONDIDO ATRÁS DE UM MURO DE SILÊNCIO</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/comunicado-da-fenprof-sobre-a-composicao-do-xxii-governo</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o pode continuar escondido atr&amp;aacute;s de um muro de sil&amp;ecirc;ncio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof&amp;nbsp;exige, de imediato, a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma reuni&amp;atilde;o com a equipa ministerial da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, necessariamente com a presen&amp;ccedil;a do ministro Tiago Brand&amp;atilde;o Rodrigues, com dois objetivos principais:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por parte do governo, das op&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, face &amp;agrave; continuada subor&amp;ccedil;amenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o na &amp;aacute;rea da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, confirmada pela proposta de OE para 2020;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o das propostas da Fenprof para 2020 e calendariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos indispens&amp;aacute;veis processos negociais.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof solicitou reuni&amp;atilde;o ao ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em 28 de outubro, logo no primeiro dia &amp;uacute;til ap&amp;oacute;s a tomada de posse do governo. Por&amp;eacute;m, at&amp;eacute; hoje, n&amp;atilde;o houve qualquer resposta do ministro, o que &amp;eacute; completamente inaceit&amp;aacute;vel. Com o OE 2020 j&amp;aacute; apresentado e com o que dele resulta,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;ser&amp;aacute; inadmiss&amp;iacute;vel que o ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o continue a esconder-se atr&amp;aacute;s do muro de sil&amp;ecirc;ncio que ergueu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como tal, a Fenprof aguardar&amp;aacute; a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o da reuni&amp;atilde;o at&amp;eacute; dia 20 de dezembro, final da presente semana. Caso isso n&amp;atilde;o aconte&amp;ccedil;a, oportunamente agir&amp;aacute; no sentido de garantir essa marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a sua realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Um m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s a tomada de posse, Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mant&amp;eacute;m sil&amp;ecirc;ncio&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Um m&amp;ecirc;s ap&amp;oacute;s a tomada de posse, Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o mant&amp;eacute;m sil&amp;ecirc;ncio, negando o clima de &amp;ldquo;di&amp;aacute;logo social&amp;rdquo; proclamado pelo governo e indiciando que desrespeito e arrog&amp;acirc;ncia da anterior Legislatura tamb&amp;eacute;m foram reconduzidos.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Completa-se hoje, 26 de novembro, um m&amp;ecirc;s sobre a data em que o governo tomou posse sem que, at&amp;eacute; o momento, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tivesse dado prova de vida. Logo no primeiro dia &amp;uacute;til ap&amp;oacute;s a tomada de posse, a Fenprof solicitou uma reuni&amp;atilde;o ao ministro Tiago Brand&amp;atilde;o Rodrigues, que, no entanto, n&amp;atilde;o mereceu qualquer resposta.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na primeira reuni&amp;atilde;o a realizar, a Fenprof ir&amp;aacute; apresentar o seu Caderno Reivindicativo para a Legislatura, onde se destacam:&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aspetos de ordem socioprofissional&lt;/strong&gt;: carreiras (recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o, elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das ultrapassagens e desbloqueamento da progress&amp;atilde;o aos 5.&amp;ordm; e 7.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es), aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sobretrabalho que decorre das ilegalidades e abusos nos hor&amp;aacute;rios, combate &amp;agrave; precariedade, entre outros;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Aspetos relacionados com a vida das escolas e o sistema educativo&lt;/strong&gt;: democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da gest&amp;atilde;o, revoga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es que contribuam para uma educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o verdadeiramente inclusiva e ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas que melhorem as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas escolas, combatam a indisciplina e a viol&amp;ecirc;ncia e, em geral, valorizem a Escola P&amp;uacute;blica;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Outros aspetos que s&amp;atilde;o da compet&amp;ecirc;ncia do governo&lt;/strong&gt;: designadamente, aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ECD aos docentes de todos os minist&amp;eacute;rios, defesa e sustentabilidade tanto da Caixa Geral de Aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, como da ADSE, ou defesa dos direitos sindicais, nomeadamente o respeito pela contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletivas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O sil&amp;ecirc;ncio do ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; intoler&amp;aacute;vel, contrariando, por exemplo, o que acontece em outras &amp;aacute;reas da governa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, do Trabalho ao Ensino Superior, e indiciando que a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o continuar&amp;aacute; a primar pela aus&amp;ecirc;ncia do respons&amp;aacute;vel pol&amp;iacute;tico m&amp;aacute;ximo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este sil&amp;ecirc;ncio n&amp;atilde;o dignifica o governo, porque n&amp;atilde;o confirma a anunciada inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de valorizar e, mesmo, privilegiar o di&amp;aacute;logo social, tamb&amp;eacute;m na rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es representativas dos trabalhadores. Por outro lado, parece confirmar que, em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o governo decidiu transferir da anterior para a atual Legislatura n&amp;atilde;o apenas a maior parte da equipa ministerial, mas, com ela, o desrespeito e a desconsidera&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; antes demonstrados pelos professores.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Foto de capa: &amp;copy; Global Imagens (editada)&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof completa ronda por todos os grupos parlamentares&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;No dia 21 de novembro, a Fenprof concluiu a primeira ronda por todos os grupos parlamentares da nova legislatura, que resultou das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 6 de outubro, com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das duas reuni&amp;otilde;es em falta: CDS e PSD, realizadas, respetivamente, &amp;agrave;s 11h30 e 14h30.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof que se deslocou &amp;agrave; Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, constitu&amp;iacute;da pelo secret&amp;aacute;rio-geral e membros dos sindicatos continentais, foi recebida, no caso do CDS pela deputada Ana Rita Bessa e no do PSD por uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o que integrava os deputados Cl&amp;aacute;udia Andr&amp;eacute;, Gabriela Fonseca, Ant&amp;oacute;nio Cunha e Carla Madureira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tal como acontecera com os restantes grupos parlamentares, nestas reuni&amp;otilde;es, a Fenprof fez a entrega do seu Caderno Reivindicativo e sublinhou as principais preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a presente legislatura, nomeadamente a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o congelado, ultrapassagens e demais problemas da carreira; gest&amp;atilde;o e administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o escolar, municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os concursos; envelhecimento docente, a falta de professores e precariedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao contr&amp;aacute;rio do que sucede com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que continua mudo ao pedido de reuni&amp;otilde;es feito pela Fenprof e sem qualquer resposta a um conjunto de problemas sentidos nas escolas desde o in&amp;iacute;cio do ano letivo &amp;ndash; falta de pessoal, hor&amp;aacute;rios ilegais e n&amp;atilde;o remo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do amianto &amp;ndash;, foi poss&amp;iacute;vel nesta ronda com todos os grupos parlamentares chamar a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para estes problemas e para a necessidade de os resolver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;Eacute;, agora, tempo do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o assumir as suas responsabilidades.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="500" height="191" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/d57b0d96/967221e8/partidos.jpg?v=637101184830261554" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;14 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof re&amp;uacute;ne com grupos parlamentares&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof iniciou a primeira ronda de reuni&amp;otilde;es com os grupos parlamentares da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, tendo sido recebida por PEV, PAN, BE, PS e PCP, faltando o PSD e o CDS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nestas reuni&amp;otilde;es, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entregou aos deputados o Caderno Reivindicativo dos Professores e exp&amp;ocirc;s as suas principais preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es no in&amp;iacute;cio deste ano letivo, desde a falta de professores e de trabalhadores n&amp;atilde;o docentes nas escolas, &amp;agrave;s ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios de trabalho e ao problema da viol&amp;ecirc;ncia e do amianto, sem esquecer a necessidade de rejuvenescimento da profiss&amp;atilde;o, da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o e, naturalmente, a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira. As preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es com o processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que j&amp;aacute; est&amp;aacute; em marcha, bem como com a inger&amp;ecirc;ncia de diversos projetos educativos nas escolas portuguesas, como &amp;eacute; o caso do Teach for Portugal, foram igualmente, preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es transmitidas aos deputados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final desta primeira ronda, o Secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof, apresentou aos jornalistas as conclus&amp;otilde;es destas reuni&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="60%" height="350" src="//www.youtube.com/embed/5X1osdh56GI"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #000000;"&gt;&lt;strong&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://youtu.be/u6AKTvBprTw" target="_blank"&gt;Catarina Martins (BE)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://youtu.be/eA6sSBC-9CM" target="_blank"&gt;Ana Mesquita (PCP)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;9 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Fenprof analisa programa de governo e anuncia estrat&amp;eacute;gia de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;O Secretariado Nacional da Fenprof, &amp;oacute;rg&amp;atilde;o de dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o desta Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, reuniu durante os dias 7 e 8 de novembro para analisar o Programa do Governo para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e nas mat&amp;eacute;rias que t&amp;ecirc;m rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta com a profiss&amp;atilde;o docente e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Secretariado Nacional aprovou os Cadernos Reivindicativos finais, abrangendo todos os n&amp;iacute;veis de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ensino, dos setores p&amp;uacute;blico e privado e definiu as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es a tomar em/no:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;defesa da Escola P&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e da&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;carreira docente;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;prosseguimento da luta em defesa da&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;contagem integral do tempo e servi&amp;ccedil;o;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas relacionados com a&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;falta de pessoal docente&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;muita precariedade profissional e com muitas turmas que ainda n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m professores);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;falta de pessoal n&amp;atilde;o docente&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(com muitas escolas a viverem uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o muito complicada quanto ao seu funcionamento);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;exist&amp;ecirc;ncia de sinais preocupantes de&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;indisciplina nas escolas;&lt;/strong&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;falta de&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(onde sobressaem a enorme&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;sobrecarga de hor&amp;aacute;rio&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;dos docentes e o excessivo&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;n&amp;uacute;mero de alunos por turma&lt;/strong&gt;).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="425" height="350" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/dFkU3Nq8wy0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;25 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;No in&amp;iacute;cio da nova legislatura, Fenprof solicita reuni&amp;otilde;es&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof pede reuni&amp;atilde;o aos grupos parlamentares e audi&amp;ecirc;ncia ao Presidente da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica para entregar Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o subscrita por milhares de professores. Dia 28 de outubro,&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;seguir&amp;atilde;o pedidos de reuni&amp;atilde;o ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao Ministro da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os problemas nos setores da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na Ci&amp;ecirc;ncia s&amp;atilde;o muitos, a maior parte complexos e, de uma forma geral, afetam com gravidade a vida das escolas e a atividade de docentes e investigadores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De uma forma geral, s&amp;atilde;o problemas que os/as portugueses/as conhecem, alguns j&amp;aacute; velhos e que se agravaram, outros mais recentes mas a necessitar, igualmente, de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que n&amp;atilde;o podem demorar. Neste in&amp;iacute;cio de ano letivo, uns e outros t&amp;ecirc;m vindo a ganhar grande visibilidade, desde logo porque pois muitas escolas t&amp;ecirc;m sido obrigadas a encerrar, no m&amp;iacute;nimo, diversos servi&amp;ccedil;os, deixando de dar respostas que s&amp;atilde;o fundamentais ao seu normal funcionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente aos professores, os problemas que afetam a profiss&amp;atilde;o s&amp;atilde;o muitos e tamb&amp;eacute;m eles graves, destacando-se a n&amp;atilde;o contagem, para carreira, de todo o tempo de servi&amp;ccedil;o cumprido no exerc&amp;iacute;cio da profiss&amp;atilde;o, o envelhecimento do corpo docente, o enorme desgaste que afeta os profissionais, v&amp;iacute;timas que s&amp;atilde;o de uma sobrecarga hor&amp;aacute;ria e de trabalho que, para al&amp;eacute;m de n&amp;atilde;o ser adequada ao exerc&amp;iacute;cio da doc&amp;ecirc;ncia, em muitos casos &amp;eacute; mesmo ilegal. Tamb&amp;eacute;m a precariedade &amp;eacute; problema que continua a afetar milhares de docentes, sendo outra quest&amp;atilde;o que urge ser resolvida.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores e educadores esperam que estes problemas sejam resolvidos ao longo da legislatura que se inicia e foi com o objetivo de contribuir para a sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fenprof decidiu&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Ap&amp;oacute;s a tomada de posse dos deputados,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;solicitar reuni&amp;atilde;o a todos os grupos parlamentares&lt;/strong&gt;, com o objetivo de entregar o Caderno Reivindicativo para a legislatura, aprovado pelos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Solicitar uma audi&amp;ecirc;ncia &amp;agrave; Presid&amp;ecirc;ncia da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica para entregar a Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;posta a circular no in&amp;iacute;cio do ano letivo e j&amp;aacute; subscrita por milhares de docentes que requerem solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os problemas da profiss&amp;atilde;o, sendo proposto o dia 12 de novembro para concretizar a entrega;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;No primeiro dia &amp;uacute;til da legislatura (28/out), a Fenprof far&amp;aacute; chegar&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;pedido de reuni&amp;atilde;o ao Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, na qual apresentar&amp;aacute; e entregar&amp;aacute; o Caderno Reivindicativo dos Professores e Educadores, bem como o abaixo-assinado, que, tal como a Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o atr&amp;aacute;s referida, identifica problemas que afetam a profiss&amp;atilde;o docente e exige solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para as quais se apresentam propostas;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;No mesmo dia, a Fenprof solicitar&amp;aacute; uma&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;reuni&amp;atilde;o ao Ministro da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;na qual pretende tra&amp;ccedil;ar as prioridades para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de problemas que, no caso dos profissionais, t&amp;ecirc;m maior express&amp;atilde;o ao n&amp;iacute;vel das carreiras, dos concursos e da precariedade; no caso das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es releva o problema do financiamento, num quadro mais abrangente de todo um RJIES que urge ser revisto.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Com o mesmo ministro e as mesmas pol&amp;iacute;ticas s&amp;oacute; poder&amp;aacute; existir a mesma resposta: &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;a luta dos professores pelo que &amp;eacute; justo, adequado e necess&amp;aacute;rio!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Sobre a composi&amp;ccedil;&amp;atilde;o parcial do governo (ainda n&amp;atilde;o se conhece quais ser&amp;atilde;o os secret&amp;aacute;rios de estado), ontem tornada p&amp;uacute;blica, a FENPROF considera que, havendo, apenas, ligeiras mudan&amp;ccedil;as em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao elenco anterior e, tendo ainda em conta, o programa eleitoral do PS, poucas altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o de esperar no que respeita &amp;agrave;s pol&amp;iacute;ticas que foram desenvolvidas na anterior legislatura, marcadas pela falta de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para dar resposta aos principais problemas que afetavam e continuam a afetar o mundo do trabalho e os servi&amp;ccedil;os p&amp;uacute;blicos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de prosseguir tais pol&amp;iacute;ticas tamb&amp;eacute;m se confirma pela recondu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um ministro que n&amp;atilde;o existiu nos momentos mais cr&amp;iacute;ticos e que assumiu posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, algumas ilegais, de afronta e grande desrespeito pelos professores, pela sua vida profissional, pelas suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e pelas suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais representativas. Algu&amp;eacute;m que, tendo estado &amp;agrave; frente do minist&amp;eacute;rio durante quatro anos, foi incapaz de resolver os problemas das escolas, agravando alguns e criando outros, e que est&amp;atilde;o na origem do encerramento de v&amp;aacute;rios estabelecimentos ou da limita&amp;ccedil;&amp;atilde;o do funcionamento de algumas das suas val&amp;ecirc;ncias, da exist&amp;ecirc;ncia de milhares de alunos que continuam sem ter todas as aulas, como de outros que, pelas suas pr&amp;oacute;prias limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ainda n&amp;atilde;o tiveram condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para ir &amp;agrave; escola. Recorda-se, ainda, que Tiago Brand&amp;atilde;o Rodrigues, em diversos momentos, p&amp;ocirc;s em causa princ&amp;iacute;pios fundamentais do Estado de Direito Democr&amp;aacute;tico, violando direitos constitucionais, como o direito de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva ou o direito &amp;agrave; greve, tentando obstaculiz&amp;aacute;-los, por via da amea&amp;ccedil;a e da chantagem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente ao agora criado minist&amp;eacute;rio da Moderniza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Estado e da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, que parece destinado a revisitar as carreiras da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, conforme se refere no programa eleitoral do PS, a FENPROF deixa, desde j&amp;aacute;, esclarecido que, a ter lugar algum processo de revis&amp;atilde;o de carreiras, tanto da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar e Ensinos B&amp;aacute;sico e Secund&amp;aacute;rio, como do Ensino Superior, n&amp;atilde;o abdicar&amp;aacute; de uma negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o aut&amp;oacute;noma, preferencialmente realizada no &amp;acirc;mbito das tutelas diretas (ME e MCTES).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF fica, agora, a aguardar a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o da primeira reuni&amp;atilde;o com o ministro, que dever&amp;aacute; ter lugar em data pr&amp;oacute;xima, a quem entregar&amp;aacute; o Caderno Reivindicativo aprovado pelos seus &amp;oacute;rg&amp;atilde;os e que reflete as exig&amp;ecirc;ncias dos docentes e das escolas, bem como o abaixo-assinado, que continua em circula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas j&amp;aacute; cont&amp;eacute;m milhares de assinaturas de educadores e professores que manifestam as suas prioridades reivindicativas de natureza socioprofissional:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o cumprido&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e que ainda n&amp;atilde;o foi contabilizado para carreira: 6 anos, 6 meses e 23 dias;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente&lt;/strong&gt;, designadamente atrav&amp;eacute;s de medidas que eliminem as ultrapassagens e desbloqueiem a progress&amp;atilde;o de quem se encontra retido no 4.&amp;ordm; ou no 6.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um&amp;nbsp;&lt;strong&gt;regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, admitindo, no imediato, a despenaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o antecipada e a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de pr&amp;eacute;-aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Fim dos abusos e ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt;, garantindo-se, assim, que estes, como previsto na lei, sejam, efetivamente, de 35 horas (prosseguindo a greve ao&amp;nbsp;&lt;em&gt;sobretrabalho&lt;/em&gt;&amp;nbsp;at&amp;eacute; que este problema esteja resolvido);&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Combate determinado &amp;agrave; precariedade&lt;/strong&gt;, com a vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes com 3 ou mais anos de servi&amp;ccedil;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um&amp;nbsp;&lt;strong&gt;regime de concursos justo&lt;/strong&gt;, que respeite o princ&amp;iacute;pio da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional como fator de ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos candidatos, mantendo o seu car&amp;aacute;ter nacional.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, logo que a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica entre em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a FENPROF solicitar&amp;aacute; reuni&amp;atilde;o aos grupos parlamentares, apresentando, sob a forma de peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o abaixo-assinado que ser&amp;aacute; entregue no Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No Parlamento, transitou, ainda, da anterior legislatura uma peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o subscrita por mais de 10&amp;nbsp;000 docentes, em defesa de um regime de gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica para as escolas. Os professores ir&amp;atilde;o, tamb&amp;eacute;m, levar por diante diversos atos de protesto, face ao processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que est&amp;aacute; em curso e ao qual j&amp;aacute; aderiram 105 munic&amp;iacute;pios.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 16 Oct 2019 17:37:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/comunicado-da-fenprof-sobre-a-composicao-do-xxii-governo</guid></item><item><title>2019/2020 - GREVE AO SOBRETRABALHO</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-ao-sobretrabalho-a-partir-de-14-out</link><description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/GREVESOBRETRABALHO/?aba=139" target="_blank"&gt; &lt;img width="274" height="145" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/1907ccff/c3ec6926/SitiodaGreveBanner.jpg?v=636862035420201166" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/GREVESOBRETRABALHO/?aba=139" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;O s&amp;iacute;tio da greve&lt;/strong&gt;&lt;br&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;7 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Escolas em Greve ao Sobretrabalho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;table width="487"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246" style="background-color: #c7c7c7; width: 246px; text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Agrupamento / escola&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td width="241" style="background-color: #c7c7c7; width: 246px; text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Concelho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE &amp;Aacute;guas Santas&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Maia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Alexandre Herculano&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Amadeu de Sousa Cardoso&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Amarante&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Ant&amp;oacute;nio Nobre&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Arcozelo&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Ponte de Lima&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Arouca&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Arouca&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Canelas&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Vila Nova de Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Carolina Michaelis&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Cerco&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Fernando Pessoa&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Santa Maria da Feira&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Fontes Pereira de Melo&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE J&amp;uacute;lio Dinis&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Vila Nova de Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Loureiro&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Oliveira de Azem&amp;eacute;is&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Manoel de Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Miguel Torga&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Sabrosa&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Miranda do Douro&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Miranda do Douro&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Mondim de Basto&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Mondim de Basto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Pa&amp;ccedil;os de Brand&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Santa Maria da Feira&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE P&amp;ecirc;ro Vaz de Caminha&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Porto&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Senhora da Hora&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Matosinhos&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Soares dos Reis&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Vila Nova de Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;AE Vila Nova de Foz C&amp;ocirc;a&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Vila Nova de Foz C&amp;ocirc;a&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;ES Cast&amp;ecirc;lo da Maia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;b&gt;Maia&lt;/b&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;ES Dr. Joaquim Gomes Ferreira Alves&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Vila Nova de Gaia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;ES Maia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Maia&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;ES Ponte de Lima&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Ponte de Lima&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;&lt;strong&gt;ES S. Pedro&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&lt;strong&gt;Vila Real&lt;/strong&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE &amp;Aacute;gueda Sul&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&amp;Aacute;gueda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Aguiar da Beira&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Aguiar da Beira&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Albufeira Poente&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Albufeira&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Almeida&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Almeida&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Anadia&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Anadia&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Andr&amp;eacute; de Gouveia&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&amp;Eacute;vora&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Arganil&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Arganil&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Arronches&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Arroches&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Bemposta&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Portim&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Carregado&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Alenquer&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Castro Marim&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Castro Marim&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Coimbra Centro&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Coimbra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE D. Afonso III&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Faro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE da S&amp;eacute;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Guarda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Dr. Azeredo Perdig&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Viseu&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Dr. Jo&amp;atilde;o L&amp;uacute;cio&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Olh&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Dr. Jorge Augusto Correia&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Tavira&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Eng. Duarte Pacheco&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Loul&amp;eacute;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Escalada&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Pampilhosa da Serra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Figueira de Castelo Rodrigo&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Figueira de Castelo Rodrigo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Fornos de Algodres&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Fornos de Algodres&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Gabriel Pereira&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&amp;Eacute;vora&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Infante D. Henrique&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Viseu&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Jo&amp;atilde;o da Rosa&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Olh&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Jos&amp;eacute; R&amp;eacute;gio&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Portalegre&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Malagueira&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;&amp;Eacute;vora&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Mangualde&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Mangualde&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Manteigas&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Manteigas&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Martim de Freitas&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Coimbra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Mealhada&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Mealhada&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE M&amp;ecirc;da&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;M&amp;ecirc;da&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Montemor-o-Novo&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Montemor-o-Novo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Mund&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Viseu&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Oliveira do Hospital&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Oliveira do Hospital&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Padre Ant&amp;oacute;nio de Andrade&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Oleiros&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Padre Ant&amp;oacute;nio Martins de Oliveira&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Lagoa&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Padre Jo&amp;atilde;o Coelho Cabanita&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Loul&amp;eacute;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Penacova&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Penacova&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Penalva do Castelo&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Penalva do Castelo&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Pinheiro e Rosa&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Faro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Pombal&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Pombal&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Proen&amp;ccedil;a-a-Nova&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Proen&amp;ccedil;a-a-Nova&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Rio Arade&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Lagoa&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE S.ta Cruz da Trapa&amp;nbsp;&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;S&amp;atilde;o Pedro do Sul&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Sines&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Sines&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Souselo&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Cinf&amp;atilde;es&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Trancoso&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Trancoso&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Venda do Pinheiro&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Mafra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;AE Vilar Formoso&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Almeida&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;Casa Pia de Lisboa&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Lisboa&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3 Castro Daire&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Castro Daire&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3 de Carregal do Sal&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Carregal do Sal&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3 do Tortosendo&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Covilh&amp;atilde;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3 Nuno Gon&amp;ccedil;alves&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Lisboa&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3 Poeta Manuel da Silva Gaio&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Coimbra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3 Reguengos de Monsaraz&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Reguengos de Monsaraz&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3/S de Arraiolos&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Arraiolos&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB 2, 3/S Pedro da Fonseca&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Proen&amp;ccedil;a-a-Nova&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB Afonso de Paiva&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Castelo Branco&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB Aradas&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Aveiro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB Dr. Sanches de Brito&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Mafra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB Gouveia&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Gouveia&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB Gr&amp;atilde;o Vasco&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Viseu&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB N&amp;ordm; 2 Avelar&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Ansi&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB Prof. Lindley Cintra&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Lisboa&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EB2 St.&amp;ordf; Clara&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Guarda&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EBI M&amp;otilde;es&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Castro Daire&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EBS Dr. Pascoal Jos&amp;eacute; de Mello&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Ansi&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;EBS Ribeiro Sanches&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Penamacor&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Afonso Lopes Vieira&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Leiria&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Carregal do Sal&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Carregal do Sal&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Castro Daire&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Castro Daire&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES D. Dinis&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Coimbra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES D. Duarte&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Coimbra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Em&amp;iacute;dio Navarro&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Viseu&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Ferreira Dias - Agualva&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Sintra&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Frei Heitor Pinto&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Covilh&amp;atilde;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Jos&amp;eacute; Est&amp;ecirc;v&amp;atilde;o&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Aveiro&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Lumiar&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Lisboa&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Quinta das Palmeiras&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Covilh&amp;atilde;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES S&amp;atilde;o Jo&amp;atilde;o da Talha&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Loures&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td width="246"&gt;ES Seia&lt;/td&gt;
&lt;td width="241"&gt;Seia&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;div&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;&lt;br&gt;&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;hr&gt;&lt;em&gt;29 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;De que &amp;eacute; que o ME est&amp;aacute; &amp;agrave; espera para acabar com as ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Fenprof remeteu, dia 28 de outubro, nova remessa de hor&amp;aacute;rios de trabalho que s&amp;atilde;o exemplo dos muitos atropelos e ilegalidades que os docentes continuam a fazer chegar aos seus Sindicatos. &amp;Eacute; o terceiro conjunto que chega ao conhecimento do Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (SEE), Jo&amp;atilde;o Costa, e tamb&amp;eacute;m &amp;agrave; IGEC.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Recorde-se que em &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/organizacoes-sindicais-entregam-pre-aviso-de-greve" target="_blank"&gt;reuni&amp;atilde;o realizada em julho passado com o Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (SEE)&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, tamb&amp;eacute;m estiveram em cima da mesa as grav&amp;iacute;ssimas quest&amp;otilde;es da sobrecarga a que os educadores e professores est&amp;atilde;o sujeitos, do sobretrabalho que lhes &amp;eacute; ilegalmente exigido e de outros atropelos na atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tarefas cometidos por diretores de escolas e agrupamentos, com o benepl&amp;aacute;cito do ME e da IGEC.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Lamentavelmente, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) tem vindo a fazer de conta que nada de errado se passa com os hor&amp;aacute;rios, e isto apesar de em 4 de julho de 2018 ter tornado p&amp;uacute;blico atrav&amp;eacute;s de comunicado de imprensa um conjunto de orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es que disse ir fazer chegar &amp;agrave;s escolas para corrigir os problemas detetados&amp;hellip; Disse, mas n&amp;atilde;o fez.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Perante a ideia transmitida pelo SEE de que o ME n&amp;atilde;o tinha conhecimento de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es irregulares e ilegais, a Fenprof comprometeu-se a enviar hor&amp;aacute;rios que as comprovam, reclamando, ao mesmo tempo, o que &amp;eacute; devido: a emiss&amp;atilde;o das devidas orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos abusos e ilegalidades. Condenavelmente, isto ainda n&amp;atilde;o sucedeu, o SEE e o ME continuam a querer ignorar os problemas.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deseja-se que a entrada em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es do XXI Governo Constitucional possa ser acompanhada, finalmente, pela tomada de medidas para acabar com os abusos e ilegalidades. Se assim n&amp;atilde;o for, a luta por hor&amp;aacute;rios justos e legais ir&amp;aacute;, necessariamente, continuar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entre os problemas mais comuns nos hor&amp;aacute;rios enviados &amp;ndash; comuns mas de evidente gravidade &amp;ndash; est&amp;atilde;o o n&amp;atilde;o reconhecimento de tempos ou de tempos suficientes para as m&amp;uacute;ltiplas reuni&amp;otilde;es para que os docentes s&amp;atilde;o convocados, ou a n&amp;atilde;o ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o de medidas que compensem a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho para al&amp;eacute;m das 35 horas semanais que a lei estabelece. Algumas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es imputam de forma artificial e ilegal tempo para reuni&amp;otilde;es &amp;agrave; componente de trabalho individual do hor&amp;aacute;rio, for&amp;ccedil;ando o entendimento de que a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em reuni&amp;otilde;es pedag&amp;oacute;gicas &amp;eacute; parte desta componente (o que resultaria na amputa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de horas para este efeito ou, o que &amp;eacute; habitual, a sobrecarga em regime de &amp;ldquo;sobretrabalho&amp;rdquo;).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tamb&amp;eacute;m a considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalho letivo como se o n&amp;atilde;o fosse &amp;eacute; um problema repetido em hor&amp;aacute;rios enviados pela Fenprof ao SEE. Acontece com a atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de horas de coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aulas ou de apoios a turmas ou grupos de alunos, ou com &amp;ldquo;aulas [!] de refor&amp;ccedil;o da aprendizagem&amp;rdquo;; e chega a acontecer mesmo com a leciona&amp;ccedil;&amp;atilde;o (!) de curr&amp;iacute;culo espec&amp;iacute;fico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Apela-se, pois, a todos os docentes que contactem o&amp;nbsp;respetivo Sindicato e enviem o seu hor&amp;aacute;rio. Se o ME afirma que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; abusos nem ilegalidades, que est&amp;aacute; tudo bem e em harmonia com os hor&amp;aacute;rios dos docentes, cabe a estes demonstrar que isso &amp;eacute; mentira e, ao mesmo tempo, prosseguir a luta contra o sobretrabalho e outros atropelos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;A todos compete exigir a corre&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que est&amp;aacute; mal, tornando insustent&amp;aacute;vel a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ME de fazer de conta que tudo est&amp;aacute; bem e em harmonia com os hor&amp;aacute;rios dos docentes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;23 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Esclarecimentos sobre a Greve ao Sobretrabalho&amp;nbsp;(&lt;a href="/Media/Default/Info/29000/500/80/4/FAQ%20greve%20ao%20sobretrabalho%20.pdf" target="_blank"&gt;FAQ&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ao mesmo tempo que o governo imp&amp;ocirc;s a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tempo de servi&amp;ccedil;o que os professores cumpriram, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) nada fez para garantir que os professores tenham um hor&amp;aacute;rio real de trabalho de 35 horas semanais&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;conforme regime aplic&amp;aacute;vel &amp;agrave; generalidade dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e tamb&amp;eacute;m estabelecido pelo Estatuto da Carreira Docente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No ano passado, o ME emitiu uma nota &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social com procedimentos que deveriam ser adotados pelas escolas, que, a serem respeitados, eliminariam a generalidade dos abusos e ilegalidades praticados; contudo, nunca transformou aquelas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es oficiais, tolerando e tornando-se c&amp;uacute;mplice dos mais diversos atropelos aos hor&amp;aacute;rios de trabalho dos professores. Como se referiu ao longo de todo o ano letivo anterior,&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;eacute;, refor&amp;ccedil;adamente, inaceit&amp;aacute;vel que o mesmo governo que elimina anos de trabalho aos professores imponha, em cada ano, hor&amp;aacute;rios que o agravam at&amp;eacute; 30%&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, os pr&amp;eacute;-avisos de greve (di&amp;aacute;rios) entregues no Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o destinam-se a garantir que o hor&amp;aacute;rio semanal dos docentes seja, efetivamente, de 35 horas, bastando, para tal, que os professores fa&amp;ccedil;am greve sempre que lhes for atribu&amp;iacute;da atividade que fa&amp;ccedil;a exceder, em cada semana, aquele n&amp;uacute;mero de horas de trabalho. S&amp;atilde;o ainda um instrumento para combater a marca&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades que s&amp;atilde;o manifestamente letivas como tarefas do &amp;acirc;mbito da componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Respons&amp;aacute;veis do ME tentaram fazer passar a ideia de que esta mesma greve, no ano que passou, n&amp;atilde;o teve impacto, mas isso &amp;eacute; falso. &amp;Eacute; verdade que a sua visibilidade p&amp;uacute;blica n&amp;atilde;o teve o impacto que t&amp;ecirc;m as greves que deixam os alunos sem aulas, mas as consequ&amp;ecirc;ncias fizeram-se sentir atrav&amp;eacute;s da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es ou da aus&amp;ecirc;ncia de muitos docentes nas que se realizaram, em todo o pa&amp;iacute;s. Ali&amp;aacute;s, foi esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que levou, em muitas escolas, as respetivas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es a corrigir as ilegalidades e a acabar com os abusos, procedimento que deveria ser seguido em todos os agrupamentos e escolas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do ano letivo passado, a FENPROF e outras organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais de docentes tentaram dialogar com o ME, no sentido de as normas para elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios de trabalho respeitarem o estabelecido no ECD e o limite semanal de 35 horas semanais. Tentaram, mas sem &amp;ecirc;xito.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, porque persistem muitas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abuso e incumprimento da lei, que poder&amp;atilde;o at&amp;eacute; aumentar, em breve, com a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar em semanas em que os docentes mantenham toda a restante atividade prevista no hor&amp;aacute;rio de trabalho, incluindo a letiva&lt;/strong&gt;, a FENPROF e outras nove organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais entregaram ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outras entidades adequadas&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a target="_blank" href="https://www.fenprof.pt/GREVESOBRETRABALHO/?aba=140&amp;amp;mid=353&amp;amp;cat=700&amp;amp;doc=12291"&gt;pr&amp;eacute;-avisos de&amp;nbsp;greve ao&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;sobretrabalho&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A greve assim convocada incide sobre as reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar dos alunos, caso as atividades letivas n&amp;atilde;o sejam interrompidas para o efeito.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A greve tamb&amp;eacute;m incidir&amp;aacute; sobre todas as reuni&amp;otilde;es e demais atividade que, n&amp;atilde;o estando prevista, ultrapasse o limite de 35 horas semanais de trabalho (&lt;strong&gt;&lt;em&gt;ver na p&amp;aacute;gina 2 do pr&amp;eacute;-aviso todas as atividades abrangidas&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A eventual suspens&amp;atilde;o desta greve depender&amp;aacute; apenas da disponibilidade do ME, no caso, a nova equipa ministerial, para respeitar o hor&amp;aacute;rio semanal de 35 horas que tamb&amp;eacute;m se aplica aos docentes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com o objetivo de clarificar os termos em que professores e educadores dever&amp;atilde;o participar nesta greve, a FENPROF divulga os seguintes esclarecimentos (FAQ):&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Esta greve &amp;eacute; a todo o servi&amp;ccedil;o?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;N&amp;atilde;o.&lt;/strong&gt; Esta greve &amp;eacute; apenas &amp;agrave;s atividades que desrespeitam os quadros legais em vigor: Lei Geral do Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas; Estatuto da Carreira Docente; Despacho de Organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Ano Letivo.&amp;nbsp;Est&amp;atilde;o abrangidas as reuni&amp;otilde;es identificadas nos pr&amp;eacute;-avisos, desde que decorram para al&amp;eacute;m das 35 horas do hor&amp;aacute;rio semanal, independentemente do hor&amp;aacute;rio em que sejam marcadas; a frequ&amp;ecirc;ncia de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua n&amp;atilde;o coincidente com horas de componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento ou n&amp;atilde;o compensada no &amp;acirc;mbito da mesma componente; a coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o apoio a grupos de alunos marcados no &amp;acirc;mbito da componente n&amp;atilde;o letiva do hor&amp;aacute;rio; as atividades de avaliadores externos atribu&amp;iacute;das nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es descritas nos pr&amp;eacute;-avisos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Quem pode aderir &amp;agrave; greve?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Todos os educadores e professores, independentemente das fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e cargos que lhes estejam atribu&amp;iacute;dos nas escolas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;As reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar est&amp;atilde;o inclu&amp;iacute;das?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sim&lt;/strong&gt;. As reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar dos alunos n&amp;atilde;o podem levar ao aumento do hor&amp;aacute;rio de trabalho semanal dos docentes, exceto se forem consideradas como servi&amp;ccedil;o extraordin&amp;aacute;rio. A n&amp;atilde;o acontecer, as escolas dever&amp;atilde;o interromper a atividade letiva para que estas reuni&amp;otilde;es se realizem. Se a atividade letiva n&amp;atilde;o for interrompida e ainda que estas reuni&amp;otilde;es sejam consideradas servi&amp;ccedil;o extraordin&amp;aacute;rio, os professores poder&amp;atilde;o fazer greve. Nestas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; justifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para qualquer desconto pela participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na greve. Se, mesmo assim, tal desconto vier a ser efetuado, os Sindicatos da FENPROF assegurar&amp;atilde;o apoio jur&amp;iacute;dico aos seus s&amp;oacute;cios, sem custos para estes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A que outras reuni&amp;otilde;es poder&amp;aacute; ser feita greve?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A todas as que, n&amp;atilde;o decorrendo de necessidades ocasionais, n&amp;atilde;o se encontrem assinaladas na componente n&amp;atilde;o letiva do hor&amp;aacute;rio de trabalho, tais como reuni&amp;otilde;es gerais de docentes, bem como as reuni&amp;otilde;es de conselho pedag&amp;oacute;gico, conselho de departamento, grupo de recrutamento, conselho de docentes, conselho de turma, coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de diretores de turma, conselho de curso do ensino profissional, reuni&amp;otilde;es de secretariado de provas de aferi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou de exames, ou ainda outras, como as que as escolas est&amp;atilde;o a realizar no &amp;acirc;mbito da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos decretos-lei n.&amp;ordm; 54/2018 (&amp;ldquo;inclus&amp;atilde;o&amp;rdquo;) e n.&amp;ordm; 55/2018 (flexibilidade curricular) ou da Portaria n.&amp;ordm; 181/2019 (PIPP).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Inscrevem-se as reuni&amp;otilde;es de car&amp;aacute;ter regular para fins pedag&amp;oacute;gicos na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, como forma de fomentar o trabalho colaborativo entre professores sem sobrecarga da sua componente individual. Estas reuni&amp;otilde;es regulares ficar&amp;atilde;o, assim, assinaladas no hor&amp;aacute;rio dos professores.&amp;rdquo; &amp;ndash; ponto 4 do comunicado do ME, de 4 de julho de 2018.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A greve abrange outras atividades para al&amp;eacute;m das reuni&amp;otilde;es?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Sim&lt;/strong&gt;, abrange as atividades que, sendo letivas, estejam errada e abusivamente integradas na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, como s&amp;atilde;o os casos da coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou dos apoios, quando n&amp;atilde;o se trate de apoio individual, mas a grupos de alunos, por vezes, at&amp;eacute;, turmas inteiras.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Por que est&amp;atilde;o algumas atividades letivas integradas na componente de estabelecimento?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque dessa forma, desrespeitando as normas de distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades letivas, o ME consegue reduzir o n&amp;uacute;mero de professores das escolas, &amp;agrave; custa da sobrecarga dos que nelas exercem atividade. Ou seja, o economicismo prevalece sobre a pedagogia e o respeito pela lei e pelo trabalho dos professores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A que a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua se pode fazer greve?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A todas as que, sendo obrigat&amp;oacute;rias, por decorrerem de programas impostos pelas escolas ou pelo ME, n&amp;atilde;o tenham as suas horas de frequ&amp;ecirc;ncia deduzidas na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento. Por exemplo, h&amp;aacute; professores a ser convocados para a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao s&amp;aacute;bado (&amp;eacute; ilegal, pois &amp;eacute; o sexto dia de trabalho semanal) ou ao final de tarde e &amp;agrave; noite para a&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre &amp;ldquo;desenvolvimento e cidadania&amp;rdquo;, &amp;ldquo;inclus&amp;atilde;o escolar&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;flexibilidade curricular&amp;rdquo;, entre outras, sem que as horas de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o sejam deduzidas, como consta da lei, na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;ldquo;Inscreve-se na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento do hor&amp;aacute;rio dos professores a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, devidamente autorizada, quer em articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o centro de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o da associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de escolas, quer por iniciativa do docente, em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua que incidam sobre conte&amp;uacute;dos de natureza cient&amp;iacute;fico-did&amp;aacute;tica com liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; mat&amp;eacute;ria curricular lecionada, bem como as relacionadas com as necessidades de funcionamento da escola de acordo com o seu plano de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e as que promovam um efetivo trabalho colaborativo entre docentes.&amp;rdquo; &amp;ndash; ponto 6 do comunicado do ME, de 4 de julho de 2018.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Que diz o ME sobre estas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ilegais que constam do hor&amp;aacute;rio de trabalho dos professores?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas reuni&amp;otilde;es realizadas com a FENPROF foi incapaz de justificar as ilegalidades e os abusos, mas nada fez para os corrigir, para poder continuar a impor hor&amp;aacute;rios ilegais que lhe permitem reduzir o n&amp;uacute;mero de professores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Que descontos poder&amp;atilde;o ser feitos sobre esta greve?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No que diz respeito &amp;agrave;s atividades que n&amp;atilde;o est&amp;atilde;o previstas no hor&amp;aacute;rio do professor (reuni&amp;otilde;es ou outras a que esteja obrigado), nem d&amp;atilde;o lugar a dedu&amp;ccedil;&amp;atilde;o na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento (forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua obrigat&amp;oacute;ria), &amp;eacute; fundado entendimento da FENPROF que n&amp;atilde;o poder&amp;atilde;o ser feitos quaisquer descontos. Se forem efetuados descontos por horas que ultrapassam a extens&amp;atilde;o legal do hor&amp;aacute;rio semanal &amp;ndash; 35 horas &amp;ndash;, os Sindicatos da FENPROF, reitera-se, assegurar&amp;atilde;o apoio jur&amp;iacute;dico aos seus s&amp;oacute;cios, sem custos para estes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a atividade letiva que se encontra marcada na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, os descontos apenas podem incidir, estritamente, sobre as horas em que decorreu a atividade.&amp;nbsp;Em todo o caso, os docentes dever&amp;atilde;o apresentar nas suas escolas reclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o relativa &amp;agrave; integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades que s&amp;atilde;o letivas (coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou apoio a grupos de alunos) na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento do seu hor&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;E se as escolas pretenderem descontar horas em situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que tal n&amp;atilde;o &amp;eacute; permitido?&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De imediato, os professores dever&amp;atilde;o dirigir-se aos seus Sindicatos para garantirem o indispens&amp;aacute;vel apoio jur&amp;iacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como j&amp;aacute; se referiu, os professores dever&amp;atilde;o dirigir-se, de imediato, aos seus Sindicatos, para garantirem o indispens&amp;aacute;vel apoio jur&amp;iacute;dico.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;18 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Artigo:&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/como-ler-o-meu-horario-de-trabalho" target="_blank"&gt;"Como ler o meu hor&amp;aacute;rio de trabalho?"&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/como-ler-o-meu-horario-de-trabalho" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="500" height="180" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/2c3376bc/4289e128/ler_Horário.jpg?v=637081441848104635"&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;14 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Abusos e ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios dos docentes s&amp;atilde;o, este ano, em maior n&amp;uacute;mero e de maior gravidade&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Inicia-se a greve dos educadores e professores a todas as atividades que, &amp;agrave; margem das leis, lhes sejam impostas para al&amp;eacute;m das 35 horas de trabalho semanal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/Vks5wj0WnUE"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em julho passado, a Fenprof reuniu com respons&amp;aacute;veis do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, alertando, mais uma vez, para os abusos e ilegalidades que, tendo afetado os hor&amp;aacute;rios de trabalho no ano que ent&amp;atilde;o terminava, deveriam ser eliminados em 2019/20.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso, por&amp;eacute;m, n&amp;atilde;o aconteceu!&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os hor&amp;aacute;rios dos professores, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; continuam pejados de ilegalidades, como os problemas s&amp;atilde;o hoje em maior n&amp;uacute;mero e mais graves&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Alguns exemplos:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;H&amp;aacute; hor&amp;aacute;rios de professores que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m qualquer hora assinalada para a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es ou t&amp;ecirc;m, apenas, alguns minutos semanais, o que &amp;eacute; ilegal;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;H&amp;aacute; hor&amp;aacute;rios de professores em que &amp;eacute; explicitamente referido que as reuni&amp;otilde;es est&amp;atilde;o integradas na componente individual de trabalho, o que &amp;eacute; ilegal;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;H&amp;aacute; hor&amp;aacute;rios de professores em que as redu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de componente letiva (artigo 79.&amp;ordm; do ECD) s&amp;atilde;o preenchidas com atividade letiva, o que &amp;eacute; ilegal, mesmo que essa atividade fosse considerada servi&amp;ccedil;o extraordin&amp;aacute;rio. Exemplos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;escolas secund&amp;aacute;rias e agrupamentos que atribu&amp;iacute;ram, nas horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o letiva, turmas em que ainda n&amp;atilde;o foi colocado professor;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;agrupamentos que atribu&amp;iacute;ram aos docentes do 1.&amp;ordm; ciclo, nas horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o letiva, a leciona&amp;ccedil;&amp;atilde;o em turmas &amp;ldquo;especiais&amp;rdquo; de alunos com insucesso;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;agrupamentos que atribu&amp;iacute;ram aos docentes em monodoc&amp;ecirc;ncia, nas horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o (docentes com mais de 60 anos e, por isso, 5 horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o letiva), a sua pr&amp;oacute;pria turma;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;agrupamentos que atribu&amp;iacute;ram aos docentes, nas horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o letiva, atividade letiva em diversas escolas do agrupamento;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;escolas secund&amp;aacute;rias e agrupamentos que atribu&amp;iacute;ram aos docentes, nas horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o letiva ou na componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento, atividade de &amp;ldquo;apoio&amp;rdquo; ou &amp;ldquo;coadjuva&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;rdquo; (o que j&amp;aacute; seria ilegal) que, por vezes, consiste em substituir pessoal auxiliar, designadamente, no acompanhamento de alunos com defici&amp;ecirc;ncia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Vale tudo, incluindo a pr&amp;aacute;tica de graves ilegalidades!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que continua por resolver, a Fenprof, em conjunto com outras organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es, inicia hoje um novo per&amp;iacute;odo de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;greve ao&amp;nbsp;&lt;em&gt;sobretrabalho&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;(abusos e ilegalidades no hor&amp;aacute;rio),&amp;nbsp;&lt;strong&gt;cuja primeira forte express&amp;atilde;o ser&amp;aacute; a n&amp;atilde;o participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes nas reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar nas escolas e agrupamentos em que, durante a sua realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os professores estejam obrigados a desenvolver a atividade letiva habitual&lt;/strong&gt;. Algumas escolas e agrupamentos decidiram interromper a atividade letiva, durante dois ou tr&amp;ecirc;s dias (dependendo do n&amp;uacute;mero de turmas), concentrando nesses dias as reuni&amp;otilde;es a realizar; outras, por&amp;eacute;m, optaram por obrigar os professores a realizar estas reuni&amp;otilde;es, ao longo de v&amp;aacute;rios dias, ap&amp;oacute;s toda a atividade do docente (letiva e n&amp;atilde;o letiva) prevista para cada dia. Nestes casos, por ser imposto um hor&amp;aacute;rio que ultrapassa, em muito, o que a lei estabelece, os professores poder&amp;atilde;o / dever&amp;atilde;o fazer greve &amp;agrave;s reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar. N&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que os docentes, s&amp;oacute; por serem de escolas ou agrupamentos diferentes, tenham tratamentos distintos que, em alguns casos, s&amp;atilde;o manifestamente ilegais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF espera que o pr&amp;oacute;ximo ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (que, tamb&amp;eacute;m espera, n&amp;atilde;o seja o mesmo que durante quatro anos foi incapaz de resolver os principais problemas da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, revelando fidelidade absoluta aos ditames das finan&amp;ccedil;as e falta dela perante os interesses da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e os direitos dos seus profissionais) tome medidas que eliminem os abusos e reponham a legalidade nos hor&amp;aacute;rios. Se tal n&amp;atilde;o acontecer, ent&amp;atilde;o, a FENPROF estar&amp;aacute; disposta a manter esta greve at&amp;eacute; final do ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Do&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/29000/500/80/4/Pre-aviso_de_greve_ao_sobretrabalho_14-18out2019.pdf" target="_blank"&gt;pr&amp;eacute;-aviso de greve&amp;nbsp;&lt;/a&gt;consta a lista de atividades abrangidas por esta greve.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/cartaz%20greve%20sobretrabalho-page-002.jpg?v=637068511316172162" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt; &lt;br&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;em&gt;7 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Face &amp;agrave; manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de abusos e ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios, professores regressam &amp;agrave; greve&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;N&amp;atilde;o aos abusos e ilegalidades no hor&amp;aacute;rio de trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;O ECD tem de ser respeitado!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;35 horas de trabalho semanal, n&amp;atilde;o mais!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 6.65pt;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;Ao mesmo tempo que o governo imp&amp;ocirc;s a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de tempo de servi&amp;ccedil;o que os professores cumpriram, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nada fez para garantir que os professores apenas trabalhariam 35 horas semanais, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;conforme regime aplic&amp;aacute;vel &amp;agrave; generalidade dos trabalhadores da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica e tamb&amp;eacute;m estabelece o Estatuto da Carreira Docente. O ano passado, o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o emitiu uma nota &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social com procedimentos que deveriam ser adotados pelas escolas, que, a serem respeitados, eliminariam a generalidade dos abusos e ilegalidades praticados pelas escolas, contudo, nunca transformou aquelas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es oficiais, tolerando e tornando-se c&amp;uacute;mplice dos mais diversos atropelos aos hor&amp;aacute;rios de trabalho dos professores. Como se referiu ao longo de todo o ano letivo anterior,&lt;strong&gt; &amp;eacute; inaceit&amp;aacute;vel que o mesmo governo que elimina anos de trabalho aos professores imponha, em cada ano, hor&amp;aacute;rios que o agravam em 30%&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 6.65pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;Assim, o pr&amp;eacute;-aviso de greve entregue hoje no Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o destina-se a garantir que o hor&amp;aacute;rio semanal dos docentes seja, efetivamente, de 35 horas, bastando, para tanto, que os professores fa&amp;ccedil;am greve sempre que lhes for atribu&amp;iacute;da atividade que fa&amp;ccedil;a exceder, em cada semana, aquele n&amp;uacute;mero de horas de trabalho. Respons&amp;aacute;veis do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tentaram fazer passar a ideia de que semelhante greve, no ano que passou, n&amp;atilde;o teve impacto, mas isso &amp;eacute; falso. &amp;Eacute; verdade que a sua visibilidade p&amp;uacute;blica n&amp;atilde;o teve o impacto que t&amp;ecirc;m as greves que deixam os alunos sem aulas, mas a greve, em muitas escolas, levou as respetivas dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es a corrigir as ilegalidades e a acabar com os abusos. Isto s&amp;oacute; foi poss&amp;iacute;vel porque, contrariamente ao que afirmaram respons&amp;aacute;veis do ME, as consequ&amp;ecirc;ncias fizeram-se sentir, atrav&amp;eacute;s da anula&amp;ccedil;&amp;atilde;o de reuni&amp;otilde;es ou da aus&amp;ecirc;ncia de muitos docentes nas que se realizaram. Em todo o pa&amp;iacute;s, houve muitas reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar que foram anuladas, para al&amp;eacute;m de outras que, n&amp;atilde;o tendo car&amp;aacute;ter extraordin&amp;aacute;rio, deveriam constar do hor&amp;aacute;rio do docente.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 6.65pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;No final do ano letivo passado, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais de docentes tentaram dialogar com o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no sentido de as normas para elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos hor&amp;aacute;rios de trabalho respeitarem o estabelecido no ECD e o limite semanal de 35 horas semanais. Apesar de se ter realizado uma reuni&amp;atilde;o, dela nada resultou que pusesse cobro &amp;agrave;s situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abuso existentes e que, embora nem sempre se detetem no hor&amp;aacute;rio entregue aos professores, aquando do in&amp;iacute;cio de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, se fazem sentir quando estes come&amp;ccedil;am a ser convocados para reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o previstas no seu hor&amp;aacute;rio, sem que outra atividade nele prevista seja anulada, relevada ou justificada a sua n&amp;atilde;o realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Tal, acontecer&amp;aacute;, por exemplo, com a &lt;strong&gt;realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a partir de meados de outubro, de reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar em dias em que os docentes manter&amp;atilde;o toda a demais atividade prevista no hor&amp;aacute;rio de trabalho, incluindo a letiva.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 6.65pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;&amp;Eacute; face &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o antes descrita e &amp;agrave; indisponibilidade do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para garantir o respeito pela lei que as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais entregaram ao Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e outras entidades adequadas um pr&amp;eacute;-aviso de &lt;strong&gt;greve ao &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&lt;b&gt;sobretrabalho&lt;/b&gt;&lt;/em&gt;. A greve convocada atrav&amp;eacute;s deste pr&amp;eacute;-aviso incide sobre as reuni&amp;otilde;es de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o intercalar dos alunos, caso as atividades da escola n&amp;atilde;o sejam interrompidas para o efeito.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="margin-left: 6.65pt;"&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;A greve tamb&amp;eacute;m incidir&amp;aacute; sobre todas as reuni&amp;otilde;es e demais atividade que n&amp;atilde;o estando prevista, ultrapasse o limite de 35 horas semanais de trabalho (ver no pr&amp;eacute;-aviso anexado, todas as atividades abrangidas). A eventual suspens&amp;atilde;o desta greve depender&amp;aacute; da disponibilidade do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, no caso, a pr&amp;oacute;xima equipa ministerial, para respeitar o hor&amp;aacute;rio semanal de 35 horas que tamb&amp;eacute;m se aplica aos docentes.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Lisboa, 7 de outubro de 2019&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;As organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais de professores e educadores&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; &lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ec5b7d3f/00_Plataforma2018.jpg?v=637060842142918904"&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 07 Oct 2019 21:28:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/greve-ao-sobretrabalho-a-partir-de-14-out</guid></item><item><title>Como ler o meu horário de trabalho? </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/como-ler-o-meu-horario-de-trabalho</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;"Como ler o meu hor&amp;aacute;rio de trabalho?"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Este gui&amp;atilde;o pretende ser uma ajuda no esclarecimento das d&amp;uacute;vidas dos educadores e professores na an&amp;aacute;lise do seu hor&amp;aacute;rio de trabalho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caso permane&amp;ccedil;am irregularidades e ilegalidades, tal como aconteceu no ano letivo transato, a Fenprof n&amp;atilde;o hesitar&amp;aacute; em convocar Greve ao Sobretrabalho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Fontes: [DN 10-B] &amp;ndash; Despacho Normativo n.&amp;ordm; 10-B/2018, de 6 de julho; [ECD] &amp;ndash; Anexo ao Decreto-Lei n.&amp;ordm; 139-A/90, de 28 de abril, na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do DL 41/2012, de 21 de fevereiro; [DL137] &amp;ndash; Decreto-Lei n.&amp;ordm; 137/2012, de 2 de junho; [Port. 644-A] &amp;ndash; Portaria n.&amp;ordm; 644-A/2015, de 24 de agosto; [CT] &amp;ndash; C&amp;oacute;digo do Trabalho: Anexo &amp;agrave; Lei 7/2009, de 12 de fevereiro, e [Desp. n.&amp;ordm; 7638-A] - Despacho n.&amp;ordm; 7638-A/2019, de 28 de agosto. [OCEPE] &amp;ndash; Orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es Curriculares para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong style="color: #555555;"&gt;1. Defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;laquo;hora letiva&amp;raquo;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;60 minutos, no caso da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar e do 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico; 50 minutos, nos restantes n&amp;iacute;veis e ciclos de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="2"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Qual a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;laquo;tempo letivo&amp;raquo; e dos tempos letivos de cada disciplina?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Depende. Na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, as 5 horas di&amp;aacute;rias s&amp;atilde;o geridas de acordo com o previsto nas OCEPE e no 1&amp;ordm; CEB os &amp;ldquo;tempos&amp;rdquo; s&amp;atilde;o de 60 minutos (nos restantes ciclos o tempo letivo &amp;eacute; definido pela escola, sendo o mais usual a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da unidade letiva de 45 ou de 50 minutos). &amp;Eacute; da compet&amp;ecirc;ncia da escola definir a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tempos letivos de cada disciplina em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga hor&amp;aacute;ria semanal prevista nas matrizes curriculares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="3"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Como &amp;eacute; organizado o hor&amp;aacute;rio escolar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Em duas partes:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; componente letiva&lt;/strong&gt; [DN 10-B] art.&amp;ordm; 5.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 1:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;25 horas semanais para os educadores de inf&amp;acirc;ncia e professores do 1.&amp;ordm; CEB;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;1100 minutos para os professores dos 2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; CEB, grupo de recrutamento 120, ensino secund&amp;aacute;rio e Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; componente n&amp;atilde;o letiva:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;trabalho de estabelecimento &amp;ndash; at&amp;eacute; 150 minutos [DN 10-B, art.&amp;ordm; 6.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 5];&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;trabalho individual &amp;ndash; tempo remanescente, at&amp;eacute; perfazer as 35 horas de trabalho semanal.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="4"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O que &amp;eacute; a componente letiva de um hor&amp;aacute;rio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A FENPROF tem vindo, sucessivamente, a reivindicar junto do ME que seja considerada toda a atividade docente que envolva o trabalho direto com alunos. Contudo, para o ME, a componente letiva restringe-se &amp;agrave; atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas, ao desenvolvimento das atividades de desporto escolar e &amp;agrave;s atividades de enriquecimento curricular (neste &amp;uacute;ltimo caso, de acordo com o exposto no n&amp;uacute;mero 8).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="5"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Turma (DT) faz parte da componente letiva?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; luta dos professores, principalmente no final do ano letivo de 2012-2013, o cargo de DT, para o qual cada escola gere 4 horas semanais, implica a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de, pelo menos, 2 horas da componente letiva, sendo as restantes marcadas na componente n&amp;atilde;o letiva. Contudo, 2 daquelas horas podem ser atribu&amp;iacute;das a outro docente do Conselho de Turma [DN 10-B, art.&amp;ordm; 10.&amp;ordm;]. A FENPROF defende e continuar&amp;aacute; a lutar para que, para o exerc&amp;iacute;cio das mesmas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, aos educadores de inf&amp;acirc;ncia e professores do 1.&amp;ordm; CEB sejam aplicadas as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes nos outros setores de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="6"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O intervalo no hor&amp;aacute;rio de trabalho dos professores&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;do 1.&amp;ordm; CEB &amp;eacute; contabilizado na componente letiva?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do intervalo de almo&amp;ccedil;o [DN 10-B, art.&amp;ordm; 5&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 3].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="7"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O intervalo no hor&amp;aacute;rio de trabalho dos educadores de inf&amp;acirc;ncia &amp;eacute; contabilizado na componente letiva?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O tempo de intervalo, na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, est&amp;aacute; integrado na componente letiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="8"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; As atividades de enriquecimento curricular (AEC) fazem parte da componente letiva do meu hor&amp;aacute;rio? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim. No caso de o agrupamento ser a entidade promotora das AEC, estas devem ser consideradas como atividade letiva aquando da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o aos docentes de carreira, desde que tenham um hor&amp;aacute;rio semanal de, no m&amp;iacute;nimo, 6 horas [DN 10-B, art.&amp;ordm; 5.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="9"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O que pode ser considerado na componente n&amp;atilde;o letiva cumprida no estabelecimento de ensino?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Todas as atividades previstas no n.&amp;ordm; 3 do art.&amp;ordm; 82.&amp;ordm; do ECD e ainda as reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o ocasionais. No 1.&amp;ordm; CEB, ainda o atendimento aos Encarregados de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o tempo de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre estabelecimentos de ensino no mesmo dia. No Pr&amp;eacute;-Escolar, o acompanhamento das atividades de anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apoio &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia e atendimento aos Encarregados de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o [DN 10-B, art.&amp;ordm;s 6.&amp;ordm; e 7.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="10"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Tenho horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da componente letiva ao abrigo do art.&amp;ordm; 79.&amp;ordm; do ECD. O que pode o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;diretor atribuir-me nessas horas? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Infelizmente, e ao contr&amp;aacute;rio do que a FENPROF vem h&amp;aacute; muito reivindicando, de acordo com o ECD, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da componente letiva do hor&amp;aacute;rio de trabalho determina o acr&amp;eacute;scimo correspondente na componente n&amp;atilde;o letiva a n&amp;iacute;vel de estabelecimento, sendo que nas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstas no n.&amp;ordm; 3 do art.&amp;ordm; 79.&amp;ordm; do ECD, dever&amp;atilde;o ser atribu&amp;iacute;das preferencialmente as atividades constantes das al&amp;iacute;neas d), f), g), i), j) e n), cf. DN 10-B, art&amp;ordm;s 5.&amp;ordm; e 6.&amp;ordm;. Assim, o diretor poder&amp;aacute; atribuir o que est&amp;aacute; indicado na resposta anterior.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="11"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Trabalho em v&amp;aacute;rias escolas do mesmo agrupamento. Tenho direito ao tempo de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim, caso seja atribu&amp;iacute;do servi&amp;ccedil;o letivo, no mesmo dia, em diferentes escolas do mesmo agrupamento. O tempo de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre elas &amp;eacute; considerado como componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento [DN 10-B/2018, art.&amp;ordm; 6.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 8].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="12"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Como s&amp;atilde;o calculadas as horas de trabalho letivo noturno?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A partir das 22 horas, com um fator de bonifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1,5, arredondado por defeito, para cumprimento da componente letiva [ECD: art.&amp;ordm; 84.&amp;ordm; e CT: art.&amp;ordm; 223.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="13"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Quantas turmas e n&amp;iacute;veis posso ter?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apesar de a FENPROF reivindicar, h&amp;aacute; anos, um limite m&amp;aacute;ximo, tal limite n&amp;atilde;o est&amp;aacute; consagrado na lei, ficando a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o ao crit&amp;eacute;rio dos diretores: &amp;ldquo;Os crit&amp;eacute;rios em que assenta a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o docente s&amp;atilde;o definidos pelo diretor e visam a gest&amp;atilde;o eficiente e eficaz dos recursos dispon&amp;iacute;veis, tanto na adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos fins educativos a que se destinam como na otimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do potencial de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada um dos docentes&amp;rdquo;. Contudo, o servi&amp;ccedil;o docente n&amp;atilde;o deve ser distribu&amp;iacute;do por mais de 2 turnos por dia, exceto quando ocorrerem reuni&amp;otilde;es de natureza pedag&amp;oacute;gica [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="14"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Sou professor de um determinado grupo de recrutamento, posso lecionar noutro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim: &amp;ldquo;Os docentes podem, independentemente do grupo pelo qual foram recrutados, lecionar outra disciplina ou unidade de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mesmo ou de diferente ciclo ou n&amp;iacute;vel de ensino, desde que sejam titulares da adequada forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de idoneidade, nos casos em que esta &amp;eacute; requerida&amp;rdquo; [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="15"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Quem escolhe o hor&amp;aacute;rio em primeiro lugar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional n&amp;atilde;o est&amp;aacute; associada &amp;agrave; atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios. A distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o &amp;eacute; da compet&amp;ecirc;ncia do diretor [DL 137, art.&amp;ordm; 20.&amp;ordm; n.&amp;ordm; 4 al&amp;iacute;nea d)]. Contudo, o regulamento interno de cada agrupamento ou escola pode determinar crit&amp;eacute;rios a seguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="16"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; A responsabilidade por grupo-equipa de desporto escolar encaixa em que componente do hor&amp;aacute;rio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As atividades de treino desportivo regular de grupo equipa e de competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desportiva interescolar formal de &amp;acirc;mbito local, regional, nacional e, eventualmente, internacional, bem como as atividades de aprofundamento da pr&amp;aacute;tica desportiva, treino e competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em modalidades e grupo-equipa de elevado potencial desportivo, incluem-se na componente letiva do hor&amp;aacute;rio [Despacho 7638-A].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="17"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O apoio ao estudo do 2.&amp;ordm; CEB &amp;eacute; atribu&amp;iacute;do com recurso a que horas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;Agrave;s horas da componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento e do cr&amp;eacute;dito hor&amp;aacute;rio [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="18"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; A oferta complementar dos 2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; CEB &amp;eacute; atribu&amp;iacute;da com recurso a que horas? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;Agrave;s horas do cr&amp;eacute;dito hor&amp;aacute;rio [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="19"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O que &amp;eacute; o apoio tutorial espec&amp;iacute;fico?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apoio a alunos dos 2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; CEB que, ao longo do seu percurso escolar, acumulem duas ou mais reten&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Cada professor tutor acompanha um grupo de 10 alunos. S&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;das 4 horas letivas semanais para esse efeito [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="20"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Se estiver a amamentar ou a aleitar, a quantas horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tenho direito?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Tem direito a at&amp;eacute; uma hora por cada turno, admitindo-se, devido &amp;agrave; especificidade do hor&amp;aacute;rio de trabalho docente, que seja distribu&amp;iacute;da proporcionalmente nas componentes letiva e n&amp;atilde;o letiva. [CT: art.&amp;ordm;s 47.&amp;ordm; e 48.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="21"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Com a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do DL n.&amp;ordm; 55/2018, de 6 de julho (Autonomia e Flexibilidade Curricular), qual a implica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no hor&amp;aacute;rio de cada professor envolvido, tendo em conta todo o trabalho de coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o curricular que dele resulta?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;De acordo com o n.&amp;ordm; 11 do art.&amp;ordm; 7.&amp;ordm; do DN 10-B/2018, dever&amp;atilde;o todas as reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o ocasionais fazer parte da componente n&amp;atilde;o letiva a n&amp;iacute;vel de estabelecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota 1:&lt;/strong&gt; Sempre que o n&amp;uacute;mero de horas semanais despendido com reuni&amp;otilde;es, cuja realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorra do normal funcionamento de uma escola/agrupamento, ultrapassa as que est&amp;atilde;o registadas no hor&amp;aacute;rio para esse fim (componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento), o docente dever&amp;aacute;:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ter a correspondente redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o hor&amp;aacute;ria na componente de estabelecimento.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ou ter essas horas remuneradas como servi&amp;ccedil;o docente extraordin&amp;aacute;rio, pois o aumento do n&amp;uacute;mero de horas de componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento n&amp;atilde;o pode nunca determinar a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de horas da componente n&amp;atilde;o letiva destinadas a trabalho individual.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota 2&lt;/strong&gt;: Sempre que um docente n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; reconhecido o direito referido na Nota 1, deve informar o Sindicato da FENPROF da sua &amp;aacute;rea, em qualquer uma das suas sedes ou delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es, por email ou ainda por telefone, para que tenha o devido apoio e acompanhamento.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A FENPROF estar&amp;aacute; atenta. Se se mantiverem irregularidades, ser&amp;aacute; convocada greve ao sobretrabalho. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;H&amp;aacute; escolas que, ainda durante o ano letivo anterior, corrigiram as irregularidades que possu&amp;iacute;am.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;</description><pubDate>Fri, 20 Sep 2019 15:43:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/como-ler-o-meu-horario-de-trabalho</guid></item><item><title>Fenprof entrega petição na Assembleia da República</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-lanca-abaixo-assinado-peticao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;12 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof entrega peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof entregou na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, &lt;strong&gt;a primeira peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o da atual legislatura &lt;/strong&gt;(informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o confirmada pela Vice-presidente da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, Edite Estrela), "Em defesa da sua dignidade profissional, os professores e educadores exigem respeito pelos seus direitos, justi&amp;ccedil;a na carreira, melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho", que reuniu 14 mil assinaturas recolhidas desde o in&amp;iacute;cio deste ano letivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; uma peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o centrada em importantes aspetos de natureza socioprofissional. Os docentes que a subscrevem exigem a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 6 anos, 6 meses e 23 dias ainda n&amp;atilde;o contabilizados, o fim dos bloqueamentos &amp;agrave; progress&amp;atilde;o na carreira e a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das ultrapassagens, mas, tamb&amp;eacute;m, um regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o fim dos abusos e das ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios de trabalho, um combate determinado &amp;agrave; precariedade e a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime de concursos justo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave; entrada da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, o Secret&amp;aacute;rio-geral da Fenprof resumiu aos jornalistas as reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es contidas nesta Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="50%" height="350" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/d47aLY6Pa28"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;table width="792" height="16" style="height: 40px; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #000000; text-align: center;"&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;ABAIXO-ASSINADO/PETI&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;ONLINE&amp;nbsp; |&amp;nbsp;&amp;nbsp;PDF &lt;/strong&gt;(imprimir frente e verso)&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/900/40/3/Abaixo-Assinado-Peticao-set2019%20(1).pdf" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;EM DEFESA DA SUA DIGNIDADE PROFISSIONAL,&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;OS PROFESSORES E EDUCADORES EXIGEM RESPEITO PELOS SEUS DIREITOS, JUSTI&amp;Ccedil;A NA CARREIRA, MELHORES CONDI&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES DE TRABALHO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores e os educadores reafirmam o seu compromisso profissional, em prol das aprendizagens dos seus alunos, do sucesso escolar e da valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica, como resposta inclusiva e de qualidade para todos. Mas os professores e educadores exigem ser respeitados nos seus direitos e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho, pelo que reclamam do governo sa&amp;iacute;do das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 6 de outubro:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A &lt;strong&gt;recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o cumprido &lt;/strong&gt;e que ainda n&amp;atilde;o foi contabilizado para carreira: 6 anos, 6 meses e 23 dias;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A &lt;strong&gt;recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira docente&lt;/strong&gt;, designadamente atrav&amp;eacute;s de medidas que eliminem as ultrapassagens e desbloqueiem a progress&amp;atilde;o de quem se encontra retido no 4.&amp;ordm; ou no 6.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um &lt;strong&gt;regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, admitindo, no imediato, a despenaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o antecipada e a aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime de pr&amp;eacute;-aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O &lt;strong&gt;fim dos abusos e ilegalidades nos hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt;, garantindo-se, assim, que estes, como previsto na lei, sejam, efetivamente, de 35 horas;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Um &lt;strong&gt;combate determinado &amp;agrave; precariedade&lt;/strong&gt;, com a vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes com 3 ou mais anos de servi&amp;ccedil;o;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um &lt;strong&gt;regime de concursos justo&lt;/strong&gt;, que respeite o princ&amp;iacute;pio da gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional como fator de ordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos candidatos, mantendo o seu car&amp;aacute;ter nacional.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Do novo governo e da nova equipa do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o exige-se &lt;strong&gt;abertura ao di&amp;aacute;logo e &amp;agrave; negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, bem como respeito pelos professores e educadores, designadamente pelos seus direitos e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 10 Sep 2019 17:36:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-lanca-abaixo-assinado-peticao</guid></item><item><title>Educação — Debate esclarecedor</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/o-maior-debate-sobre-educacao-e-promovido-pela-fenprof</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;13 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas pelos partidos foram esclarecedoras sobre o que defendem para o futuro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof promoveu um debate com os partidos com representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar sobre a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente as quest&amp;otilde;es relacionadas com a educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, ensino b&amp;aacute;sico e ensino secund&amp;aacute;rio), onde estiveram presentes todos os partidos com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do CDS.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Moderado pela jornalista Ana Kotowicz, este foi&amp;nbsp;&lt;/span&gt;um debate esclarecedor sobre o que cada partido defende para a&amp;nbsp;carreira dos professores, a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral do tempo de servi&amp;ccedil;o congelado, o regime de vagas para progress&amp;atilde;o aos 5.&amp;ordm; e 7.&amp;ordm; escal&amp;otilde;es, o regime de concursos, a vincula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a gest&amp;atilde;o das escolas ou o processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, entre muitos outros assuntos que foram abordados.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/mesa.jpg?v=637039848913620360"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/justino.jpg?v=637039848915100629"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/Odete.jpg?v=637039848916660749"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/joana.jpg?v=637039848918270932"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/Mesquita.jpg?v=637039848919921183"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/pev.jpg?v=637039848922381497"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/animal.jpg?v=637039848924562254"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/kotowics.jpg?v=637039848925962025"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/plateia.jpg?v=637039848927512610"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este debate, dispon&amp;iacute;vel nesta p&amp;aacute;gina, ser&amp;aacute; profusamente divulgado junto dos educadores e professores, no sentido de dar a conhecer as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e propostas eleitorais dos partidos pol&amp;iacute;ticos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;12 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="637" height="524" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/F5Sc2iSckS0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;O maior debate sobre Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; promovido pela Fenprof (12/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Com as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; porta, os educadores e professores querem saber o que defendem os partidos pol&amp;iacute;ticos para o futuro do setor e, por esse motivo, a Fenprof decidiu promover um grande debate sobre Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que ter&amp;aacute; lugar na pr&amp;oacute;xima&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;quinta-feira, 12 de setembro&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate realiza-se no&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Audit&amp;oacute;rio da Escola Secund&amp;aacute;ria Cam&amp;otilde;es, em Lisboa, a partir das 17 horas&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram convidados todos os partidos com representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar, confirmando-se as presen&amp;ccedil;as dos/das seguintes deputados/as e/ou dirigentes:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PSD&lt;/strong&gt; &amp;ndash; David Justino&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PS&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Odete Jo&amp;atilde;o&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;BE&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Joana Mort&amp;aacute;gua&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PCP&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Ana Mesquita&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PEV&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Mariana Silva&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PAN&lt;/strong&gt; &amp;ndash; Rui Prud&amp;ecirc;ncio.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o estar&amp;aacute; presente o CDS-PP que informou n&amp;atilde;o ter respons&amp;aacute;veis dispon&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate ser&amp;aacute; moderado pela jornalista &lt;strong&gt;Ana Kotowicz&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/e93f626e/debate%20partidos_12%20setembro-page-001.jpg?v=637037354334759678"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 10 Sep 2019 17:01:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/o-maior-debate-sobre-educacao-e-promovido-pela-fenprof</guid></item><item><title>SINDICATOS DE PROFESSORES PREPARAM MANIFESTAÇÃO DO DIA MUNDIAL DO PROFESSOR</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/sindicatos-de-professores-preparam-manifestacao-do-dia-mundial-do-professor</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;9 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Sindicatos de professores preparam Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Dia Mundial do Professor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/2-qH-nxbSA8"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais de docentes &amp;ndash; ASPL, FENPROF, FNE, PR&amp;Oacute;-ORDEM, SEPLEU, SINAPE, SINDEP, SIPE, SIPPEB e SPLIU &amp;ndash; reuniram esta segunda-feira para avaliar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abertura do ano letivo e definir o formato da Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional que ter&amp;aacute; lugar no pr&amp;oacute;ximo dia 5 de outubro, Dia Mundial do Professor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta reuni&amp;atilde;o, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais definiram, ainda, as dez bandeiras de luta e as principais reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos professores para a pr&amp;oacute;xima legislatura: a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira, a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o integral do tempo de servi&amp;ccedil;o, o urgente rejuvenescimento da profiss&amp;atilde;o docente, um regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da precariedade na profiss&amp;atilde;o, concursos mais justos, menos alunos por turma, hor&amp;aacute;rios de trabalho legais, uma gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das escolas e contra o processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No que respeita aos hor&amp;aacute;rios de trabalho e &amp;agrave; greve ao sobretrabalho, M&amp;aacute;rio Nogueira explicou que ainda &amp;eacute; dif&amp;iacute;cil perceber se existem irregularidades nos hor&amp;aacute;rios dos professores para o pr&amp;oacute;ximo ano, mas garantiu que, a verificarem-se quaisquer ilegalidades, todas as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es ser&amp;atilde;o denunciadas ao minist&amp;eacute;rio, conforme solicitado pelo Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na &amp;uacute;ltima reuni&amp;atilde;o com a FENPROF. Se esses problemas n&amp;atilde;o forem resolvidos, as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais avan&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o com o pr&amp;eacute;-aviso de greve ao sobretrabalho logo no dia 7 de outubro.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 09 Sep 2019 21:19:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/sindicatos-de-professores-preparam-manifestacao-do-dia-mundial-do-professor</guid></item><item><title>CONSELHO NACIONAL DA FENPROF APROVA CADERNO REIVINDICATIVO PARA 2019/2020</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/cn-aprova-caderno-reivindicativo-para-2019-20</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;7 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Conselho Nacional da Fenprof aprova Caderno Reivindicativo para 2019/2020&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="484" height="398" src="//www.youtube.com/embed/lbha5YEEp14"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Conselho Nacional da Fenprof (&amp;oacute;rg&amp;atilde;o m&amp;aacute;ximo da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre congressos) aprovou o&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/900/30/4/Fenprof%20-%20Caderno%20Reivindicativo%202019_20.pdf" target="_blank"&gt;Caderno Reivindicativo para 2019/2020&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;. Um documento para apresentar ao governo e ao parlamento que resultarem das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas de outubro, mas que a Fenprof pretende fazer chegar previamente aos partidos, para que estes possam integrar nos seus programas eleitorais respostas &amp;agrave;s principais reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos professores, educadores e investigadores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos &amp;uacute;ltimos tr&amp;ecirc;s dias, os &amp;oacute;rg&amp;atilde;os dirigentes da Fenprof estiveram reunidos a preparar as iniciativas previstas para setembro, destinadas a esclarecer os educadores e professores sobre as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos partidos pol&amp;iacute;ticos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Foram tamb&amp;eacute;m tomadas decis&amp;otilde;es sobre a Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional que, em converg&amp;ecirc;ncia com as demais organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais, se realizar&amp;aacute; em 5 de outubro, Dia Mundial do Professor.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 09 Sep 2019 16:13:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/cn-aprova-caderno-reivindicativo-para-2019-20</guid></item><item><title>AS BANDEIRAS DOS PROFESSORES</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/conferencia-de-imprensa-2-de-setembro</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;2 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Na abertura de mais um ano escolar, as bandeiras dos professores&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;iframe width="425" height="350" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/Yc_NVMZFP3w"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abre mais um ano escolar (2019/2020) e neste dia em que cerca de 150.000 professores se apresentam nas suas escolas (escolas p&amp;uacute;blicas e escolas privadas), a Fenprof&amp;nbsp;decide aproveitar esta Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa para saudar todos os professores e professoras, lembrando que este ano tem in&amp;iacute;cio num momento muito importante da vida nacional: a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas dentro de pouco mais de 1 m&amp;ecirc;s, o que significa que iremos viver um per&amp;iacute;odo em que os professores ter&amp;atilde;o de se fazer ouvir, exigindo, aos pol&amp;iacute;ticos e aos partidos que eles representam, esclarecimentos e compromissos para o futuro, que resultem em medidas concretas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os problemas que afetam os professores e as escolas s&amp;atilde;o conhecidos, muitos s&amp;atilde;o velhos problemas e outros s&amp;atilde;o de agora, sendo o mais recente de todos o processo de municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, desde ontem, se abate sobre as escolas e agrupamentos de 73 munic&amp;iacute;pios do continente, sem que professores e, de uma forma geral, comunidades educativas, tivessem sido ouvidos na decis&amp;atilde;o. A C&amp;acirc;mara Municipal de Lisboa encabe&amp;ccedil;a a lista de munic&amp;iacute;pios envolvidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sendo tempo de elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es, lemos ainda mais atentamente a entrevista de Ver&amp;atilde;o de Ant&amp;oacute;nio Costa e percebemos os recados que quis deixar aos professores, um dos grupos profissionais mais maltratados pelo atual governo que, como n&amp;atilde;o esquecemos, pela voz do pr&amp;oacute;prio Primeiro-Ministro, em 3 de maio (h&amp;aacute; 3 meses, apenas), amea&amp;ccedil;ou demitir-se se a Assembleia da Rep&amp;uacute;blica, num ato de justi&amp;ccedil;a para com os professores, aprovasse a recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos 9 anos, 4 meses e 2 dias de tempo de servi&amp;ccedil;o que esteve congelado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa entrevista, Ant&amp;oacute;nio Costa afirmou que, se continuar a governar, negociar&amp;aacute; com os professores, mas com estes de bandeira branca levantada. Ora, como sabemos,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a bandeira branca est&amp;aacute; associada a rendi&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o senhor Primeiro-Ministro j&amp;aacute; devia saber que os professores n&amp;atilde;o se rendem!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis para dialogar e negociar, ali&amp;aacute;s, &amp;eacute; isso que pretendem, mas n&amp;atilde;o i&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o a bandeira branca. Levantar&amp;atilde;o as suas bandeiras, que at&amp;eacute; poder&amp;atilde;o ter fundo branco, mas todas elas ser&amp;atilde;o bandeiras de luta. A saber:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 1&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A bandeira, que tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; crach&amp;aacute;, da&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;recupera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o em falta para se contabilizar, na totalidade, os 9A 4M 2D&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;cumpridos durante os congelamentos.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Ainda faltam 6A 6M 23D&lt;/strong&gt;. Esta &amp;eacute; uma medida essencial para a recomposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira, mas n&amp;atilde;o s&amp;oacute;. &amp;Eacute; necess&amp;aacute;rio limpar todos os problemas que afetam a carreira docente provocando ultrapassagens ou impedindo milhares de professores de atingirem os escal&amp;otilde;es de topo da carreira;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 2&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A bandeira da&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, exigindo a aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o para os docentes. Esta &amp;eacute; uma medida urgente que contribuir&amp;aacute; para o rejuvenescimento de uma profiss&amp;atilde;o que, frequentemente, se reconhece estar envelhecida. A OCDE identificou o problema, referindo que carece de resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o r&amp;aacute;pida, e, mais recentemente, as estat&amp;iacute;sticas do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o confirmaram-no. Se d&amp;uacute;vidas houvesse, temos o exemplo deste agrupamento de escolas (um semelhante a quase todos): a idade m&amp;eacute;dia dos docentes &amp;eacute; de 54,4 anos; o n&amp;uacute;mero de docentes com 65 anos &amp;eacute; superior a todos os t&amp;ecirc;m at&amp;eacute; 40 anos, que s&amp;atilde;o, apenas, 3 e todos com 39 anos; a partir de dezembro passaremos a ter um professor com 66 anos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 3&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A terceira bandeira &amp;eacute; a da exig&amp;ecirc;ncia de elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todos os abusos e ilegalidades que afetam os&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;hor&amp;aacute;rios de trabalho&lt;/strong&gt;, impondo, em m&amp;eacute;dia, mais de 48 horas semanais de atividade docente. O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e as escolas t&amp;ecirc;m de cumprir a lei, garantindo que o hor&amp;aacute;rio de trabalho dos docentes &amp;eacute; de 35 horas semanais;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 4&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A bandeira do&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;combate &amp;agrave; precariedade&lt;/strong&gt;. As coloca&amp;ccedil;&amp;otilde;es que tiveram lugar em 16 de agosto provaram que o n&amp;uacute;mero de docentes que vincularam nos &amp;uacute;ltimos 4 anos (cerca de 7&amp;nbsp;000) ficou muito abaixo do que teria sido poss&amp;iacute;vel. Mais de 15&amp;nbsp;000 professores (13 000 dos quadros de zona pedag&amp;oacute;gica e 2&amp;nbsp;100 por renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o e contrato) foram colocados na escola em que j&amp;aacute; se encontravam; a pergunta &amp;eacute;: se h&amp;aacute; necessidades permanentes por que n&amp;atilde;o abrem as escolas vagas nos seus quadros e se mant&amp;ecirc;mquadros subdimensionados? Acresce que os &amp;uacute;ltimos 542 docentes que vincularam, integrando, desde ontem, quadros de zona pedag&amp;oacute;gica, t&amp;ecirc;m, em m&amp;eacute;dia, 44 anos de idade e 15 anos de servi&amp;ccedil;o, o que confirma que o Estado Portugu&amp;ecirc;s continua a abusar da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o a termo, violando, inclusivamente, diretivas de uma Uni&amp;atilde;o Europeia que s&amp;oacute; interv&amp;eacute;m quando se trata de desviar dinheiro para os bancos;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 5&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Concursos justos&lt;/strong&gt;. Esta &amp;eacute; outra bandeira de luta dos professores, que querem p&amp;ocirc;r fim a uma injusti&amp;ccedil;a grave que &amp;eacute; a ultrapassagem, todos os anos, de professores por outros com menos gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Sobre isto, a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof &amp;eacute; clara: concursos nacionais e que, em todas as suas fases e modalidades, respeitem a gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional dos docentes, colocando-os pela ordem decrescente da mesma, de acordo com as prefer&amp;ecirc;ncias que manifestaram;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Estas 5 bandeiras de luta constam de um&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/800/90/2/abaixo_assinado_set_2019.pdf" target="_blank"&gt;Abaixo-Assinado/Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que, a partir de hoje, &amp;eacute; posto a circular nas escolas. O Abaixo-Assinado e a Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o entregues, respetivamente, ao governo e ao parlamento que sa&amp;iacute;rem das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es de 6 de outubro, deixando, desde logo, claras as posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos docentes sobre a sua profiss&amp;atilde;o e a necessidade de serem tomadas medidas que valorizem e melhorem as suas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os professores, no entanto, tamb&amp;eacute;m lutam pela valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica e por uma Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade, raz&amp;atilde;o por que levantar&amp;atilde;o outras bandeiras de luta, tais como:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 6&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;A bandeira da&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;das escolas, condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria a uma melhor Escola P&amp;uacute;blica. Se a escola n&amp;atilde;o se organizar democraticamente como formar&amp;aacute; cidad&amp;atilde;os para o pleno exerc&amp;iacute;cio de uma cidadania democr&amp;aacute;tica?&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 7&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;O&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;combate &amp;agrave; municipaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;, que &amp;eacute; um processo que ter&amp;aacute; dif&amp;iacute;cil retorno e por&amp;aacute; em causa direitos como o da igualdade de oportunidades, levar&amp;aacute; a que se acentuem assimetrias, reduzir&amp;aacute; a autonomia das escolas abrindo portas a inger&amp;ecirc;ncias na sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o interna e potenciar&amp;aacute; vias de privatiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Escola P&amp;uacute;blica. Foram 73 os munic&amp;iacute;pios que entraram j&amp;aacute; em 2019, na sua esmagadora maioria (50) do partido do governo, o que indicia frete pol&amp;iacute;tico. O protesto dos docentes que trabalham nesses concelhos prev&amp;ecirc;-se que venha a ser redobrado;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 8&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;A de uma&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o verdadeiramente inclusiva&lt;/strong&gt;, que deve traduzir-se no respeito por todas as diferen&amp;ccedil;as, o que exige que as escolas sejam dotadas dos recursos adequados (humanos, materiais, cr&amp;eacute;dito de horas&amp;hellip;), para garantir, a todas as crian&amp;ccedil;as e a todos os jovens, oportunidades semelhantes no acesso e sucesso escolar e educativo. O regime de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o inclusiva que vigora desde o ano passado n&amp;atilde;o d&amp;aacute; essa garantia.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Outras bandeiras ser&amp;atilde;o i&amp;ccedil;adas pelos professores ao longo do ano e da legislatura que se iniciar&amp;aacute; ap&amp;oacute;s as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es, sendo estes, apenas, alguns exemplos. Todas constar&amp;atilde;o do&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Caderno Reivindicativo dos Professores e Educadores&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que ser&amp;aacute; aprovado ainda esta semana, pelo Conselho Nacional da Fenprof na sua primeira reuni&amp;atilde;o do ano, em 6 de outubro. Est&amp;aacute; em fase de discuss&amp;atilde;o pelos Sindicatos de Professores e ser&amp;aacute;, desde j&amp;aacute;, aprovado para que chegue ao conhecimento dos partidos pol&amp;iacute;ticos ainda antes das elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Ser&amp;aacute; entregue ao novo Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o logo que este tome posse.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bandeira 9&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Levantamos uma &amp;uacute;ltima bandeira, a da&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Fenprof&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que, por via dos seus sindicatos regionais, &amp;eacute;, com orgulho, a mais representativa organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical de docentes em Portugal, representando, em negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o e na luta, a esmagadora maioria dos professores e educadores. Como estes sabem,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a Fenprof nunca se rende nem baixa os bra&amp;ccedil;os sempre que est&amp;atilde;o em causa os leg&amp;iacute;timos direitos dos professores e educadores ou a qualidade da Escola P&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de agosto de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No dia em que os Professores regressam &amp;agrave;s escolas, Fenprof ir&amp;aacute; desfraldar as bandeiras de luta para o ano escolar que se inicia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;img width="600" height="450" alt="" src="/Media/Default/_Profiles/f0064a39/2ec3a830/IMG_5520_600.jpg?v=637030361377350107" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;CONFER&amp;Ecirc;NCIA DE IMPRENSA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Coimbra, Escola EB 2.3 Rainha Santa Isabel (Pedrulha)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;2 de setembro, 11 horas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na pr&amp;oacute;xima segunda-feira, 2 de setembro, os professores regressam &amp;agrave;s escolas. Ser&amp;aacute; o in&amp;iacute;cio de mais um ano escolar, marcado pela realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, dentro de um m&amp;ecirc;s (6 de outubro), de elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es legislativas, e tamb&amp;eacute;m, no Dia Mundial do Professor (5 de outubro), por uma Manifesta&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Educadores e Professores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O corpo docente que se apresentar&amp;aacute; nas escolas ser&amp;aacute; praticamente o mesmo que se apresentou h&amp;aacute; um ano atr&amp;aacute;s, s&amp;oacute; que mais velho 1 ano. Ser&amp;aacute;, portanto, como a OCDE j&amp;aacute; havia assinalado e, mais recentemente, as estat&amp;iacute;sticas da DGEEC/ME vieram confirmar, um dos mais velhos da Europa. E se este &amp;eacute; um problema que afeta muito os professores e a vida das escolas, outros h&amp;aacute; que exigem do governo, em particular do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a indispens&amp;aacute;vel capacidade de di&amp;aacute;logo e de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o que, o que cessa agora fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, foi perdendo &amp;agrave; medida que a legislatura avan&amp;ccedil;ava, para a terminar em completa situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de rutura negocial.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Afirmou Ant&amp;oacute;nio Costa em entrevista, h&amp;aacute; dias, que pretende sentar-se com os professores para negociar, designadamente em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s carreiras, mas &amp;ldquo;com bandeira branca levantada&amp;rdquo;. Isto &amp;eacute;, o atual Primeiro-Ministro considera que a negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, caso se mantenha no governo, imp&amp;otilde;e como condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;via a rendi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores, devendo estes empunhar bandeira branca. Isso n&amp;atilde;o acontecer&amp;aacute;.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Os professores n&amp;atilde;o se rendem! Estar&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis para dialogar e negociar, mas, igualmente, determinados para continuarem a assumir as suas bandeiras de luta.&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;S&amp;atilde;o essas bandeiras que a Fenprof colocar&amp;aacute; em cima da mesa na Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa que promover&amp;aacute; no dia 2 de setembro&lt;/strong&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;(segunda-feira), pelas 11 horas, na Escola EB 2.3 Rainha Santa Isabel, em Coimbra, com a presen&amp;ccedil;a do Secret&amp;aacute;rio-geral, M&amp;aacute;rio Nogueira. Nesta Confer&amp;ecirc;ncia de Imprensa ser&amp;atilde;o ainda divulgadas as iniciativas j&amp;aacute; previstas em torno dessas bandeiras de luta.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Fri, 30 Aug 2019 12:57:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/conferencia-de-imprensa-2-de-setembro</guid></item><item><title>«Educação em números/2019» confirma preocupações da Fenprof</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/educacao-em-numeros-confirma-preocupacoes-da-fenprof</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;01 de agosto de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Dados divulgados sobre Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o confirmam preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es da Fenprof e refor&amp;ccedil;am exig&amp;ecirc;ncias que ser&amp;atilde;o colocadas ao futuro governo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Os dados divulgados pela DGEEC, no documento&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/800/40/2/Educação%20em%20Números%20-%20Portugal%202019.pdf" target="_blank"&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em n&amp;uacute;meros &amp;ndash; Portugal 2019&lt;/a&gt;, que confirmam o envelhecimento dos professores no ativo, bem como a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos no sistema n&amp;atilde;o trazem qualquer novidade, apenas denunciam que, na atual Legislatura, pouco ou nada foi feito para o rejuvenescimento do corpo docente das escolas nem para a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais favor&amp;aacute;veis &amp;agrave;s boas aprendizagens dos alunos, num quadro de efetiva inclus&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Envelhecimento dos professores&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os n&amp;uacute;meros de 2017/18, agora divulgados, tinham sido, recentemente, referidos pela OCDE que, no relat&amp;oacute;rio TALIS, constatou que a idade m&amp;eacute;dia dos docentes em Portugal estava 5 anos acima da idade m&amp;eacute;dia do conjunto de pa&amp;iacute;ses que integram aquela organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Um ano passado sobre os n&amp;uacute;meros agora tornados p&amp;uacute;blicos pela DGEEC, constata-se que, no final de 2018/19, a idade m&amp;eacute;dia &amp;eacute; de 50 anos, com metade dos professores naquela ou acima daquela idade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Apesar de esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser conhecida do governo, este nada fez para a alterar e garantir o rejuvenescimento da profiss&amp;atilde;o docente. A Fenprof, de h&amp;aacute; muito a esta parte, tem vindo a exigir medidas concretas, mas o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o governo recusaram-nas sempre. De entre outras, recordam-se as seguintes propostas apresentadas pela Fenprof:&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um&amp;nbsp;&lt;strong&gt;regime espec&amp;iacute;fico de aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;que tenha em conta o elevado desgaste e &amp;iacute;ndice de exaust&amp;atilde;o emocional dos docentes pelo exerc&amp;iacute;cio continuado da profiss&amp;atilde;o em condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es extremamente negativas (instabilidade de emprego e profissional, n&amp;uacute;mero de alunos por turma, falta de apoios adequados aos alunos, n&amp;uacute;mero de alunos, turmas e n&amp;iacute;veis por docente e todo o&amp;nbsp;&lt;em&gt;sobretrabalho&lt;/em&gt;&amp;nbsp;imposto pelo ME para evitar colocar nas escolas o n&amp;uacute;mero de docentes que seria necess&amp;aacute;rio);&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Possibilidade de&amp;nbsp;&lt;strong&gt;utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do tempo de servi&amp;ccedil;o que esteve congelado para efeitos de despenaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da aposenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;de docentes que ainda n&amp;atilde;o atingiram os 66 anos e 5 meses;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;&lt;strong&gt;regime de pr&amp;eacute;-reforma&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;que, embora j&amp;aacute; fixado em lei, o governo impede os docentes de beneficiarem do mesmo.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof tem manifestado grande preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o com esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e alertado para o facto de haver escolas em que os mais &amp;ldquo;jovens&amp;rdquo; s&amp;atilde;o professores que j&amp;aacute; passaram os 50 anos e alunos cujos professores t&amp;ecirc;m todos 60 ou mais anos.&amp;nbsp;&lt;strong&gt;O rejuvenescimento do corpo docente das escolas portuguesas &amp;eacute;, pois, inadi&amp;aacute;vel&lt;/strong&gt;: pelos professores, pelas escolas, pelos alunos e, at&amp;eacute;, por raz&amp;otilde;es financeiras. &amp;Eacute; estranho que um governo, que tanto refere uma alegada insustentabilidade da carreira docente, mantenha ao servi&amp;ccedil;o milhares de docentes dos escal&amp;otilde;es de topo, muitos deles em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de doen&amp;ccedil;a, quando poderia substitu&amp;iacute;-los por outros mais novos que est&amp;atilde;o, ainda, nos escal&amp;otilde;es iniciais da carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Face &amp;agrave; situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o criada, a Fenprof j&amp;aacute; tinha decidido abrir o ano escolar (no pr&amp;oacute;ximo dia 2 de setembro) com uma iniciativa de den&amp;uacute;ncia deste grave problema, acompanhando a apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do corpo docente de um agrupamento de escolas, indicando, oportunamente, qual ser&amp;aacute;. Seria muito negativo que o futuro governo do pa&amp;iacute;s mantivesse, tamb&amp;eacute;m sobre esta mat&amp;eacute;ria, a posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o irrespons&amp;aacute;vel do atual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos no sistema&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outra constata&amp;ccedil;&amp;atilde;o que tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o &amp;eacute; novidade &amp;eacute; a quebra do n&amp;uacute;mero de alunos das escolas. Para al&amp;eacute;m das quest&amp;otilde;es demogr&amp;aacute;ficas, que, ali&amp;aacute;s, levaram ao encerramento de milhares de escolas nos &amp;uacute;ltimos anos, os n&amp;iacute;veis de precariedade e desemprego dos jovens, bem como a emigra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de muitos milhares teria, necessariamente, reflexo no n&amp;uacute;mero de crian&amp;ccedil;as e jovens estudantes, agravando um problema que surgiu no dobrar do mil&amp;eacute;nio e que s&amp;oacute; conheceu alguma revers&amp;atilde;o nos anos de implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da escolaridade obrigat&amp;oacute;ria de 12 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este quadro de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos n&amp;atilde;o &amp;eacute;, necessariamente, uma amea&amp;ccedil;a ao emprego de docentes; amea&amp;ccedil;a poder&amp;aacute; ser a pol&amp;iacute;tica de futuros governos em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos recursos humanos dispon&amp;iacute;veis na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica Portuguesa e, ent&amp;atilde;o sim, os professores poder&amp;atilde;o continuar a ser v&amp;iacute;timas da mesma. Recordamos que, em plena quebra do n&amp;uacute;mero de alunos, o governo anterior decidiu aumentar o n&amp;uacute;mero de alunos por turma; j&amp;aacute; o atual, limitou-se a repor o n&amp;uacute;mero anterior e de uma forma t&amp;atilde;o mitigada que praticamente n&amp;atilde;o teve impacto nas escolas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para o futuro,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;exige-se que a quebra do n&amp;uacute;mero de alunos no sistema educativo seja a oportunidade para uma significativa redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos por turma&lt;/strong&gt;, medida que, sempre que as turmas integrem alunos com necessidades educativas especiais, dever&amp;aacute; ser ainda mais ousada, criando condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es promotoras de sucesso a todos os alunos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Do atual governo j&amp;aacute; n&amp;atilde;o se espera qualquer medida das que antes se referem, pois n&amp;atilde;o seria em dois meses que faria o que n&amp;atilde;o fez em quatro anos. Mas, para o futuro governo, o rejuvenescimento do corpo docente das escolas e uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o significativa do n&amp;uacute;mero de alunos por turma s&amp;atilde;o, entre outras, medidas que dever&amp;atilde;o ser priorit&amp;aacute;rias na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Thu, 01 Aug 2019 21:56:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/educacao-em-numeros-confirma-preocupacoes-da-fenprof</guid></item><item><title>A LUTA DOS PROFESSORES NA VOLTA A PORTUGAL</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-na-volta-a-portugal</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de agosto de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Senhora da Gra&amp;ccedil;a lembra luta dos professores&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/a%20placa.jpg?v=637010650014529152"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_175134.jpg?v=637010650016079419"&gt; &lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_181317.jpg?v=637010650017759594"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_175337.jpg?v=637010650019549826"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_181458.jpg?v=637010650020749957"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_181501.jpg?v=637010650022450653"&gt; &lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_180150.jpg?v=637010650024280865"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_181459.jpg?v=637010692114359919"&gt; &lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190810_181515.jpg?v=637010692115750190"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190801_232646.jpg?v=637010692116930212"&gt; &lt;img width="40%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/IMG_20190802_011245.jpg?v=637010692118240443"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;31 de julho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof na 81.&amp;ordf; Volta a Portugal em Bicicleta&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof esteve no Pr&amp;oacute;logo da 81.&amp;ordf; Volta a Portugal em Bicicleta, em Viseu, para lembrar que, apesar do per&amp;iacute;odo de f&amp;eacute;rias, os professores n&amp;atilde;o esquecem as suas exig&amp;ecirc;ncias e aquilo que lhes &amp;eacute; devido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;RTP1&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="435" height="358" src="//www.youtube.com/embed/tqGkAd0d5xE"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/67305161_2406146912784845_1679807322018283520_n.jpg?v=637002070335295119"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/67466576_2406136449452558_6666304076826804224_n.jpg?v=637002070337565910"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/d16b04c5/67407983_2406136436119226_1879415166890672128_n.jpg?v=637002070340356234"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Wed, 31 Jul 2019 20:54:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-na-volta-a-portugal</guid></item><item><title>Fenprof questiona partidos </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/legislativas-2019-fenprof-questiona-partidos</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de julho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof dirigiu&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/800/10/4/FP_343_PARTIDOS_Perguntas_sobre_Educacao_18_07_19.pdf" target="_blank"&gt;primeiro conjunto de perguntas&lt;/a&gt; aos partidos pol&amp;iacute;ticos e prepara outras iniciativas para que docentes votem devidamente esclarecidos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A legislatura que est&amp;aacute; prestes a terminar, tal como outras que a antecederam, constituiu mais uma oportunidade perdida para resolver os principais problemas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, da Ci&amp;ecirc;ncia e dos seus profissionais. Tem sido a frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes e investigadores em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s pol&amp;iacute;ticas desenvolvidas pelos &amp;uacute;ltimos governos, que tem contribu&amp;iacute;do para que muitos, tal como tantos outros portugueses, tenham deixado de participar nos atos eleitorais. Ora, para a Fenprof, a absten&amp;ccedil;&amp;atilde;o n&amp;atilde;o &amp;eacute; a op&amp;ccedil;&amp;atilde;o adequada para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos problemas. Pelo contr&amp;aacute;rio, a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o voto responsabilizam aqueles que, sendo eleitos deputados e, em alguns casos, formando governo, dever&amp;atilde;o honrar os seus compromissos. Quanto maior for a absten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, obviamente que menos responsabilizados se sentir&amp;atilde;o aqueles que ir&amp;atilde;o assumir fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es governativas ou legislativas.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por&amp;eacute;m, para ser verdadeiramente &amp;uacute;til, o voto dever&amp;aacute; partir do indispens&amp;aacute;vel esclarecimento pr&amp;eacute;vio e ser&amp;aacute; nesse sentido que a Fenprof intervir&amp;aacute; no processo eleitoral que se aproxima. A Fenprof pretende divulgar um documento (suporte de papel e formato eletr&amp;oacute;nico) com as respostas dos partidos a quest&amp;otilde;es que lhes s&amp;atilde;o colocadas e, ainda, promover dois debates, com transmiss&amp;atilde;o direta na sua p&amp;aacute;gina&amp;nbsp;&lt;em&gt;web&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e divulgado, posteriormente, nas redes sociais. O primeiro ser&amp;aacute; sobre as quest&amp;otilde;es que dependem do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) e o segundo sobre as que s&amp;atilde;o tuteladas pelo Minist&amp;eacute;rio da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES).&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pode consultar aqui o&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/800/10/4/FP_343_PARTIDOS_Perguntas_sobre_Educacao_18_07_19.pdf" target="_blank"&gt;primeiro of&amp;iacute;cio com perguntas&lt;/a&gt; que foi dirigido aos partidos pol&amp;iacute;ticos com representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar, e que respeitam &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es relacionadas com a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar e os Ensinos B&amp;aacute;sico e Secund&amp;aacute;rio. Nos pr&amp;oacute;ximos dias seguir&amp;atilde;o as relacionadas com o Ensino Superior e a Ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 22 Jul 2019 18:02:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/legislativas-2019-fenprof-questiona-partidos</guid></item><item><title>Esclarecimento da Fenprof sobre a causa da morte de docentes</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-quer-saber-causa-s-das-mortes</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;30 de julho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;Esclarecimento da Fenprof sobre a causa da morte de docentes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Havendo uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre sobretrabalho e adoecimento, qual a causa da morte de docentes em trabalho, por colapso?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A FENPROF &amp;eacute; a maior e mais representativa organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical de docentes em Portugal. Por esse motivo, tem responsabilidades acrescidas &amp;ndash; que assume! &amp;ndash; na defesa dos direitos, das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho e do bem-estar destes profissionais que t&amp;ecirc;m sido v&amp;iacute;timas de pol&amp;iacute;ticas que tomam a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o como &amp;aacute;rea de poupan&amp;ccedil;a, aplicando medidas que se repercutem muito negativamente, desde logo nas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos problemas com que os professores hoje se confrontam &amp;eacute; o &amp;ldquo;&lt;em&gt;sobretrabalho&lt;/em&gt;&amp;rdquo; que resulta da redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de trabalhadores nas escolas (docentes e n&amp;atilde;o docentes), muito para al&amp;eacute;m do que seria, alegadamente, explic&amp;aacute;vel pela t&amp;atilde;o badalada diminui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de alunos. Atividade letiva acrescida que &amp;eacute; imposta na componente n&amp;atilde;o letiva, trabalho burocr&amp;aacute;tico, reuni&amp;otilde;es e forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cont&amp;iacute;nua obrigat&amp;oacute;rias fora do hor&amp;aacute;rio de trabalho estabelecido, s&amp;atilde;o alguns dos motivos que imp&amp;otilde;em aos docentes, na realidade, hor&amp;aacute;rios semanais m&amp;eacute;dios pr&amp;oacute;ximos das 50 horas, muito acima das 35 horas que a lei prev&amp;ecirc;. Tudo isto num quadro de sobrecarga e de dispers&amp;atilde;o de tarefas e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es que, ami&amp;uacute;de, extravasam os conte&amp;uacute;dos funcionais da profiss&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como t&amp;ecirc;m afirmado os respons&amp;aacute;veis do estudo elaborado pela Universidade Nova de Lisboa em parceria com a FENPROF, existe uma &amp;ldquo;rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;em&gt;sobretrabalho&lt;/em&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e adoecimento&amp;rdquo;. Tem sido documentado que, em casos limites, poder&amp;aacute; mesmo provocar a morte de trabalhadores. No Jap&amp;atilde;o, a morte em trabalho por colapso (&amp;ldquo;karoshi&amp;rdquo; &amp;ndash; morte por excesso de trabalho) j&amp;aacute; &amp;eacute; reconhecida e constitui uma preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Em Fran&amp;ccedil;a decorre o julgamento que associa os suic&amp;iacute;dios na France Telecom com a gest&amp;atilde;o e organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho nesta empresa, processo no qual est&amp;atilde;o envolvidos membros e colaboradores da equipa internacional que tem colaborado com os investigadores da Universidade Nova de Lisboa. De entre aqueles especialistas, destacam-se o Professor e Psiquiatra Christophe D&amp;eacute;jours ou o professor Duarte Rolo, da Universidade Paris Descartes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi com natural preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a FENPROF tomou conhecimento da morte em trabalho, por colapso, de quatro docentes portugueses/as num curto per&amp;iacute;odo de tempo do ano letivo.&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;Conhecendo o quadro de desgaste e exaust&amp;atilde;o que se verifica, a FENPROF entendeu solicitar ao Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico que averiguasse as causas destas mortes. A FENPROF, como referiu na informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o enviada &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social, n&amp;atilde;o fez qualquer acusa&amp;ccedil;&amp;atilde;o nem den&amp;uacute;ncia. Apenas constatou as ocorr&amp;ecirc;ncias, solicitando a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o das entidades competentes&lt;/strong&gt;, como regista o texto divulgado em 18 de julho, p.p.:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;A FENPROF n&amp;atilde;o conhece as causas da morte destes docentes, nem se est&amp;aacute; relacionada com a tremenda sobrecarga hor&amp;aacute;ria e de trabalho a que os docentes est&amp;atilde;o obrigados, mas estranha que estes casos tivessem surgido precisamente no momento do ano em que, comprovadamente, as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cansa&amp;ccedil;o, desgaste,&amp;nbsp;stress&amp;nbsp;e&amp;nbsp;burnout&amp;nbsp;mais se acentuam. Como tal, quer saber as causas destas mortes e apurar da eventual exist&amp;ecirc;ncia de responsabilidades pelas mesmas.&amp;rdquo;&amp;hellip;/&amp;hellip; &amp;ldquo;Poder&amp;aacute; ter sido coincid&amp;ecirc;ncia, ou n&amp;atilde;o, pelo que a FENPROF entendeu que dever&amp;atilde;o ser apuradas as causas para que se possam inferir raz&amp;otilde;es que provocaram a morte s&amp;uacute;bita destes quatro docentes. Foi nesse sentido que a FENPROF se dirigiu &amp;agrave; Procuradoria-Geral da Rep&amp;uacute;blica&amp;rdquo;.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que posteriormente alguma comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social decidiu fazer &amp;eacute; completamente alheio &amp;agrave; FENPROF, designadamente a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de nomes e fotos dos docentes que faleceram e contactos com as suas fam&amp;iacute;lias. Ademais, &amp;eacute; de lamentar que, para alguns desses &amp;oacute;rg&amp;atilde;os, a not&amp;iacute;cia para ser considerada como tal, tenha de ser sensacionalista, especulativa ou violar &amp;aacute;reas que devem ser reserva dos cidad&amp;atilde;os. Como &amp;eacute; lament&amp;aacute;vel que esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o tenha servido a alguns para parodiar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Instada por alguns jornalistas, a FENPROF recusou fornecer dados de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos/das docentes, pelo que os contactos que tenham sido feitos por &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social n&amp;atilde;o decorrem de qualquer identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o fornecida por esta federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Lamentando as mortes e o luto das fam&amp;iacute;lias,&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;a FENPROF regista uma coincid&amp;ecirc;ncia que importa investigar entre o desgaste e a exaust&amp;atilde;o emocional a que a generalidade dos professores tem vindo a ser submetida, nomeadamente em resultado de sobrecargas e exig&amp;ecirc;ncias que lhes s&amp;atilde;o impostas, e o falecimento de docentes em contexto de trabalho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;A FENPROF recebeu relatos e testemunhos de colegas dos docentes, de familiares e de outras pessoas que, conhecendo as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, se lhe dirigiram, tendo considerado esta como uma quest&amp;atilde;o que tem incid&amp;ecirc;ncia socioprofissional que n&amp;atilde;o poderia passar em claro, tratando-a com a reserva devida em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes e das fam&amp;iacute;lias. Perante uma hip&amp;oacute;tese razo&amp;aacute;vel de rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre os factos, a FENPROF pediu &amp;ndash; entendendo ser essa a sua obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; a interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico para a investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es. A confirmar-se a hip&amp;oacute;tese, haver&amp;aacute; responsabilidades a apurar e, naturalmente, medidas a tomar para futuro.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sequ&amp;ecirc;ncia das situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em apre&amp;ccedil;o, a pr&amp;oacute;pria coordenadora do estudo elaborado sobre o desgaste dos docentes em Portugal, Raquel Varela, contactou a FENPROF escrevendo: &amp;ldquo;&lt;em&gt;Cremos que nos casos citados &amp;eacute; muito importante envolver especialistas em psicodin&amp;acirc;mica do trabalho &amp;ndash; estamos naturalmente dispostos a colaborar com quem na nossa equipa pode ajudar, desde logo o Professor Duarte Rolo, que trabalha com o Prof D&amp;eacute;jours, entre outros m&amp;eacute;dicos psiquiatras que est&amp;atilde;o envolvidos no estudo, como o Prof Coimbra de Matos e v&amp;aacute;rios colegas da &amp;aacute;rea da sa&amp;uacute;de no trabalho. Reitero tamb&amp;eacute;m que depois do estudo quantitativo que fizemos para a FENPROF a partir da Universidade Nova de Lisboa realiz&amp;aacute;mos agora &amp;ndash; tendo terminado este m&amp;ecirc;s &amp;ndash;&amp;nbsp;o estudo dos grupos focais, qualitativos, no Norte de Portugal, que confirmam as hip&amp;oacute;teses que coloc&amp;aacute;mos sobre ambiente de trabalho hostil, competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aus&amp;ecirc;ncia de reconhecimento e sofrimento &amp;eacute;tico como causas diretas do adoecimento&lt;/em&gt;&amp;rdquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este &amp;eacute; o esclarecimento que a FENPROF entende dar na sequ&amp;ecirc;ncia da pol&amp;eacute;mica que, entretanto, foi instalada, deixando claro que o assunto &amp;eacute; demasiado s&amp;eacute;rio e importante para que sejam alimentadas discuss&amp;otilde;es que desviam a quest&amp;atilde;o do que lhe &amp;eacute; essencial. A FENPROF aguarda, agora, os resultados da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o solicitada &amp;agrave; Senhora Procuradora-Geral da Rep&amp;uacute;blica, convicta de que os mesmos contribuir&amp;atilde;o para o esclarecimento cabal das preocupa&amp;ccedil;&amp;otilde;es que levaram ao pedido de interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o e ao pronunciamento p&amp;uacute;blico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Secretariado Nacional&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;NOTA:&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;Com o assunto &amp;ldquo;Pedido de averigua&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre causa(s) de mortes de docentes em pleno desenvolvimento da sua atividade&amp;rdquo; e data de 30.07.2019, a FENPROF recebeu informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico &amp;ndash; PGR que d&amp;aacute; conta de o pedido em apre&amp;ccedil;o ter sido encaminhado &amp;ldquo;aos Senhores Magistrados do Minist&amp;eacute;rio P&amp;uacute;blico Coordenadores das Comarcas territorialmente competentes para a averigua&amp;ccedil;&amp;atilde;o das causas dos &amp;oacute;bitos comunicados&amp;rdquo;. Confirma-se, assim, que o pedido feito pela FENPROF foi atendido e ser&amp;atilde;o promovidas as indispens&amp;aacute;veis dilig&amp;ecirc;ncias, com vista ao apuramento dos &amp;oacute;bitos, por colapso, de docentes durante o exerc&amp;iacute;cio da sua atividade profissional.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;FOTO:&lt;/strong&gt; &amp;laquo;Simnot&amp;iacute;cias&amp;raquo; (br)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de julho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof quer saber a causa da morte de quatro docentes&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Fenprof enviou &amp;agrave; Procuradora-Geral da Rep&amp;uacute;blica pedido de apuramento de causas da morte de 4 docentes, entre mar&amp;ccedil;o e junho, no pleno exerc&amp;iacute;cio da atividade profissional.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eram docentes em Manteigas, Odivelas, Oliveira de Azem&amp;eacute;is e Fund&amp;atilde;o que, entre mar&amp;ccedil;o e junho, faleceram a exercer a profiss&amp;atilde;o. Num caso, em plena sala de aula, nos outros tr&amp;ecirc;s no exerc&amp;iacute;cio de atividade n&amp;atilde;o letiva, relacionada com a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos alunos ou com a atividade da escola.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof n&amp;atilde;o conhece as causas da morte destes docentes, nem se est&amp;aacute; relacionada com a tremenda sobrecarga hor&amp;aacute;ria e de trabalho a que os docentes est&amp;atilde;o obrigados, mas estranha que estes casos tivessem surgido precisamente no momento do ano em que, comprovadamente, as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de cansa&amp;ccedil;o, desgaste,&amp;nbsp;&lt;em&gt;stress&lt;/em&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;em&gt;burnout&lt;/em&gt;&amp;nbsp;mais se acentuam. Como tal, quer saber as causas destas mortes e apurar da eventual exist&amp;ecirc;ncia de responsabilidades pelas mesmas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, em exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dirigida &amp;agrave; Procuradora-Geral da Rep&amp;uacute;blica, Luc&amp;iacute;lia Gago, e com conhecimento &amp;agrave; Coordenadora da equipa de investigadores/as da FCSH da UNL respons&amp;aacute;vel pelo estudo sobre&amp;nbsp;&lt;em&gt;burnout&lt;/em&gt;&amp;nbsp;na profiss&amp;atilde;o docente (Raquel Varela), ao Presidente da FNAM (Jo&amp;atilde;o Proen&amp;ccedil;a), ao Baston&amp;aacute;rio da Ordem dos M&amp;eacute;dicos (Miguel Guimar&amp;atilde;es) e ao Secret&amp;aacute;rio de Estado da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (Jo&amp;atilde;o Costa), a Fenprof exp&amp;ocirc;s as raz&amp;otilde;es por que decidiu solicitar a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;averigua&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a(s) causa(s) da mortes destes docentes em pleno desenvolvimento da sua atividade profissional.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No of&amp;iacute;cio que enviou, a Fenprof chama a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o para o facto de uma equipa de investigadores da Faculdade de Ci&amp;ecirc;ncias Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa ter revelado que mais de metade dos professores em exerc&amp;iacute;cio sente um&amp;nbsp;&lt;em&gt;stress&lt;/em&gt;&amp;nbsp;laboral elevado e apresenta &amp;iacute;ndices igualmente elevados de cansa&amp;ccedil;o. Destacou, ainda, que, segundo os investigadores s&amp;atilde;o, tamb&amp;eacute;m, elevados os n&amp;iacute;veis de exaust&amp;atilde;o emocional dos docentes e que estes dependem, em grande parte, de fatores como a sobrecarga hor&amp;aacute;ria e de trabalho que lhes &amp;eacute; imposta, o envelhecimento ou a preocupa&amp;ccedil;&amp;atilde;o burocr&amp;aacute;tica, entre outros, problemas para os quais a Fenprof tem vindo a alertar mas que, da parte do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m merecido a devida aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, chegando, mesmo, a ser desvalorizados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof lembrou que s&amp;atilde;o muitos os professores que, ao longo do ano letivo, se veem obrigados a entrar em situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de baixa, devidamente comprovada por atestado m&amp;eacute;dico, por atingirem n&amp;iacute;veis de desgaste f&amp;iacute;sico, ps&amp;iacute;quico e psicol&amp;oacute;gico que os impedem de, pelo menos, temporariamente exercer a sua atividade profissional.&amp;nbsp; Recorda-se que recentemente, no dia 15 de julho, a Fenprof reuniu com a tutela para analisar esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sobrecarga a que os docentes est&amp;atilde;o sujeitos, por for&amp;ccedil;a de abusos e ilegalidades constantes dos seus hor&amp;aacute;rios de trabalho, mas esta, mais uma vez, desvalorizou a quest&amp;atilde;o e recusou desenvolver qualquer iniciativa que pudesse, no m&amp;iacute;nimo, atenuasse a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se vive.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nem sempre &amp;eacute; vis&amp;iacute;vel essa sobrecarga, isto se considerarmos, apenas, o que consta do hor&amp;aacute;rio de trabalho que &amp;eacute; atribu&amp;iacute;do aos docentes, s&amp;oacute; que, ao longo do ano escolar, s&amp;atilde;o in&amp;uacute;meras, as reuni&amp;otilde;es, as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as reuni&amp;otilde;es gerais que, muitas vezes, escondem outras atividades que deveriam ser convocadas de forma diferente, as reuni&amp;otilde;es para implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de projetos ou de novos quadros legais, o preenchimento de plataformas eletr&amp;oacute;nicas, a elabora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de relat&amp;oacute;rios ou outros documentos que, no conjunto, constituem uma elevada carga burocr&amp;aacute;tica que o professor leva consigo para casa, onde se v&amp;ecirc; obrigado a ocupar in&amp;uacute;meras horas que deveriam destinadas a descanso ou atividades distintas da profissional. Tudo isto, em boa parte, sob uma aparente capa de&amp;nbsp; legalidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os educadores e professores, dada a especificidade da sua atividade, t&amp;ecirc;m hor&amp;aacute;rios de trabalho que incluem diversas componentes, sendo que uma delas (componente individual de trabalho) n&amp;atilde;o tem registo no hor&amp;aacute;rio de trabalho, constituindo uma esp&amp;eacute;cie de &amp;lsquo;po&amp;ccedil;o sem fundo&amp;rsquo; onde cai toda a atividade que n&amp;atilde;o cabe nas componentes registadas (letiva e n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento). Contabilizadas as horas registadas no hor&amp;aacute;rio dos docentes, elas n&amp;atilde;o totalizam as 35 horas previstas na lei, todavia, contabilizadas as horas de atividade efetiva, elas, em m&amp;eacute;dia, ultrapassam as 46 horas semanais, o que tem levado a Fenprof a afirmar que os professores est&amp;atilde;o sujeitos a uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de&amp;nbsp;&lt;em&gt;sobretrabalho&lt;/em&gt;&amp;nbsp;que, naturalmente, provoca todo o desgaste e situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doen&amp;ccedil;a que antes se referem. O Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o considera esse servi&amp;ccedil;o absolutamente normal, nem sequer o reconhece como extraordin&amp;aacute;rio, o que, inclusivamente, levou a Fenprof a entregar pr&amp;eacute;-avisos de greve di&amp;aacute;rios, que se prolongaram at&amp;eacute; final do ano letivo que terminou em 21 de junho, para permitir que os docentes pudessem ter um hor&amp;aacute;rio de 35 horas semanais, n&amp;atilde;o comparecendo &amp;agrave; atividade que se desenvolvesse para al&amp;eacute;m desse n&amp;uacute;mero de horas. Curiosamente, apesar de a greve ter incidido a horas de trabalho n&amp;atilde;o remunerado, realizado para al&amp;eacute;m das 35 horas semanais e sem que seja considerado servi&amp;ccedil;o extraordin&amp;aacute;rio, houve diretores de escolas e agrupamentos que, prepotentemente, decidiram descontar tais horas de greve o que, salvo melhor opini&amp;atilde;o, &amp;eacute; manifestamente ilegal. Nesses casos, apesar de poucos, os professores, com o apoio dos Sindicatos da Fenprof, recorreram aos tribunais onde correm a&amp;ccedil;&amp;otilde;es destinadas a repor a legalidade violada pelos respetivos diretores.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof tudo tem feito para p&amp;ocirc;r cobro a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de sobrecarga hor&amp;aacute;ria e de trabalho, mas os respons&amp;aacute;veis do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, contando com o sil&amp;ecirc;ncio de entidades que deveriam zelar pela legalidade, nada t&amp;ecirc;m feito. Foi perante este quadro de grande desgaste dos professores, que &amp;eacute; ainda mais sentido nos meses finais de cada ano letivo, que a Fenprof tomou conhecimento do falecimento de quatro docentes, todos, aparentemente, em pleno exerc&amp;iacute;cio da sua atividade profissional, tendo estas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es acontecido entre mar&amp;ccedil;o e junho do ano corrente. Poder&amp;aacute; ter sido coincid&amp;ecirc;ncia, ou n&amp;atilde;o, pelo que a Fenprof entendeu que dever&amp;atilde;o ser apuradas as causas para que se possam inferir raz&amp;otilde;es que provocaram a morte s&amp;uacute;bita destes quatro docentes. Foi neste contexto que a Fenprof se dirigiu &amp;agrave; Procuradoria-Geral da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 18 Jul 2019 15:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-quer-saber-causa-s-das-mortes</guid></item></channel></rss>