<?xml version="1.0" encoding="utf-8"?><rss version="2.0"><channel><title>SETORES</title><link>https://www.spn.pt:443/Pasta/concursos</link><description>SETORES</description><item><title>Precariedade dos docentes convidados da FBAUP</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/precariedade-dos-docentes-convidados-da-fbaup</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Precariedade dos docentes convidados da FBAUP&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;No dia 12 de dezembro, o SPN esteve presente na reuni&amp;atilde;o sobre a precariedade dos docentes convidados da Faculdade de Belas Artes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Perante a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o, por parte da Reitoria da UP, de que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de precariedade, esta reuni&amp;atilde;o &amp;eacute; demonstrativa do mal-estar vivido em muitas faculdades da UP. Mais uma vez se refor&amp;ccedil;a a ideia que as Universidades fomentam e vivem do trabalho prec&amp;aacute;rio de docentes convidados e investigadores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nessa reuni&amp;atilde;o os docentes convidados da FBAUP aprovaram um texto onde lamentam "o profundo mal-estar que se vive atualmente nas Belas Artes do Porto com a&lt;br&gt;situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o prec&amp;aacute;ria dos professores convidados, que a maioria dos estudantes e a opini&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica desconhecem".&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN apela a todos os docentes, convidados ou n&amp;atilde;o, que nas suas Faculdades manifestem o seu rep&amp;uacute;dio pela manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o da precariedade dos docentes e investigadores de cujo trabalho depende a miss&amp;atilde;o da Universidade.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b0e5bcd9/reuniao-geral-fbaup-web.jpg?v=637122791704896671" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 18 Dec 2019 15:18:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/precariedade-dos-docentes-convidados-da-fbaup</guid></item><item><title>Questionário sobre Precariedade no Ensino Superior e na Ciência</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/questionario-sobre-precariedade-no-ensino-superior-e-na-ciencia</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;05 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Question&amp;aacute;rio&amp;nbsp;sobre Precariedade no Ensino Superior e na Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;Preenchimento&lt;a href="https://www.esurveycreator.com/s/9d82897" target="_blank"&gt;&amp;nbsp;Online&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;Departamento do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof apela&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do question&amp;aacute;rio&amp;nbsp; &amp;ldquo;Precariedade no Ensino Superior e na Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&amp;rdquo;, que tem como objetivo a caracteriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das atividades acad&amp;eacute;micas e cient&amp;iacute;ficas de bolseiros,&amp;nbsp;investigadores, docentes convidados, leitores, gestores e comunicadores de ci&amp;ecirc;ncia sem v&amp;iacute;nculos laborais est&amp;aacute;veis, independentemente do seu n&amp;iacute;vel de escolaridade ou tipo de liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o institucional (bolsa; contrato de trabalho; trabalho pontual ou sem v&amp;iacute;nculo laboral).&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;[Clicar na imagem]&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.esurveycreator.com/s/9d82897" target="_blank"&gt; &lt;img width="90%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/4b7ff6e5/questionário%20ESI.jpg?v=637112329514634500"&gt; &lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 06 Dec 2019 12:15:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/questionario-sobre-precariedade-no-ensino-superior-e-na-ciencia</guid></item><item><title>Educação de Infância pública: um direito de todas as crianças!</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/educacao-de-infancia-publica-um-direito-de-todas-as-criancas</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;4 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Inf&amp;acirc;ncia p&amp;uacute;blica: um direito de todas as crian&amp;ccedil;as!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;Um bom come&amp;ccedil;o vale para toda a vida&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;span&gt;, foi este o lema que sustentou o Programa de Expans&amp;atilde;o da Rede para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar em 1996. &amp;nbsp;A FENPROF decidiu no seu 13&amp;ordm; Congresso que o ano letivo de 2019/20 seria o ano em defesa da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Inf&amp;acirc;ncia, por ser sua convic&amp;ccedil;&amp;atilde;o que a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o processo educativo t&amp;ecirc;m &amp;nbsp;influ&amp;ecirc;ncia no percurso Individual da crian&amp;ccedil;a desde &amp;nbsp;o seu nascimento. Afirma a FENPROF, que s&amp;oacute; com a concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma rede nacional de creches p&amp;uacute;blicas que garantam aos pais/encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o uma oferta gratuita capaz de desenvolver a atividade pedag&amp;oacute;gica necess&amp;aacute;ria para o melhor desenvolvimento global das crian&amp;ccedil;as dos 0 aos 3 anos, capaz de responder &amp;agrave;s necessidades das fam&amp;iacute;lias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;A cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma rede &amp;uacute;nica de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar desvaloriza o papel do Estado enquanto promotor direto e introduz alguma fragilidade no direito de acesso das crian&amp;ccedil;as &amp;agrave; educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, aproximando-se da ideologia neoliberal da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de quase mercado educacional. &amp;ldquo; (Em&amp;iacute;lia Vilarinho, 2011)&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Considerando que a oferta p&amp;uacute;blica &amp;eacute; aquela que garante uma efetiva igualdade de oportunidades no acesso e na promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sucesso ao longo da vida, a FENPROF procedeu a uma an&amp;aacute;lise de dados relativamente &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar no sentido de apurar as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o funcionamento tendo por refer&amp;ecirc;ncia as crian&amp;ccedil;as &amp;nbsp;inscritas mas tamb&amp;eacute;m &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia de crian&amp;ccedil;as em lista de espera.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Constata-se que tem existido ao longo dos anos um reduzido investimento do Estado na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como &amp;eacute; sabido, a Constitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Rep&amp;uacute;blica Portuguesa afirma que incumbe ao Estado criar um &amp;ldquo;sistema p&amp;uacute;blico e desenvolver o sistema geral da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar.&amp;rdquo; Mas a verdade &amp;eacute; que, com a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Lei Quadro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar (lei n&amp;ordm; 5/97, de 10 de fevereiro), o Estado entendeu mobilizar outras entidades da sociedade civil, criando uma &amp;ldquo;rede nacional&amp;rdquo; para, dessa forma, garantir a propalada expans&amp;atilde;o da rede de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar. A necessidade de regulamentar a referida lei deu origem &amp;agrave; publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Decreto-Lei n&amp;ordm;147/97, de 11 de junho. Surge assim a rede nacional para este setor de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;que, para al&amp;eacute;m dos estabelecimentos p&amp;uacute;blicos, passa a considerar &amp;nbsp;tamb&amp;eacute;m os &amp;nbsp;estabelecimentos particulares de solidariedade social, os estabelecimentos privados e outros sem fins lucrativos. Para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas de solidariedade social (IPSS) &amp;nbsp;e outras sem fins lucrativos, ficam previstas ao abrigo deste Decreto-Lei, linhas de cr&amp;eacute;dito bonificado destinadas ao parque escolar. Ora, os benef&amp;iacute;cios de contratualiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o direta preveem uma comparticipa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira mensal por crian&amp;ccedil;a para a componente educativa e s&amp;oacute;cio educativa, no valor de 175,23&amp;euro;, &amp;nbsp;perfazendo 52,569&amp;euro; &amp;nbsp;anuais por turma, valor este que pode ainda &amp;nbsp;ser acrescido da compensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o financeira do vencimento das/dos educadoras/es de inf&amp;acirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como se n&amp;atilde;o bastasse, para al&amp;eacute;m destas verbas, os encarregados de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pagam uma mensalidade de acordo com os rendimentos do agregado familiar, que pode atingir valores elevados e muito diferenciados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As IPSS e institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas viram assim, refor&amp;ccedil;ado com esta legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o o seu estatuto de parceiros privilegiados do Estado, tendo-lhes sido facultada &amp;nbsp;uma oportunidade de expans&amp;atilde;o que de outra forma n&amp;atilde;o existiria. Ora, nos setores de&amp;nbsp;ensino b&amp;aacute;sico e secund&amp;aacute;rio, isto, e bem, n&amp;atilde;o se verifica. E h&amp;aacute; ainda um dado curioso, &amp;eacute; que a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blico- privado no que respeita ao &amp;nbsp;n&amp;uacute;mero de estabelecimentos parece &amp;nbsp;mais favor&amp;aacute;vel ao p&amp;uacute;blico (61,4%), do que se &amp;nbsp;compararmos o n&amp;uacute;mero de crian&amp;ccedil;as (53%) ou de docentes &amp;nbsp;(53,1%). Esta diferen&amp;ccedil;a &amp;eacute; f&amp;aacute;cil de &amp;nbsp;explicar: a dimens&amp;atilde;o dos jardins de inf&amp;acirc;ncia privados, que se &amp;nbsp;concentram em zonas com maior popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute;, por norma, maior.&amp;nbsp;No nosso &amp;nbsp;entendimento, significa isto que, segundo as prioridades de financiamento explanadas no artigo 23&amp;ordm; do &amp;nbsp;Decreto-lei n&amp;ordm;147/97, &amp;eacute; por demais &amp;nbsp;claro que o Estado criou medidas de favorecimento &amp;agrave;s IPSS, e outros, que se transformaram num &amp;ldquo;mercado apetec&amp;iacute;vel&amp;rdquo;, em detrimento da rede p&amp;uacute;blica, &amp;nbsp;medidas estas que n&amp;atilde;o foram acompanhadas da devida fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o por parte do estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Relativamente aquilo que se designa como Estat&amp;iacute;sticas da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o encontramos dados divulgados pela DGEEC que nos demonstram que, na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar, no que respeita a p&amp;uacute;blico e privado, n&amp;atilde;o existe uma diferen&amp;ccedil;a t&amp;atilde;o grande como aquela que se verifica nos diversos setores do ensino b&amp;aacute;sico e no ensino secund&amp;aacute;rio. Se n&amp;atilde;o vejamos:&lt;/p&gt;
&lt;table width="534" height="317" style="height: 278px; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="border-color: #969292;"&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;2007/08&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;2017/18&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;h5&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Diferen&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td rowspan="3" style="border-color: #969292;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;CRIAN&amp;Ccedil;AS&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;P&amp;uacute;blico&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;141 854&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;127 535&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;-10,0%&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;Privado&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;124&amp;nbsp;304&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;112&amp;nbsp;696&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;-9,3%&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Total&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;266 158&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;240 231&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;-9,7%&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td rowspan="2" style="border-color: #969292;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;EDUCADORES&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;P&amp;uacute;blico&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;10 319&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;9 099&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;-11,8%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;Privado&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;7&amp;nbsp;363&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;6&amp;nbsp;966&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;-5,4%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="border-color: #969292;"&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Total&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;17&amp;nbsp;682&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;16&amp;nbsp;065&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;-9,14%&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td rowspan="2" style="border-color: #969292;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;JARDINS DE INF&amp;Acirc;NCIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;P&amp;uacute;blico&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;4&amp;nbsp;675&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;3&amp;nbsp;588&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;-23,3%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;Privado&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;2&amp;nbsp;172&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;2&amp;nbsp;248&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="border-color: #969292; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;+3,4%&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="border-color: #969292;"&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center; vertical-align: middle;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Total&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;6&amp;nbsp;847&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;5&amp;nbsp;836&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;td style="background-color: #b5b1b1; text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;- 14,7%&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Deste quadro podemos destacar que:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;A distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre p&amp;uacute;blico (53%) e&amp;nbsp; privado (47%) &amp;eacute; &amp;uacute;nica no sistema educativo, o que confirma que o Estado, na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar, n&amp;atilde;o d&amp;aacute; a resposta p&amp;uacute;blica a que est&amp;aacute; obrigado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;O n&amp;uacute;mero de crian&amp;ccedil;as teve uma redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o percentualmente semelhante tanto no p&amp;uacute;blico como no privado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;No que respeita aos docentes no setor p&amp;uacute;blico a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de docentes, em termos percentuais, mais do que duplicou quando comparamos com os do privado;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a estabelecimentos, o setor p&amp;uacute;blico perdeu mais de 20% dos jardins de inf&amp;acirc;ncia enquanto o privado at&amp;eacute; cresceu.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;Destes n&amp;uacute;meros pode retirar-se a ila&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o Estado n&amp;atilde;o cumpre o preceito constitucional que imp&amp;otilde;e a exist&amp;ecirc;ncia de uma rede p&amp;uacute;blica de estabelecimentos, que garanta o direito de&amp;nbsp;frequ&amp;ecirc;ncia a todas as crian&amp;ccedil;as em idade pr&amp;eacute;-escolar e uma resposta &amp;agrave;s necessidades das fam&amp;iacute;lias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Constata-se que no ensino b&amp;aacute;sico e secund&amp;aacute;rio, a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o da frequ&amp;ecirc;ncia de alunos entre o setor p&amp;uacute;blico e o privado &amp;eacute; na ordem de 88/90% - 10/12%, enquanto que na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar, esta rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; de quase 50% -50%.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Consultando os dados PORDATA, relativamente &amp;agrave; oferta de p&amp;uacute;blico e privado por concelho, facilmente se observa a insuficiente resposta da rede p&amp;uacute;blica por aus&amp;ecirc;ncia de investimento dos sucessivos governos. Disso s&amp;atilde;o exemplo os grandes centros urbanos como Lisboa, Porto e Braga, entre outros, cujos n&amp;uacute;meros n&amp;atilde;o deixam mentir. As assimetrias de investimento na rede p&amp;uacute;blica s&amp;atilde;o evidentes. Esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o mais incompreens&amp;iacute;vel e preocupante quando se verifica que &amp;eacute; nas zonas de maior densidade &amp;nbsp;populacional, urbanas de m&amp;eacute;dia e grande dimens&amp;atilde;o, que a rede p&amp;uacute;blica &amp;eacute; insuficiente.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As autarquias desempenharam um important&amp;iacute;ssimo papel no desenvolvimento e expans&amp;atilde;o da rede p&amp;uacute;blica de jardins de inf&amp;acirc;ncia concretizando a abertura de muitas novas salas. A exist&amp;ecirc;ncia &amp;nbsp;de uma componente social de apoio &amp;agrave;s fam&amp;iacute;lias nestes jardins de inf&amp;acirc;ncia concretizou-se atrav&amp;eacute;s do protocolo tripartido estabelecido em 1998 entre o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o Minist&amp;eacute;rio da Solidariedade e Seguran&amp;ccedil;a Social e a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Munic&amp;iacute;pios Portugueses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por esse e outros motivos consideramos incompreens&amp;iacute;vel que o Estado continue a investir financiamento em solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es que retiram &amp;agrave;s crian&amp;ccedil;as a possibilidade de ingressarem em jardins de inf&amp;acirc;ncia da rede p&amp;uacute;blica, numa altura em que j&amp;aacute; foi assumida a universalidade da oferta para&amp;nbsp;as crian&amp;ccedil;as de 3 e 4 anos.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acresce a isto o facto de o Estado estar a desperdi&amp;ccedil;ar os seus recursos humanos e f&amp;iacute;sicos em prol do financiamento a institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas pois estas constru&amp;iacute;ram o seu edificado com fundos p&amp;uacute;blicos e comunit&amp;aacute;rios quando a autarquia havia criado estabelecimentos p&amp;uacute;blicos que dariam a resposta necess&amp;aacute;ria, situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais vis&amp;iacute;veis nas zonas de interior. &amp;Eacute; &amp;oacute;bvio para n&amp;oacute;s a exist&amp;ecirc;ncia de um duplo financiamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma &amp;uacute;ltima refer&amp;ecirc;ncia: recentemente foi divulgado um estudo relativo ao tempo de perman&amp;ecirc;ncia das crian&amp;ccedil;as em idade de frequ&amp;ecirc;ncia na Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar. Este estudo comparativo da OCDE demonstra que em Portugal uma larga maioria das crian&amp;ccedil;as permanece 10 a 12 horas di&amp;aacute;rias no estabelecimento de educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A FENPROF sempre defendeu que isto n&amp;atilde;o poderia ser acontecer sem a garantia da cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es log&amp;iacute;sticas em termos de equipamentos e recursos humanos que garantissem a salvaguarda do maior interesse da crian&amp;ccedil;a. A FENPROF reafirma que n&amp;atilde;o &amp;eacute; aceit&amp;aacute;vel que uma sociedade n&amp;atilde;o se organize no sentido de proteger as crian&amp;ccedil;as e suas fam&amp;iacute;lias e, por isso, e por isso exige que o governo altere as leis laborais de forma a reduzir os hor&amp;aacute;rios de trabalho e garantir que as fam&amp;iacute;lias possam dispor de tempo de qualidade para as suas crian&amp;ccedil;as. A escola &amp;eacute; um espa&amp;ccedil;o de aprendizagem e de frui&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;O ME, ao longo da &amp;uacute;ltima legislatura, n&amp;atilde;o respondeu &amp;agrave;s v&amp;aacute;rias solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es da FENPROF para discutir mat&amp;eacute;rias relativas &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar.&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar p&amp;uacute;blica e de qualidade &amp;eacute; um direito de todos!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;</description><pubDate>Thu, 05 Dec 2019 00:42:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/educacao-de-infancia-publica-um-direito-de-todas-as-criancas</guid></item><item><title>Fenprof vai apresentar dossiê à ACT sobre situação vivida nas IPSFL</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-vai-apresentar-dossie-a-act-sobre-situacao-vivida-nas-ipsfl</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;03 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Para que a Lei seja cumprida e os seus trabalhadores respeitados&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Fenprof vai apresentar dossi&amp;ecirc; &amp;agrave; ACT sobre situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vivida nas IPSFL&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es Privadas Sem Fins Lucrativos (IPSFL) s&amp;atilde;o entidades criadas, para o desenvolvimento de atividade de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pelas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior, com o objetivo de contornar obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es legais, nomeadamente no que respeita &amp;agrave;s rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais. Atrav&amp;eacute;s destas IPSFL, das quais as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior s&amp;atilde;o o principal, se n&amp;atilde;o &amp;uacute;nico promotor, centenas de bolseiros desenvolvem atividade de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o a que deveria corresponder um contrato a termo e muitos contratados a termo, que s&amp;atilde;o raros, deveriam j&amp;aacute; ter visto, nos termos do estabelecido no C&amp;oacute;digo de Trabalho, alterada a natureza do seu contrato, que deveria ter-se convertido em contrato sem termo, ou seja, a t&amp;iacute;tulo definitivo.&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por n&amp;atilde;o serem aplicadas as normas estabelecidas no C&amp;oacute;digo de Trabalho, v&amp;aacute;rios investigadores que exercem atividades nestas IPSFL requereram a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu v&amp;iacute;nculo no &amp;acirc;mbito do PREVPAP, mas em todos estes casos, sem exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as CAB deliberariam pela sua n&amp;atilde;o admiss&amp;atilde;o, por ter sido considerado que aquela atividade n&amp;atilde;o &amp;eacute; desenvolvida em entidade integrada na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica. Ficou, assim, a saber-se que quem exerce atividade nas IPSFL n&amp;atilde;o trabalha na Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, mas tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o se lhes aplicam as normas do setor privado. Ora, isso n&amp;atilde;o pode acontecer, pois n&amp;atilde;o existe terceira via para as rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais, nem h&amp;aacute; qualquer IPSFL que tenha negociado e celebrado um Acordo de Empresa com as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais representativas dos trabalhadores do setor.&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Face a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que constitui um abuso e uma ilegalidade face ao quadro legal que vigora, a Fenprof, em reuni&amp;atilde;o realizada com a Autoridade para as Condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Trabalho (ACT), colocou o problema e ir&amp;aacute; agora fazer chegar um dossi&amp;ecirc; sobre as IPSFL (cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o legal, estatutos ou outros documentos reguladores do seu funcionamento, documentos comprovativos das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais estabelecidas) para que, ap&amp;oacute;s aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a ACT possa intervir e p&amp;ocirc;r cobro ao abuso e &amp;agrave; ilegalidade, impondo a estas entidades e a quem as utiliza para satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das suas necessidades, o cumprimento da lei e, principalmente, respeito por quem nelas trabalha.&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 03 Dec 2019 19:13:48 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-vai-apresentar-dossie-a-act-sobre-situacao-vivida-nas-ipsfl</guid></item><item><title>4.ª CNESI — Regulamento geral e regulamento eleitoral do SPN</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/4-a-cnesi-regulamento-eleitoral</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;2 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;4.&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia Nacional&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Lisboa&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;31 de janeiro e 1 de fevereiro de 2020&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;REGULAMENTO ELEITORAL DO SINDICATO DOS PROFESSORES DO NORTE&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Confer&amp;ecirc;ncia Nacional do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; uma iniciativa que visa avaliar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no ensino superior e na investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, designadamente quanto &amp;agrave; pol&amp;iacute;tica de financiamento deste servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico, &amp;agrave; sua organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e capacidade de resposta e, ainda, quanto &amp;agrave;s quest&amp;otilde;es de natureza socioprofissional dos docentes e investigadores, tais como carreiras profissionais, v&amp;iacute;nculos laborais ou condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A 4.&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia visa ainda proceder &amp;agrave; an&amp;aacute;lise e discuss&amp;atilde;o das formas de organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da a&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes do ensino superior e dos investigadores, bem como da liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, acompanhamento e envolvimento na atividade sindical dos bolseiros de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, pretende-se:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aprovar orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es e propostas destinadas a refor&amp;ccedil;ar a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a configurar a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF no &amp;acirc;mbito do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Assegurar que as conclus&amp;otilde;es desse trabalho sejam representativas da opini&amp;atilde;o dos s&amp;oacute;cios do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e garantir ainda uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o alargada de docentes e investigadores;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Refor&amp;ccedil;ar a afirma&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a influ&amp;ecirc;ncia da FENPROF no &amp;acirc;mbito do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em especial junto dos docentes do ensino superior e dos investigadores, mas tamb&amp;eacute;m junto da sociedade em geral e das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o em particular;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Melhorar a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF, integradora de todos os sectores de ensino, em particular apresentando propostas que visem aumentar o contributo do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o para esse fim.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O SPN considera que esta ser&amp;aacute; um importante momento de ausculta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de associados(as), uma oportunidade para os docentes e investigadores poderem discutir a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical e os problemas que se colocam ao desenvolvimento do sistema de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e um momento especial de debate e orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o da FENPROF no setor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Em conformidade com o &lt;a href="/Media/Default/Info/30000/700/40/6/4.ª%20CNESI%20-%20Regulamento%20Geral.pdf" target="_blank"&gt;Regulamento da CNESI&lt;/a&gt;, o SPN aprovou a sua metodologia para elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de delegados, que aqui se apresenta.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Da elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de delegados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O SPN tem direito &amp;agrave; elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 19 delegados. Pretende-se obter a maior representatividade poss&amp;iacute;vel e enquadrar nesta iniciativa docentes e investigadores das diferentes institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o que existem no raio geogr&amp;aacute;fico de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical do SPN.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Metodologia de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o de delegados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para efeitos de elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos(as) delegados(as) &amp;agrave; 4.&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia Nacional do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, adoptar-se-&amp;aacute; a seguinte metodologia:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.1 &amp;ndash;&lt;/strong&gt; O SPN divulgar&amp;aacute; a CNESI junto dos(as) associados(as), por email e em reuni&amp;otilde;es a realizar em escolas, convidando-os(as) a manifestar vontade de serem eleitos delegados.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.2 &amp;minus; &lt;/strong&gt;S&amp;atilde;o eleg&amp;iacute;veis todos os associados(as) do SPN no ativo, aposentados, ou desempregados, que exercem tenham exercido fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do &amp;acirc;mbito geogr&amp;aacute;fico de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o do SPN, no &amp;acirc;mbito da carreira profissional correspondente.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.3 &amp;minus; &lt;/strong&gt;Podem votar todos os associados(as) do SPN no ativo, aposentados, ou desempregados do SPN que estejam sindicalizados no &amp;acirc;mbito do setor ensino superior e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.4 &amp;ndash;&lt;/strong&gt; Os s&amp;oacute;cios que pretendam candidatar-se &amp;agrave; &lt;strong&gt;elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o como delegados &amp;agrave; 4.&amp;ordf; Conferencia Nacional dever&amp;atilde;o manifestar essa inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o at&amp;eacute; 6 de janeiro de 2020&lt;/strong&gt; por correio eletr&amp;oacute;nico (&lt;a href="mailto:depsup@spn.pt"&gt;depsup@spn.pt&lt;/a&gt;) ou nas reuni&amp;otilde;es de docentes e investigadores que o SPN realizar&amp;aacute; em escolas at&amp;eacute; essa data. Os elementos que dever&amp;atilde;o constar da candidatura s&amp;atilde;o: Nome, Estabelecimento de Ensino/Centro ou Unidade de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, Categoria Profissional, n&amp;uacute;mero de associado do SPN, n&amp;uacute;mero de telem&amp;oacute;vel e endere&amp;ccedil;o de correio eletr&amp;oacute;nico.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.5 &amp;minus;&lt;/strong&gt; O SPN enviar&amp;aacute; a cada candidato um email confirmando a rece&amp;ccedil;&amp;atilde;o da candidatura.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.6 &amp;ndash; &lt;/strong&gt;Ser&amp;aacute; elaborada uma lista nominal e os 19 nomes mais votados ser&amp;atilde;o eleitos. &lt;strong&gt;A vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; feita em reuni&amp;atilde;o plen&amp;aacute;ria de associados(as) do SPN do setor, que ser&amp;aacute; convocada para o efeito. A menos que surja algum impedimento, essa reuni&amp;atilde;o ter&amp;aacute; lugar na sede do SPN, no Porto, a partir das 17h do dia 13 de janeiro de 2020.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.7 &amp;ndash;&lt;/strong&gt; No caso de n&amp;atilde;o haver candidaturas suficientes para assegurar o n&amp;uacute;mero de delegados e a representatividade pretendida, o SPN convidar&amp;aacute; diretamente associados. &lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Neste caso, n&amp;atilde;o haver&amp;aacute; lugar a vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;2.8 &amp;ndash;&lt;/strong&gt; A lista de delegados do SPN ser&amp;aacute; divulgada em 20 de janeiro de 2020.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Delegados por iner&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;S&amp;atilde;o delegados por iner&amp;ecirc;ncia os dirigentes nacionais da FENPROF (Conselho Nacional e Conselho de Jurisdi&amp;ccedil;&amp;atilde;o) e os coordenadores dos departamentos do ensino superior dos sindicatos n&amp;atilde;o pertencentes ao CN.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;4.&amp;nbsp;Direitos dos Delegados&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aos Delegados ser&amp;aacute; garantida toda a informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o existente relativa &amp;agrave; 4.&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia Nacional, bem como as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais adequadas &amp;agrave; sua participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, designadamente transporte, alojamento e alimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de acordo com os procedimentos que venham, para esse efeito, a ser adoptados pela FENPROF e pelo SPN&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;5.&amp;nbsp;Disposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es finais&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es omissas neste regulamento, aplica-se o disposto no&amp;nbsp;&lt;a href="/Media/Default/Info/30000/700/40/6/4.ª%20CNESI%20-%20Regulamento%20Geral.pdf" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Regulamento Geral da Confer&amp;ecirc;ncia&lt;/strong&gt;,&lt;/a&gt; que pode consultar em &lt;a href="http://www.spn.pt/superior"&gt;www.spn.pt/superior&lt;/a&gt; ou &lt;a href="http://www.fenprof.pt/superior"&gt;www.fenprof.pt/superior&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="70%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/90cf1027/CARTAZ-4-CONFERENCIA-SUPERIOR_600.jpg?v=637118714459798148" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Dec 2019 22:09:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/4-a-cnesi-regulamento-eleitoral</guid></item><item><title>Solidarity message to the UCU and UK higher education workers</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/solidarity-message-to-the-ucu-and-uk-higher-education-workers</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;29 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Solidarity message to the UCU and UK higher education workers&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;The Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Professores (FENPROF), the most representative Portuguese federation union in the education sector, including higher education and research, expresses its solidarity with the 8 days strike that the UK higher education workers have been conducting with great success since Monday 25 November.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br&gt; &lt;br&gt; Dear Colleagues,&lt;br&gt; &lt;br&gt; We support your struggle. We support your demands for a fair university pension scheme and better&amp;nbsp;pay and working conditions.&amp;nbsp;&lt;br&gt; &lt;br&gt; It is not acceptable that university employers refuse to implement fair pension schemes, with financial losses to the workers and in complete disregard with the studies that have been conducted by independent&amp;nbsp;expert&amp;nbsp;panels.&lt;br&gt; &lt;br&gt; We applaud your determination in fighting back the pay gaps related to gender and ethnicity and the declining value of wages, as well as&amp;nbsp;precariousness&amp;nbsp;employment practices and unsafe workloads, aspects that also greatly affect&amp;nbsp;the Portuguese higher eduction and research workers.&lt;br&gt; &lt;br&gt; We are at your side!&amp;nbsp;Continue your struggle!&amp;nbsp;For the stability of the profession!&amp;nbsp;For&amp;nbsp;the quality of education! For a better society and democracy!&lt;br&gt; &lt;br&gt; In solidarity,&lt;br&gt; The Secretariat&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/6389c920/USSpensino_strike_600.jpg?v=637109197185821259" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;</description><pubDate>Mon, 02 Dec 2019 21:41:30 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/solidarity-message-to-the-ucu-and-uk-higher-education-workers</guid></item><item><title>O caderno reivindicativo, a petição, as propostas de lei e a 4.ª conferência da Fenprof</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/o-caderno-reivindicativo-a-peticao-as-propostas-de-lei-e-a-4-a-conferencia-da-fenprof</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;O caderno reivindicativo, a peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o, as propostas de lei e a 4.&amp;ordf; confer&amp;ecirc;ncia da Fenprof&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;1.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Para o setor do Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, o per&amp;iacute;odo da legislatura anterior n&amp;atilde;o se traduziu, apesar da favor&amp;aacute;vel correla&amp;ccedil;&amp;atilde;o de for&amp;ccedil;as na A.R., num contributo para a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos graves problemas que afetam este sector.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na realidade, e em muitos aspetos, os problemas agravaram-se, seja pela simples aus&amp;ecirc;ncia de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es adequadas, seja como consequ&amp;ecirc;ncia da introdu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novas medidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com esta perspetiva de persist&amp;ecirc;ncia e agravamento de uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o que persiste h&amp;aacute; muito, e no contexto de uma nova legislatura, importava a s&amp;iacute;ntese do que achamos constituir a lista das principais queixas e aspira&amp;ccedil;&amp;otilde;es dos professores e investigadores portugueses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Deste modo, no in&amp;iacute;cio desta nova legislatura, o SPN, com os demais sindicatos da&amp;nbsp;Fenprof, tomou a iniciativa de &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/fenprof-levou-problemas-do-superior-e-investigacao-a-reuniao-com-ministerio-da-tutela" target="_blank"&gt;reunir com o MCTES&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, assim como com os v&amp;aacute;rios grupos parlamentares da A.R., para apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/caderno-reivindicativo-para-o-ensino-superior-e-investigacao" target="_blank"&gt;Caderno Reivindicativo da Fenprof para o Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, elaborado com base nas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es aprovadas no 13.&amp;ordm; Congresso Nacional dos Professores, realizado no passado m&amp;ecirc;s de junho. Um caderno reivindicativo que assenta nos eixos: valorizar as carreiras, combater a precariedade e democratizar as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h3&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;2.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Entretanto, a &lt;strong&gt;Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o apresentada pela Fenprof em 2018 por um justo descongelamento das progress&amp;otilde;es,&lt;/strong&gt; subscrita por 4625 pessoas, foi debatida em Plen&amp;aacute;rio da Assembleia da Rep&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No mesmo dia, pelos votos contra e absten&amp;ccedil;&amp;otilde;es do PS, PSD e CDS, IL e CH &lt;strong&gt;foram chumbadas&lt;/strong&gt; as propostas de Lei que PEV, BE, PCP e PAN haviam apresentado na sequ&amp;ecirc;ncia da nossa peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o e demais iniciativas, e que procuravam assegurar as leg&amp;iacute;timas pretens&amp;otilde;es dos professores do ensino superior. Perdeu assim o Parlamento uma oportunidade de corrigir o "descongelamento" e fazer justi&amp;ccedil;a aos docentes do ensino superior, pelo menos face a outras carreiras da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, incluindo as carreiras gerais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Para muitos colegas, perpetuam-se os efeitos da paralisia das progress&amp;otilde;es iniciada em 2005&lt;/strong&gt;, agravada pela aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ldquo;regra dos seis excelentes&amp;rdquo; introduzida nos estatutos de carreira em 2009 com a avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?ID=13241" target="_blank"&gt;Consultar a peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o, os projetos de lei e o resultado das vota&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/30000/400/90/0/Posição%20do%20DES_SPN.pdf" target="_blank"&gt;Ver posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Departamento do Ensino Superior&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h3&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;3.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof vai organizar, em Lisboa, nos dias &lt;strong&gt;31 de janeiro e 1 de fevereiro de 2020, a sua &lt;a href="https://www.spn.pt/Artigo/4-a-cnesi-regulamento-eleitoral" target="_blank"&gt;4.&amp;ordf; Confer&amp;ecirc;ncia Nacional do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, com mesas de debate e tomadas de posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o pelos associados sob temas t&amp;atilde;o diversos como RJIES, carreiras docentes e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do desempenho, precariedade no ensino e na ci&amp;ecirc;ncia, Ensino Superior Privado e Cooperativo, e financiamento. O SPN est&amp;aacute; a constituir uma lista de associados que abranja os diferentes sectores e regi&amp;otilde;es da sua a&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;strong&gt;Se estiveres interessado(a) em participar e ainda n&amp;atilde;o nos manifestaste essa inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o, escreve para &lt;a href="mailto:depsup@spn.pt"&gt;depsup@spn.pt&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;P'lo Departamento de Ensino Superior do SPN&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 26 Nov 2019 19:26:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/o-caderno-reivindicativo-a-peticao-as-propostas-de-lei-e-a-4-a-conferencia-da-fenprof</guid></item><item><title>Caderno Reivindicativo para o Ensino Superior e Investigação</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/caderno-reivindicativo-para-o-ensino-superior-e-investigacao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;21 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/30000/300/40/3/ESI%20-%20Caderno%20Reivindicativo.pdf" target="_blank"&gt;Caderno Reivindicativo para o Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Valorizar as carreiras, combater a precariedade e democratizar as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Os &amp;uacute;ltimos quatro anos foram marcados por uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o in&amp;eacute;dita e provavelmente irrepet&amp;iacute;vel que criou possibilidades para que a melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho de docentes e investigadores e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino superior e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica em Portugal tivessem ocorrido. Lamentavelmente, esse quadro legislativo privilegiado foi, em larga medida, desaproveitado pelo Governo e por um Minist&amp;eacute;rio da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) incapaz de dar respostas adequadas a alguns dos problemas que caracterizam atualmente o Sistema de Ensino Superior e a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No sentido de dar resposta aos problemas existentes, cuja gravidade, nalguns casos, at&amp;eacute; se tem acentuado, a FENPROF &amp;ndash; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical representativa de docentes e investigadores &amp;ndash; apresenta ao XXII Governo Constitucional o presente Caderno Reivindicativo, elaborado com base nas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es aprovadas no 13.&amp;ordm; Congresso Nacional dos Professores, que teve lugar em Lisboa nos dias 14 e 15 de junho de 2019.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir da an&amp;aacute;lise da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual no Ensino Superior e na Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica, onde s&amp;atilde;o evidenciados os principais problemas que caracterizam ambos os setores, s&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;adas propostas visando, essencialmente, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras, o combate &amp;agrave; precariedade laboral e a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (IES), cuja concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a FENPROF entende que deve ser parte integrante de pol&amp;iacute;ticas que fa&amp;ccedil;am prevalecer o interesse nacional, num quadro de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um futuro melhor para Portugal e para os Portugueses.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, para que se encontrem solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os problemas do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica, a FENPROF considera indispens&amp;aacute;vel que o Governo, desde logo o MCTES, seja claro nas suas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e consequente nas suas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es, respeitando os sindicatos enquanto parceiros indispens&amp;aacute;veis e contribuindo para a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho levado a cabo por docentes e investigadores nas suas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;1. A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual no Ensino Superior e na Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A asfixia financeira do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica &amp;eacute;, para a FENPROF, a raiz da maior parte dos problemas com que hoje se confrontam as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, os docentes e os investigadores, continuando Portugal a apresentar n&amp;iacute;veis de investimento que ficam abaixo das m&amp;eacute;dias europeias e muito distantes dos objetivos definidos para 2030. A redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o das transfer&amp;ecirc;ncias do Or&amp;ccedil;amento do Estado (OE) para o ensino superior conduziu &amp;agrave; estagna&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras, bem como &amp;agrave; falta de investimento em equipamentos e manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de edif&amp;iacute;cios. Em geral, as verbas provenientes do OE s&amp;atilde;o insuficientes para cobrir as despesas com sal&amp;aacute;rios, chegando apenas para 80% desse valor, tendo os montantes em falta de ser obtidos recorrendo a verbas provenientes das propinas dos alunos e mecanismos de financiamento competitivo. Por conseguinte, ao longo dos &amp;uacute;ltimos anos, temos assistido ao aparecimento, ou &amp;agrave; agudiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de diversos problemas que, por um lado, condicionam o desenvolvimento do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica e, por outro, degradam as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho de docentes e investigadores. Para a FENPROF, os principais problemas existentes s&amp;atilde;o os seguintes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No &amp;acirc;mbito do Ensino Superior P&amp;uacute;blico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A exist&amp;ecirc;ncia de um Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (RJIES), cuja avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o continua por fazer, que possibilita a instala&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma gest&amp;atilde;o autorit&amp;aacute;ria e pouco transparente, frequentemente de costas voltadas para a comunidade acad&amp;eacute;mica, que se verificou, na pr&amp;aacute;tica, ter afetado e comprometido a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a colegialidade e a democracia nas IES. Este distanciamento entre organismos de gest&amp;atilde;o e comunidade acad&amp;eacute;mica tem igualmente levado a uma crescente insensibilidade e desconhecimento dos primeiros em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s din&amp;acirc;micas pedag&amp;oacute;gicas e cient&amp;iacute;ficas das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es que eles mesmos dirigem, o que tem levado a um subaproveitamento do potencial de desenvolvimento do ensino superior p&amp;uacute;blico.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A institucionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime fundacional, hoje existente nas Universidades de Aveiro, Porto, Minho e Nova de Lisboa, no ISCTE-IUL e, mais recentemente, no Instituto Polit&amp;eacute;cnico do C&amp;aacute;vado e Ave, que, para al&amp;eacute;m de agravar os aspetos negativos do RJIES, coartando a participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica na gest&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es ao mesmo tempo que as aproxima das l&amp;oacute;gicas de funcionamento e dos interesses de mercado, abriu a porta da arbitrariedade contratual, na medida em que estas podem agora contratar docentes atrav&amp;eacute;s de contratos individuais de trabalho e est&amp;atilde;o impossibilitadas de poder contratar investigadores atrav&amp;eacute;s de contrato de trabalho em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas. Para al&amp;eacute;m de, no limite, poder esvaziar os estatutos das carreiras docentes e de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sistema p&amp;uacute;blico, esta desregula&amp;ccedil;&amp;atilde;o das rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais fragiliza as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para o pleno exerc&amp;iacute;cio da liberdade acad&amp;eacute;mica nos dom&amp;iacute;nios da doc&amp;ecirc;ncia e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A exist&amp;ecirc;ncia de grandes disparidades entre as IES e mesmo entre as faculdades/escolas da mesma IES, no que toca aos crit&amp;eacute;rios utilizados para proceder &amp;agrave; avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho docente, gerando situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es flagrantes de desigualdade que, evidentemente, t&amp;ecirc;m consequ&amp;ecirc;ncias ao n&amp;iacute;vel da altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o do posicionamento remunerat&amp;oacute;rio dos docentes. Para al&amp;eacute;m disso, o processo de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o encontra-se hoje, em geral, reduzido a uma mera folha de c&amp;aacute;lculo, que n&amp;atilde;o apreende a diversidade de percursos dos docentes e que, por essa raz&amp;atilde;o, se traduz numa atividade burocr&amp;aacute;tica cujo resultado &amp;eacute; um n&amp;uacute;mero e n&amp;atilde;o uma reflex&amp;atilde;o sobre as virtudes e as fraquezas de cada IES.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A generaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es Privadas Sem Fins Lucrativos (IPSFL) que, funcionando no per&amp;iacute;metro das IES P&amp;uacute;blicas, estabelecem com estas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es de grande promiscuidade que lhes permitem contornar os estatutos das carreiras e as regras or&amp;ccedil;amentais p&amp;uacute;blicas, bem como promover a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o prec&amp;aacute;ria de docentes, cortando-lhes a possibilidade de uma plena integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o na comunidade acad&amp;eacute;mica com direitos de participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o id&amp;ecirc;nticos aos colegas vinculados &amp;agrave;s institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas, que com eles trabalham diariamente, lado a lado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o acentuada das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas IES, devido ao sucessivo adiamento da abertura de concursos para o recrutamento na generalidade das IES, instrumento fundamental para a renova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um corpo docente, hoje em dia, muito desgastado e envelhecido (40% dos docentes t&amp;ecirc;m mais de 50 anos), &amp;agrave; exist&amp;ecirc;ncia de elevadas sobrecargas nos hor&amp;aacute;rios de trabalhos dos docentes e &amp;agrave; n&amp;atilde;o contabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de in&amp;uacute;meras tarefas relativas &amp;agrave; doc&amp;ecirc;ncia, como as horas destinadas a orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de estudantes de mestrado ou doutoramento, e ao recurso abusivo &amp;agrave; figura do professor convidado pela generalidade das IES, que suprem necessidades permanentes com menores custos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No &amp;acirc;mbito do Ensino Superior Particular e Cooperativo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A falta de compromisso por parte do Governo que, n&amp;atilde;o cumprindo com as suas obriga&amp;ccedil;&amp;otilde;es, ainda n&amp;atilde;o legislou sobre um instrumento regulador da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da carreira no Ensino Superior Particular e Cooperativo. Por este motivo, s&amp;atilde;o frequentes os abusos nas cargas letivas atribu&amp;iacute;das, predomina a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o a prazo sem limites, contrariando o estabelecido no C&amp;oacute;digo do Trabalho e, em regra, os sal&amp;aacute;rios s&amp;atilde;o bastante inferiores aos das IES p&amp;uacute;blico.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No &amp;acirc;mbito da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;A grande precariedade laboral que afeta os investigadores, decorrente da gritante desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carreira de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, existindo hoje muito mais investigadores doutorados prec&amp;aacute;rios do que integrados na respetiva carreira, que tem ocorrido lado a lado com o recurso abusivo ao Estatuto do Bolseiro de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica (EBI) para a contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investigadores. Por este motivo, tem-se assistido ao envelhecimento, ou, nalgumas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, at&amp;eacute; mesmo &amp;agrave; extin&amp;ccedil;&amp;atilde;o, de muitos corpos de investigadores e a uma degrada&amp;ccedil;&amp;atilde;o acentuada das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos investigadores cient&amp;iacute;ficos. Com efeito, a crescente tend&amp;ecirc;ncia para que o financiamento da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o seja feito atrav&amp;eacute;s de projetos de curta dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o, conforme a natureza dos v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios dos investigadores que os desenvolvem, compromete o desenvolvimento de uma pr&amp;aacute;tica cient&amp;iacute;fica tanto mais diferenciadora e inovadora quanto mais apoiada em equipas e trajetos individuais est&amp;aacute;veis. Acresce ainda o uso indiscriminado destes investigadores prec&amp;aacute;rios, pagos abaixo das correspondentes categorias da carreira, para o exerc&amp;iacute;cio gratuito de servi&amp;ccedil;o docente, enquanto se reduzem os efetivos na carreira docente e se abrem muito poucos concursos para admiss&amp;atilde;o de novos docentes para substitui&amp;ccedil;&amp;atilde;o daqueles que se aposentam.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O desinvestimento acentuado nos Laborat&amp;oacute;rios do Estado, cujo futuro &amp;eacute; incerto, traduzindo um desinvestimento significativo na capacidade instalada de produ&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, com vista &amp;agrave; melhoria de funcionamento geral do Estado, quer ao n&amp;iacute;vel da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o Central, quer do Poder Local.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;O funcionamento imprevis&amp;iacute;vel e err&amp;aacute;tico da Funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a Ci&amp;ecirc;ncia e a Tecnologia (FCT), que inviabiliza qualquer planeamento cient&amp;iacute;fico a m&amp;eacute;dio-longo prazo, comprometendo o desenvolvimento das unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e a qualidade da gest&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica, ao mesmo tempo que acentua a incerteza associada &amp;agrave;s condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos investigadores.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;2. As propostas da FENPROF&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com base na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual no Ensino Superior e na Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica, mas tamb&amp;eacute;m na leitura cr&amp;iacute;tica que fazemos do modo como o XXI Governo Constitucional, em particular o MCTES, n&amp;atilde;o demonstraram nem vontade nem capacidade de enfrentar os problemas identificados, a FENPROF defende a necessidade imperiosa de refor&amp;ccedil;ar o financiamento estrutural, por via do OE, numa l&amp;oacute;gica plurianual que permita &amp;agrave;s IES desenhar planos de m&amp;eacute;dio e longo prazo, invertendo a tend&amp;ecirc;ncia de aposta no financiamento competitivo, essencialmente proveniente de fundos europeus. Para al&amp;eacute;m desta medida absolutamente crucial para que todos os outros problemas possam efetivamente ser enfrentados de modo adequado, no horizonte temporal da pr&amp;oacute;xima legislatura, a FENPROF reclama do Governo o desenvolvimento de iniciativas com vista &amp;agrave; concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das seguintes propostas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No &amp;acirc;mbito do Ensino Superior P&amp;uacute;blico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o do RJIES, com vista &amp;agrave; sua revis&amp;atilde;o, ouvindo os diversos membros da comunidade acad&amp;eacute;mica, no sentido de, entre outras altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es, se conseguir a implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma gest&amp;atilde;o mais democr&amp;aacute;tica, transparente e colegial das IES.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da figura da funda&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica com regime de direito privado, afirmando a miss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica do Ensino Superior, aprovando simultaneamente um regime espec&amp;iacute;fico para as IES p&amp;uacute;blicas que lhes proporcione o enquadramento administrativo e financeiro indispens&amp;aacute;vel para o seu funcionamento, de forma &amp;aacute;gil, no &amp;acirc;mbito do regime p&amp;uacute;blico.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Converg&amp;ecirc;ncia dos subsistemas de ensino superior universit&amp;aacute;rio e polit&amp;eacute;cnico para um &amp;uacute;nico sistema de ensino superior, que se pretende seja unit&amp;aacute;rio, integrado e diversificado, com os objetivos de promover sinergias, aumentar massas cr&amp;iacute;ticas e dignificar o Polit&amp;eacute;cnico, reconhecendo-se a grande evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o realizada nos &amp;uacute;ltimos neste subsistema de ensino superior no dom&amp;iacute;nio da qualifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do corpo docente e da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de atividades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Revis&amp;atilde;o dos regulamentos de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho docente com base em crit&amp;eacute;rios m&amp;iacute;nimos universais para todas as IES, aprovando as medidas necess&amp;aacute;rias para garantir que o descongelamento das progress&amp;otilde;es n&amp;atilde;o discriminar&amp;aacute; negativamente os docentes do ensino superior face a outras carreiras da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, incluindo as dos trabalhadores integrados no regime geral.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o das IPSFL, regulamentando de forma muito mais restritiva a externaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es e desenvolvendo mecanismos de monitoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o apertada do seu funcionamento por parte das autoridades, podendo, no limite, algumas ser convertidas ao regime p&amp;uacute;blico, com respetiva integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores, no &amp;acirc;mbito da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do regime espec&amp;iacute;fico de enquadramento administrativo e financeiro atr&amp;aacute;s referido.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Com vista &amp;agrave; melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho nas IES, 1) implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um plano, financiado pelo OE, de abertura de concursos para a base das carreiras, de acordo com as necessidades das IES, tendo em conta aposenta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;ldquo;falsos convidados&amp;rdquo; e outras solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es de recurso para suprir necessidades permanentes (ex: contratos de bolsa de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou recurso &amp;agrave; doc&amp;ecirc;ncia n&amp;atilde;o remunerada de investigadores com contratos prec&amp;aacute;rios); 2) respeito escrupuloso pela carga letiva estipulada nos estatutos das carreiras docentes, tornando efetivos os pareceres da Provedoria de Justi&amp;ccedil;a e da SGEC quanto &amp;agrave; carga letiva m&amp;aacute;xima aplic&amp;aacute;vel aos docentes convidados; 3) elimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o da disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o estatut&amp;aacute;ria que permite o concurso de profissionais para a doc&amp;ecirc;ncia sem remunera&amp;ccedil;&amp;atilde;o (contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o a 0%); 4) esclarecer, atrav&amp;eacute;s de altera&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos estatutos das carreiras, as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em que podem ser feitos contratos a prazo para a doc&amp;ecirc;ncia; 5) garantia da atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de licen&amp;ccedil;as sab&amp;aacute;ticas, direito que n&amp;atilde;o pode ser condicionado &amp;agrave;s limita&amp;ccedil;&amp;otilde;es or&amp;ccedil;amentais impostas &amp;agrave;s IES.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de altera&amp;ccedil;&amp;otilde;es aos estatutos das carreiras no sentido de garantir condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es efetivas de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s categorias superiores, com um sistema equilibrado de concursos internos e externos, e de recrutamento para a categoria de base das carreiras.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No &amp;acirc;mbito do Ensino Superior Particular e Cooperativo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Portuguesa de Ensino Superior Privado (APESP) de um contrato coletivo de trabalho para o Ensino Superior Particular e Cooperativo, que garanta condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dignas de trabalho e carreiras.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do diploma regulador da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e da carreira dos docentes e investigadores das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas, previsto no RJIES, o qual dever&amp;aacute; assegurar a exist&amp;ecirc;ncia de corpos docentes pr&amp;oacute;prios permanentes e qualificados.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;No &amp;acirc;mbito da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Reconhecimento da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o como parte integrante e essencial do Sistema Cient&amp;iacute;fico e Tecnol&amp;oacute;gico Nacional, pondo fim ao regime prec&amp;aacute;rio a que est&amp;atilde;o sujeitos os investigadores, atrav&amp;eacute;s da aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Carta Europeia do Investigador e da Diretiva Comunit&amp;aacute;ria 1999/70/CE, da implementa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um r&amp;aacute;cio m&amp;iacute;nimo de investigadores de carreira nas IES para que estas possam ter acesso a financiamento competitivo, e da concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da estabilidade dos investigadores integrados no programa Investigador FCT, atrav&amp;eacute;s da aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um diploma regulador da sua contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o e integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva nas IES em que desenvolvem a sua atividade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Refor&amp;ccedil;o do n&amp;uacute;mero de investigadores de carreira que desenvolvem atividades cient&amp;iacute;ficas no &amp;acirc;mbito dos Laborat&amp;oacute;rios do Estado, fortalecendo o papel que estes desempenham no Sistema Cient&amp;iacute;fico e Tecnol&amp;oacute;gico Nacional.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Permitir que os investigadores de todas as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es do sistema cient&amp;iacute;fico e tecnol&amp;oacute;gico, incluindo os dos Laborat&amp;oacute;rios do Estado, acedam ao concurso individual de est&amp;iacute;mulo ao emprego cient&amp;iacute;fico e alargar o n&amp;uacute;mero de vagas desse concurso (atualmente, com taxas de sucesso de cerca de 10%).&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Revis&amp;atilde;o do modelo de funcionamento da FCT, tornando-o mais previs&amp;iacute;vel, nomeadamente atrav&amp;eacute;s da divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um calend&amp;aacute;rio de concursos a abrir ao longo de um per&amp;iacute;odo de cinco anos, transparente e aut&amp;oacute;nomo.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Lisboa, 8 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;O Secretariado Nacional da FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/30000/300/40/3/ESI%20-%20Caderno%20Reivindicativo.pdf" target="_blank"&gt;Vers&amp;atilde;o.pdf&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 21 Nov 2019 17:29:08 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/caderno-reivindicativo-para-o-ensino-superior-e-investigacao</guid></item><item><title>Bolseiros e investigadores reclamam trabalho com direitos</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/concentracao-de-bolseiros-e-investigadores</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;22 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Bolseiros e investigadores reclamam trabalho com direitos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-concentracao-de-bolseiros-22-nov-2019" target="_blank"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/33bed1ff/78249027_10157484592294303_4656419240981561344_o.jpg?v=637100627357780431"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/33bed1ff/78359766_10157484591769303_1413060213367373824_o.jpg?v=637100627359270671"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/33bed1ff/71559570_10157484592544303_2191454711427629056_o.jpg?v=637100627360730811"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-concentracao-de-bolseiros-22-nov-2019" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Reportagem fotogr&amp;aacute;fica de HB&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-concentracao-de-bolseiros-22-nov-2019" target="_blank"&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/33bed1ff/76647942_10157484592404303_626163105990180864_o.jpg?v=637100627362191512"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/33bed1ff/74610051_10157484592629303_686427870884528128_o.jpg?v=637100627363681181"&gt; &lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/33bed1ff/74390894_10157484591779303_8487184903966818304_o.jpg?v=637100627365121446"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Bolseiros e Investigadores &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;22 de novembro |&amp;nbsp;17h30&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Frente &amp;agrave; Reitoria da Universidade do Porto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A luta contra a precaridade &amp;eacute; um dos focos do Caderno Reivindicativo do SPN e da FENPROF.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o de investigadores ao abrigo do DL 57/2016 &amp;eacute; um passo importante, mas de dimens&amp;atilde;o limitada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O PREVPAP podia ter tido um grande impacto, mas revelou-se um logro para a maior parte dos requerentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;H&amp;aacute; muita luta por fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos &amp;uacute;ltimos anos, o SPN/Fenprof tem estreitado rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a ABIC, no sentido de refor&amp;ccedil;ar esta luta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta medida, o SPN apoia mais esta iniciativa da ABIC e apela &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o na&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Bolseiros e Investigadores que vai ter lugar &amp;agrave;s 17h30 desta sexta-feira, 22 de novembro, frente &amp;agrave; Reitoria da Universidade do Porto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;img width="60%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/33bed1ff/image002.png?v=637098780432975618" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 20 Nov 2019 19:47:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/concentracao-de-bolseiros-e-investigadores</guid></item><item><title>Fenprof levou problemas do Superior e Investigação a reunião com ministério da tutela</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-levou-problemas-do-superior-e-investigacao-a-reuniao-com-ministerio-da-tutela</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof levou problemas do Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o a reuni&amp;atilde;o com minist&amp;eacute;rio da tutela&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof reuniu, no dia 15 de novembro, no Minist&amp;eacute;rio da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e do Ensino Superior. Esta reuni&amp;atilde;o, proposta pela Fenprof, teve todo o sentido, num quadro de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de muitos problemas que foram herdados da anterior legislatura e de prepara&amp;ccedil;&amp;atilde;o do pr&amp;oacute;ximo Or&amp;ccedil;amento do Estado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para a Fenprof &amp;eacute; necess&amp;aacute;rio abrirem-se portas de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o com vista &amp;agrave; resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o r&amp;aacute;pida dos problemas que afetam docentes e investigadores, que permita seguir caminho de combate efetivo &amp;agrave; precariedade do setor, &amp;agrave; desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras e que permita discutir o futuro das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es e a sua democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que assegure uma cada vez maior valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o p&amp;uacute;blico de ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os assuntos que se seguem foram objeto de discuss&amp;atilde;o nesta primeira reuni&amp;atilde;o:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Progress&amp;otilde;es na Carreira em discuss&amp;atilde;o na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foi agendada a aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalhePeticao.aspx?BID=13241" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o n.&amp;ordm; 557/XIII/4&amp;ordf;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;na reuni&amp;atilde;o plen&amp;aacute;ria do dia&amp;nbsp;&lt;strong&gt;14 de novembro de 2019&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;relativa &amp;agrave; exig&amp;ecirc;ncia de que sejam tomadas medidas que impe&amp;ccedil;am a discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o negativa dos docentes do ensino superior relativamente aos restantes trabalhadores da administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com esta Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o, promovida pela Fenprof, os subscritores defendem, ainda, que o governo abra um processo negocial para tratar desta mat&amp;eacute;ria e que, dessa forma, se ultrapassem as arbitrariedades e a falta de equidade entre institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta &amp;eacute; uma mat&amp;eacute;ria que, quase dois anos depois de o processo de descongelamento se ter iniciado, ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; devidamente tratada, da&amp;iacute; a import&amp;acirc;ncia e oportunidade do debate em plen&amp;aacute;rio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conhe&amp;ccedil;a as propostas avan&amp;ccedil;adas pelos partidos:&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.osverdes.pt/pages/posts/projeto-de-lei-n.ordm-38xiv1.ordf---materializa-o-direito-a-alteracao-obrigatoria-de-posicionamento-remuneratorio-aos-docentes-do-ensino-superior-publico-10441.php" target="_blank"&gt;PEV&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=44048" target="_blank"&gt;BE&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=44054" target="_blank"&gt;PCP&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.parlamento.pt/ActividadeParlamentar/Paginas/DetalheIniciativa.aspx?BID=44041" target="_blank"&gt;PAN&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma delega&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof, designadamente do seu Departamento de Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, esteve, ontem, presente nas galerias da AR, onde acompanhou o debate.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caderno Reivindicativo para o Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o - Valorizar as carreiras, combater a precariedade e democratizar as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;nbsp;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_12323/Anexos/Caderno_Reivindicativo_ESI_-_nov2019.pdf" target="_blank"&gt;Obtenha o Caderno Reivindicativo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os &amp;uacute;ltimos quatro anos foram marcados por uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o in&amp;eacute;dita e provavelmente irrepet&amp;iacute;vel que criou possibilidades para que a melhoria das condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho de docentes e investigadores e a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do ensino superior e da investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica em Portugal tivessem ocorrido. Lamentavelmente, esse quadro legislativo privilegiado foi, em larga medida, desaproveitado pelo Governo e por um Minist&amp;eacute;rio da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) incapaz de dar respostas adequadas a alguns dos problemas que caracterizam atualmente o Sistema de Ensino Superior e a Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica em Portugal.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No sentido de dar resposta aos problemas existentes, cuja gravidade, nalguns casos, at&amp;eacute; se tem acentuado, a Fenprof &amp;ndash; organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical representativa de docentes e investigadores &amp;ndash; apresenta ao XXII Governo Constitucional o presente Caderno Reivindicativo, elaborado com base nas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es aprovadas no 13.&amp;ordm; Congresso Nacional dos Professores, que teve lugar em Lisboa nos dias 14 e 15 de junho de 2019.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A partir da an&amp;aacute;lise da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o atual no Ensino Superior e na Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica, onde s&amp;atilde;o evidenciados os principais problemas que caracterizam ambos os setores, s&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;adas propostas visando, essencialmente, a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras, o combate &amp;agrave; precariedade laboral e a democratiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior (IES), cuja concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o a Fenprof entende que deve ser parte integrante de pol&amp;iacute;ticas que fa&amp;ccedil;am prevalecer o interesse nacional, num quadro de constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um futuro melhor para Portugal e para os Portugueses.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, para que se encontrem solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es para os problemas do Ensino Superior e da Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica, a Fenprof considera indispens&amp;aacute;vel que o Governo, desde logo o MCTES, seja claro nas suas posi&amp;ccedil;&amp;otilde;es e consequente nas suas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es, respeitando os sindicatos enquanto parceiros indispens&amp;aacute;veis e contribuindo para a valoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho levado a cabo por docentes e investigadores nas suas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pareceres Jur&amp;iacute;dicos sobre o PREVPAP&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &amp;ndash; Sobre o artigo 16.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 112/2017, de 29 de dezembro, e a refer&amp;ecirc;ncia que &amp;eacute; feita no seu n&amp;uacute;mero 1:&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&amp;ldquo;Os v&amp;iacute;nculos laborais das pessoas cujas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o abrangidas pela regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o extraordin&amp;aacute;ria nos termos da presente lei que n&amp;atilde;o sejam regulados pelo C&amp;oacute;digo do Trabalho, na sequ&amp;ecirc;ncia de parecer da CAB da respetiva &amp;aacute;rea governamental, homologado pelos membros do Governo competentes, e nas autarquias locais na sequ&amp;ecirc;ncia da decis&amp;atilde;o a que se refere o n.&amp;ordm; 3 do artigo 2.&amp;ordm;, existentes &amp;agrave; data da entrada em vigor da presente lei, s&amp;atilde;o prorrogados at&amp;eacute; &amp;agrave; conclus&amp;atilde;o dos correspondentes procedimentos concursais&lt;/strong&gt;.&amp;rdquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_12336/Anexos/Prevpap-_Informacao_artigo_16..pdf" target="_blank"&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;nbsp;Ler parecer&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;B &amp;ndash; Ser&amp;aacute; que o n.&amp;ordm; 4 do artigo 14.&amp;ordm;, da Portaria 150/2017, estabelece que&amp;nbsp;&lt;strong&gt;todos os docentes que estejam em igualdade de circunst&amp;acirc;ncias em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a um a quem tenha sido reconhecida a &amp;ldquo;necessidade permanente&amp;rdquo;&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;(tenham ou n&amp;atilde;o requerido a regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;nculo e, se requereram tenha o dirigente m&amp;aacute;ximo do &amp;oacute;rg&amp;atilde;o considerado que a necessidade era permanente ou tempor&amp;aacute;ria)&lt;strong&gt;&amp;nbsp;s&amp;atilde;o tamb&amp;eacute;m considerados necessidades permanentes?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_12336/Anexos/PREVPAP_-_Informacao_artigo_14._Portaria_331-2017.pdf" target="_blank"&gt;&amp;gt;&amp;gt;&amp;nbsp;Ler&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_12336/Anexos/PREVPAP_-_Informacao_artigo_14._Portaria_331-2017.pdf" target="_blank"&gt; par&lt;/a&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/Download/FENPROF/SM_Doc/Mid_115/Doc_12336/Anexos/PREVPAP_-_Informacao_artigo_14._Portaria_331-2017.pdf" target="_blank"&gt;ecer&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 20 Nov 2019 18:36:56 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/fenprof-levou-problemas-do-superior-e-investigacao-a-reuniao-com-ministerio-da-tutela</guid></item><item><title>Lamentável! – UP recorre de sentença de condenação de assédio moral ignorando o essencial</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/assedio-moral-no-trabalho-universidade-do-porto-condenada</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de dezembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Lament&amp;aacute;vel!&amp;nbsp;&lt;em&gt;&amp;ndash;&lt;/em&gt; UP recorre de senten&amp;ccedil;a de condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ass&amp;eacute;dio moral ignorando o essencial&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Em not&amp;iacute;cia datada de 15 de novembro, SPN divulgava a condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Universidade do Porto (UO) e tr&amp;ecirc;s dos dirigentes de &amp;oacute;rg&amp;atilde;os da Faculdade de Medicina num processo de ass&amp;eacute;dio moral a uma docente desta institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;em&gt;(ver abaixo)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Agrave; altura dos factos, o SPN reuniu duas vezes com o ent&amp;atilde;o diretor da Faculdade e uma vez com o pr&amp;oacute;prio reitor da UP, alertando para a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vivida pela colega e pedindo que estas entidades interviessem. N&amp;atilde;o foi tomada qualquer medida no sentido de proteger a colega e condenar quem a acossava.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em 15 de dezembro, &lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/30000/100/10/4/Publico%20-%20%20assedio%20moral%20na%20UP%2015dez2019.pdf" target="_blank"&gt;o jornal &amp;laquo;P&amp;uacute;blico&amp;raquo; publicou uma not&amp;iacute;cia &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;onde faz o relato da senten&amp;ccedil;a e atrav&amp;eacute;s da qual fic&amp;aacute;mos a saber que a UP decidiu recorrer da mesma.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o pode o SPN deixar de lamentar esta posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o da UP que, embora leg&amp;iacute;tima no plano legal, ignora o essencial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Do ponto de vista do Sindicato, a UP deveria come&amp;ccedil;ar por afirmar que enquanto institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o condena toda e qualquer forma de ass&amp;eacute;dio moral; em segundo lugar, devia a UP demonstrar que a&amp;ccedil;&amp;otilde;es iria tomar para que situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es semelhantes n&amp;atilde;o se repitam e que, caso surjam, que mecanismos criar&amp;aacute; para que sejam prevenidas; em terceiro lugar, &amp;eacute; lament&amp;aacute;vel que a UP n&amp;atilde;o tenha uma palavra de solidariedade para com a colega e de condena&amp;ccedil;&amp;atilde;o do sucedido. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seria bom que o que &amp;eacute; afirmado nos Estatutos da UP, no seu artigo 2.&amp;ordm;, sob a ep&amp;iacute;grafe &amp;lsquo;Valores&amp;rsquo;, nomeadamente que &amp;ldquo;a Universidade do Porto pauta a sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o por elevados padr&amp;otilde;es &amp;eacute;ticos&amp;rdquo; e que se preocupa &amp;ldquo;com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o pessoal de todos os que a integram&amp;rdquo; n&amp;atilde;o fosse um mero enunciado de princ&amp;iacute;pios sem qualquer tradu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;aacute;tica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Infelizmente, sabemos que este n&amp;atilde;o &amp;eacute; um caso isolado. Existem na academia (em Portugal, n&amp;atilde;o apenas na UP) v&amp;aacute;rias situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de abuso de poder e que muitas acabam por constituir tamb&amp;eacute;m processos de ass&amp;eacute;dio moral aos trabalhadores, em particular aos que t&amp;ecirc;m situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es laborais mais d&amp;eacute;beis e prec&amp;aacute;rias.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por &amp;uacute;ltimo, perante a gravidade dos factos, a &amp;uacute;nica coisa que a Universidade do Porto tem a dizer &amp;eacute; que vai recorrer da senten&amp;ccedil;a?&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Departamento de Ensino Superior do SPN&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;15 de novembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h5&gt;&lt;strong&gt;Ass&amp;eacute;dio moral no trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Universidade do Porto condenada&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Universidade do Porto, dois professores e o diretor da Faculdade em causa &amp;agrave; altura dos factos, foram solidariamente condenados por ass&amp;eacute;dio moral de uma professora, com a categoria de assistente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ass&amp;eacute;dio, agora dada como provada pelo TAF do Porto, arrastou-se por longos anos, desde 2004, traduzindo-se em grande desgaste psicol&amp;oacute;gico da colega e persegui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, com graves consequ&amp;ecirc;ncias na sua atividade profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Sindicato dos Professores do Norte, cujos servi&amp;ccedil;os jur&amp;iacute;dicos defenderam a colega, n&amp;atilde;o pode deixar de real&amp;ccedil;ar o que esta senten&amp;ccedil;a representa e o que revela da vida interna da academia, nomeadamente no que respeita &amp;agrave; prepot&amp;ecirc;ncia, &amp;agrave; falta de democracia e de respeito pelos direitos dos professores, bem como da aus&amp;ecirc;ncia de mecanismos que impe&amp;ccedil;am a continuidade de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ass&amp;eacute;dio moral no local de trabalho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A este prop&amp;oacute;sito, e independentemente do resultado de um eventual recurso, lamenta o SPN que as iniciativas que tomou para alertar para a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o vivida pela colega n&amp;atilde;o tenham tido uma resposta &amp;agrave; altura das suas responsabilidades por parte das autoridades acad&amp;eacute;micas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta senten&amp;ccedil;a, &amp;eacute; feito um extensivo enquadramento do ass&amp;eacute;dio moral. Congratulamo-nos com o facto de os tribunais come&amp;ccedil;arem, finalmente, a reconhecer a problem&amp;aacute;tica do ass&amp;eacute;dio moral nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O TAF do Porto reconhece que &amp;agrave; &amp;ldquo;Faculdade, &amp;agrave; Reitoria da Universidade do Porto e aos seus dirigentes exigia-se uma conduta mais diligente no sentido da prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o da trabalhadora ora em causa, sobretudo, porque se trata, p&amp;uacute;blica, reconhecida e notoriamente, de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas do ensino superior universit&amp;aacute;rio, cuja imagem e renome nacional e internacional n&amp;atilde;o deve ficar ref&amp;eacute;m de comportamentos humilhantes e discriminat&amp;oacute;rios como aqueles que foram infligidos &amp;agrave; A.[autora] no ambiente laboral da pr&amp;oacute;pria Universidade&amp;rdquo;, colocando assim em evid&amp;ecirc;ncia a responsabilidade das dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es, e mesmo da reitoria, na prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores contra abusos perpetrados por agentes doutros n&amp;iacute;veis hier&amp;aacute;rquicos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o podemos esquecer que nestas quest&amp;otilde;es est&amp;aacute; em causa n&amp;atilde;o s&amp;oacute; a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o laboral mas tamb&amp;eacute;m a sa&amp;uacute;de das pessoas, que nenhum tribunal consegue repor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por fim, o SPN espera que este caso sirva para que a comunidade acad&amp;eacute;mica se torne mais solid&amp;aacute;ria e consciente dos problemas que o atual Regime de Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior propicia, e que exija mais participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e mais democracia nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Sindicato dos Professores do Norte&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Porto, 14 de novembro de 2019&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;table width="266" height="16"&gt;
&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
&lt;td style="background-color: #d6d6d6;"&gt;
&lt;h5&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Destaques da senten&amp;ccedil;a&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/h5&gt;
&lt;/td&gt;
&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;
&lt;/table&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;[&amp;hellip;]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;A diferen&amp;ccedil;a, que ocorre no ass&amp;eacute;dio dos nossos dias com o que ocorria anteriormente, reside, essencialmente, nas suas intensifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, gravidade, amplitude, &amp;agrave; banaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do fen&amp;oacute;meno, &amp;agrave; abordagem que estabelece o nexo causal com a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho, aumentos e banaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o que se devem, em grande parte, &amp;agrave; enorme concorr&amp;ecirc;ncia entre as empresas e &amp;agrave; grande precariedade do trabalho.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O ass&amp;eacute;dio &amp;eacute;, pois, um fen&amp;oacute;meno grave que acarreta s&amp;eacute;rias consequ&amp;ecirc;ncias para a sa&amp;uacute;de f&amp;iacute;sica e mental dos trabalhadores.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;De acordo com a Resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Parlamento Europeu sobre ass&amp;eacute;dio moral no local de trabalho (2339/2001) o ass&amp;eacute;dio moral constitui um risco potencial para a sa&amp;uacute;de dos indiv&amp;iacute;duos, conduzindo frequentemente a doen&amp;ccedil;as relacionadas com stresse laboral.&amp;ldquo;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;[&amp;hellip;]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;Contudo, parece poder considerar-se, com o contributo das v&amp;aacute;rias &amp;aacute;reas que estudam o fen&amp;oacute;meno e do significado das v&amp;aacute;rias denomina&amp;ccedil;&amp;otilde;es que lhe foram atribu&amp;iacute;das a n&amp;iacute;vel dos v&amp;aacute;rios pa&amp;iacute;ses, como ass&amp;eacute;dio moral a exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos trabalhadores a situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es humilhantes e constrangedoras, repetitivas e prolongadas durante o trabalho, sendo que em consequ&amp;ecirc;ncia desta conduta, a v&amp;iacute;tima &amp;eacute; isolada do grupo, passando a ser hostilizada, ridicularizada, inferiorizada e culpabilizada diante dos seus colegas de trabalho.&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;[&amp;hellip;]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;ldquo;&amp;laquo;A pessoa perseguida e angustiada passar&amp;aacute; a ser frequentemente menos produtiva, mostrar&amp;aacute; uma maior propens&amp;atilde;o para cometer erros, dar&amp;aacute; mostras de maior absentismo &amp;ndash; tudo circunst&amp;acirc;ncias que poder&amp;atilde;o ser utilizadas contra ela em eventuais procedimentos disciplinares. Em certos casos, ali&amp;aacute;s, o ass&amp;eacute;dio n&amp;atilde;o ter&amp;aacute; nascido espontaneamente; com efeito, algumas empresas parecem lan&amp;ccedil;ar m&amp;atilde;o de um ass&amp;eacute;dio estrat&amp;eacute;gico, mais ou menos generalizado.&amp;raquo;&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;[&amp;hellip;]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;O r&amp;eacute;u na qualidade de Diretor do Departamento, &amp;ldquo;adoptou uma medida de gest&amp;atilde;o que se reputa de discriminativa, n&amp;atilde;o igualit&amp;aacute;ria, hostil e inferiorizante para a A., violando frontalmente, como agente administrativo, princ&amp;iacute;pios gerais que vinculam a actua&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, como sejam, os princ&amp;iacute;pios fundamentais da igualdade e da imparcialidade, vertidos nos 13.&amp;ordm; e 266.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 2, da CRP, e nos artigos 5.&amp;ordm; e 6.&amp;ordm; do CPA.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Os factos atr&amp;aacute;s dilucidados t&amp;ecirc;m de ser vistos em conjunto, como uma situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o complexa e prolongada no tempo, coincidente com o in&amp;iacute;cio e o fim da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o contratual da A. com a R&amp;eacute; Universidade do Porto, considerados numa sequ&amp;ecirc;ncia repetitiva de situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es tendentes &amp;agrave; humilha&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ao constrangimento, &amp;agrave; inferioriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;agrave; discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o negativa da Impetrante em ambiente laboral.&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp;[&amp;hellip;]&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Quer isto dizer, ent&amp;atilde;o, que o R&amp;eacute;u, enquanto Director da Faculdade e dirigente de uma unidade funcional da Universidade do Porto, &amp;ldquo;omitiu ilicitamente o seu dever de garante dos direitos atr&amp;aacute;s elencados &amp;ndash; o direito &amp;agrave; integridade moral da A. em ambiente laboral e os direitos &amp;agrave; igualdade e imparcialidade no tratamento.&amp;rdquo;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;</description><pubDate>Fri, 15 Nov 2019 14:38:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/assedio-moral-no-trabalho-universidade-do-porto-condenada</guid></item><item><title>EPC/EAE/EP – Plenário nacional aprova caderno reivindicativo</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/epc-eae-ep-encontro-nacional-de-docentes-26-out</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;26 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Fenprof apela &amp;agrave; coragem e determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes do EPC na luta pelos seus direitos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;address&gt;
&lt;p&gt;Meia centena de docentes do Ensino Particular e Cooperativo estiveram reunidos no 26 de outubro, em Lisboa, para fazer o balan&amp;ccedil;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, entre a&amp;nbsp;&lt;span&gt;Confedera&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o (&lt;/span&gt;&lt;span&gt;CNEF)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e a Fenprof, sobre o Contrato&amp;nbsp;Coletivo de Trabalho para o setor. O Plen&amp;aacute;rio serviu, igualmente, para definir formas de luta&amp;nbsp;que pressionem a CNEF a negociar e aprovar, por unanimidade e aclama&amp;ccedil;&amp;atilde;o, um&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;a target="_blank" href="/Media/Default/Info/29000/500/80/9/EPC-CADERNO_REIVINDICATIVO.pdf"&gt;caderno reivindicativo para o EPC: "Pelo direito a uma carreira digna e valorizada"&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, que ser&amp;aacute; apresentado ao novo Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e enviado aos grupos parlamentares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="50%" height="350" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/3UjYJ40et48"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na sess&amp;atilde;o de abertura, a&amp;nbsp;Coordenadora nacional do Departamento do Ensino Particular e Cooperativo da Fenprof, Gra&amp;ccedil;a Sousa, fez um balan&amp;ccedil;o de todo o processo negocial&lt;a href="https://youtu.be/Rdl4Sco4D6A" target="_blank"&gt; (&lt;em&gt;ver v&amp;igrave;deo&lt;/em&gt;)&lt;/a&gt;, desde 2013 at&amp;eacute; ao momento, do qual se destaca mais recentemente:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Concentra&amp;ccedil;&amp;atilde;o nacional em frente &amp;agrave; CNEF, em outubro de 2017;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Peti&amp;ccedil;&amp;atilde;o com mais de 5 mil assinaturas apresentada na Assembleia da Rep&amp;uacute;blica e discutida em plen&amp;aacute;rio, em janeiro de 2019;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Encontro nacional de docentes realizado no Porto, em 17 de novembro de 2018;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;-Abaixo assinado de docentes do EPC, EAE e EP, com mil assinaturas entregue &amp;agrave; Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o da CNEF, no dia 1 de outubro de 2019.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Ao longo do dia, os educadores e professores do setor que se deslocaram das mais diversas regi&amp;otilde;es do pa&amp;iacute;s, tiveram oportunidade de intervir, por vezes com testemunhos dram&amp;aacute;ticos, expondo as diversas realidades que se vivem no dia a dia num setor marcado pelos abusos de poder, pelo desrespeito pela fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o docente, pela explora&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma classe que desempenha fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es consideradas de interesse p&amp;uacute;blico, num setor completamente desregulado. Foi marcante, ao longo das interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es, a den&amp;uacute;ncia da desresponsabiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e dos organismos do estado (ACT e IGEC) na fiscaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos dinheiros p&amp;uacute;blicos que s&amp;atilde;o entregues &amp;agrave;s escolas do setor privado atrav&amp;eacute;s de contratos de patroc&amp;iacute;nio, contratos de associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e POCH, verbas muitas vezes desviadas para fins distintos do seu objetivo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-plenario-epc-20-out-2019" target="_blank"&gt;&lt;span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/plenário%20EPC%20(09).jpg?v=637077744336800058"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/plenário%20EPC%20(15).jpg?v=637077744338520297"&gt;&amp;nbsp;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/plenário%20EPC%20(61).jpg?v=637077744340470562"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-plenario-epc-20-out-2019" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Reportagem fotogr&amp;aacute;fica de HB&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Imagens/rf-hb-plenario-epc-20-out-2019" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/plenário%20EPC%20(57).jpg?v=637077744341800198"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/plenário%20EPC%20(37).jpg?v=637077744343690442"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;img width="30%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/plenário%20EPC%20(11).jpg?v=637077744345701187"&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final, o&amp;nbsp;&lt;span&gt;Secret&amp;aacute;rio-&lt;/span&gt;&lt;span&gt;g&lt;/span&gt;&lt;span&gt;eral da F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;apelou &amp;agrave; coragem e determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos docentes do EPC&amp;nbsp;na defesa dos seus direitos&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;e&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span&gt;sublinhou a import&amp;acirc;ncia da mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos professores nas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de luta promovidas pela F&lt;/span&gt;&lt;span&gt;enprof&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e pelos seus Sindicatos para que a luta por um Contrato Coletivo de Trabalho justo e que dignifique a profiss&amp;atilde;o docente permita desbloquear o impasse a que chegaram as negocia&amp;ccedil;&amp;otilde;es com a &lt;/span&gt;&lt;span&gt;CNEF&lt;/span&gt;&lt;span&gt;.&amp;nbsp;Sem essa mobiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e disponibilidade dos docentes em participar ativamente nas iniciativas da Fenprof, dificilmente se alcan&amp;ccedil;ar&amp;atilde;o os objetivos propostos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Fenprof, enquanto organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical, estar&amp;aacute; sempre ao lado de todos os educadores e professores e das suas justas reivindica&amp;ccedil;&amp;otilde;es independentemente de se tratar de docentes do setor p&amp;uacute;blico ou privado. E e&lt;span&gt;sta foi mais uma a&amp;ccedil;&amp;atilde;o demonstrativa de que a Fenprof&lt;/span&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;tem sido a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical que mais tem lutado por uma carreira digna e valorizada que aproxime as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho dos docentes do setor privado aos da escola p&amp;uacute;blica.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;8 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ensino particular e cooperativo / Ensino art&amp;iacute;stico especializado / Ensino profissional&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/address&gt;&lt;hr&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Plen&amp;aacute;rio Nacional de Docentes, em Lisboa (26/out)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Ficha de inscri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;nbsp;online&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&lt;strong&gt;Transporte (gratuito para s&amp;oacute;cios)&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&amp;mdash;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;c&lt;/span&gt;ontactar as&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;a href="https://www.spn.pt/Pasta/contactos" target="_blank"&gt;Delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es do SPN&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.org/261019" target="_blank"&gt;&lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/EPC-net-2019.jpg?v=637061489873492205" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No seguimento do processo negocial entre a CNEF e a Fenprof para um novo Contrato Coletivo de Trabalho para o EPC, EAE e EP, a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mantendo a sua posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o na defesa de melhores condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de trabalho para os docentes a exercerem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es neste setor, decidiu realizar a &lt;strong&gt;26 de outubro, em Lisboa, um Plen&amp;aacute;rio Nacional&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A&amp;nbsp;iniciativa ter&amp;aacute; duas partes distintas:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;1.&amp;ordf; &amp;mdash; balan&amp;ccedil;o da negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre a CNEF e a Fenprof do CCT para o EPC e formas de luta para pressionar a CNEF a negociar;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;span&gt;2.&amp;ordf; &amp;mdash;&amp;nbsp;aprova&amp;ccedil;&amp;atilde;o do&amp;nbsp;&lt;/span&gt;caderno reivindicativo para o setor, a apresentar ao novo Ministro da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e enviar aos grupos parlamentares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;Eacute; com esta determina&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;ndash; envolvendo os docentes na luta pela resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos seus problemas e tendo como princ&amp;iacute;pio a mesma profiss&amp;atilde;o&amp;nbsp;e os mesmos direitos &amp;ndash;, que &lt;strong&gt;a Fenprof, organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o sindical que mais tem lutado por uma carreira digna e valorizada para os docentes do EPC, EAE e EP&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;&lt;strong&gt;continuar&amp;aacute; a lutar pela defesa da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva, &lt;/strong&gt;n&amp;atilde;o desistindo de um Contrato Coletivo de Trabalho que reponha direitos, respeite os docentes e dignifique o seu exerc&amp;iacute;cio profissional.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://dados.fenprof.org/261019" target="_blank"&gt;&lt;img width="50%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/ef297a96/Ficha-net-EPC.jpg?v=637063228899293594"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;No plen&amp;aacute;rio podem participar s&amp;oacute;cios e n&amp;atilde;o s&amp;oacute;cios dos Sindicatos da Fenprof.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Mobiliza os colegas&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;|&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Contamos contigo&amp;nbsp;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0000ff;"&gt;|&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Participa!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O Secretariado Nacional&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 08 Oct 2019 15:28:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/epc-eae-ep-encontro-nacional-de-docentes-26-out</guid></item><item><title>Como ler o meu horário de trabalho? </title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/como-ler-o-meu-horario-de-trabalho</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;20 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;"Como ler o meu hor&amp;aacute;rio de trabalho?"&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Este gui&amp;atilde;o pretende ser uma ajuda no esclarecimento das d&amp;uacute;vidas dos educadores e professores na an&amp;aacute;lise do seu hor&amp;aacute;rio de trabalho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Caso permane&amp;ccedil;am irregularidades e ilegalidades, tal como aconteceu no ano letivo transato, a Fenprof n&amp;atilde;o hesitar&amp;aacute; em convocar Greve ao Sobretrabalho.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Fontes: [DN 10-B] &amp;ndash; Despacho Normativo n.&amp;ordm; 10-B/2018, de 6 de julho; [ECD] &amp;ndash; Anexo ao Decreto-Lei n.&amp;ordm; 139-A/90, de 28 de abril, na reda&amp;ccedil;&amp;atilde;o do DL 41/2012, de 21 de fevereiro; [DL137] &amp;ndash; Decreto-Lei n.&amp;ordm; 137/2012, de 2 de junho; [Port. 644-A] &amp;ndash; Portaria n.&amp;ordm; 644-A/2015, de 24 de agosto; [CT] &amp;ndash; C&amp;oacute;digo do Trabalho: Anexo &amp;agrave; Lei 7/2009, de 12 de fevereiro, e [Desp. n.&amp;ordm; 7638-A] - Despacho n.&amp;ordm; 7638-A/2019, de 28 de agosto. [OCEPE] &amp;ndash; Orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es Curriculares para a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-Escolar&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong style="color: #555555;"&gt;1. Defini&amp;ccedil;&amp;atilde;o de &amp;laquo;hora letiva&amp;raquo;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;60 minutos, no caso da educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar e do 1.&amp;ordm; ciclo do ensino b&amp;aacute;sico; 50 minutos, nos restantes n&amp;iacute;veis e ciclos de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="2"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Qual a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o do &amp;laquo;tempo letivo&amp;raquo; e dos tempos letivos de cada disciplina?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Depende. Na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, as 5 horas di&amp;aacute;rias s&amp;atilde;o geridas de acordo com o previsto nas OCEPE e no 1&amp;ordm; CEB os &amp;ldquo;tempos&amp;rdquo; s&amp;atilde;o de 60 minutos (nos restantes ciclos o tempo letivo &amp;eacute; definido pela escola, sendo o mais usual a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da unidade letiva de 45 ou de 50 minutos). &amp;Eacute; da compet&amp;ecirc;ncia da escola definir a dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos tempos letivos de cada disciplina em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da carga hor&amp;aacute;ria semanal prevista nas matrizes curriculares.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="3"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Como &amp;eacute; organizado o hor&amp;aacute;rio escolar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Em duas partes:&lt;/p&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; componente letiva&lt;/strong&gt; [DN 10-B] art.&amp;ordm; 5.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 1:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;25 horas semanais para os educadores de inf&amp;acirc;ncia e professores do 1.&amp;ordm; CEB;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;1100 minutos para os professores dos 2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; CEB, grupo de recrutamento 120, ensino secund&amp;aacute;rio e Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Especial.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&lt;strong&gt;&amp;mdash; componente n&amp;atilde;o letiva:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;trabalho de estabelecimento &amp;ndash; at&amp;eacute; 150 minutos [DN 10-B, art.&amp;ordm; 6.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 5];&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;trabalho individual &amp;ndash; tempo remanescente, at&amp;eacute; perfazer as 35 horas de trabalho semanal.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="4"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O que &amp;eacute; a componente letiva de um hor&amp;aacute;rio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A FENPROF tem vindo, sucessivamente, a reivindicar junto do ME que seja considerada toda a atividade docente que envolva o trabalho direto com alunos. Contudo, para o ME, a componente letiva restringe-se &amp;agrave; atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de turmas, ao desenvolvimento das atividades de desporto escolar e &amp;agrave;s atividades de enriquecimento curricular (neste &amp;uacute;ltimo caso, de acordo com o exposto no n&amp;uacute;mero 8).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="5"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; A Dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Turma (DT) faz parte da componente letiva?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Gra&amp;ccedil;as &amp;agrave; luta dos professores, principalmente no final do ano letivo de 2012-2013, o cargo de DT, para o qual cada escola gere 4 horas semanais, implica a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de, pelo menos, 2 horas da componente letiva, sendo as restantes marcadas na componente n&amp;atilde;o letiva. Contudo, 2 daquelas horas podem ser atribu&amp;iacute;das a outro docente do Conselho de Turma [DN 10-B, art.&amp;ordm; 10.&amp;ordm;]. A FENPROF defende e continuar&amp;aacute; a lutar para que, para o exerc&amp;iacute;cio das mesmas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es, aos educadores de inf&amp;acirc;ncia e professores do 1.&amp;ordm; CEB sejam aplicadas as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es existentes nos outros setores de ensino.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="6"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O intervalo no hor&amp;aacute;rio de trabalho dos professores&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;do 1.&amp;ordm; CEB &amp;eacute; contabilizado na componente letiva?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim, com exce&amp;ccedil;&amp;atilde;o do intervalo de almo&amp;ccedil;o [DN 10-B, art.&amp;ordm; 5&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 3].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="7"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O intervalo no hor&amp;aacute;rio de trabalho dos educadores de inf&amp;acirc;ncia &amp;eacute; contabilizado na componente letiva?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;O tempo de intervalo, na educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o pr&amp;eacute;-escolar, est&amp;aacute; integrado na componente letiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="8"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; As atividades de enriquecimento curricular (AEC) fazem parte da componente letiva do meu hor&amp;aacute;rio? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim. No caso de o agrupamento ser a entidade promotora das AEC, estas devem ser consideradas como atividade letiva aquando da distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o aos docentes de carreira, desde que tenham um hor&amp;aacute;rio semanal de, no m&amp;iacute;nimo, 6 horas [DN 10-B, art.&amp;ordm; 5.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="9"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O que pode ser considerado na componente n&amp;atilde;o letiva cumprida no estabelecimento de ensino?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Todas as atividades previstas no n.&amp;ordm; 3 do art.&amp;ordm; 82.&amp;ordm; do ECD e ainda as reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o ocasionais. No 1.&amp;ordm; CEB, ainda o atendimento aos Encarregados de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e o tempo de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre estabelecimentos de ensino no mesmo dia. No Pr&amp;eacute;-Escolar, o acompanhamento das atividades de anima&amp;ccedil;&amp;atilde;o, apoio &amp;agrave; fam&amp;iacute;lia e atendimento aos Encarregados de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o [DN 10-B, art.&amp;ordm;s 6.&amp;ordm; e 7.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="10"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Tenho horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da componente letiva ao abrigo do art.&amp;ordm; 79.&amp;ordm; do ECD. O que pode o&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;diretor atribuir-me nessas horas? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;Infelizmente, e ao contr&amp;aacute;rio do que a FENPROF vem h&amp;aacute; muito reivindicando, de acordo com o ECD, a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o da componente letiva do hor&amp;aacute;rio de trabalho determina o acr&amp;eacute;scimo correspondente na componente n&amp;atilde;o letiva a n&amp;iacute;vel de estabelecimento, sendo que nas situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o previstas no n.&amp;ordm; 3 do art.&amp;ordm; 79.&amp;ordm; do ECD, dever&amp;atilde;o ser atribu&amp;iacute;das preferencialmente as atividades constantes das al&amp;iacute;neas d), f), g), i), j) e n), cf. DN 10-B, art&amp;ordm;s 5.&amp;ordm; e 6.&amp;ordm;. Assim, o diretor poder&amp;aacute; atribuir o que est&amp;aacute; indicado na resposta anterior.&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="11"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Trabalho em v&amp;aacute;rias escolas do mesmo agrupamento. Tenho direito ao tempo de&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim, caso seja atribu&amp;iacute;do servi&amp;ccedil;o letivo, no mesmo dia, em diferentes escolas do mesmo agrupamento. O tempo de desloca&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre elas &amp;eacute; considerado como componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento [DN 10-B/2018, art.&amp;ordm; 6.&amp;ordm;, n.&amp;ordm; 8].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="12"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Como s&amp;atilde;o calculadas as horas de trabalho letivo noturno?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A partir das 22 horas, com um fator de bonifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de 1,5, arredondado por defeito, para cumprimento da componente letiva [ECD: art.&amp;ordm; 84.&amp;ordm; e CT: art.&amp;ordm; 223.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="13"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Quantas turmas e n&amp;iacute;veis posso ter?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apesar de a FENPROF reivindicar, h&amp;aacute; anos, um limite m&amp;aacute;ximo, tal limite n&amp;atilde;o est&amp;aacute; consagrado na lei, ficando a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o ao crit&amp;eacute;rio dos diretores: &amp;ldquo;Os crit&amp;eacute;rios em que assenta a distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do servi&amp;ccedil;o docente s&amp;atilde;o definidos pelo diretor e visam a gest&amp;atilde;o eficiente e eficaz dos recursos dispon&amp;iacute;veis, tanto na adapta&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos fins educativos a que se destinam como na otimiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do potencial de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada um dos docentes&amp;rdquo;. Contudo, o servi&amp;ccedil;o docente n&amp;atilde;o deve ser distribu&amp;iacute;do por mais de 2 turnos por dia, exceto quando ocorrerem reuni&amp;otilde;es de natureza pedag&amp;oacute;gica [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="14"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Sou professor de um determinado grupo de recrutamento, posso lecionar noutro?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Sim: &amp;ldquo;Os docentes podem, independentemente do grupo pelo qual foram recrutados, lecionar outra disciplina ou unidade de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o do mesmo ou de diferente ciclo ou n&amp;iacute;vel de ensino, desde que sejam titulares da adequada forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o cient&amp;iacute;fica e de certifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de idoneidade, nos casos em que esta &amp;eacute; requerida&amp;rdquo; [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="15"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Quem escolhe o hor&amp;aacute;rio em primeiro lugar?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;A gradua&amp;ccedil;&amp;atilde;o profissional n&amp;atilde;o est&amp;aacute; associada &amp;agrave; atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de hor&amp;aacute;rios. A distribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de servi&amp;ccedil;o &amp;eacute; da compet&amp;ecirc;ncia do diretor [DL 137, art.&amp;ordm; 20.&amp;ordm; n.&amp;ordm; 4 al&amp;iacute;nea d)]. Contudo, o regulamento interno de cada agrupamento ou escola pode determinar crit&amp;eacute;rios a seguir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="16"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; A responsabilidade por grupo-equipa de desporto escolar encaixa em que componente do hor&amp;aacute;rio?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;As atividades de treino desportivo regular de grupo equipa e de competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o desportiva interescolar formal de &amp;acirc;mbito local, regional, nacional e, eventualmente, internacional, bem como as atividades de aprofundamento da pr&amp;aacute;tica desportiva, treino e competi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em modalidades e grupo-equipa de elevado potencial desportivo, incluem-se na componente letiva do hor&amp;aacute;rio [Despacho 7638-A].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="17"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O apoio ao estudo do 2.&amp;ordm; CEB &amp;eacute; atribu&amp;iacute;do com recurso a que horas?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;Agrave;s horas da componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento e do cr&amp;eacute;dito hor&amp;aacute;rio [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="18"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; A oferta complementar dos 2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; CEB &amp;eacute; atribu&amp;iacute;da com recurso a que horas? &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;&amp;Agrave;s horas do cr&amp;eacute;dito hor&amp;aacute;rio [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="19"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; O que &amp;eacute; o apoio tutorial espec&amp;iacute;fico?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Apoio a alunos dos 2.&amp;ordm; e 3.&amp;ordm; CEB que, ao longo do seu percurso escolar, acumulem duas ou mais reten&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Cada professor tutor acompanha um grupo de 10 alunos. S&amp;atilde;o atribu&amp;iacute;das 4 horas letivas semanais para esse efeito [DN 10-B].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="20"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Se estiver a amamentar ou a aleitar, a quantas horas de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o tenho direito?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;Tem direito a at&amp;eacute; uma hora por cada turno, admitindo-se, devido &amp;agrave; especificidade do hor&amp;aacute;rio de trabalho docente, que seja distribu&amp;iacute;da proporcionalmente nas componentes letiva e n&amp;atilde;o letiva. [CT: art.&amp;ordm;s 47.&amp;ordm; e 48.&amp;ordm;].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;ol start="21"&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; Com a publica&amp;ccedil;&amp;atilde;o do DL n.&amp;ordm; 55/2018, de 6 de julho (Autonomia e Flexibilidade Curricular), qual a implica&amp;ccedil;&amp;atilde;o no hor&amp;aacute;rio de cada professor envolvido, tendo em conta todo o trabalho de coordena&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de articula&amp;ccedil;&amp;atilde;o curricular que dele resulta?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p style="padding-left: 30px;"&gt;De acordo com o n.&amp;ordm; 11 do art.&amp;ordm; 7.&amp;ordm; do DN 10-B/2018, dever&amp;atilde;o todas as reuni&amp;otilde;es n&amp;atilde;o ocasionais fazer parte da componente n&amp;atilde;o letiva a n&amp;iacute;vel de estabelecimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota 1:&lt;/strong&gt; Sempre que o n&amp;uacute;mero de horas semanais despendido com reuni&amp;otilde;es, cuja realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o decorra do normal funcionamento de uma escola/agrupamento, ultrapassa as que est&amp;atilde;o registadas no hor&amp;aacute;rio para esse fim (componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento), o docente dever&amp;aacute;:&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ter a correspondente redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o hor&amp;aacute;ria na componente de estabelecimento.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Ou ter essas horas remuneradas como servi&amp;ccedil;o docente extraordin&amp;aacute;rio, pois o aumento do n&amp;uacute;mero de horas de componente n&amp;atilde;o letiva de estabelecimento n&amp;atilde;o pode nunca determinar a redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o do n&amp;uacute;mero de horas da componente n&amp;atilde;o letiva destinadas a trabalho individual.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Nota 2&lt;/strong&gt;: Sempre que um docente n&amp;atilde;o v&amp;ecirc; reconhecido o direito referido na Nota 1, deve informar o Sindicato da FENPROF da sua &amp;aacute;rea, em qualquer uma das suas sedes ou delega&amp;ccedil;&amp;otilde;es, por email ou ainda por telefone, para que tenha o devido apoio e acompanhamento.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;A FENPROF estar&amp;aacute; atenta. Se se mantiverem irregularidades, ser&amp;aacute; convocada greve ao sobretrabalho. &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;H&amp;aacute; escolas que, ainda durante o ano letivo anterior, corrigiram as irregularidades que possu&amp;iacute;am.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;hr&gt;</description><pubDate>Fri, 20 Sep 2019 15:43:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/como-ler-o-meu-horario-de-trabalho</guid></item><item><title>Período probatório 2019/2020 — Lista das dispensas</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/periodo-probatorio-2019-2020</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de outubro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio 2019/2020: publicitadas listas dos docentes dispensados e dos que ter&amp;atilde;o de o realizar&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A DGAE&amp;nbsp;procedeu, no passado dia 8 de Outubro, &amp;agrave; divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o das listas de &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=38531" target="_blank"&gt;docentes que dever&amp;atilde;o realizar o per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio&lt;/a&gt; &lt;/strong&gt;e de &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=38532" target="_blank"&gt;docentes dispensados do mesmo&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, no ano escolar 2019/2020. bem como desta &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=38533" target="_blank"&gt;nota informativa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; relativa ao processo em causa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o vem na sequ&amp;ecirc;ncia de uma outra, em 16 de Setembro, concretamente desta outra &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=38069" target="_blank"&gt;nota informativa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, tamb&amp;eacute;m sobre a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio de docentes e, mais importante ainda, sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dispensa do mesmo, constantes do ponto 7 da nota em causa:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Contabilizem, pelo menos, 730 dias de servi&amp;ccedil;o efectivo, nos &amp;uacute;ltimos cinco anos imediatamente anteriores ao ano escolar 2018/2019, ou seja, contabilizados entre o dia 1 de Setembro de 2013 e o dia 31 de Agosto de 2018, prestados em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es docentes no mesmo grupo de recrutamento em que o docente ingressou na carreira;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Tenham, pelo menos, cinco anos de servi&amp;ccedil;o docente efectivo com avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de Bom, nos termos do ECD, ou seja, entre o ano escolar 2007/2008 e o ano escolar 2018/2019.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;DGAE discrimina injustificadamente docentes de LGP&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;Ora, no entender do SPN e da Fenprof, estas condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es foram completamente ignoradas pela DGAE, no que respeita aos docentes de L&amp;iacute;ngua Gestual Portuguesa (LGP), pois s&amp;oacute; isso explica o absurdo ponto 4 da nota informativa de 8 de Outubro, segundo o qual &amp;laquo;Os docentes de L&amp;iacute;ngua Gestual Portuguesa - grupo de recrutamento 360 - que ingressaram na carreira em 01.09.2018, que conclu&amp;iacute;ram a profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o em servi&amp;ccedil;o no ano escolar de 2018/2019 e que viram homologada a sua classifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &lt;strong&gt;dever&amp;atilde;o realizar o Per&amp;iacute;odo Probat&amp;oacute;rio no ano escolar de 2019/2020&lt;/strong&gt;.&amp;raquo;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;De facto, a manter-se e aplicar-se efectivamente tal orienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, aqueles docentes de LGP seriam claramente discriminados em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a outros docentes no que diz respeito &amp;agrave; realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio, caso se mantivessem integralmente as orienta&amp;ccedil;&amp;otilde;es constantes da nota informativa referida em ep&amp;iacute;grafe no que respeita aos docentes de LGP.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ora, os docentes de LGP, que possuem 10, 20 e at&amp;eacute; mais anos de servi&amp;ccedil;o, viram considerado esse tempo para efeito de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o da profissionaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, ou seja, foi considerado que tinham desempenhado fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es docentes (erradamente designadas por fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de t&amp;eacute;cnicos especializados) sempre na mesma &amp;aacute;rea/grupo &amp;ndash; LGP; al&amp;eacute;m disso, estes docentes foram avaliados no &amp;acirc;mbito das suas fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es docentes nos mesmos moldes dos restantes docentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o do atr&amp;aacute;s exposto, a FENPROF vai exigir, &amp;agrave; Secret&amp;aacute;ria de Estado Adjunta e da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a correc&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Nota Informativa em apre&amp;ccedil;o, de modo a que seja eliminada a discrimina&amp;ccedil;&amp;atilde;o que recai sobre os docentes de LGP, exigindo, pois, que tamb&amp;eacute;m estes docentes sejam dispensados da realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio e inclu&amp;iacute;dos na respectiva lista.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre o per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio est&amp;atilde;o dispon&amp;iacute;veis &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.dgae.mec.pt/gestrechumanos/pessoal-docente/carreira/periodo-probatorio/"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;17 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio 2019/2020: condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e de dispensa&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A&amp;nbsp;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.dgae.mec.pt/_main/" target="_blank"&gt;DGAE&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; procedeu, no dia 16 de setembro, &amp;agrave; publicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o da &lt;strong&gt;&lt;a href="https://www.dgae.mec.pt/?wpfb_dl=38069" target="_blank"&gt;nota informativa&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, sobre a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio de docentes e sobre as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dispensa do mesmo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A nota em causa informa da manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o em vigor do &lt;strong&gt;&lt;a href="https://dre.pt/application/file/70055636" target="_blank"&gt;Despacho n.&amp;ordm; 9488/2015&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;, publicado em 20 de Agosto, atrav&amp;eacute;s do qual foram, ent&amp;atilde;o, fixada&lt;strong&gt;s&lt;/strong&gt; as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio de docentes e ainda as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es de dispensa do mesmo, para os professores que ingressaram em lugares de quadro na sequ&amp;ecirc;ncia do concurso externo para 2015/2016. Assim, este despacho aplica-se, com as necess&amp;aacute;rias adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es temporais, ao presente ano escolar de 2019/2020.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim, cabe &lt;strong&gt;&amp;agrave; DGAE&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&lt;strong&gt;divulgar as listas de docentes que dever&amp;atilde;o realizar o per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio e de docentes dispensados do mesmo. &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para esse efeito, os diretores de escolas e agrupamentos t&amp;ecirc;m de entrar na plataforma&amp;nbsp;SIGRHE, na&amp;nbsp;&amp;aacute;rea&amp;nbsp;&amp;lsquo;Situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Profissional&amp;rsquo;, e preencher um formul&amp;aacute;rio eletr&amp;oacute;nico para recolha dos dados relativos aos docentes que ingressaram na carreira no concurso externo 2019/2020. Pelo menos para j&amp;aacute;, e ao contr&amp;aacute;rio do que sucedeu noutros anos, a DGAE n&amp;atilde;o definiu um prazo para os diretores levarem a cabo este procedimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nos termos da nota informativa, ficam dispensados do per&amp;iacute;odo probat&amp;oacute;rio, em 2009/2020, os docentes que re&amp;uacute;nam cumulativamente os seguintes requisitos:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;contabilizem, pelo menos, 730 dias de servi&amp;ccedil;o efetivo, nos &amp;uacute;ltimos cinco anos imediatamente anteriores ao ano escolar 2018/2019, ou seja, contabilizados entre o dia 1 de setembro de 2013 e o dia 31 de agosto de 2018, prestados em fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es docentes no mesmo grupo de recrutamento em que o docente ingressou na carreira;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;-enham, pelo menos, cinco anos de servi&amp;ccedil;o docente efetivo com avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o m&amp;iacute;nima de &amp;lsquo;Bom&amp;rsquo;, nos termos do ECD, ou seja, entre o ano escolar 2007/2008 e o ano escolar 2018/2019.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;</description><pubDate>Wed, 18 Sep 2019 18:33:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/periodo-probatorio-2019-2020</guid></item><item><title>Ensino Superior e Ciência — Debate clarificador</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/o-maior-debate-sobre-ensino-superior-e-ciencia-e-promovido-pela-fenprof-13-set</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;16 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Fenprof debate com os partidos as propostas para o Ensino Superior e a Ci&amp;ecirc;ncia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Por iniciativa da Fenprof, realizou-se, no passado dia 13 de setembro, no Instituto de Ci&amp;ecirc;ncias Sociais da Universidade de Lisboa, um debate que contou com a presen&amp;ccedil;a de representantes dos partidos com assento parlamentar.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Numa sess&amp;atilde;o marcada por interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es de grande profundidade por parte dos intervenientes, ficaram expressas de forma clara as grandes linhas orientadoras dos partidos acerca de um conjunto vasto de mat&amp;eacute;rias, designadamente, no que toca ao problema da precariedade laboral, do Programa de Regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o Extraordin&amp;aacute;rio de V&amp;iacute;nculos Prec&amp;aacute;rios da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica, do Regime Jur&amp;iacute;dico das Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior, do Regime Fundacional, entre outras.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por estes motivos, recomenda-se vivamente a todos os interessados que assistam ao debate e o difundam amplamente pelos seus colegas de toda a academia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="643" height="529" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/ZsomEfK3-K8"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;11 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;O maior debate sobre Ensino Superior e Ci&amp;ecirc;ncia&amp;nbsp;&amp;eacute; promovido pela Fenprof (13/set)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Com as elei&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;agrave; porta, os&amp;nbsp;professores do ensino superior e investigadores&amp;nbsp;querem saber o que defendem os partidos pol&amp;iacute;ticos para o futuro do setor e, por esse motivo, a Fenprof decidiu promover um grande debate sobre que ter&amp;aacute; lugar na pr&amp;oacute;xima &lt;strong&gt;sexta-feira, 13 de setembro&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate realiza-se no&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Audit&amp;oacute;rio Sedas Nunes, no Instituto de Ci&amp;ecirc;ncias Sociais da Universidade de Lisboa, a partir das 17 horas&lt;/strong&gt;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Foram convidados todos os partidos com representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o parlamentar, confirmando-se as presen&amp;ccedil;as dos/das seguintes deputados/as e/ou dirigentes:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PSD&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash;&amp;nbsp;Sebasti&amp;atilde;o Feyo de Azevedo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PS&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash;&amp;nbsp;&lt;span&gt;Elza Pais&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;BE&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash;&amp;nbsp;&lt;span&gt;Lu&amp;iacute;s Monteiro&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PCP&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash;&amp;nbsp;&lt;span&gt;Cristina Cruzeiro&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;PAN&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash; Rui Prud&amp;ecirc;ncio&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;N&amp;atilde;o estar&amp;atilde;o presentes o CDS-PP e o PEV que informaram n&amp;atilde;o terem respons&amp;aacute;veis dispon&amp;iacute;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate ser&amp;aacute; moderado por &lt;strong&gt;Andr&amp;eacute; Carmo&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O debate ser&amp;aacute; aberto &amp;agrave; comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o social e &amp;agrave; popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o, em particular aos professores do ensino superior e investigadores, que poder&amp;atilde;o, assim o entendam, colocar&amp;nbsp;quest&amp;otilde;es aos presentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O v&amp;iacute;deo integral do debate ser&amp;aacute; amplamente divulgado pela Fenprof ao longo da campanha eleitoral.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/b92c1e10/debate%20partidos_13%20setembro-page-001.jpg?v=637038015767594445"&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 11 Sep 2019 11:25:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/o-maior-debate-sobre-ensino-superior-e-ciencia-e-promovido-pela-fenprof-13-set</guid></item><item><title>SPN disponibiliza minutas para audiência prévia</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-disponibiliza-minutas-para-audiencia-previa</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;5 de setembro de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;SPN disponibiliza minutas para audi&amp;ecirc;ncia pr&amp;eacute;via&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Num momento em que os requerentes ao PREVPAP da Universidade do Porto come&amp;ccedil;am a ser notificados das decis&amp;otilde;es da CAB, o SPN disponibiliza 3 minutas para o exerc&amp;iacute;cio do direito de audi&amp;ecirc;ncia pr&amp;eacute;via.&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/900/10/8/SPN-PREVPAP-Audiência%20Prévia%20-%20Minuta%201.doc" target="_blank" style="color: #3366ff;"&gt;Minuta 1&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash; Situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;ldquo;&lt;strong&gt;n&amp;atilde;o admitido&lt;/strong&gt;&amp;rdquo; (estar&amp;atilde;o nesta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a maior parte dos investigadores cujas unidades de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o foram classificadas como Institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es Privadas Sem Fins Lucrativos)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/900/10/8/SPN-PREVPAP-Audiência%20Prévia%20-%20Minuta%202.doc" target="_blank" style="color: #3366ff;"&gt;Minuta 2&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;ndash; Situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;ldquo;&lt;strong&gt;necessidade n&amp;atilde;o permanente&lt;/strong&gt;&amp;rdquo;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/900/10/8/SPN-PREVPAP-Audiência%20Prévia%20-%20Minuta%203.doc" target="_blank"&gt;&lt;span style="color: #3366ff;"&gt;&lt;strong&gt;Minuta 3&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &amp;ndash; Situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de &amp;ldquo;&lt;strong&gt;necessidade permanente, mas com v&amp;iacute;nculo adequado&lt;/strong&gt;&amp;rdquo;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;O SPN est&amp;aacute; dispon&amp;iacute;vel para validar a vers&amp;atilde;o final do texto (aferindo designadamente as situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es espec&amp;iacute;ficas que possam estar em causa) que nos seja atempadamente remetida pelos nossos associados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, consultar a &lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/900/10/8/Mensagem%20enviada%20aos%20requerentes.pdf" target="_blank"&gt;mensagem enviada aos requerentes&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Departamento do Ensino Superior do SPN&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;</description><pubDate>Fri, 06 Sep 2019 02:50:02 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/spn-disponibiliza-minutas-para-audiencia-previa</guid></item><item><title>Crianças de 3 e 4 anos – para quando a resposta pública?</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/criancas-de-3-e-4-anos-para-quando-a-resposta-publica</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;02 de agosto de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Fenprof continua a exigir resposta p&amp;uacute;blica para todas as crian&amp;ccedil;as de 3 e 4 anos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;A Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Professores (Fenprof) tem, ao longo dos anos, vindo a questionar o Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o (ME) sobre a concretiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o das medidas que estabeleceram, e bem, a universalidade da oferta de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar para as crian&amp;ccedil;as de 3 e 4 anos. Na verdade, a &lt;strong&gt;Fenprof tentou reunir com o ME sobre esta e outras mat&amp;eacute;rias relativas a este setor de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas sem sucesso&lt;/strong&gt;, uma vez que os seus respons&amp;aacute;veis t&amp;ecirc;m-se remetido ao sil&amp;ecirc;ncio e, apesar das insist&amp;ecirc;ncias, nunca agendou qualquer reuni&amp;atilde;o para tal efeito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com a realiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o daquela reuni&amp;atilde;o, de que a Fenprof n&amp;atilde;o desistiu, pretende-se discutir e avaliar com o ME a forma de concretizar a universalidade da oferta para aquela faixa et&amp;aacute;ria, sustentando as suas propostas num levantamento que realizou a n&amp;iacute;vel nacional, bem como em reuni&amp;otilde;es realizadas com dire&amp;ccedil;&amp;otilde;es de agrupamentos de escolas e com autarquias. Os dados recolhidos v&amp;ecirc;m demonstrando de forma clara que &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel alargar a rede p&amp;uacute;blica para dar a resposta necess&amp;aacute;ria &amp;agrave;s crian&amp;ccedil;as de 3 e 4 anos e &amp;agrave;s respetivas fam&amp;iacute;lias, sem que para isso o ME/governo necessite de despender grandes verbas. &amp;Eacute; que existem recursos f&amp;iacute;sicos, materiais e humanos suficientes para o efeito: haja vontade pol&amp;iacute;tica para avan&amp;ccedil;ar!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Assim sendo, a Fenprof considera justificadas e leg&amp;iacute;timas as reclama&amp;ccedil;&amp;otilde;es e as den&amp;uacute;ncias vindas a p&amp;uacute;blico, nomeadamente com recurso ao Portal da Queixa, em que muitas fam&amp;iacute;lias acusam o ME pela falta de vagas nos&amp;nbsp;jardins-de-inf&amp;acirc;ncia da rede p&amp;uacute;blica.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O governo e o ME t&amp;ecirc;m de assumir o que lhes compete e investirem de forma clara no alargamento da rede p&amp;uacute;blica de jardins-de-inf&amp;acirc;ncia, criando condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para que, j&amp;aacute; no pr&amp;oacute;ximo ano letivo, mais crian&amp;ccedil;as de 3 e 4 anos possam frequentar a Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar. &amp;Eacute; preciso, de uma vez por todas, deixar de gastar dinheiro p&amp;uacute;blico na rede privada e na dita solid&amp;aacute;ria, demitindo-se o Estado do cumprimento cabal da sua obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o: garantir, a todos, o direito de acesso &amp;agrave; rede p&amp;uacute;blica de estabelecimentos de Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Pr&amp;eacute;-escolar, contribuindo, dessa forma, para uma efetiva igualdade de oportunidades.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica do levantamento de dados que a Fenprof tem vindo a realizar ter&amp;aacute; lugar no in&amp;iacute;cio do ano letivo, ano em que a Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dedicar&amp;aacute; uma particular aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Inf&amp;acirc;ncia.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Fri, 02 Aug 2019 21:10:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/criancas-de-3-e-4-anos-para-quando-a-resposta-publica</guid></item><item><title>Precários no Ciência / 2019 (9/jul)</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/precario-no-ciencia-2019-9-jul</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;9 de julho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Prec&amp;aacute;rios protestam no Ci&amp;ecirc;ncia 2019&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Cerca de uma centena de docentes e investigadores prec&amp;aacute;rios protestaram, esta ter&amp;ccedil;a-feira, &amp;agrave; entrada do Encontro Ci&amp;ecirc;ncia 2019, contra a precariedade e pela dignifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das carreiras cient&amp;iacute;ficas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um protesto que teve o apoio da Fenprof e da Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional de Sindicatos de Trabalhadores em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas e Sociais e que foi organizado pelo Sindicato dos Professores da Grande Lisboa, pela Rede de Investigadores contra a Precariedade, a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Bolseiros de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica, os Prec&amp;aacute;rios do Estado, a Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de Combate &amp;agrave; Precariedade e mais sete N&amp;uacute;cleos e Grupos de Bolseiros, Investigadores e Prec&amp;aacute;rios de v&amp;aacute;rias institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Ensino Superior e Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todo o pa&amp;iacute;s.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Tiago Dias&lt;/strong&gt;, em representa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da Fenprof, saudou os presentes pela sua luta e lembrou as vit&amp;oacute;rias que j&amp;aacute; foram alcan&amp;ccedil;adas gra&amp;ccedil;as a esta uni&amp;atilde;o de esfor&amp;ccedil;os a n&amp;iacute;vel nacional. Para o dirigente, &amp;eacute; tempo de o governo efetivar o aumento do financiamento do Ensino Superior P&amp;uacute;blico e esse tem que ser um dos pilares da luta para a pr&amp;oacute;xima legislatura, porque &amp;laquo;sem um quadro de financiamento est&amp;aacute;vel, n&amp;atilde;o &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel lutar por carreiras e condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es dignas de trabalho&amp;raquo;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;iframe width="568" height="467" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" src="//www.youtube.com/embed/4fksuAdWL2k"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=49&amp;amp;doc=12173" target="_blank"&gt;Ver mais interven&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;3 de julho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Prec&amp;aacute;rios no Ci&amp;ecirc;ncia 2019. Participa!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: #ffffff;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A Fenprof apela &amp;agrave; participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o no Encontro-Protesto Nacional dos Trabalhadores Cient&amp;iacute;ficos do Ensino Superior e Ci&amp;ecirc;ncia &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="background-color: #ffffff; color: #800000;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;9 de Julho&amp;nbsp;&lt;span style="color: #333333;"&gt;|&lt;/span&gt; 15 horas&amp;nbsp;&lt;span style="color: #333333;"&gt;| &lt;/span&gt;Centro de Congressos de Lisboa (antiga FIL).&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O declarado compromisso de investimento na ci&amp;ecirc;ncia e ensino superior do atual governo pouco passou das declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es e nunca entendeu combater a precariedade nem reverter o quadro de subfinanciamento cr&amp;oacute;nico das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Os docentes, investigadores, gestores e comunicadores de ci&amp;ecirc;ncia, t&amp;eacute;cnicos, administrativos e as organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es promotoras desta iniciativa afastam-se e repudiam as declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es do Ministro de que se teria atingido o &amp;ldquo;pleno emprego&amp;rdquo; entre os doutorados. Tais declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o reveladoras ou de um profundo desconhecimento do seu sector, ou de uma vontade deliberada de iludir a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="/Media/Default/Info/28000/600/20/3/Ciência_2019.pdf" target="_blank"&gt;Ver Flyer&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PELO FIM DA PRECARIEDADE LABORAL E PELA DIGNIFICA&amp;Ccedil;&amp;Atilde;O DAS CARREIRAS CIENT&amp;Iacute;FICAS, PARTICIPA!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;img width="80%" height="NaN" src="/Media/Default/_Profiles/ee10172b/8c88a952/Precarios-no-Ciencia2019-cartaz_600.jpg?v=636978624219984959" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 04 Jul 2019 17:39:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/precario-no-ciencia-2019-9-jul</guid></item><item><title>Ensino superior - A Fenprof e os concursos internos</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/ensino-superior-concursos</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;10 de julho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Concursos internos para progress&amp;atilde;o na carreira&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;Governo legisla sem respeitar procedimentos negociais obrigat&amp;oacute;rios&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4 align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 13.5pt;"&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Legislatura chega ao fim com quase tudo por resolver, desde logo o grave problema do subfinanciament&lt;/span&gt;o&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Foi com surpresa que a Fenprof tomou conhecimento do teor do&amp;nbsp;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 84/2019, de 28 de junho (Decreto-Lei de Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Or&amp;ccedil;amental), no que se refere &amp;agrave; possibilidade de abertura de concursos internos para progress&amp;atilde;o na carreira, com vista ao cumprimento da percentagem m&amp;iacute;nima de 50% de docentes nas duas categorias superiores, como, ali&amp;aacute;s, estipulam os estatutos de carreira docente (ECDU e ECDESP). A surpresa &amp;eacute; tanto maior quanto n&amp;atilde;o se verificou qualquer processo negocial, o que &amp;eacute; manifestamente ilegal, dada a mat&amp;eacute;ria em causa. MCTES e Governo violam, assim, o disposto no n.&amp;ordm; 1 do artigo 350.&amp;ordm; da Lei n.&amp;ordm; 35/2014, de 20 de junho (Lei Geral do Trabalho em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas - LTFP), revelando, com esse procedimento, um inaceit&amp;aacute;vel desrespeito pelos docentes, pelas suas organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es sindicais representativas e pela negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o coletiva.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;O aspeto positivo da medida imposta pelo governo &amp;eacute; o facto de esta tornar ainda mais evidentes problemas relacionados com as carreiras docentes do ensino superior, cuja progress&amp;atilde;o, h&amp;aacute; muito, se encontra bloqueada. Acontece por&amp;eacute;m que, pelos termos e prazos que s&amp;atilde;o fixados neste diploma legal aprovado unilateralmente pelo governo, a medida n&amp;atilde;o resolve o problema que diz querer colmatar,&amp;nbsp;sendo&amp;nbsp;que, em sede de negocia&amp;ccedil;&amp;atilde;o, teria sido poss&amp;iacute;vel obter solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es mais ajustadas.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;Importa ainda referir que, para al&amp;eacute;m desta quest&amp;atilde;o, outros e muitos s&amp;atilde;o os problemas que condicionam o sistema e aos quais o governo n&amp;atilde;o deu uma resposta ao longo de toda a legislatura que termina em breve. De entre eles, destacam-se: a elevada taxa e prolongada precariedade de docentes e investigadores; a incorreta progress&amp;atilde;o das carreiras, muitas vezes dependente de discricion&amp;aacute;rias decis&amp;otilde;es superiores; a n&amp;atilde;o abertura de concursos que permitam rejuvenescer o corpo docente; a inexist&amp;ecirc;ncia de um regime de gest&amp;atilde;o democr&amp;aacute;tica das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior; a manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de propinas e o d&amp;eacute;bil apoio aos estudantes carenciados.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-size: 10.5pt;"&gt;Com tantos problemas por resolver, alguns mais do que reconhecidos e a exigir a solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o que n&amp;atilde;o surgiu, &amp;eacute; f&amp;aacute;cil concluir que o problema essencial do sistema de ensino superior p&amp;uacute;blico portugu&amp;ecirc;s continua a ser o seu cr&amp;oacute;nico subfinanciamento, problema que contamina e subverte o desenvolvimento e aperfei&amp;ccedil;oamento do sistema no cumprimento da sua miss&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica. A Fenprof exigir&amp;aacute; do pr&amp;oacute;ximo Governo a resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste problema.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: 'Calibri',sans-serif;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;28 de junho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="color: #333333;"&gt;&lt;strong&gt;Ensino superior&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Concursos para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s categorias de professor coordenador e coordenador principal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Concursos para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s categorias de professor associado e catedr&amp;aacute;tico&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;Foi publicado o Decreto-Lei de Execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Or&amp;ccedil;amental de 2019, que inclui uma disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o que vem permitir a abertura de concursos internos para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o nas carreiras docentes universit&amp;aacute;ria e polit&amp;eacute;cnica, de acordo com as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es nele estabelecidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;______________________&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Decreto-Lei n.&amp;ordm; 84/2019 de 28 de junho&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Art.&amp;ordm; 76.&amp;ordm; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Concursos para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s categorias de professor coordenador e coordenador principal&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 &amp;ndash; At&amp;eacute; 31 de dezembro de 2019, as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior podem abrir concursos para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores adjuntos e coordenadores, at&amp;eacute; serem atingidos os limites m&amp;aacute;ximos definidos no artigo 30.&amp;ordm; do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Polit&amp;eacute;cnico, nos termos dos n&amp;uacute;meros seguintes.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2 &amp;mdash; Podem ser opositores ao concurso para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o os professores com contrato por tempo indeterminado com a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que tenham o m&amp;iacute;nimo de 10 anos de antiguidade na respetiva categoria.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3 &amp;mdash; Os concursos s&amp;oacute; podem ser abertos para &amp;aacute;rea ou &amp;aacute;reas disciplinares em que haja mais do que um professor com contrato por tempo indeterminado com a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que re&amp;uacute;na as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para ser opositor, e desde que o conjunto de professores coordenadores e coordenadores principais dessa &amp;aacute;rea ou &amp;aacute;reas disciplinares n&amp;atilde;o exceda os limiares m&amp;aacute;ximos fixados pelos n.os 4 e 5 do artigo 30.&amp;ordm; do Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Polit&amp;eacute;cnico.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4 &amp;mdash; Os j&amp;uacute;ris dos concursos s&amp;atilde;o compostos maioritariamente por individualidades externas &amp;agrave; institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensino superior.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 &amp;mdash; O concurso de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o rege -se, com as necess&amp;aacute;rias adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pelo disposto nos artigos 9 -A.&amp;ordm;, 10.&amp;ordm;, 15.&amp;ordm; e seguintes do Estatuto da Estatuto da Carreira do Pessoal Docente do Ensino Superior Polit&amp;eacute;cnico, em tudo o que n&amp;atilde;o esteja especialmente previsto no presente artigo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Artigo 77.&amp;ordm; &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Concursos para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s categorias de professor associado e catedr&amp;aacute;tico&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;1 &amp;mdash; At&amp;eacute; 31 de dezembro de 2019, as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior podem abrir concursos para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de professores auxiliares e associados, at&amp;eacute; ser atingido o limite inferior de 50 % definido no n.&amp;ordm; 1 do artigo 84.&amp;ordm; do Estatuto da Carreira Docente Universit&amp;aacute;ria, nos termos dos n&amp;uacute;meros seguintes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2 &amp;mdash; Podem ser opositores ao concurso para promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o os professores com contrato por tempo indeterminado com a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e que tenham o m&amp;iacute;nimo de 10 anos de antiguidade na respetiva categoria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;3 &amp;mdash; Os concursos s&amp;oacute; podem ser abertos para &amp;aacute;rea ou &amp;aacute;reas disciplinares em que haja mais do que um professor com contrato por tempo indeterminado com a institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o, que re&amp;uacute;na as condi&amp;ccedil;&amp;otilde;es para ser opositor, e desde que o conjunto de professores associados e catedr&amp;aacute;ticos de carreira dessa &amp;aacute;rea ou &amp;aacute;reas disciplinares n&amp;atilde;o represente mais de 50 % do total dos professores de carreira.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;4 &amp;mdash; Os j&amp;uacute;ris dos concursos s&amp;atilde;o compostos maioritariamente por individualidades externas &amp;agrave; institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de ensino superior.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;5 &amp;mdash; O concurso de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o rege -se, com as necess&amp;aacute;rias adapta&amp;ccedil;&amp;otilde;es, pelo disposto nos artigos 38.&amp;ordm; e seguintes do Estatuto da Carreira Docente Universit&amp;aacute;ria, em tudo o que n&amp;atilde;o esteja especialmente previsto no presente artigo.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Mon, 01 Jul 2019 19:03:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/ensino-superior-concursos</guid></item><item><title>Precariedade é negativa para o sistema de ensino e investigação</title><link>https://www.spn.pt:443/Artigo/precariedade-no-ensino-superior-e-ciencia-e-negativa-para-o-sistema-de-ensino-e-investigacao</link><description>&lt;h6&gt;&lt;em&gt;18 de junho de 2019&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h4&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;&lt;strong&gt;Precariedade no ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia &amp;eacute; negativa para o sistema de ensino e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h4&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;PREVPAP: Para al&amp;eacute;m da indispens&amp;aacute;vel reaprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de decis&amp;otilde;es que obrigam milhares de docentes e investigadores a satisfazer necessidades permanentes com v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios, &amp;eacute; urgente a homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Pareceres das CAB e a abertura dos respetivos concurso&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ao PREVPAP, Programa de Regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de V&amp;iacute;nculos Prec&amp;aacute;rios, iniciado em 2017, foram submetidos mais de 6 000 requerimentos de trabalhadores do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia que exercem fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de doc&amp;ecirc;ncia, de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es t&amp;eacute;cnicas&amp;nbsp;nas universidades, polit&amp;eacute;cnicos e centros de investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, entre as quais os Laborat&amp;oacute;rios de Estado, ou ainda nas IPSFL (institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es privadas de forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o avan&amp;ccedil;ada e investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o) criadas pelas universidades p&amp;uacute;blicas para fugirem &amp;agrave;s regras da contabilidade e contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blicas, embora financiadas em larga medida pelo Estado e fundos europeus, uma esp&amp;eacute;cie de institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es&amp;nbsp;zombie&amp;nbsp;ou&amp;nbsp;offshore, onde a precariedade &amp;eacute; total e a desvaloriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do trabalho &amp;eacute; profunda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As designadas comiss&amp;otilde;es bipartidas (CAB), criadas no &amp;acirc;mbito do PREVPAP, j&amp;aacute; analisaram todos os requerimentos e est&amp;atilde;o agora a reanalisar situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es concretas que decorrem das alega&amp;ccedil;&amp;otilde;es apresentadas por muitos dos que viram os seus requerimentos ser indeferidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este n&amp;atilde;o tem sido um processo f&amp;aacute;cil, bem pelo contr&amp;aacute;rio, raz&amp;atilde;o por que, apesar das&amp;nbsp;&lt;strong&gt;162 reuni&amp;otilde;es realizadas&lt;/strong&gt;,&amp;nbsp;os resultados s&amp;atilde;o paup&amp;eacute;rrimos em termos de regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;nculos, n&amp;atilde;o s&amp;oacute; pelos crit&amp;eacute;rios assaz estreitos do minist&amp;eacute;rio da tutela, sempre acompanhado pelas finan&amp;ccedil;as e o trabalho (crit&amp;eacute;rios desde o in&amp;iacute;cio contestados pelos sindicatos), mas tamb&amp;eacute;m devido ao bloqueio imposto pela maioria das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es (bloqueio que persistem em manter) &amp;agrave; regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de v&amp;iacute;nculos, alguns dos quais a ro&amp;ccedil;ar a ilegalidade.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;At&amp;eacute; 28 de maio, no total das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es de ensino superior, s&amp;oacute; foram aprovados para regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o 10% dos 1509 docentes e 17% dos 1668 investigadores doutorados que o solicitaram. Ou seja, apenas 434 dos 3177 docentes/investigadores viram a CAB considerar que o seu v&amp;iacute;nculo &amp;eacute; irregular. E nem mesmo as regulariza&amp;ccedil;&amp;otilde;es do v&amp;iacute;nculo ao abrigo do regime transit&amp;oacute;rio, no ensino polit&amp;eacute;cnico, tornam a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o menos grave. Ao n&amp;iacute;vel das carreiras gerais, foram regularizados 58%, ou seja 1594 dos 2749 requerentes. Ainda que este n&amp;uacute;mero se situe muito abaixo do que se esperava e exigia, face &amp;agrave;s fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es desempenhadas pelos trabalhadores que recorreram ao PREVPAP, ele &amp;eacute; incomparavelmente superior ao dos docentes do ensino superior e investigadores.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os valores extremamente baixos de regulariza&amp;ccedil;&amp;otilde;es no ensino superior e na ci&amp;ecirc;ncia resultam das op&amp;ccedil;&amp;otilde;es das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas e do governo, que insistem em n&amp;atilde;o reconhecer o valor e a import&amp;acirc;ncia de recursos humanos altamente qualificados, muitos deles com largos anos de trabalho na administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o p&amp;uacute;blica e servi&amp;ccedil;os descentralizados. Esta op&amp;ccedil;&amp;atilde;o errada pela precariedade repercute-se na qualidade de resposta &amp;agrave;s suas miss&amp;otilde;es, incluindo, naturalmente, no ensino, investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento tecnol&amp;oacute;gico. A este impacto negativo no desenvolvimento do sistema cient&amp;iacute;fico nacional acrescem as graves consequ&amp;ecirc;ncias na vida familiar destes trabalhadores com v&amp;iacute;nculos prec&amp;aacute;rios no que diz respeito, por exemplo, &amp;agrave;s suas perspetivas de carreira &amp;ndash; integra&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento &amp;ndash; e &amp;agrave; sua prote&amp;ccedil;&amp;atilde;o social.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A acrescentar a esta situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o refira-se a&amp;nbsp;&lt;strong&gt;lentid&amp;atilde;o exasperante da aprecia&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos processos pelas CAB&lt;/strong&gt;. Contudo, tendo-se chegado a este ponto, era expect&amp;aacute;vel que as decis&amp;otilde;es das CAB da Ci&amp;ecirc;ncia, Tecnologia e Ensino Superior (CTES) fossem rapidamente homologadas e, tamb&amp;eacute;m em tempo &amp;uacute;til, as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es procedessem &amp;agrave; abertura dos indispens&amp;aacute;veis concursos. Mas isso n&amp;atilde;o est&amp;aacute; a acontecer... a extrema e exasperante lentid&amp;atilde;o, as artimanhas, os &amp;ldquo;esquecimentos&amp;rdquo; aparentemente cir&amp;uacute;rgicos, a burocracia, as leituras e interpreta&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;ldquo;criativas&amp;rdquo; da legisla&amp;ccedil;&amp;atilde;o aplic&amp;aacute;vel e, em alguns casos, o puro bloqueio t&amp;ecirc;m como consequ&amp;ecirc;ncia o arrastamento da precariedade, com todas as consequ&amp;ecirc;ncias que dela adv&amp;ecirc;m para os trabalhadores do ensino e ci&amp;ecirc;ncia, mas tamb&amp;eacute;m para a pr&amp;oacute;pria institui&amp;ccedil;&amp;atilde;o e territ&amp;oacute;rio de perten&amp;ccedil;a.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A decis&amp;atilde;o das CAB CTES &amp;eacute; apenas uma etapa do longo e penoso processo de regulariza&amp;ccedil;&amp;atilde;o do v&amp;iacute;nculo. A essa decis&amp;atilde;o segue-se o processo de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o ser&amp;aacute; decidida em conjunto pelos tr&amp;ecirc;s minist&amp;eacute;rios envolvidos (MCTES, MF e MTSSS) e pode concluir pela n&amp;atilde;o homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o da decis&amp;atilde;o anterior, da CAB. N&amp;atilde;o surpreenderia que, neste processo, os governantes continuassem &amp;agrave; procura do pormenor que pudesse justificar o indeferimento do requerimento, transformando assim uma leg&amp;iacute;tima expetativa refor&amp;ccedil;ada pela decis&amp;atilde;o da CAB, em mais um novo cap&amp;iacute;tulo de frustra&amp;ccedil;&amp;atilde;o daqueles sobre quem se abate a precariedade. Este longo e penoso processo de homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o j&amp;aacute; decorre h&amp;aacute; mais de seis meses e n&amp;atilde;o h&amp;aacute; sequer ideia de quando estar&amp;aacute; conclu&amp;iacute;do.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na fase seguinte, e j&amp;aacute; s&amp;oacute; apenas para o reduzido n&amp;uacute;mero de regulariza&amp;ccedil;&amp;otilde;es que passaram pelos sucessivos crivos, as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es usam toda a imagina&amp;ccedil;&amp;atilde;o e argument&amp;aacute;rio para n&amp;atilde;o dar andamento aos processos. Tamb&amp;eacute;m aqui, a coberto de alegadas restri&amp;ccedil;&amp;otilde;es financeiras, n&amp;atilde;o h&amp;aacute; pressa e o tempo vai passando, a contribuir para tal arrastamento do processo a complicada burocracia que o acompanha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O bloqueio institucional &amp;eacute; claro e a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; inequ&amp;iacute;voca: manter a precariedade no setor e, assim, ter dispon&amp;iacute;vel m&amp;atilde;o-de-obra qualificada a baixo custo e sujeita &amp;agrave; discricionariedade dos &amp;oacute;rg&amp;atilde;os de gest&amp;atilde;o das institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Se d&amp;uacute;vidas houvesse a este respeito, os n&amp;uacute;meros s&amp;atilde;o claros: ao abrigo do PREVPAP&amp;nbsp;&lt;strong&gt;foram abertos ou est&amp;atilde;o em fase final de formaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o 38 concursos para docentes e apenas 1 para investigadores/bolseiros. Destes, s&amp;oacute; 16 contratos de docentes foram formalizados e, no que diz respeito aos investigadores/bolseiros, mant&amp;eacute;m-se apenas um.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Este &amp;eacute; o quadro em que vivem milhares de docentes, investigadores e bolseiros prec&amp;aacute;rios. O PREVPAP deveria respeitar o que se anunciou como objetivo: combater a&amp;nbsp; precariedade nas institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas nas quais se incluem, naturalmente, as do ensino superior e da ci&amp;ecirc;ncia. O governo n&amp;atilde;o pode por isso faltar ao compromisso publicamente assumido, nem t&amp;atilde;o pouco as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es podem invocar as eventuais dificuldades financeiras. Face a este quadro, os docentes, investigadores e bolseiros exigem:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Aplica&amp;ccedil;&amp;atilde;o efetiva da diretiva comunit&amp;aacute;ria 1999/70/CE de 28 de Junho, de forma a eliminar a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o abusiva da contrata&amp;ccedil;&amp;atilde;o a termo de docentes e investigadores que desempenham fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es caracterizadas como permanentes;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Reconhecimento urgente do seu estatuto de trabalhadores que desempenham necessidades permanentes sem v&amp;iacute;nculo adequado;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;R&amp;aacute;pida homologa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos pareceres das CAB e consequente abertura imediata dos concursos para ingresso nas respetivas carreiras da Administra&amp;ccedil;&amp;atilde;o P&amp;uacute;blica;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Refor&amp;ccedil;o das verbas previstas para as institui&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas de ensino superior e ci&amp;ecirc;ncia permitindo a abertura de vagas e respetivos concursos para todos os docentes, investigadores e pessoal t&amp;eacute;cnico e administrativo que desempenham fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es de car&amp;aacute;cter permanente.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;As organiza&amp;ccedil;&amp;otilde;es promotoras,&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Professores &amp;ndash; FENPROF&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas e Sociais - FNSTFPS&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;h6&gt;&lt;em&gt;Associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos Bolseiros de Investiga&amp;ccedil;&amp;atilde;o Cient&amp;iacute;fica - ABIC&lt;/em&gt;&lt;/h6&gt;
&lt;hr&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #800000;"&gt;Declara&amp;ccedil;&amp;otilde;es de:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=343&amp;amp;doc=12151" target="_blank"&gt;M&amp;aacute;rio Nogueira, Secret&amp;aacute;rio-Geral da Fenprof&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;iframe width="425" height="350" src="//www.youtube.com/embed/mR_BMjGH00k"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=343&amp;amp;doc=12151" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Artur Sequeira, Federa&amp;ccedil;&amp;atilde;o Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es P&amp;uacute;blicas e Sociais&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=343&amp;amp;doc=12151" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Lu&amp;iacute;s Coimbra, investigador do Laborat&amp;oacute;rio Nacional de Engenharia Civil&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=343&amp;amp;doc=12151" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Noemi Perez,&amp;nbsp;leitora na Universidade de Aveiro&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=343&amp;amp;doc=12151" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Eulalie Pereira, leitora na Universidade de Coimbra&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;a href="https://www.fenprof.pt/SUPERIOR/?aba=37&amp;amp;mid=132&amp;amp;cat=343&amp;amp;doc=12151" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Ana Margarida Ricardo, investigadora da IST-ID, do Instituto Superior T&amp;eacute;cnico&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><pubDate>Wed, 19 Jun 2019 16:50:00 GMT</pubDate><guid isPermaLink="true">https://www.spn.pt:443/Artigo/precariedade-no-ensino-superior-e-ciencia-e-negativa-para-o-sistema-de-ensino-e-investigacao</guid></item></channel></rss>