Protesto nacional de investigadores, docentes e não-docentes

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27 de março de 2018

Protesto nacional de investigadores, docentes e não-docentes

Der acordo com o programado, Fenprof, ABIC, Rede de Investigadores contra a Precariedade e Federação Nacional de Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais, promoveram, esta terça-feira, um protesto nacional de investigadores, docentes e não-docentes, no Largo Camões, em Lisboa, e que contou com a participação deprofessores e investgadores do Norte.

Após as declarações dos dirigentes das entidades promotoras deste protesto dos trabalhadores precários do Ensino Superior contra o bloqueio do PREVPAP, as duas dezenas de participantes seguiram até à Residência Oficial do 1.º Ministro.

Veja a intervenção de vários participantes

E ainda os videos da preparação da concentração e do desfile (1 e 2)


19 de março de 2018

Investigadores, docentes e não docentes em exercício de funções no ensino superior e da ciência reclamam, dia 27, a regularização dos vínculos precários e exigem que PREVPAP não seja oportunidade perdida

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A situação de precariedade no ensino superior continua sem solução à vista, principalmente, de investigadores, de docentes, mas também de não docentes. Pelo menos no âmbito do PREVPAP, programa que, cada vez mais, se transforma em oportunidade perdida. 

Nas reuniões já realizadas, as reitorias das universidades, por norma, rejeitaram regularizar os vínculos de quem, há muitos anos, serve necessidades permanentes em situação de precariedade. Os argumentos são diversos, mas convergentes para um só objetivo: não integrar nos quadros todos os que, com vínculos precários, dão resposta a necessidades permanentes. 

Depois de se terem realizado concentrações junto às reitorias de instituições que já participaram em reuniões das comissões de avaliação bipartida (CAB) – Aveiro, Évora, Lisboa e Coimbra – é tempo, agora, de responsabilizar o governo pelo papel que tem vindo a desempenhar nessas reuniões. Um papel destituído de personalidade política, limitando-se a acompanhar as posições das instituições, mesmo quando é absolutamente evidente que estas assumem posições que contrariam o objetivo estabelecido para este programa – regularizar vínculos precários na Administração Pública –, designadamente alegando razões de ordem orçamental ou pondo em causa, injusta e indevidamente, o mérito de quem, há anos, presta funções nas instituições, com contratos renovados após avaliação.

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Com este objetivo, Fenprof, ABIC, Federação dos Sindicatos da Função Pública e Rede de Investigadores contra a Precariedade promovem uma ação pública de protesto no próximo dia 27 de março (terça-feira). Esta ação concretizar-se-á da seguinte forma: 

14:30 horas, Concentração de investigadores, docentes e não docentes no Largo de Camões, em Lisboa, sendo realizadas diversas intervenções, de responsáveis das organizações promotoras, e aprovada uma tomada de posição; 

16:00 horas, Desfile até à Residência Oficial do Primeiro-Ministro

16:30 horas está pedida uma audiência ao Primeiro-Ministro, na qual se pretende falar dos problemas que estão a marcar este processo na Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, bem como entregar a tomada de posição aprovada. 

As organizações promotoras apelam aos investigadores, docentes e não docentes em exercício de funções no ensino superior e cujos vínculos precários se arrastam sem solução aparente, que compareçam neste protesto. É preciso sacudir a pressão, dizer que as coisas não podem continuar assim, protestar, exigir mais estabilidade profissional, melhores condições de trabalho, desde logo com a aplicação de horários legais e justos e a abertura de concursos.

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(até às 12 horas do dia 26 de março)

Anexos

ESeC_cartaz_carreira Pré-aviso de greve para justificar faltas em 27 de março

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